Se percebi bem a PJ já conhecia a criatura, a qual foi detida em Julho de 2024.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Se percebi bem a PJ já conhecia a criatura, a qual foi detida em Julho de 2024.
domingo, 7 de dezembro de 2025
O Presidente da República, Jorge Sampaio, esclareceu hoje que a inversão do ónus da prova deveria ser aplicada a "medidas de natureza fiscal e de natureza penal que devem ser introduzidas no combate à corrupção".
O esclarecimento da Casa Civil da Presidência da República foi feito hoje, em comunicado, para dissipar as dúvidas suscitadas pelo seu discurso de ontem no âmbito das comemorações do 5 de Outubro, quando defendeu a introdução da "inversão do ónus da prova" para crimes económicos para que "a justiça e a moralidade sejam repostas" no país.
No entender do Presidente, "a moralidade mais elementar e o sentimento de justiça continuarão gravemente diminuídos" enquanto "for possível exibir altos padrões de vida, luxos, e até reprováveis desperdícios, e, ao mesmo tempo, apresentar declarações fiscais de indigência".
"Obviamente que tais medidas deveriam ser acolhidas com respeito pelo princípio da culpa estabelecido na Constituição. Assim sendo, o que está em causa, para o Presidente da República é a inversão do ónus da prova em matéria fiscal e redistribuição do ónus da prova em matéria penal", sublinha a Casa Civil.
O esclarecimento do Presidente surge depois de uma audiência concedida hoje ao bastonário da Ordem dos Advogados, Rogério Alves, que afirmou discordar da aplicação da inversão do ónus da prova aos crimes do Código Penal.
"Como regra, não se pode aplicar a inversão do ónus da prova em nenhum crime. Se a intenção for inverter o ónus da prova em qualquer crime do Código Penal, tendo o arguido a obrigação de demonstrar que não o cometeu, somos contra", afirmou Rogério Alves, após a reunião com o Presidente sobre a situação na justiça.
Na nota, o Presidente da República considerou que as suas palavras provocaram algumas dúvidas e esclareceu que o que está em causa "é a inversão do ónus da prova em matéria fiscal e redistribuição do ónus da prova em matéria penal".
Em relação às medidas de natureza fiscal, trata-se de "presumir rendimentos correspondentes aos bens adquiridos e fazer pagar o respectivo imposto".
No plano penal "tratar-se-ia da possibilidade de passar a ser considerado crime, que poderia denominar-se de enriquecimento ilícito, a aquisição de bens, acima de determinado valor, em manifesta desconformidade com os rendimentos fiscalmente declarados".
terça-feira, 11 de novembro de 2025
domingo, 19 de outubro de 2025
Defesa do ex-banqueiro argumentava com a decisão do estatuto de maior acompanhado para travar o procedimento criminal contra o arguido, que responde por 11 crimes no julgamento da Operação Marquês.
quinta-feira, 25 de setembro de 2025
quinta-feira, 10 de julho de 2025
JURISTAS e PARECERES
Lembro-me disto a propósito, do que se vai sabendo das primeiras sessões e das aleivosias (opinião pessoal, naturalmente) de Pinto de Sousa e, também, das aulas no meu primeiro ano de Direito na FDL.
Lembro-me disto a propósito de uma pergunta de um colega meu dessa altura, pergunta um pouco tola e revelando pouca atenção e pouco estudo, pergunta sobre as "lacunas", pergunta a que com rispidez exagerada e despropósito foi respondido - e como tratávamos depois da nossa vida?
Lembro-me disto a propósito dos que ganham a vida (legal e legitimamente) a escrever pareceres.
Lembro-me disto a propósito de quem terá pago dívidas a escrever pareceres.
Lembro-me disto tudo e tenho bem presente a legitimidade e a legalidade dos pareceres na nossa vida pública.
Mas também tenho bem presente os meus direitos constitucionais relativamente por exemplo, à liberdade de expressão, à liberdade de opinião, à liberdade de pensamento.
Sei bem que a vida não é a preto e branco.
Isto dito, escusam de me vir mostrar pareceres de doutos juristas demonstrando que preto é sem dúvida rosa, ou que verde é sem dúvida amarelo, ou que um tratante é afinal um anjinho.
Escusam de me vir mostrar pareceres de doutos juristas demonstrando que os anjos afinal têm sexo e quatro asas e uma luz circular sobre a cabeça.
E escusam de me tentar convencer do preço "Pro Bono" de certos pareceres da actualidade.
AC
sexta-feira, 21 de março de 2025
segunda-feira, 9 de dezembro de 2024
Antigo presidente da Octapharma vai responder por falsificação e concessão/recebimento indevido de vantagem. Apenas Cunha Ribeiro vai ser julgado por corrupção passiva neste processo.
O sr Presidente da República, professor Marcelo rebelo de Sousa, no dia de hoje, 9 de Dezembro, para assinalar o "Dia Internacional Contra a Corrupção" publicou no sítio da Presidência um textozinho (????) a - reafirmar a necessidade de um maior esforço nacional, cidadãos, empresas, comunicação social e instituições, em defesa da transparência e da integridade, valores de uma cultura partilhada no combate à corrupção.
Considera SExa - imperioso progredir institucional, jurídica e operacionalmente, dotando as respetivas instituições dos meios necessários a uma ação célere e eficiente, geradora de um clima de confiança e de uma correta perceção quanto à eficácia e à justeza da sua ação.
Ah, SExa está muito contentinho - com o relevante trabalho desenvolvido no aprofundamento da literacia e em defesa da ética contra a corrupção.
Comentário?
quinta-feira, 17 de outubro de 2024
Sempre os mesmos, nestes 50 anos, a aparecerem nos casos vários que mais mostram a quem for intelectualmente honesto porque Portugal continua …… assim.
domingo, 28 de janeiro de 2024
sábado, 10 de junho de 2023
SEMPRE o MESMO
Pouco depois do almoço desta sexta-feira liguei o televisor com a intenção de ver se já estaria a começar uma das meias finais de ténis em Rolland Garros.
Ao iniciar e porque o televisor estava na TVI dei com a cara de Cabrita. E lá estava, o habitual advogado para os casos complicados dos socialistas.
Tempos atrás, até o observei a entrar para o mesmo restaurante onde eu já almoçava (e costumo almoçar) em Castelo Branco, acompanhado por vários. O que só confirmou o que se dizia por Castelo Branco acerca de certas pessoas da mesma cor.
AC
quarta-feira, 7 de junho de 2023
"Bastonária dos advogados: “Se for preciso, faremos parar a justiça”"Se for preciso fazer parar a justiça, fá-lo-emos", declara a bastonária, após uma assembleia-geral extraordinária que reuniu esta terça-feira mais de 2200 profissionais da advocacia"
sexta-feira, 1 de outubro de 2021
DIREITOS DAS VÍTIMAS DE CRIMES
Nos tribunais portugueses encontram-se afixadas nas paredes coisas como esta que aqui mostro.
Como sempre em Portugal, muitas loas, muitas intenções, muitas garantias, muita verborreia, muita justiça para todos e rápida e eficaz, todas as vítimas têm direito a muita coisa mas, depois, na realidade, muitas coisas não são exactamente como propagandeado. Mas os lentes das escolas de Coimbra e Lisboa ficam muito contentes! Ah, e os advogados! E as vítimas observam a malandragem a rir-se das sentenças.
Por exemplo: uma senhora humilde de cerca de 70 anos é agredida e, depois de muito passar, depois de dois anos sobre a agressão em que prestou declarações tal como as testemunhas que assistiram à agressão, em sessão de julgamento, porque a memória já não é boa e passaram dois anos, ouve o "excelentíssimo" dizer-lhe com superior e arrogante ar que "o que disse antes não interessa para aqui (a questão da prova, mas as realidades comezinhas da vida….), e aqui está a contradizer-se"! Bom, no fim lá saiu uma sentença, mais que leve, e com proibição do animal se aproximar da senhora a menos de dada distância. Nunca cumprida, e apesar dos alertas e queixas verbais, as forças de segurança nunca questionaram o animal, e sim, não passa de um animal, que não trabalha. O costume.
O panfleto supra diz que se tem direito a ser reconhecido/ a como vítima e tratada respeitosamente, de forma sensível, personalizada e não discriminatória, proteção na sua vida privada, que sejam evitados contactos com o autor do crime, etc. Uma listagem linda, amorosa, de que retiro e sublinho a proteção da vida privada. Não é explicitada a vida física, a integridade física!
A realidade é outra, completamente diferente.
E não, não estou a inventar nada, a senhora trabalha num restaurante bem conhecido, num local bem conhecido, e o animal por lá continua na zona, tendo já havido outras queixas apresentadas por força de novas façanhas do animal.
Depois admiram-se que muitos concidadãos, que não é o meu caso, se inebriem com loas de inaceitáveis Chegas e companhia.
É como estamos. E caminhamos para cada vez pior, com uma justiça que em termos práticos é mais vezes uma vergonha que outra coisa, com as forças de segurança com vencimentos e meios e carreiras vergonhosos.
Uma justiça em que os juízes se justificam sempre com as leis e os políticos e em parte têm razão, mas também têm muitas culpas no cartório. Lembro-me de, anos atrás, uma criatura do mais pedante que conheci, apanhar o barco para Lisboa ás 0945 h e regressar no das 1500 h, certamente cansado de trabalhar no tribunal da relação de Lisboa, aquele com entrada pela praça do município. Ah, lembrar que nessa altura os barcos gastavam quase uma hora na travessia.
E sim, sei bem do que falo, pelos casos conhecidos como o supra referido pois há mais por aqui além desse e, também, por caso concreto que ainda muito melhor conheço, além de saber de 2 ou 3 juízes curiosos! (sim, 3 árvores não são a floresta)
Quando um cidadão sabe que um animal com cadastro designadamente por agressões várias a pessoas é condenado por outra ameaça de agressão física testemunhada por vários, a uma pesadíssima pena de 6 € por dia durante pouco mais de 2 meses, dá vontade de quê?
Sistema de justiça e proteção e segurança dos cidadãos à moda de "Afonso Van Costa"
AC
segunda-feira, 14 de junho de 2021
LIBERDADE, de EXPRESSÃO, de INFORMAÇÃO, de IMPRENSA.
E o sistema de justiça ?
Constituição da República Portuguesa (CRP):
Art. 34º - Inviolabilidade do domicílio e da correspondência
Este artigo define claramente que são invioláveis, e só ordem expressa judicial competente permite que essa inviolabilidade seja quebrada.
Art. 37º - Liberdade de Expressão e Informação
Define que tenho e todos temos, o direito a divulgar o que penso e a ser informado, e diz ainda - "o exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura".
Art. 38º - Liberdade de imprensa e meios de comunicação social
Define e diz que garante a liberdade de imprensa, a liberdade de expressão e criação dos jornalistas e ainda o direito dos jornalistas, nos termos da lei, ao acesso às fontes de informação e à proteção da independência e do sigilo profissionais. E o Estado deve assegurar a liberdade e a independência dos OCS perante o poder político e o poder económico.
Art. 39º - Regulação da comunicação Social
Determina que cabe a uma entidade administrativa independente (eh..eh...veja-se por exemplo a independência da ERC ao tempo de Azeredo Lopes) assegura nos OCS o direito à informação e a liberdade de imprensa, a independência perante os poderes político e económico, e o respeito pelos direitos, liberdades e garantias pessoais, bem como o confronto de diversas opiniões.
Vem tudo isto a propósito de muitas coisas mas, por agora a título de exemplo, duas "cenas":
> a "cena" de 2018, duas magistradas do MP, elementos da PSP, e a investigação/ diligências sobre dois jornalistas a propósito de certo processo, crimes, e segredo de justiça. Mais uma telenovela deste Portugalinho, pequenino, mas um torrãozinho de açúcar. Telenovela a que se juntaram declarações de vários incluindo o papagaio-mor.
> a cena da carta digital para nos proteger, assinada sem um pio pelo actual Presidente desta República.
Coisas notadas:
> Grande burburinho nos "media", de jornalistas e alguns comentadores, depois o burburinho e o assunto "passam"; sempre grandes burburinhos, rapidamente esquecidos.
> Para esta gente, a liberdade de imprensa, com respaldo e muito bem na CRP, é um valor absoluto. Será valor absoluto quando pelos OCS passam ás vezes crimes como por exemplo, violação do segredo de Estado ou violação do segredo de justiça?
> Será valor absoluto quando se fica com a evidência de em certos "media" se fazerem favores descarados ao governo que está ?
> Que se saiba os PSP da cena 2018 não efectuaram buscas domiciliárias nem terão furado o sigilo de comunicações.
> Pergunto-me se os jornalistas (olhe-se a certas reportagens da SIC por exemplo) não fazem mais ou menos ou exactamente o mesmo que os PSP terão feito?
> E quando os jornalistas fazem certas investigações, será que quem lhes passa certas informações que quase certamente e legalmente não devia passar, é sempre pro bono ?
> Se não estou equivocado, isto (2018) anda à volta do nauseabundo processo do e-toupeira que tem ligações com o mundo estranho e igualmente nauseabundo de negociatas futebolísticas e, não me admiraria, a roçar perigosamente o mafioso e a corrupção.
> E se olhássemos a muitos outros casos, que por aí se debatem e se arrastam, encontraríamos factos e dúvidas nauseabundas.
> Nunca se pronuncia sobre casos de justiça em andamento/ averiguação, ……...bem………..
Bem, respeitando, sempre, opinião de outrem, para mim que não sou jurista mas sempre me interessei por assuntos de justiça e em que os meus rudimentos de formação jurídica sempre me aguçam a curiosidade, o problema nº 1 do país como sempre considerei é o sistema de justiça, mais que a saúde e educação, pois é ele - um bom sistema de justiça, célere, e eficaz, não complacente com ninguém - que determina a igualdade entre os cidadãos, a igualdade de oportunidades, a igualdade de acesso através de políticas públicas que minimizem as desigualdades sociais, o desenvolvimento equilibrado do país sem negociatas obscuras a nível governamental e autárquico.
Mas, antes de terminar, já repararam como se sucedem os casos e os burburinhos, cada um fazendo esquecer o anterior ? Fazendo esquecer a pouca vergonha anterior, ou a incompetência anterior, ou o nepotismo anterior, ou a nomeação anterior, ou a aflição política anterior ?
AC
quarta-feira, 4 de novembro de 2020
Tenho por rotina rever/ reler certos artigos/ textos/ notícias/ livros o que, não raras vezes, me leva a debruçar outra vez e mais atentamente sobre coisas e assuntos aos quais não dedicara especial atenção numa primeira fase.
Aparentemente, parece que o actual bastonário da OA, Luís Menezes Leitão, além da queixa contra Rangel, terá decidido pedir aos conselhos de deontologia da OA a averiguação de eventuais práticas ilegais por parte de causídicos envolvidos no processo, incluindo a averiguação da eventual responsabilidade disciplinar dos visados.
Sobre este assunto do juiz Rangel que, ao que leu agora sobre a recente cerimónia de posse no tribunal da Relação de Lisboa, houve duras referências ao estado calamitoso a que chegou esse tribunal (e a Relação do Porto?), parecendo ainda pelo que se lê, haver acusações gravíssimas e designadamente também para os dois advogados visados agora pela OA. Fala-se de recebimentos indevidos de vantagem, testas de ferro, acusações de corrupção passiva para ato ilícito e corrupção ativa para ato ilícito, de abusos de poder, falsificação de documentos, fraudes fiscais, branqueamento de capitais. Um rol lastimoso, vergonhoso.
De facto, a confiança no sistema de justiça nacional não pode deixar de estar abalada. Claro que está abalada, mas não é de agora com o caso Rangel, já vem muito lá de trás. Só se tem agravado.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
"Advogados quase não reportam suspeitas de “lavagem” de dinheiro.
Obrigação legal existe há vários anos no âmbito do combate ao branqueamento de capitais, mas, nos últimos três anos, houve apenas “quatro ou cinco participações” feitas pelos mais de 30 mil advogados existente". (do Público)




