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domingo, 16 de fevereiro de 2025

Casas invadidas: a atuação da GNR
GNR «desenvolve as diligências policiais admissíveis», nomeadamente a recolha de informações, recolha de provas, apreensões, identificação e/ou detenção dos suspeitos envolvidos.

Atualmente existem várias casas invadidas, o que tem provocado uma onda de críticas em relação à atuação das autoridades.

Ao Nascer do SOL, a GNR explica que «em ocorrências em que seja verificado algum ilícito criminal, nomeadamente de violação de domicílio, de introdução em lugar vedado ao público ou de usurpação de coisa imóvel» e sempre que exista a formalização das respetivas queixas crime por parte dos detentores desse direito, «desenvolve as diligências policiais admissíveis», nomeadamente a recolha de informações, recolha de provas, apreensões, identificação e/ou detenção dos suspeitos envolvidos.

Mas assume que «poderá não ser ajustada a imediata detenção ou mesmo retirada de cidadãos que ocupem ilegitimamente imóveis, em razão da inexistência de reposta oportuna», referindo que a Guarda «pode promover a retirada das pessoas, em colaboração com o Ministério Público e em cumprimento de decisão judicial».

Ao passar os olhos pelas "gordas" de vários OCS nacionais via NET dei com a notícia supra, onde sublinhei algumas partes que me assaltaram o espírito.

Crescem, creio eu, ocupações ilegais. 
Tal como no tempo do PREC.

E o que devo concluir da notícia supra?
Que quem ocupa ilegalmente é rapidamente controlado pelas forças de segurança, expulso da propriedade de outrem?

Arrisco dizer que, se calhar, como dizia o outro, "tem dias, logo se vê".

Depois admiram-se que mais pessoas infelizmente votem e apoiem os execráveis (opinião pessoal, naturalmente) gajos do Chega.
AC

terça-feira, 9 de junho de 2020

? ? ? ? ? ? ?
Estive a olhar para uma imensa série de fotografias e entre elas está esta em baixo.
Que explica muito bem o que se está a passar a pouco e pouco em Lisboa e, provavelmente, a ser preparado em outros locais/ cidades/ vilas do País.
Palavras para quê?
Só se surpreende quem está a Leste do paraíso.
Não me surpreendo, até porque tudo isto e outras do género saem das "madrassas" e dos "acampamentos" de Verão das "agremiações folclóricas".
E não me surpreende igualmente o silêncio do PR, do PM, do presidente da Câmara de Lisboa e etc.
AC