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sábado, 16 de novembro de 2024

ORA "BAMOSLÁVER"

O peixe está caríssimo.

Certas praças, antigamente, tinham várias bancas de peixe.

Conheço uma que desde há alguns anos tem cerca de 1/5 das bancas que existiram nos anos 80 do século passado.

A este propósito, apetece-me perguntar, por exemplo, na Póvoa do Varzim ou Vila do Conde, ou Figueira da Foz, quantos barcos de pesca existem? E desses, quantos estão parados por falta de pescadores?

E se falarmos de Caminha, Leça, Setúbal, Sesimbra, Sines, e portos do Algarve?

Só gostava de saber.

AC 

quarta-feira, 24 de julho de 2024

CRÓNICA da PRAIA
VEJAMOS,
Se verifico que este e outro andam aqui sempre em frente à praia, entre as zonas da Manta Rota e Altura e cerca das 1000/ 1030 horas partem em direção a Vila Real da Santa António, 
- se verifico que o radar da GNR cimeiro à Praia Verde está sempre a rodar supondo-se portanto operacional, 
- se verifico que nunca aparece lancha da Polícia Marítima, 
- se verifico que não aparece uma daquelas soberbas lanchas da GNR,
- se não se vislumbra navio patrulha da Marinha,

posso concluir que está autorizado a arrastar tão perto das praias?
AC

sexta-feira, 18 de agosto de 2023

OBRA do SIS, CERTAMENTE
É que estava ali um outro pescador . . . . 
Olha, desapareceu outro!
AC

terça-feira, 6 de junho de 2023

À  PESCA . . . .  teoricamente . . . .

Na realidade, aguardando a chegada de agente do SIS para lhe entregar a cana de pesca da direita, voluntariamente, que contem no seu interior microfilmes revelando encontros na Ericeira entre quem se sabe e seus ex-ajudantes que hoje têm também ajudantes.

AC 

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

domingo, 31 de maio de 2020

terça-feira, 10 de março de 2020

terça-feira, 2 de julho de 2019

À VISTA de TODA a GENTE
Praia de Altura, esta manhã, à vista de toda agente. Para lá e para cá!!
Impunidade absoluta?
Esta coisa e muitas outras trazem-me à cabeça o tema autoridade do Estado.
O engraçado (??!!??) é ver ali a poucos metros (início da praia Verde, uma das torres de vigia (a antena do radar bem roda) da GNR, a tal que tem umas caricatas embarcações de controlo.......
Será que detecta estas embarcações e, detectando, avança intrépida sobre elas ou, alerta a autoridade marítima e a polícia marítima?
Olha o que me havia de lembrar.
AC

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Um  ESPANHOL junto ao RIO ERGES
Pela matrícula do carro estacionado perto da ponte, seria espanhol
AC

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Proa de barco de pesca, que já não pesca
É no tal célebre País de marinheiros. Marinheiros?
País de banhistas, e muitos são manhosos.
AC

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

À PESCA
Algumas pessoas usam o seu tempo na pesca desportiva; algumas por necessidade de arranjar sustento, outras não. Na sociedade portuguesa estivemos, estamos, e parece estarmos fadados a assim continuar: à pesca!!!!
À pesca de ajudas, à pesca de juízo, à pesca de soberania, à pesca de vida melhor, etc.
O dramático, a meu ver, nem é bem o estarmos à pesca, é estarmos sempre no mesmo sítio, é estarmos com o engodo errado, é estarmos à pesca na hora menos favorável, é querermos que alguém nos segure na cana, vá chamar o peixinho para mais perto do anzol, e lhe grite: come o anzol, e salta para o cesto!!!
AC

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Os acidentes marítimos
Usando a terminologia de António Costa, sei "poucochinho" deste assunto.
Mas sei alguma coisa, podem estar certos, e não é de ouvir falar ou ter lido, é da vida activa, passada.
Infelizmente, deu-se mais uma tragédia com pescadores. Existem famílias enlutadas.
Nesta circunstâncias é sempre mais difícil falar das coisas.
Desconheço os contornos do acidente marítimo, mas tenho a certeza, da experiência profissional do passado, que o acidente não se deu por uma só causa.
Tal como nos acidentes rodoviários, existe sempre mais do que uma causa. Mas nos acidentes rodoviários é comum culpar só a chuva, ou o asfalto, etc. Nunca é porque o condutor não adequou o andamento ás condições da estrada, do tráfego, da carga transportada, do eventual estado de cansaço, e por aí fora. E depois a GNR vai apurar as causas!!!!!!
Voltando aos acidentes marítimos, as tragédias não ocorrem porque houve um golpe de mar, apenas.
Repito, desconheço os contornos e possíveis causas.
Mas eu que vejo pouca televisão, fui chamado à sala pela minha mulher para observar certas reportagens sobre o assunto.
Face ao que antecede, provavelmente, digo eu, se calhar era mesmo verdade que a bordo não estariam com os coletes de salvação vestidos e adequadamente cingidos ao corpo.
Situação recorrente ao longo das décadas, com os pescadores portugueses.
Mas, depois de mais uma tragédia, assiste-se ás mais curiosas (??) discursatas de certos senhores que evidenciam tudo o que aconselharia a não abrirem a boca, sobre o que a lei impõe / obriga ou não.
E sempre com o brilhante (!!??!!) trabalho jornalístico!!!
Faz-me lembrar o meu neto mais novo, 8 anos, quando há poucos dias lhe chamei à atenção que de manhã começa a estar fresco e, portanto, deve levar um casaco de malha - oh avô, toda a gente vai só de T-shirt para o colégio!!!!!!
Lamentável, mais famílias enlutadas. Cena que se repete e, infelizmente, se repetirá no futuro.
E a culpa será, sempre e só, da autoridade marítima, está bem de ver.
António Cabral (AC)



terça-feira, 14 de julho de 2015

Presidente da República,....o mar,.....a pesca a reinventar-se (!!!?!!),.....
Esta tarde fui corrido da praia de SJoão da Caparica, ás 1830h, já não aguentava mais a ventania e o continuo borrifar de areia.
Vim para casa. Vi na TV o actual inquilino de Belém a deitar cá para fora umas postas de pescada.
Certamente alguns números correspondendo à realidade.
Mas o autarca do PSD que falou não esteve com meias medidas, lembrou ao antigo PM que desapareceram cerca de 3000 barcos de pesca.
Muitos, certamente estavam podres. Muitos certamente precisavam de reconversão.
Seriam precisos novos barcos. Mas o que fez o então governo do tempo do PM Cavaco Silva? Abates atrás de abates, sem o sistema de justiça actuar nas várias vigarices.
Uma vergonha nacional. País de marinheiros? País de banhistas, e a maioria muito manhosos.
Alguma coisa, creio, está de facto a reinventar-se nas pescas. Mas o actual inquilino de Belém continua igual a si próprio. Para nossa desgraça colectiva.
AC