Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
domingo, 26 de outubro de 2025
Quando escrevi o que está supra não tinha ainda visto que dona Mariana já publicamente declarou que não se recandidata e, aparentemente, sairá também do Parlamento.
quinta-feira, 16 de outubro de 2025
quinta-feira, 9 de outubro de 2025
e um dos maiores cromos do firmamento político TUGA.
E com esta verborreia exprime o seu politicamente correcto e procura que nas eleições próximas haja algum voto BE a cair por distração para o PS. Tadinho. Tadinhos.
A deputada comunicou ao presidente da AR que ia estar ausente que ia na flotilha etc.?
Respeito, registo, mas discordo de quase tudo o que este trauliteiro exprime.
quarta-feira, 8 de outubro de 2025
A deputada falou em "espinha", presumo que se referia a coluna vertebral. Aqui tem razão mas não pelo motivo que defende. Há poucas colunas vertebrais, ósseas, há muitas esponjosas, de borracha e silicone.
Já agora imaginemos que a flotilha não tinha sido barrada pelas forças de Israel, e que tinham deixado os alegres e as alegres velejadores desembarcar em Gaza.
quinta-feira, 25 de setembro de 2025
quarta-feira, 27 de agosto de 2025
Mortágua explicou que está em causa “uma missão sem precedentes” para furar o cerco israelita que junta “dezenas de embarcações” e delegações de mais de 40 países.
sexta-feira, 11 de julho de 2025
segunda-feira, 7 de julho de 2025
sexta-feira, 24 de janeiro de 2025
sábado, 29 de junho de 2024
terça-feira, 24 de outubro de 2023
segunda-feira, 2 de outubro de 2023
CALMA CONCIDADÃOS, MUITA CALMA . . . .
Tenham calma, muita calma e lembrem-se, que hoje estamos muito melhor que amanhã!
Boa semana.
AC
quarta-feira, 26 de maio de 2021
"E há quem se pergunte: para quê ouvi-los? A essas pessoas respondo que confrontaremos todos os os banqueiros, flibusteiros de cartola e empresários da fortuna fácil porque o país tem de saber o que acontece quando se deixa a economia nas mãos da elite financeira. É um espetáculo degradante? É. Mas olhem, olhem os abutres que compram o nosso país a saldo e verão que pouco mudou. ... Dívida, especulação e apropriação de bens comuns são as regras do capitalismo financeiro. ... É um sistema instável onde se vende muito, mas os salários são baixos, onde os lucros crescem, mas pagam menos impostos, onde a actividade é frenética, mas a estagnação e a crise são a regra. ... [o que pretendem é que ] o Estado não se intrometa em três áreas: a banca, os serviços públicos e o trabalho. É que se o fizesse, acabariam as desigualdades".
Vamos esquecer a infantilidade da argumentação, mas não esqueçamos o que aqui está: Mariana Mortágua é muito clara, não está nas Comissões de Inquérito seja do que for para fiscalizar o governo e a actuação do Estado, Mariana Mortágua está nessas comissões para nos mostrar a todos que o capitalismo é mau e as desigualdades resultam da falta do Estado na banca, nos serviços públicos e no trabalho.
A forma como a sociedade - em especial o jornalismo - leva ao colo esta forma de manipulação das instituições democráticas para obter ganhos de propaganda, em vez de defender aquilo que é verdadeiramente a sua função, fiscalizar politicamente a actuação do Governo e do Estado (as relações entre privados resolvem-se nos tribunais, não na Assembleia da República e não com estes julgamentos populares), é muito característica de uma sociedade muito pouco institucionalista e fascinada por estes julgamentos populares feitos em direto.
As comissões de inquérito não servem para substituir a justiça ou a censura social de comportamentos privados, servem para fiscalizar o Governo e a actuação do Estado e com o triste espetáculo que os senhores deputados estão a dar o resultado é a erosão da credibilidade das instituições.
Mariana Mortágua não será uma flibusteira de cartola, no sentido em que usou a expressão: uma pirata, uma soldado (desculpem, eu sei que há que diga que soldada é um soldado feminino, mas o seu significado normal é o de um pagamento) irregular.
Mas é seguramente uma flibusteira, sem cartola, nos outros sentidos da palavra, uma aventureira trapaceira, e o seu desempenho nestas comissões de inquérito é uma boa demonstração disso e da verdadeira natureza do Bloco de Esquerda, levado ao colo por uma imprensa que também despreza o lucro e a criação de riqueza, convencidos de que as desigualdades seriam resolvidas pelo Estado, com uma perna às costas, se o deixassem... como tem acontecido pelo mundo fora, claro.
AC
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
Pelos zapings nos "online" li hoje (JN) que Dona Mortágua escreveu que a maior ameaça à segurança em Portugal é a violência doméstica. Eh pá!!!!
Voltando ao texto da senhora, considero que ela tem razão em alguns aspectos:
> a violência doméstica continua a ser tolerada, é a única conclusão possível perante tanta desgraçada evidência,
> os comentários como os de Marques Mendes são muitas das vezes quase que ordinários, e sempre superficiais,
> coisas como o caso do falso arrastão deviam dar muito que pensar ás autoridades, aos sucessivos governantes, mas........
> a questão do medo está a ser muito explorada, por franjas políticas, mas não me parece que seja exclusivo de apenas uma franja,
> se a sensação de insegurança precisa de um perigo real, creio que não, não precisa, mas aqui faço uma quase comparação com a economia, a questão da confiança, em que todos clamam pela confiança e vai-se depois a ver nada mudou estruturalmente; nisto, já dona Mortágua não se incomoda nada,
> é da natureza do ser humano clamar por autoridade, até porque como reconhece a senhora deputada no seu texto, "o país não mudou", embora ela só refira as ruas e as praias mas, muito convenientemente, nada refere quanto ao imenso que nada mudou neste desgraçado Portugal.
Mortágua afirma que Portugal é o quarto país mais seguro do mundo. Provavelmente, é sobretudo o quarto mais endividado.
Adiante.
Escreve que a criminalidade tem descido.
Não explicita o tipo de criminalidade, pois há, pelo menos estes:
> a do pequeno furto num supermercado ou numa mercearia,
> a do arrastão a roubar malas de senhoras,
> a dos assaltos às caixas multibanco,
> ao carjacking,
> a do roubo de fruta e animais em quintas do interior,
> a do roubo de pedras de granito trabalhadas, de casas desmoronadas e de muros de propriedade, por exemplo na Beira-Baixa,
> a do roubo de energia eléctrica a partir de quadro de vizinho,
> as mortes por violência doméstica (tem descido D. Mortágua?),
> os assaltos bancários,
> as lutas por vezes fatais dentro de certas etnias,
> os assaltos a velhos nas áreas limítrofes de pequenas cidades e vilas e aldeias,
> os assaltos a residências,
> o conto do vigário,
> a droga,
> os crimes do colarinho branco (tem descido não tem D. Mortágua?),
> aos roubos de armamento em diversos locais,
> aos roubos de explosivos,
> ás agressões muitas vezes fatais nos sítios nada recomendáveis da chamada noite, e muitos mais etc.
Quem sou eu para contradizer a senhora deputada.
Direi, apenas, quanto a segurança, creio que tem dias.
Na Quinta da Marinha é certamente muito seguro.
À volta da AR, de S.Bento, do Palácio de Belém, é certamente quase o mais seguro do mundo.
Na Baixa de Lisboa e Porto, muito seguro.
Junto às esquadras, certamente, também muito seguro.
Agora, D. Mortágua, deixe a sua mota, e vá andar a pé.
Pode começar por certas ruas, como as do casco velho em Setúbal, ou no Martim Moniz a certas horas da noite, nas zonas velhas de certos lugares da margem Sul do Tejo onde gravitam as dezenas (ou centenas?) de pessoas oriundas de muito sítio e que diariamente andam à amêijoa no meio do Tejo à vista de toda a gente, na Serafina, nas periferias da Moita, Montijo, Samouco, nas zonas antigas do Porto, VNGaia, Gondomar, nos arredores de Castelo Branco, nos arredores de Estremoz ou Campo Maior, e fico por aqui para não me alongar mais.
Ou então largue a mota e vá andar de comboio nas linhas de Sintra e Cascais, ou em certas carreiras de autocarros do distrito de Setúbal ou do concelho de Sintra.
Em suma, vá passear por todos aqueles sítios onde normalmente a PSP ou GNR estão meses sem lá passar, de Norte a Sul do Continente.
Quanto à violência doméstica, como acima indico, não chegam as palavras para evidenciar esta tão grave doença da sociedade.
Mas, daí a ser maior ameaça à segurança em Portugal, só mesmo vindo deste tipo de demagogos e demagogas.
AC
