Anacom aplica coima de 550 mil euros à Meo e acusa empresa de práticas comerciais desleais.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 11 de abril de 2025
Anacom aplica coima de 550 mil euros à Meo e acusa empresa de práticas comerciais desleais.
terça-feira, 7 de março de 2023
COMPLETAMENTE de ACORDO
Então olhando às ordens dos advogados, dos médicos e dos enfermeiros…..
AC
QUARTA-FEIRA, 1 DE MARÇO DE 2023
Corporativismo (41): A Intersindical das Ordens
1. Como AQUI se defendeu, o Tribunal Constitucional rejeitou as acusações de inconstitucionalidade contra a nova lei-quadro das ordens profissionais. É de saudar esta decisão, que vai permitir pôr alguma ordem na deriva corporativista e no crescente abuso e desvio de poder das ordens profissionais.
Mas a reação das ordens, que - em vez de acatarem e respeitarem o veredicto judicial, como autoridades públicas que são - ameaçam com uma rebelião e tranformam o CNOP numa espécie de Intersindical corporativa, mostra que o Governo vai precisar de um módico de coragem política para fazer cumprir a lei, desde já quanto à revisão dos estatutos das ordens.
2. Infelizmente, nem a nova lei nem o Presidente da República questionaram a raiz de todos os problemas, que é a impossível coabitação da defesa do interesse público na regulação e disciplina das profissões com a representação e defesa de interesses de grupo. A autorregulação e a autodisciplina profissional não impõem essa fatal promiscuidade, que acaba sempre por subjugar o primeiro aos segundos.
Vai sendo tempo de pensar em separar as duas coisas. As autoridades públicas, entre as quais as ordens se contam, só devem servir para defender o interesse público, tal como definido pelo Estado, e não para representar e defender interesses profissionais, tarefa que, numa democracia liberal, só pode relevar da liberdade de associação e de ação coletiva privada.
quinta-feira, 4 de agosto de 2022
"Caso Endesa. Marcelo não vê "conflitualidade" na intervenção do Governo e pede que se evitem "intervenções alarmistas"
Presidente da República quer "responsabilidade social" por parte das empresas petrolíferas e maior clareza da ERSE".
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
Este mergulhão/ corvo marinho faz-me lembrar uma série de criaturas que agora estão a ver o nome nos OCS ou a dar entrevistas e falar de casos, sendo que alguns são também dos OCS, e agora se esquecem dos elogios, das "vernissages" para que frequentemente eram convidados, ou dos seus textos de apoio, e do seu enaltecer de tanto empreendedor.
Fez a porcaria e, depois, irritado, olhando para trás - Estás a olhar para onde, estás a confirmar / registar que fiz porcaria ?
AC
segunda-feira, 20 de janeiro de 2020
Num Estado moderno, europeu e ocidental, está-se hoje cada vez mais focado nas designadas políticas sociais, mas também muito nos poderes de regulação e ainda nas funções de soberania.
terça-feira, 5 de novembro de 2019
Ah, e encontrei indícios de indefinições e dúvidas e etc que se arrastaram entre reguladores, acerca de a quem competiria avaliar a idoneidade do senhor para o exercício do cargo.
Reli tudo, eloquente.
Muitos, e de muito peso político, e de cores variadas, de muitos interesses.
O Expresso diz que o senhor por lá continuará nos corredores.
Deve haver potes de mel nas catacumbas!!!
quarta-feira, 3 de abril de 2019
Era um País de marinheiros (*).
Não sei se por isso, mas a partir sobretudo de 1700 as elites foram entendendo que esse facto mais o ouro e prata do Brasil chegariam para ir vivendo mais ou menos bem (uns quantos, os do costume, apenas).
O mais interessante quando se depara com certos textos, é redescobrir o que há décadas se sabia já. Mas não ligam.
Pomposamente chamam-lhe "instrumentos "financeiros".
Outra coisa sempre interessante é verificar a repetição de certa terminologia. Por exemplo: conceituado banco, conceituada consultora, conceituado gestor, conceituado banqueiro, auditoria independente (normalmente tão independente que pouco vasculham fora do que lhes colocam à frente do nariz) etc.
(*) País de marinheiros; cada vez mais um País de tristes banhistas que mal sabem nadar
domingo, 17 de março de 2019
sábado, 16 de fevereiro de 2019
Banca, reguladores, privados, público, portas giratórias, sempre os mesmos, conivências, política, negócios, promiscuidade, mas sempre de consciência tranquila.
Olhando para este exemplo, uma delegação da CGD ao lado da delegação do BP, será que isto ajuda a explicar alguma coisa ?
AC
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Ficou-me no ouvido a palavra - "comportamental".
De facto - "comportamental" - é bem capaz de estar aqui o problema, mas em outro sentido, ELES não mudam, não querem mudar, e os arranjinhos são sempre os do costume e com a tropa do costume. Por isso estamos nisto.
Cultura política? Demagogia? Vingança ao retardador? Ausência de princípios? Ignorância político-constitucional? Desequilíbrio de poderes? Ou é para entreter e já agora um cargo para Tavares?
E Marcelo, ainda não se pronunciou?
Isto cheira a podre.
domingo, 12 de março de 2017
Escreveu que é desejável que os governos não interfiram nos reguladores.
Depois, apontando à UE, atira-se à dupla regulação.
Escreveu ainda sobre a burocracia que atrapalha a actividade económica.
Depois, condói-se muito dos custos que, derivados das burocracias, caem sobre os pobres contribuintes. Até já lhe vejo uma lágrima ao canto do olho esquerdo!
Quase sugere que os eleitores pouco ou nada já mandam.
No último parágrafo, ele também está sempre a par da moda, chama à colação Trump, e insurge-se sobre o estado de coisas, várias.
Lá estou eu, outra vez, com a minha veia da desconfiança, e de nariz empinado, a olhar para o último parágrafo do artigo e ver por de trás a acidez estomacal causada pela implosão da família Espírito Santo/ BES /GES, onde o filhote tenta o tudo por tudo!
Mas sou eu que sou mauzinho.
AC
sábado, 6 de junho de 2015
domingo, 3 de agosto de 2014
Dizem na rádio (ouvi há pouco no carro) que logo, pela noitinha, será anunciada a boa nova em relação à tormenta do presente. Não disseram como vou agora referir, mas em linguagem popular, cueca lavada para um lado, cueca borrada para outro.
Como podem apreciar na fotografia, estão já ao Sol alguns dos apetrechos usados afanosamente nos últimos dias pelos intervenientes salvadores nesta telenovela mexicana,....não, .....telenovela.......tipo Burkina Faso (Burkinenses, desculpem, não é por desconsideração).
Além de que, como cita o comendador, ainda podem aumentar impostos. Mas será preciso? A cueca está tão limpinha, a secar!!!! E os sacos de plástico que transportaram toda a m**** estão igualmente limpinhos, limpinhos!!!!
AC (António Cabral)
sábado, 2 de agosto de 2014
Em Portugal, que eu me tenha apercebido, esta história das imparidades começou a azucrinar mais os ouvidos do cidadão comum na era "socrática" ou "socretina", como quiserem, por altura do "tsunami" BPN. Não sou especialista na matéria, mas creio não errar muito se disser - uma coisa tem um determinado valor por quem a regista e a toma por garantia, mas pode acontecer que, de facto, essa coisa não tenha pouco depois assim tanto valor como o registado. Por razões várias, algumas entendíveis, outras.............
Não será bem a coisa popular das vulgarmente chamadas contas marteladas, mas entre as garantias, os valores, o que vai ficar a arder por falta de pagamento, algum martelito andará à solta!!.
Eu transponho esta coisa das imparidades, de que tanto se fala a propósito de bancos, e não só, para a coisa pública, para a sociedade.
Porque entre o valor que parecem ter certas criaturas, e o que se verifica depois, e muitas vezes bem mais depressa do que os optimistas esperariam, para mim há por aí imparidades a dar com um pau.
Veja-se a querida luta no âmbito das primárias do PS, veja-se a categoria do recente discurso de um putativo candidato a Presidente da República, veja-se a categoria discursiva que tem passado pelas recentes comissões parlamentares de inquérito, veja-se as pérolas que vão saindo no Diário da República, e não me digam que não há por aí muita imparidade.
Deixo aos meus corajosos e estimados leitores uma pérola que mão muito amiga me fez chegar.
Procurem, no DR, 2ª série, nº 42, 28 Fev 2014, o aviso 3117/2014, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, e verifiquem se não é mesmo uma "ternura" ver que alguém - cessou o contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, por motivo de falecimento.
Ora sejam queridos comigo, é ou não é uma imparidade gira???
AC (António Cabral)
