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sábado, 31 de agosto de 2019

A  PALHAÇADA  JÁ  AÍ  ESTÁ, em FORÇA
A palhaçada já aí está. 
Uns prometem descer impostos, outros dizem que se deve subir impostos por exemplo, IRC e IRS para os ricos!
Costa diz que definir salário mínimo é só para a legislatura, e só depois de acordo na concentração social, seja lá o que isso for, de facto, em concreto.
Ele desceu parte da N2 que, estou convicto, poucos portugueses conhecem a sério, de alto a baixo. Mas que vale a pena; alguns pequenos troços já estão comidos.
E, claro, falou do interior. Agora, a seguir, é que vai ser. 
Anos atrás, décadas atrás, quando teve poder no partido, a mandar grosso como agora em secretário geral, ou a ser só dos mandões e a ser então o manipulador supremo, certamente que sempre se preocupou muito com a interioridade e o despovoamento!!!!
Só não o deixaram fazer!!!!
A palhaçada tem nuances diversas: ou é a pré-pré campanha, ou é a pré-campanha SÓ, ou é os desgraçadinhos que querem ser convidados para isto e para aquilo para, depois, poderem fazer campanha, ou é os governantes (todos fizeram/ fazem o mesmo) a fazer sempre campanha perdão, a governarem-se, perdão, a governarem, e as instituições TODAS a funcionarem plenamente.
Temos também, agora, um dos craques da constitucionalidade a, finalmente, pedir trabalho aos constitucionais.
Temos a palhaçada dos aplausos a Elisa Ferreira, a tal que foi ministra do ambiente, e mais uma que sempre tratou bem do problema dos rios que nascem em Espanha, a tal que, dizem, muito gosta de vestidos de SEDA, a tal que orientou um secretário de nome Pinto, que depois mais tarde a mandou para Bruxelas. A tal que, com um ego patético, quase dá a entender que a Ursula vai ver como se fazem as coisas na UE.
Temos a palhaçada dos cartazes das eleições anteriores que em muitos locais continuam a molestar os nossos olhos.
Temos a palhaçada das festas, dos comícios, das entrevistas nas TV, a palhaçada dos jornalistas sem vergonha na cara que fazem perguntas soft para não incomodar. Vejam lá se algum se lembra de perguntar ao Costinha a questão da homologação ou não homologação dos pareceres da PGR?
Todos falam de, Impostos, Saúde, Segurança Social, Educação, Transportes,  Ambiente, Justiça, Família, Infra-estruturas.
Um festival batoteiro, de engana tolos, de anestesiar os cidadãos com balelas várias, ao mesmo tempo que ninguém se atreve a questionar por exemplo, as horas diárias em todos os canais com programas de futebol. E cultura?
Mas nenhum fala de coisas que deviam ser resolvidas e são sempre escondidas dos discursos aldrabões: a defesa nacional e que forças armadas deve o país ter, se o PR devia só poder fazer um mandato de 7 anos, se os deputados deviam ser eleitos por 5 anos e não poderem fazer mais que dois mandatos, se os autarcas idem, só dois mandatos de 5 anos, e governos só de 5 anos, acabar com cidades que têm menos população que muitas vilas e muitas juntas de freguesia, como se industrializa certas áreas do interior, como parar a pouca vergonha das ruínas em castelos e conventos embora muito se esteja a recuperar, etc.
Isto não, nada de falar nestas coisas, pois provavelmente limitava um bom bocado as cliques, as clientelas, a pouca vergonha, a corrupção, os familygate.
O que importa é prosseguir com esta palhaçada toda, com actrizes de meia tigela, ou com alunas do padreca, ou o outro que deve querer desviar enfermeiros para as clínicas de gatos, etc.
A palhaçada é tal que até já o Sócrates vem mostrar revolta no expresso e diz que por agora é só isto.
É de ir ás lágrimas, he....he....he....
AC

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

COMO ESTÁ o PSD ?
Temo que espremidas todas as laranjas, o sumo resultante é pouco e amargo.
AC

terça-feira, 28 de maio de 2019

Uma POSSÍVEL VISÃO da POLÍTICA
(de acordo com uma piadola recebida de um amigo); convenhamos, não está muito mal engendrada!
O filho para o pai:
– Pai, preciso de fazer um trabalho para a escola, posso fazer-te  uma pergunta?
– Claro meu filho. Qual é a pergunta?
– O que é a Política?
– Bem, vou usar a nossa casa e família como exemplo.
Sou eu quem traz dinheiro para casa, então, eu sou o “Capitalismo”.
A tua mãe administra (e gasta) o dinheiro, então, ela é o “Governo”.
Como nós cuidamos das tuas necessidades, então, tu és o “Povo”.
A empregada é a “Classe trabalhadora”, e o teu irmão bebé é “O Futuro”.  Entendeste filho?
– Mais ou menos, pai,............. Vou pensar.

Naquela noite, sendo acordado pelo choro do irmão bebé, o miúdo foi ver o que se estava a passar. Descobriu que o bebé tinha sujado a fralda, estava todo sujo.
Foi ao quarto dos pais, mas a mãe estava num sono muito profundo. Então, foi ao quarto da empregada e viu, através da fechadura, o pai na cama com a empregada. Como os dois nem se apercebiam das batidas que ele dava na porta, voltou para o quarto e adormeceu de novo.

Na manhã seguinte, ao pequeno-almoço, o miúdo disse ao pai:
– Pai, acho que já entendi o que é a Política!
– Óptimo, filho! Então, explica-me.......
– Bom, enquanto o Capitalismo “come” a "Classe Trabalhadora", o "Governo" dorme profundamente. O "Povo" é assim totalmente ignorado e, o "Futuro", está completamente esquecido!
AC

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Oh Dona Mortágua.....
Pelos zapings nos "online" li hoje (JN) que Dona Mortágua escreveu que a maior ameaça à segurança em Portugal é a violência doméstica. Eh pá!!!!
Respeito a opinião de outrem, sempre, mesmo quando, como neste caso, discordo a 100%.
A violência doméstica é daquelas coisas em que não sobram (antes faltam) adjectivos para bramar contra tão repugnante e hedionda coisa.
Andam aí uns quantos muito felizes com, as trotinetes em Lisboa,  as WebSummits, a oferta de lugares nas faculdades para uns quantos sírios, os anúncios de kms e kms de ferrovias, o aeroporto no Montijo, mas quando se lhes fala numa luta a sério contra esta mais que chaga social.......

Voltando ao texto da senhora, considero que ela tem razão em alguns aspectos:
> a violência doméstica continua a ser tolerada, é a única conclusão possível perante tanta desgraçada evidência,
> os comentários como os de Marques Mendes são muitas das vezes quase que ordinários, e sempre superficiais,
> coisas como o caso do falso arrastão deviam dar muito que pensar ás autoridades, aos sucessivos governantes, mas........
> a questão do medo está a ser muito explorada, por franjas políticas, mas não me parece que seja exclusivo de apenas uma franja,
> se a sensação de insegurança precisa de um perigo real, creio que não, não precisa, mas aqui faço uma quase comparação com a economia, a questão da confiança, em que todos clamam pela confiança e vai-se depois a ver nada mudou estruturalmente; nisto, já dona Mortágua não se incomoda nada,
> é da natureza do ser humano clamar por autoridade, até porque como reconhece a senhora deputada no seu texto, "o país não mudou", embora ela só refira as ruas e as praias mas, muito convenientemente, nada refere quanto ao imenso que nada mudou neste desgraçado Portugal.

Mortágua afirma que Portugal é o quarto país mais seguro do mundo. Provavelmente, é sobretudo o quarto mais endividado.
Adiante.
Escreve que a criminalidade tem descido. 
Não explicita o tipo de criminalidade, pois há, pelo menos estes: 
> a do pequeno furto num supermercado ou numa mercearia, 
> a do arrastão a roubar malas de senhoras, 
> a dos assaltos às caixas multibanco, 
> ao carjacking, 
> a do roubo de fruta e animais em quintas do interior, 
> a do roubo de pedras de granito trabalhadas, de casas desmoronadas e de muros de propriedade, por exemplo na Beira-Baixa,
> a do roubo de energia eléctrica a partir de quadro de vizinho, 
> as mortes por violência doméstica (tem descido D. Mortágua?), 
> os assaltos bancários, 
> as lutas por vezes fatais dentro de certas etnias,
> os assaltos a velhos nas áreas limítrofes de pequenas cidades e vilas e aldeias, 
> os assaltos a residências, 
> o conto do vigário, 
> a droga,
> os crimes do colarinho branco (tem descido não tem D. Mortágua?), 
> aos roubos de armamento em diversos locais,
> aos roubos de explosivos, 
> ás agressões muitas vezes fatais nos sítios nada recomendáveis da chamada noite, e muitos mais etc.

Quem sou eu para contradizer a senhora deputada.
Direi, apenas, quanto a segurança, creio que tem dias.
Na Quinta da Marinha é certamente muito seguro.
À volta da AR, de S.Bento, do Palácio de Belém, é certamente quase o mais seguro do mundo.
Na Baixa de Lisboa e Porto, muito seguro.
Junto às esquadras, certamente, também muito seguro.

Agora, D. Mortágua, deixe a sua mota, e vá andar a pé. 
Pode começar por certas ruas, como as do casco velho em Setúbal, ou no Martim Moniz a certas horas da noite, nas zonas velhas de certos lugares da margem Sul do Tejo onde gravitam as dezenas (ou centenas?) de pessoas oriundas de muito sítio e que diariamente andam à amêijoa no meio do Tejo à vista de toda a gente, na Serafina, nas periferias da Moita, Montijo, Samouco, nas zonas antigas do Porto, VNGaia, Gondomar, nos arredores de Castelo Branco, nos arredores de Estremoz ou Campo Maior, e fico por aqui para não me alongar mais.
Ou então largue a mota e vá andar de comboio nas linhas de Sintra e Cascais, ou em certas carreiras de autocarros do distrito de Setúbal ou do concelho de Sintra.
Em suma, vá passear por todos aqueles sítios onde normalmente a PSP ou GNR estão meses sem lá passar, de Norte a Sul do Continente.

Quanto à violência doméstica, como acima indico, não chegam as palavras para evidenciar esta tão grave doença da sociedade.
Mas, daí a ser maior ameaça à segurança em Portugal, só mesmo vindo deste tipo de demagogos e demagogas.
AC

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

JÁ NÃO HÁ HOMENS na POLÍTICA
Este desabafo de uma vizinha velhota deixou-me a pensar, mais uma vez.
Para não me perturbar muito, deixei a coisa, e lembrei-me da fotografia.
Aqui deixo um troço do Rio Homem.
AC

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

COMO ISTO ESTÁ..........
Eu, se fosse ao António Costa, matutava bem no que tem andado a fazer desde o início da legislatura/ geringonça, e o que se propõe fazer, mais a campanha eleitoral encapotada que delineou e executa há meses, e paga por todos nós.
Na minha opinião, muito do granel, dos tumultos, das greves sem fim, agora os enfermeiros, são muito culpa sua, pelo modo como considerou que isto podia ser. DEMAGOGIA ás toneladas.
Eu, se fosse ao António Costa atentava na sequência de cartoons em baixo.
A coisa vai piorar cada vez mais. 
Ele que espere pelos professores outra vez, em Março, pelos bombeiros outra vez, pelos militares, pelas forças de segurança, e por aí fora.
A questão saúde/ hospitais/ ADSE/ privados/ farmácias/ falta de medicamentos, e agora a fuga de uns farsolas do BE, é capaz de ser mais um pequeno conjunto de sinais quanto ao que aí virá. 
Se ele pensa que está mal, vai piorar.
Oh se vai!
AC

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

A PROPÓSITO DO PSD
Quantas velinhas andam a colocar, até à próxima 5ª Feira, Marcelo, António Costa, Rui Rio, Luís Montenegro, Santana Lopes, Assunção Cristas, entre muitos outros ???
AC

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

FALAR BAIXO
- "Fala baixo, para seres ouvido".
Ora aqui está uma coisa que a maioria devia ter sempre presente.
Por exemplo, os deputados da Nação. Ah e as deputadas.
Esganiçam-se, berram, gritinhos a torto e direito.
Ah, é a prática regimental, etc.
Pois, com muita falta de educação à mistura.
Só não gritam para o duplo subsidio, para as viagens fantasmas, para o evitar andarem de Renault Clio, para o trabalho político constante fora da AR, para os fins de semana a Ponta Delgada pois sempre se vai tirar o pó aos móveis da casa (trabalho político no circulo eleitoral), e recordar o Mercedes classe S onde se deslocava !!
Adiante.
Democracia sem partidos não existe. 
Há muitos que se esquecem disto.
Mas democracia com canalha também não sobrevive eternamente.
Andam aí muitos a virar a cara a isto.
"Há que respeitar as instituições". Pois é!
AC

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

A propósito  de   SANTANA  LOPES
Diz que defende os ideais do PSD, os genuínos, os do PPD fundado por Francisco Sá Carneiro e seus companheiros.
Uns gostam. Outros não gostam de Santana Lopes, é o meu caso.

Como todas as pessoas, tem defeitos e qualidades.
Eu não acredito nele como real lutador contra as desigualdades.
Olho para o seu trajecto e vejo, sinteticamente, ansiedade e protagonismo de poder e frenesim pela constante aparição mediática. Mesmo com um bocadinho de razão na "sua queixa de enquanto bebé ter levado uns sopapos" foi um curto e trágico PM.
Nada disto resolve problemas estruturais da sociedades mas admito que dê boas vendas das revistas cor-de-rosa!
Penso que um dos problemas de Portugal, e é histórico (basta ir ver com detalhe o que aconteceu entre 1700 e 1900), é que quem em determinada altura da vida do País teve/tem poder, não quer sair, não gosta de ser esquecido, não cede o lugar. E muitos, historicamente comprovado desde 1700, e novamente comprovado nos últimos 40 anos, tratam de arranjar "tratos", conspirações, negociatas, arranjinhos, tudo para tratar da sua vidinha. 

Quando a vida corre mal, há sempre quem "sem interesse algum" empreste um carro, arranje uma sinecura.
Historicamente comprovado, na esmagadora maioria das vezes está-se perante projectos de poder pessoal, de regresso a poder ou tentativas para tal.
A nossa história entre 1800 e 1910 é eloquente. 
Os partidos não são entidades abstractas, mas organizações de pessoas.
Quanto a partidos novos, o que trouxe por exemplo o MRPP, os farsolas por trás das FP25, ou o bloco de Esquerda cimentado em cima da UDP, do PSR Louçanista, da política XXI cimentado em nomes como Miguel Portas, Pina Moura, José Magalhães, Mário Lino, Judas? 
E os sucessivos abandonos, e as integrações em PS por exemplo, a começar nos política XXI e nos MESzinhos?
Que sentido de missão? Que princípios? Que valores?
Que vidas para além das lojas, das sinecuras, do vaivém entre, cargos nacionais e/ ou estrangeiros, cargos privados e públicos, entre banca e seguros e reguladores, entre Macau e Continente?
E é sempre curioso ver, um pouco inesperadamente, certas figuras que como cidadãos nos habituámos a ver como equilibradas designadamente nas sucessivas e ponderadas intervenções sobre as questões Europeias, despertarem para a política partidária pela mão de meninos com recorte público saltitante.
Aguardemos, e tenhamos mais um bocadinho de paciência.
AC
Leio que Paulo Sande vai ser o cabeça de lista às eleições para o Parlamento Europeu pelo “Aliança”, o nóvel agrupamento político criado por Santana Lopes.

Conheço Paulo Sande há bastantes anos. É, em Portugal, uma das pessoas que aborda, com maior seriedade e conhecimento, as questões europeias. Estivemos juntos em inúmeras iniciativas, comungamos muitas perspetivas, julgo que temos ideias bastante próximas em diversos temas internacionais. Tenho, além disso, por Paulo Sande um grande respeito pessoal. 

Não posso deixar de dizer que foi para mim uma surpresa vê-lo emergir politicamente ao lado de uma figura com o recorte público de Santana Lopes. É isso e mais nada que se me oferece dizer

sábado, 1 de dezembro de 2018

EXACTAMENTE
(lido por aí)
........."ser um padrão geral que caracteriza o debate público, permitindo, por exemplo, que ainda hoje tanta gente insista na ideia pueril de que a austeridade é uma opção política e não uma mera consequência da falta de dinheiro".
É mais que uma ideia pueril, é essencialmente não puxar pelas células cinzentas!
AC

terça-feira, 27 de novembro de 2018

terça-feira, 30 de outubro de 2018

FAZ 1 NOVEMBRO 10 MESES
Que isto foi transmitido - ........"Reinvenção da confiança dos portugueses na sua segurança, que é mais do que estabilidade governativa, finanças sãs, crescente emprego, rendimentos. É ter a certeza de que, nos momentos críticos, as missões essenciais do Estado não falham nem se isentam de responsabilidades"...........(adivinharam quem assim falou?).
Certo, ELE!
Eu não me esqueço, e está escrito. Sim, porque escritas, as palavras permanecem ("scripta manent")
Olho para a prática, para a realidade, para o "colinho", para a demagogia, para as mentiras, para os encobrimentos, para a real não assumpção de responsabilidades.
É como estamos, não é??
Não se eximem, não se escondem, não fogem ás responsabilidades, pois "tá claro" !!!!.
Muitos gostam, ainda. Eu não.
AC

terça-feira, 23 de outubro de 2018

SEXUALITÉ
La sexualité est bonne pour la santé
(Science et vie, Feb 1987, pag. 80).

Tradução - a actividade sexual é útil à manutenção das faculdades intelectuais.

Têm portanto aqui, uma boa explicação para o nosso desgraçado presente, ou seja, porque estamos como estamos, no plano político nacional
Pensem nisto. 
Como dizia uma amiga minha que se divorciou há anos - não me ****** no sítio certo, mas ****** o juízo.
Pensem como eles nos ***** e ainda por cima se riem, exactamente porque a "santé" deles reflecte a tristeza de vida que levam.
DE CERTEZA, só pode.
António Cabral

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Amigo corvo marinho
Amigo corvo marinho, que boas fotografias me tens proporcionado, tu que também chafurdas nas águas turvas, em fundos baixos, nas zonas lodosas. 
Bem sei, não te zangues, não és como muitos, eu sei que é para ver se encontras um peixinho, magrinho que seja, para te matar a fome. 
Bem sei, não te zangues.
O termo chafurdar pode parecer que te estou a confundir com outros peixes de águas profundas que por aí andam. Desculpa, meu amigo corvo marinho.
Olha, a propósito, sempre conseguiste arranjar as penas de cerimónia para ires à tomada de posse do próximo chefe de Estado-Maior do Exército?
AC

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

JÁ LEMBRAVA "JUAN" : PORQUE NA TE CALAS?
Cavaco: não recondução de Marques Vidal é talvez a decisão “mais estranha” da “geringonça”. O ex-Presidente da República considera que a saída da procuradora-geral da República no final do seu primeiro mandato foi uma “decisão política.
>...mais estranha - claro que não foi, é só pensar nos antecedentes e nos processos
> ...decisão política - havia de ter sido o quê? jogo de damas?
AC

sábado, 15 de setembro de 2018

DIREITA, CENTRO, ESQUERDA
Agora que no Brasil as coisas estão com estão, lembrei-me deste cartoon.
E por cá, como andam as coisas?
AC

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Não encontra qualquer colagem com a realidade
Ora aqui está uma frase curiosa.
Por falar em realidades:
> as do País, da sociedade nos seus múltiplos aspectos?
> as de certas figuras sempre em bicos de pés?

Na minha vida (1979) conheci um figurão que não tinha culpa de ser baixote, mas tinha vergonha desse facto e, vai daí, os sapatos tinham tacões como as botas dos "cowboys".

A vida de certos senhores cola com a realidade do País, por mais que digam que não?
COLA e de que maneira, por isso a nossa sociedade está como está.

A quem se interrogar - o que tem o parágrafo anterior a ver com os tacões das botas?  - Tem alguma coisa: só para enfatizar que no passado os recursos eram outros, hoje, com ou sem tacões, é vê-los a esticarem-se, à procura de microfone e/ ou câmara de televisão. Depois poleiro.
AC

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

COGUMELOS
(como o PM continua a contar piadolas, deixem-me fazer o mesmo)
Dois amigos de muito longa data, um casado há décadas outro, cabisbaixo, introvertido, nunca tendo casado, encontravam-se mensalmente para almoçar. 
O solteirão quase sempre não abria a boca, como que grunhia baixinho enquanto comia.
Um dia, num almoço, o solteirão anuncia ao amigo - casei-me - o outro saltou de contente, desejou-lhe as maiores felicidades.
No almoço seguinte, o ex-solteiro estava ainda mais cabisbaixo que o costume. Perguntado se estava tudo bem - a minha mulher morreu!
O amigo ficou incrédulo. Ela tinha comido cogumelos venenosos.
O almoço foi pesado.
Um almoço seis meses mais tarde, o então viúvo informa ter refeito a vida - voltei a casar. Grande contentamento, brindaram.
Três meses depois, ao almoço, o de novo casado apareceu com cara de enterro.
"Oh homem, estás com uma cara......." a minha mulher morreu".......
O amigo quase caiu da cadeira. 
"O quê? Que aconteceu?.............
".......comeu também cogumelos venenosos"
Estiveram uns tempos sem se ver e, entretanto, passado um ano, o viúvo pela 2ª vez voltou a casar.
Mas, oh tragédia de vida, num novo almoço comunica ao seu amigo que a 3ª mulher também tinha acabado de morrer.
"Oh meu querido amigo, que tragédia, não me digas que também comeu cogumelos venenosos...."
" Não,.......... foi um traumatismo craniano..........
"O quê, ..........caiu das escadas?
" Não,......... não queria comer os cogumelos venenosos".......

AC

sexta-feira, 27 de julho de 2018

O LADO BOM, o LADO MAU
> Aquele que só vê o lado radioso das coisas, e não as dificuldades, não pode contar com sucesso <
(terá dito Mao Tse Tung)
Querem ver que este Mao também era pessimista?
Por cá, falar das realidades adversas, das dificuldades, soprar o pó com que as escondem, é sempre mal-visto.
Porque será que apontar isso, mesmo quando ao mesmo tempo, como eu venho fazendo, se reconhecem melhorias, é olhado com fúria umas vezes, desdém outras?
AC