O suspeito tem 45 anos, natural de Hanôver, com ascendência turca, segundo as autoridades, citadas pela televisão pública alemã ARD. Acredita-se que o motivo do tiroteio seja uma disputa pela custódia da filha de três meses, pois o suspeito esteve presente numa audiência marcada no centro em relação à guarda da menor, onde algumas das vítimas mortais também estiveram. . . .
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quarta-feira, 1 de julho de 2026
O suspeito tem 45 anos, natural de Hanôver, com ascendência turca, segundo as autoridades, citadas pela televisão pública alemã ARD. Acredita-se que o motivo do tiroteio seja uma disputa pela custódia da filha de três meses, pois o suspeito esteve presente numa audiência marcada no centro em relação à guarda da menor, onde algumas das vítimas mortais também estiveram. . . .
sábado, 20 de junho de 2026
Como sempre acontece na vida e particularmente em Portugal, por quase tudo e para quase tudo aparece sempre quem se esganice num sentido e quem se esganice em sentido contrário. Moderação, procura do rigor aparece pouco.
Como disparate me parece o afirmar-se que Luís Neves deseje no seu íntimo encher as prisões o mais possível.
Pessoalmente, como cidadão comum, não é do meu agrado o estilo discursivo a roçar o tempestuoso que até agora Luís Neves vem empregando.
Um dos muitos problemas que o MAI tem (que nós como sociedade temos) é a segurança dos cidadãos e das infra-estruturas críticas (aqui devem entrar também as FA), e é inerentemente o nível /qualidade dos efectivos das forças de segurança. Com problemas graves!
sábado, 23 de maio de 2026
(meus comentários no final)
PS e PSD, durante o plenário de quarta-feira, 20 de maio, concordaram na ideia de que não se pode desclassificar os documentos relativos às Forças Populares 25 de Abril (FP-25) e à rede bombista de extrema-direita. O tema foi levado ao Parlamento pelo Chega, com uma iniciativa que recomendava a desclassificação de “todos os registos, documentos, dossiers e arquivos dos serviços de informações relativos à organização terrorista de extrema-esquerda FP-25”. No entanto, o debate foi alargado – com um projeto de lei do BE e com um projeto de resolução do Livre – a movimentos de extrema-direita, como o Exército de Libertação de Portugal (ELP), Movimento Maria da Fonte e Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP).
Em desacordo com a desclassificação destes documentos, o deputado socialista Pedro Delgado Alves, depois de atribuir ao debate um intuito "provocatório" por parte do Chega, assinalou um dever que todas as bancadas devem ter "perante todas as vítimas da violência política, da extrema-esquerda, da extrema-direita, de onde quer que ela venha, dos seus familiares e de todos aqueles que investigaram os crimes cometidos em vários momentos, e que foram, todos eles, objeto de repúdio e de condenação", de não instrumentalizar este debate "para abrir guerras culturais e para dividir aquilo que a democracia portuguesa teve a sabedoria de ser capaz de construir".
"A pergunta que devemos fazer é: 50 anos é tempo suficiente para não recearmos abrir os documentos?", perguntou, de forma retórica, o deputado do PS, respondendo: "Não sei. E na dúvida, perante as intenções declaradas de querer abrir uma guerra cultural, perante o momento de radicalização e de extremismo e de vontade de voltar a cavalgar estes temas, eu acho que não devemos fazer este exercício de viajar no tempo para fazer mal agora, em 2026, o que fizemos bem em 76, nos anos 80, nos anos 90. E, portanto, a razão, a primeira, pelas quais não acompanhamos os projetos é esta mesma: eles não são úteis à democracia em 2026. Mas mais do que isto, elas também oferecem problemas jurídicos", concluiu.
Com a justificação de que esta "desclassificação é muito mais complexa, muito mais grave e exige muito maior atenção que a própria classificação", o deputado do PSD António Rodrigues lançou dúvidas sobre a pertinência de se fazer este debate agora sugerindo que "alguns querem fazer contas com a história porque não estão satisfeitos com aquilo que aconteceu".
"Nós não estamos satisfeitos, mas temos a noção daquilo que aconteceu. Mas aquilo que está em discussão é verdadeiramente uma questão de Estado. Estamos disponíveis para pôr em causa o Estado naquilo que é mais sagrado, naquilo que é o segredo de Estado, naquilo que nós nos importamos no Parlamento, naquilo que é feito por órgãos próprios que foram escolhidos para esta Assembleia, ou queremos tornar isto uma chicana política, uns contra os outros, a reviver a história que está à volta, que está à revista e que está a tratada?", interrogou o deputado social-democrata, vincando que "o que se quer com estas propostas, com estes projetos de resolução ou com este projeto de lei é voltar a criar a confusão e o caos político em Portugal".
A premissa do documento do Chega, apresentado por Diogo Pacheco de Amorim, assenta numa notícia com um ano, do Expresso, que dá conta de que o Serviço de Informações de Segurança (SIS) "está a considerar a desclassificação de centenas de documentos do seu espólio de entre 1985 e 1990, contanto que não seja colocada em causa a Segurança Nacional", explicou o deputado.
De acordo com Pacheco de Amorim, o Chega entende que "não é apenas o período final das FP-25" que "importa conhecer, mas, isso sim, todo o período decorrido entre abril de 1980, data da sua fundação, e 1 de março de 1996, data da aprovação parlamentar da amnistia dos condenados da FP-25".
"Pelo que o acesso a todos os documentos e a todos os factos compreendidos dentro desse espaço de tempo se torna essencial. Quanto à Segurança Nacional, não se vislumbra qualquer interesse superior nesse campo a salvaguardar", afirmou, observando que BE e Livre "estão certos" nas inicitivas que apresentam para "tornar extensivo este pedido a todos os movimentos acusados de utilização de violência desde o 25 de Abril de 1974 até à aprovação da amnistia parlamentar".
Por seu turno, o deputado único do BE, Fabian Figueiredo, alertou para um "silêncio que dura há meio século" em Portugal "sobre quem pôs a bomba que matou o padre Max e a jovem de 19 anos, na Cumieira, sobre quem armou as Forças Populares 25 de Abril. Sobre a contabilidade do terror que, dos anos 70 aos anos 80, fez mais de duas dezenas de mortos, da extrema-direita bombista à extrema-esquerda armada".
Argumentando que "os documentos existem", mas "estão guardados", sem que ninguém possa consultá-los – como aconteceu , observou, com o jornalista Miguel Carvalho, quando escreveu o livro Quando Portugal Ardeu –, Fabian Figueiredo considerou que "as melhores obras sobre estes anos foram escritas por quem teve de procurar a verdade fora dos canais oficiais e há famílias que enterraram os seus sem nunca saberem por ordem de quem".
Tendo em conta que o projeto de lei do BE propõe uma comissão multidisciplinar afeta ao Parlamento para desclassificar os documentos em causa, o deputado bloquista explicou que "este projeto faz uma coisa simples e uma coisa difícil. A simples: cria uma comissão independente que abre tudo, as FP25 e a rede bombista, sem exceção, sem escolher metades. A difícil: pede a esta câmara a coragem que meio século de democracia nos exige, com toda a disponibilidade de melhorar a proposta na especialidade".
Para o líder do Livre Rui Tavares, "ser contra a violência política e que todos os partidos sejam é importante".
Com uma mensagem para o Chega, por só contemplar no projeto de resolução a desclassificação dos documentos relativos às FP-25, Rui Tavares considerou que "querer apenas dirigir os esforços da transparência para um lado é apenas utilizar a condenação da violência política para caricaturar adversários ou para fazer, digamos, gincanas políticas convenientes".
A líder parlamentar do PCP, Paula Santos, confirmou que a bancada comunista está "de acordo com a desclassificação dos documentos, quer quanto ao terrorismo bombista das forças reacionárias contra o 25 de Abril, quer quanto às FP-25", argumentando que "haverá certamente muitas informações que ajudarão a compreender quem é quem e que poderão surpreender os mais incautos, mas também deixará cair a máscara a muitos que compactuaram, direta ou indiretamente, com as ações bombistas e terroristas".
Para a deputada comunista, o Chega, com esta iniciativa de desclassificar os documentos, apresenta-se com o único propósito de "ocultar a ação terrorista bombista entre 1975 e 1977, desencadeada contra o processo de institucionalização do regime democrático".
"Sobre isto, nem uma palavra do Chega, mas já agora, também, nem uma palavra do CDS. O terrorismo bombista das organizações de extrema direita, que não se conformavam com Abril e que ambicionavam o regresso à ditadura, o MDLP, o ELP, o Movimento Maria da Fonte, a FLA [Frente de Libertação dos Açores], a FLAMA [Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira], elegeram o PCP como alvo político principal a liquidar", sustentou Paula Santos numa nota dirigida ao líder parlamentar do CDS, Paulo Núncio, que criticara numa intervenção PS e PCP por terem votado favoravelmente a amnistia às FP-25, afirmando que foi algo que "contribuiu para o branqueamento político e moral do terrorismo de extrema-esquerda".
Sobre a rede bombista, Paula Santos lembrou que "estas organizações terroristas foram responsáveis por 566 ações, de entre as quais 310 atentados bombistas, 136 assaltos, 58 incêndios, 36 espancamentos, 16 atentados a tiro, mais de 10 pessoas foram assassinadas".
segunda-feira, 27 de abril de 2026
REALIDADES ou IMAGINAÇÃO ?
De vez em quando noticia-se que a GNR e a PSP fizeram uma mega operação aqui ou acolá e apanharam muitas armas brancas e armas de fogo e munições e armas de caça e granadas e etc. muitos etc.
De cada vez que isso acontece remete-me para várias coisas como, bandos, criminalidade, candonga, negócios debaixo da mesa e também resquícios do passado.
Desse passado podemos lembrar as FP 25 de Abril, ELP, MDLP, e outros à extrema esquerda e à extrema direita, podemos lembrar o PREC e aqueles que de um lado e de outro hoje fazem por esquecer o que fizeram, o arranjar armamento para arranjar "fundos", depois talvez pensar em assaltar o poder com recurso a violência.
Pouco/ nenhum recurso a urnas de voto pois os resultados então já obtidos para um e outro lado estavam longe do desejado!
E por isso ainda hoje continuo a imaginar se os esconderijos de armamento enterrado pelos de um extremo e pelos do outro extremo terão sido passados a quem de confiança ou se algum deles eventualmente ficou na cabeça de quem escondeu porque entretanto morreu sem passar testemunho.
Continuo a imaginar quanto locais em Portugal Continental, ou nos Açores e Madeira continuam a ter armas lá enterradas. Enterradas por seguidores e fanáticos de todos os tipos, de uma ponta a outra.
E quantos sacos com armas foram por exemplo deitados ao Tejo designadamente junto dos pilares da ponte 25 de Abril, para assim salvar um pouco a pele a certos personagens?
Pois, é só imaginação, nada disto se passou. Imaginação!
Os assaltos, as mortes infligidas, os atentados a sedes de partidos nada disso ocorreu. Nem a ninguém passou pele cabeça o assalto ao poder, ou entreter-se a andar a dar tiros a portões e casas, e etc.
Imaginação fértil, NÉ ?
Bom início de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte
AC
sábado, 21 de fevereiro de 2026
A vida ensina que há sempre melhor, que há sempre pior.
Certos jornalistas acharão uma muito boa escolha, outros assim assim etc. Idem com políticos.
Alguns opinadores acharão que Luís Neves meterá na ordem quem disso estiver precisado.
Esta nomeação, presumo, não merecerá qualquer dúvida a Carneiro mas talvez nem todos dentro do PS tenham a mesma opinião. O que dirá o execrável Ventura?
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Se percebi bem a PJ já conhecia a criatura, a qual foi detida em Julho de 2024.
domingo, 7 de dezembro de 2025
O Presidente da República, Jorge Sampaio, esclareceu hoje que a inversão do ónus da prova deveria ser aplicada a "medidas de natureza fiscal e de natureza penal que devem ser introduzidas no combate à corrupção".
O esclarecimento da Casa Civil da Presidência da República foi feito hoje, em comunicado, para dissipar as dúvidas suscitadas pelo seu discurso de ontem no âmbito das comemorações do 5 de Outubro, quando defendeu a introdução da "inversão do ónus da prova" para crimes económicos para que "a justiça e a moralidade sejam repostas" no país.
No entender do Presidente, "a moralidade mais elementar e o sentimento de justiça continuarão gravemente diminuídos" enquanto "for possível exibir altos padrões de vida, luxos, e até reprováveis desperdícios, e, ao mesmo tempo, apresentar declarações fiscais de indigência".
"Obviamente que tais medidas deveriam ser acolhidas com respeito pelo princípio da culpa estabelecido na Constituição. Assim sendo, o que está em causa, para o Presidente da República é a inversão do ónus da prova em matéria fiscal e redistribuição do ónus da prova em matéria penal", sublinha a Casa Civil.
O esclarecimento do Presidente surge depois de uma audiência concedida hoje ao bastonário da Ordem dos Advogados, Rogério Alves, que afirmou discordar da aplicação da inversão do ónus da prova aos crimes do Código Penal.
"Como regra, não se pode aplicar a inversão do ónus da prova em nenhum crime. Se a intenção for inverter o ónus da prova em qualquer crime do Código Penal, tendo o arguido a obrigação de demonstrar que não o cometeu, somos contra", afirmou Rogério Alves, após a reunião com o Presidente sobre a situação na justiça.
Na nota, o Presidente da República considerou que as suas palavras provocaram algumas dúvidas e esclareceu que o que está em causa "é a inversão do ónus da prova em matéria fiscal e redistribuição do ónus da prova em matéria penal".
Em relação às medidas de natureza fiscal, trata-se de "presumir rendimentos correspondentes aos bens adquiridos e fazer pagar o respectivo imposto".
No plano penal "tratar-se-ia da possibilidade de passar a ser considerado crime, que poderia denominar-se de enriquecimento ilícito, a aquisição de bens, acima de determinado valor, em manifesta desconformidade com os rendimentos fiscalmente declarados".
segunda-feira, 24 de novembro de 2025
Criminalidade organizada
Em 2002, na página 42 da revista Visão de 14 de Agosto podia ler-se isto:
". . . . .
A criminalidade organizada aumenta todos os dias".
Para lá dos discursos, das vacuidades de conhecidas personagens, dos bolsados gongóricos, do puxar a brasa à sua sardinha/ cor ideológica, o que está muito diferente, hoje?
AC
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
domingo, 9 de novembro de 2025
Ex-policia foi investigado por participar numa organização criminosa que incluía elementos da polícia. Estes dedicavam-se ao tráfico de droga e outros crimes. Fugiu mas foi detido pela PJ em Almada.
domingo, 26 de outubro de 2025
terça-feira, 16 de setembro de 2025
O Grupo Criminoso Brasileiro PCC (Primeiro Comando Capital) começou a espalhar a sua rede de crime para Portugal, tendo sido já desmantelado um esquema no Consulado-Geral Português no Rio de Janeiro.
terça-feira, 12 de agosto de 2025
O Governo britânico anunciou hoje que proporá uma alteração legislativa para permitir a deportação imediata, e proibição de regresso ao Reino Unido, de criminosos estrangeiros com pena de prisão por crimes em Inglaterra e no País de Gales.
quarta-feira, 18 de junho de 2025
José Luís Carneiro diz que imigração "não é problema nacional de segurança pública". "Hoje, o país é mais seguro do que era quando tinha apenas cerca de mil inspetores do SEF", garante o socialista.
ADORO as GARANTIAS dos POLÍTICOS.
Ventura, que tem de ser respeitado como qualquer outro concidadão, está a começar a construir mais um dos seus números: se percebi bem, pondera avançar com uma comissão parlamentar de inquérito sobre as suspeitas de “atribuição criminosa” da nacionalidade portuguesa.
Quanto a José Luís Carneiro, pode perceber-se que reclame que na sua gerência no MAI correu tudo lindamente. Mas não creio que tenha corrido tudo lindamente, até porque herdou do Cabrita!
JLCarneiro tem razão designadamente numa coisa: há inadmissíveis (opinião minha naturalmente) mensagens e posturas de ódio e de agressividade”.
José Luís Carneiro resolveu citar números e usou certas palavras. Por exemplo, disse que - entre 2003 e 2023, o país teve menos 45 mil crimes participados, entre 2013 e 2023 teve menos 5.000 crimes participados, o que significa que é um país seguro”.
segunda-feira, 7 de abril de 2025
A Polícia Judiciária (PJ) deteve um homem e uma mulher, em Lisboa, por suspeitas de crimes de associação de auxílio à imigração ilegal, falsificação de documentos e falsidade informática.
Mais uma confirmação da ausência de problemas de segurança no nosso país. Força Neves!
Bom início de semana. Saúde, muita paciência e boa sorte.
AC
quarta-feira, 2 de abril de 2025
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
Luís Neves é ouvido na Comissão de Assuntos Constitucionais a pedido da Iniciativa Liberal. A audição incide sobre os "dados divulgados sobre a criminalidade em Portugal".
terça-feira, 18 de fevereiro de 2025
Respeito, sempre, as opiniões de outrem, registo-as, concordo ou discordo.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2025
DEPUTADO SUSPEITO de ROUBAR MALAS
Li esta frase e sorri.
EU percebo ou julgo perceber esta coisa do "juridiquês" do "politiquês correcto" mas isto chegou a um ponto perfeitamente incrível, mais do que ridículo.
Os aeroportos têm câmaras por todo o lado, há um indivíduo filmado várias vezes a apoderar-se de dezenas (ao que dizem por aí) de malas, a entrar e sair de casas de banho com um numero diferente de malas mas . . . . . é suspeito.
Tem, ao que descrevem, dezenas de malas na casa nos Açores, mas é suspeito.
Já terá sido visto com uma mala gigante capaz de engolir várias daquelas pequenas "Carry on". Mas é suspeito.
O próprio já terá confessado que surripiava malas. Mas é suspeito.
O advogado do mariola nega que ele tenha confessado.
Aparentemente era seguido/ investigado há meses.
Parece que o senhor (??) se desliga do Chega mas . . . . continua como deputado e, assim, as viagens semanais para e das ilhas continuará à conta de mim e de milhares de outros.
Do que não tenho dúvidas, out seja não são nem tenho suspeitas, é deste deputado ser alguém com óptimos pergaminhos que o recomendam para se acolher a certos locais específicos que a sociedade inventou para tratar de certos casos, de certas situações, mas não certamente para estar no Parlamento. Diga o que disser a inarrável criatura manda-chuva do Chega Açores.
Ao que isto chegou.
AC
