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domingo, 15 de fevereiro de 2026

NÃO  É  UMA  MARAVILHA ?

A goleada de Vieira
15 Fevereiro 2026 
Eduardo Dâmaso
CM

O antigo presidente do Benfica Luís Filipe Vieira goleou o Novo Banco na Justiça. Num processo jogado nas três frentes, 1.ª instância, Relação, Supremo, o Novo Banco perdeu 160 milhões que havia emprestado ao empresário, ainda enquanto BES, com Salgado ao leme. Não só perdeu os 160 milhões como teve de ficar com duas empresas que valem zero euros. Estão falidas. A história é um pouco mais complicada, mas o argumento dos três tribunais é simples: se há entidade que conheceria o risco da forma como foi feito o financiamento, convertendo crédito em capital, em 2011, era o próprio banco. Ao concretizá-lo sob a forma de contrato, que previa a passagem da propriedade das empresas para o banco em caso de incumprimento, como veio a acontecer, o Novo Banco só pode ir queixar-se ao Totta, como diz o povo. Toda a história é um manual para entender os tempos que ruíram com a queda de Salgado, também de Sócrates, em 2014, um ano que tarda em acabar. À época, o crédito era fácil. Vieira era um testa de ferro de Salgado em alguns negócios. Este pagava sob a forma de crédito criativo e os buracos eram tapados pela boa relação do ex-banqueiro com o Estado ou pela fluidez de vaquinhas leiteiras como a PT, controlada por Salgado com a ajuda de Sócrates. Como sabemos, os prejuízos desse tempo foram depois socializados e a fatura coube-nos a todos. Neste caso, calhou aos senhores do Novo Banco. Toma e embrulha.

E digo eu - É Portugal, não faz mal !

AC

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

BES, BANCO BOM, BANCO MAU, NOVO BANCO, COIMAS, BANCO DE PORTUGAL, FUNDO DE RESOLUÇÃO, TRIBUNAL DE CONTAS, AUDITORIA, PREJUÍZOS, DEFESA DO INTERESSE PÚBLICO, DINHEIROS DO ESTADO, VISÕES LIMITADAS.

PERCEBERAM ?   NÃO ?   É NATURAL! 

Sabe-se superficialmente a história. Muito superficialmente.

Mas, quem devia pugnar pela transparência não o faz, esconde, e com aqueles que no Parlamento hostiliza violentamente, cá fora nas negociatas e nos diversos "affaires"conluem-se e abafam as coisas. Democracia, interesse do Estado, secreto, etc.

Alguns dizem que a realidade não é tão negativa como a estamos a percepcionar! A realidade neste caso são vários mil milhões a voar. Há quem fale em 8,3 mil milhões.

Há uns anos, parece que o Tribunal de Contas terá feito umas recomendações. Foram seguidas, cumpridas? Recentemente uma nova e atrevida auditoria. Um atrevimento inaudito. Teve à perna o Banco de Portugal e não só.

Naturalmente o Tribunal de Contas não passa de um "bronco" quanto às questões da banca e do financiamento da economia, não é verdade 

Por isso se atreveu a tecer comentários e elaborar relatórios esgrimindo que não foi acautelado o interesse público. Não lembra o careca!

Obviamente, como argumentou aqui há umas semanas o famoso Banco de Portugal, o Tribunal de Contas não pode limitar a definição de "interesse público" a uma única dimensão. O Tribunal de Contas pelos vistos não vê bem a realidade, nem o contexto Europeu, não percebe que nesta matéria há várias dimensões.

A propósito de realidade, é que além dos pelo menos 8,3 mil milhões, que já voaram, dizem por aí, que o tal Banco Mau deveria pagar umas coimazitas de vários milhões mas terão sido perdoadas para não reduzir o activo do banco. É certamente uma dimensão da definição de interesse público.

Enfim, dimensões, realidades, que nos dizem não serem tão negativas como as percepcionamos. Isto não explica tudo, mas explica muito deste pantanal.

E não há por agora mais, pois pintassilgos não são pardais!

AC

sexta-feira, 15 de julho de 2022

EXPLIQUEM-ME  DEVAGAR
Expliquem-me devagarinho, como se fosse muito mas muito burro.

Às acusações do Tribunal de Contas, Banco de Portugal e Fundo de Resolução também lançam críticas à auditoria. Defendem que acordo de capital contingente poupou mil milhões.
Tanto o Banco de Portugal como o Fundo de Resolução rejeitam a acusação de que não defenderam o dinheiro dos contribuintes no Novobanco, considerando que o Tribunal de Contas “utilizou uma definição própria e restritiva do interesse público” na sua análise e que, sem o acordo de capital contingente, as perdas seriam muito superiores.
“Salvaguardou efetivamente o interesse público”, respondeu o Fundo de Resolução em comunicado quase tirado a papel químico de outra comunicação do Banco de Portugal.
Além disso, as duas entidades defendem que promoveram a “minimização do uso de recursos públicos”, assegurando um “controlo eficaz, em particular através da ação do Fundo de Resolução na execução dos acordos” ao contrário do que aponta o relatório da auditoria do Tribunal de Contas
. 

Expliquem-me sff, se Centeno não estava no Banco de Portugal (BdP) antes de ir trabalhar em cativações para António Costa e, com o brilho de tanta cativação, conseguiu depois vir a ser governador do BdP.

Expliquem-me sff, se o senhor que formalmente é o chefe do famigerado Fundo de Resolução pertence ou não ao BdP.
Ainda outro dia, quando eu também tomava um matinal café de Domingo na Praça de Londres, estive para lhe perguntar como ia a canseira lá pelo BdP e Fundo de Resolução. 

Expliquem-me sff, se o presidente do Tribunal de Contas não é aquele senhor acusado de potencial parcialidade por toda a gente não socialista.

Expliquem-me sff, se é possível, sobre um mesmo assunto, gente do BdP colocar em público posições completamente divergentes.

Expliquem-me sff, se o Tribunal de Contas está a fazer ou não um frete ao BdP e ao governo Costista.
AC

quinta-feira, 20 de maio de 2021

A  PROPÓSITO do NOVO  BANCO

Novo Banco e as vigarices habituais, querendo fazer crer aos cidadãos que só surgiram há pouco tempo.

Contratos secretos? Elucidam bem sobre estes senhores que viram páginas e mudam de lugar, dizendo e fazendo coisas no lugar anterior que agora dizem ao contrário e querem que se faça de modo diferente ao que eles fizeram no passado muito recente.

O que se passou hoje, na CPI que decorre na AR, não sei como deve ser classificado. Refiro-me aquela criatura, o pedinte que vive de esmolas no Brasil, tem de seu uma moto quatro.

Lamento que os deputados até tenham aguentado ser achincalhados cerca de uma hora. A dignidade que devia ser apanágio da AR impunha acabar com aquela palhaçada rapidamente. No máximo 30 minutos foram de certeza suficientes para constatar o ordinário com quem tentavam falar lá no Brasil. Ordinário é pouco!

Cada cabeça sua sentença. Este episódio e mais os anteriores de Berardo a LFVieira e companhia ilimitada, são bem demonstrativos da podridão a que se deixou chegar ou a que levaram Portugal.

Estado exíguo? Só?

AC

sábado, 28 de novembro de 2020

 O NOVO  BANCO

A propósito "desta coisa" estando a poucos minutos de me deitar dei comigo a imaginar não bem um trocadilho mas uma coisa qualquer dessa família, e é assim:

NOVO BANCO - não é novidade as sucessões de poucas vergonhas

VELHOS IMBECIS - de todas as cores, também não é novidade.

AC

sábado, 14 de novembro de 2020

 BANCA  NACIONAL

Este, até Outubro passado, é um dos que continuou a apresentar lucros, contrariamente ao seu colega e concorrente Novo Banco.


AC

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

 REACÇÃO depois de ouvir António Ramalho

Particularmente sobre os ordenados dele e sobre o excelente cliente do Novo Banco Luís Filipe Vieira, como aliás já tinha sido do BES.

AC

terça-feira, 8 de setembro de 2020

AH...AH....AH.....AH....AH......AH................

.........A principal utilidade da auditoria ao Novo Banco é o sublinhar dos erros passados da banca. Importa agora assegurar que os procedimentos de avaliação de risco e da atribuição de crédito mudaram..........
AC

quinta-feira, 18 de junho de 2020

A POUCA VERGONHA DO COSTUME
BES, NOVO BANCO, BANCO MAU
O Líder da comissão de Orçamento e Finanças mantém os contratos de venda à Lone Star em segredo, por serem confidenciais.
E continuamos com a pouca vergonha do costume, e com a completa ausência de transparência na vida pública.
A resolução do BES foi má solução?
Nunca se saberá tudo sobre este processo, mas parece evidente que foi má e caso cobaia.
A venda ao tubarão Lone Star foi péssimo negócio para o Estado Português?
Claro que não, então, foi o partido Socialista a tratar do assunto foi, portanto, uma decisão maravilhosa, mesmo que agora Centeno e outros possam vir a sussurrar baixinho - ah, se eu soubesse, ...se eu tivesse podido....
Os contratos continuam e tentarão que continuem vedados aos olhos dos deputados todos?
Claro, senão lá fica a descoberto a merda feita em 2017 pelos socialistas eméritos. 
Não, não é falta de transparência na vida pública, é que os contratos são confidenciais!!!!!!!!!!!!Pois!!!!
A pouca vergonha do costume, a desfaçatez do costume, a descarada ausência de vergonha nas trombas.
AC

quarta-feira, 13 de maio de 2020

MARCELO,  COSTA,  CENTENO
Acabo de ver na TV declarações do Celinho sobre a telenovela Novo Banco e a palhaçada subsequente envolvendo os palhaços conhecidos.
Estou a ver mal ou, com as declarações agora proferidas e que me parecem de um enorme apoio a Costa, está aberto o caminho para o fim do reinado de Centeno?
Aguardemos.
AC
Ps: Também notável nesta coisa toda é comparar as palavras de agora do Celinho com as palavras textuais de Costa a responder com candura à actriz do BE. Atrás disse notável, mas devia ter escrito NOJO.

Outra coisa notável é o que se deduz do que Centeno disse na comissão de finanças na AR, e que é uma demonstração clara do que é Costa. Claro que Centeno cavou mais fundo a sepultura.
Ainda outra fantástica coisa é o deputado do PSD que ataca desgraçadamente Centeno.
E Estrondosamente fantástico nisto tudo é a bovinidade parlamentar, a bovinidade generalizada dos cidadãos que tudo engolem.
Desgraçado País.
QUESTÕES  DE  RIGOR
Quem sou eu para definir o caráter de um meu concidadão.
Isto dito, arrogo-me o direito de pensar sobre o que vai acontecendo à minha volta e, nomeadamente, no que se refere  aos poderes públicos, por uma razão inultrapassável, é que eles normalmente vão estragando cada vez mais a minha vida.
E isto vem a propósito de variadíssimas e sucessivas coisas acontecidas nos últimos meses.
Fico-me pela "cena" Novo Banco e os péssimos actores Costa e Centeno.
Sobre isto, alguns jornalistas lembraram as questiúnculas que ao longo dos anos sempre houve entre os PM e os ministros das finanças. Invernos de descontentamento e outras parvoíces.

Alguns, consideram que esta descarada ausência de vergonha na cara - “a resposta que tenho para lhe dar não tem grande novidade relativamente à última vez que me fez a pergunta, ou seja, a auditoria está em curso e até haver resultados da auditoria não haverá qualquer reforço do empréstimo do Estado ao Fundo de Resolução para esse fim”, constituiu uma cena altamente política.
Dá vontade de rir e ir vomitar a seguir, tanto pelo dislate desavergonhado do tal político, como pela qualificação proferida por muitos.

Estes péssimos actores ficam mal em todas as fotografias.
Na minha opinião, António Costa tinha mais que a obrigação de saber que os contratos ditavam que em Maio se transferiam euros para o buraco negro/ Novo Banco. Contrato, “ring a Bell” ?
António Costa tinha a obrigação de ter comportamentos de dignidade política e não fazer palhaçadas na AR, como constantemente interpreta.
Mário Centeno tinha a obrigação de alertar o PM de que tinha de cumprir o contrato. 
Ser dito com a maior desfaçatez que isso só aconteceria depois da auditoria falada pela péssima actriz, releva da demagogia mais ordinária, que é própria de pessoas sem qualquer categoria e coluna vertebral.
Um nojo, de uma ponta a outra.
AC

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

CURIOSO TER SIDO PS A VOTAR CONTRA
Coligação negativa: injecção de mais dinheiro no Novo Banco terá que ter luz verde do Parlamento
AC

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Os 60 MILHÕES
Lê-se por aí que, aparentemente, "voaram" 60 milhões que deviam estar cativos à ordem, creio, do MP, ou de autos ou lá o que será.
Mas que deviam estar "guardados".
Parece que desapareceram em 2016.
Estou certo que um deles, a saber, o catedrático Louçã, o Louçã que tem assento no Banco de Portugal, o Louçã que é conselheiro de Estado, o Louçã que é o doutrinador do BE, ou o Louçã que é comentador em jornais e TV, um deles vai zangar-se publicamente acerca disto, mesmo tendo sido o juiz Carlos Alexandre a também dar notícia deste estranho escândalo.
Ou vou esperar sentado?
Aguardemos.
AC

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

E  FALA,....FALA....FALA...
"Não sei se é este ano ou não. Vamos ver", afirmou o Presidente da República, sobre uma possível nova injeção de capital na instituição. Marcelo comentava a execução orçamental deste ano".
AC

domingo, 3 de novembro de 2019

A  REPUTAÇÃO  da  BANCA
Notas prévias: 
1ª - não sou gestor, empresário, bancário, economista, financeiro, banqueiro, jornalista especializado em questões financeiras e bancárias, nunca fui ministro. Sou um reformado servidor do meu País.
2ª - como a maioria dos meus concidadãos, sempre tive conta bancária; contrariamente, presumo, a muitos dos meus concidadãos, nunca saltitei de banco para banco, é o mesmo desde 1966, e não é a CGD.
3ª - como provavelmente aconteceu e acontece com muitos dos meus concidadãos, já por várias vezes me chateei com aquilo que inventaram, o gestor de conta, no meu caso a gestora de conta, ao ponto de ter havido queixas formais e apresentação de desculpas ao cliente, eu.
4ª - não sei se acontece/ aconteceu com muitos dos meus concidadãos, mas eu tomo atenção às letras miudinhas, e vou muitas vezes pedir satisfações; e nunca fiz coisas que, pelo que se tem sabido nos últimos anos, muitos dos meus concidadãos fizeram e, hoje em dia, andam a rabiar à conta do BANIF, do BES, do BPP, do BPN, etc, etc. As minhas poucas poupanças nunca desapareceram, até agora. 
Infelizmente, no plano financeiro, não sou rico.
Mas sou muito rico quanto á família.
Finalmente, conheço pessoalmente alguns que ficaram a tinir, por exemplo, à conta do BPN e do mundo a ele ligado. 
Não me admira o que lhes aconteceu.

Vem isto a propósito do texto escrito no Expresso pelo actual presidente executivo do Novo Banco, sr António Ramalho.
O texto termina com a frase - Porque a função a banca e de quem a gere sempre será proteger a poupança que lhe foi confiada. É apenas nisso que assenta a sua reputação.
Achei este texto a todos os títulos curioso.
Apareceu agora porque vieram as notícias de que o défice sofreu outra vez à conta do Novo banco? Não faço ideia.
Apareceu agora porque se sucedem as injeções naquele banco? Não sei.
Uma coisa sei, do que li, em todas as frases de António Ramalho me parece sobressair elegância, mas também há muita subtileza.

Por exemplo:
> a função da banca e de quem a gere sempre será proteger a poupança que lhe foi confiada - será, mas cautelosamente não é explicitado que muitas vezes quem a vem gerindo nas últimas décadas o não tem feito; e não é só como alguns tentam que os problemas existem desde 2008, nem pouco mais ou menos; basta olhar ao que se sabe e acima lembrado, mais a pouca vergonha de anos da CGD; 

> logo na abertura do texto fala - ora falar de poupança é falar da banca, dada a sua função fiduciária que lhe cabe, de a guardar, cuidar e rentabilizar; apetece dizer, POIS, POIS, POIS, POIS;

> António Ramalho procura sobretudo explicar, e esclarecer, como se aplica a poupança porque isso é fundamental para a compreensão do seu papel, e aqui só me apetece dizer que, pelo menos desde 1992, têm sido "eloquentes" em Portugal os exemplos da aplicação das poupanças dos portugueses por parte de grande parte da banca nacional;

> António Ramalho atira-se então sobretudo a explicar as questões do crédito, da sua concessão, da recuperação de créditos e, se percebi bem, enfatiza a necessidade de explicar as coisas pois tem havido perdões de dívidas. 
Será que escreveu isto por exemplo, também por causa de perdões de dívidas a clubes de futebol que, salvo melhor opinião, é uma das maiores afrontas ao povo português?

> António Ramalho explica que - a gestão dos créditos dos bancos faz-se na concessão, no seguimento e na recuperação atempada. Devo confessar que quando li esta parte desatei a rir. Porque seria?

> Ah, e António Ramalho lembra e muito bem, - o que se pretende é que os balanços dos bancos reflitam a cada momento a verdade "actualizada". Lembra logo a seguir que - ....após a crise de 208/ 2010, verificando-se que os balanços não refletiam adequadamente a verdadeira situação no balanço.....
Pois é.............o que se pretende........

> E como a função da banca sempre será prioritariamente a proteção da poupança..........
Como se tem visto. 

Fico-me por aqui. 
Não sem terminar acrescentando, que acho imensa graça a certos empreendedores e a certos conhecidos tubarões que tiveram tão boas ideias tão excelentes ideias que, segundo se depreende de notícias dos OCS dos últimos anos, essas boas ideias ajudaram todas essa pessoas a engordar os offshores!!!!!, a passar bens para as divorciadas, a passar dinheiros ganhos sabe-se lá onde e como para os primos e testas de ferro, e tudo sempre no desconhecimento do regulador e etc.
E sempre com o objectivo de preservarem a ideias (!?!?) e a continuidade de empresas.
Respeito sempre a opinião de outrem, mas este texto e salvo melhor opinião, não passa de Um bom texto para "Épater les Bourgeois"
AC

terça-feira, 6 de agosto de 2019

QUANTO VALE ? AINDA NÃO SABEM ?
"Quanto vale a marca de um banco novo como o Novo Banco?"
Esta pergunta está num dos jornais dos "espertos" económicos deste desgraçado País.
Mas ainda não sabem?
ZEROOOOOOO
AC

sexta-feira, 8 de março de 2019

FRASES
Frases que tudo dizem sobre os seus autores (retirado dos online).
> Para os professores, este governo morreu
> As vítimas devem confiar no Estado
> A marcha branca não tem natureza sindical
> 3890 e nem mais um tostão
> Não enganámos rigorosamente ninguém
> O Público é a referência jornalística da cultura em Portugal
AC

terça-feira, 5 de março de 2019

NOVAS  RONDAS  de  NEGOCIAÇÕES
Geringonça-sindicatos,  muito diálogo, muita conversa.
SEMPRE, naturalmente.
Quanto aos professores a coisa parou agora, pararam as teóricas conversações.
Mas a agitação vai continuar.
O novo (que é o anterior) DL do governo reconhecendo 2 anos e tal, vai ser remetido ao homem dos beijinhos que, contentinho, já anunciou que sim, este é melhor que nada.
Assim continuamos felizes e contentes, com várias distrações para nos entreter, como a senhora ministra da dita justiça a pensar em presidência da república, os casos envolvendo o juiz da relação do Porto, os dinheiros que o sr Cravinho já arranjou a mais para a sua inefável comissão, ou o Novo Banco que os aldrabões políticos chamados Costa e Centeno anunciaram antes que era sem custos para nós.
Esta dos sem custos para nós é das melhores. 
Disseram, nem directa nem indirectamente.
Claro que não referiram "ricochete".
AC