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sexta-feira, 17 de julho de 2026

Já me Ocorreu . . . .

Já me ocorreu este pensamento . . . . 

Qual?

Montenegro estar a seguir técnicas de Trump!

Isto a propósito dos exames, das avaliações, do papel, do digital. E dos professores.

Pelo que foi noticiado esta coisa da digitalização das provas de exame começou em 2018, na era/ paraíso Costa.

Não faço ideia nem me vou maçar com isso, mas presumo que houve uma ideia, muito provavelmente uma boa ideia gerada no governo Costa e Costa, com vista ao futuro e modernidade, e presumo que tenha sido elaborado um programa de implementação.

Até ao final da era/ paraíso Costa desconheço que passos, que consolidação, que caminhos foram prosseguidos/ executados.

Entrou a era Montenegro e desconheço se estava feitos todos os testes para este ano lectivo/ época de exames; aparentemente, terão presumido que estava tudo mais que bem preparado, ou complementaram a preparação. Terá sido isto? Avançaram.

Os resultados práticos não parecem nada bons. Parece aliás que o trágico é o mais provável, com implicações nas inscrições para o ensino superior. Auguro calamidade e este governo estará definitivamente cambaleando. Veremos.

Creio portanto legítimo presumir que, se calhar, o sistema não estava suficiente/ completamente testado, consolidado.

Creio legítimo presumir que todo o sistema e todas as questões logísticas e administrativas inerentes a esta nova era não estavam completamente testadas e aprovadas. E surgiram falhas várias. CAOS.

Mas também creio legítimo presumir que uns quantos professores não quereriam ou não quiseram mesmo colaborar. Baixas em catadupa, dos que ficaram para corrigir exames se calhar alguns trabalharam ao ritmo alentejano, etc.

O que ajudou à hecatombe. Houve de certeza algumas coisas destas.

Agora, é fácil e em tempo provar rapidamente todas as malandrices da malta ligada à FENPROF e CGTP e UGT ou só porque tiveram uma birra, etc?

Que necessidade tinha Montenegro de vir atirar publicamente esta acha para a fogueira, quando o óbvio aconteceria, por todas as TV e jornais atirarem-se ao PM?

Eu creio que isto é mesmo técnica Trump, para colocar muita gente política e dos "me(r)dia" a quase só falar disto, e tentar por outro lado que muitos concidadãos fiquem a espumar de raiva contra "os comunas dum raio" contra "os sacanas dos professores", como dirão muitos.

Pela minha parte não me custa nada acreditar em procedimentos sabotadores da parte de vários.

Mas oh sr ministro, não sabia disto? Não sabe que há décadas a máquina do Estado está prisioneira?

Oh sr ministro, alternativas, planos B, C, D?

Reformas nesta área? 

Porque não pensaram (PM e MEC) nas eventuais razões para o execrável Costa mais o seu inarrável Costa não terem posto a digitalização em prática quando, tudo indica, que foram eles os autores do que me parece uma boa ideia? 

Costa não colocou isso a funcionar porque é certamente complicado, porque ia mexer em coisas do desagrado dos donos do ensino em Portugal, etc, e ele quer estar sempre bem com todos à sua esquerda. Vira páginas se der jeito ao cuidar da sua vidinha, mesmo que para o país as consequências sejam desastrosas.

Agora está aí o CAOS e duvido que consigam sair dele sem ferimentos muito graves.

Aguardemos.

Bom dia, tenham uma boa 6ª Feira, bom início de fim de semana.
Saúde, o Euromilhões da vida. 
Boa sorte, felicidades.

AC

domingo, 5 de julho de 2026

NÃO  SÃO  ESTES  POIS  NÃO ?
Os problemas com os exames não são estes pois não ?
AC

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

. . . . . 
Um aluno que dá erros, neste momento, é possivelmente um dos melhores alunos da turma. Não porque erra mais, mas porque ainda se autoriza a pensar. Porque ainda arrisca uma resposta que não é garantida, ainda se expõe à possibilidade de falhar, embora com o peso de sentir que não sabe tudo ou que não é capaz. É aquele que ainda resiste ao facilitismo, à inteligência artificial, que é honesto e que se esforça, que pensa, que arrisca e que resiste à ideia de que aprender é sinónimo de acertar.
. . . . . (Filipa Chasqueira)

Absolutamente de acordo

AC

sexta-feira, 14 de junho de 2024

NOTÁVEL
(jornal Sol)
António Carlos Cortez. ‘Estamos a formar alunos para a delinquência’
A cumprir 25 anos de poesia, fala-nos da sua tripla condição de poeta, crítico literário e professor. Sentiu cedo a vocação para o ensino mas hoje diz-se desencantado. ‘Uma escola que não coloque as humanidades no centro não é uma escola, é uma fábrica’.

No pequeno escritório onde conversamos .  . . . . .
«Não tenho televisão, recuso», diz-nos António Carlos Cortez. «Não gosto de modas. Lembro-me sempre de uma frase de Leopardi: ‘A moda é a mãe da morte’. Não tenho carro, não tenho carta de condução. Não sou casado, não tenho filhos. Concebi a minha vida assim, dedicada ao ensino, à literatura, à investigação literária».

Licenciado em Estudos Portugueses, estreou-se há 25 anos na poesia. Terminou por estes dias a sua tese de doutoramento, sobre o Mal na obra do seu amigo Gastão Cruz, poeta e crítico falecido em 2022, e acaba de publicar pela D. Quixote Um Canto na Espessura dos Textos – Leituras da poesia de Nuno Júdice.

Mas o que nos traz a sua casa hoje, mais do que a sua obra como crítico, ensaísta ou poeta, é a sua experiência como professor do ensino secundário. . . . . . . . .

. . . . . . Trabalhei com gente muito boa. Alguns livreiros, que vinham dos anos 60/70, ainda se lembravam de ver lá o Aquilino Ribeiro. Fui livreiro durante seis anos, fiz o meu curso a trabalhar e a estudar. Foi óptimo, até porque não havia computadores e nós tínhamos de saber tudo de cor. A organização da Bertrand do Chiado, tal como está hoje, de certo modo foi a equipa com quem eu trabalhava que a fez. E tive a sorte de trabalhar também com o Eduardo Boavida, grande editor e livreiro, com quem aprendi muitíssimo. . . . . .
. . . . . . . . . . 
Fui mantendo. Porque também devo muito à universidade. E creio que a universidade portuguesa, ao nível da investigação, faz um trabalho extraordinário, com revistas, com sites, congressos, colóquios. Como professor, isso é fundamental. Fechar-me só no ensino, não ter um pé na cultura, não ter um pé na literatura, nas artes, para mim nunca fez muito sentido.

Tens experiência como professor tanto no ensino público como no privado. É muito diferente?

Tenho para mim que a formação de professores é extremamente pobre em Portugal. A classe docente…

Sai mal preparada?

Mal preparada, com poucas leituras, e vai exercer a profissão, muitas vezes, de forma meramente instrumental.

De forma burocrática?

Cumprir um horário de trabalho, dizer umas coisas, cumprir aspetos burocráticos e ter o ordenado ao fim do mês. A minha concepção de professor é completamente diferente – até por ter sentido a minha vocação de professor muito cedo, com 13, 14 anos. Apesar de algum desencanto que se abateu sobre mim nos últimos cinco anos, continuo fiel a essa ideia de que o professor, seja em que área for, tem de ser, por um lado, um leitor compulsivo, para poder dar aulas em que todos os saberes se podem integrar, e, por outro lado, alguém disponível para a investigação e para a descoberta de outras artes.

Esse desencanto resulta de algum acontecimento concreto?

Não. Resulta do congelamento das carreiras, dos salários baixos numa profissão que deveria chamar os melhores, da indisciplina geral dos alunos, do desinteresse manifesto de uma geração nascida já em tempo de digitalização, das consequências negativas da pandemia, a somar ao ambiente muitas vezes de delação, de perseguição, de controle…

Entre professores?

Tudo isso concorre para que haja um desencanto geral da maioria dos professores em Portugal. Desencanto e abandono. Estamos a hipotecar seriamente o nosso quotidiano para os próximos anos. Temos cada vez mais sinais de violência, desde logo nas escolas, e ninguém fala disto. Um ministro da Educação que se preze deveria ser alguém com conhecimento do país real.

Do que se passa nas escolas?

Ir às escolas sem aviso prévio, porque no dia em que vão fazer visitas às escolas está tudo bonito para receber o senhor ministro. O Robert Kennedy, em 68, fez visitas a bairros pobres de Nova Iorque e de outras cidades americanas, levando a imprensa atrás de si, porque se tratava, de facto, de mostrar o país real.

Quando falas de violência nas escolas referes-te a alguma coisa a que tenhas assistido?

Há um ambiente de ameaça permanente em relação aos professores. Conheço um pouco da realidade brasileira e há uns anos a minha editora de lá enviou-me alguns vídeos de como eram as aulas. Não é anarquia, é barbárie.

Mas isso no Brasil.

Nós estamos a caminhar para aí.

Quando dizes barbárie eram alunos em cima das mesas, a agredir professores…?

A completa ausência de disciplina, de saber estar, de querer saber, de envolvimento pedagógico. Vou falar de um exemplo óbvio. Será que as pessoas não se lembram do caso da Escola Carolina Michaëlis, no Porto, da aluna que se dirige à professora, tratando-a por tu? ‘Dá-me o telemóvel!’ e vem todo um rol de ofensas. Não se lembram?

Os telemóveis na escola são um problema?

A minha experiência de 20 anos foi sempre boa. Fosse por ordem da escola, fosse por os alunos saberem que eu não pactuo com isso, o telemóvel nunca foi problema. Mas tenho ido a muitas escolas onde não há a lucidez para proibir o telemóvel.

Ou a coragem…

A lucidez e a coragem. Estamos a falar de verdadeira dependência. De toxicodependência, porque aquilo é uma droga. E enquanto os sucessivos ministros insistirem na ideia de que a tecnologia, o digital, o computador, é que vai pôr as crianças e os jovens a escrever e a ler e a terem curiosidade, nós estamos simplesmente a mentir. A mentir-nos, mentir aos pais e, sobretudo, a mentir aos alunos.

É a própria escola que exige que os alunos trabalhem com o computador, é a escola que convida o ladrão para dentro de casa.

Isso tem de ser denunciado. Estive há um bocado em Colares num auditório com 50 alunos do oitavo ano. Logo ao início, disse-lhes: ‘Meus amigos, telemóveis não. E agora temos três hipóteses: ou isto vai correr bem, ou vai correr mais ou menos, ou corre mesmo mal. Eu quero que corra bem. E vou começar por uma afirmação. Estão-vos a roubar o futuro de cada vez que vos dizem que ser adolescente é ser mal comportado e ter uma ideia de liberdade que é o ‘eu quero, posso e mando’. Estão-vos a roubar a cultura e a imaginação’. Ouviram calados e no fim falámos, foi muito bom. Vou lá voltar.

Mas muitos professores não têm essa autoridade e perdem o controlo completo das turmas.

Muitas das pessoas que estão hoje no ensino – claro que também acontece noutras profissões – jamais se perguntaram: ‘O que é que eu gosto de fazer?’. Portanto vivem vidas infernais. O professor é a âncora da turma, é ele que faz com que os alunos se interessem ou se desinteressem. Faz com que haja disciplina ou com que aquilo seja uma rebaldaria. E está ali também para ouvir, para perceber as frustrações, os abismos de cada aluno. . . . . .

AC

terça-feira, 19 de março de 2024

O Governo publicou esta terça-feira em Diário da República uma portaria que cria 7077 vagas para novas vinculações de professores e 20 853 lugares em Quadros de Escola ou de Agrupamento. Com a abertura destas vagas, serão 29 500 as novas entradas nos quadros desde 2015.

Porquê agora?

Porquê apenas agora?

AC


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

2024

Este Pais não tem emenda (35): Uma conspiração de silêncio

1. É um escândalo esta elevadíssima falta de assiduidade dos professores do ensino público, que deixa milhares de alunos sem aulas e sem aproveitamento e que vai minando a confiança na escola pública. 

É evidente que nada de semelhante se passa nas escolas privadas. A uma cultura de irresponsabilidade profissional no sector público, soma-se uma gritante carência de ética de serviço público. Enquanto a falta de assiduidade não for devidamente penalizada na avaliação de desempenho profissional, a situação só pode piorar.

2. Infelizmente, não há nenhuma razão para alimentar qualquer esperança. Os sindicatos associam para o ar; os partidos de esquerda não ousam criticar os professores, por razões ideológicas; os partidos de direita, não o fazem por interesse, porque quanto pior se tornar a escola pública, melhor para os seus velhos planos de privatização do ensino -, agora, aliás, reforçados.

Enquanto esta conspiração de silêncio político continuar, não há margem para nenhum otimismo.

Vital

Este é um texto de Vital Moreira.
Oh professor Vital Moreira, não está optimista?
E que tal lembrar-se de tudo o que vem sendo feito há anos? Queria diferente?
Não queria irresponsabilidade?
O sr e muitos mais incluindo à sua direita, lembram-me sempre a frase - tarde piaste!
AC

domingo, 29 de janeiro de 2023

"Se o novo sindicalismo passa por levar assistentes operacionais a fazer a greve, não fazemos isso"

E não é que, desta vez, me parece que Mário Nogueira tem razão?
AC

domingo, 15 de janeiro de 2023

PROFESSORA  de ……

Matemática ? Português ? Geografia ? Cidadania ? Música ?

Desilu(ç)são …. pois ….
AC

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

À ATENÇÃO do

Agora que tantas loas e aplausos estão por aí acerca do abandono escolar, deixo à atenção do Arménio, do Tiago, do Nogueira, do Santos, etc. esta súmula de orientações. 

O abandono escolar, .....certamente que houve medidas para o conseguir ir reduzindo mas, talvez fosse decente haver exposição detalhada de todos os parâmetros envolvidos. Que tal, por exemplo, apreciar a questão das notas e das passagens de ano com várias negativas? Que tal aprofundar a qualidade de muitos professores? Fico por aqui.

AC

terça-feira, 15 de setembro de 2020

 PALETES e PALETES de TUDO, PALETES......

António Costa anda há meses a anunciar, mais professores, mais enfermeiros, mais assistentes operacionais, mais médicos, agora, até que todos os alunos vão ter carteira individual e uma espécie de caixa na escola. Nem a minha vizinha velhota lá na aldeia desconhece que isto é impossível na maior parte das escolas do País porque, muitas carteiras são duplas o que implica substituição e grande encargo financeiro, para além do problema de espaços disponíveis nas salas de aulas.

Também se esqueceu-se de dizer o ano em que isso se concretizará.

Descarada ausência de vergonha na cara, mais uma vigarice política, baixa política, mais uma desonestidade intelectual.

E não há, até agora, com rigor, ninguém que publique mensalmente os concursos que abrem, quem acede aos lugares, as diferenças entre os anúncios e a realidade. Ninguém que desmascare semanalmente esta pouca vergonha. Onde anda a oposição?

Uma pouca vergonha e, quanto às escolas, mais importante do que o que eu afirmo, é ver os sindicatos TODOS a revelar que não é possível o que o intrujão-mor anuncia. TODOS, não só FENPROF.

AC

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

domingo, 3 de novembro de 2019

A FALTA de PROFESSORES
Através dos jornais lá voltaram umas referências à falta de professores em algumas escolas.
Alguma escolas............PÚBLICAS.
Os distritos mais afectados serão os de Lisboa, Setúbal e Faro, e  que problemas como rendas de casa altas e salários baixos ajudam a explicar a dificuldade em encontrar candidatos para essas escolas.
Salários baixos.........pois, ......mas parece que as escolas privadas não têm tantos destes problemas.
Ou as rendas de casa são mais caras depois dos senhorios  perguntarem aos potenciais inquilinos se por acaso estão a pensar ir dar aulas para escolas públicas? 
E quando dizem que é para escolas privadas, as rendas baixam logo automaticamente pelo menos 500,00€, né?
Quanto aos salários, todos os portugueses sabem que as escolas privadas pagam salários pelo menos duas ou cinco vezes mais chorudos que o estado. Pelo menos.
Estamos nisto.
Eu conheço uma das boas escolas públicas entre Restelo e Lisboa que está há mês e meio sem professor de matemática e outro de português. Conheço um dos alunos que sofre com isto. Coisa pouca.
Será que os jornais se podiam dar ao trabalho de esmiuçar a coisa, ir verificar por exemplo os procedimentos a cumprir por escola pública para poder contratar professores? 
Aparentemente fizeram constar que esses procedimentos irão ser aligeirados ou desburocratizados! TRETAS
Investigar por exemplo ao fim de quanto tempo podem dar início ao processo administrativo?
Tudo bem feito, calculado, planeado, rápido, eficaz, tudo está feito e mais que bem feito com o objectivo único de salvar a escola pública.
Prevejo que lá para o Natal a tal escola continuará a ter falta dos ditos professores. 
Mas a escola pública estará certamente salva.
Arranjem paciência para aturar esta canalha, eu já a esgotei.
Desgraçado país.
AC

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

POLITIQUICE do MOMENTO
O PM Costa com os lábios deixando sair aquele irritante sorriso que tão bem o caracteriza, já por mais de uma vez explicou aos totós dos jornalistas que mansamente o entrevistam ou questionam, que convites para um futuro governo só depois das eleições e se ele vier a ser apontado PM.
Como é óbvio.
Entretanto Centeno já publicitou que estará disponível.
Logo a seguir, a correr, o barbudo da Educação talvez "à rasca" e irritado por não ter sido o primeiro a fazê-lo, declarou a sua disponibilidade.
Porque será que tenho a impressão que Costa, se vier a formar governo, arranjará outro ministro para a educação e para lidar com os professores?
AC

domingo, 28 de abril de 2019

O QUE APRENDER EM CASA,
O QUE APRENDER NAS ESCOLAS
Os professores têm estado e continuam em luta.
Na questão da contagem do tempo de serviço, creio que lhes assite bastante razão. 
Este governo, e concretamente o intrujão-mor e os intrujões seus ajudantes no ME só têm andado a encanar a perna à rã.
Aliás, a lata do barbudo e da sua anafada ajudante merecem o 1º prémio da descarada ausência de vergonha na cara.
Mas o meu ponto não é sobre isto.
É sobre o que se aprende, de facto, nas escolas.
E o que as famílias que, como dizem também das gerações actuais (??), são certamente das melhores preparadas de sempre, se borrifam quanto às suas criancinhas.
Por isso estamos cada vez melhor e, como diz o propagandista-mor, somos cada vez mais os melhores dos melhores senão mesmo os melhores.
Coisa irrelevante é certamente o que em muitas casas se deixou de fazer, HÁ MUITO.



(já não sei onde roubei isto, mas é muito bem observado, e é muito pouco cumprido)
AC

sábado, 9 de março de 2019

RACHA SINDICALISTAS
Racha-sindicalistas foi um cognome que, na I República, Afonso Costa ganhou. É um período curioso da nossa história.
Ao ler uma carta aberta de Santana Castilho a António Costa a propósito das questões dos professores lembrei-me disto.
Não é aliás a primeira vez que me interrogo se, no presente, António Costa não é, de certa maneira, o racha-sindicalistas de voz doce mas que só engana papalvos. Ele sabe que existem com fartura.
O apelido é o mesmo. 
A adjectivação de Santana Castilho é certeira. 
E anda por aí tanta formiga branca, dissimulada.
Hilariante, sobretudo, observar o ar que António Costa afivela no rosto em certas ocasiões. Ver o que disse em 2015 e vê-lo agora abordar temas como se fosse a 1ª vez, e não tivesse andado sempre a disfarçar. Como no caso da violência doméstica.
Cheira tudo mal, tresanda.
AC

sexta-feira, 8 de março de 2019

FRASES
Frases que tudo dizem sobre os seus autores (retirado dos online).
> Para os professores, este governo morreu
> As vítimas devem confiar no Estado
> A marcha branca não tem natureza sindical
> 3890 e nem mais um tostão
> Não enganámos rigorosamente ninguém
> O Público é a referência jornalística da cultura em Portugal
AC

quarta-feira, 6 de março de 2019

MEducação, Professores, Sindicatos, Alunos, Pais
Estes cartoons em tempos aparecidos nos nossos OCS estão datados, mas continuam a retratar lindamente a nossa infame realidade.
ACTUALÍSSIMOS.



AC

sexta-feira, 1 de março de 2019

JÁ NÃO TENHO PACHORRA PARA ISTO
“O que é que é preferível, zero ou alguma recuperação de tempo de serviço em 2019?” 
No veto anterior a questão não se colocava?
AC

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

AMBOS SÃO INSUPORTÁVEIS
Para mim, naturalmente.
Sim, refiro-me a António Costa e Mário Nogueira.
Quanto ao intrujão-mor, nem um "poucochinho" alguma vez me mereceu alguma consideração. Um dos maiores aldrabões políticos.
Quanto ao sindicalista, nem vale a pena perder tempo a explicar o meu entendimento.
Vem isto a propósito da questão professores-governo geringôncico, de um lado os nove anos e tal e do outro lado os dois anos e tal.
Quanto aos professores, querem que seja contado todo o tempo, os tais nove anos e tal.
O intrujão-mor, mandatou outro aldrabão para iniciar novas conversas com os sindicalistas, dizendo-lhes o mesmo de sempre. O mandatado deve pensar que é engraçado, a ver pelas notícias.
Em suma, uma palhaçada completa, num País cada vez mais de opereta.
Estando claro que acho insuportável o sr Nogueira, há no entanto uma coisa que me faz imensa espécie e que é esta: porque razão António Costa e a sua inacreditável equipa do ME não apresentam um plano aos representantes dos professores dizendo uma coisa deste género:
- meus amigos, por agora não podemos ir além de vos reconhecer 2 anos e qualquer coisa, pois o impacto financeiro dessa medida já fica no limite do agora possível;
- quanto ao resto, proponho-vos traçar um plano de recuperação, lento, gradual, a começar em 2020 e a completar em 2027.

Porque temos dois ou mais Portugais?
Um na Madeira, outro nos Açores, outro aqui no Continente?

Como diz a Ana Bola - faz-me espécie, que querem!
AC