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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

"AQUELES  QUE  NÃO  APRENDEM  COM  A  HISTÓRIA,  ESTÃO  CONDENADOS  A  REPETI-LA" 

AC

MANIFESTEM-SE

Manifestem-se, têm toda a razão.

Depois de maravilhosos oito anos e semanas, em que os problemas de habitação FORAM  TODOS  RESOLVIDOS, 

em que as carreiras e os salários dos médicos dos enfermeiros e dos assistentes operacionais foram todas revistas e actualizadas, 

em que nos hospitais e nas muitas outras unidades de saúde foram substituídos todos os equipamentos de disso necessitavam, 

em que foram construídas muitas mais creches, 

em que o problema dos alojamentos locais foi eficazmente ponderado e controlado e regulamentado pelo PS e PSD de mãos dadas, 

em que no ensino foram antecipadamente planeadas as substituições dos professores que dentro de poucos anos iriam passar, à reforma, 

etc. etc. etc. etc.

e agora, o pouquíssimo que havia a fazer, a resolver, e terminar, está por fazer, resolver, terminar.

Manifestem-se como se estão a manifestar, o Ventura agradece-vos enternecido, sigam os exemplos lá de fora, não é isso que querem?

E depois, aparecem criaturas a dizer com aquele ar habitual, que um povo que gerou um Salazar pode vir a gerar outro. Pois pode.

Eu não tenho dúvidas disso, continuem pois como estão a fazer, que o Ventura de certeza que vos agradece.

Objectivamente a extrema esquerda está a fazer tudo para engordar o Chega. TUDO !

AC

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

FMI só vê mais 30 países no mundo com saldo orçamental superior a Portugal.
Projeções colocam apenas Portugal e mais cinco países com saldo nulo em 2027. 
Fundo valida previsões do Governo para as contas públicas e até se revela mais otimista sobre a dívida no próximo ano.

Olha . . . .

Estão a ver como ficou muito mais fácil a minha vida, e a vida de para aí uns nove milhões de portugueses ?

Já dizia um célebre sujeito . . . . o país está muito melhor 😎😎😎

AC

QUANDO  SE  ABRE  UMA  LATA  COM  MINHOCAS,  A  ÚNICA FORMA  DE  AS  VOLTAR  A  ENLATAR  É  RECORRENDO  A  UMA  LATA  MAIOR ! 

Lembrei-me disto depois de conversar com um amigo, sobre a lata que grassa por aí na vida política, particularmente na extrema esquerda e na extrema direita nacionais.

Lembrei-me da lata de certas criaturas, que é descomunal, e algumas criaturas estão verdadeiramente alvares!

No governo, e no parlamento vejo "minhocas" inarráveis, não há vasilhame suficiente para acondicionar os vómitos bolsados.

É a vida, já dizia o pastoso !

AC

terça-feira, 13 de outubro de 2026

ESTA  PORTUGUESA  MANIA  DE DIZER  E  GARANTIR  (GARANTEM  SEMPRE  QUALQUER  COISA)  QUE SE  ESTÁ  NO  BOM  CAMINHO,  É  UMA  DAS  MAIORES  TRETAS/ MENTIRAS/ MERDAS  NACIONAIS.

O  QUE  INTERESSA  É  PONDERAR,  DECIDIR  E  CONCRETIZAR,  NÃO É  ADIAR,   EMPURRAR  TUDO  COM  A  BARRIGA,   PASSAR  ANOS  E  ANOS  A DIZER  QUE  SE  VAI  NO  BOM  CAMINHO.   


CHIÇA !   

AC

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

INSULTOS

Há muito tempo que dentro e fora da Assembleia da República se verificam insultos de parte a parte.

Há dias creio que do PSD saiu um veemente  - aldrabão político - em direcção ao insuportável Ventura.

Além de vários considerarem que para lá da coisa se encaixar da dita praxe parlamentar (falta de educação, não?) como levava o acrescento "político" automaticamente passou de insulto a outra coisa nada ofensiva.

Claro que o homem do PSD nunca seria preso pois o que disse de Ventura é conhecido, não é segredo de Estado.

Há dias num canal televisivo Ascenso Simões também mimoseou fortemente Marcelo.

Nada demais, Ascenso falou verdade cristalina, nunca será judicialmente punido por isso porque o que ele disse de Marcelo não é segredo de Estado, é bem conhecido.

Ora mas se eu publicamente escrevesse, com todo o rigor, o que são, por exemplo, Ventura, Costa, Augusto, Ferro, Durão, Sócrates, Centeno, Pedro, Mariana, Marcelo, Ana, Edite e tantos mais dos figurões públicos, e que sendo conhecido da maioria dos cidadãos comuns ou seja, nada é segredo de Estado, será que me caíam em cima?

Se calhar caíam, o que só confirmaria o que são, o que se sabe que são, que não é segredo para ninguém, menos ainda segredo de Estado.

AC

uuuuuu   OBDC  OOOOO

Os pequeninos obedecem "Ós" grandes

Esta era uma piadola racista que corria por aí no tempo em que Samora Machel era presidente de Moçambique.

Não me lembrei disto nem por Samora, Moçambique, África etc lembrei-me disto a propósito da nossa sociedade.

Bem estabelece a CRP o que está no Art. 2º ou no Art. 9º por exemplo  - promover a igualdade real entre portugueses.

Basta olhar para o que se passa com os mega processos, basta reparar como procede a banca para com os dirigentes de clubes de futebol ou o perdão de dívidas ou a concessão de créditos, etc.

Basta observar o que se passa no futebol e por exemplo agora com o "Cris"

O regulamento disciplinar parece que impõe castigo de 1 a 6 meses naturalmente antecedido do competente processo.

Querem apostar que não vai haver processo nem castigo?

Não, de facto uuuuu são outra coisa muito diferente dos OOOO!

É a vida, já dizia o pastoso!

AC

domingo, 4 de outubro de 2026

«Sem prejuízo de, em todos os casos, serem observados procedimentos que preservem a transparência e a economia das contratações».

Por todos os palácios, por toda a pesadíssima máquina do Estado, por todas as autarquias, por muitas instituições, se esbanja dinheiro, se esbanja dinheiro dos muitos milhões sugados aos contribuintes.

Muitas vezes com contractos, muitas vezes sem contractos e, neste caso, os célebres ajustes directos, que os serventuários espalhados por toda a máquina trituradora dos portugueses se encarregam de mandar executar para gáudio "dos de cima" e SEMPRE, EVIDENTEMENTE , com a maior TRANSPIRAÇÃO perdão, com a maior transparência!

Sejam pópós, florzinhas, medalhas, mobiliário, recepções, tudo tratado com toda a decência e apenas e só porque era mesmo necessário. Porque miséria franciscana não pode ser.

Tal como fazem (apenas porque eram necessários umas florzinhas mais e uns moveizitos, e um frigorífico), aqueles mais de dois milhões de portugueses que os maldizentes dizem que não vivem lá muito bem e relativamente aos quais diariamente ouvimos referências sempre com com ar pungente muito preocupado angustiado e comovido.

AC

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

DITOS   POPULARES

Há um dito popular que reza assim:

"evita aproximar-te de cavalos e restaurantes pela parte de trás"

Quanto a restaurantes é evidente a cautela, pois pode correr-se o risco de passar perto ou mesmo pela cozinha e dar-se de caras com coisas menos agradáveis nada condizentes com a "beleza" do que nos colocam na mesa.

Quanto a cavalos idem, pode levar-se um coice!

Lembrei-me disto a propósito da justiça à portuguesa, da máquina do Estado, daquilo que nos cai em cima vindo do Estado e dos "de cima".

AC

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

É   TRISTE

Há muita coisa na vida que é triste.

Atribui-se, creio eu, a Rodrigo da Fonseca Magalhães (político do século XIX) a frase seguinte:

"Nascer entre brutos, viver entre brutos e morrer entre brutos é muito triste"

Se vivo fosse hoje, que diria ele ao ver o que se passa há anos, na Assembleia da República, nos governos, nos tribunais, em Belém, na ERC, em muitos órgãos de comunicação social, no desporto, nas forças de segurança, em muitas autarquias, nos aeroportos, na ferrovia, na saúde, no ensino, na economia, na cultura, etc ?

Bom dia, e bom início de fim de semana.
Saúde, Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

sábado, 19 de setembro de 2026

HÁ  MUITO  QUE  TEMOS  DISTO

- Welcome to the Lisbon Experience
- This is “Grace”
- Coffee?
- Express ?
- Portuguese custard tart.
- Pork sandwich, Lisbon style.
- Portuguese dining concepts.
- Local Grocery Concept Stores.
- Octopus “à lagareiro”.
- Bakery & Brunch Experience. 
- Traditional Lisbon Food Lab.
- Fire & Smoke. 
- Tagus River. 


Neste "ambiente" de produtos, de conceitos, de competências, de experiências, de marcas, NÓS os "locals" vamos levando com estas parvoíces (opinião pessoal, naturalmente, mas a respeitar como eu respeito, SEMPRE, as opiniões de outrem, concorde ou discorde delas) tal como levámos e levamos com "unicórnios", "startups", WEB Summit e o Marcelo a deslocar braços e ombros, etc.

Estou a recordar isto pois hoje dei-me conta de que vamos ter uma coisa deliciosa, extraordinária, inigualável: 

- Portugal Football Summit !
- Future plays here !
- E o "here" é a terra do Isaltino !

VOU JÁ COMPRAR BILHETES PARA ISTO!

Ah, noutra área, vamos ter o "happiness camp"!

Como diria o outro - siga para bimbo perdão, bingo!

Bom dia e bom Sábado
Saúde, o Euromilhões da vida
Boa sorte e felicidades

António Cabral (AC)

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

IGNORÂNCIA, DESFAÇATEZ, ARROGÂNCIA

Três das armais mais letais que existem.

Se não acredita, é ir sff e por exemplo passar os olhos na SIC e SIC Notícias de ontem e reparar em várias das criaturas que por lá andaram nas mais diferentes interpretações.

Encontra-se muitos exemplos destas "armas"

AC

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

CONVERSA  da  TRETA  versus  REALIDADE
Há conversa fiada, há conversa da treta, e há realidades.

Conversa da treta/ fiada sobre a Ucrânia, sobre o estado social, sobre a guerra, sobre a paz, sobre Ormuz e Bar-El-Mandeb, sobre género, sobre clima, sobre economia, etc.

Há realidades por exemplo em relação à vida económica, à vida das pessoas.
 
E neste domínio há duas classes: 
- os que são pagantes líquidos de impostos, e que são sobretudo trabalhadores e empresários do sector privado,

- e os receptores líquidos de impostos que são, nomeadamente, a classe política, o funcionalismo público, os servidores do Estado, os  pensionistas e os reformados como eu.

Sobre impostos concretamente, temos constante conversa fiada/ da treta, com promessas, inexequíveis umas quantas, e sobretudo outras sempre na base - eu já tinha proposto!

Sobre defesa e forças armadas, que não são sinónimos, temos 50 anos de conversa fiada/ da treta entremeada com inanidades e vacuidades como "os melhores dos melhores".

Sobre habitação temos conversa fiada/ da treta há décadas, e tivemos  como cerejas no topo dos bolos as promessas do desprezível habilidoso.


É sempre só conversa fiada e da treta, diga Montenegro o que disser, digam o que disserem Carneiro, os vários Tavares, Ventura, os Pintos, Brilhante, o cretino trauliteiro, o Santos, o Carlos, os Costas, as várias Leitão, os diferentes Soares, etc.

Triste sina a dos milhões de cidadãos comuns como eu, não passamos disto !
AC

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

REPETINDO-ME

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

QUE  QUEREM,  CHATEIA-ME

O quê? Várias coisas.

Por exemplo uma que, sendo insignificante perante os problemas difíceis da vida, é para mim muito irritante e já tive episódios caricatos à conta desta insignificância.

Refiro-me à forma como se me dirigem. A mim e a outros.

Mas começo pela forma como me dirijo aos outros concidadãos.

E começo por exemplos de hoje, enquanto fui tratar de coisas várias enquanto a minha cara-metade tentava descansar um pouco do tormento agora surgido.

Na pastelaria, ainda nem 0900 horas eram - Bom dia, arranja-me um café cheio, por favor. Bebi, paguei - obrigado, tenha um bom dia.

Na papelaria - Bom dia Zé, pode por favor ver estes Euromilhões atrasados e depois dê-me duas apostas da máquina se fizer favor, separadas. Recebi, paguei, perguntei por uma revista, paguei - obrigado, então passo cá depois, até logo.

Na farmácia - Bom dia, preciso de uma caixa de ****. Recebi, dei o NIF, paguei - obrigado, tenha um bom dia.

Volto agora à tal irritante insignificância.

Decidiram os meus pais eu ficar com dois nomes - A*****o A*****o - e dois apelidos, o primeiro pelo lado da mãe - Rodrigues - o outro pelo do pai - Cabral.

Mas desde há bastante tempo que em vez de me chamarem sr António Cabral como acontecia antigamente ou apenas o correcto António Cabral logo que digo que é esse o meu nome ou mostro o meu documento de identificação saltam logo, seja homem ou mulher, novos ou menos novos - sr António - o que deseja, ou em que lhe posso ser útil, ou o que vai tomar, ou então hoje - não quer levar uma couves que estão fresquíssimas?

Mas ainda o mais irritante é que por diversas vezes quando me atiram com - sr António - e eu riposto - António Cabral - ficam a olhar para mim. Enfim.

Mas delicioso foi já me terem perguntado - mas não posso tratá-lo por sr António? E eu respondi - Só António não deve, pois por exemplo eu podia já ser seu avô, vejo que está habituada a usar - sr António - mas o meu nome é António Cabral.

Não há dúvida, os apelidos das pessoas quase desapareceram. Não interessa escolaridade, idade, etc.

A minha opinião, discutível certamente, é que a boçalidade e tontice alastram, aumentam.

Será que isto advém do antigamente, onde se tratavam com excessiva e para mim despropositada deferência os mais letrados, e o resto da malta era o João ou o Silva?

E a propósito lembrei-me agora de outra parvoíce que por aí vou ouvindo cada vez mais. 

Outro dia, após pagar o pequeno almoço que circunstancialmente fomos tomar bem cedo numa pastelaria, ao começar a virar as costas para ir para a saída ouvi atrás de mim - continuação!
Parei, e perguntei à empregada - desculpe, disse continuação? Mas, continuação de quê? Ficou paralisada, muda, atónita a olhar para mim.
Como nada saía da boca dela - Bom dia - e saí porta fora.

É como estamos, num crescendo de imbecilidade, de politicamente correcto, de policiamento de mentes. Tontos e imbecis que julgam que andámos todos ao mesmo tempo na escola e que somos todos iguais.

Não somos todos iguais, irra.
Nascemos da mesma maneira, pelo mesmo local, onde aliás fomos "depositados", somos todos da mesma massa, mas não somos todos oriundos da mesma fôrma.

Onde temos de ser iguais, TODOS, é perante a lei, e temos de ter na sociedade políticas que garantam igualdade na formação e igualdade de acesso a  oportunidades. 
Mas não somos todos iguais. 
Nem no cabelo, irra.

A CRP explica bem o que há a fazer e a respeitar.

Bom dia e bom início de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.
AC

sábado, 29 de agosto de 2026

Ao  LONGO  da  VIDA
Ao longo das décadas da minha vida tomei algumas decisões que se mostraram erradas.
Foram poucas felizmente.

Algumas vezes enganei-me.
Também não foram muitas.

Algumas vezes errei mesmo.
Quando disso me apercebi corrigi, emendei, reconheci o erro e dei a mão à palmatória. 
Tenho seguido sempre o extraordinário exemplo de Bento de Jesus Caraça, eminente cidadão professor e político.

Ao longo das décadas de vida que já levo vejo vários (e não foi só Ccavaco Silva mas as esquerdas sobretudo criaram o mito de só ter sido ele, de ser só ele) que nunca têm dúvidas e nunca se enganam.

No presente continuo com várias dúvidas, sobre a vertente interna e sobre a vertente externa.

Mas há uma certeza que tenho desde há bastante tempo.

Continua impossível com esta gentalha e jornalixo incluído, ter um debate claro, isento, sobre o rumo de Portugal, sejam a segurança social e as pensões, o apoio na saúde, o apoio aos idosos e aos fragilizados, que forças armadas o país deve ter, o sistema de justiça, as inaceitáveis desigualdades sociais, os incêndios, a ética na política, o desprezo por grande parte do país, a imigração, o ensino, a economia, a industria, o turismo, a cultura, o (des) ordenamento territorial, etc.

Bom dia, tenham um bom Sábado
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte, felicidades, boas férias

AC

domingo, 23 de agosto de 2026

DELICIOSO
Delicioso (opinião pessoal naturalmente) texto (parte dele) lido no blogue "DO" que com a devida vénia transcrevo.

António Cabral (AC)

"Na semana passada foi aqui que vi o eclipse solar. Num local que por vezes frequento, aprazível e ainda não devastado pela turistificação lisboeta – é um verdadeiro couto de “irredutíveis lusitanos” mas nada xenófobos. Tem a incomensurável vantagem de manter o nome na nossa língua – é perto, por exemplo, de um famoso Champalimaud Centre for the Unknown (as pessoas têm tanto medo do cancro que aceitam esta vilania afixada), isto para não recorrer a mais dados da disseminada toponímia “globalizada” que polui as cercanias do Tejo lisboeta.

Tem ainda o chamariz de apresentar um cardápio português, mesmo se nada fundamentalista, pois polvilhado com os víveres da “comida do mundo” – como é obrigatório na gastronomia de um povo que sempre se lambuza com o longínquo bacalhau enquanto carrega a honra de ter inventado o sarapatel e de o ter exportado quando galgou os mares em busca de condimentos. Pode-se (pude) petiscar uma meia-desfeita do tal bacalhau com grão (a qual por vezes leva outro nome mais popular). E de explicar a um jovem britânico, que há alguns anos fez por assomar na minha família nisso sendo bem-vindo, o que é um “arroz malandrinho” sem estar preocupado com a epidemia do imperialista e insuportável risoto.

Tudo isto na vizinhança do Padrão – esse que alguns alienados “intelectuais” querem eliminar por ser dedicado aos Descobrimentos e advir do “Estado Novo”. E também do Mosteiro – esse que alguns alienados “intelectuais” se esquecem de querer eliminar, apesar de ser dedicado aos Descobrimentos, àquela viagem de Gama, e de grande parte daquilo ser um muito tardio acrescento, um pastiche digno da “patrimonialização” do tal “Estado Novo”. E ainda da Torre, que também não abjuram mesmo tendo ela sido um enorme e longo investimento para defesa náutica, apesar de agora bramirem contra despesas desse tipo.

Enfim, detalhes desses à parte – que sempre me ocorrem quando por lá ando – ali decorreu o fim de tarde, naquele tão excêntrico, pois, interrupto ocaso (que os grunhos, até políticos empossados, agora chamam sunset).
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  (JPT)

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

ABSOLUTAMENTE  DE  ACORDO
. . . . . .
Quem quiser combater a riqueza injusta em Portugal tem um alvo enorme e legítimo à sua frente, e não precisa de tocar num único empresário que exporta. 

Está nas licenças, nos monopólios legais, nas profissões fechadas, nas empresas públicas que perdem dinheiro há décadas, nos privilégios fiscais setoriais, nas rendas de posição que a lei cria e defende. 

Curiosamente, é o alvo em que quase nunca se toca - e não é por acaso, porque essas rendas têm dono conhecido e organizado, e o industrial anónimo não tem quem o defenda.» (Pedro Santa Clara)

Não estamos como estamos por acaso.
Alguém que lhes explique.

Bom dia, tenham uma boa 5º Feira
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades, boas férias.

AC

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

OLHO  e. . . . . vou  observando . . . 

. . . alguns a passarem pela espuma do tempo, conseguindo tocar em míseras migalhas dos processos, mas suficientes para ficarem inchados . . . . uns de prosápia, . . . . outros de vento . . . .

AC