RECEBI DE UM BOM AMIGO. É UM BOM RETRATO DE MUITA COISA NA ACTUAL SOCIEDADE PORTUGUESA.
ACSe tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
domingo, 9 de agosto de 2026
sábado, 11 de abril de 2026
O QUE VAI POR AÍ
Olho o que se vai passando por cá.
As sucessivas cenas na Assembleia da República, os inarráveis videos sobre a actividade do governo, os discursos que nos vão oferecendo, os jornais e revistas e canais de televisão, o komentariado e as bolhas, as tiradas de Carneiro, a deturpação da história, . . . . . . . .
O autêntico roubo à mão armada nos postos de combustíveis . . . .
Olho lá para fora . . . . . meu Deus, nem sei por onde começar . . . .
Como me recordou um bom amigo . . . . . as latas vazias sempre fazem mais barulho do que cheias.
O mesmo vale para cérebros!
(Frases atribuídas a Truman Capote)
Bom dia. Tenham um bom Sábado.
Saúde e boa sorte.
António Cabral (AC)
domingo, 23 de novembro de 2025
TODOS IGUAIS. TODOS IGUAIS ??
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
sexta-feira, 24 de outubro de 2025
quinta-feira, 25 de setembro de 2025
quinta-feira, 11 de setembro de 2025
sábado, 6 de setembro de 2025
A tragédia do Elevador da Glória vai marcar Lisboa, o País, mas sobretudo as famílias das vítimas.
sexta-feira, 5 de setembro de 2025
A DEMOCRACIA para certos Pândegos
Pouco ou nenhum respeito pelos outros.
Sempre que possível arranjar subsídios.
Nenhum respeito pelo património que é de todos.
Sempre que possível tentar enganar os outros, seja nas filas do supermercado, seja nas filas nas gasolineiras, seja nas filas das lojas do cidadão ou nos CTT em que um bebé passa de colo para colo, etc.
Tenham um bom início de fim de semana.
Saúde e boa sorte.
AC
(republico, com actualizações)
ORA IMAGINEM LÁ . . .
Citação - Lamento as putas intelectuais que proliferam na vida pública. Eu sempre li as putas e os patrões dessas putas, tentando não ficar tão provinciano como elas. “Jorge de Sena”
O Papa respondeu-lhe , .…………finge!
> Que não se visse tanta extravagância mais própria de fidalguia arruinada.
> Que, documentos envolvendo certas pessoas não tinham ficado anos por investigar.
> Que, se tinha começado a ter mais cuidado e analisado a documentação que, cá pelo burgo, muito convenientemente para os colarinhos brancos, dizem que é muitas vezes carimbada com a célebre frase – “arquive-se por não estar directamente relacionado”.
> Que em vez de se anunciar que se vai acabar com fundações, se lhes acabava imediatamente com as isenções fiscais, sobretudo aquelas que foram montadas com os dinheirinhos de todos nós.
> Que o aeroporto de Beja tinha de facto a quantidade de utentes tal como publicamente divulgado em 2006.
> Que a dívida pública era apenas de 60% do PIB.
> Que todos os partidos esmiuçavam na Assembleia da República os resultados dos planos de barragens anunciado no início da chamada era Sócrates, conversado várias vezes depois, e continuado com o governo que agora caiu, para que todos os portugueses ficassem a saber dos dinheiros envolvidos (e esfumados?).
> Que muitos dos que se passeiam lá por fora á conta do erário público revertiam para proveito interno/nacional as experiências e conhecimentos assim obtidos.
> Que todos os partidos, sem excepção, debatiam na Assembleia da República as verdadeiras consequências técnicas e financeiras resultantes de cada vez que as eólicas não produzem energia.
> Que os ministros não mediam o seu sucesso e/ou influência pelo dinheiro que gastam ou pela retórica balofa.
> Que as oligarquias dos partidos não se auto perpetuavam.
> Que não havia tanta gente de tão fraca memória, capaz de alijar até as mais entranhadas responsabilidades e culpas, e sempre dispostos a explicar-nos como é, afinal, nossa a culpa de terem eles torrado o nosso dinheiro.
> Que os acidentes graves comprovadamente causados por pesados tinham efectivas e violentas consequências para esses condutores.
> Que os políticos passavam a não falar em estratégia até que aprendessem o que isso é e o que lhe subjaz.
> Que, pelo menos desde 1991, os sucessivos governos tinham de facto controlado as finanças públicas.
> Que os exemplares/ edições de um certo livro descrevendo minuciosamente mecanismos tortuosos de financiamento por baixo da mesa não teriam sido quase todos comprados a mando de uma certa e poderosa pessoa.
> Que por cá a definição de governos de esquerda ou direita não estivesse a parecer-se com o que se diz lá pelo Brasil, em que a questão tem apenas a ver com a mão com que roubam, e que os do centro são ambidextros.
> Que não havia tanta ou mesmo nenhuma gelatina política ainda por cima a maioria das vezes vaidosa e pesporrente.
> Que, o sistema judicial tinha sido capaz de concluir investigações manifestamente letais para alguns políticos, de incomodar lideranças partidárias com inquéritos que soubessem enquadrar os factos na sua manifesta relação com o financiamento ilegal dos partidos, e o mais grave dos crimes que lhe é adjacente, a corrupção.
> Que a maioria dos decisores políticos não tinha andado sempre a empurrar com a barriga quase tudo e mais alguma coisa.
> Que nunca tinha havia violações ao princípio da não retroactividade da lei fiscal.
> Que não havia tanta falta de gestos de decência.
> Que os chefes escutassem também os que, em privado deles muitas vezes discordando, lhes eram pessoal e profissionalmente leais.
> Que a legitimação da mediocridade não era uma triste realidade.
> Que o Estado, ou seja designadamente os sucessivos governos, não tolerava atrasos nos pagamentos a empresas e fornecedores superiores a 60 dias.
> Que da consulta de, discursos (a todos os níveis e pelo menos desde 1986), de programas de governo, de grandes opções do plano, de leis, de orçamentos do estado, não tivesse sido tão fácil ilustrar a mentira típica que nos ofende há décadas.
> Que ao longo dos anos, sobretudo desde 1991 e mais particularmente desde 2002, os governos não tivessem inscrito nos OE’s verbas sempre inferiores às efectivamente necessárias para as despesas com pessoal nas Forças Armadas.
> Que não havia pândegos que, para terem a consciência limpa, não lhe dão uso.
> Que contrariamente ao que parece ser a realidade, as inúmeras sociedades anónimas de capitais públicos tinham registos globais e eram de facto controladas com rigor.
> Que não havia tantos a não sentir vergonha, “pois quem não sente vergonha, não tem vergonha”.
> Que as nossas águas fossem menos ricas em robalos e liberalidades.
> Que os nossos OCS mostrassem mais trabalhos de verdadeira investigação.
Bem, Portugal continuava geograficamente localizado onde sempre esteve.
Infelizmente ao Camões de “mudam-se os tempos mudam-se as vontades”, tem-se sucedido a “mudança mudada em permanente mudança”.
Por isso não vamos lá, ou melhor, continuamos neste horrível lamaçal.
AC
sexta-feira, 29 de agosto de 2025
quinta-feira, 28 de agosto de 2025
FRANCISCO Sá de MIRANDA e a
actualidade nacional
Foi um grande poeta português, e responsável pela introdução do soneto em Portugal.
Francisco Sá de Miranda (1485-1558) é por muitos considerado como tendo sido o introdutor definitivo do Renascimento literário.
Este poeta definiu o verdadeiro homem numa carta endereçada a D. João III:
Dum só rosto, duma só fé,
NUMA SALA DE CINEMA
Fui outro dia ver um filme. Português, "O pátio da saudade". Foi nas Amoreiras. Há talvez mais de três anos que isso não acontecia.P O E S I A
(cada vez com maior actualidade)
Sem que discurso eu pedisse,
Ele falou e eu escutei.
Gostei do que ele não disse;
Do que disse não gostei.
P'ra mentira ser segura
E atingir profundidade,
Tem de trazer à mistura
Qualquer coisa de verdade.
Mentiu com habilidade,
Fez quantas mentiras quis,
Agora fala verdade,
Ninguém crê no que ele diz.
Julgando um dever cumprir,
Sem descer no meu critério,
Digo verdades a rir
Aos que me mentem a sério
António Aleixo
António Cabral
O secretário-geral do PS propõe o IRC "como um instrumento ao serviço da coesão económica e social" e medidas que apoiem a criação de Parques de Localização Empresarial para a instalação de empresas".
quarta-feira, 27 de agosto de 2025
Mortágua explicou que está em causa “uma missão sem precedentes” para furar o cerco israelita que junta “dezenas de embarcações” e delegações de mais de 40 países.




