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domingo, 16 de março de 2025


Tenho perguntas várias a colocar aos dirigentes políticos, aos titulares dos órgãos de soberania Presidente da República, Assembleia da República e Governo.

Eles responderiam?

Bom Domingo. Saúde, boa sorte.

AC

terça-feira, 4 de março de 2025

PUDIM de ÁGUA
Antes de me deitar, caminhava o relógio lentamente para a 1 hora da madrugada, estava a folhear os meus livros de culinária tendo em vista um jantar importante aqui em casa, no próximo Sábado.

Estava num dos meus livros de doçaria e dei de repente com o Pudim de Água.
Não sei ainda o que irei fazer, há que ponderar com a minha mulher os aperitivos líquidos e sólidos, as entradas, a sopa já está definida (a deliciosa sopa de ovo), o prato em que uma das alternativas é o suflê de bacalhau, as sobremesas, entre doces e frutas.

Mas voltando ao dito Pudim de Água ocorreu-me que é um doce que facilmente, quer na Presidência da República, quer na Assembleia da República, quer no Governo, quer nos Tribunais particularmente os de 1ª Instância e os Supremos, dizia eu, facilmente ali o podem fazer, pois é simples, e leva bastante água que é um elemento que abunda infelizmente nos órgãos de soberania às mãos e mentes dos seus titulares.

Aqui deixo a receita.

Ingredientes:
18 gemas, 500 gr de açúcar, 100 gr de manteiga e 2,5 dl de água.

Preparação:
1. Tenha pronta, uma forma de pudim (com tampa) untada com manteiga e um  recipiente para derreter a manteiga ou em fogão ou microondas.
2. Tenha um tacho largo/ grande onde caiba a forma de pudim, pois o pudim será cozido no forno em banho maria.
3. Ligue o forno a 180º C.

4. Dentro de uma tigela grande desfaça as gemas mas sem as bater.
5. Junte depois o açúcar todo, em chuva, devagar, peneirado com passador de rede fina.
6. Misture delicadamente, mas muito bem, e demoradamente. 
7. Adicione depois a água e a manteiga derretida, mas morna.
Misture muito bem, lentamente até ter um preparado completamente homogéneo.

8. Deite o preparado na forma. 
Coloque a forma dentro do tacho com  pouca água para não verter e leve ao forno.
9. Ao fim de uma hora verifique com palito se está cozido, ou se requer mais alguns minutos.
10. Retire do forno; retire do tacho a forma de pudim, tire a tampa, e deixe arrefecer. Desenforme apenas quando completamente arrefecido.

Bom proveito.

Tenham um bom dia. Saúde e boa sorte.
AC

sábado, 18 de novembro de 2023

PORQUE  SERÁ ?
Porque será, que me ocorrem os vocábulos, gatunagem, discípulos mafiosos, refugo, pântano, lamaçal, corrupção, vilania, nepotismo, amiguismo, escândalos, conflitos de interesses, clientelismo, descarada ausência de vergonha na cara, irresponsabilidade, polvo, cambalacho, serventuários, incompetência, Macau, ladroagem, chico-espertismo, ausência de dignidade, imoralidade, ausência de ética, desonestidade, cunha, faça lá um jeitinho?

Bom, mas isto dito, o que se passa na sociedade portuguesa desde há décadas? Ou séculos? 
Ao nível do cidadão comm? 
E ao nível de mandantes, decisores e tidos por importantes?

Bem, começo por mim e cá por casa.
* Antes do último dia das sessões de tratamento de fisioterapia (tratamento que se seguiu a outros) e o punho direito ainda não está bem como se espera venha a estar (em 25 de Setembro do corrente passou um ano sobre o acidente), a minha mulher perguntou-me - não tens uma garrafa de bom vinho que eu possa oferecer ao fisioterapeuta?
Lá foi uma bela garrafa das minhas reservas, mas o homem merece a gentileza no final do tratamento, pois a recuperação tem sido extraordinária comparativamente com os outros tratamentos em meses anteriores noutro local.

* Na Guiné, algures em 1972, contaram-se um episódio ocorrido poucas semanas depois do início da guerra no Norte de Angola. Tornava-se necessário e com urgência proceder ao fabrico de fardamentos para as tropas.
Um responsável pela fábrica que ganhou o concurso entendeu um dia vir a Lisboa agradecer ao responsável pelo departamento que superintendia nas questões em causa.
Audiência concedida, o senhor lá agradeceu e ofertou uma caneta Parker 21, coisa na altura relativamente simpática como prenda.
O agraciado com a Parker 21 terá dito - muita bonita, melhor ainda com o estojo no banco de trás de um Volvo.
Nessa época havia já um Volvo com carroçaria muito típica, que na gíria se chamava marreco.
Bom, o Volvo viria a aparecer, com a Parker 21 no assento de trás.

* Durante a guerra das Colónias/ guerra do Ultramar, passados os primeiros anos ficou claro que, do ponto de vista da pancadaria, a coisa era muito mais séria e quente no Norte e Leste de Angola, no Norte de Moçambique e na Guiné.
Não por acaso a duração das comissões era diferente: 21 meses nos pontos mais quentes, 24 meses nos restantes. 
Eu fui para a Guiné. Eu e muitos, como muitos foram para o Leste de Angola ou Norte de Moçambique.
Mas de certeza que houve quem estava para ir para um sítio quente e por "milagre" acabou por exemplo em Luanda.

* O meu melhor amigo militar, foi um dia chamado ao departamento de pessoal e informado - Vais para Bruxelas.
Passado muito ponto tempo, esse meu amigo foi de novo chamado e informado que afinal já não podia ir para Bruxelas mas como lhe tinham aberto uma expectativa e apesar da instituição não ter ainda compromisso formal para com ele - . . . de maneira que vais para os EUA e o que estava para ir para esse lugar nos EUA vai ele para Bruxelas.
Claro que poucos dias depois o meu amigo percebeu o porquê. A pouca vergonha do costume.

* Na sequência dos problemas na nossa banca muita coisa ficou nas mãos da banca, por falências etc.
Muito negócios se fizeram, bons negócios. 
Mas negócios sobretudo por parte de quem sabia o que poderia vir a fazer, por parte de quem recebeu informação privilegiada. 
Assim não é difícil comprar uma quinta, ou uma casa, etc. por, sei lá, 10 euros, ou até simbolicamente 1 euro.

* Quanto a empréstimos, recebimento de fundos, formação de pessoal em fábricas, desde 1986, é melhor não falar, PSD, PS, CDS, etc.
Quanto a facturas falsas, quanto a ………..

Podia eu e muitos estarmos aqui a falar a noite inteira e não chegava.
A cunha, o jeitinho, a intermediação, a pressão, a promessa, etc., sempre existiram na nossa sociedade.

Nada contra que alguém receba uma ajuda financeira vinda de fundos Europeus, bem pelo contrário.
Aplicada como será de esperar.
Ainda mais investimento estrangeiro devíamos atrair e depois manter.
Mas já ficaria incomodado se viesse a saber que parte do dinheiro de uma ajuda por exemplo no âmbito agrícola fosse também empregue para comprar um ou mais jipes, ou uma boa casa em Sesimbra. 
Fico por aqui.
Não, não fico.

Foi Costa que pediu a demissão, não foram os procuradores do MP ou a PGR que deitaram o governo abaixo. Foi Costa.
Foi Costa que quis a actual PGR pois assim o propôs a Marcelo que todo contentinho logo aceitou.
A origem de criminalizar por exemplo o tráfico de influências está na Assembleia da República, nos sucessivos deputados. 
A cunha, a pressão, etc., tudo sem importância, CERTO?

António Costa ex-ministro da justiça e oito anos PM, não tem nada a ver com o estado actual do sistema? Não tem nenhuma responsabilidade na legislação em vigor?
E se explicassem melhor as coisas ao longo do tempo e não mentissem e não passeassem tanto?
Rastos indecorosos, vidas mal explicadas, arrogância, desprezo pelo cidadão comum.

Eu tive aulas de Código do Procedimento Administrativo, coisa que certos mafiosos de pastinha na mão bem conhecem, mas melífluos vomitam para os microfones e câmaras TV e nada dizem sobre os que nada cumprem do CPA e do que lá se determina que se faça. 
Que se faça na vida, jurídica, empresarial etc.
Transparência e rigor. Para que nada fique no ar. 
Claro que preferem nada escrito, nada de actas de reuniões, nada de documentos, pois assim podem mentir e aldrabar.

Por último, em todas as profissões há incompetentes, malandros, desonestos, corruptos, desleais, irresponsáveis, que se orientam não pelo estatuto profissional mas pelo que for a sua ideologia, ou a sua ligação a coisas sigilosas, ou mesmo descaradamente partidário. 
Não há instituição que escape.

Também vão querer daqui a pouco que os juízes passem a justificar em conferências de imprensa as decisões que tomam nos tribunais?
Quererão alterar tudo na CRP?

Que paciência democrática é preciso para aturar esta gente, todos os com este tipo de comportamentos que não apenas sobre justiça, e todos de todas as cores partidárias.

Tenham um bom Domingo.
AC

    domingo, 16 de julho de 2023

    TELEFONES 💰 PT Telecom 💰 ALTICE 💰 

    Com o passar do tempo, lembrando-me de certos figurões que foram condecorados e agora até no Brasil lhes estão a cair em cima, lembrando-me de certos banqueiros, lembrando-me de como começaram alguns que com vinhos fizeram e fazem lindas festas, lembrando-me das criaturas desde há dias ainda mais nos OCS, ocorre-me que as criaturas e os seus processos e negócios que desembocaram no que agora se chama ALTICE configuram claramente o mais refinado gangsterismo contemporâneo ao qual os poderes públicos portugueses (sucessivos governantes, sucessivos deputados, sucessivos reguladores, sucessivos tribunais de contas e judiciais) FECHARAM CLARAMENTE OS OLHOS.

    Como no filme - "Eyes Wide Shut"

    António Cabral (AC)

    segunda-feira, 8 de maio de 2023

    TESTE

    Escolha qual das respostas, ou quais, traduz/ traduzem o procedimento habitual de muitos, dos sucessivos titulares de órgãos de soberania, dos sucessivos governos, da maioria dos servidores na administração pública :

    1ª - processos normais
    2ª - processos urgentes
    3ª - os dois processos
    AC

    sábado, 3 de setembro de 2022

    SERVIR e não, SERVIR-SE
    Este lema de vida devia ser rigorosamente seguido por todos mas, particularmente, por todos aqueles que se submetem ao voto popular e são eleitos deputados e Presidente da República. E da eleição para o parlamento, se retira a orientação para o governo a ser empossado, governo eleito para SERVIR e não, SERVIR-SE.
    SERVIR e não, SERVIREM-SE a si próprios, aos familiares, e aos amiguinhos partidários ou de faculdade.

    Outra norma decisiva para uma vida digna é ter sempre presente que somos todos da mesma massa, somos gerados e nascemos todos da mesma maneira, mas a realidade da vida mostra e sempre assim foi, que não somos formados em formas/ berços iguais.

    E daqui decorre que para uma vida digna se deve ter SEMPRE presente que a realidade gera diferenças e, portanto, uma vida digna em qualquer profissão tem que ter SEMPRE presente as desigualdades na sociedade, as diferenças, e que assim se IMPÕE tudo fazer para respeitar SEMPRE as diferenças e combater as desigualdades.

    TODOS temos de ter as mesmas oportunidades na vida, e TODOS temos de ser iguais perante a LEI. Sem excepções. Quer no nosso país quer no estrangeiro é muito mais o contrário.

    Os anos decorrem e verificamos que elegemos gente em quem depositámos esperança mas que, rapidamente, se mostram e assim continuam uns palhaços viajantes cá dentro e lá fora, em proveito próprio, em proveito da família que frequentemente visitam, em cumprimento do seu hipocondríaco modo de estar na vida.

    E uma das coisas fantásticas quando olhamos esta gente e o seu continuado e despudorado comportamento, é verificar a desfaçatez e mesmo muitas vezes a arrogância com que encaram as críticas que lhes são dirigidas.

    Não me refiro a coisas como estas simples linhas neste modesto blogue.
    Refiro-me concretamente a cartas que lhes são dirigidas, não anónimas, e que se sabe poderem por via segura chegar facilmente às suas mãos. 

    É quase certo que se passa o seguinte:

    > as excelências não respondem a este tipo de cartas que considerarão provavelmente impertinentes, umas vezes porque os lambe botas que os deviam servir fazem mais de capacho que outra coisa, gostam é de mudar de pelouro na instituição mas por lá continuar, e não as entregam;

    > as excelências não respondem a este tipo de cartas porque, outras vezes, quando os capachos lhas entregam não respondem pois as excelências não gostam de ser questionadas, gostam de responder publicamente a parvoíces, gostam é de agradecer boas-festas e coisas do género.

    As excelências pouco se preocupam com questões sérias, reais, com implicações directas sobre as famílias. Gostam de se sentir reizinhos, por mais patéticas sejam as tristes figuras que publicamente protagonizam, como ainda hoje se viu do que é noticiado de Moçambique.

    Bimbos, intrujões, intelectualmente desonestos, aplica-se-lhes lindamente. Infelizmente, muitos aplaudem. Depois queixem-se.

    Mas esta gente sabem que, sejam ou não duras as palavras como algumas minhas, sejam duras as críticas dirigidas mas oleadas com palavras menos ácidas (que também sei usar), esta gente sabe que pode prosseguir estoirando o erário público, nada fazendo de concreto para alterar o que precisa de ser modificado.

    Querem lá saber disso que é  - SERVIR
    António Cabral

    terça-feira, 26 de abril de 2022

    24 ABRIL 1974 . 25 ABRL 1974. 25 ABRIL 1975. 25 ABRIL 2022

    É dos "livros". 
    O que se verificou há dois dias na cerimónia de celebração do 25 de Abril de 1974 na Assembleia da República (AR) confirmou o que se sabe de há muito. 

    LIVRE, PAN, BE, PCP, IL, CHEGA, PSD, PS, puxaram a brasa à sua sardinha, que o mesmo é dizer, falaram do que ideologicamente lhes convinha, e calaram o que ideologicamente não lhes convinha.

    Praticamente todos, esquecendo muitas realidades concretas da sociedade portuguesa no presente, como por exemplo: 
    > o que em diferentes sectores muito se avançou desde 25 de Abril de 1974, repito, o que muito se avançou,
    > os vários problemas e situações que continuam a ser escamoteados, 
    > o muito que há por fazer na estrutura do Estado, na lei eleitoral, no sistema de justiça, no desenvolvimento industrial, no ordenamento do território, no combate sério ás injustiças e desigualdades, no SNS, na educação, nos recursos hídricos, nos recursos energéticos, quanto à natalidade, quanto á exclusão e pobreza sociais, na integração de pessoas,
    > a ultrapassagem sucessiva de Portugal por países da "ex - cortina de ferro", 
    > o brutal e asfixiante montante da dívida do país.

    Todos esquecendo que o 25 de Abril de 1974 não foi executado para aquilo que agora vários referem de positivo e de negativo e se queixam. 

    O 25ABR74 foi concretizado porque existia a guerra colonial. 
    Porque vários oficiais dos quadros permanentes das Forças Armadas (FA), por si próprios, se consciencializaram que a solução para a guerra em África tinha que ser política e não militar. 
    É a minha opinião.
    Para essa consciencialização foi importante a convivência com oficiais milicianos que também bateram com os costados em África. 

    Penso que o livro de António de Spínola ajudou um pouco para essa  consciencialização. 
    Nunca saberemos, mas é legítimo interrogarmo-nos se, sem esse livro, a revolta militar não demoraria mais um pouco a eclodir.

    O que vários oficias das FA concretizaram no 25 de Abril de 1974 foi o decisivo abrir de horizontes para que a sociedade por si própria pudesse mudar de vida
    Foi o abrir de portas e janelas.
    Foi mudar de regime. Foi uma viragem histórica. 
    Estava tudo por fazer a partir desse dia inteiro e limpo que Sophia referiu.

    Com a revolta militar, em que a guerra em África foi questão fulcral, foram formalmente restituídos aos portugueses os direitos e as liberdades fundamentais, e foi assim estabelecida a base para assegurar dali em diante a vigência de um Estado de direito democrático, e assim  instaurar a democracia. A partir daí, em liberdade formal, era preciso trabalhar muito e com seriedade.

    Voltando aos discursos na AR, o novo presidente da AR fez um laudatório à diáspora. Não creio deslocado, bem pelo contrário. Mas assim também evitou falar de outros temas.

    Quanto ao Presidente da República (PR), centrou as coisas na Pátria e nas FA. 
    Parece que falou e falou e falou, mas de uma certa perspectiva afinal nada falou. 
    Não sei se por não saber sobre o estado das FA, se por saber mas não querer dizer, ou porque não lhe disseram, ou se por não saberem e assim não lhe puderam dizer.

    Abordarei esse discurso/ tema em texto separado.
    António Cabral (AC)

    domingo, 7 de novembro de 2021

    O  "MOMENTO" 

    No momento que vivemos é observável a quantidade de criaturas, passarões, e outros seres que se movimentam às claras ou na sombra, observável a quantidade de "tiradas grandiloquentes" as mais das vezes ocas e inconsequentes, e as campanhas abertas ou dissimuladas que vários prosseguem. Algumas, campanhas pessoais inacreditáveis, umas pela heroicidade, outras pela nojeira do servilismo!

    Para alguns, a democracia pode dispensar várias profissões e nomeadamente militares (!?!?). É como estamos nesta fase, em que há sempre uns "NEM SEI QUE LHES CHAMAR" que não defendem a democracia ainda que o afirmem tonitruantes.

    Por tudo isto e não só recordei-me ter visto publicados há tempos uns bonecos bem engraçados. No meu valioso e extenso arquivo lá os fui encontrar.

    Estes bonecos foram publicados na Sábado de 3 de Outubro de 2019  a propósito de desenvolvimentos de certos assuntos nacionais muito pegajosos. Neles se retrata o incorrigível papagaio-mor do reino, a praça pardal, os bufos reais, a cagarra de mar e terra, o contra-almirante açor, o tucano brigadeiro e o marechal pelicano.

    Passarada que, ou nunca sabe de nada, ou encobre tudo e mais alguma coisa, ou se mete em tudo e mais alguma coisa, ou que procura entalar outrem com ou sem razão, ou que provoca ou proporciona escândalos, ou que comanda tudo sem comandar nada.

    Coincidências com a vida real? Hum.....

    Ah, a propósito ainda de passarada, anda aí um tonto a escrever várias bojardas em vários OCS. O acolhimento em determinados OCS de certas criaturas como esse tonto que nem os ares da Europa poliram, dá bem conta da qualidade dos OCS protectores dessas abencerragens, mas dá sobretudo uma ideia clara dos desígnios de certa gente, das suas maquinações e conspirações. Enfim, valentes defensores da democracia e das suas instituições. 

    Saúde, e tenham um bom Domingo.

    AC

    terça-feira, 10 de agosto de 2021

    INFRA-ESTRUTURAS  MILITARES. REALIDADES  NO  PRESENTE

    É sabido, no 25 de Abril de 1974, por todo o país, se encontravam reflexos do passado, da nossa história, das guerras em África.

    Com o decorrer do tempo, os poderes públicos e concretamente os sucessivos titulares de órgãos de soberania só começaram a olhar para a dimensão global das Forças Armadas (FA) a partir de 1982.

    Com muito pouca seriedade, e sem nunca ponderar que FA o país necessitaria depois de ter perdido as possessões em África e na Ásia, e tendo presente os riscos e ameaças que o último quartel do século XX e o século XXI nos complicam a vida.

    Houve, é certo, imposição gradual de diminuição de efectivos militares. Houve, é certo, sobretudo a partir de 1991 substituição de meios não só mas nomeadamente na Marinha e na Força Aérea. Houve e está a aumentar progressivo estrangulamento financeiro e cada vez menos adesão à profissão militar por culpa quase exclusiva dos políticos. E houve negociatas de vendas de património edificado e houve um desbaratar de verbas então conseguidas. Uma autêntica pouca vergonha.

    Mas também houve bons exemplos de aproveitamento de infra-estruturas militares desactivadas. E estas linhas têm sobretudo a ver com isso.

    Um caso que me parece muito positivo é o observável em Penamacor. As instalações vastas do antigo aquartelamento, que se situa numa zona sobranceira à vastidão que a vista percorre até ao monte onde está a aldeia de Monsanto, foram aproveitadas, muito bem aproveitadas.

    Tudo no largo Tenente Coronel Júlio Rodrigues da Silva, onde está também o monumento aos mortos da grande guerra. E assim ali estão, Tribunal Judicial, Conservatória, Registo Civil, Financas, Registo Predial, departamentos e serviços camarários, Junta de Freguesia, Escola de Música, e um espectacular Museu cuja visita recomendo. 
    Aguardemos para ver o que estes políticos, estes titulares de órgãos de soberania, e alguns militares, vão fazer a partir daqui. Os exemplos do presente nada de bom auguram.

    António Cabral

    domingo, 6 de dezembro de 2020

    LEMBRANDO.......

    Podeis enganar toda a gente durante um certo tempo.

    Podeis mesmo enganar alguns todo o tempo.

    Mas não vos será possível enganar sempre toda a gente.

    Mas, olhando ao que se vai passando, cada vez mais me parece que a esmagadora maioria dos meus concidadãos gosta de ser enganada e sente-se confortável!

    É sempre aquele............."agora é que vai ser"

    Será que este vídeo explica muita coisa por cá?


    AC

    sábado, 28 de novembro de 2020

     O NOVO  BANCO

    A propósito "desta coisa" estando a poucos minutos de me deitar dei comigo a imaginar não bem um trocadilho mas uma coisa qualquer dessa família, e é assim:

    NOVO BANCO - não é novidade as sucessões de poucas vergonhas

    VELHOS IMBECIS - de todas as cores, também não é novidade.

    AC

    segunda-feira, 23 de novembro de 2020

    COMO  FICA  a  DIGNIDADE ??

    DIGNIDADE:
    Qualidade moral que infunde respeitoGrandeza; Modo digno de proceder; Respeitabilidade.

    Também há a dignidade do silêncio. Pois deviam estar calados muitas vezes, mas como não ouviram a célebre frase de Juan Carlos!.....

    Eu, e a esmagadora maioria dos meus respeitados concidadãos, 99,99999999999999 % de nós todos, somos homens comuns, com as nossas fraquezas, com algumas qualidades, com as nossas angústias e ansiedades, com a nossa esperança. Com os nossos deveres para connosco e para com os outros e a sociedade que integramos. E com os nossos constitucionais direitos.

    Quando olho para a nossa envolvente, aqui em Portugal, e olho para esta gente, interrogo-me cada vez mais: com o que se está a passar onde fica a dignidade, sim, onde fica a dignidade?
    Como fica a dignidade teoricamente conquistada em 25 de Abril de 1974 ?

    Quando deviam ter pago em Julho passado apoios anunciados e anunciaram agora com pompa e circunstância que os vão começar a pagar, onde fica a dignidade?

    Quando assiste impávido e sereno, à degradação de meios navais da Marinha e do Arsenal do Alfeite, à pouca vergonha de helicópteros de combate a incêndios parados há mais de três anos, e a muitas outras coisas inqualificáveis, e não pára de comentar quase tudo menos questões institucionais graves e concretas, onde fica a dignidade?

    Quando mente constantemente, anunciando por exemplo contratações de pessoas que afinal estão dentro do sistema e, portanto, não vai contratar coisa nenhuma, apenas mudá-los de sítio, onde fica a dignidade?

    Quando faz afirmações que são verdadeiras inanidades acerca de género, onde fica a dignidade

    Quando apresenta explicações inacreditáveis para tentar justificar as confusões e imprecisões, onde fica a dignidade?

    Quando se ufana do seu combate, numa espécie de - agora é que vai ser - e facilmente se vê que fora das intenções anunciadas ficou quase tudo o que devia estar lá dentro, talvez fruto de licenciatura tirada na "Farinha Amparo", onde fica a dignidade?

    Sim, onde lhes fica a dignidade?

    Para ficar em algum lado, obviamente que era preciso que tivessem dignidade.
    Repito, que tivessem dignidade e, também, vergonha na cara.

    Mas trata-se de gente que diariamente mais se mostra indigna e inqualificável, mas prosseguem irradiando uma descarada e pornográfica ausência de vergonha na cara.
    AC

    sábado, 7 de novembro de 2020

    LIDO COM GOSTO
    "O argumento de que a lei é para cumprir aplica-se, em primeiro lugar, àqueles a quem foi delegada a tarefa de legislar e que têm a obrigação de conhecer os postulados sobre os quais podem fazê-lo" (Observador).
    AC

    segunda-feira, 5 de outubro de 2020

    Ao  OLHAR  a  LUA

    AO OLHAR A LUA DAQUI DA ALDEIA, E FACE AO QUE SE VAI PASSANDO, DEI COMIGO A PENSAR - MAS ANDA TUDO NA LUA?


    AC

    sexta-feira, 25 de setembro de 2020

     Do   Verbo   QUERER

     Esta coisa dos verbos é tramada. Desde logo porque o "verbo" é uma palavra variável que indica o que acontece em relação ao tempo ou seja, a acção desempenhada pelo sujeito ou o estado em que ele se encontra.

    Depois, em português há três conjugações. 

    Ainda por cima, o verbo pode variar de número (singular, plural), de pessoa (1ª, 2ª, 3ª), de modo (indicativo, conjuntivo, imperativo, condicional, flexionado ou infinito pessoal, gerúndio), de aspecto e até de voz (activa, passiva, reflexa). E temos os tempos (presente, pretérito e futuro). 

    Muito complicado, muito complicado, muito complicado.

    Voltando concretamente ao verbo "Querer", tenho a impressão que tudo se complica ainda mais.

    Porquê?

    Desde logo porque, além de querer, anuncia que quer.

    Os que o ouvem, uns querem aplaudir mas não podem. Outros querem rosnar mas não lhes convém por agora.

    Talvez mais um "eu quererei", ou "quereremos nós a sério"?

    Depois, tendo querido, e já claramente anunciado querer, como vão ficar as coisas daqui para a frente? E o outro que anunciou há muito tempo querer também e agora está um pouco entalado?

    Pessoalmente eu quero que toda esta pouca vergonha, esta constante desfaçatez, esta descarada ausência de vergonha na cara, acabe.

    Mas, tal como queria ter um Iate e um Porsche e não tenho, palpita-me que certos anúncios de vontades e desejos vão ficar muito por satisfazer. E isto pode complicar-se.

    AC

    sexta-feira, 18 de setembro de 2020

    AUDIÇÕES na AR, ALGUMA DIFERENÇA ?
    NENHUMA. Opinião minha, naturalmente.
    Os deputados zangam-se se um lá vai e dá gargalhadas alvares, mas em outras ocasiões aturam verdadeiros malandros que dizem que sabem tudo mas nunca o confessam.
    Naturalmente, o hábito não faz o monge, mas a cara do farsola e o seu gesticular só enganam quem aceitar ser enganado.
    Aliás, se foi escolhido para aquilo está tudo dito.

    Ter uma dívida de não muito menos de 800 milhões, depois, quando a escandaleira passa a ser mais conhecida ser contemplado com uma inacreditável engenharia financeira que lhe alivia as dívidas e, ainda por cima, acaba em certa medida por ser perdoado de certos montantes pomposamente chamadas imparidades, se tudo isto acontecesse num País civilizado com um regime e sistema democráticos reais, não passaria incólume pelas autoridades de supervisão e dos poderes públicos. Pois trata-se de uma afronta aos milhões de cidadãos comuns, cidadãos que sofrem numa sociedade doente.

    O desprezo deste tipo de devedores para com os poderes públicos, tenham de seu apenas uma mota de água ou uma bicicleta pasteleira dos anos 50 do século passado, o desprezo com que se afrontam titulares de orgãos de soberania é uma realidade, e é insuportável. Mas continua, e a AR e o governo calados, suportam isto tudo. Porquê?

    Devem milhões, nada têm de seu, vivem à grande, e não há lei nem fisco que ponha fim a esta pouca vergonha que se arrasta há anos.
    Não se investiga, nada se faz, e eles convidam os titulares de orgãos de soberania para tudo e mais alguma coisa (patuscadas, golfe, camarotes, caçadas, etc), e os convites são aceites. Conhecem-se todos mas depois, às vezes, dizem que nunca tinham ouvido falar deles. Ás vezes, quanto a alguns devedores e pessoas dos poderes, vem a saber-se mais à frente que até foram visitas de casa.

    Naturalmente que vigora o princípio da inocência, para todos.
    Mas, expliquem-me como é que os clubes e/ ou as SAD respectivas, Porto, Benfica, Braga e Sporting, passam anos a comprar jogadores  e contratar técnicos em que os preços são sempre astronómicos? Como é que isto tudo se faz em concreto? 
    Que lata têm alguns ao clamarem por estarem a perder dinheiro por ausência de público nas bancadas e inerente falta de entrada de euros de bilheteira quando, entra pelos olhos dentro, que os clubes/ SAD e até fundações com nome de clube não vivem dessas bilheteiras.
    Que advogados andam ligados a estas coisas?
    BES, Novo Banco, etc. etc.
    Ninguém põe cobro a isto?
    AC 

    domingo, 6 de setembro de 2020

    EU TAMBÉM ESPERAVA OUTROS COMPORTAMENTOS

    "Marcelo esperava menos de 100 casos"

    Eu também esperava mais responsabilidade e sentido de Estado da parte deles. Adivinhem de que criaturas estou a falar!

    Claro, continuo a enganar-me!

    AC


    sábado, 5 de setembro de 2020

    ASSEMBLEIA da REPÚBLICA, GOVERNO, dirigentes vários e as altas personalidades
     e os 10 MANDAMENTOS do VINHO
    Que raio de coisa esta, pensarão os meus estimados leitores/ visitantes / amigos, que raio de ligação foi ele arranjar?
    Pois acontece que, na lista dos 10 mandamentos do vinho que tenho aqui no meu retiro Beirão, o preceito que constitui o 8° mandamento diz - " não mentir sem borracheira ".
    Ora, andando eu com pouco juízo ao ponto de, apesar de há muito tempo no conforto do meu retiro andar a ouvir telejornais e a ler entrevistas, não consegui visualizar nas caras de certas criaturas que me entram em casa pelo televisor qualquer sinal de borracheira, embriaguês, nem sequer um chumbinho na asa. NADA.
    Assim sendo, o atropelo do 8° mandamento do vinho vem sendo uma  constante.
    Então, já entendem a relação,....... certo?

    AC
    AMARRAS.   A  VIDA.
    No presente cada vez mais confuso e incerto, temos que nos agarrar a algumas coisas. À família, aos valores. E não ligar à banditagem e espuma dos dias.
    AC