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quarta-feira, 13 de maio de 2020

O  MÁXIMO  e  o  MÍNIMO
Não, não é sobre matemática.
É mais uma adivinhação.
Noutro post já escrevi palavras sobre as palhaçadas de Costa e Centeno a propósito do Novo banco.

Houve pedidos de desculpa que cheiram a podre.
E os Portugueses, como sempre acontece, não terão qualquer explicação / esclarecimento da parte deste PM. 
Uma vergonha (desculpa Ferro), um nojo completo. 
Mas andam tantos tão contentes e satisfeitos com esta criatura que nos vigariza todos os dias. Levem a taça.
Enfim, têm o que merecem, mas eu e outros não merecemos isto.
O outrora apelidado Ronaldo das Finanças anda cada vez mais desastrado. Será a única conclusão possível?

Palpita-me que passou já de uma fase em que era considerado o Máximo cá dentro e lá fora, para um Mínimo desastrado e sem futuro.
Sem futuro no Eurogrupo, cheira-me, pois outros parecem andar a preparar dar o salto para esse cargo. Conspirações até públicas não faltam.
Cá dentro continuará ministro enquanto Costa não arranjar outra solução, e que Celinho aceitará sem pestanejar.
Veremos se Centeno se demite antes de ser corrido ou aceita ser corrido por motivos pessoais, a fórmula nojenta sempre usada para nunca dizerem as verdades aos Portugueses.
Acresce, eu estar convencido que Centeno terá pela frente um galo Máximo em não ir ocupar o cargo de governador do Banco de Portugal, que seria o prémio de consolação depois de FMI e Eurogrupo.
Não é por nada, mas se na Mexicana tempos numa mesa ligeiramente afastada deles observei ás conversas/ sussurros a dois (duas personagens públicas muito conhecidas), aposto o Máximo em como Centeno ficará a ver também o BdP por um canudo.
Aguardemos para ver quem ri melhor.
AC

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Mais palavras para QUÊ? Eis um exemplo de serviço público!

(retirado do blogue "Delito de Opinião")

2011: breve cronologia da crise

por Pedro Correia, em 16.09.15
1. «O cenário de ajuda externa é um cenário de último recurso. Farei tudo para evitar que isso aconteça.»
José Sócrates em entrevista à RTP (segunda-feira, 4 de Maio de 2011)

2. «É urgente pedir um empréstimo intercalar já.»
Ricardo Salgado, presidente do Banco Espírito Santo, em entrevista à TVI (terça-feira, 5 de Maio)

3. «A notícia é falsa. Não passam de rumores sem fundamento.»
Gabinete do primeiro-ministro, reagindo à notícia do Financial Times sobre um pedido de ajuda de Portugal à União Europeia (manhã de quarta-feira, 6 de Maio)

4. «É necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu.»
Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos (quarta-feira, 7 de Maio, 18 horas)

5. «O Governo decidiu hoje dirigir à Comissão Europeia um pedido de assistência financeira, por forma a garantir condições de financiamento a Portugal.»
José Sócrates em comunicação ao País (quarta-feira, 7 de Maio, 20.30)