Não tenho simpatia nenhuma por António José Seguro nem pela sua família política, menos ainda pela instituição que representa. Mas acho muito bem, e aqui deixo o meu aplauso, a sua contenção e silêncio. O Chefe de Estado deve afirmar-se como reserva do seu povo (todo), e evitar até ao limite a intromissão na disputa política e jogo mediático, por mais acesa e inebriante que seja. Àqueles que reclamam a intervenção de Seguro na actual crise, aconselho que recorram ao colo do vosso pai para chorar as injustiças da vida democrática. Já somos todos crescidinhos ou não? (João Távora)
Concordo genericamente com esta afirmação.
Há só um problema, é que muitos dos que andam por aí não são crescidinhos (opinião pessoal, naturalmente)
AC
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