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terça-feira, 31 de março de 2026

Salgado suspeito de esquema à "Dona Branca"
Autoridades da Suíça suspeitam que o antigo banqueiro terá criado um esquema à 'Dona Branca' no financiamento do GES.

Que despautério! 
Que desaforo! 
Escandaloso, dizerem isto do homem!

Já não há respeito nem decência!
Francamente!

Bom dia tenham uma boa 3ª Feira.
Saúde e boa sorte.

AC

domingo, 19 de outubro de 2025

Operação Marquês. Juíza recusa argumentos para extinguir ou suspender processo contra Ricardo Salgado
Defesa do ex-banqueiro argumentava com a decisão do estatuto de maior acompanhado para travar o procedimento criminal contra o arguido, que responde por 11 crimes no julgamento da Operação Marquês.

Juíza mais chata . . . . . apre!

AC

domingo, 13 de julho de 2025

A  PROPÓSITO do MARQUÊS de MEIA TIGELA
Normalmente, depois do que fazem as pessoas na sua rotina diária, acordar, cumprimentar quem habita a mesma casa, tratar da higiene completa, vestir-se, tomar o pequeno almoço,  costumo fazer uma consulta rápida às chamadas gordas de vários jornais e revistas, nacionais e internacionais. 

Normalmente antes de sair para uma quentinha bica e, sempre que possível, uma caminhada razoável.
Não compro os internacionais, e há muito que não compro os nacionais. Tenho apenas uma assinatura digital de um jornal nacional.
Tenho um bom amigo que assina várias coisas e de vez em quando me remete artigos.

Nos nacionais percorro diariamente o JN, DN, Público, Observador.
Com grande assiduidade, visito alguns blogues, incluindo de esquerdalhada
Com regularidade passo os olhos pelo incrível (opinião pessoal, naturalmente) Correio da Manhã (que nos velhos tempos de vida activa eu e outros designávamos Correio da Manha), onde de vez em quando aparecem pequenas reflexões de Eduardo Dâmaso que considero boas.

Esta manhã, ao entrar no CM dei conta deste texto que transcrevo com sublinhados meus.

Causou alguma estranheza o facto de durante o julgamento do 'Processo Marquês' terem passado escutas em que o antigo primeiro-ministro contava a Henrique Granadeiro, um dos gestores da então poderosa PT, detalhes sobre a vida sexual de Salazar que lhe tinham sido revelados numa conversa interessante com duas figuras maiores do Partido Socialista, Mário Soares e Almeida Santos. Soares que privou com o jardineiro de Salazar no Palácio de S.Bento, contava uma versão picante da relação entre o ditador e a sua governanta. Por sua vez, Almeida Santos, o príncipe da redação legislativa do atual regime democrático, que sabia redigir leis e colocar as virgulas, exatamente onde queria, duvidava dessa história tão picaresca, até porque conheceu o médico da governanta que lhe garantiu que a D. Maria Jesus era uma mulher casta de Penela, que sempre ficou virgem. Mas o que interessa para o caso é a importância deste episódio para ser abordado no julgamento do 'Marquês'. A transcrição mostra que havia uma proximidade pessoal entre José Sócrates e Henrique Granadeiro, porque dificilmente Sócrates contaria a um desconhecido por telefone uma conversa sobre um tema tão bizantino, como a vida sexual do antigo seminarista de Santa Comba Dão. Como diria o poeta Eduardo Guerra Carneiro, isto anda tudo ligado, tal como os factos em julgamento no 'Marquês'. Sócrates tinha a maioria absoluta, mas o maior dono disto tudo era Ricardo Salgado que tinha o poder e o dinheiro e quando não tinha o dinheiro suficiente usava a PT como banco privativo, com os gestores a dizerem que sim e o governo que tinha poder determinante na PT a aceitar o jogo do banqueiro

Como me parece evidente, como creio que todos os intelectualmente honestos creio que concordarão, ao execrável interessa achincalhar o episódio na tentativa de provar que não tem nada a ver com ele.

Na minha opinião tem tudo a ver com ele/ eles, pois é um dos pináculos da gestão (??) Socretina 2005-2011, arruinando a PT entre outras, tal como colocando o país nas mãos da Troika, que teve de chamar, apesar das tentativas desesperadas de não o querer fazer. E o seu PS logo depois começou a tentar convencer os portugueses de que quem chamou a Troika não foi o PS. E continua a mentir.

Tem tudo a ver com ele/ eles, pois na vida comum de qualquer pessoa só se partilham certas coisas/ decisões, contrariedades, episódios, vidas/ etc. com quem se têm amizade/ grande confiança.

As coisas na vida não acontecem por milagre divino.

António Cabral (AC)

sábado, 19 de outubro de 2024

O  PAÍS
Reproduzo em baixo o texto assinado pelo director do Expresso.
(sublinhados e comentários da minha responsabilidade)

É difícil ficar indiferente à imagem de um homem frágil e doente a percorrer os metros que o separam do início do seu julgamento. A responsabilidade é, em primeiro lugar, da Justiça, por, tal como é de lei, exigir a identificação do arguido claramente debilitado perante o tribunal, apesar das inúmeras provas da sua incapacidade. 

Em segundo lugar, do seu advogado, que, para denunciar a inoportuna decisão de exigir a comparência de Ricardo Salgado no início do julgamento, preferiu expô-lo ao ridículo de fazer aquele caminho.

Usar o seu cliente para benefício da defesa é igual ou pior do que a vergonha que lhe foi exigida. (é ainda pior)
Os gritos supostamente encomendados de um alegado lesado do Grupo Espírito Santo (GES) (volto a escrever que todos os lesados são vítimas do GES e não do Banco Espírito Santo) proporcionaram um ato maior de humilhação, que diz muito sobre como estamos a regredir na escala de valores da sociedade. (e digo eu, diz muito sobre o "encenador")

Os gritos daquele indivíduo e a forma como cuspia deliberadamente na cara de Salgado sem que alguém tivesse tido a clareza suficiente para travar o triste espetáculo são uma enorme caricatura da atualidade. (tenho o legítimo direito de considerar que foi uma cena encomendada)

Não há crime que permita que se ponha em causa a dignidade de um ser humano daquela forma. É como se tivéssemos regressado ao tempo no qual os criminosos eram obrigados a percorrer as ruas a caminho do pelourinho local.

Não me entendam mal, Salgado e todos aqueles que, de forma consciente e consistente, se associaram para criar uma realidade alternativa sobre a saúde financeira do Grupo Espírito Santo têm de ser julgados.
Demore o tempo que demorar, mesmo que alguns dos intervenientes já
nem possam responder pelos seus atos, deve ser feita justiça perante aquele que foi um dos maiores escândalos financeiros dos tempos modernos.

O processo é gigante. Um mega-processo, como gostam de apelidar
estes casos e que parece agradar a todos os envolvidos. A imensidão das provas, dos depoimentos, dos relatórios, o número dos envolvidos e os crimes em causa permitem à Justiça mostrar a sua força, aos arguidos protelar o julgamento, que vai durar anos e anos (mesmo sem contar com os recursos que se seguirão), e garantem trabalho contínuo ao enorme número de advogados envolvidos

Apesar de o rol de arguidos ser extenso, há muitos, muitos e muitos ausentes. No banco dos réus, mesmo sem ser acusada, estará uma grande parte da elite de Portugal. 
Empresários, políticos, gestores, homens e mulheres das artes e dos espetáculos que anos a fio se alimentaram da teia criada por Ricardo Salgado, que o veneravam e idolatravam. E que ao longo de anos e anos a fio não tiveram sequer a capacidade de questionar (não lhes interessava, estavam e continuam no bem bom) a origem de tanto poder. 

E ainda aqueles que duvidavam da estabilidade do império, mas a quem faltou coragem para falar publicamente do assunto. (faltou coragem?)
Ou aqueles que, apesar das notícias que começaram a ser publicadas um ano antes da falência e que davam conta não só da debilidade mas
também das falcatruas feitas para esconder a realidade das contas, decidiram continuar a confiar no nome da família que era Dona Disto Tudo.

Os mesmos que depois vieram exigir ao Estado que lhes resolvesse o problema com a ajuda dos contribuintes.
Há todo um país que devia estar sentado ao lado de Salgado
Há todo um rol de gente que devia sentir a vergonha de ser Espírito Santo. Há todo um mar de gente que devia ter sentido a humilhação de percorrer aqueles metros até à porta do tribunal.
jvpereira@expresso.impresa.pt

Um país com uma justiça assim, com juristas assim, com gente assim, não precisa de mais nada para se definir.
FELIZMENTE o digo e de há muito, vivo neste regime e assim seja no futuro, ao abrigo da Constituição,  mas considero que um país com estas coisas é uma vergonha de país. INFELIZMENTE.

AC

segunda-feira, 17 de junho de 2024

 RECORDAÇÕES

- "O BES não faliu, foi forçado a desaparecer"

- "Considero-me um verdadeiro trabalhador"

(Ricardo Salgado, 9 Dezembro, 2014)

E afirmou-o sem se rir!

AC

quarta-feira, 25 de outubro de 2023

ISTO ANDARÁ TUDO LIGADO?
Procurador do julgamento de Pinho e Salgado é padrinho da filha de ex-quadro do GES (FILIPA AMBRÓSIO DE SOUSA)

Além da juíza do julgamento do caso Pinho ser ex-mulher do ex-administrador do GES – que terá beneficiado do saco azul do BES –, o ECO sabe que procurador do MP é padrinho de uma das filhas do casal.
Já não bastava uma das três juízas do coletivo que julga Manuel Pinho, Ricardo Salgado e Alexandra Pinho ter sido casada com um ex-administrador do GES. O ECO sabe agora que o magistrado do Ministério Público (MP), Rui Batista, que está nesse mesmo julgamento, é amigo de casa e padrinho da filha mais nova desse mesmo ex-quadro do Grupo Espírito Santo e da juíza Margarida Natário.

Rui Batista, procurador da República, foi uma das testemunhas num processo – cujo recurso foi proferido em novembro de 2020 – que envolvia António Rio Tinto numa queixa de violência doméstica de 2014 (cuja queixosa era a própria magistrada) mas que acabou absolvido.

Nesse acórdão, a que o ECO teve acesso, é dito que “a testemunha/depoente é amigo quer do arguido quer de Margarida Natário, sendo padrinho da filha mais nova de ambos”, acrescentando ainda que o depoimento de Rui Batista revelou “um conhecimento próximo da família Rio Tinto e Margarida Natário”.

Juíza essa que anunciou na segunda-feira um pedido de escusa, depois de vir a público quem é o ex-marido. Margarida Ramos Natário abriu a sessão de segunda-feira do julgamento do caso EDP com a apresentação do pedido de escusa para que a Relação decida sobre a sua continuidade, na sequência das notícias que ligam o seu ex-marido ao GES, apesar de considerar que não mudou a sua capacidade para continuar no julgamento. “Farei por uma questão de respeito à justiça e à função de juiz“, notou.

O caso foi revelado na passada quinta-feira. Margarida Ramos Natário foi casada durante vários anos com António Miguel Natário Rio Tinto, atualmente a trabalhar no Dubai, mas que no passado desempenhou diferentes cargos em diversas entidades do GES – como a ES TECH Ventures SGPS e a Espírito Santo Informática –, chegando em 2014 a administrador no Novobanco.

Perante estas informações, os advogados de defesa de Pinho e Alexandra Pinho, submeteram um requerimento ao tribunal em que diziam que António Miguel Natário Rio Tinto, “foi remunerado através de uma conta sediada no estrangeiro titulada pela Enterprises Management Services Ltd., que, segundo a acusação, constituía o saco azul do GES“, acrescentando que enquanto era quadro superior da instituição liderada pelo ex-banqueiro Ricardo Salgado recebeu 1,2 milhões de euros via esse mesmo saco azul do GES.

Manuel Pinho, em prisão domiciliária desde dezembro de 2021, é acusado de corrupção passiva para ato ilícito, corrupção passiva, branqueamento e fraude fiscal. A sua mulher, Alexandra Pinho, está a ser julgada por branqueamento e fraude fiscal – em coautoria material com o marido –, enquanto o ex-presidente do BES, Ricardo Salgado, responde por corrupção ativa para ato ilícito, corrupção ativa e branqueamento.

Foi há dez anos, em 2012, que se deu a abertura de inquérito deste processo. O foco da investigação centrava-se nas suspeitas de favorecimento do Governo, na altura de José Sócrates, à EDP. Mas com o decorrer da investigação várias outras suspeitas foram nascendo, como a dos subornos superiores a cinco milhões de euros de Salgado, ex-líder do BES, a Manuel Pinho, à data ministro da Economia de Sócrates. E são estes os factos que estão em causa neste julgamento que já conta com seis sessões
.

Quando me questiono - isto andará tudo ligado? - é só uma pergunta, é só uma dúvida, legítima. 
Se uns são, habilidosos, posso interrogar-me ou não sobre, éticas alheias, desfaçatez alheia, ingenuidade alheia, velhacaria alheia, ou nulidades processuais súbitas?
AC

terça-feira, 24 de outubro de 2023

Juíza que foi casada com alto quadro do GES pede escusa do julgamento de Manuel Pinho
A juíza-adjunta Margarida Ramos Natário, que integra o colectivo de juízes que está a julgar Manuel Pinho, a mulher, Alexandra Pinho, e o ex-banqueiro Ricardo Salgado, e que foi casada com um alto quadro do Grupo Espírito Santo (GES), anunciou esta segunda-feira de manhã que vai suscitar junto do Tribunal da Relação de Lisboa o incidente de escusa. Isto significa que caberá ao Tribunal da Relação decidir se a magistrada deverá manter-se no julgamento
.

Pergunta para um milhão de Euros:
A Sra vai manter-se no julgamento?

Lê-se que o eventual pedido de escusa irá ser feito. Acontece que  apenas depois da comunicação social ter há dias posto a boca no trombone sobre situação do passado. Não é interessante?

O meu palpite - SIM - , vai manter-se no julgamento, pois já não está casada com o presumível usufrutuário do saco do GES, certo?
Aguardemos por, certamente, mais uma notável decisão do sistema de justiça.
AC

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

E X P R E S S O (19 JAN 2013)

Um dia se fará a História, mas os banqueiros sairam mal desta crise.
………..
Importa-se de repetir?
AC

sábado, 20 de novembro de 2021

KADAFI dos PNEUS. TESTA de FERRO.

Vi o 1º e o 2º episódio de uma investigação da SIC à volta de dívidas e da vidoca de Luís Filipe Vieira. O grosso das dívidas sobre o BES /Novo Banco, mas dívidas também relevantes no BCP e CGD. NATURALMENTE.

Esta investigação da SIC é notável a todos os títulos. E, pelo meio, tem coisas muito interessantes como, por exemplo e entre outros pormenores, recordar certa gentinha que se misturava em vergonhosas comissões de honra. 

Fica mais uma vez bem demonstrado que muito do que se passa neste desgraçado país tem envolvimento profundo de, CCDR's que fazem ou não o seu trabalho de serviço público em defesa do Estado, banca, autarcas que fazem o que muito bem se sabe. E não é por acaso que um dos títulos da investigação é "testa de ferro" pois é com este tipo de criaturas que certos outros malandros passam o dinheiro lá para fora, ficando sempre os balanços na banca por cá a arder! Desgraçado país.

E por isto se percebe muito bem a proximidade de certos dirigentes desportivos com certos autarcas e nomeadamente em Lisboa e no Porto, e por isso se percebem os sucessivos convites para viagens, férias, festas e etc., de que a investigação da SIC dá uma pequeníssima amostra.

E por isto se percebe muito bem porque é que, quem muito bem se sabe, tem feito tudo ao longo dos anos para que nunca se ponha em vigor em Portugal a questão do "ónus da prova" ou seja, o cidadão ter de provar os seus proventos e vida não compaginável com a profissão que tem e que, portanto, não actuou à margem da lei.

Querem que seja o Estado a provar, e para isso, o MP e a PJ não têm os meios que deviam ter, e para isso tivemos no passado certos ministros a interferir com o sistema de justiça, e para isso tivemos e temos certas hierarquias no MP, e para isso temos certos ministros de justiça! Sempre a bem da Nação!

AC

quarta-feira, 15 de julho de 2020

NINGUÉM ESTÁ ACIMA da LEI
Li isto no jornal Público online. 
A fotografia é antiga e tirada da NET.
AC

quinta-feira, 27 de junho de 2019

QUEM DUVIDA?
- "Zeinal Bava garante em tribunal que não foi subornado por Ricardo Salgado" -
Olha, .......eu.......por exemplo,........claro que não se consegue provar com a legislação existente em Portugal.
AC

quinta-feira, 3 de maio de 2018

MAIS UMA TELENOVELA DE CORRUPÇÃO?
O ex-ministro dos cornichos na AR, e que Sócrates não teve remédio senão deitar fora, está com a lista de suspeições a seu respeito a subir. O hábito e o aspecto físico não fazem o monge, a ninguém, mas cruzar-me na rua com a pequenina criatura, concretamente aconteceu meses atrás no mercado da Ribeira, fizeram-me ter um arrepio próprio daqueles de certos filmes quando alguém se cruza com um aparente safardana.

Pelo que se lê, o PSD atirou em primeiro lugar. Presumo que Rui Rio quer saber coisa simples, foi pago por fora enquanto ministro durante anos. Uma pergunta só. Agora falam em comissão parlamentar de inquérito. Para ir muito atrás, para tentarem descobrir coisas décadas atrás, espiolhando a "nata" do, PS, PSD, CDS e se calhar muitos "cream" of the "cream" tidos como "expertos", independentes, etc!

Oh diacho, querem abanar o regime? Claro que aqui, o BE quer fazer um favor ao PS, além de que quererá matéria para trocas futuras com outros assuntos a discutir no parlamento. Parlamento que, aliás, cada vez mais se credibiliza. A começar pelo patético guardador de carácteres.

Os conhecidos gabirus trauliteiros do PS, nos jornais na TV e em blogues, atrasaram-se mas já dizem que a coisa é insólita. Que è de ficar enraivecido. Eu que conheci a "prenda" ...............
Posso enganar-me mas o PS vai tentar ajudar a bater em Pinho para distrair da desgraça Sócrates.  Neste caso, bater em Pinho não deve constituir ataque de caráter (FR), ou estou a ver mal?
ANTÓNIO CABRAL

Ps: Não é uma delícia ver o ar compungido com que fazem declarações para as TV, Ricardo Salgado e o seu Proença Jr?
Outra delícia é comparar o palavreado debitado por César, Galamba, Santos Silva e agora António Costa.
Que é que isto vai dar? Mais um rasto de trampa e discursos inflamados de Marcelo a muitos mais a dizer - SÃO CASOS ISOLADOS, a democracia està de óptima saúde.
Outra delícia, ver o silêncio enraivecido de Sócrates.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

A PROPÓSITO da PANDILHA ACUSADA
Hoje uma boa notícia. Alguma coisa parece mexer, PARECE!!!
Aguardemos. 
Sobretudo para ver aparecer a série de advogados do costume e ir verificando que eles cumprem exactamente o respectivo estatuto e designadamente o que julgo continuar a vigorar como lei:
> Pugnar pela boa aplicação das leis, pela rápida administração da justiça e pelo aperfeiçoamento das instituições jurídicas; 
> Não advogar contra lei expressa, não usar de meios ou expedientes ilegais, nem promover diligências reconhecidamente dilatórias, inúteis ou prejudiciais para a correcta aplicação de lei ou a descoberta da verdade.
> O advogado não deve discutir, ou contribuir para a discussão, em público ou nos meios de comunicação social, questões pendentes ou a instaurar perante os tribunais ou outros órgãos do Estado, salvo se o conselho distrital concordar fundamentalmente com a necessidade de uma explicação pública, e nesse caso nos precisos termos autorizados pelo conselho distrital.
> O advogado não deve tentar influir de forma maliciosa ou censurável na resolução de pleitos judiciais ou outras questões pendentes em órgãos do Estado.
> O advogado deve, sempre sem prejuízo da sua independência, tratar os juízes com o respeito devido à função que exercem e abster-se de intervir nas suas decisões, quer directamente, em conversa ou por escrito, quer por interposta pessoa, sendo como tal considerada a própria parte.

Coisas que os jornalistas e as jornalistas nunca questionam os advogados, quando reiteradamente passam a vida a fazer declarações públicas e eles não cumprem com isto.
AC

sexta-feira, 3 de março de 2017

O ASSALTO ao CASTELO
Está bem conservado. 
Não esperem que me vá pronunciar agora sobre a podridão monumental que grassa no nosso País. 
E que começou logo pouco depois do 25 de Abril de 1974. 
Existe por aí muita gentinha, de todas as cores sem excepção, civis e militares, que acredita em muita coisa. Adiante, por agora. 
Ficam quatro das várias fotografias que tirei, ontem. Era um dos que ainda não visitara. 
Subi as escadas de acesso eram 1600h. 
Pena a ponte para o outro lado estar intransitável; a fotografia a apanhá-lo andando pelo passadiço ao longo do rio fica para quanto vier pelo Gavião.
AC




quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Mais palavras para QUÊ? Eis um exemplo de serviço público!

(retirado do blogue "Delito de Opinião")

2011: breve cronologia da crise

por Pedro Correia, em 16.09.15
1. «O cenário de ajuda externa é um cenário de último recurso. Farei tudo para evitar que isso aconteça.»
José Sócrates em entrevista à RTP (segunda-feira, 4 de Maio de 2011)

2. «É urgente pedir um empréstimo intercalar já.»
Ricardo Salgado, presidente do Banco Espírito Santo, em entrevista à TVI (terça-feira, 5 de Maio)

3. «A notícia é falsa. Não passam de rumores sem fundamento.»
Gabinete do primeiro-ministro, reagindo à notícia do Financial Times sobre um pedido de ajuda de Portugal à União Europeia (manhã de quarta-feira, 6 de Maio)

4. «É necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu.»
Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos (quarta-feira, 7 de Maio, 18 horas)

5. «O Governo decidiu hoje dirigir à Comissão Europeia um pedido de assistência financeira, por forma a garantir condições de financiamento a Portugal.»
José Sócrates em comunicação ao País (quarta-feira, 7 de Maio, 20.30)