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sexta-feira, 12 de junho de 2026

A  PROPÓSITO  DE  "DIREITO"
Nota prévia: não sou jurista.
Interessei-me sempre por questões do "Direito" ao ponto de há décadas ter a frequência do 1º ano de Direito e o 1º semestre do 2º ano. 
A vida intensa da minha profissão não permitiu prosseguir, mas fiquei com algumas noções básicas. E adorei Direito Constitucional. E ajudou-me a perceber melhor porque Portugal virou Tugolândia

Isto dito acho sempre delicioso observar certos filhos da mãezinha invocarem princípios de boa fé e de confiança quando é mais que sabido que têm passado a vida a vigarizar outrem e até o Estado.

Um dos evidentes sintomas de que a democracia portuguesa está mesmo muito doente é exactamente ver que se mantém há anos a impunidade de uns certos sacanas de alto coturno que têm passado a vida a roubar outrem. 
A roubar, com a maior desfaçatez e arrogância.
Tenhamos alguma esperança de que isto talvez um dia se endireite.
Até lá, temos figurões a ganhar com pareceres e safardanas a gozar.
AC

segunda-feira, 1 de junho de 2026

V I C T O R Y

"VICTORY BELONGS TO THE MOST AUDACIOUS"

Como imensas vezes aqui refiro faço escassa companhia ao televisor.

Abro algumas excepções, por exemplo, usar a tecnologia e voltar atrás para ver algo para que me chamaram à atenção.

Foi o caso de ir ver/ conferir uma bacorada histórica vertida por Pacheco Pereira num programa que creio é semanal em que debate com a Leitão por exemplo. 

Às tantas falou de Joana d'Arc e de. . . . . . Átila. 😡😡😡😡

Átila, que acordou do seu sono profundo para vir uns centos de anos depois à luz do dia. Diz o povo que no melhor pano cai a nódoa, mas esta é calinada de grosso calibre. O Ephemera pode esclarece-lo.

Está a ser também o caso de gastar algum do meu tempo a ver pedaços de alguns dos jogos de ténis, no torneiro de Paris, no famoso Roland Garros.

A frase em sub - título é de lá.

E de facto a tenacidade do brasileiro Fonseca é impressionante. Um verdadeiro tomba gigantes.

E pensando nela estive a matutar em alguns políticos nacionais de todos os quadrantes e personagens = figuras e figurões.

Tudo por audácia e com audácia, por exemplo:

- o deputado Fabien deve ter-se inspirado nesta frase para tecer os seus últimos e inarráveis números na Assembleia da República

- a inarrável senhora do bichos também nela se terá inspirado para vomitar as suas mais recentes propostas quanto a alojamento para os bichinhos

- o deputado Rijo nela se inspirou certamente

- o ministro Luís Neves deve ter a frase à cabeceira da cama para o inspirar para os contactos com a comunicação social

- o PM nela se terá inspirado - as instituições a funcionar, disse

-  a ver pelos super longos discursos que anda a fazer por todo o lado o Presidente da República não se inspirou numa frase tão curta e clara

- e parece-me óbvio que certos personagens que por aí andam com a PJ e MP no seu encalço nela se inspiraram tal a audácia com que  prosseguiam as suas vidinhas

- de certeza que Mourinho nela se inspirou

- Berardo sempre nela se inspirou, esqueceu-se que o STA também

- Sócrates também deve ter a frase à cabeceira da cama tal o nível de audácia

- não tenho dúvidas que Brilhante a tem sempre na mente tal a escala planetária dos seus comentários

ETC.

Bom dia e bom início de semana

Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida

Boa sorte

AC 

DOMINGO, 

REFLEXÕES,  COGITAÇÕES,  PROVOCAÇÕES
Um título saído da mistura da preguiça Domingueira com a leitura de um artigo da revista deste último Expresso (há meses que não o comprava). 

O jornal semanal tido como o da democracia, tido como o de referência. 
Jornal que, como muitos outros, com artigos interessantes, com outros que cheiram a encomenda que tresandam, e prenhe de jornalistas do sistema, como aliás quase todos senão mesmo todos.

Quando se olha atentamente o estado da sociedade política nacional pode dizer-se que, em grande parte, tudo tem sido uma mistura de vaidades, arrogância e aflições de espírito e aflições de dinheiro? 

Quando se olha atentamente o estado da sociedade política nacional pode dizer-se que temos sofrido dos dislates e incompetência e inação de grupos vários e coloração diversa?

Quando se olha atentamente para o carrossel que tem sido a sociedade política nacional dos últimos 35 anos pode dizer-se que temos tido narrativas diversas, narrativas de poder, narrativas de subserviência, narrativas de aristocracia falida?

Se, como nas obras identificadas no dito artigo, cortássemos longitudinalmente a sociedade política nacional destes últimos 35 anos, que encontraríamos?
Derramamento e perda de oportunidades, situações as mais sombrias, padrinhos manhosos, paragens temporárias no desgraçado caminho para o abismo, aflições as mais dramáticas?

Tal como no artigo se refere, também a sociedade portuguesa devia acordar, e definitivamente aprender.

Mas continuam a iludir-nos com futebolês, telenovelas, entrevistas deprimentes, programas televisivos deprimentes, e a acenar-nos sempre de que Portugal é um sítio lindo, estável, cheio de Sol, seguríssimo, com turismo e turismo e turismo e turismo e turismo.

Portugal tem isso tudo,  tem turismo de massas/ pé descalço em demasia, e se não tomarmos atenção aos políticos a breve prazo podemos  perder liberdade. 
Formal existe, muita, completa.

Na realidade da vida, hoje, é mentira, não temos condições materiais, culturais e organizacionais que permitam sermos de facto livres.

Como sempre, admito poder estar a ver tudo isto mal.

António Cabral (AC)

domingo, 31 de maio de 2026

DESENVOLVIMENTO,  CLASSES
O desenvolvimento de uma sociedade vem do conflito permanente entre classes ?

O desenvolvimento de uma sociedade vem da ausência de conflitos entre classes ?

?????

AC

sábado, 30 de maio de 2026

REPUBLICANDO

domingo, 30 de dezembro de 2018

O LUÍS continua ACTUAL
.............
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
(.......)


A cada um ponderar o que observa.
Mas ponderar sem clubite, com rigor e isenção, olhando realidades como, sustentabilidade do País 
sustentabilidade familiar, e etc.
AC
Das  FACULDADES

Faculdades, temos aquelas onde se pagam propinas, onde os meninos e as meninas são levados (na maioria dos casos) pelos papás ou pelas mamãs, onde as meninas e os meninos supostamente se dedicam exclusivamente a aprender, mas onde os meninos e as meninas também fazem muitas outras e muito interessantes coisas, como RGA's, greves, etc.

Faculdades, há outras também, que existem nas cabecinhas de uns e umas, nuns casos muito, noutros menos, noutros quase nada, em alguns nada.

Às Faculdade humanas me quero referir, coisa que na passada 4ª Feira na Assembleia da República ficou mais uma vez profusamente evidenciado (!?!?!?).

Das faculdades humanas podemos falar por exemplo da razão, da imaginação, da vontade, de valores, etc.

Mas como é facilmente detectado, diariamente, vemos à luz do dia aparecer outras "nuances" que formalmente não fazem parte das faculdades humanas.

A estupidez é uma delas.
A teimosia outra.
A bovinidade outra.
A inclinação para a trapaça outra.
A mentira outra.

E podia estar qui a lembrar várias características que muitos personagens mostram ter na sua cabecinha.

E lembrando o bom Descartes, uma coisa me parece certa: muitos que não pensam desgraçadamente existem, o que deveria enlouquecer Descartes (penso logo existo).

AC

sexta-feira, 29 de maio de 2026

CULTURA.   

JORGE de SENA 
Nasceu em 1919 e faleceu em 1978. 
Licenciou-se em engenharia civil, no Porto.
Andou por muito lado, África, Brasil, Europa e Estados Unidos.
Colaborou na Seara Nova, Comércio do Porto, Primeiro de Janeiro, Mundo Literário, Árvore, Cadernos de Poesia, etc.
Homem que se atirou para as letras, debruçou-se muito sobre poesia portuguesa clássica.
Na sua "Peregrinatio ad Loca Infecta"atira-se à grandiloquência da oratória política, denuncia a política sórdida.

Se fosse vivo, olhando estes nossos tempos contemporâneos, creio que tinha muito por onde espraiar a sua combatividade, a sua audácia, a sua argúcia, e satirizar com assertividade estes tempos bafientos.

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. . . . 
. . . . . . . . a minha poesia, se representa alguma coisa, representa um desejo de independência partidária da poesia social; um desejo de comprometimento humano da poesia pura; um desejo de expressão lapidar, clássica, da libertação surrealista, ( . . . . ) e sobretudo um desejo de exprimir o que entende ser a dignidade humana . . . .

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Natal de quê? De quem? 

Daqueles que o não têm? 
Dos que não são cristãos?… 
Ou de quem traz às costas 
as cinzas de milhões? 
Natal de paz agora 
nesta terra de sangue?
Natal de liberdade 
num mundo de oprimidos?  
Natal de uma justiça
roubada sempre a todos?”

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Lamento as putas intelectuais que proliferam na vida pública.
Eu sempre li as putas e os patrões dessas putas, tentando não ficar tão provinciano como eles.

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Lembrei-me disto, das putas intelectuais, depois de ontem ter ouvido certos comentadores a propósito por exemplo, das pouca vergonhas nas juntas de freguesia dominadas pelo PS (embora CLARO o PS não tenha nada a ver com isso), poucas vergonhas que se juntam às pouca vergonhas das juntas de freguesias dominadas pelo PSD (embora CLARO o PSD não tenha nada a ver com isso), poucas vergonhas que se juntam a poucas vergonhas na câmara de Lisboa e de outras câmaras municipais e juntas de freguesia pelo país fora, poucas vergonhas que se juntam às do sistema de justiça, poucas vergonhas que se juntam às do sistema SIRESP, poucas vergonhas que se juntam às de assessores e colaboradores das direções dos vários partidos, poucas vergonhas que se juntam às de vários deputados, poucas vergonhas que se juntam às de várias empresas ligadas às câmaras municipais, ETC.
AC

quinta-feira, 28 de maio de 2026

ESTOU  TÃO  FARTO

Estou tão farto, tão saturado, tão cansado desta gente toda, há décadas, farto desta canalha que se apropriou e se apropria do que não lhes pertence, que faz negócios à margem da lei, CORRUPÇÃO PURA E DURA.

Estou tão farto, tão saturado, tão cansado desta gente toda, há décadas, farto desta canalha que vem para as TV declarar com o ar mais pungente lacrimoso e sério que cooperarão com as autoridades, que o partido nada tem a ver com os casos que aliás desconhecem.

Estou tão farto, tão saturado, tão cansado desta gente toda, há décadas, farto desta canalha que se serve de partidos, que nunca detecta as malfeitorias, como se algum do financiamento não viesse provavelmente de esquemas tortuosos. 

Estou tão farto, tão saturado, tão cansado desta gente toda, há décadas, farto desta canalha que há décadas têm canalha por todo o lado, em ajustes directos, em desvios de dinheiro públicos para proveito próprio, com dinheiro em cofres ou atrás de livros em prateleira, etc.

Estou tão farto, tão saturado, tão cansado desta gente toda, há décadas, farto desta canalha dos partidos existentes como farto dos que procuram formar outros partidos, à direita ou ao centro ou á esquerda.

E o problema deste cidadão comum é que sei que não há democracia sem partidos políticos, sem comunicação social livre e independente e que não sirva outrem.

António Cabral (AC)

A PROPÓSITO, 

DEVEMOS  OLHAR  BEM  PARA  OS  NOSSOS  POLÍTICOS, PARA  TODOS,  PARA  TODOS  SEM EXCEPÇÃO,  OS  NO  ACTIVO, OS  APARENTEMENTE  REFORMADOS  DA  VIDA POLÍTICA,   ESCRUTINÁ-LOS,  VIGIAR  A  SUA  ACÇÃO  E INAÇÃO,  POIS  PODEMOS  PERDER  A  NOSSA  LIBERDADE  TÃO  FACILMENTE.

AC

OLHANDO boa parte do que se passou na tarde de hoje na Assembleia da República ficou-me um perfume de felicidade, por parte do PM e governo, e por parte das oposições convictas de terem esmagado o PM e governo.

Felicidade que, como é visível, atinge em cheio os portugueses

AC


quarta-feira, 27 de maio de 2026

PORTUGAL

O problema de Portugal não é bem apenas falta de dinheiro, pouquíssima criação de riqueza.

É, sobretudo, uma descarada ausência de vergonha na cara de muitos que se "encostaram"

É, sobretudo, uma descarada ausência de quase tudo da parte de muitos que se sucedem desde 1976

É, sobretudo, uma descarada promiscuidade que em boa parte explica  que agora não queiram de forma alguma a desclassificação dos imensos documentos que poderiam esclarecer muito do que aconteceu em Portugal (da extrema direita à extrema esquerda, mas mais do que isso) desde 24 de Abril de 1974 até ao início da década de 90 do século passado.

É, sobretudo, a continuada postura de muitos de todas as cores ideológicas - servirem-se dos cargos para que são eleitos e nomeados e a que aliam um profundo desprezo pelos cidadãos comuns, a plebe, em vez de SERVIREM a SOCIEDADE - SERVIÇO PÚBLICO.

António Cabral (AC)

segunda-feira, 25 de maio de 2026

É  SEMPRE  INTERESSANTE
É sempre interessante revisitar temas e textos antigos, sobretudo de personagens turbo comentadores que a espaços se indignam imenso. Indignam-se imenso, normalmente contra quem governa e não é da sua cor.

É sabido que a questão das reformas é das coisas mais dolorosas em Portugal. 
Não por serem feitas e as consequências serem algo dolorosas. 
Não.
São dolorosamente tristes porque sempre que se fala nisso passam depois mais uns tempos mas pouco se altera. 
E coisas há, muitas, que nunca se alteram.

A espaços aparecem personagens teoricamente sonantes a debitar as suas preocupações "sobre problemas coletivos que o país precisa de resolver para melhorar a vida de todas as pessoas".

A proclamada Reforma da Administração Pública (AP) é um dos casos mais gritantes e que também tem angustiado muitos personagens, todos com vidas e carreiras muito difíceis mas sempre devotados ao bem comum.

Naturalmente que é correcto afirmar que a AP pode e deve ser 
importante  instrumento na 
aplicação das políticas, para o desenvolvimento do país, e para o bem-estar das pessoas. 
E, naturalmente, uma boa e eficiente AP traz também benefícios quanto a custos e inerente alívio no orçamento.

Falo nisto depois de mais uma vez andar pelos meus arquivos. Arquivos que têm necessariamente lacunas e a que se soma a minha distração.

E refiro a minha distração precisamente porque não dei conta de que, quem em 8 de Janeiro de 2016 tanto labutou para incentivar uma profunda reforma da AP,  tenham vindo no final dos famosos (???) 8 anos e semanas de governação Costa e sequazes verificar o estado da AP quanto a, competência, quadros, formação, proximidade aos cidadãos, eficiência, feitura de leis e regulamentos.

Óbvia deficiência e distração da minha parte.

Bom dia.
Tenham um bom início de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da Vida.
Boa sorte

AC

A   PROPÓSITO

Ver o contínuo papaguear de encomendações bizarras as quais nem devem entender, observar anos a fio retóricas indecorosas, leva-me a gritar socorro. Mas não há quem me/ nos valha. 

Passam décadas e persiste este anacronismo de martelar as pessoas com mentiras sobre quase tudo o mais em sociedade. 

Cada um de nós, conscientemente, deve fazer o possível para se informar como se vive no país, TODO, como e de que vivem as suas classes sociais, quais os objectivos de cada grupo no contexto da sociedade. 

Mas ver fora das bolhas, PÁ!

O que nos foi brutalmente recordado pela natureza devia ser um bom guia, para olhar o nosso mapa e contar as localidades em cada um dos 308 concelhos. 

E interrogar-se, sobre o que está vazio, em muitos casos vazio de pessoas. 

E vazio também de multibanco, mercearia, talho, papelaria, sapateiro, barbearia, farmácia, lojas, escola, GNR, biblioteca, creche, escola, centro de saúde, oficina de tractores carros e  motas, etc.

Certeiro, António Aleixo por exemplo afirmava, 

Coitado do Mentiroso, mente uma vez, mente sempre. Mesmo que fale verdade todos lhe dizem que mente”, 

ou 

prá mentira ser segura e atingir profundidade tem de trazer à mistura qualquer coisa de verdade”.

Como Agostinho da Silva
, eu também já - “não corro como corria, nem salto como saltava, mas vejo mais do que via, e sonho mais que sonhava”. 

Sonho, tenho esperança, de ainda em vida começar a ver menos pantomineiros nos poderes públicos. 

Cada vez mais convicto estou: "Homens de poucas e coerentes palavras são muito provavelmente os melhores homens". 

Pois que trabalham em diálogo franco e em equipa, que é a única forma apropriada e útil de trabalho que conheço. 
E não mentem.

Certeiramente se escreveu – “o fraco rei faz fraca a forte gente”. 

Não se consegue nem mantém - forte gente - com discursozinhos, vacuidades, comoçõezinhas piegas, nem bandeirinhas aqui e ali.

Nem com reizinhos que por aí vão continuando, se vão substituindo.

Nem com cartinhas escritas para o Presidente.
AC

sábado, 23 de maio de 2026

 PERSPECTIVAS

Uns olham para o barco, ficam com ar preocupado, asseguram que o momento é um pouco difícil mas que as decisões tomadas e as planeadas assegurarão boa recuperação.


Já sem água exclamam - vêem, estamos no bom caminho


Querem basicamente fazer de nós uns tontos - parvos, que não percebamos que sem um conserto profundo nunca irá flutuar, navegar.

É isto, não passamos disto.

Bom dia
Tenham um bom Sábado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. Boa sorte.

AC

quarta-feira, 20 de maio de 2026

APARENTEMENTE,  90  A  95 %  DOS  MEUS CONCIDADÃOS  NÃO  SÃO  PONTUAIS.

Isto não se resolve com legislação laboral, a CRP nada recomenda, e o ensino em Portugal também não ajuda nada.

Não saímos disto. Pontuais lá fora!

Ou estou  ser injusto ?

AC

terça-feira, 19 de maio de 2026

REALITY  SHOW

Como aqui referi por diversas vezes e nomeadamente quanto a discursos, notícias, eventos, muitas vezes passo os olhos rápida e superficialmente pelas gordas e arquivo, vindo mais tarde a reler, e comentar ou não.

É o que tenho vindo a fazer por exemplo com discursos de António José Seguro, Marcelo Rebelo de Sousa e outros.

Estas linhas para voltar a Aguiar-Branco, o homem do hífen no nome e que antes de ser deputado e agora Presidente da Assembleia da República além de muitos cargos e tarefas e empregos pela advocacia eventualmente Pro Bono em dezenas de cargos sociais, foi por exemplo ministro da chamada Defesa Nacional, coisa que nem ele foi nem nenhum dos seus antecessores. E foi mau ministro.

Com a ligeira excepção de Eurico de Melo, que tinha uma postura pessoal e política e um peso político bem diferentes dos seus antecessores e sucessores, Eurico de Melo foi muito menos ministro da tropa do que na realidade é/ têm sido os sucessivos ocupantes do 7º andar do edifício ao Restelo.

Mas não me interessa o Aguiar-Branco ex ministro da Defesa Nacional. Interessa-me de novo o seu discurso no 52º aniversário do 25ABR74, as suas abordagens a políticos e o "reality show" que prolixamente referiu.

Será que se referia por exemplo a isto?

Ou seria a isto?
Ou seria a isto?
Ou seria a isto?


Seria às manobras dilatórias de certo sacripanta?

Ou entendeu como "reality show" crescerem milhares de Euros em livros ou pastas de arquivo ou prateleiras de estantes ?

É melhor dedicar-se (legitimamente) às dezenas de cargos em órgãos sociais mas ter talvez mais cuidado com as palavras.

Agora, desde os que lhe viram costas a outros que o não fazem mas vociferam, a jornalistas e etc., tem muitos a espiolharem a sua vida e a descobrir, provavelmente, algumas peças de "reality show".

AC

sábado, 16 de maio de 2026

O SAUDOSO NICOLAU e HERMAN  JOSÉ
Aqui no sossego da aldeia, depois de uma longa caminhada pós jantar caseiro dei comigo a pensar em algumas coisas do presente desta cada vez mais inarrável Tugolândia.
E recordei Nicolau Breyner e Herman José quando há décadas fizeram aquela rábula - como vai este país.

Vários insistem que é a CRP que faz com que estejamos como estamos. 
Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem depois, concordo ou discordo e comento se me apetecer.

A minha opinião é de que a CRP não tem culpa nenhuma do estado comatoso em que estamos.

Estamos como estamos por causa de muitos
- dos sucessivos titulares de órgãos de soberania, 
- das sucessivas chefias civis e militares, 
- das sucessivas chefias de empresas públicas e privadas, 
- das sucessivas chefias hospitalares, 
- dos sucessivos detentores de órgãos de comunicação social tal como directores e chefes de redação e jornalistas, 
- das sucessivas chefias das ordens profissionais, 
- das sucessivas chefias dos sindicatos e associações sindicais, 
- e um infindável ETC.

Será culpa da CRP:
- passado mais de um ano do apagão o lamaçal contraditório que por aí ainda vai
- passados praticamente 4 meses sobre a "Kristin" ainda há concidadãos sem reposição das ditas "comodities"
- o pouco rigor exigido à construção civil
- a degradação dos cascos velhos de muitas cidades vilas e aldeias
- as imensas construções sobre a beira da arriba na Costa da Caparica
- o desordenamento territorial
- total ausência de planeamento global
- o estado das Forças Armadas
- passados 52 anos sobre o 25ABR74 se continuar com mais do mesmo nas Forças Armadas, com potenciais compras de material sem se definir que FA Portugal deve ter face à imensidão oceânica sob jurisdição nacional e inerentes interesses, e face a acordos e tratados e face a um mundo virado do avesso
- o estado da ferrovia
- o estado e futuro da TAP
- a perda de tempo e energias com o patético pacote laboral
- 12 anos sobre a detenção do execrável Sócrates e a vergonhosa situação do processo
- o que se passa em algumas esquadras da PSP
- a erosão costeira
- a vergonhosa carga fiscal sobre combustíveis
- o escandaloso preço da electricidade apesar de tanta energia verde
- a escandalosa (opinião pessoal naturalmente) cobertura mediática e sobretudo nas TV sobre futebol e as estrelas (???)  respectivas, e a cultura sempre para trás
- o aparecimento do Chega e o seu inacreditável e horrível crescimento (opinião pessoal naturalmente
- a imigração descontrolada
- o crescimento sustentado de formação de políticos começando nas Jotas e muitos nunca sabendo nada da vida senão trabalhar em política
- a formação de magistrados/ juízes sem experiência de vida pois saltam novinhos para dentro do CEJ e depois vão julgar
- a continuação vergonhosa de termos cidades com 6000 pessoas ou pouco mais e juntas de freguesia em muitas cidades com mais habitantes
- a continuação da telenovela do novo aeroporto de que se começou a falar no tempo de Marcelo Caetano
- a vergonhosa burocracia para tudo e mais alguma coisa
. . . . . .

e um infindável ETC.

António Cabral (AC)

sexta-feira, 15 de maio de 2026

ABSOLUTAMENTE  DE  ACORDO
. . . . . 
O dinheiro e esforço que a sociedade faz para ter creches para toda a gente não tem qualquer correspondência no esforço que fazemos para toda a gente ter um fim de vida com um mínimo de qualidade.
. . . . . 
(Henrique Pereira dos Santos)

AC

quinta-feira, 14 de maio de 2026

REPUBLICO

sábado, 31 de março de 2018

UMA POSSÍVEL DEFINIÇÃO DE VIGARISTA
Todo aquele ou aquela que, tendo que indicar em determinada altura a sua residência, pensa um bocadinho, e dá uma ligeiramente longe, e que nada tem a ver com aquela onde mora de facto. 
Uma questão de bom senso, nada mais, dizem alguns/ algumas,...................vigaristas. 
Mas se a coisa aparecer nos jornais vai logo pressuroso/a corrigir a....................sua "piquena" distracção. 
AC

segunda-feira, 11 de maio de 2026

OLHO  PARA  CERTOS  VALORES . . . . 
Estava há bocado a pensar em certos valores e de repente comecei a meditar na vida nacional, na sociedade onde me insiro, e fiquei mais pensativo e preocupado que o habitual.
Um amigo diz-me ás vezes que estou demasiado duro, ácido.

Mas voltando aos valores que refiro no início, são sobretudo estes sobre os quais estava meditando: justiça, verdade, honestidade, liberdade, felicidade, amor.

Num plano de quase bipolaridade, o que vejo consistentemente?
- JUSTIÇA ? Veja-se o estado em que estamos.
- VERDADE ? A mentira, a falsidade abundam.
- HONESTIDADE ? É só passar em revista os últimos 35 anos.
- LIBERDADE ? A formal temos. mas . . . . 
- FELICIDADE ? Que felicidade têm 2 a 3 milhões de portugueses?
- AMOR ? Temo não estar enganado se disser que vejo muito ódio.

Duro . . . . azedo . . . . POIS!
AC