Mostrar mensagens com a etiqueta GNR. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta GNR. Mostrar todas as mensagens

domingo, 14 de julho de 2019

REPARARAM no AR com QUE o DISSE?
Ai que medo......
“Eu, desde a primeira hora, achei que o MP devia querer saber tudo, de alto a baixo, doesse a quem doesse. Deve saber tudo e deve investigar tudo, porque é uma realidade e, quanto mais depressa, melhor, porque já lá vão dois anos sobre essa realidade”, disse o Presidente da República.
Ficou-me uma dúvida: a que realidade se referia sua Alteza quando disse - porque é uma realidade ?
À descarada ausência de vergonha na cara de uns safados que bem sabemos quem são?
Ao roubo que pode não ter sido roubo?
À encenação do aparecimento?
Às farsas evocadas por certos pândegos?
Ao sorriso do ex-CEME que se viu pelas TV que, de camuflado enquanto ria desenhava com as mãozinhas o tamanho da caixa "brinde"?
Ao aparentemente nada pequeno envolvimento da GNR e da PJM nesta telenovela mexicana?
Ao estado a que se chegou em certas áreas da Instituição Militar?
Ao trabalho (??) desenvolvido pelo MP?
Ao estado a que tudo isto chegou?
AC

terça-feira, 2 de julho de 2019

À VISTA de TODA a GENTE
Praia de Altura, esta manhã, à vista de toda agente. Para lá e para cá!!
Impunidade absoluta?
Esta coisa e muitas outras trazem-me à cabeça o tema autoridade do Estado.
O engraçado (??!!??) é ver ali a poucos metros (início da praia Verde, uma das torres de vigia (a antena do radar bem roda) da GNR, a tal que tem umas caricatas embarcações de controlo.......
Será que detecta estas embarcações e, detectando, avança intrépida sobre elas ou, alerta a autoridade marítima e a polícia marítima?
Olha o que me havia de lembrar.
AC

sábado, 8 de junho de 2019

INJUSTIÇA dos JORNALISTAS e SINDICATOS

É muito injusto da parte dos sindicatos da GNR dizerem que os socialistas capitaneados por Costa estão a preparar um número político para ter efeitos na campanha eleitoral para as legislativas. 
E é igualmente muito injusto os jornalistas darem cobertura a isso.
Claro que 100 viaturas novas precisam de ser avaliadas antes de entrarem ao serviço, ver se os faróis acendem, por exemplo. 
Com certeza.
E como estas coisas demoram, e metem-se daqui a nada as férias de Verão, as viaturas devem vir a ser mostradas ao público com pompa e circunstância lá para Setembro. 
Só por causa do tempo que estas coisas levam a fazer.
Qual número político. Ingratos, injustos, botabaixistas.
É apenas dedicação total ao serviço público, à sociedade, por parte de António Costa e do seu colaborador Eduardo Cabrita, pugnando sempre pela defesa dos cidadãos, e pelo adequado equipamento das forças de segurança para estas prestarem um bom serviço à população.
E sempre com contas certas.
AC 

terça-feira, 28 de maio de 2019

A BENIGNIDADE de um certo SOCIALISTA
Parece, se vi bem as notícias, que um certo secretário de estado, parece que irmão de uma importantíssima figura do PS, a propósito da inacreditável coisa da GNR + Fisco no Norte de Portugal Continental, terá dito umas preciosidades do tipo - pensaram num objectivo benigno..............Tão benigno que foi logo cancelado.
Inacreditável?
Claro que não. O PS no seu melhor.
Desgraçado país com gentalha desta estirpe.
AC

quinta-feira, 7 de março de 2019

7 MARÇO
A geringonça aprovou em conselho de ministros que 7 de Março passe a ser dia de luto nacional pelas vítimas de violência doméstica.
António Costa, um pândego cozinheiro, está a surfar a onda, obviamente.
A violência doméstica tem de ter um fim.
Que expressão mais bacoca.
Como se vai impedir um animal de matar a mulher? Haverá sempre um, pelo menos.
Claro que a sociedade não pode alhear-se de tal tragédia e nódoa social mas, particularmente quem tem a obrigação e o dever de zelar por assegurar a segurança das pessoas, é que tem de agir.
Como de costume, começa-se por cosmética.
Como de costume, hoje fará propaganda política à custa desta tragédia social, deve lançar-se com denodo na AR no debate quinzenal fazendo concorrência aos seus apoiantes BE e PCP, e mais logo adicional propaganda política, pública, assinando protocolos.

Diz um dos maiores intrujões políticos deste desgraçado País que - "As grandes tragédias exigem-nos a partilha da dor coletiva pelo luto da Nação". 
Concordo.
Mas a partilha exige também medidas concretas que não as cosméticas.
A legislação, designadamente o código civil, estará adequada?
Deixa demasiada margem para decisões judiciais inacreditáveis, sim ou não?
É claro que isso seria uma trabalheira, sobretudo quando se magica numa hipotética candidatura presidencial, ele e os seus apaniguados.
Mas para lá de eventuais alterações (pontuais) de natureza normativa, que tal se começassem por tratar de ver quem não coordena, quem faz orelhas moucas a denúncias, quem não actua, em vez de se passearem pelo País, constantemente, em campanha eleitoral?
AC

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

DISCURSOS e DEMAGOGIA
Há muitos, muito arenga, muita demagogia, muita mentira descarada, muito plano e estratégia nacionais, muita reforma.
Vem isto a propósito desta gentinha toda que vai estoirando com Portugal.
Um dos que mais tratou disso foi Sócrates, com a preciosa ajuda dos seus nº2 e 3 e 4,  e que aí continuam a governar (???).
Gosto sempre de reler discursos passados e, depois, um ou dois anos depois, ir ver como estão as coisas.
Deixo aqui um discurso de Sócrates, sem comentários.
Quem quiser que pesquise.
AC


Senhor Presidente
Senhoras e Senhores Deputados
1. Reformar a Segurança Interna
A determinação reformista do Governo continua viva como na primeira hora. Quero hoje apresentar, à Assembleia da República, a reforma do sistema de segurança interna e das forças de segurança. A segurança e a liberdade são condições recíprocas do Estado de Direito. A segurança é mesmo a primeira das liberdades. Sabemos bem que Portugal é um país seguro e isso é confirmado pelos principais indicadores internacionais. Contudo o Sistema de Segurança Interna que tem vigorado desde os anos oitenta é fruto de uma conjuntura internacional e nacional ultrapassada. Temos bem consciência que as ameaças e os riscos são hoje diferentes na natureza e na intensidade. Por outro lado, os componentes do sistema de segurança interna foram emergindo sem coerência nem visão de conjunto. O Governo está bem consciente da necessidade de superar estes problemas e por isso desencadeou um processo de estudo e audição envolvendo as forças e serviços, peritos, responsáveis políticos e parceiros socioprofissionais. Estou hoje em condições de anunciar as principais linhas de orientação da reforma, as quais serão aprovadas no Conselho de Ministros de amanhã.
2. A reforma do Sistema de Segurança Interna
Apresentaremos nesta Assembleia, até ao próximo mês de Junho, uma proposta de uma nova Lei da Segurança Interna, que espero seja motivo de consenso alargado entre as diferentes forças políticas. A nova Lei, desde logo, assentará num conceito estratégico de segurança adequado ao nosso tempo: um conceito mais amplo que seja capaz de integrar, por um lado, a acção de prevenção e a resposta necessária e, por outro lado, enfrente quer os riscos resultantes da criminalidade e da nova ameaça do terrorismo internacional quer os riscos naturais, tecnológicos ou de outra natureza que também impendem sobre a sociedade portuguesa. Não defendo alterações radicais no sistema de forças e serviços de segurança. Há vantagens reconhecidas na manutenção de uma força de segurança de natureza militar, uma força de segurança de natureza civil, uma polícia judiciária centrada na criminalidade mais complexa e, dada a relevância crescente do fenómeno migratório, um serviço especializado de imigração e fronteiras. Estas quatro forças e serviços de segurança continuarão a ser os pilares em que assenta o nosso sistema de segurança interna. A questão crítica continua a ser a da coordenação e a da resposta integrada perante as ameaças. A pedra angular da reforma será, por isso, a criação de um Sistema Integrado de Segurança Interna, liderado por um Secretário-Geral que coordenará a acção das forças e serviços de segurança e poderá assumir, nalgumas situações, a direcção, o comando e o controlo dessas forças tendo também responsabilidades executivas na organização de serviços comuns como é o caso do SIRESP e da Central de Emergências 112. O Sistema deverá assegurar a articulação entre as diferentes forças e serviços de segurança, mas também com o Sistema de Protecção e Socorro e com o Sistema de Defesa Nacional.
3. A reforma das Forças de Segurança
No quadro da reforma do Sistema de Segurança assume especial importância a reforma da Guarda Nacional Republicana e da Polícia de Segurança Pública. Quero apresentar as suas traves mestras, que beneficiaram já da contribuição das estruturas de comando das duas forças e serão agora objecto de consulta junto de todos os partidos com representação parlamentar, para além, naturalmente, das associações sindicais e socioprofissionais. Três objectivos orientam a proposta do Governo – e gostaria de ser inteiramente claro sobre cada um deles. O primeiro é a adequada articulação das áreas de responsabilidade da GNR e da PSP. O segundo é a racionalização das Forças de Segurança. O terceiro é aumentar o investimento nas instalações e equipamentos das Forças de Segurança, estabelecendo uma programação de base plurianual. Os três objectivos estão interligados. É combatendo as ambiguidades e sobreposições na definição de responsabilidades e racionalizando a estrutura e a gestão que libertamos os meios necessários ao investimento – isto é, que conseguimos, mesmo em período de contenção da despesa pública, melhorar o equipamento das Forças de Segurança e as condições de trabalho nas Forças de Segurança.
4. Nove medidas para a reforma das Forças de Segurança
Quero destacar nove medidas essenciais para prosseguir os três objectivos da reforma das forças de segurança. Em primeiro lugar, vamos combater a actual situação de freguesias partilhadas entre a GNR e a PSP, que ficarão limitadas às situações excepcionais em que elementos naturais, vias de comunicação ou a própria descontinuidade física aconselhem tal partilha. Do mesmo modo, eliminaremos todas as actuais situações de descontinuidade territorial nas áreas atribuídas a cada uma das forças nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto. Em segundo lugar, vamos reorganizar o Comando-Geral e as unidades da GNR. Serão extintas as Brigadas Territoriais e reduzidos os Grupos Territoriais no Continente, reforçando-se, em contrapartida, a estrutura do Comando-Geral. Será extinta a Brigada de Trânsito, sem prejuízo da sua especialização que será assegurada por uma direcção técnica no Comando-Geral e a afectação integral aos Grupos Territoriais dos efectivos disponíveis, permitindo reforçar o combate à sinistralidade rodoviária. Será também extinta a Brigada Fiscal, dando lugar a uma Unidade Fiscal e a uma Unidade de Controlo Costeiro. Por fim, serão integrados os Regimentos de Cavalaria e de Infantaria com a criação uma Unidade de Segurança e Honras de Estado e uma Unidade de Intervenção.
Em terceiro lugar, as três unidades especiais da PSP serão fundidas numa só unidade. Os três comandos em que está presentemente dividida a PSP na Região Autónoma dos Açores serão substituídos por um único comando regional. Será criado o Departamento de Investigação Criminal na Direcção Nacional e, finalmente, será profundamente revisto o dispositivo territorial da PSP nas cidades e áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto. Neste sentido, quero desde já anunciar a intenção do Governo de iniciar pelas Polícias Municipais de Lisboa e do Porto a descentralização das competências da PSP em matéria de fiscalização de trânsito
Em quarto lugar, vamos proceder à instalação de serviços partilhados comuns ás forças de segurança nos domínios das relações internacionais, sistemas de informação e comunicações, obras e aquisições, tudo com evidentes ganhos de eficiência, produtividade e poupança de recursos. 
Em quinto lugar, os cursos ministrados nos estabelecimentos de ensino superior policial e militar que serão adaptados ao Processo de Bolonha e a revisão das carreiras de oficiais na GNR e na PSP permitirão introduzir formações conjuntas para as duas forças e unidades curriculares comuns nos cursos de oficiais e nos cursos de especialização e progressão na carreira.
Em sexto lugar, e tendo em vista a qualificação dos recursos humanos, fixa-se o 11º ano de escolaridade como requisito de admissão ao curso de guardas, garantindo a equivalência deste curso ao 12.º ano. Por outro lado, cria-se um quadro próprio de oficiais-generais e estabelece-se um horário de referência, sem prejuízo da disponibilidade permanente, para os militares da GNR. 
Em sétimo lugar, quero sublinhar um ponto importantíssimo. As alterações orgânicas das forças, a externalização de funções e os serviços partilhados permitirão a libertação de 4800 efectivos para a actividade operacional. Ao mesmo tempo, 1800 postos de trabalho em funções de suporte poderão desde já ser desempenhados por funcionários civis, no quadro da mobilidade no interior da administração pública. Estas medidas permitem, desde já, ao Governo decidir a não realização, em 2008 e 2009, dos habituais concursos para novas admissões de guardas e agentes da GNR e PSP.
Em oitavo lugar, e não obstante a vastidão da reforma, quero, senhor Presidente, dar um enfoque muito particular à questão dos investimentos. Assim, apresentaremos a esta Assembleia, em Abril, aquela que será a primeira proposta de Lei de Programação de Instalações e Equipamentos das Forças de Segurança. Esta lei permitirá planear os investimentos em instalações, veículos, comunicações, sistemas de informação, armamento e outros meios no horizonte dos próximos cinco anos, de 2008 a 2012, envolvendo um montante de cerca de 400 milhões de euros. Este valor, senhoras e senhores Deputados, corresponde à duplicação do investimento anual nas Forças de Segurança – e é a melhor demonstração da nossa vontade de modernizar o sistema de protecção da liberdade dos cidadãos. Um terço deste reforço será compensado com a alienação de instalações e dois terços resultarão da poupança com a não incorporação, durante dois anos, de novos guardas e agentes, garantindo-se, desta forma, que estes investimentos não terão um impacto acrescido no défice orçamental.
Em nono lugar, quero destacar três áreas de investimento que me parecem especialmente importantes. Primeira: substituição ou reabilitação da totalidade dos 125 postos e esquadras classificados em mau estado. Segunda: renovação da frota de patrulha, com a substituição, ao longo dos próximos cinco anos, de cerca de 3000 viaturas de ambas as forças. Terceira: modernização tecnológica das forças, com ligação em banda larga de todos os postos e esquadras e dotação de todas as patrulhas com os meios da tecnologia da informação. Esta é uma reforma emblemática da linha de rumo do Governo. Libertamos pessoal treinado para funções policiais das tarefas burocráticas que os absorvem – e assim aumentamos os efectivos nas ruas. Deslocamos pessoal da administração pública excedentário nos seus serviços para os postos civis nas actividades de suporte das Forças de Segurança – e assim aproveitamos plenamente os mecanismos de mobilidade no Estado. Racionalizamos a estrutura e modernizamos a gestão, combatendo as deseconomias – e assim usamos as novas tecnologias e os novos métodos de organização para conseguir mais eficiência e melhor serviço. E com tudo isto acumulamos recursos que são indispensáveis para investir onde é preciso, nas instalações e equipamentos e na melhoria das condições de trabalho das mulheres e homens que servem nas Forças de Segurança.
É bem disto que se trata. O tempo é de disciplina orçamental e consolidação das contas públicas. Mas não é de inacção. Pelo contrário, o tempo é de reforma. Reforma nos vários domínios do Estado, reforma também na área da segurança, indispensável para o bem-estar dos cidadãos e condição para o desenvolvimento do País.
Ps: Dou a mão à palmatória. Eu escrevi em cima que era sem comentários, mas não consigo resistir à tentação de vos pedir que olhem para os números apontados nesta discursata do passado, por exemplo, olhem aos números de homens e de viaturas, e vão fazer contas a coisas do mesmo género que foram prometidas e anunciadas depois, e aos números de aquisições admissões e concursos anunciados pelo geringonçês.
Mas por favor,  contenham o riso, sobretudo quando voltarem a ler    o último parágrafo sobre as contas públicas.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

NUNO ÁLVARES PEREIRA
Figura muito importante na nossa história, particularmente na decisiva ajuda à consolidação da II dinastia, entreteve-se com várias coisas ao longo da vida.
Foram importantíssimas as "batatadas" que enfiou nos Espanhóis, Atoleiros, Aljubarrota e Valverde, além de umas pancadarias  menores, por exemplo, nas zonas da fronteira que conhecemos por Caia.
Mais para o final da sua vida mandou construir o convento do Carmo onde, no presente, está instalada a "cabeça" da GNR.
Se não estou enganado passaram séculos até que fosse considerado santo pelo Vaticano.
AC

domingo, 23 de dezembro de 2018

Um PAÍS RICO, CADA VEZ mais RIDÍCULO
Parece-me que a realidade é, infelizmente, esta, a de um País "rico", "ridículo", recheado de elites ricas financeiramente, e ridículas na maioria dos casos. 
Para se avaliar deste grau, basta atentar nos que andam a correr a apagar as tonteiras, videos, dislates e outras coisas, que estavam colocados nas redes sociais muitas vezes pelos próprios "cromos" de forma a provar hoje que não houve nada do que se suspeita sobre a dignidade deles no passado recente ou, então, atentar nos alarves que se borrifam para as leis e culpam, assessores, colegas de escritórios, funcionários ou até familiares, de não terem feito o que deviam (!!!) de modo a que não surgissem depois coisas complicadas badaladas nos OCS. Ainda que sem qualquer consequência prática, ou jurídica, ou penal, ou criminal.
Um País de ricos ridículos que deixam uns tempos de continuar a ganhar fortunas para, despegados das coisas materiais da vida, transitar para os governos abraçando a causa pública sem quaisquer contrapartidas, que não seja fazer o bem pelo próximo.
É lindo.

E entregando-se à causa pública, com denodo, não descansam de fazer publicar em Diário da República M**** atrás de M****.
Devo ser um dos (não são de certeza muitos) que se preocupam em periodicamente passar os olhos pelos DR, 1ª e 2ª séries. E faço isto com insistência desde 1985, tendo tido alguns chefes que recriminavam esta atitude de cidadania. Um deles dizia que só nos devíamos preocupar com a nossa redoma!!! Que tolo.
Mais ou menos uma vez por mês, passo os olhos pelos sítios da Presidência, dos ministérios, da AR, dos partidos, da Procuradoria Geral da República e em particular a área de Lisboa, da GNR, da PSP, das Forças Armadas, da PJ, e por aí fora, em tudo o que possa dar uma amostragem do estado deste Estado!.
E digo-vos, prezados leitores, é uma delícia ver com que prioridades se preocupam os nossos dirigentes e responsáveis (!!!) a todos os níveis. Estes, os actuais geringôncicos, bem como todos os anteriores. Uma delícia.
A minha mulher diz que isto tem um certo "quê" de masoquismo!
Talvez.

Um País rico e ridículo, onde instantaneamente se consegue saber onde está uma trotinete mas levaram horas para descobrir onde tinha caído um helicóptero.
Ou, outro exemplo, desde o 25 de Abril apesar de uma lei em 1982, mais outras em 1993 e outras mais recentes, se continuar a não ter uma definição adequada quanto a que Forças Armadas queremos melhor, que o País deve ter, tendo presentes, a dimensão territorial, a dispersão geográfica, a vizinhança/ envolvente, a dimensão da área molhada sob nossa jurisdição ainda por cima com a questão da extensão da plataforma continental, riscos e ameaças, entre outras variáveis.
Uns pândegos argumentam que não senhor, que está tudo lindo e adequado, que participamos em missões internacionais, que a Força Aérea está atenta a tudo o que voa, e que as Forças Armadas estão catitas e adequadas à nossa dimensão, e não têm problemas de inventários. Até se diz com frequência "somos os melhores dos melhores.
Na realidade, creio que somos muito razoáveis, bons em certas áreas "nicho", mas andamos sempre a correr atrás das desgraças.
Até o CEMGFA vem dizer na sua mensagem Natalícia qualquer coisa que eu vou traduzir assim - vai havendo umas broncas do caraças mas os portugueses distinguem bem que uma coisa são as muitas broncas, outra coisa são as FAs, e que os Portugueses têm muita consideração pelas FA do País." POIS TÁ Claro!
Pessoalmente tenho há muitos anos as ideias valores e princípios bem organizados/ arrumados/ interiorizados e, no caso das FA, sei bem o que é a instituição militar, o seu indispensável papel na democracia, e que é uma instituição respeitável, e que merece todo o respeito. Um pilar da democracia, do regime.
Mas tenho as maiores dúvidas quanto a vários dos que por lá andaram, e andam.

Se olharmos por exemplo à realidade, vemos que Portugal é um País pequenino (um amigo diz que não passa de água por todo o lado incluindo na cabeça dos dirigentes e com uns cagalhotos dispersos pelo Atlântico e um cagalhoto maior agarrado à Europa), temos uma despesa do Estado a subir cada vez mais anualmente, temos consignado em OE centenas de milhões de €€ para as despesas de funcionamento do governo e da Presidência da República e da AR, incluindo as inúmeras passeatas, perdão, deslocações de serviço e trabalho político e diplomático, e participação em reuniões na NATO, UE e etc. 

Temos este PM politicamente um aldrabão, como politicamente aldrabões mais uns quantos, pois outra coisa não pode ser dita quando neste OE voltam a prometer basicamente o que prometeram no primeiro OE desta legislatura. Exemplos? Ferrovia, etc.
Temos um PR, governantes, deputados, presidentes de câmaras municipais que têm orgasmos cerebrais com as pompas dos desfiles nas festividades anuais da GNR, das FAs, da PSP, na passagem de revista aos corpos de bombeiros aquando das constantes deslocações em trabalho político (!!), e nem pensar em dispensar essas coisas.  
Como nem pensar em diminuir a quantidade de tribunas periodicamente montadas nessas festividades para albergar as Exas todas, desde os muitos titulares de orgãos de soberania, os muitos convidados nacionais e estrangeiros, aos vários agraciados, e ás muitas mulheres ou maridos deles e delas. 
Temos afectos em cada momento, para todos os momentos, para novos e velhos, carícias no pescoço, mas que rapidamente passam e são esquecidos os osculados e os abraçados.

Mas temos sobretudo gentinha com uma completa ausência de, sentido de Estado em tudo, sentido das proporções, noção das limitações gritantes de um pequeno País que é POBRE de recursos materiais e humanos.
Não percebem por exemplo o que implica este mar imenso sob nossa jurisdição, jurisdição/ responsabilidade que pode vir a ser bastante alargada a breve prazo.
Não percebem a necessidade de ter aviões que possam patrulhar a imensidão dos mares, nem a necessidade de ter nas ilhas muito mais do que o pouquíssimo que lá se tem quanto a navios, para acorrer ao que for detectado num dado ponto do oceano. Como ter no Continente adequados meios navais.
E quanto a navios, e não falo de "barcoitas saloias", não percebem a diferença entre o que é andar/ navegar num rio ou na foz dos rios, ou navegar no mar sendo que, há mar e mar, e há oceanos. 
Há mar calmo, há rugido de mar, há diferenças de mar quer em termos de, ondulação, comprimento de onda, periodicidade, força de vento, etc.
E por isso, há navios muito diferentes, concebidos para aguentar coisas diferentes e para executar missões diferentes. E, depois, não basta ter navios, é preciso ter estrutura de retaguarda, para apoio logístico, para apoio na manutenção. E é preciso dinheiro a sério para os navios, para o apoio logístico, para a manutenção.
É o que se vê há décadas, certo????

A realidade é que voltamos a ter em Diário da República consignações para uns "barquinhos" para a GNR.
Quando vejo estas coisas lembro-me logo de Cadilhe, pois foi no tempo dele que o convenceram que a GNR devia ter uns barquinhos.
Basta ir percorrer certos portos, como Sines, Setúbal e Lisboa, para constatar o ridículo e a inoperância, o estado dessas coisas.
Olhando à nossa história, depois da instauração da República, houve uma época em que já era tão escandalosa a desproporção entre o poder militar material da GNR comparativamente com o do Exército de então que, num assomo pouco vulgar de racionalidade, a GNR foi desapossada de imenso material militar.
Mas os tempos vão correndo e há sempre um parolo qualquer que é ministro e que se deixa convencer. 
Estou até a lembrar-me de um tolo que telefonou para casa a dizer que já era ministro e, pouco depois, num gesto de magnanimidade, no resto do chão da casa familiar nas Beiras foi instalado um balcão de um conhecido banco. 
E neste momento, lá estão consignados mais uns milhões para barquinhos da GNR, sem ninguém parar para ir verificar a sério o historial dos barquinhos que eles têm ainda, e não os filmes que ás vezes passaram nas TV.

É a história, pelo menos, das capelinhas.
Mas, também, da luta para destruir algumas coisas no âmbito da Marinha. E é, também, a continuada desatenção quanto ao que se tem passado a nível da UE e da célebre questão - guarda costeira.
E também as questões à volta da autoridade marítima.
Sempre, sem se atender à realidade do País, sempre sem evitar sobreposições, sempre sem racionalizar e aproveitar o que existe, ampliando, e para apoio a instituições diversas. CAPELINHAS.
Como isto é um País rico, eu acho até que António Costa devia tratar de criar na GNR, um departamento para uma guarda costeira com no mínimo 6 corvetas ou mesmo mais uma ou duas fragatas, e helicópteros, reerguer a guarda fiscal, aumentar a capacidade bombeiral nos GIPS, aumentar o departamento de guardas florestais, incrementar a Brigada de Trânsito de modo a ter drones e também bastante mais polícias de giro e substituir os Toyota por BMW ou Mercedes senão mesmo por Panameras, porventura um departamento com malta que pudesse ser rapidamente aerotransportada e, portanto, para não estar dependente da Força Aérea, ser dotada de helicópteros pesados de transporte de pessoal.
E, já agora, aumentar mais o quadro de pessoal na GNR, para poder lá ter mais gente do Exército em comissões de serviço. Dá umas vagazitas!!!!
Estamos nisto, galhardamente a caminho do precipício.
AC


terça-feira, 11 de dezembro de 2018

SINISTRALIDADE RODOVIÁRIA
A Autoestrada 29 está cortada no sentido Sul/Norte junto a Vila Nova de Gaia devido a uma colisão entre um pesado e cinco viaturas, que causou quatro feridos ligeiros.
Foi uma colisão entre um pesado, que transportava cimento, dois ligeiros de mercadorias e três ligeiros de passageiros. O acidente provocou quatro feridos ligeiros, que foram transportados ao hospital, disse fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) do Porto.
E continuamos nisto, alegres e contentes.
Se lhes tirassem a carta depois deste tipo de acidentes, se divulgassem nos OCS sem citar os nomes,  - ""que mais X cidadãos ficaram sem carta"" - talvez alguma coisa melhorasse.
Mas não, continuamos felizes e contentes, a anunciar as ridículas operações da GNR no Natal e na Páscoa, a culpar a chuva e os buracos.
Nunca há excesso de velocidade para as condições do momento (trânsito, meteorologia, estado da via, respeito pela sinalização).
AC

domingo, 18 de novembro de 2018

IMPUNIDADE no TEJO ???
Vê-se por aí, lê-se por aí,  muita indignação quanto ao estado de degradação exponencial das águas do Tejo por causa dos dejetos vários e variados que os espanhóis descarregam directamente para o rio. Incluindo a morninha água que, certamente, além de morna muito salubre, sai da central de Almaraz.
Indignação de ambientalistas, e mais que justa.
É de bradar aos céus.
Estou certo que o ministro barbudo cada vez anda mais indignado. Já deve aliás ter chateado a colega espanhola acerca do assunto.
O PM Costa também já deve ter falado com voz irada, indignada, com o seu colega socialista espanhol.
Estou aliás convicto, que o Presidente Marcelo só por andar muito atarefado ainda não comentou este assunto. E não se zangou com o rei de Espanha.
Todos juntos, pela acção deles os três, não deve tardar que os espanhóis arrepiem caminho.
Claro que só depois terão tempo para resolver a mixórdia dos ameijoeiros entre a Ponte Vasco da Gama e Alcochete.
AC

Ps: A minha velhota vizinha na aldeia costuma dizer acerca de vários assuntos e  problemas na sociedade - essa malandragem não resolve as coisas pequeninas quanto mais as grandes e complicadas.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

TANCOSo PR o PM, o MDN, o CEME,.......
E a pouca vergonha?
Num passado muito recente publiquei considerações sobre este lamentável assunto. Vem isto a propósito de mais uns artigos recentes para que me chamaram a atenção, incluindo aquelas "famosas" caixas em jornais com setas para cima e para baixo, ou com bonecada depreciativa, onde o actual CEME é colocado nas ruas da amargura. Pessoalmente também penso que o general que continua à frente do Exército se tem colocado muito a jeito, e evidenciado entre outras coisas, uma inabilidade assustadora.
Mas vem tudo isto a propósito sobretudo pelos desenvolvimentos dos últimos dois dias, envolvendo designadamente a Polícia Judiciária Militar. E com estes eventos creio que tudo se modifica outra vez, e para cada vez pior.

Na revista Visão de 19 de Julho, Ricardo Araújo Pereira gozava com a telenovela Tancos. A dada altura do texto dizia ele que o caso Tancos teve o grande mérito de introduzir na discussão pública a bonita palavra paiol, no plural: paióis.  As rondas aos paióis, o assalto aos paióis, a visita do presidente aos paióis.
Depois recomendava o lançamento de um movimento estético, chamado "paiolismo". Em gozo pleno, o texto prossegue enumerando a sequência de declarações lamentáveis protagonizadas por ainda mais lamentáveis criaturas. 
Com as detenções e suspeitas dos últimos dois dias, o que pensar agora?
Sinteticamente, que nenhuma bota bate com a perdigota e que desde o Presidente da República ao PM e ao MDN, nenhum deles pode ser levado a sério, em nenhum se pode confiar.

- parece-me evidente que o silêncio ensurdecedor sobre o assunto, o que aconteceu realmente, responsabilidades, consequências, é inaceitável. Mesmo tendo em conta que o tempo da justiça é mais lento. Uma coisa desta gravidade, não deveria persistir no "limbo", e ainda por cima qualquer cidadão comum tem agora ainda mais o direito de desconfiar desta gentinha toda;
- por outro lado, é inacreditável o papel do Presidente da República; não poderia algum dos seus assessores dar-lhe um papel escrito com a sucessão de factos e notícias, e as sucessivas e patéticas declarações do MDN, do anterior CEMGFA, do PM e, sobretudo, dele próprio, Presidente, para observar as incoerências e os sacos de vento em que se transformaram todos? Ou foram sabendo coisas e foram-se atrapalhando?
Como costuma dizer Marcelo Rebelo de Sousa - isto é a democracia? 
- Dá agora a sensação de que o roubo de Tancos não foi como em tempos quase sugerido, uma obra de um gangue do crime organizado com ligações à Máfia, nem de uma qualquer rede de terrorismo internacional;
- Querem agora fazer crer, por outro lado, que foi um indivíduo o autor do roubo e não houve colaborações nem no roubo nem nas patéticas devoluções com prenda grátis?

Esta deplorável e inqualificável telenovela pode ter uns ligeiros méritos, méritos por poder ajudar à reflexão sobre o caso a que qualquer cidadão tem direito, e ocorre-me assim o seguinte:

> Que real significado tem a designação Comandante Supremo das Forças Armadas (Artº 120º, CRP) ?
> Que significa para muita gentinha a expressão - dignidade intelectual, e honestidade política?
> Que funcionamento das instituições?
> Que garante do funcionamento das instituições?
> Responsabilidades? O caso está nas mãos da justiça mas, e as responsabilidades pelo acompanhamento e gestão políticas do caso? Sendo real que todos os antecessores de Azeredo Lopes e de António Costa têm imensas culpas em tudo o que respeita o lamentável estado a que conduziram as Forças Armadas, isso é desculpa para 3 anos de governação? Isso é desculpa para a telenovela Tancos?

Oremos pois, aguardemos, suspiremos, tenhamos muita fé mas muita fé, lembremo-nos que somos os melhores dos melhores, que está a ser feito tudo mas mesmo tudo, e ainda só passou um ano e.......(um ano não, semanas...), o tempo da justiça é outro, e os estatutos dos militares das Forças Armadas valem o que valem como se tem visto, e tenhamos portanto muita mas mesmo muita pachorra para aturar tudo isto.
Desgraçado País.
AC

terça-feira, 25 de setembro de 2018

A TELENOVELA TANCOS
Pelo que se vai vendo, continuamos de prestígio em prestígio.
Ouvi há pouco o jurista Rui Pereira, homem ligado ao PS e ex-ministro socialista, a dizer, preto no branco - não há perigo para a segurança quando é roubado material de guerra?
Na CM TV arrasou completamente os sacos de vento políticos, civis e outros, que tiveram /têm o atrevimento de mentir sempre e ocultar.
Ah, e devemos estar perante a tal farsa anunciada com veemência meses atrás.
Banditismo, desvio real de armamento, gangues organizados com gente de várias proveniências..............É TUDO FARSA, INVENTONAS
AC

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

O PAN,  animais,  natureza,  carroças...........
Estando de férias há muitas semanas (isto é, fora da residência fiscal, a que regressei há 1 dia), de vez em quando fui navegando alguma coisa na  NET e lá fui registando algumas saborosas notícias!!!!
O que me vale é a minha mulher e bons amigos "vasculharem" mais do que eu, e chamarem a minha atenção para certas coisas.
É o caso do PAN e das suas lutas. 
É, também, o caso da telenovela Tancos e do general Rovisco Duarte.  Neste post fico-me pelo PAN.
Chamaram-me á atenção para uma iniciativa deste partido, deliciosa, para uma luta gloriosa acerca das charretes turísticas e das carroças. 
Segundo parece, perturbado com os acidentes rodoviários envolvendo carroças, o PAN está denodadamente a procurar aprovar legislação que altere o actual estado de coisas.
Salvo melhor opinião, tem alguma razão em chamar à atenção para mais um caso/ uma faceta que contribui também para alguns acidentes rodoviários.
Pena é que nada faça, por exemplo, quanto aos consecutivos acidentes com camiões, ou os que acontecem com tractores em fainas agrícolas. Têm assim alguma razão os que na AR desesperam com certas coisas, e deixam sair entre dentes - "o PAN, fez-me atingir o limite da paciência. Agora são os burros e as mulas".
Mas vamos lá ao PAN em mais detalhe, a tal desejada criação de regras para charretes e carroças na via pública.
Quer o PAN que se regulamente os requisitos necessários para a condução, transporte de passageiros e circulação de veículos de tracção animal na via pública.
Quer o PAN a obrigatoriedade de constituição de um seguro, e que passageiros utilizem coletes reflectores, e que as carroças e charretes tenham faixas reflectoras.
Ah, o PAN escandaliza-se que uma criança conduza uma carroça, o que tem razão de ser; esqueceu-se foi de especificar que isso acontece imensa é na etnia cigana, como se pode observar com frequência, por exemplo, em várias zonas na margem do Tejo oposta a Lisboa.
Bem, e naturalmente, quer períodos de descanso definidos para os animais.  E hora e tempo para almoçar?
E nada de cargas excessivas em cima das carroças. De ora avante, tenho a certeza, os ciganos vão ter o maior cuidado com este aspecto.
Além de que vão tirar seguro, comprar coletes reflectores, levar as carroças à inspeção.
Na AR enquanto uns desesperam, outros, mais condescendentes, acham - "um caminho interessante".
Até o ACP defendeu a emissão de cartas e licenças especiais para conduzir charretes e carroças.
Tudo isto faz todo o sentido, dizem vários.
Pela minha parte, estou a ver burocracia e despesas sobre os condutores de charretes em Sintra, Cascais, Algarve e por aí fora.
Em paralelo ao rigor sobre as charretes, também não estou a ver os ciganos a, fazer fila nas companhias de seguro, nas agências do ACP, e irem depois pressurosos ás lojas de produtos para automóveis para comprarem coletes reflectores para todos os familiares.
Tal como estou a ver a GNR a não mandar parar carroças conduzidas por ciganos, assim verificando por telepatia o escrupuloso cumprimento da lei que vier a ser promulgada, e mandando-os  seguir boa viagem com a continência da ordem..............
E estamos nisto.
AC

domingo, 12 de agosto de 2018

TEJO.  APANHA ILEGAL de BIVALVES
No passado dia 26 de Julho coloquei um longo post sobre esta pouca vergonha, que se desenrola à vista de todos, há longo tempo.
Observa-se o enxame de corpos na água dos dois lados da ponte Vasco da Gama, observa-se a canalha coordenadora a encher depósitos de combustível nas estações de serviço de Montijo, Alcochete, Moita, Seixal, observa-se alguns dos que aparentam estar na parte de cima da pirâmide exploradora a conduzir bons mas mal tratados BMW ou Audi, observa-se a pesagem dos sacos com amêijoas, observa-se o estado da maior parte dos barcos utilizados que evidenciam um estado de conservação deplorável e, pergunta-se, a autoridade marítima inspeciona?
O que está em causa?
Questões de saúde pública, imigração ilegal, actividade comercial ilegal, criminalidade, exploração/ tráfico de pessoas, completo descontrolo de entradas de cidadãos estrangeiros.
Porque não estancam isto?
Para não aumentar a criminalidade em, Alcochete, Barreiro, Montijo, Samouco, Rosário, Moita, Alhos Vedros, Seixal?????
Não sabem onde eles moram/ dormem?
Desconhecem o que se passa nos "cascos velhos" de certas localidades do arco ribeirinho Sul?
Em que sociedade nos estamos a transformar?
Que poucas vergonhas das mais variadas espécies vamos engolindo?
Aparentemente, parece que alguém se começou a sentir incomodado. Aparentemente, por exemplo, o SEF colocou-se em campo. Agora já forças bem armadas.
Aparentemente, como noticia o Expresso (que tem estado atento a este assunto), apanharam um dos de cima.
Mas, pergunta este cidadão comum bom conhecedor deste Portugal, de concreto o que vai acontecer cá em Portugal ás tais "centenas de ilegais"?
A mim ninguém me convence do contrário: NADA, ou quase nada.
Nem os prendem nem os expulsam. Oxalá me engane. 
Enquanto em Espanha e por cá não for muita gente para o hospital à conta da mixórdia que apanham por cá...............
AC

sábado, 4 de agosto de 2018

PEÕES,  PASSADEIRAS,  AUTOMOBILISTAS, CICLISTAS
Existem estudos, estatísticas, etc, sobre a mortandade nas nossas estradas.
E existem, diariamente, as notícias relatando os camiões que se viram em dias em que não choveu, os atropelamentos e fugas subsequentes, os relatos radiofónicos matinais sobre Lisboa (2ª circular, IC19, A5, A2, túnel do Grilo etc), Porto (VCI, ponte do Freixo etc).
Um massacre.
Ainda hoje, segundo ouvi no rádio do carro pouco passava das dez da manhã quando regressava apressado para casa, ouvi que num nó perto da Vila Franca de Xira, um camião se "esbardalhou todo" como hoje em dia dizem os putos. Apesar de não estar a chover, tenho a certeza que foi por causa da chuva e do mau estado da via. DE CERTEZA!
Mas nunca nada se sabe sobre as consequências para os condutores dos camiões que causaram horas de interrupção das vias rodoviárias, o que vai sendo feito para tentar encontrar os que fogem/ fugiram dos acidentes, o que lhes aconteceu depois de caçados, etc.
Por alturas do Natal, Carnaval, Páscoa, relatam-se as grandes operações da GNR, sempre com muita pompa, e depois os relatos  comparando estatística com anos anteriores.
Mas, deve ser impressão minha, basicamente continua mais ou menos tudo como sempre, um bocadinho de menos mortos aqui, um bocadinho de mais acidentes ali, as cenas caricatas da fita métrica a meio da estrada. Depois dizem que o Eça era exagerado.
AC

quinta-feira, 26 de julho de 2018

TEJO.  APANHA ILEGAL de BIVALVES
Quem tem que olhar para a pouca vergonha que há anos se pratica à vista de todos, e que alastra com a maior descontração?
Naturalmente o governo, em primeiro lugar. 
E, no mínimo, entidades como, o ministério do ambiente, ASAE, GNR, Capitania do Porto de Lisboa, SEF, Polícia Marítima, Autoridade Marítima Nacional, câmaras municipais do arco ribeirinho Sul.
Designadamente o jornal Expresso fez há tempos uma longa reportagem sobre o assunto. Em jornais da região, na margem Sul do Tejo,  o tema é periodicamente abordado.
O que está em causa?
Questões de saúde pública, imigração ilegal, actividade comercial ilegal, criminalidade, exploração/ tráfico de pessoas, completo descontrolo de entradas de cidadãos estrangeiros.
Diz-se que a maior parte dos bivalves diariamente apanhados e pesados nas barbas de toda a gente que passa nas zonas ribeirinhas em causa vai directamente para Espanha. 
Já terá sido visto, por exemplo, um saco de rede encarnado cheio de bivalves ser pesado e poucos segundo depois uma nota de dez euros ser entregue ao desgraçado dentro do fato de mergulhador meio roto.
Porque não estancam isto?
Para não aumentar a criminalidade em, Alcochete, Barreiro, Montijo, Samouco, Rosário, Moita, Alhos Vedros, Seixal?
Não sabem onde eles moram/ dormem?
Desconhecem o que se passa nos "cascos velhos" de certas localidades do arco ribeirinho Sul?
Em que sociedade nos estamos a transformar?
Que poucas vergonhas das mais variadas espécies vamos engolindo?
AC

terça-feira, 22 de maio de 2018

UM DOS VÁRIOS QUE ANDA À AMÊIJOA
Em "barcoletas" que, de vez em quando, .....afundam. 
Mas para o ministério do ambiente, ASAE, GNR, SEF, Autoridade Marítima, o que se passa ás claras no Tejo com dezenas e dezenas e dezenas de gabirús  de nacionalidades várias e de certeza todos legais, deve estar tudo muito bem! Marisco óptimo!
AC

terça-feira, 8 de maio de 2018

FORÇAS de SEGURANÇA, a REFORMA
(Discurso do então PM José Sócrates, algures em 2007, na AR)
( coloridos, da minha responsabilidade)

(já não me lembro se nesta altura António Costa ainda era o MAI)


" Senhor Presidente
Senhoras e Senhores Deputados

1. Reformar a Segurança Interna

A determinação reformista do Governo continua viva como na primeira hora. Quero hoje apresentar, à Assembleia da República, a reforma do sistema de segurança interna e das forças de segurança. A segurança e a liberdade são condições recíprocas do Estado de Direito. A segurança é mesmo a primeira das liberdades. Sabemos bem que Portugal é um país seguro e isso é confirmado pelos principais indicadores internacionais. Contudo o Sistema de Segurança Interna que tem vigorado desde os anos oitenta é fruto de uma conjuntura internacional e nacional ultrapassada. Temos bem consciência que as ameaças e os riscos são hoje diferentes na natureza e na intensidade. Por outro lado, os componentes do sistema de segurança interna foram emergindo sem coerência nem visão de conjunto. O Governo está bem consciente da necessidade de superar estes problemas e por isso desencadeou um processo de estudo e audição envolvendo as forças e serviços, peritos, responsáveis políticos e parceiros socio-profissionais. Estou hoje em condições de anunciar as principais linhas de orientação da reforma, as quais serão aprovadas no Conselho de Ministros de amanhã.


2. A reforma do Sistema de Segurança Interna

Apresentaremos nesta Assembleia, até ao próximo mês de Junho, uma proposta de uma nova Lei da Segurança Interna, que espero seja motivo de consenso alargado entre as diferentes forças políticas. A nova Lei, desde logo, assentará num conceito estratégico de segurança adequado ao nosso tempo: um conceito mais amplo que seja capaz de integrar, por um lado, a acção de prevenção e a resposta necessária e, por outro lado, enfrente quer os riscos resultantes da criminalidade e da nova ameaça do terrorismo internacional quer os riscos naturais, tecnológicos ou de outra natureza que também impendem sobre a sociedade portuguesa. Não defendo alterações radicais no sistema de forças e serviços de segurança. Há vantagens reconhecidas na manutenção de uma força de segurança de natureza militar, uma força de segurança de natureza civil, uma polícia judiciária centrada na criminalidade mais complexa e, dada a relevância crescente do fenómeno migratório, um serviço especializado de imigração e fronteiras. Estas quatro forças e serviços de segurança continuarão a ser os pilares em que assenta o nosso sistema de segurança interna. A questão crítica continua a ser a da coordenação e a da resposta integrada perante as ameaças. A pedra angular da reforma será, por isso, a criação de um Sistema Integrado de Segurança Interna, liderado por um Secretário-Geral que coordenará a acção das forças e serviços de segurança e poderá assumir, nalgumas situações, a direcção, o comando e o controlo dessas forças tendo também responsabilidades executivas na organização de serviços comuns como é o caso do SIRESP e da Central de Emergências 112. O Sistema deverá assegurar a articulação entre as diferentes forças e serviços de segurança, mas também com o Sistema de Protecção e Socorro e com o Sistema de Defesa Nacional.

3. A reforma das Forças de Segurança

No quadro da reforma do Sistema de Segurança assume especial importância a reforma da Guarda Nacional Republicana e da Polícia de Segurança Pública. Quero apresentar as suas traves mestras, que beneficiaram já da contribuição das estruturas de comando das duas forças e serão agora objecto de consulta junto de todos os partidos com representação parlamentar, para além, naturalmente, das associações sindicais e socioprofissionais. Três objectivos orientam a proposta do Governo – e gostaria de ser inteiramente claro sobre cada um deles. O primeiro é a adequada articulação das áreas de responsabilidade da GNR e da PSP. O segundo é a racionalização das Forças de Segurança. O terceiro é aumentar o investimento nas instalações e equipamentos das Forças de Segurança, estabelecendo uma programação de base plurianual. Os três objectivos estão interligados. É combatendo as ambiguidades e sobreposições na definição de responsabilidades e racionalizando a estrutura e a gestão que libertamos os meios necessários ao investimento – isto é, que conseguimos, mesmo em período de contenção da despesa pública, melhorar o equipamento das Forças de Segurança e as condições de trabalho nas Forças de Segurança.

4. Nove medidas para a reforma das Forças de Segurança

Quero destacar nove medidas essenciais para prosseguir os três objectivos da reforma das forças de segurança. Em primeiro lugar, vamos combater a actual situação de freguesias partilhadas entre a GNR e a PSP, que ficarão limitadas às situações excepcionais em que elementos naturais, vias de comunicação ou a própria descontinuidade física aconselhem tal partilha. Do mesmo modo, eliminaremos todas as actuais situações de descontinuidade territorial nas áreas atribuídas a cada uma das forças nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto. Em segundo lugar, vamos reorganizar o Comando-Geral e as unidades da GNR. Serão extintas as Brigadas Territoriais e reduzidos os Grupos Territoriais no Continente, reforçando-se, em contrapartida, a estrutura do Comando-Geral. Será extinta a Brigada de Trânsito, sem prejuízo da sua especialização que será assegurada por uma direcção técnica no Comando-Geral e a afectação integral aos Grupos Territoriais dos efectivos disponíveis, permitindo reforçar o combate à sinistralidade rodoviária. Será também extinta a Brigada Fiscal, dando lugar a uma Unidade Fiscal e a uma Unidade de Controlo Costeiro. Por fim, serão integrados os Regimentos de Cavalaria e de Infantaria com a criação uma Unidade de Segurança e Honras de Estado e uma Unidade de Intervenção.

Em terceiro lugar, as três unidades especiais da PSP serão fundidas numa só unidade. Os três comandos em que está presentemente dividida a PSP na Região Autónoma dos Açores serão substituídos por um único comando regional. Será criado o Departamento de Investigação Criminal na Direcção Nacional e, finalmente, será profundamente revisto o dispositivo territorial da PSP nas cidades e áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto. Neste sentido, quero desde já anunciar a intenção do Governo de iniciar pelas Polícias Municipais de Lisboa e do Porto a descentralização das competências da PSP em matéria de fiscalização de trânsito.

Em quarto lugar, vamos proceder à instalação de serviços partilhados comuns ás forças de segurança nos domínios das relações internacionais, sistemas de informação e comunicações, obras e aquisições, tudo com evidentes ganhos de eficiência, produtividade e poupança de recursos.

Em quinto lugar, os cursos ministrados nos estabelecimentos de ensino superior policial e militar que serão adaptados ao Processo de Bolonha e a revisão das carreiras de oficiais na GNR e na PSP permitirão introduzir formações conjuntas para as duas forças e unidades curriculares comuns nos cursos de oficiais e nos cursos de especialização e progressão na carreira.

Em sexto lugar, e tendo em vista a qualificação dos recursos humanos, fixa-se o 11º ano de escolaridade como requisito de admissão ao curso de guardas, garantindo a equivalência deste curso ao 12.º ano. Por outro lado, cria-se um quadro próprio de oficiais-generais e estabelece-se um horário de referência, sem prejuízo da disponibilidade permanente, para os militares da GNR.

Em sétimo lugar, quero sublinhar um ponto importantíssimo. As alterações orgânicas das forças, a externalização de funções e os serviços partilhados permitirão a libertação de 4800 efectivos para a actividade operacional. Ao mesmo tempo, 1800 postos de trabalho em funções de suporte poderão desde já ser desempenhados por funcionários civis, no quadro da mobilidade no interior da administração pública. Estas medidas permitem, desde já, ao Governo decidir a não realização, em 2008 e 2009, dos habituais concursos para novas admissões de guardas e agentes da GNR e PSP.

Em oitavo lugar, e não obstante a vastidão da reforma, quero, senhor Presidente, dar um enfoque muito particular à questão dos investimentos. Assim, apresentaremos a esta Assembleia, em Abril, aquela que será a primeira proposta de Lei de Programação de Instalações e Equipamentos das Forças de Segurança. Esta lei permitirá planear os investimentos em instalações, veículos, comunicações, sistemas de informação, armamento e outros meios no horizonte dos próximos cinco anos, de 2008 a 2012, envolvendo um montante de cerca de 400 milhões de euros. Este valor, senhoras e senhores Deputados, corresponde à duplicação do investimento anual nas Forças de Segurança – e é a melhor demonstração da nossa vontade de modernizar o sistema de protecção da liberdade dos cidadãos. Um terço deste reforço será compensado com a alienação de instalações e dois terços resultarão da poupança com a não incorporação, durante dois anos, de novos guardas e agentes, garantindo-se, desta forma, que estes investimentos não terão um impacto acrescido no défice orçamental.

Em nono lugar, quero destacar três áreas de investimento que me parecem especialmente importantes. Primeira: substituição ou reabilitação da totalidade dos 125 postos e esquadras classificados em mau estado. Segunda: renovação da frota de patrulha, com a substituição, ao longo dos próximos cinco anos, de cerca de 3000 viaturas de ambas as forças. Terceira: modernização tecnológica das forças, com ligação em banda larga de todos os postos e esquadras e dotação de todas as patrulhas com os meios da tecnologia da informação. Esta é uma reforma emblemática da linha de rumo do Governo. Libertamos pessoal treinado para funções policiais das tarefas burocráticas que os absorvem – e assim aumentamos os efectivos nas ruas. Deslocamos pessoal da administração pública excedentário nos seus serviços para os postos civis nas actividades de suporte das Forças de Segurança – e assim aproveitamos plenamente os mecanismos de mobilidade no Estado. Racionalizamos a estrutura e modernizamos a gestão, combatendo as deseconomias – e assim usamos as novas tecnologias e os novos métodos de organização para conseguir mais eficiência e melhor serviço. E com tudo isto acumulamos recursos que são indispensáveis para investir onde é preciso, nas instalações e equipamentos e na melhoria das condições de trabalho das mulheres e homens que servem nas Forças de Segurança.

É bem disto que se trata. O tempo é de disciplina orçamental e consolidação das contas públicas. Mas não é de inacção. Pelo contrário, o tempo é de reforma. Reforma nos vários domínios do Estado, reforma também na área da segurança, indispensável para o bem-estar dos cidadãos e condição para o desenvolvimento do País."


Vale a pena ler "isto" e, depois, ir verificar, o estado das coisas anunciadas, a articulação entre forças de segurança, entre outros departamentos do Estado, o que se passa no âmbito do SIRP (sistema de informações da República Portuguesa), etc.

E quantas viaturas? Pelos vistos, até ao final de 2012 receberam quase 3000!

E as 125 esquadras em péssimo estado?

Isto é tudo tão engraçado.
AC

terça-feira, 13 de março de 2018

TUGAS,  AUTOMÓVEIS,  CAMIÕES,  MOTAS, ESTRADAS, SINISTRALIDADE.   
MAS,  TAMBÉM,  MUITA  FALTA  de,  EDUCAÇÃO,   e RESPEITO  PELOS  OUTROS. 
E, claramente, nada de repressão a sério, a doer.
É verdadeiramente escandaloso o que se passa nas vias rodoviárias nacionais. AEs, nacionais, IPs, ICs, municipais.
Um escândalo. A fotografia supra é apenas uma de um desfiar diário de tragédias.
Na passada 5ª Feira, mais um camião carregado de terra, rebentou com coisas na A1, circulação interditada horas.
De certeza que o condutor não teve culpa nenhuma, estava a chover, esse é que foi certamente o problema, o único problema.
No Sábado 3 de Março fui ao Porto. 
No sentido Porto-Lisboa, do outro lado portanto, vi um carro virado de pernas para o ar, e como só vi a polícia e mais nenhum acidentado, presumo que se estatelou sozinho. Ainda bem que não aleijou inocentes.
Antes de chegar à portagem dos Carvalhos, vi um Porche Panamera que se espatifou sozinho, os "rails" e a frente dele todos estoirados. Tudo, APENAS, por causa da chuva, evidentemente.

Mais exemplos? 
São diários, incluindo os acidentes com carros das elites (???), como por exemplo, ocorrido anos atrás em plena Av da Liberdade porque uns cavalheiros tidos como muito importantes estoiraram dois enormes BMW e, claro, pagam os contribuintes. Responsabilidades para esses senhores ZERO.
Ou os carros das escoltas que se estoiram porque PM ministros e outra gentalha decidem que as limitações de velocidade são para os imbecis dos contribuintes, para o povão.
É um escândalo a ocorrer diariamente nas rodovias. 

Os políticos não falam, todos, nenhum fala. Não dá votos nem tempo de TV. 
Alguns preocupam-se com os cães nos restaurantes, os géneros, ou onde devem meter as flores, etc. 
Os chamados jornalistas reportam apenas os acidentes. 
Nenhum artigo de fundo, nenhuma investigação, nada sobre este problema que mata, mata, mata, mata, mata, mata.
Como já indiquei em cima, os motoristas dos titulares dos órgãos de soberania são dos primeiros a não cumprir o código da estrada, pois a isso são obrigados pelos chefes, por esses chamados dignitários
Sinistralidade brutal nas rodovias, aqui está mais um assunto onde Marcelo não pode tirar uma "selfie" e portanto não lhe interessa falar.
UM ESCÂNDALO.

E por ser um escândalo, vou ser mais violento. Oxalá um destes dias em vez de se virar um carro da escolta, seja um pantomineiro dignitário a ficar gravemente ferido, mas muito, devido a estampanço do carro oficial em que seguia, e que mandou ir a 200 km/ h ou coisa parecida, para cumprir a sua agendazinha de propaganda!!! Oxalá aconteça, e seja muito grave. 
Talvez assim, durante umas semanas (depois voltará tudo ao mesmo) parem para meditar, e passem a andar só a 150 km/h!!!!!.
A terminar: porque não tiram a carta a uns quantos, por exemplo camionistas, e isso seja publicitado, sem dizer nomes?
A culpa é sempre da chuva, não é  ?
António Cabral