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segunda-feira, 29 de março de 2021

TEMOS ENTÃO, na nossa vida contemporânea,

um "Green deal", a cidade verde, a descarbonização, as ecopistas, a economia verde, a biotecnologia azul, a economia azul, o azul é o novo verde, o pacto ecológico Europeu, o 5G, o certificado COVID, o concelho de prevenção da corrupção, a ecologia profunda, a agenda global, a economia dos mares, o turismo sustentável, a produção sustentável, a bazuca ou vitamina, o desenvolvimento sustentável, a capacitação para o desenvolvimento sustentado, a bioprospecção, o novo modelo de desenvolvimento económico, actividades ambientalmente sustentáveis como o abacate no Algarve, ou amendoeiras no concelho de Idanha - a - Nova. ETccccccccccccccccccccccccc.

E as atitudes? Atitudes sustentáveis? E a decência e a verdade?

Ah, esqueci-me, temos também e muito recomendado por ele o tal Fortimel (eh,..eh..). Tudo isto me faz lembrar o "Melhoral", não faz bem mas também não faz mal!

Bem, quanto ao Tejo, mesmo à beira de Alcochete, oh sr Matos Fernandes, sabe que continua a aparecer isto? 

Pois…….não deve ser consigo………...

AC

terça-feira, 20 de março de 2018

EUROPEAN SEA
Foi hoje, de manhã e de tarde, 20 de Março, reitoria da Universidade Nova de Lisboa. 
Conferência UNV. NOVA/ Jean Monet Chair, in EU Integrated Maritime Policy and Blue Growth.
Gostei do que ouvi, gostei do que vi. 
Ouvi várias coisas que já sabia, ouvi falar sobre outros temas que mal conhecia. 
Falou-se de, ciência, desenvolvimento sustentável, inovação, profissões ligadas ao mar, os riscos e os desafios, o alargamento da plataforma continental portuguesa, a economia azul, aspectos relacionados com segurança e com defesa, perspectivas diversas a médio e longo prazo.
Vi conhecidos da profissão e outros, vi um amigo, e almocei com um bom amigo, fora da universidade, muito perto da Gulbenkian, belas pataniscas de bacalhau.
O melhor do almoço foi a amizade, a companhia, uma passagem por temas nacionais e internacionais e, até, um "poucachinho" (onde é que já ouvi isto?) sobre banca mas, o melhor mesmo, foi sobre as famílias e os nossos NETOS.
Voltando à conferência, há aquele ditado mais vale tarde que nunca.
Penso que nesta área, mar/ oceanos, se pode aplicar.
Quero com isto dizer que, por exemplo, há quinze anos foram definidos objectivos políticos, a então Comissão Estratégica dos Oceanos ficou de definir uma estratégia nacional para os oceanos, e foi depois apresentado um volumoso trabalho sobre isso.
Entretanto Barroso pirou-se para a UE e daí para cá algumas coisas foram sendo feitas. Mas, a sério........
Certo parece-me ser que a importância estratégica do mar para o nosso País é inegável.
Mas será que, de 2003 até ao presente, as prioridades aos assuntos dos oceanos estão claramente definidas mas sobretudo plasmadas com elevada prioridade nos programas dos sucessivos governos e transpostas no concreto para os OE's ?
Não tenhamos dúvida alguma, o mar constitui o mais importante recurso natural de Portugal. 
A área molhada sob jurisdição nacional é enorme, e maior será se a plataforma continental vir a sua extensão aprovada. 
É e será ainda mais uma área geo-estratégica decisiva na vertente da segurança e da defesa, para o País, para a Europa. Pelo menos.
Gostei do que ouvi e gostei do que vi.
Mas..................António Cabral