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quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

MUITO  ANGUSTIADO
Estou muito angustiado.
Hoje é o último dia das transferências . . . . estou muito angustiado!
AC

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

AUDIÇÕES na AR, ALGUMA DIFERENÇA ?
NENHUMA. Opinião minha, naturalmente.
Os deputados zangam-se se um lá vai e dá gargalhadas alvares, mas em outras ocasiões aturam verdadeiros malandros que dizem que sabem tudo mas nunca o confessam.
Naturalmente, o hábito não faz o monge, mas a cara do farsola e o seu gesticular só enganam quem aceitar ser enganado.
Aliás, se foi escolhido para aquilo está tudo dito.

Ter uma dívida de não muito menos de 800 milhões, depois, quando a escandaleira passa a ser mais conhecida ser contemplado com uma inacreditável engenharia financeira que lhe alivia as dívidas e, ainda por cima, acaba em certa medida por ser perdoado de certos montantes pomposamente chamadas imparidades, se tudo isto acontecesse num País civilizado com um regime e sistema democráticos reais, não passaria incólume pelas autoridades de supervisão e dos poderes públicos. Pois trata-se de uma afronta aos milhões de cidadãos comuns, cidadãos que sofrem numa sociedade doente.

O desprezo deste tipo de devedores para com os poderes públicos, tenham de seu apenas uma mota de água ou uma bicicleta pasteleira dos anos 50 do século passado, o desprezo com que se afrontam titulares de orgãos de soberania é uma realidade, e é insuportável. Mas continua, e a AR e o governo calados, suportam isto tudo. Porquê?

Devem milhões, nada têm de seu, vivem à grande, e não há lei nem fisco que ponha fim a esta pouca vergonha que se arrasta há anos.
Não se investiga, nada se faz, e eles convidam os titulares de orgãos de soberania para tudo e mais alguma coisa (patuscadas, golfe, camarotes, caçadas, etc), e os convites são aceites. Conhecem-se todos mas depois, às vezes, dizem que nunca tinham ouvido falar deles. Ás vezes, quanto a alguns devedores e pessoas dos poderes, vem a saber-se mais à frente que até foram visitas de casa.

Naturalmente que vigora o princípio da inocência, para todos.
Mas, expliquem-me como é que os clubes e/ ou as SAD respectivas, Porto, Benfica, Braga e Sporting, passam anos a comprar jogadores  e contratar técnicos em que os preços são sempre astronómicos? Como é que isto tudo se faz em concreto? 
Que lata têm alguns ao clamarem por estarem a perder dinheiro por ausência de público nas bancadas e inerente falta de entrada de euros de bilheteira quando, entra pelos olhos dentro, que os clubes/ SAD e até fundações com nome de clube não vivem dessas bilheteiras.
Que advogados andam ligados a estas coisas?
BES, Novo Banco, etc. etc.
Ninguém põe cobro a isto?
AC 

sábado, 25 de janeiro de 2020

COMISSÕES  de  ÉTICA  e  GOVERNANCE
Ah......até hoje, Sábado, 25 de Janeiro, parecia que um pouco por toda a parte estas comissões iriam reunir a curto prazo, e iriam ouvir agora várias das muitas "personalidades", pois "Luanda Leaks Oblige".
Em terminologia naval e não só, está-se perante aquilo  que normalmente se designa por "damage control"
Ops,..... ora bem, se calhar já não vão ouvir todas ou certas das personalidades, .......ou vão?,..... mesmo tendo começado as auto-demissões dos "entalados"?
Por outro lado, dias depois do anúncio das supra indicadas reuniões, os OCS ainda não noticiaram quando se vão reunir as comissões de análise da hipocrisia nacional.
AC

quinta-feira, 22 de março de 2018

MAIS um EXEMPLO do PORQUÊ PORTUGUÊS
Dos jornais, concretamente, Jornal de Negócios: Carlos Tavares entra na entidade que criticou na CMVM. No regulador do mercado de capitais, Carlos Tavares teve de lidar com o Montepio: tanto na emissão de unidades de participação, instrumento que considerou carecer de explicação, como no regime legal à volta da instituição.

Palavras para quê!
Entra agora numa das casas com mais estranhas engenharias financeiras. 
Porquê? 
Enquanto isso, um que saiu dessa estranha instituição diz que o fez por não ceder a interesses. Giro.
António Cabral

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

BANCA, SEGUROS, CMVM, BP, etc, etc
Vejo escrito - "As arquitecturas de governação não mudam as pessoas nem alteram os incentivos".
Não sou banqueiro, financeiro, deputado, ministro, político, economista, gestor, jornalista, regulador, mas creio que a frase acima tem muito de certeiro.
Não conheço em detalhe nem vou perder tempo a ler o plano maravilhoso encomendado pelo governo socialista/ ministro Centeno a um grupo de "sábios" liderado/coordenado/ dirigido pelo ex-CMVM Carlos Tavares. Ouvi coisa breve na TV, dele e de Centeno, quando cheguei ao quarto de hotel vindo da praia. 
Ficou-me no ouvido a palavra - "comportamental".
De facto - "comportamental" -  é bem capaz de estar aqui o problema, mas em outro sentido, ELES não mudam, não querem mudar, e os arranjinhos são sempre os do costume e com a tropa do costume. Por isso estamos nisto.
Mas, como tenho razoável memória e razoáveis arquivos, isto tudo trouxe/ recordou-me para primeiro plano o "amor" de Centeno ao actual governador do BP, os "amores" entre o governador do BP e o ex-CMVM, e a nomeação/ prorrogação de mandato do actual governador do BP determinada a seu tempo pelo governo de Passos Coelho, o célebre (??) governo "pafiano".
E, claro, também veio logo à memória, as pouca vergonhas do BES e respectivo empório conhecido e desconhecido, o BPN e a parte de tutano que deixaram de fora, a CGD em que PS e esquerdas (e aqui é que é espantoso o conluio do BE e PCP) trataram de esconder as pouca vergonhas praticadas entre 2000 e 2015 com a grande benção deste espantoso sistema jurídico português.
Isto tudo cheira mal, mesmo a trampa, mas da mais putrefacta. 
Cultura política? Demagogia? Vingança ao retardador? Ausência de princípios?  Ignorância político-constitucional?  Desequilíbrio de poderes? Ou é para entreter e já agora um cargo para Tavares? 
E Marcelo, ainda não se pronunciou?
Isto cheira a podre.
AC

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

NORMA DE HIGIENE PÚBLICA
De entre muitas, uma das principais é não acreditar em praticamente nada dito por políticos e elites (???) gestoras, ou que apareça nos OCS relativamente a eles, até que seja negado. E não acreditar quase em nada, até que apareça desmentido oficial.
Isto a propósito de tudo o que vem acontecendo nos últimos anos e, particularmente também, dos multimilionários contratos entre os clubes de futebol Benfica, Sporting e Porto e as empresas de telecomunicações.
Em primeiro lugar, quer os jornalistas ditos especialistas em economia e em finanças quer os generalistas, quer ainda as "costumeiras comentadeiras" do burgo, nenhum (que eu tenha reparado), se indignou/indigna com as contas desses clubes e com estes contratos, quando é falado em surdina que têm dívidas monstruosas à banca (aos bancos falidos e aos outros), e que apesar das pornográficas verbas anunciadas sobre compras e vendas de jogadores, os passivos desses clubes aumentam todos os anos. Aliás, para mim, uma das curiosidades no país, desde sempre, é a passividade sobre estes negócios.
Por isso, "nada define melhor o terceiromundismo de um país do que a sobrevalorização de jogos de futebol no contexto geral dos acontecimentos do país".
Sobre isto, ocorre lembrar aos senhores jornalistas, aos senhores deputados, aos governos todos, a famosa frase - "o ruído ensurdecedor do silêncio".
AC

domingo, 26 de abril de 2015

"O presidente do Montepio diz que o banco está sólido mas vai reforçar o capital por duas vias: alterando as condições das emissões obrigacionistas e abrindo o capital a institucionais. Em Angola, a auditoria detectou problemas".
Repito o que há dias escrevi:

A BANCA nacional

O costume. Há anos que se fala em cantos vários, nos corredores, nas recepções, nos jantarinhos em casa deste e daquele, "o sistema bancário português é dos mais sólidos". Tão sólido que deu para toda a pouca vergonha ao longo de anos. BPN, BPP, BES, mais todos os outros com "injeçõezinhas". Agora Montepio é fonte de" preocupação".
Porque é que os senhores políticos, os senhores deputados, e mais todos os outros senhores que ora dizem que regulam ora que os enganaram, mais os sucessivos titulares de órgãos de soberania, nunca quiseram olhar para os pézinhos que suportam os bancos? Se olhassem com atenção, sem terem o copo de whisky na mão e o salgadinho na outra, veriam que está lá muita ferrugem! FERRUGEM.
AC

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015


A pouca vergonha continua
A pouca vergonha continua. Não vi desmentido, pelo que presumo que o que se vê nos OCS corresponde integralmente à verdade.
O relatório final da auditoria omitiu os nomes de actuais e ex-administradores da PT SGPS. Ou seja, para que não seja pública a identidade de detentores dos cargos em órgãos sociais, responsáveis, pelo que tudo indica, pelos mais que ruinosos negócios da "cambada disto tudo".
Portugal no seu melhor. E eu é que vivo acima das minhas possibilidades.
Isto mostra bem a categoria e a gelatina vertebral dos auditados e dos auditores, e da "panafernália" de excelentes gestores de que Portugal está recheado. Como está à vista.
Oxalá a CMVM não se coíba de deslindar a fundo todas estas pouca vergonhas.
É isto e nada mais.......pintassilgos não são pardais!
AC