Mostrar mensagens com a etiqueta malandragem. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta malandragem. Mostrar todas as mensagens

sábado, 26 de agosto de 2023

IMAGENS  QUE  FALAM  POR  SI

Há imensas, nos jornais, nas revistas, nas TV, em livros.

No Expresso de 18 de Agosto, as duas fotografias grandes publicadas na página 23 da Revista a propósito da ALTICE e da tralha que lhe é associada, são eloquentes, falam por si.

E é curioso encontrar certas conhecidíssimas caras sempre em certos "negócios". O costume.

E o arzinho embevecido com que olham e falam com intrujões?

AC

segunda-feira, 17 de abril de 2023

TERCEIRO MUNDO, GÉNIOS, FARSANTES
Caso EDP. Manuel Pinho condena instrução de 49 dias como "própria de terceiro mundo".
Ex-governante considera que "nem um génio é capaz de estudar e tomar uma decisão em 49 dias sobre um processo de elevada complexidade", assinalando as 574 páginas da acusação do MP e os quase 100 volumes e apensos deste processo. Manuel Pinho vai a julgamento pelos crimes de corrupção passiva, branqueamento e fraude fiscal
.

Este "pequeno génio" considera a instrução de 49 dias uma coisa própria do terceiro mundo. Não faço ideia de como é que um juiz avalia o que o ministério público lhe coloca para apreciação e decisão.

Não faço ideia se as inúmeras peças dos tais citados 100 volumes e apensos do processo são apresentados ao juiz de instrução por resumos que se leem em poucas semanas, em que cada resumo tem indicações remetendo para a folha X do volume ou do apenso Y, permitindo ao juiz esclarecer-se e se tiver dúvidas ir vasculhar a papelada. Mas, sem ser jurista, parecer-me-ia uma coisa razoável.

Não sou jurista mas, parece-me óbvio que nenhum juiz lerá integralmente dezenas ou centenas de volumes de um dado processo.

De qualquer maneira, o que acho curioso é esta "pequenina prenda" considerar uma dada coisa do terceiro mundo, mas 12 anos ou mais de investigação ser uma coisa perfeitamente natural. A "pequena peça" podia ter feito algum comentário comparativo com os EUA, ou a Alemanha, ou a Holanda, sei lá.

Uma coisa é certa para mim e de há muito, se me dissessem que havia um país em que tudo isto, todas as broncas se arrastam 12 ou mais anos, em que quase tudo prescreve, no mapa ia procurar esse país na América do Sul, ou Ásia, ou África. 

País por onde saltitam uma série infame de aldrabões, uma série de farsantes que nem no Chapitô terão lugar.

AC

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

sexta-feira, 21 de junho de 2019

COMO TER RESPEITO POR GENTE DESTA?
Nunca souberam de nada, nunca ouviram nada, nunca perceberam nada, nomearam sempre de boa fé, não se arrependem, não devem nada a ninguém, têm cabelos grisalhos ou mesmo brancos e por isso se julgam senadores e importantes e merecedores de respeito alheio, mas olha-se para a carreira deles e percebe-se tudo, ou não?
Não, NÃO LHE TENHO RESPEITO, NENHUM
Diz-se que, como são seres humanos também falham, como todos nós.
Certamente por isso tem a distinta lata de dizer que - falhámos todos.
TODOS? 
Que grande malandro me saiu, oh sr Teixeira dos Santos, que há décadas saltita pelos mais diferentes cargos ligados às finanças e banca.
Não. Não falhámos todos
O sr é um dos vários que falharam.
Os contribuintes não falharam, eu não falhei em pagar os impostos, em fazer muitas vezes das tripas coração, em ir sempre votar, em respeitar as leis do meu País, em ter ido combater em África desagradado que estava apesar de tudo. 
Quanto em 1988 comprei um andar, onde ainda vivo, tive que dar garantias várias, houve uma avaliação bancária inicial, além disso uma irmã da minha sogra emprestou 2000 contos para ajudar à entrada.
Paguei tudo ao longo dos anos, com sacrifício.
E NÃO FALHEI.
O sr e os aldrabões e vigaristas que tramam os cidadãos comuns, HÁ DÉCADAS, cidadãos que vos pagam os salários e as mordomias, os srs é que se habituaram, COM A MAIOR da DESFAÇATEZ, a extorquir violentos impostos e taxas, e primeiro mandar pagar, e depois levar meses ou anos a decidir se respondiam/ respondem aos cidadãos comuns que protestam.

Para não variar, o sr e as dezenas de gentalha como o senhor não param nos insultos ao cidadão comum, como agora mais uma vez fez na AR, com esse habitual ar pesporrente, em que quer tornar-nos cúmplices do seu modo de vida.
NÃO, NÃO SOU IGUAL A SI. 
Eu posso olhar-me ao espelho, todos os dias.
Ao senhor e dezenas iguais, as lojas e vidreiras não vos vendem espelhos porque sabem que vocês não lhes dão uso.
AC