Não saímos disto.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Não saímos disto.
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
terça-feira, 15 de setembro de 2026
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
O sr Carneiro conhecerá este boneco?
A sua lista de promessas é longa sr Carneiro, à semelhança do seu ídolo Costa de que me pareceu em Olhão não falou, pareceu-me mais uma à Guterres!
Em algumas coisas tem razão (opinião pessoal, naturalmente), como por exemplo na história dos exames, no SNS, na habitação, nas Forças Armadas, nos serviços públicas, em questões de dinheiros.
Mas se fosse intelectual e politicamente honesto, que vem mostrando que não é lá muito, teria e continuaria a fazer justas críticas, repito, JUSTAS, a este governo, mas acrescentaria para os portugueses tudo perceberem melhor de que não há só imbecilidade e alguma incompetência deste governo em várias áreas.
Devia dizer alto bom som, que a questão da digitalização começou a ser equacionada em 2018 (lembra-se?), que as promessas de habitação foram entre outras por exemplo estas em 2018 (lembra-se ?)
que as carreiras dos médicos e dos enfermeiros e de muito mais coisas no SNS foram resolvidas (???) durante 8 anos e semanas (lembra-se?), que os problemas e questões das Forças Armadas foram resolvidas no meio de tanta viragem de página (lembra-se?) como já no tempo de Guterres (lembra-se?), que as suas/ vossas contas certas resultaram sobretudo das brutais cativações executadas por Centeno/ Costa com os resultados que estão à vista nos diversos serviços públicos (lembra-se ?) etc.
Enfim, sr Carneiro, não sei se é tudo da sua lavra ou se tem a brilhante ajuda do inestimável e inarrável Brilhante . . . .
António Cabral (AC)
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
Por cá tivemos a Moderna, a Independente e etc., e licenciaturas e exames e etc., . . . . . aos Domingos . . . . . . e . . . .
terça-feira, 4 de agosto de 2026
Há mais de cinquenta anos, desde que me iniciei nas artes da engenharia naval, que me comecei a preocupar com o ciclo de vida. Não, em particular, com o meu, mas com o dos navios e dos seus equipamentos.
Primeiro, foram os professores na Escola Naval a explicarem-me o que era, a sua importância e, em especial, como se calculava o seu custo. “Atenção ao custo do ciclo de vida dos equipamentos!”, diziam-me eles. “Não é só o custo de aquisição; há muitos outros, cuja soma é igual ou superior a esse”, avisavam-me. “Podes comprar um excelente carro, mas, se não tiveres dinheiro para a carta de condução, a gasolina e as revisões, o carro não te serve para nada.”
Depois vieram os embarques e aprendi que nem sempre havia dinheiro para sobressalentes ou reparações. Cedo percebi que as verbas para cobrir o custo desse tal ciclo de vida eram uma manta curta, que deixava muita coisa a descoberto. E, claro, culpava os que deviam ter calculado e assegurado essas verbas e não o tinham feito.
Só que, algum tempo depois, passei a ser um dos que tinham de calcular e assegurar que tais verbas existiam, e percebi que a coisa não era fácil. Havia os malandros dos ministros que não davam essas verbas e, muitas vezes, ainda cortavam as poucas que havia. A manta era cada vez mais curta e, muitas vezes, nem para as emergências chegava. Mesmo para os navios que eram as jóias da nossa Marinha.
Até que fui nomeado responsável pela manta que devia cobrir a manutenção de toda a esquadra. Nós bem nos reuníamos todas as manhãs para tentar remendar uma manta cada vez mais curta e esburacada, mas havia sempre qualquer coisa que nos contrariava. Ou era um incêndio numa corveta nos Açores, ou era a avaria grave de um patrulha no Alfeite, ou era uma fragata que tinha de ir para a Guiné. Havia sempre um imprevisto que piorava a situação. E lá perdia eu mais umas noites de insónia, preocupado por não ser capaz de cumprir a missão.
Eu bem ia todos os meses explicar a situação desastrosa ao Almirante CEMA, mas acabávamos sempre por concluir que, sem dinheiro, não se faziam milagres. E o drama era que os malandros dos ministros que podiam dar esse dinheiro queixavam-se de que também não o tinham. Por isso, decidi ir-me embora e deixar para outros a preocupação com o ciclo de vida dos navios. Decidi, finalmente, preocupar-me apenas com o meu ciclo de vida.
Até que, há uns meses, ouvi o actual ministro da Defesa Nacional, numa audição na Assembleia da República, falar do ciclo de vida das fragatas que estava a adquirir através do programa SAFE da União Europeia. A audição tinha sido requerida por uns deputados muito zangados com outro, que terá dito num jornal que os navios estavam a ser adquiridos em segredo.
Claro que não me vou meter nessa discussão política, mas confesso que fiquei impressionado com o que o ministro disse sobre o temido custo do ciclo de vida das novas fragatas. O ministro falou pelo menos onze vezes do ciclo de vida durante a audiência. Começou por afirmar categoricamente: “Nós estamos a comprar ciclos de vida!”. E depois explicou: “Nós estamos a aproveitar a oportunidade e não queremos fazer, como no passado, comprar fragatas muito boas, certamente, mas porque não se pensava no ciclo de vida, não havendo dinheiro para combustível, ficavam paradas no Arsenal do Alfeite. Pronto. Isso não vai acontecer mais, porque nós estamos a comprar um ciclo de vida!”
Estremeci ao ouvir o senhor ministro. Eu, que andei tantos anos preocupado com o ciclo de vida dos navios, que estive na aquisição de fragatas a pensar no seu ciclo de vida e, principalmente, no seu custo, e que tinha sempre visto a manta para o cobrir reduzida por vários ministros, estava agora a ouvir um deles assegurar-me que ia comprar o ciclo de vida das novas fragatas por 30 anos! Durante 30 anos, nenhuma das três fragatas que o ministro estava a adquirir ficará parada por falta de sobressalentes, de reparações, de modernizações, e até de combustível!
Que inveja tenho dos camaradas que ocuparão o meu lugar! Que inveja tenho das noites descansadas que passarão, sem estarem preocupados com a impossibilidade de manter os navios como desejariam! Finalmente, alguém resolveu o problema do ciclo de vida, comprando-o!
Jorge Bettencourt
sábado, 1 de agosto de 2026
Oh DIABO . . . .
Que medo Jesus, à insegurança que se chegou, já assaltam na Assembleia da República gabinetes de queridos (!!!) deputados.
Também António José Seguro se mostrou em Marvão muito preocupado com o assalto ao gabinete de Ventura.
Ocorreu-me um paralelismo com a I República. Época houve em que "Mão Vermelha" e "Formiga Branca" assolaram Lisboa.
Será que algo do género está a crescer na contemporânea Lisboa?
AC
sexta-feira, 31 de julho de 2026
sexta-feira, 3 de julho de 2026
EDP
Num dos seus últimos textos para a revista do Expresso Clara Ferreira Alves "destilou amor" pela EDP.terça-feira, 30 de junho de 2026
Há os casos mediáticos.
A magistrada Maria José Fernandes apontou recentemente o caso BES para criticar o reduzido número de inquéritos e os prazos legais que a maioria considera meramente indicativos, um ridículo detalhe.
A procuradora-geral jubilada Maria José Fernandes criticou a falta de cumprimento dos prazos dos inquéritos por juízes e procuradores.
Em tempos a senhora criticou o andamento do processo Operação Influencer em que Costa esteve ou está embrulhado e foi a sua tábua de salvação para se pirar.
A senhora referiu a questão de prazos legais aplicáveis aos juízes e aos procuradores do MP e, DIGO EU, os tribunais e o MP borrifam-se para o cumprimento disso. Ninguém lhes vai à mão.
A dita procuradora insistiu e insiste em coisas que não lembra o diabo: análises criteriosas, rapidez processual, método no trabalho de investigação, formação profissional, métodos adequados, gestão de tempos, treinar disciplina.
quarta-feira, 17 de junho de 2026
Estava aqui a pensar com os meus botões nas hipóteses seguintes:
sábado, 13 de junho de 2026
Certamente por distração minha não detectei nos canais televisivos nem nos jornais e revistas TUGAS exaustivos comentários e notícias e encómios a isto TÃO PROFUNDO.
terça-feira, 9 de junho de 2026
Foi dia mundial dos oceanos e vai daí, o chefe do PS vai numa de rota pela economia do mar.
Como é seu apanágio, Carneiro irá apresentar o desenho de políticas públicas capazes de reforçar a competitividade, a inovação e a sustentabilidade da economia azul portuguesa. É bonito.
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Da dita notícia onde também abordaram LPM, OE:
A ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, manifestou-se hoje esperançada de que, com mais mulheres em cargos de decisão nas Forças Armadas, seja “mais difícil” haver “pessoas incompetentes” nesses lugares.
Questionada pela agência Lusa, em Beja, sobre declarações recentes do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, acerca da igualdade de género nas Forças Armadas, a governante disse que entendeu a mensagem do Chefe de Estado.
Na terça-feira, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que só haverá verdadeira igualdade entre homens e mulheres nas Forças Armadas “quando chegar aos mais altos postos uma mulher tão incompetente como chega, em vários casos, um homem”.
À margem das comemorações do 70.º aniversário da Força Aérea Portuguesa (FAP), Helena Carreiras disse que o Presidente da República quis sublinhar “a importância do caminho que falta ainda percorrer” para chegar “à igualdade plena”.
“A minha esperança é que o facto de haver mais mulheres a chegar a cargos de decisão possa tornar mais difícil, mais improvável, que pessoas incompetentes cheguem a esses lugares”, acrescentou a ministra.
Creio que não são necessárias palavras, sobretudo adjectivos, para qualificar personagens desta notícia.
sábado, 6 de junho de 2026
GREVE, DIREITO CONSTITUCIONAL
Sim, a greve é um direito constitucionalmente protegido.
E assim deve permanecer.
O que não deve permanecer é a pouca vergonha, a desfaçatez e impunidade de associações sindicais e de vários sindicatos.
Marcaram greve geral para 3 de Junho, uma 4ª Feira. Apenas por uma infeliz distração, a CGTP (UGT não aderiu formalmente à greve geral) não tinha reparado que 4 de Junho era feriado.
Como também, por exemplo em Setúbal, os professores do ensino primário não tinham reparado que o plenário marcado para 2 de Junho, 3ª feira (não ás aulas) era exactamente antes da greve geral.
E os funcionários das escolas não repararam também que a greve convocada para hoje 5 de Junho, 6ª feira, calhava a seguir ao feriado, e fazendo eles greve as escolas não podiam abrir e, portanto, mais um dia sem aulas. Linda semana!
Como dizia o Guterres, é fazer as contas ao extenssíssimo fim de semana para a rapaziada.
Desde o início das aulas em Setembro passado têm sido vários os dias sem aulas. Se não é do "cu" é das "calças".
Estamos a construir um excelente futuro. Mas a CGTP e sicários continuam arrogantemente satisfeitos.
Nas escolas defendem-se coisas interessantes, algumas de facto importantes, mas aulas é que não. Folclore muito, aulas vamos tendo q.b.
ACquarta-feira, 3 de junho de 2026
Às vezes a PJ engana-se.
Entra na casa errada, no prédio errado, no andar errado, na porta errada. Acontece. Um inspetor põe “supermercado” no GPS, vira à esquerda onde devia virar à direita e, quando dá por ela, está dentro da sede nacional do Partido Socialista com um mandado de busca. Quem nunca?
Mas é preciso reconhecer grandeza. O PS colaborou.
E isto, num país tão pouco colaborante, deve ser sublinhado. Porque o normal seria receber a PJ de caçadeira durante as buscas. Colaborar é um gesto de elevação republicana. A PJ entra na sede, pede documentos, computadores, acessos, papéis, talvez uma sala, e o partido, em vez de declarar guerra ao Estado de Direito, faz o impensável: deixa.
É bonito.
Também importa sublinhar que a sede foi alvo de buscas, mas o partido não é visado. A sede, sim. O partido, não.
A sede é que estava ali, parada, suspeita, cheia de paredes. A sede talvez tenha tomado iniciativas próprias. Talvez uma impressora tenha começado a imprimir documentos em nome da autonomia do toner. Talvez um computador, radicalizado por anos de reuniões da Comissão Nacional, tenha decidido guardar ficheiros. Talvez uma gaveta tenha escondido os papéis sem informar o secretário geral.
As sedes são perigosas. Começam por albergar pessoas e, quando se dá por elas, já estão metidas em processos.
O partido, coitado, limita-se a habitar a sua sede nacional, uma entidade independente, selvagem, com vida própria e propensão para a criminalidade.
Ainda assim, enfrentando a própria sede, o partido colaborou!
O PS é muito forte nesta arte de separar o corpo da alma. A sede é o corpo. O partido é a alma. Não tem nada a ver com a sede. Como também não tem nada a ver com José Sócrates, António Costa, Duarte Moral, Manuel Pinho, Miguel Coelho, Costa Gomes, Patrocínio Azevedo e etc. Muitos etc, caso contrário atingiria o limite de caracteres.
A polícia pode entrar nos edifícios e nas pessoas, mas a alma mantém-se juridicamente perfumada. O PS é uma entidade incorruptivel que não tem nada a ver com as pessoas corruptas que, por mero acaso do destino, vão sempre parar aos lugares de topo.
É possível, naturalmente, que tudo não passe de um equívoco. Uma ida à morada errada. Um daqueles enganos em que, por mero acaso, a morada errada coincide com a sede nacional de um partido que, por mero acaso, tem alguma utilidade para uma investigação. São coincidências. A vida democrática é rica em coincidências, sobretudo quando as coincidências vêm acompanhadas por inspectores.
Mas sejamos justos: quem abre a porta à polícia merece reconhecimento. E isso o PS fez.
Quando se tem mandado judicial à frente, há várias opções. Pode-se colaborar. Pode-se colaborar com semblante grave. Pode-se colaborar emitindo um comunicado. E pode-se colaborar sublinhando, com a dignidade de quem separa finamente a poeira do entulho, que não se é visado. Ou então ir buscar a caçadeira. Mas até o PS tem limites. Ali o crime é branco, da cor do colarinho.
A sede, essa, talvez devesse arranjar advogado. E já agora emitir um comunicado a dizer que o visado é o PS e não as suas paredes.
🎻🎻😂🤣
sexta-feira, 29 de maio de 2026
sexta-feira, 22 de maio de 2026
terça-feira, 19 de maio de 2026
REALITY SHOW
Como aqui referi por diversas vezes e nomeadamente quanto a discursos, notícias, eventos, muitas vezes passo os olhos rápida e superficialmente pelas gordas e arquivo, vindo mais tarde a reler, e comentar ou não.
É o que tenho vindo a fazer por exemplo com discursos de António José Seguro, Marcelo Rebelo de Sousa e outros.
Estas linhas para voltar a Aguiar-Branco, o homem do hífen no nome e que antes de ser deputado e agora Presidente da Assembleia da República além de muitos cargos e tarefas e empregos pela advocacia eventualmente Pro Bono em dezenas de cargos sociais, foi por exemplo ministro da chamada Defesa Nacional, coisa que nem ele foi nem nenhum dos seus antecessores. E foi mau ministro.
Com a ligeira excepção de Eurico de Melo, que tinha uma postura pessoal e política e um peso político bem diferentes dos seus antecessores e sucessores, Eurico de Melo foi muito menos ministro da tropa do que na realidade é/ têm sido os sucessivos ocupantes do 7º andar do edifício ao Restelo.
Mas não me interessa o Aguiar-Branco ex ministro da Defesa Nacional. Interessa-me de novo o seu discurso no 52º aniversário do 25ABR74, as suas abordagens a políticos e o "reality show" que prolixamente referiu.
Será que se referia por exemplo a isto?
Ou seria a isto?
Ou seria a isto?
Seria às manobras dilatórias de certo sacripanta?










