Mostrar mensagens com a etiqueta a triste realidade da sociedade portuguesa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta a triste realidade da sociedade portuguesa. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

REPETINDO-ME

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

QUE  QUEREM,  CHATEIA-ME

O quê? Várias coisas.

Por exemplo uma que, sendo insignificante perante os problemas difíceis da vida, é para mim muito irritante e já tive episódios caricatos à conta desta insignificância.

Refiro-me à forma como se me dirigem. A mim e a outros.

Mas começo pela forma como me dirijo aos outros concidadãos.

E começo por exemplos de hoje, enquanto fui tratar de coisas várias enquanto a minha cara-metade tentava descansar um pouco do tormento agora surgido.

Na pastelaria, ainda nem 0900 horas eram - Bom dia, arranja-me um café cheio, por favor. Bebi, paguei - obrigado, tenha um bom dia.

Na papelaria - Bom dia Zé, pode por favor ver estes Euromilhões atrasados e depois dê-me duas apostas da máquina se fizer favor, separadas. Recebi, paguei, perguntei por uma revista, paguei - obrigado, então passo cá depois, até logo.

Na farmácia - Bom dia, preciso de uma caixa de ****. Recebi, dei o NIF, paguei - obrigado, tenha um bom dia.

Volto agora à tal irritante insignificância.

Decidiram os meus pais eu ficar com dois nomes - A*****o A*****o - e dois apelidos, o primeiro pelo lado da mãe - Rodrigues - o outro pelo do pai - Cabral.

Mas desde há bastante tempo que em vez de me chamarem sr António Cabral como acontecia antigamente ou apenas o correcto António Cabral logo que digo que é esse o meu nome ou mostro o meu documento de identificação saltam logo, seja homem ou mulher, novos ou menos novos - sr António - o que deseja, ou em que lhe posso ser útil, ou o que vai tomar, ou então hoje - não quer levar uma couves que estão fresquíssimas?

Mas ainda o mais irritante é que por diversas vezes quando me atiram com - sr António - e eu riposto - António Cabral - ficam a olhar para mim. Enfim.

Mas delicioso foi já me terem perguntado - mas não posso tratá-lo por sr António? E eu respondi - Só António não deve, pois por exemplo eu podia já ser seu avô, vejo que está habituada a usar - sr António - mas o meu nome é António Cabral.

Não há dúvida, os apelidos das pessoas quase desapareceram. Não interessa escolaridade, idade, etc.

A minha opinião, discutível certamente, é que a boçalidade e tontice alastram, aumentam.

Será que isto advém do antigamente, onde se tratavam com excessiva e para mim despropositada deferência os mais letrados, e o resto da malta era o João ou o Silva?

E a propósito lembrei-me agora de outra parvoíce que por aí vou ouvindo cada vez mais. 

Outro dia, após pagar o pequeno almoço que circunstancialmente fomos tomar bem cedo numa pastelaria, ao começar a virar as costas para ir para a saída ouvi atrás de mim - continuação!
Parei, e perguntei à empregada - desculpe, disse continuação? Mas, continuação de quê? Ficou paralisada, muda, atónita a olhar para mim.
Como nada saía da boca dela - Bom dia - e saí porta fora.

É como estamos, num crescendo de imbecilidade, de politicamente correcto, de policiamento de mentes. Tontos e imbecis que julgam que andámos todos ao mesmo tempo na escola e que somos todos iguais.

Não somos todos iguais, irra.
Nascemos da mesma maneira, pelo mesmo local, onde aliás fomos "depositados", somos todos da mesma massa, mas não somos todos oriundos da mesma fôrma.

Onde temos de ser iguais, TODOS, é perante a lei, e temos de ter na sociedade políticas que garantam igualdade na formação e igualdade de acesso a  oportunidades. 
Mas não somos todos iguais. 
Nem no cabelo, irra.

A CRP explica bem o que há a fazer e a respeitar.

Bom dia e bom início de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.
AC

sábado, 29 de agosto de 2026

Ao  LONGO  da  VIDA
Ao longo das décadas da minha vida tomei algumas decisões que se mostraram erradas.
Foram poucas felizmente.

Algumas vezes enganei-me.
Também não foram muitas.

Algumas vezes errei mesmo.
Quando disso me apercebi corrigi, emendei, reconheci o erro e dei a mão à palmatória. 
Tenho seguido sempre o extraordinário exemplo de Bento de Jesus Caraça, eminente cidadão professor e político.

Ao longo das décadas de vida que já levo vejo vários (e não foi só Ccavaco Silva mas as esquerdas sobretudo criaram o mito de só ter sido ele, de ser só ele) que nunca têm dúvidas e nunca se enganam.

No presente continuo com várias dúvidas, sobre a vertente interna e sobre a vertente externa.

Mas há uma certeza que tenho desde há bastante tempo.

Continua impossível com esta gentalha e jornalixo incluído, ter um debate claro, isento, sobre o rumo de Portugal, sejam a segurança social e as pensões, o apoio na saúde, o apoio aos idosos e aos fragilizados, que forças armadas o país deve ter, o sistema de justiça, as inaceitáveis desigualdades sociais, os incêndios, a ética na política, o desprezo por grande parte do país, a imigração, o ensino, a economia, a industria, o turismo, a cultura, o (des) ordenamento territorial, etc.

Bom dia, tenham um bom Sábado
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte, felicidades, boas férias

AC

domingo, 23 de agosto de 2026

DELICIOSO
Delicioso (opinião pessoal naturalmente) texto (parte dele) lido no blogue "DO" que com a devida vénia transcrevo.

António Cabral (AC)

"Na semana passada foi aqui que vi o eclipse solar. Num local que por vezes frequento, aprazível e ainda não devastado pela turistificação lisboeta – é um verdadeiro couto de “irredutíveis lusitanos” mas nada xenófobos. Tem a incomensurável vantagem de manter o nome na nossa língua – é perto, por exemplo, de um famoso Champalimaud Centre for the Unknown (as pessoas têm tanto medo do cancro que aceitam esta vilania afixada), isto para não recorrer a mais dados da disseminada toponímia “globalizada” que polui as cercanias do Tejo lisboeta.

Tem ainda o chamariz de apresentar um cardápio português, mesmo se nada fundamentalista, pois polvilhado com os víveres da “comida do mundo” – como é obrigatório na gastronomia de um povo que sempre se lambuza com o longínquo bacalhau enquanto carrega a honra de ter inventado o sarapatel e de o ter exportado quando galgou os mares em busca de condimentos. Pode-se (pude) petiscar uma meia-desfeita do tal bacalhau com grão (a qual por vezes leva outro nome mais popular). E de explicar a um jovem britânico, que há alguns anos fez por assomar na minha família nisso sendo bem-vindo, o que é um “arroz malandrinho” sem estar preocupado com a epidemia do imperialista e insuportável risoto.

Tudo isto na vizinhança do Padrão – esse que alguns alienados “intelectuais” querem eliminar por ser dedicado aos Descobrimentos e advir do “Estado Novo”. E também do Mosteiro – esse que alguns alienados “intelectuais” se esquecem de querer eliminar, apesar de ser dedicado aos Descobrimentos, àquela viagem de Gama, e de grande parte daquilo ser um muito tardio acrescento, um pastiche digno da “patrimonialização” do tal “Estado Novo”. E ainda da Torre, que também não abjuram mesmo tendo ela sido um enorme e longo investimento para defesa náutica, apesar de agora bramirem contra despesas desse tipo.

Enfim, detalhes desses à parte – que sempre me ocorrem quando por lá ando – ali decorreu o fim de tarde, naquele tão excêntrico, pois, interrupto ocaso (que os grunhos, até políticos empossados, agora chamam sunset).
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  (JPT)

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

ABSOLUTAMENTE  DE  ACORDO
. . . . . .
Quem quiser combater a riqueza injusta em Portugal tem um alvo enorme e legítimo à sua frente, e não precisa de tocar num único empresário que exporta. 

Está nas licenças, nos monopólios legais, nas profissões fechadas, nas empresas públicas que perdem dinheiro há décadas, nos privilégios fiscais setoriais, nas rendas de posição que a lei cria e defende. 

Curiosamente, é o alvo em que quase nunca se toca - e não é por acaso, porque essas rendas têm dono conhecido e organizado, e o industrial anónimo não tem quem o defenda.» (Pedro Santa Clara)

Não estamos como estamos por acaso.
Alguém que lhes explique.

Bom dia, tenham uma boa 5º Feira
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades, boas férias.

AC

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

OLHO  e. . . . . vou  observando . . . 

. . . alguns a passarem pela espuma do tempo, conseguindo tocar em míseras migalhas dos processos, mas suficientes para ficarem inchados . . . . uns de prosápia, . . . . outros de vento . . . .

AC

sábado, 8 de agosto de 2026

FRANCÊS

O Francês remete-me para muitas coisas. 

Recorda-me De Gaulle, a  Legião Francesa, a queda da França em Dien Bien Phu, Argélia, e como dizia o velho general durante anos Presidente de França - La Grandeur de la France.

Ah, e Maio 1968.

La Grandeur de la France, por muito que o esbofeteado Macron diga esbraceje e tente fazer já foi. 

Naturalmente que continua com ogivas nucleares, submarinos (La Force de Frape) transportadores das ditas, etc mas . . . 

Mas recorda-me sobretudo os meus já longínquos anos de Liceu, onde nessa altura e nos então 7 anos depois dos 4 de primária, tínhamos mais anos de Francês que de Inglês.

E se algum estudo e a carreira me tornaram um muito razoável falante de inglês continuo ainda hoje a ter jeito para o Francês.

De vez em quando, além de periodicamente conversar com um casal Francês amigo, leio algumas coisas, leio revistas e livros em Francês.

Um livrinho muito antigo fez-me recordar a destroçada vertente interna, o meu Portugal, o regime em que felizmente vivo - "Au pays du mensonge" 

Porque de facto, infelizmente, mente-se muito, aldraba-se muito, esconde-se muito, rouba-se muito, estão sempre com narrativas e telenovelas rocambolescas que nem de categoria mexicana são.

Quando, ao contrário, deviam servir a sociedade e não, como fazem muitos, servirem-se dos cargos para que foram eleitos.

E desta forma se continua com a politiquice do pindérico chinelo de praia comprado no chinês em vez de políticas gerais, políticas para  traçar rumos, decidir visão de médio/ longo prazo que transportasse o país para uma situação de maior progresso, e para se esbaterem as inaceitáveis desigualdades sociais, e para haver justiça para todos e não apenas para os das discretas, os compadres, os do nepotismo, os sempre nas sombras.

"Mensonge". . . . "Mensonge" . . . . . "Mensonge". . . . . 

AC

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

COITADO
Coitado, este, aqui em cima, parece que gostava de se parecer com 

este 
 


ou  com  este


diz ele até que está quase tão bonito e fulgurante como este


quando,  na  realidade,  coitado,  está  quase  como  este

Se pensam que estou a fazer alguma comparação . . . . . 

Bom dia, boa 5ª Feira.
Por aqui tempo instável, melhor que noutros locais do rectângulo.
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades e boas férias.

António Cabral (AC)

terça-feira, 4 de agosto de 2026

EXACTAMENTE

. . . . . . . . "lamento as putas intelectuais que proliferam na vida pública. Eu sempre li as putas e os patrões dessas putas, tentando não ficar tão provinciano como eles". . . . . 

(Jorge de Sena)

É o que me apetece citar depois de passar os olhos pelas gordas via NET e depois de um amigo me ter referido certas coisas.

Vou caminhar no areal, mais interessante do que confirmar que isto não tem emenda.

Bom dia, boa 3ª Feira.
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades e boas férias.

AC

quinta-feira, 30 de julho de 2026

P A L H A ÇA D A 

Um bom resumo (opinião pessoal naturalmente) da vertente interna.
Desde gabinetes que arquivam dinheiro em dossiers e livros por trás de estantes, a gabinetes cuidadosamente desarrumados, a desaparecimentos de "pens" e documentos apenas porque os levou pata casa, aos políticos, elites e jornalismo das emoções e não dos factos e verdade, etc., é só escolher

AC

sábado, 25 de julho de 2026

VADE  RETRO  SATANA,
NUNQUAM  SU  ADE  MIHI  VANA,
SUNT  MALA  QUAE  LIBAS,
IPSE  VENENA  A  BIBAS.*

De vez em quando lembro-me disto.
Porquê?

Sempre que ouço e vejo na TV (que muito pouco vejo) certas criaturas.
E então certas personagens . . . . 

Bom dia.
Tenham um bom Sábado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.  

António Cabral (AC)

(*) retira-te satanás, nunca me aconselhes coisas vãs; é mau o que tu me ofereces, bebe tu mesmo o teu veneno.

domingo, 19 de julho de 2026

POLÍTICA - Últimos 35 Anos - TUGOLÂNDIA

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem; registo, concordo, discordo, comento se me apetecer, respeito. 

Isto para dizer que continuo absolutamente convencido que de 1991 para cá a política nacional se tornou crescentemente miserável, rasca, deplorável. E uma grande maioria dos agentes na política nem de meia tigela são.

O estado a que chegámos não surge do acaso. Os últimos dez anos aí estão para exemplo eloquente. Os últimos meses são esclarecedores.
Alguns exemplos recentes:

1º A nova sede do Banco de Portugal (BdP)
O actual governador foi indicado por Montenegro. 
O anterior, Mário Centeno, foi indicado por António Costa.

Mário Centeno, dois meses antes do fim do seu mandato, assinou  documento para a construção da nova sede do BdP. Creio que é um facto concreto, real, indiscutível.

Não tenho competência para avaliar o assunto. Quer o que decidiu Centeno, quer o que parece ter sido agora renegociado por Santos Pereira.

O exorbitante (para mim, naturalmente) projectado custo da nova sede creio que não mereceu nenhuma reflexão, nenhuma preocupação, nenhuma dúvida quer da parte do inarrável Montenegro e do PSD quer do inarrável dirigente socialista Carneiro.

De acordo com o que vejo noticiado e se percebi bem, Carneiro pediu a documentação detalhada da nova solução para a futura sede do Banco de Portugal, pois tem dúvidas quanto à dimensão da poupança relativamente ao anterior projeto.
Olha se a alteração renegociada por Santos Pereira era ainda mais cara do negociado por Centeno. Safa!

Até a minha muito idosa vizinha na aldeia diria das boas de Carneiro! No mínimo diria - atai-lhes um arado.

2º A ministra da saúde.
A actual ministra foi em tempos nomeada pelo governo Costa para directora do Hospital de Santa Maria.
A actual ministra foi escolhida para o cargo por Montenegro.
Para os problemas do SNS contam também a quase certa inépcia desta ministra, porventura alguma incompetência. E Montenegro?

Mas os problemas do SNS não são de agora, e muitos gostam de se esquecer que durante 8 anos e semanas, o sr Costa e os seus sequazes não reformularam as carreiras médicas, nem as dos enfermeiros, nem trataram da substituição de muitos equipamentos hospitalares etc.
Veja-se por exemplo o caso do IPO do Porto, um caso entre imensos.

A demagogia, o folclore, a vigarice governamental desse tempo, com cativações brutais sempre disfarçadas mas reais, tinham que ter consequência.

Some-se a trágica gestão e administração deste governo, some-se a pouca vergonha que grassa no seio designadamente dos médicos e o resultado está à vista.

Até a minha muito idosa vizinha na aldeia diria das boas! No mínimo diria - atai-lhes um arado.

3º O Ex Chefão da PJ, actual MAI
O actual MAI, é escolha de Montenegro, que eu saiba. Ou as escolhas  de ministros e secretários de Estado, quer neste governo quer nos anteriores, são parcialmente controladas por aquelas discretas associações que vegetam por baixo das mesas e nos corredores, e que dão cabo de Portugal há décadas?

O actual MAI foi escolhido pelo governo do sr Costa para director da PJ. Creio que esteve no cargo pelo menos 5 anos.

Agora andam atrás de Luís Neves por causa 
sobretudo de obras nos seus domínios alentejanos; se percebi bem, porque pode haver desconfianças quanto ao relacionamento com o construtor que lhe fez as obras, pois esse senhor teve muitos concursos ganhos para obras na PJ. Há algo esquisito.

Não tenho competência para esmiuçar isto e menos ainda pachorra.
O que sei, e do que me apercebi superficialmente, parece haver algum fumo mas, curiosamente, até agora, Carneiro não quis entrar na telenovela. Terá recebido ordens de Bruxelas como diz um bom amigo? 
Bem, começou a abrir a boca ligeiramente na 6ª Feira passada, mas com grande sentido de Estado, sim porque ele sabe o que deve ser um MAI!

Até a minha muito idosa vizinha na aldeia diria das boas! No mínimo diria - atai-lhes um arado.

4º A Presidente da CM de Almada
Há vários dias que no concelho de Almada falta água. Não são pequenas falhas no abastecimento às populações do concelho, das freguesias. É coisa grave.

Carneiro veio logo a correr defender a sua dama. veremos o que vai suceder, mas é capaz de a coisa não ficar bem para o PS.

Falam muito, mas a sra presidente da CM de Almada e que eu tenha reparado não veio a público dizer por exemplo isto.
- nos anos X, Y, W, V, Z antes de mim, foram substituídos os encanamentos da rede de distribuição de água das freguesias a, b, c.
- no meu primeiro mandato, já foram substituídos encanamentos nas freguesias d, e.
etc.
Ou seja, coisas concretas! Não, só paleio incoerente e superficial.

Políticos reles?
Não, em todos os ex - titulares de órgãos de soberania e nos actuais houve/ há obviamente muitas pessoas decentes, dignas, que procuraram/ procuram servir a sociedade pois para isso foram eleitos.

MAS . . . . . . nada acontece por acaso . . . . 

Bom dia, bom Domingo.
Saúde, Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Mas isto é trágico de mais para podermos rir
A pouca vergonha jorra por todos os lados.

Podemos . . . . podemos pensar começando mais atrás, em muitos casos, desde 1991 é um fartar vilanagem
Mas comecemos por um que tem poucos anos.

Podemos pensar no inarrável e Socretino Galamba.
Podemos pensar no despudor da solicitação do SIS e na estranha actuação deste, ou na toda poderosa Eugénia. 
Podemos pensar no tal computador distribuído a um tal Pinheiro, o tal equipamento do Estado com informação altamente classificada.
E podemos fazer um esforço para recordar como acabou essa telenovela. 

Podemos pensar num tal Gabinete Nacional de Segurança, coisa dependente do Primeiro-Ministro que obviamente delegou como fizeram todos os seus antecessores.
Podemos pensar na proteção, no controlo e na salvaguarda da informação classificada no nosso país.

Podemos pensar que, FORMALMENTE, todas estas instituições e muitas mais da pesadíssima máquina do Estado como aliás todos os serviços e forças de segurança estão todos exclusivamente ao serviço do povo português. 
Porque rigorosamente apartidárias, porque todas garantem a segurança interna. 

Claro que se recolhem, processam e difundem informações no quadro da Segurança Interna, quer nos domínios da sabotagem, do terrorismo,  da espionagem (económica, tecnológica e científica), dos movimentos que promovem violência (inspiração xenófoba, religiosa, política)  criminalidade organizada (transnacional, proliferação de armas, branqueamento de capitais, tráfico de droga, tráfico de pessoas, redes de imigração ilegal).

Muita atenção portanto a tudo e demais actos que, pela sua natureza, possam alterar ou mesmo destruir o Estado de direito democrático em que, FELIZMENTE vivemos/ vivo.

Bom, mas espera lá, o que é que isto e muito mais interessa ?

Interessa é o futebol internacional e as peripécias do nacional, os incêndios, aquelas coisas em que se especializou um tabloide conhecido, a pimbalhada a toda a hora nas TV, a falta de água aqui e ali, as mordomias e os favores a este e aquele, etc.

Pois . . . . . . . . boa noite.

AC

 ESTE  BONECO  ESTÁ  MAL


Os governos, TODOS, com escassas variações, não têm estado apenas como se vê no boneco.

Para retratar com rigor a realidade de há décadas, o boneco "governo" devia ter um dos braços esticados e a mão a entrar no bolso direito do boneco central "cidadãos".

Essa é a triste realidade da sociedade portuguesa, agravando-se crescentemente desde 1991.

AC

domingo, 12 de julho de 2026

ELITES
Em todas as sociedades existem elites. 
Elites, o que se costuma designar por - o que há de melhor numa sociedade - ou - membros da sociedade que detém poder e influência.
Na comunicação social indígena muitas loas se evocam constantemente sobre várias das nossas elites. 

Ele é fotografias, entrevistas, fóruns, encontros, conferências, recepções, condecorações, jantares em casa de, entregar e receber prémios, ou assistir à entrega de prémios, etc. 

Algumas elites quase não tem tempo para se coçar. Mesmo jubilados não param as conferências, as confraternizações, as entrevistas concedidas, as apresentações, as deslocações. Uma lufa lufa quase não têm tempo para escrever nas suas redes sociais tal o turbo-conferencismo, o turbo administradorismo pro bono, o apoio ao seu partido (mas sem ter cartão de militante).

E jornalistas, que vão jantar a casa deles, que jogam golfe com eles, que passam férias com eles, pertencem também ás elites?
Jornalistas que colocam inverdades nos jornais porque, CONFESSAM, acreditaram na informação de fonte de governo, pertencem ás elites? 

Pelo que se vai vendo (desde 1700? 1900? 2000?) será de facto o que de melhor temos por cá?

No meu entendimento, e de leituras retroactivas que vou fazendo à nossa história, incluindo algumas obras estrangeiras, a sensação que me fica é de que, basicamente, as elites sempre trataram de se governar. 

Mas, tal como no direito, haverá muita gente que discordará disto. A doutrina diverge. Respeito.
Anoto apenas o estado miserável do País, agora, antes, e muito antes.

É ver, só por exemplo, a história das bancarrotas, as dívidas, incluindo a "mansa" e os pedidos de empréstimo nos séculos XVIII, e XIX.

Será por isto, que periodicamente em certos OCS aparecem classificações acerca de "poderosos"? PODEROSOS? Salvo melhor opinião raia o obsceno.

Olhando por exemplo aos poderes havidos e casos e polémicas desde 1945, o que encontramos como nomes sonantes, sem discriminar seja o que ou quem for, sem qualquer especial intenção, e sem ordem alfabética ou cronológica, e sem imputação de ideologia?

Apenas alguns exemplos de uma lista sem fim (hoje só civis; militares também dão uma linda lista, começando por Ribeiros e indo lá muito atrás):
> Oliveira Salazar, Duarte Pacheco, Américo Thomaz, António Costa, Quintanilha Mendonça Dias, Vitor Constâncio, Cupertino de Miranda, António Ferro, Narciso de Miranda, Adriano Moreira, Franco Nogueira, Diogo Freitas do Amaral, António de Spínola, Jorge Sampaio, Marçal Grilo, Norton de Matos, Zeinal Bava, Ângelo Correia, Ricardo Espírito Santo, Pinto Monteiro, Alberto João Jardim, António Champalimaud, Duarte Lima, Correia de Oliveira, Vasco Gonçalves, José Manuel de Melo, Silva Pereira, António Arnaut (o pai do SNS e o advogado), Paulo Portas, Costa Gomes, Valentim Loureiro, Francisco Louçã, Manuel Alegre, José Sócrates, Ilídio Pinho, Mário Soares, Durão Barroso, António Guterres, Cavaco Silva, Mesquita Machado, Eurico de Melo, Vitor Alves, Marcelo Rebelo de Sousa, Melo Antunes, Proença de Carvalho, Sá Carneiro, Adelino Amaro da Costa, Pinto Balsemão, Jorge Coelho, Inês Medeiros, Miguel Horta e Costa, Pedro Mexia, Adelino Palma Carlos, Sanches Osório, Vasco Vieira de Almeida, Rui Vilar, Valente de Oliveira, Vitor Crespo, Miguel Cadilhe, Almeida Santos, Salgado Zenha, Álvaro Cunhal, Oliveira e Costa, João Cravinho, Pereira de Moura, António Costa (governador BdP), Diogo Lacerda Machado, António Sousa,......um rosário extenso.

Segundo vi uma vez, do ex-PR salvo erro - "O povo sempre a lutar por Portugal mesmo que algumas elites, ou melhor, as que como tal se julgavam, nos falhara. Em troca de prebendas vantajosas, de título pomposos, altas contemplações deslumbradas, ou simplesmente tiveram medo de ver a realidade e decidir com visão e sem preconceitos".

As elites são, por norma e formalmente, o motor do mundo.
Pelo que a Portugal respeita e na minha opinião naturalmente, desde 1700 sempre a piorarmos.

Andamos no mundo dos acessíveis, dos fazedores, dos consultores estratégicos, dos convívios em jantares, festas, viagens à conta de alguém, de comissões por serviços, de cumplicidades. Com e sem contratos. E depois temos vários concidadãos que daqui se piraram e piram e lá fora se notabilizam.

Quem quiser que se dê ao trabalho de ver por onde passaram alguns senhores e senhoras e aonde chegaram hoje. 
A maioria terá começado nas jotas, por assessor ou chefe de gabinete. 
Releiam o postal - E é isto a Tugolândia.

Conheço um caso em que foi para secretário de um senhor amigo do papá, creio que ainda não tinha 19 anos. 
Entre outras coisas, deu em comentador! 
Elites!!!!!!!!!!!!!

Bom dia e bom Domingo.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

António Cabral (AC)

quinta-feira, 9 de julho de 2026

"As nuvens são como os chefes. quando desaparecem fica um dia lindo".

"97% da população não acredita nos políticos, e os outros 3% são os políticos."

Lembrei-me disto!

AC
PERFIL . . . 
Pois, . . . . o perfil . . . . 

AC

terça-feira, 30 de junho de 2026

SÓ  PARA  RECORDAR . . . . 
Que a par de muitas coisas boas algumas houve lamentáveis.
E isto não é nenhum ataque.

Vivo e sinto-me muito bem neste regime de direito democrático.

Mas lamento muito as crescentes desigualdades sociais, e ver muitos a servirem-se dos cargos, em vez de servirem a sociedade, pois para isso foram/ são eleitos.

AC

sábado, 27 de junho de 2026

COMO  ESTAMOS  em  PORTUGAL ?

Bem, não é verdade ?

Bem, para alguns, mas para uns milhões (pelas minhas contas, no mínimo 6, em que 2 andarão pela miséria mais degradante) a vida está  . . . . . . . bem . . . . . . . . não certamente como dizem os políticos.

Pela vontade de uns quantos ex e actuais titulares de orgãos de soberania continuaremos, se possível, a tentar acabar com os ricos em vez de se tentar acabar com os milhões de pobres.

Bom dia, tenham um bom Sábado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte, felicidades

AC

Um amigo enviou-me este artigo de opinião
Publico como recebi.
Ilustra um dos grandes milagres de António Costa!
AC

Pior do que a Roménia 
26 de junho de 2026
CM, Armando Esteves Pereira

Os números das estatísticas são fracos, quando torturados chegam a dizer aquilo que queremos. 
Mas há limites para as narrativas e mais tarde ou mais cedo há outros dados que desmontam histórias fantásticas, como o alegado milagre económico português. 

Os dados da população revelados esta semana confirmaram o grande fluxo migratório, particularmente entre 2020 e 2024. 
O aumento dos imigrantes faz subir a população para mais de 11,4 milhões, dos quais 1,6 milhões são residentes com nacionalidade estrangeira.

Logo, os dados do PIB per capita baixam em proporção, porque já não divide o bolo do PIB por uma população ligeiramente superior a 10 milhões, mas sobre 11,4 milhões. 
E como os trabalhos da esmagadora maioria dos migrantes são de baixo valor acrescentado, gente que sobrevive num patamar salarial perto do salário mínimo, particularmente nos trabalhos agrícolas e no turismo, os 81,3% de PIB per capita da média europeia que Portugal registava deve baixar para cerca de 77%, os valores que tinha em 2019.

 E no conjunto da riqueza por cidadão na Europa, Portugal deve cair para o 22º lugar, ultrapassado por Estónia, Croácia e Roménia. Meu Deus! 
Até a Roménia que ainda há 35 anos era um exemplo de extrema pobreza. Isto é pior do que qualquer derrota da Seleção no mundial, mas se fosse futebol já haveria escândalo com estes resultados.