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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

CULTURA
. . . . . .
Como eu vi correr pardaus
Por Cabeceiras de Basto,
Crescer em cêrcas e em gasto,
Vi, por caminhos tam maus,
Tal trilha, tamanho rasto.

Nesta hora os olhos ergui
À casa antiga e à tôrre,
E disse comigo assi:
Se Deus nos não vale aqui,
perigoso inimigo corre.
. . . . . . . 
Sá de Miranda/ parte da carta a António Pereira

Bom dia.
Tenham uma boa 3ª Feira. Saúde e boa sorte.

AC
CULTURA

AC 

sábado, 29 de novembro de 2025

CULTURA
. . . . . . 
Sobre obrigações tamanhas,
velem-se com tudo os reis
dos rostos falsos e manhas,
com que lhes fazem das leis
fracas teas das aranhas
. . . . . . . 
(excerto da carta a D. João III, Sá de Miranda)

AC

terça-feira, 25 de novembro de 2025

FRANCISCO  Sá  de  MIRANDA e a

actualidade nacional

Foi um grande poeta português, e responsável pela introdução do soneto em Portugal.

Francisco Sá de Miranda (1485-1558) é por muitos considerado como tendo sido o introdutor definitivo do Renascimento literário.

Este poeta definiu o verdadeiro homem numa carta endereçada a D. João III:

Homem dum só parecer
Dum só rosto, duma só fé,
De antes quebrar que torcer,
Ele tudo pode ser,
Mas da corte homem não é.

Lembrei-me disto em parte pelo que se vem passando nos últimos tempos.

Sobretudo olhando a quantidade de farsolas que se arrastam na comunicação social, a que a comunicação social dá guarida, e estou particularmente a pensar num que está constantemente a ser entrevistado nas TV.

Dificilmente me convencerão que tudo isso não faz parte de um plano vasto gizado para ver se minguam quer o PS quer o PSD.
O que, se vier a acontecer e na minha discutível opinião naturalmente, será mau para Portugal.

As sondagens valem o que valem. Ainda assim, na sondagem que vi agora, parece-me muito interessante a % obtida pelos principais candidatos presidenciais, particularmente Ventura a descer. 
Pareceu-me.

Boa noite e boa sorte

AC

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

FRANCISCO  Sá  de  MIRANDA e a

actualidade nacional

Foi um grande poeta português, e responsável pela introdução do soneto em Portugal.

Francisco Sá de Miranda (1485-1558) é por muitos considerado como tendo sido o introdutor definitivo do Renascimento literário.

Este poeta definiu o verdadeiro homem numa carta endereçada a D. João III:

Homem dum só parecer
Dum só rosto, duma só fé,
De antes quebrar que torcer,
Ele tudo pode ser,
Mas da corte homem não é.

Lembrei-me disto em parte pelo que se vem passando nos últimos tempos.

Sobretudo olhando a quantidade de farsolas que se arrastam na comunicação social, a que a comunicação social dá guarida, e estou particularmente a pensar num que está constantemente a ser entrevistado nas TV.

Dificilmente me convencerão que tudo isso não faz parte de um plano vasto gizado para ver se minguam quer o PS quer o PSD.
O que, se vier a acontecer e na minha discutível opinião naturalmente, será muito mau para Portugal.

AC

sábado, 15 de março de 2025

Francisco Sá de Miranda
Francisco Sá de Miranda nasceu em Coimbra e frequentou a Universidade de Lisboa onde se formou em leis, em 1516.
Esteve em Itália de 1521 a 1526.
Este muito pouco tempo ligado à Corte, retirando-se para o Minho, renunciando à vida dos palácios. Carácter austero e recto.
Faleceu em 15 de Março de 1558.
. . . . . 
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"Homem dum só parecer
Dum só rosto, duma só fé,
De antes quebrar que torcer,
Ele tudo pode ser, 
Mas da corte homem não é."
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AC

sexta-feira, 15 de março de 2024

FRANCISCO Sá de MIRANDA

Foi um grande poeta português, e responsável pela introdução do soneto em Portugal

Francisco Sá de Miranda é por muitos considerado como tendo sido o introdutor definitivo do Renascimento literário.

Este poeta definiu o verdadeiro homem numa carta endereçada a D. João III:

Homem dum só parecer
Dum só rosto, duma só fé,
De antes quebrar que torcer,
Ele tudo pode ser,
Mas da corte homem não é.

Lembrei-me disto em parte porque hoje, 15 de Março, mas em 1558, Francisco Sá de Miranda faleceu.
Mas lembrei-me sobretudo olhando a quantidade de farsolas que se arrastam na comunicação social e se arrastam até Belém.
António Cabral