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sábado, 13 de junho de 2026

LEÃO  XIV

Desde que foi eleito Papa, este "bispo" americano tem sido incensado por muita comunicação social por todo o mundo Ocidental por vários motivos, e, na minha opinião naturalmente, com bastante razão. 

Mas, ainda na minha e naturalmente discutível opinião, as mais vezes por tiradas tão do agrado do "main stream" e do "wokismo" e do "politicamente correcto", em aparente detrimento do mais profundo do seu pensamento.
O atirar-se a Trump é sempre alcandorado ao supra-sumo da palavra.

Ora a palavra de Leão XIV vai, na minha opinião naturalmente, muito para além das parvoíces de Trump e das vacuidades de certos tugas que se julgam muito relevantes cá e lá fora.

Na nossa vida nunca esquecer várias coisas, designadamente:
- aproveitar a vida, vive-la com dignidade e respeito pelos outros e lei
- a vida contemporânea está prenhe de conjunturas
- olhar sempre para as legitimidades
- olhar a dignidade, solidariedade, compromisso
- não devemos ceder nos valores e princípios e defender com probidade aquilo em que acreditamos
- defender sempre a liberdade e a justiça inteira como referiu Camões
- devemos respeitar minorias, mas nunca aceitar que se sobreponham a maiorias

Isto dito creio que uma das mais importantes afirmações de Leão XIV foi esta:
". . . una ley no alcanza su verdadera grandeza por el mero hecho de haber sido formalmente aprobada: la alcanza cuando, además de ser válida em su forma, puede comparecer ante ja dignidad de la persona y salir de eses examen sin avergonzarse". . . .

Certamente por distração minha não detectei nos canais televisivos nem nos jornais e revistas TUGAS exaustivos comentários e notícias e encómios a isto TÃO PROFUNDO.

Mas lá está, uma esmagadora das nossas elites, políticos, jornalistas, OCS, juventudes partidárias, sindicalistas, inscritos nas várias ordens, etc se fossem a "exame" acham que se sairiam bem.

Na minha obviamente discutível opinião mas é a minha, a desfaçatez e descarada ausência de vergonha na cara IMPERAM.

Bastou ter feito um esforço de cerca de 20 minutos na manhã desta 6ª Feira e escutar e ver o que ia pela Assembleia da República. Lastimável!
Muchachas Tugas e muchachos Tugas, TIEN AVERGONZA.

António Cabral (AC)

terça-feira, 9 de junho de 2026

DESCARADA AUSÊNCIA de VERGONHA na CARA
Foi dia mundial dos oceanos e vai daí, o chefe do PS vai numa de rota pela economia do mar.
Como é seu apanágio, descobriu agora os oceanos, e vai daí vai indicar caminhos ao governo quanto a este tema.

Vai começar o seu périplo pelos Açores, talvez mandado pelo seu presidente Carlos César.

Como é seu apanágio, Carneiro que esteve no rebanho socialista de Costa promete agora ouvir toda a gente, empresários, pescadores, gentes várias.

Como é seu apanágio, Carneiro irá 
apresentar o desenho de políticas públicas capazes de reforçar a competitividade, a inovação e a sustentabilidade da economia azul portuguesa. É bonito.

A par do anúncio da iniciativa Carneiro cuidou hoje de salientar a falta de visão do governo e a sua falta de planeamento ( parcialmente concordo com Carneiro).

E Carneiro descobriu que o mar/ os oceanos é um dos principais recursos do país e que não está a ser aproveitado.
Claro que Carneiro lembrou os grandes esforços de Costa nesta matéria, esforços notórios e notáveis que toda a gente viu!
Ah, Costa estava a dar "centralidade ao tema"

Carneiro afirmou que enquanto líder do PS, quer é dar centralidade política ao tema, que é uma área que mobiliza amplos sectores.
Carneiro propõe-se portanto ser "farol" para Luís Montenegro.

Portanto, temos mais uma vez  Carneiro a apontar rumos ao governo.
Carneiro, porque farol, passará a ser incluído nos livros de ajudas à navegação marítima.

Quem quiser que se dê ao trabalho de pesquisar nos 8 anos e algumas  semanas que decisões estrondosas foram tomadas e que fabulosos sucessos foram obtidos no que se refere à brutal massa oceânica sobre a qual Portugal tem jurisdição. Não me refiro a anúncios!

A descarada ausência de vergonha na cara continua a ser uma marca.
Patético.
AC

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Mais mulheres nas Forças Armadas 
Mais mulheres nas FA tornam "mais difícil" incompetência, diz ministra da Defesa. 
Esta foi uma das inarráveis frases de quem foi durante algum tempo titular da pasta da defesa, Helena Carreiras.

Está numa notícia que tenho arquivada, e com que me deparei durante mais uma das minhas pesquisas nos arquivos dos meus computadores.
Hoje uma pesquisa por tesourinhos deprimentes.
É uma notícia de 1 de Julho de 2022/ MadreMedia / Lusa
 
Da dita notícia onde também abordaram LPM, OE:

A ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, manifestou-se hoje esperançada de que, com mais mulheres em cargos de decisão nas Forças Armadas, seja “mais difícil” haver “pessoas incompetentes” nesses lugares.

Questionada pela agência Lusa, em Beja, sobre declarações recentes do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, acerca da igualdade de género nas Forças Armadas, a governante disse que entendeu a mensagem do Chefe de Estado.

Na terça-feira, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que só haverá verdadeira igualdade entre homens e mulheres nas Forças Armadas “quando chegar aos mais altos postos uma mulher tão incompetente como chega, em vários casos, um homem”.

À margem das comemorações do 70.º aniversário da Força Aérea Portuguesa (FAP), Helena Carreiras disse que o Presidente da República quis sublinhar “a importância do caminho que falta ainda percorrer” para chegar “à igualdade plena”.

“A minha esperança é que o facto de haver mais mulheres a chegar a cargos de decisão possa tornar mais difícil, mais improvável, que pessoas incompetentes cheguem a esses lugares”, acrescentou a ministra.
. . . . . . . . . . .
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Creio que não são necessárias palavras, sobretudo adjectivos, para qualificar personagens desta notícia.
Portugal não está como está por acaso ou por milagre.

Está como está porque, na máquina do Estado, em empresas, na administração pública, nas forças armadas, etc são alcandorados a cargos de chefia mulheres e homens que há muito tinham atingido o princípio de Peter. 

Como é sabido na máquina do Estado incluiem-se os titulares de órgãos de soberania.

Portugal está como está exactamente porque ao longo dos anos temos tido cada titular!

Ou estou enganado?

AC

sábado, 6 de junho de 2026

GREVE,  DIREITO  CONSTITUCIONAL

Sim, a greve é um direito constitucionalmente protegido.

E assim deve permanecer.

O que não deve permanecer é a pouca vergonha, a desfaçatez e impunidade de associações sindicais e de vários sindicatos.

Marcaram greve geral para 3 de Junho, uma 4ª Feira. Apenas por uma infeliz distração, a CGTP (UGT não aderiu formalmente à greve geral) não tinha reparado que 4 de Junho era feriado. 

Como também, por exemplo em Setúbal, os professores do ensino primário não tinham reparado que o plenário marcado para 2 de Junho, 3ª feira (não ás aulas) era exactamente antes da greve geral.

E os funcionários das escolas não repararam também que a greve convocada para hoje 5 de Junho, 6ª feira, calhava a seguir ao feriado, e fazendo eles greve as escolas não podiam abrir e, portanto, mais um dia sem aulas. Linda semana!

Como dizia o Guterres, é fazer as contas ao extenssíssimo fim de semana para a rapaziada.

Desde o início das aulas em Setembro passado têm sido vários os dias sem aulas. Se não é do "cu" é das "calças".

Estamos a construir um excelente futuro. Mas a CGTP e sicários continuam arrogantemente satisfeitos.

Nas escolas defendem-se coisas interessantes, algumas de facto  importantes, mas aulas é que não. Folclore muito, aulas vamos tendo q.b.

AC

quarta-feira, 3 de junho de 2026

PUBLICO  COMO  RECEBI

Às vezes a PJ engana-se.

Entra na casa errada, no prédio errado, no andar errado, na porta errada. Acontece. Um inspetor põe “supermercado” no GPS, vira à esquerda onde devia virar à direita e, quando dá por ela, está dentro da sede nacional do Partido Socialista com um mandado de busca. Quem nunca?

Mas é preciso reconhecer grandeza. O PS colaborou.

E isto, num país tão pouco colaborante, deve ser sublinhado. Porque o normal seria receber a PJ de caçadeira durante as buscas. Colaborar é um gesto de elevação republicana. A PJ entra na sede, pede documentos, computadores, acessos, papéis, talvez uma sala, e o partido, em vez de declarar guerra ao Estado de Direito, faz o impensável: deixa.

É bonito.

Também importa sublinhar que a sede foi alvo de buscas, mas o partido não é visado. A sede, sim. O partido, não.

A sede é que estava ali, parada, suspeita, cheia de paredes. A sede talvez tenha tomado iniciativas próprias. Talvez uma impressora tenha começado a imprimir documentos em nome da autonomia do toner. Talvez um computador, radicalizado por anos de reuniões da Comissão Nacional, tenha decidido guardar ficheiros. Talvez uma gaveta tenha escondido os papéis sem informar o secretário geral.
As sedes são perigosas. Começam por albergar pessoas e, quando se dá por elas, já estão metidas em processos.

O partido, coitado, limita-se a habitar a sua sede nacional, uma entidade independente, selvagem, com vida própria e propensão para a criminalidade.

Ainda assim, enfrentando a própria sede, o partido colaborou!

O PS é muito forte nesta arte de separar o corpo da alma. A sede é o corpo. O partido é a alma. Não tem nada a ver com a sede. Como também não tem nada a ver com José Sócrates, António Costa, Duarte Moral, Manuel Pinho, Miguel Coelho, Costa Gomes, Patrocínio Azevedo e etc. Muitos etc, caso contrário atingiria o limite de caracteres.

A polícia pode entrar nos edifícios e nas pessoas, mas a alma mantém-se juridicamente perfumada. O PS é uma entidade incorruptivel que não tem nada a ver com as pessoas corruptas que, por mero acaso do destino, vão sempre parar aos lugares de topo.

É possível, naturalmente, que tudo não passe de um equívoco. Uma ida à morada errada. Um daqueles enganos em que, por mero acaso, a morada errada coincide com a sede nacional de um partido que, por mero acaso, tem alguma utilidade para uma investigação. São coincidências. A vida democrática é rica em coincidências, sobretudo quando as coincidências vêm acompanhadas por inspectores.

Mas sejamos justos: quem abre a porta à polícia merece reconhecimento. E isso o PS fez.

Quando se tem mandado judicial à frente, há várias opções. Pode-se colaborar. Pode-se colaborar com semblante grave. Pode-se colaborar emitindo um comunicado. E pode-se colaborar sublinhando, com a dignidade de quem separa finamente a poeira do entulho, que não se é visado. Ou então ir buscar a caçadeira. Mas até o PS tem limites. Ali o crime é branco, da cor do colarinho.

A sede, essa, talvez devesse arranjar advogado. E já agora emitir um comunicado a dizer que o visado é o PS e não as suas paredes.
🎻🎻😂🤣

Bom dia, tenham uma boa 4ª Feira
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte.

AC
Da  DESCARADA  AUSÊNCIA  de  VERGONHA  na  CARA

Há criaturas que não têm de facto vergonha na cara.

E quanto a humildade é que de facto não têm mesmo nem 1 grama!

As variadas afirmações e os inarráveis "números " remetem-me sempre para o tipo de estrela (???)  que andava em tempos nas ruas a fazer manifestações acerca dos graves problemas de habitação não cuidando que havia e há quem saiba das suas pantominices em transações imobiliárias.

Enfim, como referem, boas linhas programáticas.
AC

sexta-feira, 29 de maio de 2026

BEM   LEMBRADO

"Os socialistas prometem a abundância para todos, desde que seja um de cada vez, e eles em primeiro lugar" (Arthur Seldon)

O meu problema é que além de muitos socialistas, porque serão muitos mas não todos, nas outras cores ideológicas a coisa não anda diferente.

AC

sexta-feira, 22 de maio de 2026

PRR: Plano vai ser 100% executado se "não houver anormalidades"
O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, defendeu hoje, em Lisboa, que o Plano de Recuperação e Resiliência vai ser 100% executado se, até ao final do ano, "não houver anormalidades"
.
AC

terça-feira, 19 de maio de 2026

REALITY  SHOW

Como aqui referi por diversas vezes e nomeadamente quanto a discursos, notícias, eventos, muitas vezes passo os olhos rápida e superficialmente pelas gordas e arquivo, vindo mais tarde a reler, e comentar ou não.

É o que tenho vindo a fazer por exemplo com discursos de António José Seguro, Marcelo Rebelo de Sousa e outros.

Estas linhas para voltar a Aguiar-Branco, o homem do hífen no nome e que antes de ser deputado e agora Presidente da Assembleia da República além de muitos cargos e tarefas e empregos pela advocacia eventualmente Pro Bono em dezenas de cargos sociais, foi por exemplo ministro da chamada Defesa Nacional, coisa que nem ele foi nem nenhum dos seus antecessores. E foi mau ministro.

Com a ligeira excepção de Eurico de Melo, que tinha uma postura pessoal e política e um peso político bem diferentes dos seus antecessores e sucessores, Eurico de Melo foi muito menos ministro da tropa do que na realidade é/ têm sido os sucessivos ocupantes do 7º andar do edifício ao Restelo.

Mas não me interessa o Aguiar-Branco ex ministro da Defesa Nacional. Interessa-me de novo o seu discurso no 52º aniversário do 25ABR74, as suas abordagens a políticos e o "reality show" que prolixamente referiu.

Será que se referia por exemplo a isto?

Ou seria a isto?
Ou seria a isto?
Ou seria a isto?


Seria às manobras dilatórias de certo sacripanta?

Ou entendeu como "reality show" crescerem milhares de Euros em livros ou pastas de arquivo ou prateleiras de estantes ?

É melhor dedicar-se (legitimamente) às dezenas de cargos em órgãos sociais mas ter talvez mais cuidado com as palavras.

Agora, desde os que lhe viram costas a outros que o não fazem mas vociferam, a jornalistas e etc., tem muitos a espiolharem a sua vida e a descobrir, provavelmente, algumas peças de "reality show".

AC

segunda-feira, 18 de maio de 2026

JUIZ  IVO  ROSA

A fazer fé no que se lê por aí, quer em jornais quer em certos blogues, (só tenho o meu blogue, nada de outras redes sociais) este juiz escreveu uma carta ao Presidente da República e ao Presidente da Assembleia da República. Queixou-se aos salvadores de Portugal, os actuais, como salvadores de Portugal sempre foram os respectivos antecessores.

Antes de prosseguir, e salientando que nada percebo de assuntos de direito, códigos, juízes, magistrados do MP e advogados, a sensação que tenho e de há muito é que aquilo que frequentemente designo por "justiça à portuguesa" é um lamaçal pestilento, lamaçal para o qual muitos dos vários agentes do sistema contribuíram.

E contribuíram à cabeça uns certos senhores de Coimbra e Lisboa que engendraram o sistema de leis e códigos que permite o descaramento que há anos se verifica na Tugolândia.

Naturalmente que posso estar redondamente enganado e até a ser injusto, mas o juiz Ivo Rosa não me parece confiável. Basta-me recordar os vários desaires que sofreram várias das suas decisões e precisamente infligidos por tribunais superiores. Creio que não estou enganado, tribunais, não foi o MP.

Por outro lado, quanto ao MP, do que veio a público já e não apenas do mais recente, do que se passa dentro do MP há certamente muito a criticar e condenar, e se algumas coisas forem exactamente como se diz, tinha de ser esclarecido, é intolerável.

Mas por outro lado ainda, quando vejo certos personagens eriçados com o assunto e defendendo publicamente Ivo Rosa, fico desconfiado.

Como digo acima, não percebo nada destes assuntos mas parece-me curioso que em vez de escrever a presidentes porque não escreveu ao Supremo Tribunal de Justiça, ao Conselho superior da Magistratura, ao PGR?

Se existem fundamentos sólidos porque não se queixa a eles e mesmo ao Tribunal Europeu? Ou a minha habitual distração não detectou isso?

E Ivo Rosa remete-me para Sócrates, que agora anda com processo contra o Estado Português.

Eu bem disse há vários anos que devia começar a meter uns Euros no mealheiro pois vou pagar para o sacripanta. Sacripanta que CURIOSAMENTE, teve sempre uns advogados banais, de trazer por casa. 

Porque será que nenhum dos advogados do regime, nenhum dos fortes tubarões de escritórios famosos, NENHUM patrocinou Sócrates?

Não é curioso, um injustiça, um inocente, um pobretanas? Não diz nada sobre a criatura?

AC

sábado, 16 de maio de 2026

RECORDANDO TESOURINHOS DEPRIMENTES


Quando a então ministra Helena Carreiras pedia aos oficiais do Exército e GNR humildade e discernimento para reconhecer limites

AC

terça-feira, 12 de maio de 2026

MARINHA, ESCOLA NAVAL, 
o MUNDO ACTUAL 

O nosso mundo está cada vez mais tresloucado.
Não sei se é para não destoar que o actual governo vem fazendo certas coisas que hesito em classificar: estupidez, parvoíce, incompetência, desnorte, falta de visão, burrice?

Não tenho dúvidas que para lá de bacoradas genuinamente da sua lavra também vem praticando parvoíces que são viroses herdadas de governos anteriores.
Sim, não estamos como estamos por causa de um ou dois governos. Estamos como estamos por causa de praticamente todos eles.

Vem isto a propósito da "brilhante ideia" de pagar uns euros e dar carta de condução a jovens que queiram ingressar temporariamente nas Forças Armadas. A genial panaceia desta gente para solucionar efectivos nas Forças Armadas.

E por falar em Forças Armadas para começar estou a lembrar-me por exemplo da Marinha, e estou a lembrar-me da enormidade de água oceânica sobre a qual temos jurisdição e nessa perspectiva olho para o que temos na Marinha e na Força Aérea e o que porventura deveríamos ter para vigiar, fiscalizar, controlar essa imensidão de água e os recursos nela contidos.

E resolvi  olhar à história.

E de uma forma muito superficial, recordar o período mais activo dos descobrimentos Henriquinos.
Nessa época não havia escola própria onde se ministrassem os conhecimentos adequados e necessários para ir para o mar.

Muita gente circulava pelas zonas de Lagos e Sagres e redondezas.
Marujada, cartógrafos, astrónomos, etc., sendo certo que a transmissão de conhecimentos era essencialmente ministrada no mar.

Da história se sabe que a 1 de Fevereiro de 1317, por Carta Régia de D. Dinis, foi criada a Marinha de Guerra de Portugal. 
Foi assim iniciado o caminho para criar uma instituição militar que atendesse ao desenvolvimento inerente às crescentes actividades marítimas.

Nesse documento o genovês Manuel Pessanha é nomeado para o comando da frota real.
Foram-lhe dadas as condições para ele organizar uma armada militarmente eficaz, e a Marinha passou a ser e como gradualmente aconteceu uma instituição com papel determinante desde então.

A decisão de D.Dinis mostrou bem a dinâmica que tinha adquirido o comércio marítimo na vida de Portugal.

Anos mais tarde, depois de muitas conquistas e descobrimentos, em 1779  foi criada em Lisboa a Academia real de Marinha, destinada a preparar os oficiais da Marinha de Guerra bem como da marinha mercante e ainda os então chamados Engenheiros do Exército.

Em 1782 foi criada a Academia Real dos Guarda-Marinhas, para exclusivamente formar os oficiais da Marinha Real. O seus alunos constituíam um corpo militar designado "Companhia Real dos Guarda-Marinhas.

Em 1845 e por decreto de D. Maria II, a Academia Real dos Guarda-Marinhas passou a designar-se por Escola naval.
Em 1936 a Escola Naval passou a funcionar nas instalações no Alfeite onde ainda se mantém.

É por demais evidente que no Alfeite existem óptimas condições para ministrar aulas de condução automóvel.

É isto!
A bem da Nação!

AC

quarta-feira, 6 de maio de 2026

 

Espantado com o seu gabinete, o ministro da defesa a brincar enquanto pensava em dar cartas de condução a quem quiser ir para as Forças Armadas.

Portugal não está como está por acaso.

AC

segunda-feira, 4 de maio de 2026

AMIGALHAÇOS
Todos tão amigos. 
Em todos os partidos. 
E todos lembram sempre, "é um partido plural".
AC


Um gesto vergonhoso

O gesto de Pedro Delgado Alves é vergonhoso. Não me venham com palavras emocionadas sobre a extrema-direita salazarista quando temos, na bancada do PS, gente que não sabe estar à altura do mandato parlamentar.
Por que é que esta gente mimada e mal educada não vai de vez para a extrema-esquerda e abandona a loja? Arre!


(Ascenso Simões)

Mais palavras para quê?
Estas são eloquentes

AC

terça-feira, 28 de abril de 2026

Ainda os Discursos - 25 Abril 2026
Não segui a cerimónia de Sábado de manhã pela TV. Andei na rua.
Li depois o discurso do PR Seguro, que aqui já publiquei, de que gostei e comentei.

Li rapidamente e já aqui publiquei o discurso do Pr da AR, sem comentários com excepção de um, no final, a vermelho
Quando me apetecer lá irei procurar os discursos dos partidos políticos por ocasião do 52º aniversário da memorável data - 25 Abril 1974.

Este discurso do Pr da AR que na minha opinião refere algumas verdades que muitos políticos fingem não perceber a começar pela pérola rosa Delgado Alves, tenho-o como um texto estranho, e que comentarei agora.

Para isso o republico mas apenas as partes que inicialmente sublinhei a azul e com o meu único comentário na altura, a vermelho, na linha final.
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. . . . . . . . .
. . a esmagadora maioria dos portugueses quer este regime, gosta do regime. Mas isso não significa que ache que tudo está bem!
. . . . . . . .
. . Aparentemente, só não gosta, ou desconfia dos políticos.
. . . . . . . .
. . . deixem-me aproveitar, já que estamos a terminar estas celebrações para dizer estas coisas inconvenientes e pouco populares.
. . . . . . .
. . . É altura de admitirmos a possibilidade do problema português não ser a Constituição, o capitalismo, o regime, as instituições ou funcionamento da democracia.
O problema pode estar também em nós. Os políticos.
. . . . . . . . . .
. . . Sim. Todos nós já cometemos o pecadilho de assumir que lá fora existe um país real, com portugueses verdadeiros e cá dentro temos um país “oficial” com portugueses de outra estirpe, casta ou elite.
. . . . . . . . .
. . . Sim. De facto, temos cada vez mais políticos que começaram nas juventudes partidárias e continuaram a carreira sem nunca, diz-se, conhecer o dito “país real”.
. . . . . . . . . . .
. . . Quero apenas lembrar que os portugueses podem ter mesmo razão para sentir desconfiança.
Ou que, pelo menos, devemos admitir essa possibilidade.
. . . . . . . . . .
. . . É preciso acabar com a pouca-vergonha das mordomias dos políticos.
. . . . . . . . .
. . . que o serviço público, para atrair os melhores e para ser acessível a todos, ricos e pobres, deve remunerar bem.
. . . . . . . . . .
. . . E, de repente, temos outras portas giratórias. Entre gabinetes e Parlamento. Parlamento e governos. Governos e administração pública. Assessorias e órgãos do Estado.
Em Portugal, temos uma alternância quase plena. Nós alternamo-nos a nós próprios!
. . . . . . . . .
. . . Mas, com os anos, passámos a olhar com suspeita quem escolhe trabalhar ao mesmo tempo que é deputado.
. . . . . . . .
. . . . O nosso trabalho, Senhoras e Senhores Deputados, é alargar o clube da política. Alargar tanto, que deixe de ser um clube.
Para reforço da qualidade da nossa democracia!
. . . . . . . . .
O 25 de abril é presente e futuro.
. . . . . . . . .
Porque o serviço público não pode dispensar os melhores.
Talvez este deva ser o foco da nossa sessão de hoje.
Ou, pelo menos, devemos admitir essa possibilidade.
Disse.

E acrescento Eu, viva o 25 de Abril, viva Portugal.


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Também estou convencido que a maioria dos portugueses se sente bem no actual regime mas, tal como eu, tristes e desiludidos pois está mal muita coisa.
Agravaram-se desigualdades por exemplo. 
Portugal continua a escorregar para o fundo da tabela olhando aos países todos da Europa, sejam ou não da UE.

De quem é a culpa?
É do 25 de Abril de 1974?
NÃO, NÃO É!

A culpa é de vários ou mesmo muitos dos que se serviram dos cargos para que foram eleitos e nomeados seja, titulares de órgãos de soberania, autarcas, chefias as mais diversas da pesada máquina do Estado.
E na esfera privada, na banca, em muitas instituições, houve muita gente que também têm ajudado a chegarmos onde desgraçadamente estamos.
Foi quem considerou Portugal a sua quinta, foram e continuam os donos disto e daquilo, os donos disto tudo, o que quiserem.

SERVIRAM-SE, em ver de SERVIREM a comunidade /sociedade portuguesa.

Tenho em péssima conta vários políticos. Presumo que não sou só eu. E não vou perder tempo agora a repetir o que tenho escrito inúmeras vezes (ainda o fiz de novo há poucos dias) sobre a importância da democracia, dos partidos políticos, da comunicação social etc.

Quando Aguiar-Branco afirma - É altura de admitirmos a possibilidade do problema português não ser a Constituição, o capitalismo, o regime, as instituições ou funcionamento da democracia. O problema pode estar também em nós, os políticos  - qualquer pessoa honesta reconhece que muitos políticos têm sido parte dos problemas.

Quando se refere o "país real" parece-me uma evidência que há muita razão nessa ponderação.
Basta olhar para o indignado Delgado Alves e ir verificar como foi até agora a sua vida.

E para não referir apenas políticos, olhemos para o CEJ onde desde há anos se formam magistrados. 
Com que idadezinha ficam magistrados?
Pois . . . . . ficam magistrados quando já angariaram imensa experiência de vida . . . não é verdade ?

Portanto, aos indignados como Delgado Alves em vez de falarem para a Lusa e viraram as costas a quem discursa não faria mal nenhum admitir a possibilidade de muitos políticos serem há décadas parte dos problemas que até hoje se arrastam.

Já agora, porque que é que Delgado Alves não virou as costas também  ao PR Seguro pois falou também do tema ?
É porque é da cor e Aguiar-Branco é da direita?  

Muitos portugueses sabem de pouca-vergonhas e de mordomias de muitos políticos e designadamente de deputados. 

Será que o deputado Delgado Alves não ouviu falar nas viagenszinhas em económica depois de terem trocado o bilhetinho de avião a que tinham direito em Executiva/ 1ª classe? 
E que tal o actual e inarrável governador do Banco de Portugal e as suas acçõeszitas?

O serviço público é mal pago. Sabe-se há muito. 
É por isso que ao longo dos anos têm arranjado disfarçadamente umas atenuantes. Em vez de enfrentarem o problema, com dignidade, com racionalidade, com rigor e decência.

Muito bicho careto tem pópó oficial.
As ajudas de custo e as verbas para despesas de representação são uma ajuda, uma atenuante. E nem falemos na percentagem dos que, tadinhos, têm de receber uma grande ajuda pois vivem muito longe!

E toda a gente sabe que é verdade a existência das diferentes e diversas portas giratórias.

"Nós alternamo-nos a nós próprios" - disse Aguiar-Branco e aqui, Delgado Alves podia ter gritado - eu nunca mais fui "jotinha" e nunca mais voltei para uma junta de freguesia!

O Pr da AR disse outras coisas.
Uma que me parece adequada - O 25 de abril é presente e futuro

Porque o serviço público não pode dispensar os melhores - também afirmou, e concordo absolutamente.

Mas este discurso do nº 2 na hierarquia do Estado é para mim um pouco estranho.
E começo pelo final. Tal como o Presidente Seguro não terminou como creio seria adequado - viva o 25 de Abril, viva Portugal.

Demasiado paleio para referir o tema que decidiu escolher para o 52º aniversário da memorável data - 25 ABRIL 1974.

Mas será que o financiamento dos partidos políticos é o problema maior da nossa democracia, da nossa história recente?

É o financiamento dos partidos políticos a causa maior para,
- a questão da habitação, da saúde, da educação, 
- do emprego, da fuga de muitos para o estrangeiro, 
- do descontrolo da imigração, 
- o estado do sistema de justiça, 
- da continuação de nada se saber da ONU quanto ao nosso pedido de alargamento da plataforma continental feito em 2013, 
- das nossas fragilidades estruturais, da nossa indústria, 
- da nossa economia, 
- do estado das forças de segurança, ou das Forças Armadas, 
- das baixas pensões, do estado de muitas vias rodoviárias, 
- do desordenamento do território, 
- dos problemas da CP ou da TAP, 
- das carências no âmbito da cultura,
- dos problemas no âmbito de creches e lares para os nossos ascendentes,
- dos incêndios e da proteção civil, 
- do estado da comunicação social, ETC. 
- ETC. ETC. ETC. ETC. ETC ?

Obviamente (opinião pessoal, naturalmente) senhor Pr da Assembleia da República que o financiamento dos partidos políticos está longe de ser uma coisa clara. Decente.

E temos ainda muitas telenovelas como no âmbito da "Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP), ou da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA), ou decisões do Tribunal Constitucional, ou as (não) nomeações para diversos órgãos do Estado, ou legislação vária discutível ou até por regulamentar, para não falar no Código do Procedimento Administrativo que em Portugal serve para muita gente no Estado e fora dele limpar o rabo.

Senhor Doutor Aguiar-Branco disse que achei o seu discurso estranho.
Sabe porquê?

Porque sou medianamente educado.
E também por isso lhe digo que se eu tivesse estado no Parlamento quando discursou não me levantava e nem lhe virava as costas. 
Ficava sentado, e não aplaudia.

Depois, enviava-lhe uma carta pessoal a manifestar as minhas discordâncias.
Seria assim, não sou mal educado.

António Cabral (AC)

domingo, 19 de abril de 2026

PORTUGAL, que Estado é o nosso ?

Que estado é Portugal, hoje, um Portugal que foi crescendo em quase tudo desde 25ABR74 até mais ou menos 1991 e, daí para cá, foi sempre a descer? 
É a minha opinião naturalmente!

Um Estado de hiper garantias escritas e onde umas quantas criaturas implicitamente aplaudem as poucas vergonhas dilatórias.

Um Estado dotado de uma Constituição muito razoável mas onde quase só lá falta inscrever as horas para cumprir as funções básicas do corpo humano por parte dos titulares dos órgãos de soberania.

Um Estado com aplicação diferente do direito sobre os cidadãos consoante seja o cidadão comum ou alguém das ditas elites.

Um Estado em que certos titulares de órgãos de soberania fazem gosto em constante e publicamente agredir os cidadãos comuns com as suas vaidades e projectos pessoais como se vem confirmando.

Um Estado de frequentes poucas vergonhas legislativas presente a comparação entre o que se legisla e o que muitas vezes finalmente é publicado em DR. 
Para não falar das prioridades que colocam em discussão parlamentar atentas as dificuldades das famílias.

Um Estado em que apesar das imensas melhorias na sociedade pós 25 de Abril de 1974 se continua a poder dizer imensas vezes que, grassa muita corrupção (no Estado Novo também havia), há muita incompetência na máquina do Estado/ administração pública/ titulares de órgãos de soberania, que está desarticulado, é globalmente incapaz, e sofre de imensa e insuportável burocracia.

Um Estado que continua a não proteger a sério os mais desfavorecidos.

ETC, a lista é muito longa.

Para os que entendem que eu é que sou azedo recordo alguns exemplos apenas:
* passaram dois meses sobre a eleição presidencial de 8 de Fevereiro e por todo o lado permanece o lixo eleitoral. Farto-me de ver Ventura Seguro, Cotrim, o insuportável Mendes a anunciar o valor da sua experiência, etc.
Se nem com isto o país lida adequadamente . . . . 

* há um ano que a Provedoria de Justiça está sem titular; recordam-se de algum comentário público de Marcelo Rebelo de Sousa sobre isso? Recordam-se das pressões dele sobre isso e os outros cargos que continuam vagos? E a palhaçada recente na votação para esse cargo?

* O comboio de tempestades já passou há várias semanas; vão verificar como estão as pessoas comuns, as fragilizadas, como foram socorridas, de facto. O Presidente Seguro andou agora por certas zonas mas os efeitos são basicamente políticos. Ah, quer um relatório!

* O andamento inqualificável do processo Marquês e de outros. Cada vez tenho mais a certeza que ainda vamos indemnizar o sacripanta.

* Propaganda eleitoral, todos os dias. Prometem sempre o que antes não fizeram. Carneiro é um dos mais recentes e inarráveis exemplos. As declarações sobre a sua ida à Venezuela, ou depois da recente audiência em Belém, são eloquentes.

* Discursos, longos, lindos, grandiloquentes, exaltantes! 
Como se vão ouvindo do PS, do PSD/ Governo este agora com videos absolutamente deprimentes e patéticos, é a minha opinião, naturalmente. 
Seguro vai num tom aparentemente diferente mas . . . é melhor aguardar.
É sempre a mesma coisa, dizem sempre que contam connosco e que podemos contar com eles. Tem-se visto!

* A CRP tem lá tudo aquilo a que tenho direito.
Continuo a dar por falta de várias coisas.

É  CERTAMENTE  CULPA  MINHA!

Bom Domingo.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. Boa sorte.

António Cabral (AC)

quarta-feira, 1 de abril de 2026

LEIO  nos  OCS,
que o ministro Castro Almeida disse que apenas 10% das 30 mil candidaturas a apoios foram aprovadas. Leio também e parto do princípio qe será real, as seguradoras afirmam já ter distendido 260 milhões de Euros!
Leio ainda que o governo pretende ter concluídos os processos de apoio financeiro às habitações afetadas pela tempestade Kristin até ao dia 30 de Junho presumo que o próximo, mas com esta gente é sempre de esperara tudo.
Além disto parece que o tal ministro reconheceu que existe um atraso elevado nestes processos..

Certamente que será por deficiência minha mas perante o cenário presente e por tudo aquilo que o próprio reconhece, esta criatura ri-se de quê? 

SIM, DE QUÊ ?
Patético!

AC

segunda-feira, 30 de março de 2026

VISEU - Ex - Cavaquistão
O  CONGRESSO  do  PS

Para além dos discursos disparados da tribuna, nos corredores/ bastidores, nos jantares, nas televisões e nos cafés, Isabel Moreira, Mariana Vieira da Silva, Duarte Cordeiro, Ascenso Simões e tantos  outros terão desabafado/ vociferado vários comentários sobre o rumo do partido, sobre o estilo de Carneiro etc.

Do que me apercebi até agora Ascenso Simões foi dos duros e directos.
Claro que Carneiro não deve ligar muito a isso pois ninguém lhe tira dois aninhos para se mostrar, prometer, passear, comentar, anunciar  tudo aquilo que o PS naqueles maravilhosos 8 anos e semanas também anunciou e pouco realizou.

João Soares por exemplo afirmou na TSF nesta 2ª Feira ter sido um congresso muito participado, inovador, fantástico, e apesar de no passado recente ter apoiado Pedro Nuno Santos e não Carneiro, agora diz que sem sombra de dúvidas Carneiro é o homem que o PS precisa, Carneiro não é líder a prazo.

Deixo aqui uma de Ascenso Simões 

«O PS é um partido velho, o congresso foi um congresso triste e o discurso de José Luís Carneiro foi um discurso ao lado.»

Junto ainda umas pequenas recordações do vigarista político que conseguiu superar o professor. Apenas pelo gosto de observar promessas cumpridas ou como dizia uma criatura que de que não me recordo o nome dizia - palavra dada palavra honrada.

A desfaçatez e a descarada ausência de vergonha na cara surgem-nos com diferentes caras.
Esta é uma delas.

AC
A REALIDADE da VIDA,
CIÊNCIA, POLÍTICA, ESTRATÉGIA, ESTADO

A ciência política estuda a política.
A política em si mesma não é uma ciência, é uma actividade humana.
Tem por objecto a conquista do poder no âmbito do Estado e a sua  manutenção e o seu exercício.

A política talvez se possa considerar de alguma forma o limite superior da estratégia, é uma doutrina de fins, enquanto a estratégia é uma doutrina de meios e independente de qualquer referência ideológica.

Por grande ignorância, à mistura com doses avultadas de arrogância, incompetência, imoralidade e ausência de ética é que se está no descalabro actual (opinião pessoal, naturalmente).
Descalabro actual que é fruto de décadas perdidas.

Muitos enchem a boca com a estratégia!
Estratégia, impulso reformista, casas para todos daqui a dez anos, reformas, reformas, reformas.

Perceberão alguma coisa de estratégia, a sério ?

Quando estão formalmente no poder prometem e não fazem, PS e PSD, e sobretudo PS, basta ver os extraordinários 8 anos e semanas.

PS então tratou de engordar o execrável Chega, que está na AR por escolha legítima de muitos dos meus concidadãos mas, repito o que venho dizendo, considero que escolheram mal. 
Tem que democraticamente respeitar-se, mas considero que escolheram mal.

Até porque porque me lembro disto - "entre os homens e as coisas estão as palavras; Quem usa as palavras supondo que são as coisas, ou quem usa as palavras pensando que são os homens, ilude-se; Mas também quer iludir os outros".
 
Continuam a iludir-nos, TODOS, do Chega ao PPP, mas o trágico é que imensos dos meus concidadãos vão na conversa.

AC