Mostrar mensagens com a etiqueta Ascenso Simões. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ascenso Simões. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Um gesto vergonhoso

O gesto de Pedro Delgado Alves é vergonhoso. Não me venham com palavras emocionadas sobre a extrema-direita salazarista quando temos, na bancada do PS, gente que não sabe estar à altura do mandato parlamentar.
Por que é que esta gente mimada e mal educada não vai de vez para a extrema-esquerda e abandona a loja? Arre!


(Ascenso Simões)

Mais palavras para quê?
Estas são eloquentes

AC

segunda-feira, 30 de março de 2026

VISEU - Ex - Cavaquistão
O  CONGRESSO  do  PS

Para além dos discursos disparados da tribuna, nos corredores/ bastidores, nos jantares, nas televisões e nos cafés, Isabel Moreira, Mariana Vieira da Silva, Duarte Cordeiro, Ascenso Simões e tantos  outros terão desabafado/ vociferado vários comentários sobre o rumo do partido, sobre o estilo de Carneiro etc.

Do que me apercebi até agora Ascenso Simões foi dos duros e directos.
Claro que Carneiro não deve ligar muito a isso pois ninguém lhe tira dois aninhos para se mostrar, prometer, passear, comentar, anunciar  tudo aquilo que o PS naqueles maravilhosos 8 anos e semanas também anunciou e pouco realizou.

João Soares por exemplo afirmou na TSF nesta 2ª Feira ter sido um congresso muito participado, inovador, fantástico, e apesar de no passado recente ter apoiado Pedro Nuno Santos e não Carneiro, agora diz que sem sombra de dúvidas Carneiro é o homem que o PS precisa, Carneiro não é líder a prazo.

Deixo aqui uma de Ascenso Simões 

«O PS é um partido velho, o congresso foi um congresso triste e o discurso de José Luís Carneiro foi um discurso ao lado.»

Junto ainda umas pequenas recordações do vigarista político que conseguiu superar o professor. Apenas pelo gosto de observar promessas cumpridas ou como dizia uma criatura que de que não me recordo o nome dizia - palavra dada palavra honrada.

A desfaçatez e a descarada ausência de vergonha na cara surgem-nos com diferentes caras.
Esta é uma delas.

AC

domingo, 15 de março de 2026

Ascenso Simões: "Ao fazer um Congressozinho José Luís Carneiro demonstra medo".
Antigo governante do PS aconselha José Luís Carneiro a largar a "vidinha de pedir licença para existir". Ascenso Simões diz que partido não tem condições de ir a votos nos próximos anos.
12 mar. 2026 (Observador)

Uma adivinha para entreter: 

Ascenso votou em Carneiro ou na abstenção?

AC

sábado, 23 de agosto de 2025

ELEIÇÕES. 
E o PS ? Ascenso Simões.

Um mês depois das eleições legislativas antecipadas de 18 de Maio passado, em que o PS teve uma hecatombe, e recordando o pouco que foi dito e os silêncios de alguns dos seus dirigentes de topo nessa noite e dias seguintes, não há/ houve reflexão conhecida.

O que se tem assistido é um sucessivo lutar de Carneiro, extremando posições tendo em conta as alas esquerdistas dentro do partido. O homem calmo e educado foi-se em boa parte. Imagino a sua luta interior, por causa dos extremistas à sua esquerda, e mais o Chega.

A triste e trágica realidade das últimas semanas, em que tem vindo à superfície quer o balão cheio de ar que é este governo quer a continuada e lastimável actuação pública do inquilino em Belém, e Carneiro a EXIGIR, mostra claramente que continuamos no mesmo lamaçal a que muitos chamam política.

Fui reler um texto de um socialista que nunca apreciei, mas que escreveu umas palavras curiosas.

Ascenso Simões

As legislativas foram há um mês. O país vive a ressaca e os partidos das esquerdas parlamentares ainda não têm todas as respostas para o acontecido. Apesar de não estar recuperado da pancada, aproveitei as minhas andanças pelo país e não parei enquanto não encontrei algumas justificações para os resultados.

Comecei em Santa Marta de Penaguião, passei por Mangualde, caminhei por Salvaterra de Magos, segui por Sesimbra a caminho de Moura e terminei em Olhão.

Atravessei território onde o PSD cresceu, o Chega chegou mesmo a ser o partido mais votado e o PCP desapareceu. Sentei-me em cafés, tascas e restaurantes destas terras e pedi às pessoas para que elas me permitissem perguntar o que acharam das últimas eleições, o que esteve na base da mudança significativa do quadro político português.

Não lhes vendi a minha cartilha, só fui fazendo cinco universos de perguntas.

As questões, olhando sempre o interlocutor, andaram à volta do seguinte: 1ª Gostou do trabalho da Geringonça? Acha que foi boa para o país? 2ª O que recorda dos governos do Dr. António Costa? 3ª O que achou de termos ido para eleições? A questão de Luis Montenegro era mesmo importante? A AD está a fazer um bom trabalho? 4ª Em que falhou Pedro Nuno Santos? Quais foram os erros principais que cometeu? O PS vai conseguir recuperar? O que deve fazer para voltar a ser um dos partidos centrais do sistema político português? 5ª O Chega é mesmo um partido para levar a sério? O Bloco vai renascer, ou o Livre vai ser o “albergue” da outra esquerda?

Deixo, neste texto, as respostas que mais ouvi sobre cada tema.

A Geringonça foi um período governativo que mereceu o agrado inicial de uma parte considerável da população. Portugal saía das amarras da troika e os portugueses acharam que, com mais dinheiro no bolso, estavam num tempo novo. Só que dar dinheiro não é afiançar a perenidade dos votos. A Geringonça não garante, nos dias de hoje, boa lembrança porque os partidos à esquerda do PS reprovaram o Orçamento de 2022, o país foi a eleições, houve uma maioria absoluta, o governo socialista entrou numa sucessão de casos e terminou com um chefe de gabinete do PM a guardar dezenas de milhar de euros no Palácio de São Bento. É isto que as pessoas recordam, sem elaborações, sem mas nem meio mas.

Os governos de António Costa tiveram vários momentos, foram identificando os meus interlocutores. A pandemia e a crise inflacionista foram relevantes e razoavelmente tratados. Mas o que leva a que as pessoas já se tenham esquecido disso? Vão ficar surpreendidos, mas o que hoje mais se comenta e afirma é muito simples – Costa queria ir para Bruxelas e deixou o país a arder. Não são argumentos elaborados sobre as decisões tomadas ou os erros graves cometidos. Muitos milhares de portugueses arrependeram-se de terem votado no PS, em 2022, logo no dia seguinte às eleições, e foram deixando este partido para trás. Foi este contentor de insatisfações que fez crescer o Chega até 50 deputados em 2024 e até 60 em 2025.

Agora sobre os últimos quatro meses. Os portugueses não queriam eleições. Uma grande parte do povo encara o PS e as suas últimas governações identificando casos graves. De forma legítima ou não, olham para este partido e vêm muitos casos de “interesseirismo”. Custa a ouvir, mas isso está hoje colado ao punho que se apresenta no boletim de voto. E não é só a nível nacional, é muito, também, nas autarquias locais. E, num país que tem das mais altas taxas de fuga ao fisco e de economia paralela, quem é que acharia que a imoralidade de Montenegro seria uma coisa muito grave?

Assim, a questão do primeiro-ministro era importante, mas para que os portugueses pudessem ter olhado com vantagem para o PS, este devia ter sido o campeão das iniciativas legislativas relativas ao combate às influências e à corrupção, devia ter olhado para dentro e ter sido implacável com quem já foi acusado nesse universo de crimes. Mas não foi.

A generalidade das pessoas não acham que Montenegro seja um às, mas é verdade que resolveu um conjunto de dossiers que Costa tinha deixado. O antigo líder do PS decidiu contrariar uma regra básica da política – não estar em conflito com toda a gente. Pôs professores, oficiais de justiça, polícias, militares, médicos, enfermeiros, e outros mais, em pé de guerra. Montenegro está lá, foi resolvendo com o dinheiro que lhe deixaram, ainda não teve casos graves vindos de ministros, a coisa não é famosa, mas também não é igual ao último ano do governo anterior. Por isso devia continuar, dizem.

As pessoas com quem falei não tinham respostas elaboradas sobre o que falhou com Pedro Nuno. A primeira reação é – não gosto dele. Muitos falam na sua inflexibilidade, outros ainda, que ele é de um “PS esquisito”. O líder que sai teve uma taxa de reprovação muito superior à votação que o PS teve, muitos socialistas votaram no símbolo e não no líder. E eu lamento muito, até porque Pedro Nuno é um bom ser humano e um político capaz. Sentado no Café Tinto em Olhão, ouvi: “Ele não é o único nem o maior responsável do crescimento do Chega. O mal vinha sendo feito desde 2019.”

E quando se pergunta quais foram os principais erros que ele cometeu, a primeira grande referência é a decisão sobre o aeroporto. Depois há as trapalhadas da TAP e, por fim, a ausência completa de programa e de propostas credíveis. Nem pessoas competentes ele conseguiu apresentar para um possível governo, disseram-me...

Em Moura ouvi uma senhora que me disse: “Os socialistas abandonaram-nos. Só falam da cidade, dos problemas dos grandes. Nós estamos aqui esquecidos, não temos transportes, não temos médicos, não temos nem crianças e nem sequer o padre vem aqui. Temos medo, não há segurança, ninguém quer saber de nós.” O esquecimento de territórios e de milhões de pessoas, que deixaram de estar no discurso político, esse Portugal esquecido é campo fértil para a direita radical e populista.

Durante este mês, as pessoas foram-me dizendo que o PS vai conseguir recuperar. Muitos deixaram de votar socialista porque não queriam mais lembrar-se da parte final da governação de Costa e não entenderam a direção que sai.

Foi quase unânime a consideração de que o Chega é um partido que deve ser levado a sério. Sendo hoje a segunda força parlamentar, a maioria dos que ouvi e principalmente os que ainda votaram no PS, esperam que seja tão combatido com o silêncio e com o desdém, como com calma e com exemplo. Para voltar a ser relevante no sistema político, o PS não pode aumentar ainda mais a sua derrocada ao passar os dias em berraria com aquela gente.

Os portugueses têm hoje com Mortágua, e com as figuras cimeiras do Bloco, uma reduzidíssima compatibilidade. Ao candidatarem os fundadores, sem que tivesse havido qualquer recuperação eleitoral, e sim o quase desaparecimento, foi todo o partido, desde o nascimento até hoje, que implodiu. Nos concelhos que no início do texto indiquei, já quase não havia BE, mas foi o extremismo e a falta de graça que o fizeram descer a quase zero. Temos agora, no parlamento, não um bloco mas um Pinoco de Esquerda, como ouvi no café O Careca em Salvaterra, município onde este partido já governou a câmara.

Também me disseram que o Livre é um partido de um homem só, como o Chega. Tavares, como demonstrou na campanha, estará a fazer o caminho para chegar ao Governo, para acertar as contas com a sua circunstância. Diz-me, com um sorriso maldoso, o mais velho dos empregados do restaurante O Velho e o Mar em Sesimbra: “Fará tudo o que for preciso para telefonar à mãe e dizer – já sou ministro!”

Poder circular por este nosso Portugal em trabalho é uma sorte que tenho. Confesso que não fiquei muito esperançado com tudo o que fui ouvindo. Porém, pareceu-me que as pessoas ainda têm com o PS um sentimento de pertença, mesmo os que não são socialistas. E mais, têm mesmo uma dívida de gratidão. Talvez seja esse sentimento, que se aproxima da nostalgia, o mais relevante deste mês de deambulações.

Duvido que a maioria dos portugueses não esteja já num estado de grande cansaço e de revolta muito grande à conta desta gente toda, de todas as cores.
Aguardemos pelas autárquicas. 

Creio que será um bom teste para avaliar, cumplicidade, gratidão, sentimento de pertença, empatia, revolta, quem se lembra a sério da governação de 8 anos de Costa, quem tem presente o somatório dos disparates do último ano e meio.
Aguardemos.

António Cabral (AC)

quarta-feira, 6 de novembro de 2024

NUNCA TIVE SIMPATIA
Nunca tive simpatia pelo político Ascenso Simões.  Tem um estilo a roçar o trauliteiro.
Mas concordo totalmente com o que parcialmente aqui reproduzo do seu texto no jornal Público.
Sublinhados da minha responsabilidade.
AC

Dizer que o PS fala a linguagem do Chega é um insulto
Ascenso Simões

Ana Sá Lopes publicou nesta segunda-feira um artigo em que, partindo de um texto meu no Facebook, afirma que o Chega está a ganhar na campanha autárquica do PS.
Trata-se de um insulto ao PS e aos seus militantes que não pode passar em claro.
. . . . . . . .
Num Estado de direito, a paz social, a segurança, a ordem pública são centrais. Para isso, temos de fazer duas coisas — encontrar as “penalizações adequadas” para quem põe em causa esses valores e não esquecer os que são vítimas
. . . . . . .
 A questão a ponderar é se a nossa ação/inação, na defesa das poucas dezenas que praticaram crimes, não está a fazer com que muitos milhares se sintam desprotegidos, dececionados, desiludidos com o país em que vivem, levando a que abandonem os partidos moderados e sigam nos argumentos da extrema-direita.

Os socialistas sempre foram o equilíbrio entre o humanismo e a integração, de um lado, e a segurança e a ordem pública, do outro. É isso que pacifica as sociedades. O que tem levado a que os partidos socialistas percam o apoio dos povos é o facto de deixarem de falar para as grandes massas anónimas e fecharem-se em agendas impercetíveis, por vezes ultraminoritárias,
. . . . . . . . 
O que está a acontecer no PS é que uma minoria muito reduzida e intemperada está a limitar todos os que não pensam como ela, . . . . . . . . . . . . 
O PS deve estar onde sempre esteve. Deve ser o partido que entende os países que existem dento do país, que fala com linguagem simples, para todos, que não cesse na transformação da sociedade sem arrogância.

sexta-feira, 19 de novembro de 2021

MINUSCA, MIRÍADE, FARSAS, MENTIRAS

Volto à carga, 99,9999 % dos meus concidadãos não tem o mínimo interesse nas questões de segurança, defesa (DN), Forças Armadas (FA). Dito de outra forma, ZERO absoluto, desprezo total por coisas de tropa (como depreciativamente a esmagadora maioria dos cidadãos comuns se refere a estes assuntos). E estou convicto que não serão muitos os militares que a sério se interessem pela MINUSCA, pela MIRÍADE, e menos ainda pelo sr Cravinho (MDN).

Violentando-me, e muito, sentei-me nesta sexta-feira em frente ao televisor durante um pouco mais de 3 horas, a ver e ouvir o sr Cravinho, os  chefes militares (Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas/ CEMGFA e Chefe do Estado-Maior do Exército/ CEME) chamados à Assembleia da República (AR) e os deputados da Comissão de Defesa Nacional.

Agora não tenho tempo para me alongar, voltarei ao assunto com brevidade. Deixo apenas um registo breve das minhas impressões sobre esta tarde. Péssimas impressões.

Vários dos palradores / deputados confundem desejos com realidades. O representante do BE cumpriu um dos mais deploráveis papeis a que tenho assistido na AR.

As deputadas do PS, sendo a campeã uma tal Lara Martinho, desempenharam-se daquele triste papel "his master voice" num registo patético lamentável. Uma completa ausência de categoria oratória parlamentar, uma atroz ausência de argumentação, estou em crer que o próprio Cravinho poderá ter ficado espantado aqui ou ali.

Do PCP, PSD e CDS, não vi surgir nada de extraordinário. Cada um a seu modo, frisaram e a meu ver muito bem, que estava ali em causa apenas e só uma questão política, e inerentes perguntas e argumentos sobre a decisão política de Cravinho de ficar calado e nada ter sussurrado ao PM. Este, provavelmente, talvez tivesse dito alguma coisa ao repórter - mor da Nação.

Para qualquer cidadão comum que não vire as costas aos problemas da sociedade, sejam de que natureza forem, é evidente que nesta história há coisas que pouco se percebem, e mesmo se estranham. Há certamente uma mentirinha aqui e acolá. O CEMGFA procurou ser detalhado, mas esqueceu-se de explicar porque, estando forças nacionais (FND) naquela zona de África desde 2017, havendo há tantos anos forças nacionais empregues em outras áreas de conflitos, porque é que as normas de controlo no aeroporto de figo Maduro não são há anos apertadíssimas. Ele bem tentou explicar que depois de Março de 2020 o controlo foi apertado, tal como o CEME tentou por mais de uma vez explicar os seis meses de preparação/ aprontamento de forças antes de serem deslocadas para teatros de operações. Tiveram sorte, porque os deputados do BE, PCP, CDS e PSD não lhes colocaram esta óbvia pergunta.

Depois, o sr Cravinho informou que nunca pediu pareceres jurídicos, que não existem, nem se baseou em pareceres jurídicos. Esqueceu-se de dizer se indicou a Marcelo que o seu silêncio se baseou em pareceres jurídicos ou se não referiu nada disso a Marcelo. Ficaríamos a saber quem mentiu ou se mentiram os dois, sendo esta segunda hipótese a mais provável. Basta analisar a sucessão de afirmações inacreditáveis do comentador Marcelo (pareceres, opiniões, etc.). 

Sendo por agora o mais breve possível, uma vez mais temos uma situação caricata, com um incompetente na berlinda, com o Presidente que começa a estar como aquela bruxa ou fada má que contavam aos meninos e meninas nos anos 50 do século passado - abre a boca saem sapos, contras e lagartos.

Tudo isto um nojo. E depois chegam uns parvalhões a dizer que colocar dúvidas, querer esclarecimentos, querer verdades, é tudo um ataque à FA, FA de que eles tanto se orgulham. São os tais orgulhosos deputados a bater no peito e, antes e depois das tiradas como hoje de tarde, sempre a cortar nas verbas e outras coisas para as FA. Umas jóias de criaturas.

Cereja em cima deste podre bolo, o sr Ascenso Simões, a tratar os portugueses como de costume, como se fossemos todos muito burros. Aquela dos 313 processos é inolvidável. Virei a isso.

AC

terça-feira, 9 de março de 2021

O Simões NÃO DEVE TER APRECIADO
Pelas 12:08, os túmulos do poeta Luís de Camões e do navegador Vasco da Gama receberam coroas de flores por parte do constitucionalista e ex-comentador político, de 72 anos, que ajeitou as fitas simbolicamente, seguindo-se uma “Homenagem aos Mortos em Defesa da Pátria”, cumprindo-se um minuto de silêncio.
AC

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

CONCEITOS
Cada um tem os seus......
Uma das curiosidades da palhaçada presentemente envolvendo este militante do PS é que parece cada vez mais BE.
Será por isso, também, que César faz queixa dele?
Ou, sobretudo, porque já sabe da parte de COSTA, que o tempo em que o ex-MAI e os seus ex-secretários de Estado se abraçavam em público aos pulinhos, já passou á história?
António Cabral (AC)

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

NÃO DEU PULINHOS, mas sempre a pensar no "chefinho"
"A comissão que selecciona os finalistas a cargos dirigentes do Estado (a Cresap) não vai acabar, mas a sua intervenção pode ser reduzida. Ascenso Simões, o deputado do PS que fez a primeira intervenção da comissão parlamentar sobre o assunto, defendeu que cargos de confiança política devem escapar a concursos, como já aconteceu no passado".
Nem é preciso mais palavras, nem fazer um desenho, só não percebe quem...........
AC

sábado, 4 de junho de 2016

DANTES DAVA  PULINHOS E AGARRAVA O CHEFE, AGORA....
Lembro-me como se fosse hoje, ter visto Ascenso Simões (AS) mostrado pelas TV aos pulos à volta de António Costa. Já não recordo o motivo. Não estou certo, mas creio que outro senhor que estava  nessa caricata cena era José Magalhães, mais constrangido, se recordo bem.
AS  diz agora no jornal Público, que acabo de ler via NET, que nem tudo está bem (palavras minhas) com o PM e com o Governo.
No meio disto tudo, também acho interessante, sempre interessante, o palco que os media dão a certos personagens.
Não sou adivinho, mas cheira-me que António Costa  nem vai conseguir dormir nas próximas noites à conta destas antigas amizades (lacaios?).
AC