Mostrar mensagens com a etiqueta médicos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta médicos. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 16 de junho de 2026

SERÁ ?

Será que um dia destes o SMN vai decretar uma greve não por causa das urgências, ou do INEM, ou porque Joana Bordalo e Sá está irritada como de costume porque nunca mais volta uma geringonça, ou porque a rede informática do SNS foi abaixo, ou porque Seguro não pára de nos adormecer com discursos bíblicos, mas porque o safado do estetoscópio afastou o método que a figura recorda?


AC

quarta-feira, 29 de abril de 2026

 ESTOU  a  CUMPRIR  MAIS  

Recebi esta recomendação de um bom amigo, que é médico. Para a seguir o mais possível. Já não vamos nada para novos, disse-me ele!

Estou a começar conseguir algum domínio sobre o "stress", as preocupações com familiares. A tentar pensar menos no que o horizonte parece anunciar.

Estou a olhar diariamente para estas "normas".

Algumas já o fazia como por exemplo caminhar, caminhadas diurnas e as vezes noturnas, quase nada de TV, pouco sentado, sempre ocupado a ler e fazer coisas, fotografar, cozinhar, etc. 

Também, há muito que não me dou com uma série de criaturas, não estou para os aturar. Tenho polidamente declinado muita coisa, com afazeres e compromissos vários mas também com mentiras piedosas como - os netos - trabalho de avô. Que aliás só me faz bem esta terapia ocupacional.

Tenho que aumentar exercícios físicos, por exemplo regressar ao pedalar na garagem, elásticos, etc.

E vou-me resignando. Estou a aceitar as coisas em Paz.

O espelho mostra-me continuamente uma cara e físico de quase menos 20 anos mas a realidade é que os anos têm passado. Estou decididamente consciente de que já tenho uma certa idade . Talvez mais rigorosamente, uma idade que começa a entrar na classificação - idade avançada.

Cuidado, mais cuidado, um dia de cada vez. O médico hoje ficou mais satisfeito comigo. Eu também.

AC

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Que  CURIOSO . . . . 
Desde que aterraram em Portugal a Kristin e mais o terrível "comboio" que se lhe seguiu, tudo aquilo que antes e quase diariamente era notícia deixou basicamente de aparecer.

Sim, refiro-me às urgências fechadas, aos nascimentos nas ambulâncias, nos carros ou no passeio, e às demoras no atendimento nas urgências abertas.

Bom, a inarrável médica chefe sindicalista da FNAM e outrora creio que candidata autárquica por conhecido partido, já voltou a aparecer nas TV. 
Portanto . . . . . . tenhamos esperança!
Não deve tardar o recomeço!

AC

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

A propósito 

A propósito da pouca vergonha das atitudes e posturas de vários médicos, HÁ ANOS, HÁ ANOS, HÁ ANOS, HÁ ANOS!


AC

 ISTO  FAZ  SENTIDO ?

TAREFEIRO - que ou aquele que se encarrega de tarefas; empreiteiro. 

Porque é que grande parte dos milhares de tarefeiros não está nos quadros dos hospitais, dos centro de saúde, etc.?

Porquê?

Porque quando a cena TAREFEIROS começou, salvo erro  no governo (??) Sócrates este rapazinho não o quis fazer por razões financeiras?

Ou as razões foram outras?

Ou foram os tarefeiros, a maioria deles, que sempre o recusou e preferiu este sistema que, actualmente, dá o péssimo serviço para os cidadãos que está à vista? Porque o preferiram? Pois é . . . . 

Isto para já não falar da escandalosa vidinha de certos senhores com os grandes empórios dos medicamentos e das vacinas e dos equipamentos, senhores que não gostam nada que haja quem lhes descubra a vidoca.

Isto para já não falar das pouca vergonhas que gradualmente se vão descobrindo, em Sta Maria e em muitos outros locais.

Não tenho nenhuma simpatia por esta ministra, como não tinha por Pizarro e pela Temido.

Mas os males do SNS serão apenas culpa da Temido, do Pizarro e agora da actual tutela?

E os enfermeiros ?
E os médicos ? E os médicos? 

Em 75 anos passámos dos tempos de frágil assistência médica fora das principais cidades, em que até havia no interior alguns médicos reformados (como o avô materno da minha mulher) a prestar assistência inicial "pro bono", para os comerciantes actuais e alguns usurários como se vem denunciando?

Digo denunciando, porque eles sabiam perfeitamente o que vinha sucedendo há anos. 
Que é feito do juramento de Hipócrates?

AC

terça-feira, 11 de novembro de 2025

1º - Foi - “Médicos tarefeiros preparam-se para paralisar as urgências do SNS

2º - Depois - Tarefeiros optam agora pelo silêncio, mas insistem em reunir-se com ministra da Saúde

O  bastonário dos médicos parece também querer que a ministra receba movimentos inorgânicos. O 
bastonário alerta médicos tarefeiros para protesto nas urgências e recorda, TIMIDAMENTE,  "princípios ético-deontológicos que devem ser bem ponderados".
Parece que a Temido se terá reunido com alguns destes inorgânicos.

Este "esquema" "tarefeiros", que salvo erro começou/ foi inventado no tempo de Sócrates, ameaça e creio que o fará mesmo, IMPLODIR o sistema. 
E, portanto, a culpa é um exclusivo do actual governo, nada a ver com os fantásticos 8 anos e semanas de Costa/ Temido e associados, se não for mesmo de Passos Coelho ou mesmo do corneteiro de Afonso Henriques que devia ter tocado ao fim do saque. Lá porque estava já decepado não é desculpa!

Há dias falei que a sociedade portuguesa caminha para a implosão.
Este é só mais um passo.

Oxalá eu esteja enganado. 
Veremos quem acerta.

Independentemente de razões justas, quer no âmbito do ministério da saúde com uma inarrável ministra e um tolo que dá condolências a todos "os que faleceram hoje", a realidade parece-me ser a de existir um conjunto de pessoas que quer engordar ainda mais o execrável (para mim naturalmente) CHEGA e imobilizar este governo, e tornar a sociedade portuguesa um esgoto a céu aberto. Só pensam neles e nunca nas consequências.

Noção do compromisso médico, que é salvar vidas”?
Como diria uma sinistra figura que bastante deu cabo disto tudo -isso não interessa para nada.

Os médicos tarefeiros não terem qualquer vínculo às unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que os contratam - muito deles até são contratados através de empresas de prestação de serviços para a área da Saúde e basta-lhes dizer que não estão disponíveis para trabalhar - diz muito sobre o virar de páginas dos fantásticos 8 anos e semanas de governação (???) Costa e Temido e associados.

Diz-se que estes médicos serão algo perto dos quatro mil e que há anos asseguram sobretudo as escalas nos serviços de urgência, embora também já haja especialistas a fazer consultas e até cirurgias. 

Isto diz muito de como desde 2005 o partido socialista com a maravilhosa cereja no topo do bolo (8 anos e semanas) revigorou o SNS.

Não é de espantar que agora esses muitos médicos afirmem andarem há anos a ser tratados como médicos de segunda classe, ignorando o valor, o sacrifício e a dedicação de quem assegura a linha da frente das urgências hospitalares. Ah, e a maravilha de pagarem muito menos IRS!

O próprio bastonário Cortes reconhece, aparentemente, o contributo que os médicos tarefeiros têm tido no funcionamento do SNS. 
Claro que esclarecer e regular tudo isto também não lhes interessa muito. É o que me parece.

Seria interessante saber quantos médicos não estão sindicalizados, quantos sindicalizados entram nos inorgânicos, etc.

Só direitos. 
Deveres, aliás quase inexistentes na CRP, isso é que não convém nada.

Aguardemos.

AC

sábado, 8 de novembro de 2025

JURAMENTO   HIPÓCRATES

Versão de 2017 usada atualmente em Portugal no momento em que o clínico é admitido como Membro da Ordem dos Médicos.

COMO MEMBRO DA PROFISSÃO MÉDICA:

– PROMETO SOLENEMENTE consagrar a minha vida ao serviço da humanidade;

– A SAÚDE E O BEM-ESTAR DO MEU DOENTE serão as minhas primeiras preocupações;

– RESPEITAREI a autonomia e a dignidade do meu doente;

– GUARDAREI o máximo respeito pela vida humana;

– NÃO PERMITIREI que considerações sobre idade, doença ou deficiência, crença religiosa, origem étnica, sexo, nacionalidade, filiação política, raça, orientação sexual, estatuto social
ou qualquer outro fator se interponham entre o meu dever e o meu doente;

– RESPEITAREI os segredos que me forem confiados, mesmo após a morte do doente;

– EXERCEREI
a minha profissão com consciência e dignidade e de acordo com as boas práticas médicas;

FOMENTAREI a honra e as nobres tradições da profissão médica;

– GUARDAREI respeito e gratidão aos meus mestres, colegas e alunos pelo que lhes é devido;

– PARTILHAREI os meus conhecimentos médicos em benefício dos doentes e da melhoria dos cuidados de saúde;

– CUIDAREI da minha saúde, bem-estar e capacidades para prestar cuidados da maior qualidade;

NÃO USAREI os meus conhecimentos médicos para violar direitos humanos e liberdades civis, mesmo sob ameaça;

FAÇO ESTAS PROMESSAS solenemente, livremente e sob palavra de honra
.

Nota Pessoal
Pelo que vem acontecendo no país nos últimos anos, tenho o legítimo direito de pensar no seguinte:

Este juramento será ou não sempre integralmente respeitado, ou dependerá se o médico é,
- tarefeiro, 
- intensivista, 
- dispensado de fazer urgências, 
- estagiário, 
- amigo ou conhecido do bastonário da ordem dos médicos, 
- da FNAM,
- do sigiloso mundo dos movimentos inorgânicos, 
- do SNS, 
- de hospital privado.

Adicionalmente, será que as recentes e muito tímidas considerações do bastonário da ordem dos médicos foram proferidas porque ele reparou nas partes do juramento que eu sublinhei?

E o que o médico Eduardo Barroso disse nas TV?
Se muitos médicos tivessem vergonha na cara a começar por uma certa médica . . . . . .

Outra coisa é o que já escrevi sobre os governos, como começou o SNS, esta ministra, etc.

AC

segunda-feira, 25 de novembro de 2024

E  CADA  VEZ  SERÁ  PIOR
Dois terços das vagas para contratar jovens médicos de família ficaram por ocupar.
Estamos a formar cada vez mais médicos de família mas a reter cada vez menos no Serviço Nacional de Saúde, lamentam os dirigentes das associações que representam estes especialistas
.


Será preciso fazer um desenho para perceberem, senhores deputados, TODOS?
AC

domingo, 2 de junho de 2024

AS PERGUNTAS
Medidas do Governo “deixam dúvidas” e “receios”. “Com que médicos vão fazer isto?

Todas as perguntas são legítimas.
Mas além de legítima é obviamente mais do que pertinente.

Quando desde o início o SNS assenta em horas extraordinárias, quando tarefeiros são mais remunerados que os do SNS, quando nos privados as condições de trabalho e os incentivos e a qualidade são normalmente superiores, como é possível fazer milagres?

Quando durante mais de oito anos, António Costa com e sem geringonça nada fez para reformar o sistema de saúde nacional, sistema gangrenado pelos anteriores governos de todas  as cores, com estagnação de estatutos profissionais e salários, dos médicos, enfermeiros, e todo o restante pessoal que contribui para que se atendam /observem / operem /restabeleçam os cidadãos, o que é possível fazer agora?

O que é possível fazer agora quando se incutiu na sociedade portuguesa que somos ricos, os melhores dos melhores, com níveis de vida superior, e basicamente só com direitos e quase nenhuns deveres? E que o dinheiro cai do céu?

Creio que muito pouco, e depois das eleições Europeias cada vez estará mais infernizada a sociedade portuguesa.

Oxalá eu esteja redondamente enganado.
António Cabral (AC) 

terça-feira, 28 de maio de 2024

Eduardo Barroso: “Dois anos a trabalhar no SNS, sem exclusividade, é estalinismo? Está tudo doido?”
Eduardo Barroso defende que os médicos recém formados devem retribuir o investimento que o país faz na sua formação com um período em que teriam de permanecer no SNS. Medida foi considerada “estalinista” pelo ex-ministro Adalberto Campos Fernandes, quando foi proposta pelo PS nas últimas eleições"
.

Está tudo doido, perguntou este conceituado médico, e a minha resposta é - sim, não serão todos mas . . . . 
Como neste caso, as surpresas saem muitas vezes da boca de quem se presumia equilibrado.
AC


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

PSP/ GNR, MÉDICOS, e o estado deste ESTADO
Dizem - PSP e GNR não têm acesso a autodeclaração emitida pelo SNS24, pelo que é necessário um médico para atestar baixa.

Em vários eventos nomeadamente para já no FUTEBOL, houve falta de elementos das forças de segurança, não houve o habitual policiamento. 
Sucederam-se inúmeras manifestações de protesto, por todo o país Continental, o MAI chamou os chefes da PSP e GNR, estes (diz-se por aí) andam a tomar medidas para obviar novas cenas como as que já ocorreram.

Costa escreveu uma carta, Marcelo chamou à atenção das forças de segurança para não perderem o apoio dos portugueses!
Ah, e do lado governamental / tutela quer-se (querem mesmo?) apuramento do que aconteceu, designadamente apuramento de responsabilidades e neste âmbito responsabilidades relativamente às baixas. 

Quem as obteve estava mesmo doente, dezenas e dezenas, todos ao mesmo tempo? Nenhuma coincidência?
E afinal, parece que houve algumas autobaixas. 
Houve? Se sim, de quem?

E neste dia estamos com a evolução da uma já autêntica novela que decorre entre, o que se ouviu nas TV, o que dizem que queriam dizer, o que legitimamente se pode concluir do que se ouviu, e distinções entre alertas e ameaças. Palhaçada e desfaçatez é o mínimo que se pode dizer.

Afinal houve ou não autobaixas? 
Legalmente não podem recorrer a isso, mas houve ou não? 
A PSP e a GNR vão identificar e punir quem a isso recorreu? 

Nisto tudo, para lá de evidente desproporção salarial entre diversos corpos da máquina do Estado, para lá das diferenças várias, há uma coisa clara: a maioria dos agentes das forças de segurança estão legitimamente descontentes e nada satisfeitos.

Nisto tudo pode equacionar-se porque é que Costa em mais de oito anos de suposta governação deixou chegar-se a esta situação.

Nisto tudo temos também o lado dos médicos.
Leio, e fico estarrecido com as declarações do bastonário da ordem dos médicos.
No que é noticiado fica-me uma certeza, CLARA. 
Não vai haver apuramento nenhum sobre como os polícias se sentiram escudados com as baixas legais ou eventualmente ilegais. 
Por outras palavras, não vai ser apurado com rigor quem estava doente de facto, quem passou baixas. 
Não vai querer-se descobrir eventuais fraudes. NADA!

Lê-se os OCS e fica-se com a certeza clara, a ordem dos médicos escuda-se em formalismos, portanto não se vai apurar NADA. 
NADA quanto a eventuais ilegalidades, da parte de doentes e de eventuais falsos doentes, e da parte de médicos.

Nada de apurar comportamentos médicos, pois há que ponderar muita coisa e o bastonário não quer fazer juízos de valor. 
O português comum observou o que se passou com dezenas e dezenas de agentes mas para certas pessoas há que tratar das burocracias e nada de juízos de valor. Sigilo médico.

Possíveis declarações fraudulentas? Nem pensar!
NADA de ponderar sobre eventuais falsas declarações sobre o estado de saúde, seja pelos próprios ou da parte de médicos. NADA!

É tudo muito difícil, complexo, complicado, moroso, e é preciso ordens de tribunal!

Quanto ao "princípio da confiança" tão apregoado, pela minha parte é muito claro o que penso da ordem dos médicos, do PM Costa, do Presidente, de sindicatos e plataformas. Fico por aqui.

Sei alguma coisa sobre a nossa história desde o século XIX, antes da I República, sobre dita a I República, Estado Novo, a Democracia. 
Não mudamos. 
Siga-se a saga do Porto, do Pinto, do que lhe quer suceder, do macaco, ou para onde vai Sérgio no próximo Verão. 

Para quê apurar estas coisas, para quê maçadas, para quê apurar o que realmente se passou e quem colaborou, para quê apurar a natureza de todas as dezenas e dezenas de baixas e se foram de facto atestadas por médicos, para quê a verdade?
Vamos mas é resguardar a confidencialidade, o segredo médico, o sigilo, o código deontológico,

Os médicos não podem dizer que uma pessoa está doente quando não está. E outras coisas!

Mas eu posso dizer que estou cada vez mais convicto de que a sociedade portuguesa dá crescentes sinais de que, INFELIZMENTE, não está de boa saúde. 
E o funcionamento das instituições deixa muito a desejar, cada vez mais. Aguardemos os próximos episódios.
António Cabral (AC)

quinta-feira, 2 de novembro de 2023

HÁ  QUALQUER  COISA QUE  NÃO  PERCEBO
qualquer coisa que não percebo mas admito perfeitamente que o problema seja meu.

O inarrável Pizarro diz que está para breve o acordo com o pessoal da saúde.
Mas, a acreditar nas notícias, há cada vez menos "coisas" de saúde abertas.

Por culpa própria, algo me escapa, há não muito tempo urgências e etc. estavam fechadas ao fim de semana. 
Agora, há vários encerramentos de quinta a segunda-feira, por exemplo.
Algo me escapa, e ainda por cima isto Marcelo não explica.

Marcelo, socorro, explica!
AC

terça-feira, 31 de outubro de 2023

TENHO UMA BOA NOVIDADE
Amanhã vão observá-lo e decidir que pulseira lhe colocam no pulso, mas acalme-se, nem tem muita febre . . . ah, para a semana talvez já haja médico.
AC 

terça-feira, 22 de novembro de 2022

SIM É VERDADE, mas por DEFEITO
Os doentes urgentes têm de esperar hoje uma média de 14 horas para serem atendidos no serviço de urgência do Hospital Santa Maria, em Lisboa, segundo dados do Portal do Serviço Nacional do SNS
De acordo com os dados, 32 doentes com pulseira amarela (urgente) encontravam-se às 12:00 de hoje no serviço de urgência central do Hospital Santa Maria, tendo um tempo médio de espera de 14 horas e 13 minutos, sendo o tempo recomendado 60 minutos.

A Maria do Carmo, 96 anos, esteve lá no dia 13 de Novembro passado, esteve 15, repito, 15 horas deitada numa macae nunca nada lhe deram para comer. Morreu neste Domingo depois de ter ido a Sta Maria.
AC

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

SNS.  MÉDICOS.

Com o sucessivo agravamento dos problemas em urgências de algumas especialidades, com vários médicos a recusar fazer horas extraordinárias ou mais horas independentemente do pagamento X, com vários médicos a ir de férias estando a marimbar-se para pedidos para não irem de férias pois seriam choruda e financeiramente recompensados, o melhor é mesmo recorrer aos portugueses que tenham entre 30 e 55 anos e que, em pequeninos, brincaram aos médicos com os irmãos, primos e amigos pois, no mínimo, estarão habilitados para médicos de família.

AC

segunda-feira, 25 de julho de 2022

SNS,  MÉDICOS, Marta, ....
Tirei do DN a notícia que transcrevo a seguir salientando a letra maior o que me chama mais à atenção:

Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou hoje o diploma do Governo que prevê um novo regime temporário de remuneração do trabalho suplementar dos médicos em serviços de urgência, salientando a urgência da medida.
Conselho De Ministros. Hospitais passam a ter autonomia para contratar médicos
Federação Nacional Dos Médicos. Médicos pedem a Marcelo que envie norma de trabalho suplementar para o Tribunal Constitucional
"Considerando a urgência destas medidas e
que o Governo confirmou que os hospitais em causa dispõem, no seu quadro de autonomia, da margem financeira e orçamental necessárias para implementar estas medidas entre 1/8/22 e 31/1/23, dentro do 'plafond' previsto no diploma, o Presidente da República promulgou o diploma que estabelece o regime transitório de remuneração do trabalho suplementar realizado por médicos em serviços de urgência", refere uma nota publicada no `site´ da Presidência.
Este diploma foi aprovado em Conselho de Ministros em 19 de julho e
, segundo a ministra da Saúde, pretende criar as condições para a estabilização das equipas médicas das urgências dos hospitais, estabelecendo um novo regime remuneratório para o trabalho suplementar dos clínicos.
De acordo com Marta Temido, as medidas aprovadas são transitórias e deverão vigorar durante seis meses, o prazo máximo que o Governo estima para a conclusão das negociações com os sindicatos representativos dos médicos.
Na prática, o diploma prevê a atribuição às administrações dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) da autonomia para celebrarem contratos de trabalho sem termo com especialistas que sejam prestadores de serviços e que sejam necessários para o funcionamento dessas unidades de saúde.
Além disso, concede aos conselhos de administração a autonomia para remunerar de forma específica o trabalho suplementar prestado pelos médicos do quadro dos hospitais para garantir o normal funcionamento dos serviços de urgência.
Os valores são os seguintes: 50 euros por hora a partir da hora 51 e até à hora 100 de trabalho suplementar, 60 euros a partir da hora 101 e até à hora 150 e 70 euros a partir da hora 151 de trabalho suplementar.
Essas medidas mereceram críticas das estruturas sindicais representativas dos clínicos, caso da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), que se mostrou cética quanto à sua eficácia, alertando que não vão à "raiz do problema" do SNS que é a falta de profissionais de saúde.
Já o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) considerou que, com este diploma sobre o pagamento das horas extraordinárias, o Governo reconheceu validade aos argumentos sindicais e disse que pretendia esperar pelo texto, alegando que "o diabo está nos detalhes".
Nas últimas semanas, serviços de urgência de obstetrícia e ginecologia e bloco de partos em vários pontos do país tiveram de encerrar por determinados períodos ou funcionaram com limitações, devido à dificuldade dos hospitais em completarem as escalas de serviço de médicos especialistas.
Na sexta-feira, Marta Temido admitiu que já eram esperadas limitações nas urgências de ginecologia e obstetrícia de vários hospitais durante este verão e mostrou-se empenhada em minimizar os problemas.

Será que sua Exa, entre as suas passeatas entre Belém e Cascais e as deambulações constantes para aberturas disto ou daquilo ou encerramento disto ou daquilo, saberá que, em certos hospitais, ofereceram a médicos pagar-lhes o triplo do vencimento para não irem de férias e, mesmo assim, eles foram de férias?

O que indicia isto? Para lá de algum corporativismo da classe médica, talvez valha a pena pensar a sério na "coisa"!

António Cabral

segunda-feira, 16 de maio de 2022

A SAÚDE ……..a QUE NÃO TEMOS DIREITO
A propaganda socialista roça cada vez mais a desfaçatez e a pouca vergonha, estando cada vez mais SÚCIAlista.
A propaganda súcia diz que está tudo no melhor dos mundos.
Tendo sempre presente que umas árvores não configuram a floresta, vamos a casos concretos.
Eu, casadíssimo, de antes do 25 Abril 1974, vivi na zona da grande Lisboa até 1 de Março de 1974, e desde esse dia no Montijo. Continuo  sem médico de família. A minha mulher tem, vá lá perceber-se isto neste centro de saúde.

Ambos temos seguros de saúde A minha mulher não tem ADSE.
Ainda não tivemos (felizmente) que recorrer aos hospitais do SNS em situações de emergência.
Temo-nos vacinado, sobretudo (gripe e pneumonia) na farmácia onde há décadas somos clientes, e vacinámo-nos no centro criado para a pandemia COVID, para todas as doses.

Felizardos que somos, temos médicos na família e médicos amigos e, portanto, é por essa via que arranjamos as receitas para os medicamentos. E por essa via ao longo dos anos arranjámos algumas facilidades para os idosos e amigos etc. Chama-se CUNHA e, sendo lamentável e não devia ser assim, a realidade é que houve já dois casos que teriam acabado mal se não tivesse havido "influências". É a triste realidade. Continuando.

Há dias, a minha mulher pretendeu marcar consulta para controlar a tiróide, pois já tinha passado um pouco mais de um ano desde a última consulta de rotina. O médico habitual, Kaput!
Depois de voltas e reviravoltas, em outro dos hospitais privados, pensou-se que se conseguia consulta para o médico que uma cunha (mais uma) tinha recomendado.

Por meios digitais, contacto com o hospital, consulta pré-marcada.
Do dia seguinte, telefonema do hospital - quem a recomendou e etc., - e fico pelo etc. pois é tudo um nojo. Síntese - o sr dr só está a fazer consultas de seguimento de doentes. Ou seja, continuamos sem conseguir consulta num privado.

E não vou maçar mais para explicar também outras tentativas incluindo hospital do SNS, mesmo com cunhas.

É assim que estamos. E não é preciso ligar ás notícias sobre as ambulâncias INEM que não têm médicos. 
Não é preciso lembrar as promessas de 2015 e 2017 do intrujão - mor, e todas as outras notícias que não colam com a desfaçatez e aldrabice de Costa, Temido e etc.

A propósito da Temido, vulgarmente conhecida por - "Marta que a gente teme" - é uma senhora que não deve saber nada de história de Portugal. 
Digo isto porque ela justificou há dias os problemas na área da saúde e escassez de médicos em concreto com o que se terá passado nos anos 80 do século passado. 
Ela devia ter referido, se soubesse alguma coisita da nossa história, que a culpa já vem do Afonso Henriques, um safardana do pior, que além de ter batido na própria mãe, não estruturou o SNS como devia ser e, designadamente, não resolveu a questão do "numerus clausus".

Aliás, esse filho da mãe, não estruturou coisa nenhuma, e por isso estamos como estamos. Nem do Passos Coelho é a responsabilidade de tudo o que se vê por aí.

E podia falar de mais casos, mas não vale a pena, a maioria está muito contente e os titulares dos orgãos de soberania (Presidente e governo) contentes e ufanos estão, e por isso não vale a pena.

Ah, e não se pode ser assertivo e cáustico para com essas criaturas, sim, porque o respeitinho cinzento e serôdio está implantado, de novo, e para pior. A bem da Nação.

Ah, uma última coisa, o estado deste Estado deriva do facto do estupor do Afonso Henriques não ter dado ordem ao corneteiro para tocar a - "fim do saque".
AC

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

RETÓRICA POPULISTA ou, VIGARISTA ?
O radical BE entre muitas exigências quer que se contratem mais médicos.
É sempre mais e mais e mais e mais e mais.
Há médicos desempregados?
Contratar aonde?
Contratar os aposentados?
Contratar todos os que estão a trabalhar em hospitais privados?
Os oftalmologistas, os dentistas, os ortopedistas, por exemplo, passarem a ser na prática intensivistas?
Há médicos que trabalham no SNS de manhã e de tarde trabalham em clinicas, hospitais privados, ou só em consultórios próprios?
Os que trabalham a partir do meio da tarde em consultórios próprios, devem passar a intensivistas?
Eu tenho dois amigos médicos que não trabalham em hospital nenhum, são médicos de clínica geral, trabalham em misericórdias, nos bombeiros, na PSP, de tarde e depois de jantar trabalham no consultório pessoal. Devem ir para os hospitais? Intensivistas?
Ou para ajudar a fazer triagens?
Realidades,..... oh BE,...... "ring a bell"?
O BE para variar nunca explica o que fazer, grita pensando sempre estar no teatro, esbraceja, sorri, regularmente recebe instruções do padreca, mas nunca explica com detalhe e rigor o que fazer, como fazer, quando fazer, como pagar, e quem paga.
Uma coisa é nítida, populismo, vigarice e com boa imprensa. Imprensa!?!?!?!?!............
AC