Mostrar mensagens com a etiqueta BP. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta BP. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 18 de março de 2026

A   TUGOLÂNDIA
Na Tugolândia uma das mais recentes telenovelas tem como protagonistas o "shor" Centeno, mais o "shor" Ventura.

Recorde-se que o "shor" Centeno depois de estar geringonçando nas Finanças com o "shor" Costa tornando-se o rei das cativações  esmifrando os serviços públicos num procedimento amparado por uma constante e frenética demagogia e mentira, conseguiu ser nomeado pelo seu patrão para governador do Banco de Portugal. 
Instituição onde trabalhou vários anos, BdP para onde entrou antes de 2009 e em grande parte por isso terá agora uma pequenina reformazita!

O "shor" Ventura está escandalizado e quer o sucessor do "shor" Centeno a responder no Parlamento para explicar esta reforma que, segundo corre por aí, será acima dos 17 000,00 Euros mensais. Uma bagatela pouco acima do salário médio nacional!

Quando o actual governo não reconduziu o "shor" Centeno este terá pensado - se pensam que me vou embora estão bem enganados
E ficou para ganhar o seu, e atazanar o sucessor.

O sucessor deve ter andado a ver como conseguiria chutar o "shor" Centeno dali para fora.
E como a legislação interna do BdP o permite, acordaram esta airosa saída.

Portugal é também isto, miséria para mais de 2 milhões de portugueses (creio que serão bem mais) a par de legislação pornográfica no BdP e legislação gostosa em muitos outros sectores da pesadíssima máquina do Estado para legalmente dar saborosas mensalidades e prebendas e reformas aos vários que há 52 anos saltitam entre os diferentes corredores da máquina do Estado, os negócios, a banca, os reguladores, as fundações, os observatórios, e as mais diversas instituições na máquina ou a ela associadas.

Como me parece evidente, as desigualdades sociais são cada vez mais gritantes, lembro-me bem como houve algum escândalo com o vencimento de Constâncio quando governador do BdP comparado com o que, dizia-se, recebia o patrão da Reserva Norte-Americana. 
Mas não passou disso, um pequeno sururu, pois nunca PS e PSD quiseram mexer na coisa. Dá sempre jeito aos deles, mais cedo ou mais tarde.

Em cima disto aparecem uns patetas a escandalizar-se que muitos se escandalizem com estas democráticas desigualdades.

A esquerda caviar dos salões e das obras de arte e do bom whisky e dos bons restaurantes e alojamentos é sempre outra coisa! Sobretudo os da cor que se vangloriam de não ter cartão!

AC

terça-feira, 11 de abril de 2023

Maldita Cafeína
Dois leões fugiram do Jardim Zoológico.
Na hora da fuga, cada um tomou um rumo diferente para despistar os perseguidores
Um dos leões foi para as matas e o outro foi para o centro da cidade.
Procuraram os leões por todo o lado, mas ninguém os encontrou.
Depois de um mês, e para surpresa geral, o leão que voltou foi justamente o que fugira para as matas.
Voltou magro, faminto, alquebrado.
Foi preciso pedir a um deputado que arranjasse uma nova vaga para ele no Jardim Zoológico.
Assim, o leão foi reconduzido para a sua jaula.
Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrou do leão que fugira para o centro da cidade! Todavia, um dia o bicho foi recapturado e voltou ao Jardim Zoológico gordo, sadio, vendendo saúde.
Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para as matas perguntou ao colega:
- É pá, como é que conseguiste ficar na cidade todo este tempo e ainda voltar gordo e cheio de saúde?
Eu, que fugi para a mata, tive de voltar, porque quase não encontrava o que comer ... !!!
O outro leão então explicou:
- Enchi-me de coragem e fui esconder-me no Banco de Portugal.
Cada dia comia um funcionário e ninguém dava por falta dele.
- E por que voltaste então para cá? Tinham acabado os funcionários?
- Nada disso. Funcionários são 1700 nunca acabam. É que cometi um erro gravíssimo! Tinha comido o director geral, dois superintendentes, cinco adjuntos, três coordenadores, dez assessores, doze chefes de secção, quinze chefes de divisão, várias secretárias dezenas de funcionários e ninguém deu por falta deles!
Mas...no dia em que eu comi o que servia o "cafezinho"... estraguei tudo!!

AC

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

OH QUERIDA,....SFF.......
Oh querida, vamos arranjar um sururu aqui em casa de tal maneira que a vizinhança faça queixa junto das autoridades, e talvez assim nós consigamos explicar que, sem o Estado lhe pagar a si uma subvenção mensal de 2000,00€, não haverá estabilidade emocional aqui na família, e a vizinhança é que continuará a sofrer.
AC

Ps: fui ao dicionário, e toda a adjectivação que encontrei peca sempre por defeito para definir esta pouca vergonha. Será única?

terça-feira, 16 de julho de 2019

MAS É ALGUMA NOVIDADE?
"Relatório de grandes devedores não tem nomes nem contabiliza imparidades. Mas mostra que em vários bancos havia milhões e milhões dados em créditos sem qualquer garantia. E só a grandes clientes."
AC

sexta-feira, 10 de maio de 2019

A PALHAÇADA e a DESCARADA AUSÊNCIA de VERGONHA na CARA ATINGIU NÍVEIS ESTRATOSFERICOS
(retirado da NET)
"Tentei ajudar os bancos numa altura de crise"
Joe Berardo garante que quis ajudar as instituições bancárias através do pagamento de prestações. O empresário madeirense disse ainda que foram os bancos que sugeriram o investimento no BCP."
AC

sexta-feira, 3 de maio de 2019

ESTOU INDIGNADO COM o BANCO
(Banca perdoa 116 milhões e empresário vende SIVA à Porsche por um euro)
Estou, e muito, mesmo muito indignado.
Só devo ao meu banco 5000, 00 €, e tendo-o contactado para me perdoarem esta pequena dívida (achava eu, que era pequena), disseram-me que não.
O Banco só tinha instruções para perdoar dívidas que ultrapassassem os 250 000,00 €.
Nesses casos, perdoam grande parte e fazem novos contractos, para que a remanescente dívida seja para pagar, EVENTUALMENTE, daqui a muitos anos.
Sabem o que disse ao gerente de balcão e que aliás vou colocar em carta para a cambada dos CEO e etc?
CAMBADA de FDP.
António Cabral (AC)

Ps: Ah, vou mandar rezar missa pelo desgraçadinho, pois dizem os jornais que teve de vender o jacto e vai vender uma das comodidades lá no Brasil. Tadinho, arruinado.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

PORTAS GIRATÓRIAS
Banca, reguladores, privados, público, portas giratórias, sempre os mesmos, conivências, política, negócios, promiscuidade, mas sempre de consciência tranquila.
Olhando para este exemplo, uma delegação da CGD ao lado da delegação do BP, será que isto ajuda a explicar alguma coisa ?
AC

sexta-feira, 11 de maio de 2018

NÃO QUER QUE SE SAIBAM OS NOMES...
Não deixa conhecer os nomes dos principais devedores designadamente na CGD mas, entretanto, compra para o BP BMW's à fartazana. Os coitadinhos, cansados ao fim do dia de extenuante trabalho de regulação.......dos relógios, não podem regressar a casa sem condutor e numa viatura qualquer. 

Já imaginaram a desconsideração se fossem de Renault Clio?
Deve ser costume que lhe ficou quando pela CGD esteve em Espanha. É um dos que tem andado a rodar. 
Chama-se Costa, e não é PM. 
Basta consultar o portal nacional das compras.
AC

quinta-feira, 5 de abril de 2018

CERTEIRO, e ÓBVIO
Várias vezes discordo de posições de Vital Moreira. Outras concordo. É o caso da pouca vergonha que vai em crescendo quanto ao crédito bancário, coisa que VM classifica de "desbunda".

Pouca vergonha e desbunda são termos ainda assim muito mas muito suaves.
O governador do Banco de Portugal e o intrujão-mor nada dizem. Claro.
Devem achar que isto está cada vez melhor.
Já falta pouco para rebentar.
António Cabral

......esta "desbunda" no crédito bancário dá motivos para preocupação, exceto, aparentemente, para a autoridade reguladora (o Banco de Portugal) e para o Governo, que não dão mostras de querer colocar limites a estes excessos. Afinal, os bancos, ainda longe de boa saúde, precisam de realizar lucros, pelo que ambos preferem fechar os olhos...
Mas facilitar o crédito e o endividamento quando a economia está a crescer provavelmente já acima do seu potencial é obviamente pró-cíclico e não é muito sensato em termos de política financeira.
Decididamente, passada menos de uma década do início da crise de 2008, esquecemos depressa e não aprendemos nada.
(Vital Moreira)

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

BANCA, SEGUROS, CMVM, BP, etc, etc
Vejo escrito - "As arquitecturas de governação não mudam as pessoas nem alteram os incentivos".
Não sou banqueiro, financeiro, deputado, ministro, político, economista, gestor, jornalista, regulador, mas creio que a frase acima tem muito de certeiro.
Não conheço em detalhe nem vou perder tempo a ler o plano maravilhoso encomendado pelo governo socialista/ ministro Centeno a um grupo de "sábios" liderado/coordenado/ dirigido pelo ex-CMVM Carlos Tavares. Ouvi coisa breve na TV, dele e de Centeno, quando cheguei ao quarto de hotel vindo da praia. 
Ficou-me no ouvido a palavra - "comportamental".
De facto - "comportamental" -  é bem capaz de estar aqui o problema, mas em outro sentido, ELES não mudam, não querem mudar, e os arranjinhos são sempre os do costume e com a tropa do costume. Por isso estamos nisto.
Mas, como tenho razoável memória e razoáveis arquivos, isto tudo trouxe/ recordou-me para primeiro plano o "amor" de Centeno ao actual governador do BP, os "amores" entre o governador do BP e o ex-CMVM, e a nomeação/ prorrogação de mandato do actual governador do BP determinada a seu tempo pelo governo de Passos Coelho, o célebre (??) governo "pafiano".
E, claro, também veio logo à memória, as pouca vergonhas do BES e respectivo empório conhecido e desconhecido, o BPN e a parte de tutano que deixaram de fora, a CGD em que PS e esquerdas (e aqui é que é espantoso o conluio do BE e PCP) trataram de esconder as pouca vergonhas praticadas entre 2000 e 2015 com a grande benção deste espantoso sistema jurídico português.
Isto tudo cheira mal, mesmo a trampa, mas da mais putrefacta. 
Cultura política? Demagogia? Vingança ao retardador? Ausência de princípios?  Ignorância político-constitucional?  Desequilíbrio de poderes? Ou é para entreter e já agora um cargo para Tavares? 
E Marcelo, ainda não se pronunciou?
Isto cheira a podre.
AC

sexta-feira, 3 de março de 2017

O ASSALTO ao CASTELO
Está bem conservado. 
Não esperem que me vá pronunciar agora sobre a podridão monumental que grassa no nosso País. 
E que começou logo pouco depois do 25 de Abril de 1974. 
Existe por aí muita gentinha, de todas as cores sem excepção, civis e militares, que acredita em muita coisa. Adiante, por agora. 
Ficam quatro das várias fotografias que tirei, ontem. Era um dos que ainda não visitara. 
Subi as escadas de acesso eram 1600h. 
Pena a ponte para o outro lado estar intransitável; a fotografia a apanhá-lo andando pelo passadiço ao longo do rio fica para quanto vier pelo Gavião.
AC




quinta-feira, 24 de março de 2016

OS PODERES PRESIDENCIAIS e as COMPETÊNCIAS DOS GOVERNOS
O prof Vital Moreira, no seu blogue, defende que na actual configuração do nosso sistema - Por outro lado, não deve aceitar-se nenhum aumento dos poderes do PR, à custa do Governo, sem reequilibrar os poderes constitucionais daquele, através da redução de outras competências presidenciais, por exemplo, a competência discricionária na dissolução do parlamento ou na nomeação dos governos. Seria surpreendente ver, por exemplo, o PS alinhar oportunisticamente num aumento líquido dos poderes presidenciais no nosso sistema do poder político, tanto mais que o PR, ao contrário dos governos, é politicamente irresponsável. - !!!
Não tenho a certeza, mas estou em crer que se baseia no facto, formal, constitucional, de que o governo responde perante a Assembleia da República enquanto o Presidente da República não responde perante ninguém.
Leio sempre com atenção este constitucionalista mas, respeitosamente, ainda que legitimamente tenha dado voltas à sua vida privada, e esteja hoje aparentemente afastado da ortodoxia, ainda assim ao lê-lo fica-me a sensação aqui e ali de que não limpou bem as prateleiras da ortodoxia e da argumentação típica dos radicais.
Não posso deixar de concordar com o prof Vital Moreira quanto aos princípios constitucionais.
Aliás é muito difícil pegar-lhe por eventuais falhas na matéria em que é um dos mestres.
Mas o que tenho pena é que se fique quase sempre pela teoria política e constitucional e, em paralelo, não cite as coisas práticas do governo (este e anteriores) e do PR (este e anteriores)
Porque quanto a irresponsáveis, temos estado muito bem servidos, nos dois campos.
E, para mim, e atrevo-me a presumir que para a esmagadora maioria dos meus concidadãos, se é muito importante que o país tenha uma arquitectura constitucional equilibrada, é igualmente importante avaliar em cada momento as acções e inações dos governos e dos presidentes da República. E não se deve ter só em conta a irresponsabilidade formal e política. Governos e Presidentes são avaliados de 4 em 4  e de 5 em 5 anos. Além disso, ao longo dos mandatos, os cidadãos devem e têm todo o direito de se insurgir perante cada pouca vergonha que se conheça.
E, já agora, adianto que tenho bem registado quem foi nomeado para deputado quer na AR quer no Parlamento Europeu. E, sobretudo, o "patrão" que os incluiu nas listas.
Quanto à nomeação do Governador do Banco de Portugal, como em relação a muitos outros cargos, a experiência e os resultados bem têm mostrado a pouca vergonha ou pelo menos a infeliz escolha inerente a muitas das nomeações ao longo dos anos. Algum governo e algum PR está com o cavalinho fora da chuva? Creio bem que não.
AC



domingo, 26 de abril de 2015

"O presidente do Montepio diz que o banco está sólido mas vai reforçar o capital por duas vias: alterando as condições das emissões obrigacionistas e abrindo o capital a institucionais. Em Angola, a auditoria detectou problemas".
Repito o que há dias escrevi:

A BANCA nacional

O costume. Há anos que se fala em cantos vários, nos corredores, nas recepções, nos jantarinhos em casa deste e daquele, "o sistema bancário português é dos mais sólidos". Tão sólido que deu para toda a pouca vergonha ao longo de anos. BPN, BPP, BES, mais todos os outros com "injeçõezinhas". Agora Montepio é fonte de" preocupação".
Porque é que os senhores políticos, os senhores deputados, e mais todos os outros senhores que ora dizem que regulam ora que os enganaram, mais os sucessivos titulares de órgãos de soberania, nunca quiseram olhar para os pézinhos que suportam os bancos? Se olhassem com atenção, sem terem o copo de whisky na mão e o salgadinho na outra, veriam que está lá muita ferrugem! FERRUGEM.
AC