Tenho perguntas várias a colocar aos dirigentes políticos, aos titulares dos órgãos de soberania Presidente da República, Assembleia da República e Governo.
Eles responderiam?
Bom Domingo. Saúde, boa sorte.
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
TELEFONES 💰 PT Telecom 💰 ALTICE 💰
Com o passar do tempo, lembrando-me de certos figurões que foram condecorados e agora até no Brasil lhes estão a cair em cima, lembrando-me de certos banqueiros, lembrando-me de como começaram alguns que com vinhos fizeram e fazem lindas festas, lembrando-me das criaturas desde há dias ainda mais nos OCS, ocorre-me que as criaturas e os seus processos e negócios que desembocaram no que agora se chama ALTICE configuram claramente o mais refinado gangsterismo contemporâneo ao qual os poderes públicos portugueses (sucessivos governantes, sucessivos deputados, sucessivos reguladores, sucessivos tribunais de contas e judiciais) FECHARAM CLARAMENTE OS OLHOS.
Como no filme - "Eyes Wide Shut"
António Cabral (AC)
24 ABRIL 1974 . 25 ABRL 1974. 25 ABRIL 1975. 25 ABRIL 2022
O "MOMENTO"
No momento que vivemos é observável a quantidade de criaturas, passarões, e outros seres que se movimentam às claras ou na sombra, observável a quantidade de "tiradas grandiloquentes" as mais das vezes ocas e inconsequentes, e as campanhas abertas ou dissimuladas que vários prosseguem. Algumas, campanhas pessoais inacreditáveis, umas pela heroicidade, outras pela nojeira do servilismo!
Para alguns, a democracia pode dispensar várias profissões e nomeadamente militares (!?!?). É como estamos nesta fase, em que há sempre uns "NEM SEI QUE LHES CHAMAR" que não defendem a democracia ainda que o afirmem tonitruantes.
Por tudo isto e não só recordei-me ter visto publicados há tempos uns bonecos bem engraçados. No meu valioso e extenso arquivo lá os fui encontrar.
Estes bonecos foram publicados na Sábado de 3 de Outubro de 2019 a propósito de desenvolvimentos de certos assuntos nacionais muito pegajosos. Neles se retrata o incorrigível papagaio-mor do reino, a praça pardal, os bufos reais, a cagarra de mar e terra, o contra-almirante açor, o tucano brigadeiro e o marechal pelicano.
Passarada que, ou nunca sabe de nada, ou encobre tudo e mais alguma coisa, ou se mete em tudo e mais alguma coisa, ou que procura entalar outrem com ou sem razão, ou que provoca ou proporciona escândalos, ou que comanda tudo sem comandar nada.
Coincidências com a vida real? Hum.....
Ah, a propósito ainda de passarada, anda aí um tonto a escrever várias bojardas em vários OCS. O acolhimento em determinados OCS de certas criaturas como esse tonto que nem os ares da Europa poliram, dá bem conta da qualidade dos OCS protectores dessas abencerragens, mas dá sobretudo uma ideia clara dos desígnios de certa gente, das suas maquinações e conspirações. Enfim, valentes defensores da democracia e das suas instituições.
Saúde, e tenham um bom Domingo.
AC
INFRA-ESTRUTURAS MILITARES. REALIDADES NO PRESENTE
É sabido, no 25 de Abril de 1974, por todo o país, se encontravam reflexos do passado, da nossa história, das guerras em África.
Com o decorrer do tempo, os poderes públicos e concretamente os sucessivos titulares de órgãos de soberania só começaram a olhar para a dimensão global das Forças Armadas (FA) a partir de 1982.
Com muito pouca seriedade, e sem nunca ponderar que FA o país necessitaria depois de ter perdido as possessões em África e na Ásia, e tendo presente os riscos e ameaças que o último quartel do século XX e o século XXI nos complicam a vida.
Houve, é certo, imposição gradual de diminuição de efectivos militares. Houve, é certo, sobretudo a partir de 1991 substituição de meios não só mas nomeadamente na Marinha e na Força Aérea. Houve e está a aumentar progressivo estrangulamento financeiro e cada vez menos adesão à profissão militar por culpa quase exclusiva dos políticos. E houve negociatas de vendas de património edificado e houve um desbaratar de verbas então conseguidas. Uma autêntica pouca vergonha.
Mas também houve bons exemplos de aproveitamento de infra-estruturas militares desactivadas. E estas linhas têm sobretudo a ver com isso.
Um caso que me parece muito positivo é o observável em Penamacor. As instalações vastas do antigo aquartelamento, que se situa numa zona sobranceira à vastidão que a vista percorre até ao monte onde está a aldeia de Monsanto, foram aproveitadas, muito bem aproveitadas.
Tudo no largo Tenente Coronel Júlio Rodrigues da Silva, onde está também o monumento aos mortos da grande guerra. E assim ali estão, Tribunal Judicial, Conservatória, Registo Civil, Financas, Registo Predial, departamentos e serviços camarários, Junta de Freguesia, Escola de Música, e um espectacular Museu cuja visita recomendo.
Aguardemos para ver o que estes políticos, estes titulares de órgãos de soberania, e alguns militares, vão fazer a partir daqui. Os exemplos do presente nada de bom auguram.
António Cabral
LEMBRANDO.......
Podeis enganar toda a gente durante um certo tempo.
Podeis mesmo enganar alguns todo o tempo.
Mas não vos será possível enganar sempre toda a gente.
Mas, olhando ao que se vai passando, cada vez mais me parece que a esmagadora maioria dos meus concidadãos gosta de ser enganada e sente-se confortável!
É sempre aquele............."agora é que vai ser"
Será que este vídeo explica muita coisa por cá?
Do Verbo QUERER
Esta coisa dos verbos é tramada. Desde logo porque o "verbo" é uma palavra variável que indica o que acontece em relação ao tempo ou seja, a acção desempenhada pelo sujeito ou o estado em que ele se encontra.
Depois, em português há três conjugações.
Ainda por cima, o verbo pode variar de número (singular, plural), de pessoa (1ª, 2ª, 3ª), de modo (indicativo, conjuntivo, imperativo, condicional, flexionado ou infinito pessoal, gerúndio), de aspecto e até de voz (activa, passiva, reflexa). E temos os tempos (presente, pretérito e futuro).
Muito complicado, muito complicado, muito complicado.
Voltando concretamente ao verbo "Querer", tenho a impressão que tudo se complica ainda mais.
Porquê?
Desde logo porque, além de querer, anuncia que quer.
Os que o ouvem, uns querem aplaudir mas não podem. Outros querem rosnar mas não lhes convém por agora.
Talvez mais um "eu quererei", ou "quereremos nós a sério"?
Depois, tendo querido, e já claramente anunciado querer, como vão ficar as coisas daqui para a frente? E o outro que anunciou há muito tempo querer também e agora está um pouco entalado?
Pessoalmente eu quero que toda esta pouca vergonha, esta constante desfaçatez, esta descarada ausência de vergonha na cara, acabe.
Mas, tal como queria ter um Iate e um Porsche e não tenho, palpita-me que certos anúncios de vontades e desejos vão ficar muito por satisfazer. E isto pode complicar-se.
AC