BEM TENTAM QUE SEJA OUTRA COISA.....
Pois, ............mas só nos contos de fadas.........deixam de ser
AC
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domingo, 28 de abril de 2019
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domingo, 14 de abril de 2019
EMPREGO, ECONOMIA
Estive a ler umas coisas recentes sobre o emprego e o desemprego no nosso cantinho à beira mar plantado.
E lembrei-me de tempos atrás ter escrito umas paródias sobre estes assuntos.
Republico uma delas.
AC
Estive a ler umas coisas recentes sobre o emprego e o desemprego no nosso cantinho à beira mar plantado.
E lembrei-me de tempos atrás ter escrito umas paródias sobre estes assuntos.
Republico uma delas.
AC
terça-feira, 31 de maio de 2016
LEGISLE-SE COM URGÊNCIA
Determine-se por decreto do Governo, com urgência e efeitos imediatos, que a economia passe a ser mais forte e que surjam mais empregos. RÁPIDO!
Ah, e com previsão de penalidades se dentro de três meses isto não estiver com rumo diferente.
A porta-voz do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, afirmou hoje que é muito "tímido" o crescimento da economia no primeiro trimestre e que é preciso uma "economia mais forte" e "mais emprego".
Determine-se por decreto do Governo, com urgência e efeitos imediatos, que a economia passe a ser mais forte e que surjam mais empregos. RÁPIDO!
Ah, e com previsão de penalidades se dentro de três meses isto não estiver com rumo diferente.
A porta-voz do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, afirmou hoje que é muito "tímido" o crescimento da economia no primeiro trimestre e que é preciso uma "economia mais forte" e "mais emprego".
São tao engraçadas estas cachopas.
AC
sexta-feira, 15 de março de 2019
BARATEAR as COISAS
Algures em 1965 e a propósito dos problemas em África, Salazar terá afirmado - ....temos de baratear a guerra, senão esgotamos-nos e não aguentamos....... !
No presente, andam a baratear diferentes sectores da vida nacional.
No passado, Salazar nunca quis dar a mão a torcer, pois embaratecendo-a ou encarecendo-a, a guerra nunca seria militarmente ganha.
No presente, os "artistas" que se sucedem, não querem dar a mão a torcer e reconhecer que isto continua a não estar bem.
Vão barateando o ensino e a educação, a máquina fiscal, a PJ, a saúde, e por aí fora.
Enquanto se vão governando e aos seus, dizendo "transparente" mas sobretudo "traz parente" e enganando uma maioria, maioria que se entretem com, palhaçadas televisivas, discursos da treta que nos dizem ser de Estado, futebolices, cançonetistas, Carnaval, e uma sucessão de casos levianamente agarrados por vários escribas do politicamente correcto.
Enquanto isto, casos vários colocados a nu em investigações jornalísticas nomeadamente na SIC e na TVI caem no esquecimento de quem tem a obrigação de combater as pouca vergonhas em sociedade.
Assobiam para o lado!
É também uma forma de baratear as coisas, neste caso no âmbito da justiça, onde uma das preocupações parece ser uma hipotética candidatura à Presidência da República.
AC
Algures em 1965 e a propósito dos problemas em África, Salazar terá afirmado - ....temos de baratear a guerra, senão esgotamos-nos e não aguentamos....... !
No presente, andam a baratear diferentes sectores da vida nacional.
No passado, Salazar nunca quis dar a mão a torcer, pois embaratecendo-a ou encarecendo-a, a guerra nunca seria militarmente ganha.
No presente, os "artistas" que se sucedem, não querem dar a mão a torcer e reconhecer que isto continua a não estar bem.
Vão barateando o ensino e a educação, a máquina fiscal, a PJ, a saúde, e por aí fora.
Enquanto se vão governando e aos seus, dizendo "transparente" mas sobretudo "traz parente" e enganando uma maioria, maioria que se entretem com, palhaçadas televisivas, discursos da treta que nos dizem ser de Estado, futebolices, cançonetistas, Carnaval, e uma sucessão de casos levianamente agarrados por vários escribas do politicamente correcto.
Enquanto isto, casos vários colocados a nu em investigações jornalísticas nomeadamente na SIC e na TVI caem no esquecimento de quem tem a obrigação de combater as pouca vergonhas em sociedade.
Assobiam para o lado!
É também uma forma de baratear as coisas, neste caso no âmbito da justiça, onde uma das preocupações parece ser uma hipotética candidatura à Presidência da República.
AC
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
QUAL SERÁ o CONTRADITÓRIO GERINGONCÊS?
Gostava de ouvir......sei lá, .....o Galamba, .......ou o imperador dos Açores, ou........ a Mortágua, ou ..........o do "é absolutamente essencial".....sei lá.... talvez mesmo o professor/ senador /conselheiro de Estado/ olheiro no Banco de Portugal, doutrinador do povão (??!!?) (um ilustrativo quadro retirado, com a devida vénia, do blogue Corta-Fitas).
Palavras para quê?
AC
domingo, 16 de dezembro de 2018
VOU CONTAR o TEMPO a PARTIR de HOJE
Vou, contá-lo desde há cerca de 40 minutos, depois de longa conversa com um amigo.
Vou contar o tempo, para ver se vai ficar/ tornar "fake news", ou se se confirmará.
Confirmará,.......o quê?
Que uma importante empresa têxtil se está a preparar para sair do UK e vir para ......Portugal.
Aguardemos.
AC
Vou, contá-lo desde há cerca de 40 minutos, depois de longa conversa com um amigo.
Vou contar o tempo, para ver se vai ficar/ tornar "fake news", ou se se confirmará.
Confirmará,.......o quê?
Que uma importante empresa têxtil se está a preparar para sair do UK e vir para ......Portugal.
Aguardemos.
AC
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
AINDA sobre AUTOEUROPA
Não me regozijo NADA sobre o descalabro, sobre os vários descalabros no meu País. NADA, NADA.
Quanto ao que está a acontecer, só se espanta quem anda na lua, preocupado por exemplo com o gato, os provérbios, e outras prioridades MUITO IMPORTANTES.
Com a necessidade de tornar Portugal um País bem estruturado, equilibrado, com diário e real combate ás desigualdades, com reais políticas de acesso à formação e à educação e aos cuidados de saúde, isso é que não.
Atitudes na AR num sentido, a seguir correr para a rua gritando e defendendo outro sentido, berrando contra o governo e depois apoiá-lo até nas coisas quase contra natura.
Pilares de coerência.
Aguardemos, que o estouro vai ser tonitruante.
O que me preocupa nisto da Autoeuropa, matéria que me parece vir a transformar-se na questão mais grave para Portugal nos meses mais próximos, é que a coisa possa fazer grande mossa a António Costa.
E preocupa-me porque desejo, ARDENTEMENTE, que ele ganhe as próximas legislativas em 6 de Outubro 2019, e com maioria relativa quase absoluta ou mesmo absoluta.
Quero que beba bastante da sua descarada ausência de vergonha na cara, da sua demagogia, da sua intrujice sistemática.
E digo isto não por ter saudades do patético Passos Coelho e muito menos ainda de alguns dos que lhe fizeram companhia, tipo Relvas.
Não perco tempo a explicar, há muito e por mais de uma vez que escrevi sobre Passos Coelho e o seu governo, sobre o que me pareceu ter que ser feito e foi bem executado, e sobre as sucessivas tonteiras e burrices levadas a cabo nessa altura.
Irrita-me imenso que um governo faça porcaria e depois venha outro para limpar.
Se a M**** é feita por governo de direita que venha depois outro da mesma cor para a engolir.
Se a M**** é feita por governo de esquerda que venha depois outro da mesma cor para a engolir.
Uma coisa é e sempre foi para mim evidente: sem luta, as pessoas não conseguem melhorar as suas condições de vida. E os princípios consagrados na CRP são para estar em cima da mesa.
Mas evidente para mim é, também, que os exageros dão para o torto e os mais fracos é que se tramam. SEMPRE.
E nisto os sucessivos governos têm todos culpa.
Governar para as sondagens, para as paixões patéticas enquanto no fundo, no seu âmago, só pensam como ganhar crédito para a sua vida pessoal e internacional, dá o resultado que está à vista.
E para isto, muito têm contribuído certos patrões alarves, e com a preciosa ajuda da CGTP, do PCP, do BE, e mais alguns palhaços.
Grundig, MAGUE, Opel, Lisnave, etc. BUM, PUM.
Agora perfila-se a Autoeuropa.
Quanto à comunicação social, é elucidativo o ensurdecedor silêncio sobre isto, sobre o fundo da questão Autoeuropa. Sobre os detalhes, sobre as várias empresas nacionais fornecedoras de material para a fábrica, e informação séria fruto de investigação a fundo sobre as movimentações da CGTP e do BE e das suas guerras, e desde quando começaram e agudizaram.
Deve ser porque a comunicação social está completamente dominada por direitolas.
Como a prima de António Costa.
Aguardemos. (despacho típico de director-geral há anos no mesmo lugar).
AC
quinta-feira, 13 de dezembro de 2018
A PROPÓSITO da AUTOEUROPA
Há semanas e semanas que no porto de Setúbal se sucedem problemas com os estivadores.
Com reflexos brutais para o (não) escoamento dos automóveis ali produzidos. Com a Base aérea no Montijo atascada de automóveis.
Parece-me legítimo supor, dado que nunca vieram à luz do dia da parte do senhor que chefia o governo actual e que tanto gosta de dar pulinhos, eventuais preocupações quanto à coisa em concreto e quanto aos reflexos vários/ colaterais.
Reflexos severos para a economia, se isto se começar a desmoronar.
Vou aguardar pelo contentamento deste senhor por a democracia estar a funcionar tão bem, greves atrás de greves, em que até o César já acha mal. Pois é, deram-lhes gás...........
Não sou especialista na coisa, mas aposto que os estivadores têm alguma razão, ou mesmo mais que os patrões.
Aposto igualmente que os tais patrões que apareceram nas TV representados por uma estranha criatura terão igualmente alguma razão.
Mas mal que pergunte, este normal funcionamento da democracia e normal funcionamento das coisas deve ser deixado arrastar-se semanas e semanas, ao ponto de tudo se transformar num caos?
Então um governo, este ou outro, a partir de uma certa altura não deve partir a loiça e dar um murro na mesa?
Não há políticas fiscais e outras, expeditas, que possam obrigar certos patrões a ter mais ponderação?
E não é de fazer ver aos trabalhadores, com assertividade, o exagero que porventura possam estar a usar no legítimo e constitucional direito à greve? E se ficam sem trabalho?
Pelo que acabo de ver agora noticiado, e oxalá me engane, os estivadores, mais os fornecedores nacionais de material para a Autoeuropa, mais os trabalhadores da Autoeuropa, estão a pouca distância de ficarem a vangloriar--se da defesa dos seus legítimos direitos mas............sem trabalho.
O ditado popular da corda a esticar....................devia estar presente na cabeça de patrões e trabalhadores.
Mas sobretudo de governantes que fossem responsáveis.
Um amigo de um dos meus cunhados, muito conhecedor do assunto, tinha-lhe dito há poucos dias que a Autoeuropa estava prestes a rebentar ou seja, que os alemães estavam fartos da paródia portuguesa e estavam a tratar de arranjar outros locais de produção.
Parece que, infelizmente, isto está a confirmar-se.
Vamos ver se a fábrica encerra ou não, por semanas fixas, ou tempo indeterminado.
Vamos aguardar para ver se se confirma que o facto de há bastante tempo terem deixado de chegar motores é, ou não, sinal definitivo de mais uma reversão deste governo.
Vou aguardar para ver se o pantomineiro irá dar mais pulinhos de contentamento.
DEPOIS QUEIXEM-SE.
AC
quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
GUTERRES JUSTIFICOU-SE com uma coisa deste género
E foi tratar da vida, calmamente, programadamente.
Pântano, vociferou com voz pausada. E foi-se.
Depois dele veio uma sequência de habilidosos (cada um a seu modo), Barroso, Santana, Sócrates, Coelho, Costa.
Como estamos agora?
No melhor dos mundos, dizem Costa e apaniguados.
Mal, muito mal, dizem os pretensamente da oposição (!!??!!).
Creio que nem no meio está a virtude.
Comparemos.
Olhando para a figura abaixo, não há dúvida que está ali um barco, de cores garridas, a flutuar, pelo menos aparentemente!!
Olhando melhor, contudo, estou a ver o barco cheio de água, rodeado de água e muita lama, e dá-me a impressão que assente no fundo do lamaçal. Ah, e não vejo motor, nem tripulantes.
Mas que está ali um belo barco está! Já foi um belo barco!
Aguardemos, pois!!!
AC
E foi tratar da vida, calmamente, programadamente.
Pântano, vociferou com voz pausada. E foi-se.
Depois dele veio uma sequência de habilidosos (cada um a seu modo), Barroso, Santana, Sócrates, Coelho, Costa.
Como estamos agora?
No melhor dos mundos, dizem Costa e apaniguados.
Mal, muito mal, dizem os pretensamente da oposição (!!??!!).
Creio que nem no meio está a virtude.
Comparemos.
Olhando para a figura abaixo, não há dúvida que está ali um barco, de cores garridas, a flutuar, pelo menos aparentemente!!
Olhando melhor, contudo, estou a ver o barco cheio de água, rodeado de água e muita lama, e dá-me a impressão que assente no fundo do lamaçal. Ah, e não vejo motor, nem tripulantes.
Mas que está ali um belo barco está! Já foi um belo barco!
Aguardemos, pois!!!
AC
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terça-feira, 4 de dezembro de 2018
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
ECONOMIA, FINANÇAS, IMPOSTOS
A propósito deste assunto vale a pena recordar uma boa tirada de Natália Correia, décadas atrás (4 Dezembro 1983), e que me parece continuar a manter actualidade, desde essa altura sem interrupções - "Antiquíssima sabedoria fiscal que recomendo ao senhor ministro das Finanças: o bom pastor tosquia as ovelhas sem lhes arrancar a pele".
AC
A propósito deste assunto vale a pena recordar uma boa tirada de Natália Correia, décadas atrás (4 Dezembro 1983), e que me parece continuar a manter actualidade, desde essa altura sem interrupções - "Antiquíssima sabedoria fiscal que recomendo ao senhor ministro das Finanças: o bom pastor tosquia as ovelhas sem lhes arrancar a pele".
AC
terça-feira, 23 de outubro de 2018
SEMÂNTICA e ALDRABÕES VIGARISTAS
Em 1 de Março de 1974 vim morar para a terra onde continuo a ter a residência fiscal.
Uma das terras que maior importância tinha e continua a ter no âmbito da suinicultura.
A seguir ao 25 de abril de 1974 passei pelas cenas de ser parado no cruzamento de Coina, como muitas centenas de pessoas, para revista de carro, efectuada por civis com G3.
Na terra onde os ascendentes da minha mulher eram família conhecida, antiga, tradicional, fui conhecendo muita gente, e vários ligados aos negócios.
Uma noite, em fase final de PREC, e época de várias oscilações de preço da carne de porco pago ao produtor, assisti na Praça da República a um encontro de vários homens de negócios da terra, conhecendo já alguns mas outros muito mal.
Discutia-se o PREC mas sobretudo os negócios.
A dada altura, um "porqueiro", lamentava-se que tinha perdido nesse dia cerca de 200 contos!!!!
Um dos presentes, com quem eu tinha maior familiaridade, segredou-se - não se impressione, ele não perdeu 200, só ganhou 100 contos.
Vem isto a propósito do que, no presente, ouço sair da boca dos alarves institucionais e de alarves outros, que nos massacram diariamente.
O que me aflige cada vez mais é a quase completa ausência de ponderação dos meus concidadãos, seja acerca da vida do dia a dia, do que lhe prometem de facilidades através do OE 2019, de investigações, de turismo, de Forças Armadas, de paz social, da comunicação social que (não) temos.
Mas anda tudo muito contente.
AFLITIVO.
AC
Em 1 de Março de 1974 vim morar para a terra onde continuo a ter a residência fiscal.
Uma das terras que maior importância tinha e continua a ter no âmbito da suinicultura.
A seguir ao 25 de abril de 1974 passei pelas cenas de ser parado no cruzamento de Coina, como muitas centenas de pessoas, para revista de carro, efectuada por civis com G3.
Na terra onde os ascendentes da minha mulher eram família conhecida, antiga, tradicional, fui conhecendo muita gente, e vários ligados aos negócios.
Uma noite, em fase final de PREC, e época de várias oscilações de preço da carne de porco pago ao produtor, assisti na Praça da República a um encontro de vários homens de negócios da terra, conhecendo já alguns mas outros muito mal.
Discutia-se o PREC mas sobretudo os negócios.
A dada altura, um "porqueiro", lamentava-se que tinha perdido nesse dia cerca de 200 contos!!!!
Um dos presentes, com quem eu tinha maior familiaridade, segredou-se - não se impressione, ele não perdeu 200, só ganhou 100 contos.
Vem isto a propósito do que, no presente, ouço sair da boca dos alarves institucionais e de alarves outros, que nos massacram diariamente.
O que me aflige cada vez mais é a quase completa ausência de ponderação dos meus concidadãos, seja acerca da vida do dia a dia, do que lhe prometem de facilidades através do OE 2019, de investigações, de turismo, de Forças Armadas, de paz social, da comunicação social que (não) temos.
Mas anda tudo muito contente.
AFLITIVO.
AC
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
THE ECONOMIST
Revista que veio à luz do dia em 1843. Está a comemorar o seu 175º aniversário.
Como tudo na vida, coisas muito interessantes, outras menos.
Este nº, que me custou 7,50 €, relembra a folhas 5 - "Published since September 1843 to take part in a severe contest between intelligence, which presses forward, and unworthy timid ignorance obstructing our progress".
Revista que veio à luz do dia em 1843. Está a comemorar o seu 175º aniversário.
Como tudo na vida, coisas muito interessantes, outras menos.
Este nº, que me custou 7,50 €, relembra a folhas 5 - "Published since September 1843 to take part in a severe contest between intelligence, which presses forward, and unworthy timid ignorance obstructing our progress".
Concretamente em Portugal a luta cada vez é mais terrível.
Veja-se que sector se quiser da nossa sociedade. O exemplo recente dos táxis é elucidativo, com muitos a dizer que não bloquearam nada e inclusive um comentador de blogue muito conhecido a confirmar que eles coitadinhos não fizeram nada de ilegal.
Como se vê nesta fotografia, digo eu!
ACterça-feira, 20 de março de 2018
EUROPEAN SEA
Foi hoje, de manhã e de tarde, 20 de Março, reitoria da Universidade Nova de Lisboa.
Conferência UNV. NOVA/ Jean Monet Chair, in EU Integrated Maritime Policy and Blue Growth.
Gostei do que ouvi, gostei do que vi.
Ouvi várias coisas que já sabia, ouvi falar sobre outros temas que mal conhecia.
Falou-se de, ciência, desenvolvimento sustentável, inovação, profissões ligadas ao mar, os riscos e os desafios, o alargamento da plataforma continental portuguesa, a economia azul, aspectos relacionados com segurança e com defesa, perspectivas diversas a médio e longo prazo.
Vi conhecidos da profissão e outros, vi um amigo, e almocei com um bom amigo, fora da universidade, muito perto da Gulbenkian, belas pataniscas de bacalhau.
Foi hoje, de manhã e de tarde, 20 de Março, reitoria da Universidade Nova de Lisboa.
Conferência UNV. NOVA/ Jean Monet Chair, in EU Integrated Maritime Policy and Blue Growth.
Gostei do que ouvi, gostei do que vi.
Ouvi várias coisas que já sabia, ouvi falar sobre outros temas que mal conhecia.
Falou-se de, ciência, desenvolvimento sustentável, inovação, profissões ligadas ao mar, os riscos e os desafios, o alargamento da plataforma continental portuguesa, a economia azul, aspectos relacionados com segurança e com defesa, perspectivas diversas a médio e longo prazo.
Vi conhecidos da profissão e outros, vi um amigo, e almocei com um bom amigo, fora da universidade, muito perto da Gulbenkian, belas pataniscas de bacalhau.
O melhor do almoço foi a amizade, a companhia, uma passagem por temas nacionais e internacionais e, até, um "poucachinho" (onde é que já ouvi isto?) sobre banca mas, o melhor mesmo, foi sobre as famílias e os nossos NETOS.
Voltando à conferência, há aquele ditado mais vale tarde que nunca.
Penso que nesta área, mar/ oceanos, se pode aplicar.
Quero com isto dizer que, por exemplo, há quinze anos foram definidos objectivos políticos, a então Comissão Estratégica dos Oceanos ficou de definir uma estratégia nacional para os oceanos, e foi depois apresentado um volumoso trabalho sobre isso.
Entretanto Barroso pirou-se para a UE e daí para cá algumas coisas foram sendo feitas. Mas, a sério........
Certo parece-me ser que a importância estratégica do mar para o nosso País é inegável.
Mas será que, de 2003 até ao presente, as prioridades aos assuntos dos oceanos estão claramente definidas mas sobretudo plasmadas com elevada prioridade nos programas dos sucessivos governos e transpostas no concreto para os OE's ?
Não tenhamos dúvida alguma, o mar constitui o mais importante recurso natural de Portugal.
A área molhada sob jurisdição nacional é enorme, e maior será se a plataforma continental vir a sua extensão aprovada.
É e será ainda mais uma área geo-estratégica decisiva na vertente da segurança e da defesa, para o País, para a Europa. Pelo menos.
Gostei do que ouvi e gostei do que vi.
Mas..................António Cabral
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
ZARA
A Zara, é um conhecido potentado espanhol particularmente na área do vestuário, têxtil, adereços, etc.
Vem isto a propósito de uma conversa deste fim de tarde com uma grande amiga que, para lá de falarmos das nossas famílias e particularmente netos dos dois lados, se conversou um pouco sobre a nossa envolvente e sobre a sociedade portuguesa do presente.
Porque nortenha, falou-me das fábricas que vão sendo encerradas.
Disse-me ela, que não tem sido surpresa alguma certos encerramentos.
E mais, que a Zara, que teve contractos com diversas PME nacionais, terá já acabado com tudo. Tudo, no que respeita a por cá laborarem para a grande Zara.
Devo estar cego, mas creio não me ter apercebido de nada nos media nacionais nem restolhada por parte de arménio Carlos ou o colega da UGT. Uma coisa é certa, esta minha amiga, ao longo dos anos nunca me deu informações erradas.
Como por exemplo, o engraçado que é verificar que em certas auto-estradas sobretudo lá para cima, alguma saídas irem dar tão pertinho de residências de certas elites. Na A23 também há disso.
AC
A Zara, é um conhecido potentado espanhol particularmente na área do vestuário, têxtil, adereços, etc.
Vem isto a propósito de uma conversa deste fim de tarde com uma grande amiga que, para lá de falarmos das nossas famílias e particularmente netos dos dois lados, se conversou um pouco sobre a nossa envolvente e sobre a sociedade portuguesa do presente.
Porque nortenha, falou-me das fábricas que vão sendo encerradas.
Disse-me ela, que não tem sido surpresa alguma certos encerramentos.
E mais, que a Zara, que teve contractos com diversas PME nacionais, terá já acabado com tudo. Tudo, no que respeita a por cá laborarem para a grande Zara.
Devo estar cego, mas creio não me ter apercebido de nada nos media nacionais nem restolhada por parte de arménio Carlos ou o colega da UGT. Uma coisa é certa, esta minha amiga, ao longo dos anos nunca me deu informações erradas.
Como por exemplo, o engraçado que é verificar que em certas auto-estradas sobretudo lá para cima, alguma saídas irem dar tão pertinho de residências de certas elites. Na A23 também há disso.
AC
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
AUTOEUROPA
Nota prévia: não sei o suficiente sobre este assunto, para formular uma opinião segura.
Tenho várias sensações e muitas dúvidas, e como conheço "alguém" conhecedor dentro da fábrica vou arriscar partilhar umas quantas dúvidas.
> Como foi o processo para vir para cá a Autoeuropa?
Terá sido muito difícil convencer a Alemanha a encorajar o grupo VW (e na altura, mais a Seat e Ford) a implantar a fábrica em Palmela?
Terá sido porque passada mais ou menos uma década sobre uma certa estabilização da sociedade portuguesa? Reconheceram lá fora que se podia confiar em Portugal?
> Entretanto saíram a Seat e a Ford. Só por razões técnicas?
> Entretanto, entre alguns modelos novos (ex:VW EOS), outros a serem terminados, com mais ou menos percalços, a fábrica foi avançando.
> Entretanto, durante uns anos, assistiu-se a uma certa estabilidade/ paz social, trabalhadores /administração, com um nome a ser sempre associado ao BE.
> Entretanto, países como República Checa, e outros na zona da antiga esfera soviética, para não falar de Marrocos, México, os próprios EUA, nunca terão deixado de batalhar para cativar fábricas quer de produtores alemães como de França, ou reino Unido, ou Suécia.
> Entretanto, em Portugal, a justa luta do PCP em guerra aberta com o BE e o aparente e patético imobilismo do PS, estão a mostrar que o desfecho a médio prazo para a fábrica em Palmela pode vir a ser exactamente como muitos outros - encerramento a prazo.
> Entretanto, Arménio Carlos recomenda juízo à administração da fábrica, e recomenda ao governo que determine o início da produção de carros eléctricos.
> Entretanto, aposto, na VW há semanas que devem andar uns tipos a viajar pela Ásia, pelo Leste, a preparar o futuro em 2022/ 2024, altura em que o T Roc terá porventura uma lavagem de cara (perspectiva optimista), ou cessará a produção em Portugal.
Se assim vier a acontecer, oxalá que não, a justa luta do PCP e do BE terá resultado em cheio.
Quanto as trabalhadores, certamente poderão nessa altura estar ufanos da defesa dos seus direitos, só que os direitos não vão conseguir colocar o pão na mesa em casa de cada um.
Como última nota e apesar de, como refiro no início, quase nada conhecer de certos meandros, não tenho grandes dúvidas de que a actual tabela salarial e o horário de trabalho possam estar longe daquilo que seria desejável.
O meu ponto é que me parece que a luta sindical, a luta entre os partidos esquerdistas, está completamente afastada da real defesa de trabalhadores, sobretudo se considerarmos as várias empresas que, se Palmela estoirar, estoiram igualmente.
Se a administração da fábrica, e sobretudo a casa mãe, deviam porventura ponderar de forma diferente o assunto, também não tenho dúvidas que da parte dos sindicados a mesma postura é exigível.
Mas temo que só estejam a olhar para o curso prazo, e para a sua lutazinha.
Talvez se venham a dar mal.
AC
Nota prévia: não sei o suficiente sobre este assunto, para formular uma opinião segura.
Tenho várias sensações e muitas dúvidas, e como conheço "alguém" conhecedor dentro da fábrica vou arriscar partilhar umas quantas dúvidas.
> Como foi o processo para vir para cá a Autoeuropa?
Terá sido muito difícil convencer a Alemanha a encorajar o grupo VW (e na altura, mais a Seat e Ford) a implantar a fábrica em Palmela?
Terá sido porque passada mais ou menos uma década sobre uma certa estabilização da sociedade portuguesa? Reconheceram lá fora que se podia confiar em Portugal?
> Entretanto saíram a Seat e a Ford. Só por razões técnicas?
> Entretanto, entre alguns modelos novos (ex:VW EOS), outros a serem terminados, com mais ou menos percalços, a fábrica foi avançando.
> Entretanto, durante uns anos, assistiu-se a uma certa estabilidade/ paz social, trabalhadores /administração, com um nome a ser sempre associado ao BE.
> Entretanto, países como República Checa, e outros na zona da antiga esfera soviética, para não falar de Marrocos, México, os próprios EUA, nunca terão deixado de batalhar para cativar fábricas quer de produtores alemães como de França, ou reino Unido, ou Suécia.
> Entretanto, em Portugal, a justa luta do PCP em guerra aberta com o BE e o aparente e patético imobilismo do PS, estão a mostrar que o desfecho a médio prazo para a fábrica em Palmela pode vir a ser exactamente como muitos outros - encerramento a prazo.
> Entretanto, Arménio Carlos recomenda juízo à administração da fábrica, e recomenda ao governo que determine o início da produção de carros eléctricos.
> Entretanto, aposto, na VW há semanas que devem andar uns tipos a viajar pela Ásia, pelo Leste, a preparar o futuro em 2022/ 2024, altura em que o T Roc terá porventura uma lavagem de cara (perspectiva optimista), ou cessará a produção em Portugal.
Se assim vier a acontecer, oxalá que não, a justa luta do PCP e do BE terá resultado em cheio.
Quanto as trabalhadores, certamente poderão nessa altura estar ufanos da defesa dos seus direitos, só que os direitos não vão conseguir colocar o pão na mesa em casa de cada um.
Como última nota e apesar de, como refiro no início, quase nada conhecer de certos meandros, não tenho grandes dúvidas de que a actual tabela salarial e o horário de trabalho possam estar longe daquilo que seria desejável.
O meu ponto é que me parece que a luta sindical, a luta entre os partidos esquerdistas, está completamente afastada da real defesa de trabalhadores, sobretudo se considerarmos as várias empresas que, se Palmela estoirar, estoiram igualmente.
Se a administração da fábrica, e sobretudo a casa mãe, deviam porventura ponderar de forma diferente o assunto, também não tenho dúvidas que da parte dos sindicados a mesma postura é exigível.
Mas temo que só estejam a olhar para o curso prazo, e para a sua lutazinha.
Talvez se venham a dar mal.
AC
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
QUE MAUZINHOS
Não querem lá ver.
Tudo tão positivo, tão bom, tão fantástico, tão lindo e prometedor, tanta página virada, e a malvada da DBRS não alterou o "rating" da NAÇÃO!!
Talvez para equilibrar o favor anterior em que artificialmente nos manteve à tona de água com estabilidade no meio do lixo, prefere continuar a passar ao lado da tendência seguida pelas outras agências, e mantém Portugal, tal como tem feito desde o início da crise, um nível acima de "lixo". Creio que é isto.
É pá, isso é indecente, então e o trabalho do Centeno, agora que até está a concorrer ao Eurogrupo, e as mirabolantes conversas do intrujão-mor cá dentro e lá fora?
Bolas, que maus.
É importante realçar que com 2 anos de governação reformas estruturais = ZERO.
É importante lembrar, também, aquele pantomineiro chamado Paulo Portas que um dia sem nenhuma vergonha na cara deu aquele vergonhoso espectáculo das folhas com reformas elaboradas em letras garrafais.
Parece que o aldrabão perdeu as folhas, Passos Coelho aceitou e, portanto, em 2011/ 2015 houve também muitas reformas estruturais mais ou menos = ZERO.
Andamos nisto e assim continuamos - cantando e rindo!!!!
É importante realçar que com 2 anos de governação reformas estruturais = ZERO.
É importante lembrar, também, aquele pantomineiro chamado Paulo Portas que um dia sem nenhuma vergonha na cara deu aquele vergonhoso espectáculo das folhas com reformas elaboradas em letras garrafais.
Parece que o aldrabão perdeu as folhas, Passos Coelho aceitou e, portanto, em 2011/ 2015 houve também muitas reformas estruturais mais ou menos = ZERO.
Andamos nisto e assim continuamos - cantando e rindo!!!!
AC
sábado, 5 de agosto de 2017
QUEM LIMPA? QUANTO CUSTA? CAPACIDADE?
Mais um ano que está a ser trágico.
Dizem-me - ah, o Sul de Espanha França e Itália estão com problemas idênticos. Pois!!!
Não sou especialista, não sou bombeiro, não integro a estrutura da ANPC, menos ainda as estruturas partidárias, ou ONG's dedicadas à agriculta florestas agro-pecuária e afins.
Não sou de "achismos", mas muita coisa me faz espécie, e há muito anos.
Procuro pensar, mas uma coisa tenho a certeza, este é um dos maiores problemas da sociedade portuguesa e sendo-o, e arrastando-se há décadas, acho muito estranho que não o ataquem a sério.
Ou se calhar não é nada estranho.
O que conheço neste âmbito?
Muito bem a Beira-Baixa, razoavelmente a Beira-Alta, o Minho, o Alentejo, algumas regiões dos Douros's, o Algarve, o Ribatejo.
Isto para dizer que tenho uma noção exacta e muito concreta das enormes diferenças de regime de propriedade no Portugal Continental.
Acrescento que tenho uma noção muito exacta das transformações graduais e, na minha perspectiva trágicas, no plano sócio-económico e inerente despovoamento do território. Noção muito concreta desde 1969.
Andam por aí uns farsantes sem nenhuma vergonha na cara que se vangloriam de apagarem mais de 80% dos incêndios em menos de hora e meia. Dizem por aí que 1% garante 90% dos grandes problemas, mas eles andam e continuam ufanos e contentes.
Dizem-me que em Mação foi há algum tempo colocada no terreno uma logística piloto aparentemente com resultados positivos. Mas este ano Mação ardeu violentamente, outra vez.
Ouço dizer aos governantes que as ajudas estão já no terreno. Ouço autarcas das zonas afectadas a dizer que não é bem assim.
A legislação determina limpezas de matas e florestas, 50 mts à volta de casas, 10 mts à volta de estradas. Vê-se por todo o País que nada disto ocorre.
À boa maneira da demagogia da patética actriz, devem faltar fiscais!!!!
As fotografias supra são de Julho passado, mostrando uma pequeníssima parte daquilo que em 1969 era uma pujante quinta, bem explorada, dando lucro, muita fruta, vinho, aguardente, etc.
Dizia-me em 2007 a velhota vizinha na aldeia - "o avô da sua senhora não era dos piores patrões". Senti um ligeiro arrepio na espinha. Sim, sei bem que as condições laborais eram más.
A realidade da vida ditou a herança desta e outras por vários, o abandono, o desaparecimento de quem lá trabalhava por morte e mudança de ares. Mas a terra está lá, agora com um a tentar diminuir o matagal, que não vos mostro.
Os pomposos, como Costa, Capoulas, Cristas, palram muito, mas não me encantam.
Neste âmbito existem múltiplos factores e problemas conhecidos mesmo para um leigo em agricultura, agro-pecuária, floresta.
Regime de propriedade muito variado, a questão das espécies arbóreas (pinheiro, eucalipto, carvalho, castanheiro, sobreiro, cerejeira, azinheiro, etc), o tema cadastral das propriedades, a prevenção que devia ser executada do fim do Outono ao início da Primavera, a reforma da floresta, a gestão da paisagem, a actividade de produção florestal e inerente rentabilidade, biomassa e necessárias centrais de tratamento, gestão de matos, indústria da celulose/ do papel, logística de combate aos incêndios, etc.
Também não é preciso ser licenciado para perceber que combater um incêndio numa cidade não é o mesmo que no campo e é certamente diferente nos processos nos meios nas técnicas e na formação.
E sobretudo, deve haver ou não continuação de respeito pela propriedade privada? E não urge estabelecer regras para o País em que se ponderem os minifúndios e etc, mas em que os beneficiários venham a suportar os custos dos benefícios que resultarem do ordenamento a definir?
Porque arde tanto?
Não sei bem. Mas não sendo especialista, e usando a sabedoria popular inerente a qualquer cidadão simples, é fácil concluir que 99,99% dos incêndios não começam por causa de trovoadas secas, downbursts, reflexos de janelas.
Certamente que a esmagadora maioria dos incêndios é provocado por mão humana, fogo posto. Sim, uma pequena percentagem por maluquinhos mesmo, maluquinhos que acham piada ás chamas e filhos da **** que são pagos para tal.
Ah, prove isso que está a dizer.
Bem, eu não posso nem me compete provar nada mas, de acordo com o que é noticiado há anos, cada ano prendem dezenas e dezenas de pessoas. O que lhes aconteceu? Molduras penais? Juízes a mandar para casa e a dar sempre outra oportunidade?
Eu não estou a insinuar nada mas vamos lá a ver:
> Como está a legislação? não é pornograficamente branda?
> É só garantias, e todos os anos derretemos milhões dos nossos impostos a engordar.........QUEM?
> E todos os anos a destruir património?
> Não se devia olhar para isto a sério?
> Das dezenas e dezenas pirómanos apanhados ao longo dos anos, nenhum foi com a boca na botija? O que lhes aconteceu? Não existe aí nada para ponderar, alterar?
> Será que não há também uns problemas à volta de terrenos de caça? Invejas?
> E a venda da madeira queimada?
> Não se devia investigar a sério esta história dos negócios e contratos das aeronaves?
> Não se devia investigar quem está por trás dos fornecedores de material para combater incêndios incluindo tudo o necessário para equipar homens?
> Não seria de passar a pente fino, digamos desde há 30 anos, os concursos e toda a gentinha que se reclama de nunca estar a ferir o código deontológico profissional?
> Quem beneficia do quê?
> E que tal olhar para certas revistas ligadas ao sector?
> E a questão da Força Aérea?
> Tanta estrutura, tantos "boys" e "girls" na ANPC, tanta PJ, tanta proteção civil local, regional, nacional, tantos bombeiros e associações e ligas dos mesmos, tanto helicópterozinho pequenino a combater chamas, tanto SIRESP, tanto dinheiro a escorrer para tanto lado e NADA, continua-se a NADA SE FAZER?
"Ah, na AR estão a resolver agora, finalmente, o problema".
DESGRAÇADO PAÍS, desgraçados de NÓS.
Eu sei que, infelizmente, entre muitas outras coisas faltam cabras para ajudar na limpeza de pastos.
Mas cheira-me que há é ****ões a mais.
Como dizia o outro - Portugal é um País demasiado pequeno para se roubar tanto.
António Cabral (AC)
Mais um ano que está a ser trágico.
Dizem-me - ah, o Sul de Espanha França e Itália estão com problemas idênticos. Pois!!!
Não sou especialista, não sou bombeiro, não integro a estrutura da ANPC, menos ainda as estruturas partidárias, ou ONG's dedicadas à agriculta florestas agro-pecuária e afins.
Não sou de "achismos", mas muita coisa me faz espécie, e há muito anos.
Procuro pensar, mas uma coisa tenho a certeza, este é um dos maiores problemas da sociedade portuguesa e sendo-o, e arrastando-se há décadas, acho muito estranho que não o ataquem a sério.
Ou se calhar não é nada estranho.
O que conheço neste âmbito?
Muito bem a Beira-Baixa, razoavelmente a Beira-Alta, o Minho, o Alentejo, algumas regiões dos Douros's, o Algarve, o Ribatejo.
Isto para dizer que tenho uma noção exacta e muito concreta das enormes diferenças de regime de propriedade no Portugal Continental.
Acrescento que tenho uma noção muito exacta das transformações graduais e, na minha perspectiva trágicas, no plano sócio-económico e inerente despovoamento do território. Noção muito concreta desde 1969.
Andam por aí uns farsantes sem nenhuma vergonha na cara que se vangloriam de apagarem mais de 80% dos incêndios em menos de hora e meia. Dizem por aí que 1% garante 90% dos grandes problemas, mas eles andam e continuam ufanos e contentes.
Dizem-me que em Mação foi há algum tempo colocada no terreno uma logística piloto aparentemente com resultados positivos. Mas este ano Mação ardeu violentamente, outra vez.
Ouço dizer aos governantes que as ajudas estão já no terreno. Ouço autarcas das zonas afectadas a dizer que não é bem assim.
A legislação determina limpezas de matas e florestas, 50 mts à volta de casas, 10 mts à volta de estradas. Vê-se por todo o País que nada disto ocorre.
À boa maneira da demagogia da patética actriz, devem faltar fiscais!!!!
As fotografias supra são de Julho passado, mostrando uma pequeníssima parte daquilo que em 1969 era uma pujante quinta, bem explorada, dando lucro, muita fruta, vinho, aguardente, etc.
Dizia-me em 2007 a velhota vizinha na aldeia - "o avô da sua senhora não era dos piores patrões". Senti um ligeiro arrepio na espinha. Sim, sei bem que as condições laborais eram más.
A realidade da vida ditou a herança desta e outras por vários, o abandono, o desaparecimento de quem lá trabalhava por morte e mudança de ares. Mas a terra está lá, agora com um a tentar diminuir o matagal, que não vos mostro.
Os pomposos, como Costa, Capoulas, Cristas, palram muito, mas não me encantam.
Neste âmbito existem múltiplos factores e problemas conhecidos mesmo para um leigo em agricultura, agro-pecuária, floresta.
Regime de propriedade muito variado, a questão das espécies arbóreas (pinheiro, eucalipto, carvalho, castanheiro, sobreiro, cerejeira, azinheiro, etc), o tema cadastral das propriedades, a prevenção que devia ser executada do fim do Outono ao início da Primavera, a reforma da floresta, a gestão da paisagem, a actividade de produção florestal e inerente rentabilidade, biomassa e necessárias centrais de tratamento, gestão de matos, indústria da celulose/ do papel, logística de combate aos incêndios, etc.
Também não é preciso ser licenciado para perceber que combater um incêndio numa cidade não é o mesmo que no campo e é certamente diferente nos processos nos meios nas técnicas e na formação.
E sobretudo, deve haver ou não continuação de respeito pela propriedade privada? E não urge estabelecer regras para o País em que se ponderem os minifúndios e etc, mas em que os beneficiários venham a suportar os custos dos benefícios que resultarem do ordenamento a definir?
Porque arde tanto?
Não sei bem. Mas não sendo especialista, e usando a sabedoria popular inerente a qualquer cidadão simples, é fácil concluir que 99,99% dos incêndios não começam por causa de trovoadas secas, downbursts, reflexos de janelas.
Certamente que a esmagadora maioria dos incêndios é provocado por mão humana, fogo posto. Sim, uma pequena percentagem por maluquinhos mesmo, maluquinhos que acham piada ás chamas e filhos da **** que são pagos para tal.
Ah, prove isso que está a dizer.
Bem, eu não posso nem me compete provar nada mas, de acordo com o que é noticiado há anos, cada ano prendem dezenas e dezenas de pessoas. O que lhes aconteceu? Molduras penais? Juízes a mandar para casa e a dar sempre outra oportunidade?
Eu não estou a insinuar nada mas vamos lá a ver:
> Como está a legislação? não é pornograficamente branda?
> É só garantias, e todos os anos derretemos milhões dos nossos impostos a engordar.........QUEM?
> E todos os anos a destruir património?
> Não se devia olhar para isto a sério?
> Das dezenas e dezenas pirómanos apanhados ao longo dos anos, nenhum foi com a boca na botija? O que lhes aconteceu? Não existe aí nada para ponderar, alterar?
> Será que não há também uns problemas à volta de terrenos de caça? Invejas?
> E a venda da madeira queimada?
> Não se devia investigar a sério esta história dos negócios e contratos das aeronaves?
> Não se devia investigar quem está por trás dos fornecedores de material para combater incêndios incluindo tudo o necessário para equipar homens?
> Não seria de passar a pente fino, digamos desde há 30 anos, os concursos e toda a gentinha que se reclama de nunca estar a ferir o código deontológico profissional?
> Quem beneficia do quê?
> E que tal olhar para certas revistas ligadas ao sector?
> E a questão da Força Aérea?
> Tanta estrutura, tantos "boys" e "girls" na ANPC, tanta PJ, tanta proteção civil local, regional, nacional, tantos bombeiros e associações e ligas dos mesmos, tanto helicópterozinho pequenino a combater chamas, tanto SIRESP, tanto dinheiro a escorrer para tanto lado e NADA, continua-se a NADA SE FAZER?
"Ah, na AR estão a resolver agora, finalmente, o problema".
DESGRAÇADO PAÍS, desgraçados de NÓS.
Eu sei que, infelizmente, entre muitas outras coisas faltam cabras para ajudar na limpeza de pastos.
Mas cheira-me que há é ****ões a mais.
Como dizia o outro - Portugal é um País demasiado pequeno para se roubar tanto.
António Cabral (AC)
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quarta-feira, 7 de junho de 2017
(reedito este post, a actualidade cada vez mais o impõe)
No que se refere à actualidade basta, escutar os elogios de deputados do PS a Teresa de Morais e saber que o respectivo grupo parlamentar comandado por quem se sabe a vai chumbar; observar o que se passa sobre o indigitado para os serviços de informações; as audições sobre a CGD/ António Domingues; a EDP e a REN e as rendas excessivas; a fantochada sobre a candidatura (???) de Centeno ao Eurogrupo; as anunciadas greves, com os juízes à cabeça; o rosário é tão grande que vou parar.
URGENTE, DECÊNCIA PRECISA-SE!!!
PROCESSOS de DECÊNCIA
No que se refere à actualidade basta, escutar os elogios de deputados do PS a Teresa de Morais e saber que o respectivo grupo parlamentar comandado por quem se sabe a vai chumbar; observar o que se passa sobre o indigitado para os serviços de informações; as audições sobre a CGD/ António Domingues; a EDP e a REN e as rendas excessivas; a fantochada sobre a candidatura (???) de Centeno ao Eurogrupo; as anunciadas greves, com os juízes à cabeça; o rosário é tão grande que vou parar.
URGENTE, DECÊNCIA PRECISA-SE!!!
PROCESSOS de DECÊNCIA
A propósito do espírito inicial do 25 de Abril vem mesmo a talhe de foice recordar questões de decência.
Processos de decência, por cá, estão a contar-se pelos dedos, e não são precisos todos.
Regras?
Fáceis de definir, e enumerar.
Num processo de decência, a ÉTICA tem de comandar a POLÍTICA (na prática, parece que não tem sido bem assim....)
Quanto à POLÍTICA, ela deve comandar o DIREITO (claro que a política tem comandado o direito, mas por vezes entortando-o.......).
E no que ao DIREITO diz respeito, ele deve sempre comandar a ECONOMIA (como sempre tem sido.....não é....)
Quatro pilares que se interligam, e estão na base da sociedade: a ÉTICA, a POLÍTICA, o DIREITO e a ECONOMIA.
Como diria o outro, "é fazer as contas", ponderar, e não deve ser difícil perceber porque isto continua tão mal.
AC
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