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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

DEPOIS de, ONTEM na TVI, e ENTREVISTA no EXPRESSO
Sobretudo BE mas também PCP e acólitos melancia, devem estar a pensar exactamente assim - mas como é que aquele gajo foi lá parar? Fomos nós?
AC
Ps: A explicação, clara como água, que Costa deu sobre o não dar lugares em governo a Catarinas e outros, fez esgotar a noite passada nas farmácias da grande Lisboa todas as pastilhas para a azia. 

sábado, 8 de junho de 2019

INJUSTIÇA dos JORNALISTAS e SINDICATOS

É muito injusto da parte dos sindicatos da GNR dizerem que os socialistas capitaneados por Costa estão a preparar um número político para ter efeitos na campanha eleitoral para as legislativas. 
E é igualmente muito injusto os jornalistas darem cobertura a isso.
Claro que 100 viaturas novas precisam de ser avaliadas antes de entrarem ao serviço, ver se os faróis acendem, por exemplo. 
Com certeza.
E como estas coisas demoram, e metem-se daqui a nada as férias de Verão, as viaturas devem vir a ser mostradas ao público com pompa e circunstância lá para Setembro. 
Só por causa do tempo que estas coisas levam a fazer.
Qual número político. Ingratos, injustos, botabaixistas.
É apenas dedicação total ao serviço público, à sociedade, por parte de António Costa e do seu colaborador Eduardo Cabrita, pugnando sempre pela defesa dos cidadãos, e pelo adequado equipamento das forças de segurança para estas prestarem um bom serviço à população.
E sempre com contas certas.
AC 

quinta-feira, 6 de junho de 2019

ELEIÇÕES,  e  o  LIXO
Não é de agora, sempre tivemos de gramar por todo o lado com a porcaria dos cartazes depois dos dias das eleições. 
Todos os partidos com assento na AR o fazem e também os grupelhos que aparecem nessas alturas.
Uma coisa me diz a experiência de anos, os cartazes que levam mais tempo a desaparecer, meses depois muitas das vezes, são invariavelmente os do PCP, BE e MRPP.
Não é de certeza por acaso, em minha opinião faz parte da técnica de intoxicação.
Mas contra este lixo ambiental, os do costume nada dizem. Pois...
É um dos exemplos demonstrativo do que este "sítio" é.
AC

domingo, 26 de maio de 2019

DIREITOS
Mais uma vez não falhei.
Como sempre tenho feito desde 25 de Abril de 1974.
Votei, isto é, entrei na assembleia de voto eram 0905 horas desta manhã de Soalheiro Domingo, não havia ninguém, para além dos elementos da mesa.
Cumpri a minha obrigação, o meu dever de cidadão, e exerci o meu direito. (CRP, Artº 48º e Artº 49º).
E, como sempre disse, digo e direi sempre, a ordem é - DEVERES e depois os DIREITOS.
A CRP quase só fala em direitos, como se as coisas caíssem do Céu e, neste caso concreto de eleições, se as coisas se modificassem sem o cumprimento do dever de votar e inerente direito a votar e participar na vida política.
Aguardemos.
AC

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Os ELEITOS, AR, Autarquias, Europa
Regimes democráticos, estados de direito, sociedades que tenham como princípio fundamental o permanente combate ás desigualdades e a criação de igualdade para todos os cidadãos no acesso à, saúde, ensino, trabalho, não funcionam e não existem enquanto tal sem partidos políticos, sem eleições o mais livres possível, sem eleitos, sem periódica substituição de eleitos.
Vem isto a propósito, por exemplo, de ter visto nos online que o inefável presidente da CM do Porto terá desejado ao seu amiguinho do PS, o sr Pizarro, a melhor sorte nas eleições para a Europa.
Terá dito publicamente que se Pizarro for eleito, as reuniões camarárias passarão a ser às 2ªs Feiras para Pizarro poder participar!!!!!!
Depois de ler isto lembrei-me de outros dois casos, e há certamente muitos mais.
O primeiro, a Sra Teresa Leal Coelho que julgo andou eleita na AR e na CM Lisboa onde terá faltado inúmeras vezes por trabalho político em outra parte.
O segundo, o comunista que agora continua cabeça de lista para a Europa e continua eleito para a CM Lisboa, onde presumo que faltará varias vezes ou é substituído por outrem. 
E faltará certamente várias vezes na Europa, presumindo eu que, lá, a substituição é menos fácil, se é que é possível legalmente (desconheço).
Certamente que esta questão não é o problema número um dos actuais problemas existentes no nosso sistema/ regime.
Certamente.
Mas, porque carga de água isto deve ser assim, saltitões vários em cargos diversos, provavelmente a ganhar alguma coisa em todos os lugares, a ganhar milhas para as férias à borla depois, etc?
Porque não exclusividade absoluta, na AR, nas autarquias, na Europa?
Devo ser eu que sou parvo, obviamente.
AC

terça-feira, 16 de abril de 2019

AGORA PERCEBO AINDA MELHOR
Depois de ver aparecer nos OCS, com clareza, os queixumes acerca de como as coisas se estão a desenvolver de forma tão tristonha e abandonada, quando durante a minha caminhada matinal o vejo passar no burgo onde ainda reside percebo agora, cada vez melhor, o seu ar de cãozinho abandonado.
AC 

sábado, 30 de março de 2019

AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 
Preocupam-me muito.
Por variadas razões.
Por agora vejo com enorme apreensão a sucessão de incêndios que se estão a verificar.
Por óbvias razões, oxalá a vaga de incêndios este ano não atinja proporções trágicas sendo que, para mim, arderem árvores poucas que sejam já é trágico.
Mas nisto dos incêndios se, infelizmente, as coisas correrem muito mal, pode ter outra consequência, temo que isso possa levar pessoas a não votar PS.
O que para mim será muito preocupante, mas será trágico se António Costa não ganhar as eleições com maioria relativa, pouca que seja.
ELE TEM QUE PROSSEGUIR O TRABALHO (??) QUE TEM FEITO, E VAI FAZER ATÉ AO FIM DA LEGISLATURA
É preciso nova geringonça. 
Marcelo Rebelo de Sousa outra coisa não quer, quer paz e sossego para novo mandato.
AC

quarta-feira, 13 de março de 2019


NOTA INFORMATIVA
- PUBLICIDADE INSTITUCIONAL - Eleição PE/2019

1. A partir da publicação do decreto que marque a data das eleições, no caso, desde 26/02/20191, é proibida a publicidade institucional por parte dos órgãos do Estado e da Administração Pública de atos, programas, obras ou serviços, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, nos termos do n.o 4 do artigo 10.o da Lei n.o 72-A/2015, de 23 de julho.
2. O fundamento da proibição consagrada neste artigo inscreve-se nos deveres de neutralidade e imparcialidade a que as entidades públicas se encontram sujeitas, designadamente, nos termos do artigo 57.o da Lei Eleitoral da Assembleia da República e de idênticas disposições das demais leis eleitorais.
..........................................
Depois de ler isto da CNEleições (li tudo), cada vez acho mais "engraçada " a reacção de vários autarcas e outros, como por exemplo, o que ouvi ontem de manhã no rádio do carro /TSF, fórum.
Eu que conheço alguma coisa (nomeadamente as pouca vergonhas) da vida autárquica de umas quantas cidades, cada vez tenho uma opinião mais definitiva sobre boa parte dos autarcas. Então depois de ouvir o de Coimbra.......
Ah, um dos argumentos fortes dos revoltados é que a eleição é para o PE, não é para as autarquias.
POIS. Que cambada.
AC

domingo, 10 de fevereiro de 2019

OS TACHOS DOURADOS
Depois de os termos conhecido, concretamente um belo exemplo patético, acompanhado parte do seu percurso "carreirístico", acompanhado portanto a personagem e, como dizem alguns certeiramente - "um puto mal educado arrogante (como se constatava por exemplo na pastelaria) e pior que tudo, incompetente para qualquer função que exija mais que 2 neurônios", não é de admirar que o chutem para cima.
A incompetência, o fazer de conta, mas acabando por ficar a saber muita da porcaria da seita, levam a que mesmo com relutância de vários dentro da seita ele seja chutado para fora e para cima.
Havia a gaiola dourada, este e outros como ele recebem o tacho dourado.
E assim vai este desgraçado País.
AC

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

BRASIL,  JUSTIÇA BRASILEIRA,  LULA
Por cá há, designadamente, um defensor acérrimo de Lula.
Eu não o defendo nem o ataco. Só gostava de tirar dúvidas.
Ouço as notícias, e sei que cá como lá por fora, se deve ponderar sobre o que se lê e ouve, desconfiar sempre.
Isto dito, e sem juízos de valor, Lula foi condenado em duas instâncias.
A lei Brasileira, dizem, impede qualquer pessoa  nessas circunstâncias de se candidatar a cargos públicos.
Assim, um ignorante como eu, pergunta-se, mas então como é que ele quer concorrer? Não sabe disso?
Ou estamos perante o início de um processo de destruição de todo o sistema de justiça Brasileiro, prosseguido por Lula e pelo seu partido?
Gostava que me explicassem e, também, já agora, que falassem se há ou não questões por explicar com Lula e família.
AC

quinta-feira, 12 de abril de 2018

SAUDADES das CONSPIRAÇÕES em BELÉM ?
A senhora D. Estrela Serrano, jornalista, ex-membro da ERC,  ex-assessora de Mário Soares, publicou tempos atrás um texto no seu blogue acerca de eventuais futuras jogadas de Marcelo no sentido de conseguir que o PS/ António Costa não venha a ter maioria absoluta nas próximas eleições legislativas. Baseou o seu escrito num artigo saído no Expresso sobre essa probabilidade/ possibilidade. No seu pleno direito fazê-lo.
Pessoalmente não me pareceu que Estrela Serrano tenha fundamentado muito bem o que escreveu. Ficou-me a sensação de quase ser um certo ódiozinho a Marcelo, ou dela mesmo ou do mandante  por seu intermédio. Está também no seu pleno direito, de não gostar ou odiar. 
Eu que votei Marcelo, e estou globalmente satisfeito com a sua prestação nestes dois anos, não coloco nada num cepo por ele. Estou irritado com certas crescentes patetices presidenciais.
Estrela reclamou até desmentidos formais quanto a essas aparentes intenções por parte do Presidente da República. 
E, parece, anda muito insatisfeita porque ninguém, segundo ela, partidos, jornalistas e comentadores, ninguém parece levar o Expresso a sério. E, já agora, tirando alguns poucos rosáceos, vou atrever-me a pensar que em quase lado nenhum a levam também muito a sério. 
Claro que não cabe nos poderes presidenciais agir pró-activamente de modo a impedir que, um partido qualquer que ele seja, obtenha uma maioria absoluta. Isso é muito claro. Aí estamos em acordo.
Mas o que para mim fica do artigo desta senhora é a defesa de António Costa. Está no seu direito. 
O que aborrece um poucochinho, é o parecer que ela imagina que os outros não perceberão a sua esforçada diligência. Coitada.
AC

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

As RESISTÊNCIAS na NOSSA SOCIEDADE, e o VOTO
Pelo seu passado, existem pessoas que se deve muito justamente enaltecer. No plano da luta política, cultural, etc.
Pelo seu passado, apesar de se poder questionar mérito e verdade, existem pessoas que conseguem ser alcandoradas de uma forma que, creio, é democraticamente discutível.
Pelo seu passado, e por exemplo por revolta publicitada e que teve o seu valor, indiscutível, existem pessoas que se entronizaram depois do 25 Abril como donos disto tudo. Não foi só Ricardo.
Verifico depois que, em relação a algumas pessoas, porque apesar do seu valor em determinada área e que em regra não é desmentido, como não caem no politicamente correcto ou na moda, não são tão elevadas aos topos das honrarias onde andam certas criaturas do regime desta III República.
Verifica-se isto nos prémios, nas conferências (andam aí uns poucos que são piores que turbo-professores, vão a todas), nas vernissages, nos encontros, nos congressos, etc.
Tal como há dias, o ex-DGSaúde defendia uma tese em nome, disse  ele, "do interesse público".
Interessante, para mim naturalmente, o à vontade com que, individualmente, alguns definem quer o palco da resistência, quer o interesse público, quer as opções políticas, etc. Os donos! 
E vai-se a ver, encontramos sempre o mesmo género de ligações anos atrás. Ou foram/ são amigos, ou estiveram na casa civil de certo PR, ou foram assessores, ou casaram com, ou...ou...ou...!! 
De facto, como li outro dia num estimulante "post", para que conta afinal o voto e até para que interessa, se temos o privilégio de, à nossa volta, podermos contar com estes iluminados?
AC

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

A PROPÓSITO de PARTICIPAÇÃO, CIVISMO
A questão da participação dos cidadãos na vida pública, nos actos eleitorais, e especificamente em eleições autárquicas ou seja, no processo de ponderação sobre quem escolher para dirigir o local onde se vive, tem muito que se lhe diga. 
Existem muitos estudos, interpretações, certezas, acerca da crescente abstenção.
Eu, que não passo de um simples e anónimo cidadão fico-me muitas vezes pela observação dos comportamentos no dia a dia de vários pessoas, nos prédios, nos condomínios dos familiares, nos supermercados, nas filas nas repartições públicas, nos centros comerciais, e por aí fora. 
Fico-me por essa observação e tiro conclusões, e mesmo sabendo que várias árvores ainda assim não são a floresta toda, vejo em inúmeras coisas simples que lhes respeitam, directamente, com muita clareza, o egoísmo, a ausência de respeito pelos outros, a falta de civismo. 
Quem vier atrás que feche a portaIsto não é meu!
Eles que venham limpar que é para isso que lhes pagam!
Três frases simples, corriqueiras, frequentemente ouvidas a mulheres e homens, normalmente uns empertigados. 
Daqueles do tipo - "eu não como croquetes".
Exemplos ás centenas. 
Desde a tonta do 8°Esq que, sabendo que já houve assaltos a andares no condomínio, insiste em não fechar a porta de acesso ao prédio pela garagem - "ah, sou muito distraída"
Ou os tontos que estando o primeiro contentor do lixo do prédio já cheio não dão a volta para colocar os sacos no outro contentor, deixando no chão junto ao da frente, que está cheio
Ou os que chegam à repartição de finanças, onde estão já duas pessoas junto à porta de entrada (uma delas eu, eram 0820 h) e mesmo assim, na abertura da repartição ainda perguntam com ar tonto - os senhores estavam antes de mim?
Ou aquele outro, conhecido na terra, sempre a bramar no café contra a pouca limpeza da rua mas, pouco antes, ao passar mesmo em frente à câmara municipal, deitou um papel para o chão tendo a não mais que três metros um cesto de lixo público. 
Ou aqueles que bramam contra o executivo camarário, e nunca participaram em reuniões abertas de câmara. 
Para não falar dos que não apanham as fezes dos cães, ou os que cospem para o chão, ou o famoso que escreve muito sobre economia mas no El Corte Inglês não respeita o sentido de trânsito nos parqueamentos e fica muito espantado com o vigor da minha reação a obrigá-lo a recuar, pois não saio da frente. 
Ou ainda aquele outro imbecil que mora por cima de mim, sempre com prosápia nas reuniões de condomínio, mas atira as beatas para a zona das garagens do prédio. 
Claro que o que se passa nas escolas e nas faculdades vai de CERTEZA ABSOLUTA  ajudar a que daqui a poucos anos haja muito mais civismo, e as pessoas se passem a interessar pela gestão do sítio onde residem, e pelo País. Tá claro!!!
AC

sábado, 30 de setembro de 2017

PORCA CANSADA,  TETAS,  E  CANDIDATOS........
AC
Campanha eleitoral, autárquicas 2017.
Pouco tenho lido sobre as eleições do próximo Domingo.
Praticamente nada tenho visto pelas TV. Observei algumas coisas em vilas e cidades a Sul de Lisboa e também na capital, e ainda algumas zonas entre Lisboa e Cascais.
Nas redes sociais, apercebi-me de algumas coisas peculiares.
Tenho lido prospectos do PCP, PS, PSD, CDS.
Como ando bastante um pouco por todo o lado na parte Continental do País, creio ter alguma noção acerca de algumas questões, por exemplo, em zonas do Ribatejo e Estremadura, nas Beiras, em algumas zonas do Sotavento Algarvio, no Porto, em algumas vilas e cidades do Minho. Além do acima já indicado.
Atrever-me-ei a dizer que, um pouco por todo o lado, andaram a limpar pracetas (Parede, onde a minha mãe mora, não iam lá há pelo menos 2 a 3 anos), tapam buracos existentes há pelo menos 2 invernos, convocam cidadãos por sms para certos eventos quando normalmente ao longo do ano não lhes passam cartão, proporcionam passeios de barco ou autocarro e almoços a reformados, tratam de rotundas, arranjam-se coretos, etc.
Na maior parte do locais, esqueçamos Lisboa, Porto e as 5 ou 6 maiores cidades, as arruadas são quase fantasmagóricas.
Aposto que a abstenção vai ser ainda maior que nas de 2013.
A maior parte das pessoas desconhece, a sério, alternativas de programas. Quando se lêem os folhetos de propaganda quanto a, recolhas de lixo, melhorias ou criação de pistas para  pedestres, actividades culturais, etc, na maior parte dos casos só dá vontade de rir. sobretudo quando se correlaciona isso com a realidade constatada.
Quando se fotografa, como fiz há dias no Alentejo profundo, a montra de uma casita aparentemente sede de um partido de esquerda radical, ia sendo comido com olhares.
Enfim, o poder autárquico é muito importante, mas como em muitas áreas da sociedade, ou isto leva uma volta, ou o descalabro será acentuado. Oxalá eu esteja completamente enganado.



Ah, e claro, pegou a estúpida moda de que somos TODOS isto e aquilo.  Eu não sou, seguramente. 
AC

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

VISTAS
Existe uma frase popular - fazer vista grossa - e cujo sentido é bem conhecido.
Há também - as vistas - que a vista alcança.
Mas será difícil, penso eu, encontrar alguma coisa de jeito em certas VISTAS.
Desgraçado País.
AC

quarta-feira, 15 de março de 2017

PAÍSES e países
Digo-o com amargura e tristeza, pois custa-me muito este continuar de coisas em Portugal.
São ainda apenas projeções, mas.....
> Participação do eleitorado Holandês - acima de 81%; cá.......
> Resultado do partido socialista Holandês - parece que de 38 lugares passará a ........9; por cá,.......grande Costa!!
> extrema direita não ganhou, subiu, mas não ganhou.
> o escrutínio/ a participação do eleitorado foi a meio da semana, votando-se em quase todo o sítio, chuva, Sol, trabalho, férias, não interessa, tomam conta do seu destino; por cá, é sempre ao Domingo,......e é o que se sabe.
Ah, e hoje na TVI, os do costume a palrar sobre o Sócrates.
Espera, quem é o manda chuva na TVI? Ah.... já me lembro,....pois.
Pois é, há PAÍSES e países e países. Vamos aos factos.
Por cá continuam uns pândegos a dizer que estamos já maduros!!!!!
As imagens ilustram a diferença no estado de cada Estado, por mais que uns farsolas se esforcem por disfarçar.


AC

segunda-feira, 4 de julho de 2016

DEMOCRACIA sem PARTIDOS? NÃO.
Mas estes partidos são cada vez mais uma vergonha.
O título vai a BOLD e BEM NEGRO, para tentar retratar o estado a que isto chegou.
E um dos retratos eloquentes é, mais uma vez, a pouca vergonha das contas partidárias no âmbito das eleições. Pouca vergonha é dizer pouco.
O eufemismo irregularidades é delicioso.
E quanto a pagamentos em dinheiro, é tema estimulante. Que sempre dificilmente se consegue provar. Mas que, por exemplo por alturas do Natal, há uns corrupios engraçados a levar envelopes a certos sítios, ah lá isso é engraçado.
AC

terça-feira, 8 de março de 2016

9 DE MARÇO. O MEU FILHO MAIS NOVO TEM O SEU 37º ANIVERSÁRIO
Lamentavelmente, a Presidência da República não pediu para a posse se poder realizar neste dia. 
excepcionalmente, estão perdoados todos os prevaricadores.
Indo ao que interessa, o texto em baixo estava escrito e arquivado em rascunho, e tencionava publicá-lo no início da segunda semana de campanha para as eleições de 24 de Janeiro passado. Por razões inesperadas chegou o dia 24 e este post continuou em rascunho. Nesta Quarta-Feira o presidente eleito passa a Presidente. 
Publico hoje o texto. Nele abordo aspectos que me preocupavam/ preocupam, e que esperava ver de alguma forma falados e debatidos, por alguns dos candidatos. O texto está como estava no rascunho; acrescentei a cores alguns comentários e desejos, sendo agora Marcelo o PR e Comandante Supremo das Forças Armadas.

AC

Mas quem gostaria eu para presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas?

- Uma pessoa de 65 anos ou menos. Homem ou mulher. Creio que tem mais um ou dois, mas está na bitola.
- Que tivesse estatura moral, ética, de carácter, e qualidade intelectual. Que não fosse utópico. Penso que preenche estes requisitos. Vamos aguardar para ver como modera o seu frenesim.
- Que na campanha confirmasse cingir-se aos seus poderes constitucionais enquanto presidente, e mostrasse vir a empenhar-se como garante da nossa ordem constitucional (apesar de eu discordar de muitos dos actuais preceitos). Do que acompanhei da campanha, na minha opinião, naturalmente, este desejo confirmou-se. Aliás quase todos os candidatos abordaram os poderes e a CRP.
- Que na campanha enunciasse uma visão para o País, em concreto, sem frases ditas para cair bem nem retórica tola. Percebo porque o não terá feito explicitamente. Mas a questão da visão para o País, é um gravíssimo problema, nosso; para lá da decisão de integrarmos a Europa, não temos estratégia de Estado definida; não temos, também, fora da luta política uma série de sectores da vida em sociedade. Não temos uma causa comum. Temos outra vez o bramar das nacionalizações, do tenho direito a "isto e aquilo" (e temos direito a direitos) sem o acompanharmos de uma postura colectiva responsável. Esquecemos que os objectivos dos outros Estados não coincidem com os nossos.
- Que não tivesse passado a vida a receber favores, como por exemplo, trocas esquisitas de terrenos, ou compra de acções não cotadas, ou negociatas arranjadas através dos contactos internacionais depois de estar anos no estrangeiro em representação do País, ou interceder para si ou para outrem abusando da sua condição social ou política. Penso que neste aspecto está limpo.
- Que se comportasse na vida privada como apregoa na vida pública, seja nos gastos, seja nas heranças familiares. Arrisco dizer que deve andar lá perto.
- Que não concedesse audiências privadas/ escondidas a certas sumidades, para depois vir publicamente defender o contrário do que em privado entendera e com o que concordara. Aqui vamos ter que aguardar; só avalio pelas acções e inações e não pelos discursos e grandes tiradas.
- Que não se perturbasse com sondagens, que não se atrapalhasse com a opinião publicada bramando por sentido democrático e outras loas para enganar distraídos. Julgo que preenche este requisito.
- Que não pautasse a sua conduta por sondagens periodicamente publicadas, sobre pessoas e partidos. Creio que o não fez.
- Que não escrevesse disparates ou dissesse outros tantos como o actual PR, e como os seus antecessores em parte também fizeram. Aqui também há que aguardar. Mas penso que vai ser diferente.
- Que não levasse a sério os que defendem lisura de procedimentos se ela não tiver conhecida correspondência na realidade. Espero que assim proceda.
- Que não se impressionasse com cabelos brancos, com senadores, com bajuladores. Também penso que assim procede.
- Que no seu mandato viajasse muito pelo País, mostrando o que de bom e bem se vai conseguindo e fazendo, mas visitando aldeias despovoadas, cidades do interior em dificuldades, etc; mostrando as dificuldades do interior, um estilo à Mario Soares neste aspecto, sem as ordinarices dele. Espero que o faça. E viaje sem grandes comitivas, sobretudo lá para fora.
- Que na campanha eleitoral falasse sem demagogia e sem ataques pessoais. Ataques pessoais não fez, creio. Demagogia, julgo que não caiu na tentação.
- Que na campanha dissesse que na sociedade todos devem ser iguais perante a lei, sem nenhuma excepção. Do que acompanhei, não houve de nenhum candidato esta explicitação clara.
- Que na campanha nos desse a sua perspectiva, numa visão/ postura de preocupação e não de governação, acerca, da justiça, da corrupção, do sistema financeiro e fiscal e da fraude fiscal, da vergonhosa mistura das negociatas com a política, da necessidade de finanças públicas saudáveis explicando as consequências da situação contrária, da organização económica do País e do estado da economia e do desenvolvimento e do peso do estado na economia, da lei eleitoral e do número de deputados na AR, do problema da abstenção e do desencantamento dos portugueses pela vida pública e pelos políticos, da família, do poder autárquico, do despovoamento da maioria do território Continental, do SNS, da defesa nacional que tem muitas componentes para lá da militar, do mar, das forças armadas, do sistema de educação, da eventual revisão constitucional designadamente quanto à duração do mandato presidencial, que vincasse a necessidade dos partidos mas também apontasse as falhas do presente nomeadamente o facto de serem cada vez mais um viveiro de muitos oportunistas e muitos incompetentes, a segurança social. Aqui está um chorrilho extenso, de propósito, detalhando o que penso seja a preocupação de muitos dos meus concidadãos. Marcelo falou bastante em pacificar a sociedade portuguesa, em tirar a crispação. Lutará para melhorar tudo isto atrás referido?
- Que como Comandante Supremo das Forças Armadas não se coíba de falar mais frequentemente com os chefes militares; que não se coíba de rejeitar legislação afectando a instituição militar só porque vem do executivo; que em assuntos militares não se cinja a ouvir e confiar cegamente na Casa Militar; isso aconteceu basicamente até hoje com os tristes resultados conhecidos. Saliento que o novo chefe da Casa Militar é um bom cidadão e militar; desconheço a razão essencial da sua escolha, mas finalmente foi quebrada a norma de décadas - sempre do Exército!!
Não existem salvadores messiânicos, Não há homens e mulheres perfeitos. Marcelo não é perfeito.
Mas continuo a acreditar que isto podia mudar muito. Há certamente quem o possa fazer. Creio que tem características para dar vida a Belém, sem pisar a governação, o executivo, mas espero que não engula conversinhas patetas.
AC

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

A propósito da campanha para as presidenciais 2016
As Nações de menor poder perante as grandes potências
"Em presença do desacordo manifestado irredutivamente na Sociedade das Nações em matéria de desarmamento, houve a ideia………..mas que provocou manifestos descontentamentos e desconfianças nas outras nações, principalmente naquelas que frequentemente se designam por nações menores.
Por mais que juridicamente se proclame nas relações internacionais a igualdade das nações, na realidade assim não é, e do mesmo modo que na vida social há hierarquias, também as há, e bem acentuadas, entre as nações, quando grandes interesses ou fortes divergências políticas estão em jogo.
É que no quadro internacional, as nações pesam mais ou menos conforme o seu poder combativo e valor unitário, população, extensão territorial, intensidade de vida de relação, cultura política, científica, artística, literária e filosófica, padrão de vida, riqueza nas suas diversas modalidades, extensão dos negócios e seu volume, e, de um modo geral, proporcionalmente ao grau em que participam na marcha evolutiva do mundo".
(Política Internacional e Política Naval, página 17, C.M.G. Fernando Augusto Pereira da Silva, edição da Liga dos Combatentes G. Guerra, 1934, Lisboa)

Em vez das causas e de outras coisas, gostava era de ouvir os comentários dos dez candidatos mas sobretudo de três, acerca destas considerações que, sendo embora datadas, continuam as realidades enunciadas exactamente como sempre. Existem por parte de todos os países, estão sempre em cima da mesa, designadamente os seus interesses e objectivos, as ameaças que podem pender sobre cada um (ameaça é tudo aquilo que faz perigar o alcançar o objectivo definido), os riscos (que mais não são que o grau de exposição ás ameaças) o respectivo poder nacional.

Esta questão não pode deixar de ser olhada a partir da Constituição da República Portuguesa (CRP). Embora eu não tenha seguido os debates televisivos, e não perca o meu tempo com entrevistas, creio ter com uma noção razoável sobre o que se vai passando no tema em apreço dado que "vasculho" diariamente "online" de várias tendências. Nas considerações que teci acerca dos 3 candidatos que creio terão mais votos, MRS, SN, MB, podendo ter sido injusto em alguns aspectos, creio que corresponde em grande parte à verdade que os candidatos andam a fingir-se de mortos, ainda que só um seja disso acusado (com razão). Pareceu-me até ao presente, que não têm bem a noção do cargo a que se candidatam, e não se centram, nos seus poderes constitucionais. MRS menos.

Portanto, quanto à CRP.
De 1900 a 25 de Abril de 1974, decorreu um período mau da nossa história, sobretudo os últimos 64 anos (não sou monárquico). A revolução, a ânsia de liberdade, desmandos vários nos anos iniciais, tudo aconteceu; a CRP teve várias revisões. O texto constitucional é extenso e tem, porventura, normativos em excesso. Mas, para mim e creio para muitas pessoas, o texto actual não impede qualquer governação. Este parece-me um aspecto essencial

Depois, a qualquer candidato a presidente, a meu ver naturalmente, cabe "martelar" constantemente que Portugal é uma República, um Estado de direito democrático assente nomeadamente na separação de poderes mas também na sua interdependência, e que a validade das leis e demais actos do estado, das regiões autónomas, do poder local e todas as outras entidades públicas depende da sua conformidade com a CRP. Além disso, devia ser frequentemente lembrado, que Portugal tem um território historicamente definido no Continente e os arquipélagos dos Açores e Madeira. E devia estar sempre presente em palavreado concreto, as tarefas fundamentais do estado, descritas no Artº 9º da CRP.

E depois, os candidatos deviam estar centrados na realidade constitucional em que o PR é, o garante da unidade do Estado e do regular funcionamento das instituições e, por inerência, o comandante supremo das Forças Armadas.
Além disso, penso que numa campanha como esta, os candidatos deviam pronunciar-se quanto:
> intenção de dirigir ou não mensagens à AR e às Assembleias Legislativas das regiões autónomas, 
> a espaços presidir ao Conselho de Ministros (alínea i) Artº 133º),
> de que modo serão exercidas as suas funções de comandante supremo,
> que debate com a AR e os governos entende necessários para definir de uma vez por todas as FAs,
> que matérias de interesse nacional entende serem passíveis de referendo,
> que medidas tomar para, com a AR e os governos, definir as áreas que doravante devem ficar fora da luta partidária. Como se vê em outros países.

Serão asneiras? 
Terei que admitir, mas o que se vislumbra andar pelo País fora é que me parece ser pouco mais do que zero. O PR não governa, não legisla. 
Os candidatos e o futuro PR deviam meter na cabeça dos cidadãos que Portugal está envelhecido, sempre teve um baixo padrão de vida, tem fracos recursos, tem que gerir melhor, e tem que abandonar os facilitismos na educação, na formação, nas relações sociais. E não creio que se respeitem as pessoas estando sempre a trocar tudo, a cancelar quase tudo, a reinventar, a aldrabar estatísticas, a mentir na praça pública, e a criar continuamente ilusões. 
E não creio que esta maneira de entender o nosso presente seja exemplo de pessimismo.
António Cabral (AC)