Há conversa fiada, há conversa da treta, e há realidades.
Conversa da treta/ fiada sobre a Ucrânia, sobre o estado social, sobre a guerra, sobre a paz, sobre Ormuz e Bar-El-Mandeb, sobre género, sobre clima, sobre economia, etc.
Há realidades por exemplo em relação à vida económica, à vida das pessoas.
E neste domínio há duas classes:
- os que são pagantes líquidos de impostos, e que são sobretudo trabalhadores e empresários do sector privado,
- e os receptores líquidos de impostos que são, nomeadamente, a classe política, o funcionalismo público, os servidores do Estado, os pensionistas e os reformados como eu.
Sobre impostos concretamente, temos constante conversa fiada/ da treta, com promessas, inexequíveis umas quantas, e sobretudo outras sempre na base - eu já tinha proposto!
Sobre defesa e forças armadas, que não são sinónimos, temos 50 anos de conversa fiada/ da treta entremeada com inanidades e vacuidades como "os melhores dos melhores".
Sobre habitação temos conversa fiada/ da treta há décadas, e tivemos como cerejas no topo dos bolos as promessas do desprezível habilidoso.
É sempre só conversa fiada e da treta, diga Montenegro o que disser, digam o que disserem Carneiro, os vários Tavares, Ventura, os Pintos, Brilhante, o cretino trauliteiro, o Santos, o Carlos, os Costas, as várias Leitão, os diferentes Soares, etc.
Triste sina a dos milhões de cidadãos comuns como eu, não passamos disto !
AC
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