A Propósito de Coronavirus
Crise, e danos imensos na economia é quase certo.
Um dos muitos inefáveis que se saracoteia por aí há anos veio a público dizer que a "banca" estará disponível para ajudar.
É como nos anúncios com que nos martelam diariamente no rádio e nas TV e, depois, vai-se a ver num balcão as facilidades nunca são exactamente como na propaganda.
O inefável palrou.
E sobre seguros, não aparece nenhum palrador?
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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segunda-feira, 16 de março de 2020
terça-feira, 6 de agosto de 2019
domingo, 28 de julho de 2019
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
A pouca vergonha continua
A pouca vergonha continua. Não vi desmentido, pelo que presumo que o que se vê nos OCS corresponde integralmente à verdade.
O relatório final da auditoria omitiu os nomes de actuais e ex-administradores da PT SGPS. Ou seja, para que não seja pública a identidade de detentores dos cargos em órgãos sociais, responsáveis, pelo que tudo indica, pelos mais que ruinosos negócios da "cambada disto tudo".
Portugal no seu melhor. E eu é que vivo acima das minhas possibilidades.
Isto mostra bem a categoria e a gelatina vertebral dos auditados e dos auditores, e da "panafernália" de excelentes gestores de que Portugal está recheado. Como está à vista.
Oxalá a CMVM não se coíba de deslindar a fundo todas estas pouca vergonhas.
É isto e nada mais.......pintassilgos não são pardais!
AC
A pouca vergonha continua. Não vi desmentido, pelo que presumo que o que se vê nos OCS corresponde integralmente à verdade.
O relatório final da auditoria omitiu os nomes de actuais e ex-administradores da PT SGPS. Ou seja, para que não seja pública a identidade de detentores dos cargos em órgãos sociais, responsáveis, pelo que tudo indica, pelos mais que ruinosos negócios da "cambada disto tudo".
Portugal no seu melhor. E eu é que vivo acima das minhas possibilidades.
Isto mostra bem a categoria e a gelatina vertebral dos auditados e dos auditores, e da "panafernália" de excelentes gestores de que Portugal está recheado. Como está à vista.
Oxalá a CMVM não se coíba de deslindar a fundo todas estas pouca vergonhas.
É isto e nada mais.......pintassilgos não são pardais!
AC
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Bancos e a comissão parlamentar de inquérito
Neste período longo de sossego que dei a mim mesmo, ao andar pelas minhas zonas de refúgio deparei com coisas que me fizeram lembrar o que se vai passando e que, para qualquer cidadão comum que cedo tenha aprendido e depois sedimentado os valores que fortalecem a coluna vertebral, assiste incrédulo ás manifestações indecorosas que com estrondo caem na praça pública e prenhes de falta de tudo e mais alguma coisa. Uma vergonha.
Ora vejam porque me lembrei de certa gentinha, os sob inquirição (???) e os inquiridores, e do cerne da questão.
Na primeira fotografia, os chamados balcões, toda a gente sabe onde estão, como foram feitos, com pedra granítica, e obedecem a traça muitíssimo antiga, sem invenções, sem maroscas.
Já a segunda fotografia fez-me lembrar alguns episódios a que assisti antes do Natal pelo canal TV da Assembleia da República. A idosa falava para o cachorro, este gemia mimado, mas para mim que assistia de longe através da grande objectiva não percebi nada. Mas lá ficaram, os dois, muito contentinhos!!!

AC
Neste período longo de sossego que dei a mim mesmo, ao andar pelas minhas zonas de refúgio deparei com coisas que me fizeram lembrar o que se vai passando e que, para qualquer cidadão comum que cedo tenha aprendido e depois sedimentado os valores que fortalecem a coluna vertebral, assiste incrédulo ás manifestações indecorosas que com estrondo caem na praça pública e prenhes de falta de tudo e mais alguma coisa. Uma vergonha.
Ora vejam porque me lembrei de certa gentinha, os sob inquirição (???) e os inquiridores, e do cerne da questão.
Na primeira fotografia, os chamados balcões, toda a gente sabe onde estão, como foram feitos, com pedra granítica, e obedecem a traça muitíssimo antiga, sem invenções, sem maroscas.
Já a segunda fotografia fez-me lembrar alguns episódios a que assisti antes do Natal pelo canal TV da Assembleia da República. A idosa falava para o cachorro, este gemia mimado, mas para mim que assistia de longe através da grande objectiva não percebi nada. Mas lá ficaram, os dois, muito contentinhos!!!
AC
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Bancos.
Há de todos os tipos. Grandes, pequenos, altos, baixos, feitos de material diverso.
Há os que valem pouco, assim assim, qualquer coisa, bastante, e os que não valem nada.
Há os que dão prejuízos, graves, quando uma das pernas se parte e nós estatelamos os costados e o rabiosque no chão.
Há os que se compram caros, os que compramos enganados, e os que nem queríamos comprar mas obrigaram a pagar um preço descomunal e ainda ficámos a dever.
Entretanto, enquanto nos estatelamos, os vendedores desses bancos riem-se de nós.
Riem-se os vendedores e os seus amigalhaços. Depois, muitas vezes, acabam juntinhos, nas negociatas por baixo da mesa.
Ao menos encontrei estes bancos, toscos, robustos, talvez feios, mas foram feitos no País, não pediram nada emprestado, não enganam.
Boa sorte.
AC
Há de todos os tipos. Grandes, pequenos, altos, baixos, feitos de material diverso.
Há os que valem pouco, assim assim, qualquer coisa, bastante, e os que não valem nada.
Há os que dão prejuízos, graves, quando uma das pernas se parte e nós estatelamos os costados e o rabiosque no chão.
Há os que se compram caros, os que compramos enganados, e os que nem queríamos comprar mas obrigaram a pagar um preço descomunal e ainda ficámos a dever.
Entretanto, enquanto nos estatelamos, os vendedores desses bancos riem-se de nós.
Riem-se os vendedores e os seus amigalhaços. Depois, muitas vezes, acabam juntinhos, nas negociatas por baixo da mesa.
Ao menos encontrei estes bancos, toscos, robustos, talvez feios, mas foram feitos no País, não pediram nada emprestado, não enganam.
Boa sorte.
AC
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