AGORA QUE SE VAI FALAR DO OE
Agora que,
Agora que,
- foi entregue ao Presidente da AR a proposta governamental para o OE 2026,
- se está à porta da habitual distribuição de "bodo", com centenas e centenas de propostas de alteração do OE 2026 sempre aumentando despesa,
- se está à porta de, como habitualmente, mudar umas moscas sem que as questões de fundo pouco ou nada se alterem,
estive a recordar o fulgor da economia nacional, do nosso poder industrial, do nosso poder em exportações, e olhei um pouco para a questão que muitos aplaudem: o turismo.
Como sempre, respeito a opinião de outrem, mas a minha é de que um país que assenta muito da sua economia em turismo . . . . . de certeza que não irá longe.
Ainda por cima um turismo que, no Continente, é sobretudo um turismo baratucho, de massas, turismo da chinela.
O que fica em Portugal, de facto, deste turismo que esmaga sobretudo as cidades maiores como Lisboa, Porto, Coimbra, Aveiro, Braga?
Os protestos por exemplo, em Barcelona, não indiciam nada?
Que eu saiba Alberto João Jardim nunca autorizou na Madeira a construção de hotéis e outros tipos de alojamento abaixo de 4 estrelas.
Presumo que essa orientação se mantém.
O turismo . . . . como sempre, admito estar a ver mal as coisas mas, um país dependente em grande parte do turismo e como já disse acima, não me parece que a médio prazo vá muito longe.
Por simples e óbvia razão: é que é das coisas mais dependentes de conjunturas externas, que não controlamos.
O turismo é das coisas com menor valor acrescentado. Ou não?
Mas vejo muitos responsáveis (???) dos sucessivos governos e sucessivas oposições sempre muito contentinhos com o turismo.
Ah, e também me falam nos dinheiros da segurança social !!
Repito, posso estar a ver mal as coisas. Defeito meu, certamente!
AC
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