POR AÍ
AC
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domingo, 1 de setembro de 2019
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
EMPREGOS, HOTELARIA, comportamentos
e muitos etc....
Apesar de não poder dar asas a vários dos meus desejos no âmbito do lazer (€€ ??) ainda vou "voando" alguma coisa pelo Continente.
E, assim vou observando os ambientes em cada local.
> Observo as pessoas que entram e saem em pastelarias, cafés e restaurantes.
> Observo as pessoas que olham e sobretudo as que não olham nem param em frente ás estantes de livros (em Lisboa, Cascais, Porto, Castelo Branco, Setúbal) quanto mais comprar.
> Observo as pessoas que andam nas escadas rolantes, seja no El Corte Inglês em Lisboa ou no Norte, seja nas estações de Metro em Lisboa, e verifico o egoísmo de grande parte, que ficam ainda com mais ar de energúmeno/a quando, em vez de estar à direita, olham com ar parvo quando se lhes diz com voz vigorosa - com licença -
> Observo as pessoas nacionais e estrangeiras que cada vez mais, nas ruas da Baixa Lisboeta (por exemplo Rossio, ou R. do Crucifixo ou Garrett ou Nova do Almada), nas laterais da Av da Liberdade, na zona do Saldanha, na 5 de Outubro, na Av de Roma, para não citar mais, não respeitam as regras, quer dos sinais para peões nas passadeiras, quer andando na estrada que é para os carros, já para não citar os tolos das trotinetes que andam por exemplo no meio da rua do Ouro.
AUTORIDADES? ZERO.
Observo e penso nas sondagens recentes.
Está explicado.
Anestesiam-se com futebol nas TV, com telenovelas, com propaganda barata e demagógica a prometer tudo à borla na nossa vida, não compram nem lêem livros, compram as revistinhas com as Cristinas e outras e outros, sonham com férias em Cabo Verde ou nas Caraíbas mas, provavelmente, desconhecem muita coisa e muito lugar do Continente, dos Açores, da Madeira.
Depois, olhando aos empregados/ trabalhadores em hotéis, pastelarias, restaurantes, centros comerciais, Tuk-Tuk, táxis clássicos, transportes públicos, farmácias, interrogo-me sobre a propaganda de António Costa e seus muchachos a propósito do emprego e do desemprego. Sobre isto, uns quantos apregoam que subsistem os problemas da precariedade e do trabalho não declarado e clandestino. Mas ainda agora estão a anunciar a taxa de desemprego mais baixa desde há 15 anos.
E se detalhassem que tipos de emprego?
Apregoa-se também que falta mão-de-obra, por exemplo, no sector da hotelaria, e alguns falam em salários de miséria.
Quando estou hospedado em determinado lugar, de forma sensata não intrusiva e educada, tento ao longo dos dias estabelecer contacto com certos funcionários para ficar com um esboço de eventuais problemas do sector.
Informação insuficiente, parcelar, naturalmente, mas ficam-me muitas vezes pistas interessantes. E dão-me muito que pensar, quando recuo às loas de Centeno e Costa.
Nada me custa acreditar que alguns patrões na hotelaria, e não só, tenham comportamentos que se devem reprovar e combater.
Reprovar e combater.
Mas também penso, o que será de certos empreendimentos, de certas empresas, se tiverem que ficar entre Novembro e Março com todos os funcionários a contrato definitivo?.
AC
e muitos etc....
Apesar de não poder dar asas a vários dos meus desejos no âmbito do lazer (€€ ??) ainda vou "voando" alguma coisa pelo Continente.
E, assim vou observando os ambientes em cada local.
> Observo as pessoas que entram e saem em pastelarias, cafés e restaurantes.
> Observo as pessoas que olham e sobretudo as que não olham nem param em frente ás estantes de livros (em Lisboa, Cascais, Porto, Castelo Branco, Setúbal) quanto mais comprar.
> Observo as pessoas que andam nas escadas rolantes, seja no El Corte Inglês em Lisboa ou no Norte, seja nas estações de Metro em Lisboa, e verifico o egoísmo de grande parte, que ficam ainda com mais ar de energúmeno/a quando, em vez de estar à direita, olham com ar parvo quando se lhes diz com voz vigorosa - com licença -
> Observo as pessoas nacionais e estrangeiras que cada vez mais, nas ruas da Baixa Lisboeta (por exemplo Rossio, ou R. do Crucifixo ou Garrett ou Nova do Almada), nas laterais da Av da Liberdade, na zona do Saldanha, na 5 de Outubro, na Av de Roma, para não citar mais, não respeitam as regras, quer dos sinais para peões nas passadeiras, quer andando na estrada que é para os carros, já para não citar os tolos das trotinetes que andam por exemplo no meio da rua do Ouro.
AUTORIDADES? ZERO.
Observo e penso nas sondagens recentes.
Está explicado.
Anestesiam-se com futebol nas TV, com telenovelas, com propaganda barata e demagógica a prometer tudo à borla na nossa vida, não compram nem lêem livros, compram as revistinhas com as Cristinas e outras e outros, sonham com férias em Cabo Verde ou nas Caraíbas mas, provavelmente, desconhecem muita coisa e muito lugar do Continente, dos Açores, da Madeira.
Depois, olhando aos empregados/ trabalhadores em hotéis, pastelarias, restaurantes, centros comerciais, Tuk-Tuk, táxis clássicos, transportes públicos, farmácias, interrogo-me sobre a propaganda de António Costa e seus muchachos a propósito do emprego e do desemprego. Sobre isto, uns quantos apregoam que subsistem os problemas da precariedade e do trabalho não declarado e clandestino. Mas ainda agora estão a anunciar a taxa de desemprego mais baixa desde há 15 anos.
E se detalhassem que tipos de emprego?
Apregoa-se também que falta mão-de-obra, por exemplo, no sector da hotelaria, e alguns falam em salários de miséria.
Quando estou hospedado em determinado lugar, de forma sensata não intrusiva e educada, tento ao longo dos dias estabelecer contacto com certos funcionários para ficar com um esboço de eventuais problemas do sector.
Informação insuficiente, parcelar, naturalmente, mas ficam-me muitas vezes pistas interessantes. E dão-me muito que pensar, quando recuo às loas de Centeno e Costa.
Nada me custa acreditar que alguns patrões na hotelaria, e não só, tenham comportamentos que se devem reprovar e combater.
Reprovar e combater.
Mas também penso, o que será de certos empreendimentos, de certas empresas, se tiverem que ficar entre Novembro e Março com todos os funcionários a contrato definitivo?.
AC
quarta-feira, 31 de julho de 2019
domingo, 7 de julho de 2019
TOURADAS
Aqui em Portugal, quase todos os dias temos "touradas".
Não daquelas com os "boizinhos", mas das encenadas e executadas pela gentalha que se entretém a paulatinamente destruir o País.
Mas vem isto a propósito não das contínuas cenas de descarada ausência de vergonha na cara de vários actores e actrizes políticas, mas da tourada genuína, com bichos de cornos pontiagudos.
Ao vasculhar livros muito antigos, na casa dos meus pais, encontrei um livro para turistas, sobre o nosso País, na parte Continental.
Reproduzo três páginas onde se podem ler alguns traços remontando às origens da "coisa".
Aqui em Portugal, quase todos os dias temos "touradas".
Não daquelas com os "boizinhos", mas das encenadas e executadas pela gentalha que se entretém a paulatinamente destruir o País.
Mas vem isto a propósito não das contínuas cenas de descarada ausência de vergonha na cara de vários actores e actrizes políticas, mas da tourada genuína, com bichos de cornos pontiagudos.
Ao vasculhar livros muito antigos, na casa dos meus pais, encontrei um livro para turistas, sobre o nosso País, na parte Continental.
Reproduzo três páginas onde se podem ler alguns traços remontando às origens da "coisa".
AC
sábado, 22 de junho de 2019
POR AÍ
A invasão.............
Estes andaram a "saltar" de bicicleta em bicicleta, trotinete em trotinete, olhando, aplicavam o Tlm, desistiam, foram a outras, e outras, iam sempre à minha frente enquanto eu, mais devagar, fotografando isto e aquilo e olhando montras, os segui desde meio da Av da Liberdade até ao Marquês. Curioso, depois foram embora e ela até partiu a havaiana, seguiu com uma no pé e outra na mão. Grande turismo.....a puxar a economia........
AC
A invasão.............
Estes andaram a "saltar" de bicicleta em bicicleta, trotinete em trotinete, olhando, aplicavam o Tlm, desistiam, foram a outras, e outras, iam sempre à minha frente enquanto eu, mais devagar, fotografando isto e aquilo e olhando montras, os segui desde meio da Av da Liberdade até ao Marquês. Curioso, depois foram embora e ela até partiu a havaiana, seguiu com uma no pé e outra na mão. Grande turismo.....a puxar a economia........
AC
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
A LISBOA encantada do sr Medina
Dei-me ao trabalho, neste Domingo, de calcorrear algumas zonas da cidade de Lisboa. Sempre com a minha companheira Nikon na mão.
E passar por outras, devagar, mas de carro, porque mais vale prevenir que remediar. Zonas onde esses milhares de turistas tão adorados e idolatrados não vão!! PONTO!
E com a máquina fotográfica na mão recolhem-se boas coisas.
Por agora deixo apenas um escasso exemplo da desgraça humana que se encontra mesmo nas zonas nobres: no caso, na rua do Carmo, mas outras vi. São várias, infelizmente.
A cidade das trotinetes eléctricas, da mobilidade eléctrica, do sr Medina e do barbudo ministro; o país que parece preparar-se para dar centos de euros para ajuda nas compras de veículos eléctricos, mas não se consegue acabar com esta desgraça humana!
E fica tudo esclarecido.
Depois, quando se observa atentamente a fauna que deambula por alguns sítios fica-me a sensação de que, se antes não se estava bem, agora não está nada melhor.
Naturalmente que todos têm direito à vida mas, também tenho direito à opinião, encontrar por todo o lado os "esborrachadores" destes silicones em que, como ia acontecendo, o braço vai ao alto para atirar a coisa contra o caixote, no exacto momento em que se vai a passar perto por força do magote na rua, fica-se sempre a poucos centímetros de se ser atingido inadvertidamente.
Mas a Lisboa das trotinetes, a Lisboa do sr Medina, no que respeita a trotinetes tem muito a fazer, como parece pelo crescente avolumar de questões, pertinentes.
Uma delas, a questão da arrumação, do parqueamento.
Até porque existem imensos energúmenos que, entre outras coisas, fazem o que se vê; Parque das Nações, atirada para a água.
Enfim.
Quando às zonas onde não convém andar a pé e menos ainda de máquina fotográfica, sítios onde pouco vai a PSP e GNR, fica para outra altura.
AC
Dei-me ao trabalho, neste Domingo, de calcorrear algumas zonas da cidade de Lisboa. Sempre com a minha companheira Nikon na mão.
E passar por outras, devagar, mas de carro, porque mais vale prevenir que remediar. Zonas onde esses milhares de turistas tão adorados e idolatrados não vão!! PONTO!
E com a máquina fotográfica na mão recolhem-se boas coisas.
Por agora deixo apenas um escasso exemplo da desgraça humana que se encontra mesmo nas zonas nobres: no caso, na rua do Carmo, mas outras vi. São várias, infelizmente.
A cidade das trotinetes eléctricas, da mobilidade eléctrica, do sr Medina e do barbudo ministro; o país que parece preparar-se para dar centos de euros para ajuda nas compras de veículos eléctricos, mas não se consegue acabar com esta desgraça humana!
E fica tudo esclarecido.
Depois, quando se observa atentamente a fauna que deambula por alguns sítios fica-me a sensação de que, se antes não se estava bem, agora não está nada melhor.
Naturalmente que todos têm direito à vida mas, também tenho direito à opinião, encontrar por todo o lado os "esborrachadores" destes silicones em que, como ia acontecendo, o braço vai ao alto para atirar a coisa contra o caixote, no exacto momento em que se vai a passar perto por força do magote na rua, fica-se sempre a poucos centímetros de se ser atingido inadvertidamente.
Mas a Lisboa das trotinetes, a Lisboa do sr Medina, no que respeita a trotinetes tem muito a fazer, como parece pelo crescente avolumar de questões, pertinentes.
Uma delas, a questão da arrumação, do parqueamento.
Até porque existem imensos energúmenos que, entre outras coisas, fazem o que se vê; Parque das Nações, atirada para a água.
Enfim.
Quando às zonas onde não convém andar a pé e menos ainda de máquina fotográfica, sítios onde pouco vai a PSP e GNR, fica para outra altura.
AC
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
terça-feira, 31 de julho de 2018
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