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terça-feira, 28 de outubro de 2025

AS  GREVES  NACIONAIS

Na passada 5ª Feira a escola de um dos meus netos mais novos, o de 7 anos, esteve fechada, não houve aulas, houve greve.

Na 6ª Feira coisa idêntica se passou.

Por razões de trabalho dos pais o miúdo ficou connosco nesses dias, dormindo cá de 5ª para 6ª Feira.

Na brincadeira, disse-lhe - então maroto umas inesperadas mini férias, 4 dias.

- Não não avô, 5 dias. São 5 dias porque ontem a professora faltou.

A PROFESSORA FALTOU NA 4ªF. A professora teve um belíssimo fim de semana.

Estamos nisto e disto não passamos.

Desgraçados de nós.

AC

sexta-feira, 19 de setembro de 2025

GREVES e SERVIÇOS MÍNIMOS

Li outro dia que ia haver greves até Janeiro próximo. 
De quem ? 
Da Menzies, a handling dos aeroportos.

Li também que os sindicatos contestavam os serviços mínimos.
Isto não é tão giro?
Eu acho!

O que diz a CRP?

Diz - no Art. 57º, que é garantido o direito à greve, que os trabalhadores definem o âmbito dos interesses a defender, e que esse âmbito não pode ser limitado por lei, mas . . . . 

Mas no nº 3 deste artigo, está muito claro que a lei define as condições de prestação, durante a greve, de serviços necessários à segurança e manutenção de equipamentos e de instalações, BEM COMO OS SERVIÇOS MÍNIMOS INDISPENSÁVEIS PARA ACORRER À SATISFAÇÃO DE NECESSIDADES SOCIAIS IMPRETERÍVEIS.

E é isto que, cada vez mais, os sindicatos e muito particularmente quando o PSD é governo, fingem que não existe, que não existe o nº 3 do Art 57º.

Artigo que dá cobertura constitucional a serviços mínimos que, que eu saiba, não são determinados pelos governos, seja do PSD do PS etc.

Luta ideológica apenas. 
Ouvi no rádio do carro que, parece, os sindicatos desistiram.
AC

terça-feira, 7 de janeiro de 2025

ESCOLA PÚBLICA  -  ENSINO PRIVADO
Não só mas por exemplo o Jornal de Notícias deu notícia do que se passa actualmente sobre o ensino em Portugal.
A chamada escola pública, e o ensino privado.

Do que se lê, o número de alunos inscritos na escola pública continua superior aos alunos que estudam, que têm efectivamente aulas nos diversos estabelecimentos de ensino privados. Mas a diferença vai diminuindo.

Já aqui o referi, um dos meus netos mais novos, iniciou o primeiro ano do ensino primário.
Outro dia, ao vê-lo muito entusiasmado com os trabalhos de casa, perguntei - gostas da escola - e uma carinha laroca respondeu-me - gosto sim avô, mas há dias em que a escola não abre, tenho de ficar em casa. Que me recorde, ele esteve sem aulas n primeiro período ou 4 ou 5 sextas-feiras.

Evidentemente que não foram as greves sucessivas, escandalosamente sempre a apanhar bons fins de semana, que foram rebentando com a escola pública.
Mas muito têm contribuído para o descrédito da escola pública, contribuem para a degradação.

Que mais contribui para a degradação?
As baixas enormes por doença. Doença que em muitos casos, certa e infelizmente, ocorreram e ocorrem, mas haverá certamente muita vigarice. Ausência completa de controlo.

De degradação em degradação os pais começam a fazer das tripas coração e fogem com a miudagem para a privada.

O histerismo nas ruas, a gritaria inconsequente e incoerente, o tapar o Sol com a peneira, são expressões que legitimamente se podem utilizar neste âmbito.

Passam mais de 50 anos de cartazes e manifestações.
Mas o que tem sobretudo gradualmente rebentado com a escola pública?

Olhem para os últimos 30 anos de governações, basicamente 22 de PS e 8 de PSD mais a agremiação.

E o facilitismo? E ninguém reprovar?
E os conteúdos dos livros? E a língua? E a nossa história?

E os diferentes estabelecimentos de ensino públicos, qual a manutenção, qual a renovação, qual o apetrechamento?

E as carreiras dos professores e dos assistentes e demais funcionários, estímulos para as deslocações, salários, quadros de pessoal actualizados e preenchidos?
Que foi sendo feito para combater a sério o abandono do interior?

Continuem com os cartazes, os resultados estão à vista.
Para a escola pública, tal como para as forças armadas, tal como para as forças de segurança, tal como para mais uma série de profissões, cada vez há menos concorrentes. Porque será?
Eram tão felizes não eram?

Brandem que foram (e foram, e bem, e ainda bem) conquistas de Abril mas as suas /vossas acções deram e estão a dar estes resultados.
Muita oratória, poucas alterações, raras decisões. 
A tal geração a mais bem preparada de sempre

Só têm ajudado, LAMENTAVELMENTE, à engorda de Ventura e quejandos.
Lastimável.

AC

sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

PREC  II

Há pouco, em conversa telefónica com um amigo, a dada altura da conversa disse-lhe que estamos em força no PREC II.

Retorquiu - eh pá, não exageres.

Eu insisti - espera mais umas semanas e lá pelo fim de Janeiro próximo me dirás quão exagerado estou.

Por mim não tenho dúvidas, estamos já no PREC II.

Também como no PREC I, quer-me parecer que PS e PCP já não "comandam" grande coisa.

No PREC I, entre muitas coisas, cercaram a AR.

No PREC II quase que cercam a AR, e usam petardos, a coisa mais legítima e democrática dos tempos modernos.

Faltará muito para ameaçarem os membros do governo com facas e pistolas?

Aguardemos.

AC

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

GREVES  e  POUCA VERGONHA
Eu tinha publicado estas linhas. Repito-as.

"Parar o empobrecimento." Milhares de funcionários públicos marcham até à Assembleia da República em protesto.

E lá foi mais uma 6ª feira passada e os meus netos sem aulas. 
Foi só mais uma.

Nivel de salários? Muito baixo.
Condições de trabalho? Más em muito lado.
Protestos? Mais que justos.
Etc.

Mas quando os protestos vierem para a rua independentemente da cor do governo acredito na genuinidade.

Os rosa e geringôngicos associados directamente numa fase, depois a fazer de conta, estiveram mais de oito anos no poder.
Recordam-se?
Insurgiram-se violentamente nesses anos tal como (justamente) no período da Troika?

E, já agora, quando as greves forem marcadas sem ser às 6ª Feiras ou coladas a feriados, vão merecer consideração da minha parte.
AC

Repeti este postal porquê?

Depois de me aperceber que está marcada mais uma greve de pessoal não docente a começar amanhã 31 de Outubro e que irá até 4 de Novembro, inclusive.

Acompanhem-me por favor nas contas.

31OUT + 1Nov (feriado) + 2 Nov (Sab) + 3Nov (Dom) + 4Nov (2ªF)
dá senão me enganei nas contas, 5 dias para bom lazer. 
Uma ponte? Não, UM PONTÃO.

Uma vergonha.
Quero salientar o que escrevi no postal supra, a começar na 5ª linha. Está lá bem claro o que penso.

Se tivessem marcado uma greve de 3 dias (3ªF, 4ªF, 5ªF) tinham o meu apoio de cidadão.
Não têm!

Tenham vergonha.

O meu neto de seis anos e meio que há pouco começou o seu primeiro ano escolar já se riu quando outro dia lhe perguntei - como vai a escola meu querido? - e respondeu-me - vai bem avô, mas há muitos dias que a escola fica fechada!

Sempre 6ª Feiras! Depois admiram-se!

AC

terça-feira, 29 de outubro de 2024

"Parar o empobrecimento." Milhares de funcionários públicos marcham até à Assembleia da República em protesto.

E lá foi mais uma 6ª feira passada e os meus netos sem aulas. 
Foi só mais uma.

Nivel de salários? Muito baixo.
Condições de trabalho? Más em muito lado.
Protestos? Mais que justos.
Etc.

Mas quando os protestos vierem para a rua independentemente da cor do governo acredito na genuinidade.

Os rosa e geringôngicos associados directamente numa fase, depois a fazer de conta, estiveram mais de oito anos no poder.
Recordam-se?
Insurgiram-se violentamente nesses anos tal como (justamente) no período da Troika?

E, já agora, quando as greves forem marcadas sem ser às 6ª Feiras ou coladas a feriados, vão merecer consideração da minha parte.
AC

sábado, 25 de março de 2023

Pilotos da TAP, greve de 7 a 10 Abril

Quando li isto alguma coisa mexeu nas células cinzentas.

Fui confirmar no calendário. Ah, já descobri. 

7 Abril - 6ª Feira Santa

8 Abril - Sábado

9 Abril - Domingo de Páscoa

10 Abril - 2ª Feira a seguir à Páscoa

E é isto, agora TAP, depois ou melhor, antes /agora e depois CP, mais os oficiais de justiça, mais enfermeiros, mais médicos, mais professores, muitos mais!

AC

domingo, 29 de janeiro de 2023

"Se o novo sindicalismo passa por levar assistentes operacionais a fazer a greve, não fazemos isso"

E não é que, desta vez, me parece que Mário Nogueira tem razão?
AC

sexta-feira, 27 de maio de 2022

GREVES  e  mais  GREVES
Obviamente que não 
é por mero acaso que se sucedem as greves.
Na minha opinião, desde logo porque a vida está bastante difícil e pior vai ficando. E além das classes mais desfavorecidas, a chamada classe média está cada vez mais apertada.
E não é por causa da guerra nem da pandemia. Isso são histórias da carochinha tão ao gosto do intrujão-mor.

A vida da esmagadora maioria da população vai gradualmente piorando. 

E como o PCP já não é geringonça agora não se cala, ainda que os problemas existentes quando o era (geringonça) sejam basicamente os mesmos do presente. E vá de mandar a malta para a rua.

E "interessante" (!?!?) observar o papel da comunicação social portuguesa em geral nos relatos e posições sobre as greves nos diferentes períodos. Eu escrevi interessante?……...
AC

quinta-feira, 19 de maio de 2022

As GREVES e os OCS

As greves sob o regime "Costa" sucedem-se. Anos de governação deste inarrável primeiro ministro e o número de greves aumenta. Na CP, por exemplo, segue-se a 6ª.

E os OCS? Noticiam sem grandes parangonas, não há burburinho assanhado nas ruas. 

Dizer avençados é dizer pouco!

AC

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

NÃO  CONSIGO  PERCEBER

Com tanta página virada desde 2015, com tanto elogio vindo do estrangeiro em que um dos últimos foi para o sr Cabrita, havendo o anúncio do maná perdão, do PRR, com o Presidente da República a mudar de calções de banho em público muito menos vezes, não consigo perceber como é possível tanta ingratidão por parte:

dos médicos do hospital de Setúbal,

dos médicos do hospital de Leiria, 

dos médicos do hospital de Faro,

dos médicos do hospital de Torres Vedras,

dos médicos do bloco psiquiátrico no Porto,

dos sindicatos dos médicos,

dos sindicatos dos enfermeiros,

de todos os profissionais do SNS agora que vão ter um estatuto,

dos trabalhadores da Transtejo,

dos bombeiros profissionais,

dos profissionais da PSP,

dos profissionais da GNR,

dos profissionais do SEF,

dos profissionais da Polícia Marítima,

dos sindicatos dos professores,

dos farmacéuticos,

enfim de muitos outros quando agora está para aparecer lei do trabalho digno,

sinceramente, não consigo perceber tanta ingratidão.

AC

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

 DIREITOS

"A manifestação é um direito, a pessoa está descontente e manifesta o seu descontentamento. Mas há uma coisa de que eu tenho muita pena, é de que boa parte destas manifestações, com clareza ou de forma escondida, tenham partidos por trás. Tenho muita pena e também me causa muito desânimo ver esta multiplicidade de greves que se organizam e que são fruto de organizações corporativas, que mais se preocupam com os seus interesses do que com os direitos dos outros".

(D. Manuel Martins, que foi bispo em Setúbal, excerto de uma entrevista ao Expresso)

AC

domingo, 3 de maio de 2020

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

AS  MANIFESTAÇÕES
"A manifestação é um direito, a pessoa está descontente e manifesta o seu descontentamento. Mas há uma coisa de que eu tenho muita pena, é de que boa parte destas manifestações, com clareza ou de forma escondida, tenham partidos por trás. Tenho muita pena e também me causa muito desânimo ver esta multiplicidade de greves que se organizam e que são fruto de organizações corporativas que mais se preocupam com os seus interesses do que com os direitos dos outros". (bispo D. Manuel Martins, vol 2 da revista do Expresso pelos 40 anos do 25 de Abril, pág 114)
AC

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

ENVERGONHADO
......Vice-presidente do sindicato dos motoristas de matérias perigosas acusa o Governo de não respeitar os direitos dos trabalhadores, e diz-se "envergonhado de ser português".
Eu sinto-me cada vez mais revoltado com muitas coisas que vão acontecendo no meu País.
Cada vez mais me causam asco vários dos titulares de soberania, vários dos líderes de instituições diversas.
Os actuais e muitos dos antecessores.
Mas também me repugnam criaturas como este sr Pardal.
AC

sábado, 13 de julho de 2019

A PROPÓSITO das GREVES
A propósito do constitucional direito à greve que para mim é inquestionável, e presente estas greves no sector dos transportes dizem-me (não consegui apurar) que, por exemplo no Japão, já terão ocorrido greves no sector dos transportes em que os transportes não param. 
O que acontece é que os funcionários não cobram bilhetes a ninguém nos dias de greve e portanto funcionam os passes apenas e, além disso, a despesa para as empresas permanece pois no caso do combustível por exemplo sem paragens não existem poupanças.
Naturalmente, por cá, outra cultura, e não só convém promover as greves ligando-as normalmente a convenientes períodos de calendário para dar bons descansos como interessa sempre arranjar modo de poder trazer de distantes pontos do País mais camionetas carregadas de malta controlada.
Inquestionável direito constitucional à greve mas, não poderá ponderar-se formas diferentes de martirizar menos o cidadão comum?
É capaz de haver formas diferentes para os "gerontes" das centrais sindicais poderem berrar à mesma.
AC

quarta-feira, 19 de junho de 2019

A  PROVA  INSOFISMÁVEL
Dizem os jornais que, desde a Troika, não havia tanto anúncio de greve. Quase não há sector que, este ano, não tenha estado ou venha a estar em greve.
É a prova insofismável que faltava?
Não, não era preciso mais isto, para que os incautos milhões dos meus concidadãos tivessem a certeza absoluta que o intrujão-mor deste País não tinha virado a página, nem tinha acabado com a austeridade.
Não é verdade?
Pois claro que é verdade.........
Gostam dele, continuem. 
Por mim, estou de consciência tranquila, não votei nem voto neles nem nos episodicamente associados, e o meu problema como sempre tenho dito, é que procuro gente séria na política e vejo-me cada vez mais angustiado.
Agora até há quem vá para fora para saber comandar no futuro.
Sim, porque quase nenhum problema está resolvido na minha sociedade.
O que mudou é que temos diariamente mais fantochadas e mentiras, mudança de roupa em público, coroações patéticas, incoerências constantes nas promulgações de certa legislação, e a manutenção generalizada dos mesmos problemas de sempre. Enganando uns quantos, sempre, aqui e ali.
E muito futebol. 
Todos bem anestesiados, como lhes convém, e como aliás no fim de contas o pessoal parece gostar, sejam eles atirados para as bebedeiras no Marquês de Pombal do futebol, ou para dentro de transportes públicos a que se vão tirando bancos e assentos.
GADO, puro. 
Votem neles outra vez, por favor, pode ser que isto estoire de vez. 
AC





quinta-feira, 18 de abril de 2019

O MEU PAÍS
CAOS - balbúrdia, confusão total, fuga descoordenada em todas as direcções batendo com as cabeças nas paredes, desespero de arrancar os cabelos, he,...he...he..
Salgueiro Maia terá lembrado na célebre madrugada  - o Estado a que isto chegou.
Cada mês que passa lembro-me cada vez mais desta frase, olho para a minha envolvente, aqui, no meu desgraçado País e cada vez estou mais preocupado.
Para quem como eu procura quase não ver TV nacional, a par das obrigações em casa mais apertadas dado ser a semana de tomarmos conta do neto mais novinho, 4ª Feira foi um dia em que por diversas vezes de vez em quando espreitei a TV, saltando de canal de notícias.
Caos, é a palavra que neste momento melhor me ilustra o que observei.
Caos por toda a parte Continental de Portugal. E um trágico acidente na Madeira.
A este propósito, é sempre interessante ouvir estes jornalistas da treta a dizer, por exemplo, 310 postos espalhados por todo País; vai-se a ver, é obviamente no Continente.
Mas Caos dizia eu, na sequência desta paralisação dos camionistas, dirigidos por uma nova estrutura completamente à parte da UGT e CGTP
Caos aliás que se adivinha na cabeça dos partidos políticos, com o que se está a passar e ninguém controla. Sintomático o ensurdecedor silêncio das araras do costume. 
Apareceu finalmente um assomo de insurgência por parte da CGTP e da UGT, com declarações patéticas e refiro-me, por exemplo, a uma de um tipo da UGT, um dos cromos sindicalistas que se conhece da TV para aí há 30/35 anos.
Caos que se adivinha na cabeça de Costa e de seus ministros. Decisão de 310 postos prioritários..........se calhar uma coisa que há décadas ou pelo menos desde 2011 (greve camionista) devia estar definida. Aliás, muita coisa devia estar definida há décadas para estas situações.
Porque uma coisa é o constitucional direito à greve, que se deve respeitar, mas também quero que aqueles que dizem como alguns que ouvi - ah então só porque esta é uma área com grande impacto não posso fazer greve? - vão dar uma voltinha ao bilhar grande.
E aqui entra a questão da autoridade do Estado.
Uma greve causa muitos incómodos, obviamente.
Mas, num País em democracia, num Estado de direito, num País civilizado, os direitos de minorias não podem estilhaçar excessivamente o funcionamento da sociedade.
Forças Armadas, hospitais e outras infra-estruturas de saúde, forças de segurança, orgãos de soberania, infra-estruturas de energia e água, aeroportos, portos, farmácias e distribuição de medicamentos, INEM, proteção civil, infra-estruturas e instalações da máquina do Estado, pelo menos estas áreas têm de ser acauteladas a determinado nível.
Caos é a palavra que melhor me serve para ilustrar o desnorte que vai na cabeça da esmagadora maioria dos orgãos de soberania, com beliscões fortes na separação de poderes, com declarações a roçar o patético e o desnorte.
Caos, é, é o que me ocorre para ilustrar o que por aí se foi vendo.
Para tentar terminar com o CAOS, Costa mandatou o Bloquista Pedro Nuno Santos e parece estar a resultar. Digo eu, não confia no barbudo da transição energética e nem em outros.
Aguardemos pelo fim do ano.
Mas há uma coisa que vai continuar muito provavelmente, o desespero dos dinossauros no PCP/ CGTP/ melancias e UGT/ PS clássico quando ao sindicalismo, quanto à evolução vertiginosa da sociedade. ADAPTEM-SE! Não conseguem?
É nesta alturas que me lembro de um homem já falecido, controverso, militar duro, mas curiosamente com certas sensibilidades que muitos terão desconhecido, e que um dia terá dito - se der aqui na Rua Augusta um tiro para o ar foge tudo a correr, polícias incluindo.
Sim, Caos.
AC