É sempre interessante ver serem dados à estampa livros em que certos personagens nos dizem quão importante e muito bom para a sociedade foram as suas prestações pessoais e nomeadamente no exercício de
cargos públicos incluindo cargos como titulares de órgãos de soberania.
Um dos mais recentes casos e será certamente bem badalado é o de Mário Centeno, escrito por um sujeito bem ligado (se não estou enganado) ao partido socialista.
Mário Centeno, como sempre foi referido ao longo do tempo em alguns OCS, deu-se menos bem no Banco de Portugal quando o governador era também um Costa, e escreveu umas coisas muito do agrado de António Costa e, muito por isso, Costa teve-o como ministro das finanças, acabando depois por ir para governador do Banco de Portugal tendo pelo meio falhado ser PM. Uma injustiça!
Um servidor público, com coisas boas e outras menos boas, como acontece com todos nós.
Um servidor público, com coisas boas e outras menos boas, como acontece com todos nós.
Para alguns, claro, foram só coisas boas, nem houve cativações brutais, nem as consequências bem funestas para os serviços públicos que os socialistas imputam só a Montenegro e muchachas, e etc!
Bom dia, tenham uma boa 5ª Feira
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.
AC
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