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sábado, 5 de setembro de 2026

B É L G I C A 

Desde há semanas que Bruxelas "convive" com tiroteios e batalhas entre grupos nomeadamente (dizem) ligados ao tráfico de droga. Eu interrogo-me? Só droga? SÓ ?

O Governo Belga vem distribuindo centenas de polícias e militares por toda a Bruxelas para tentar dominar a situação.
 E já não escapam esquadras de polícia a serem alvejadas.

Gangues, tiroteios, balas perdidas etc.
Salvo melhor opinião aí tem Bruxelas o resultado crescente do que crescentemente deixou instalar em Bruxelas e noutros partes do país.

Bruxelas poderá ser tida como o grande centro da Europa Ocidental. Por mim é bem representativa do estado a que deixaram chegar as sociedades europeias.

Depois ficam escandalizadas e (fingidamente) espantados com o crescimento dos execráveis Chega, Afd alemão etc. 

AC

terça-feira, 18 de agosto de 2026

SEGURANÇA  DAS  PESSOAS

É coisa cada vez mais periclitante

Olhe-se às ultimas semanas

Olhe-se ao Porto e Lisboa

O inarrável edil do Porto declarou que isto é a falência do Estado.

Pois é, mas só descobriu agora?

Não faço ideia pois não vejo há meses, mas no seu período de falatório no "Incerteza" com a Leitão e o historiador, quantas vezes chamou o tema para discurso severo sobre esta realidade, que não é de agora?

Ah, a culpa deve ser do actual governo ou será de estar agora a ganhar menos?

AC

domingo, 16 de agosto de 2026

TRAGÉDIA e  JURIDIQUÊS
Adolescente de 15 anos suspeito de matar a mãe em Algés entrega-se às autoridades.

Isto é o lido nos OCS. Mais uma tragédia social.

Lê-se, também, que o rapaz brasileiro de 15 anos confessou ás autoridades que aplicou à mãe o golpe fatal.

Mas os OCS afirmam que é suspeito.
É o juridiquês a funcionar.

Seria diferente noticiar por exemplo assim - um rapaz brasileiro de 15 anos confessou ás autoridades ter morto a mãe com o golpe mata-leão mas, naturalmente, que se seguirá agora o processo de investigação e judicial que confirmará formalmente o que aconteceu.

Mas não era politicamente correcto, pois não?
Admito, como sempre, estar a ver mal o assunto.

Bom dia, bom Domingo.
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades, boas férias.

AC

quarta-feira, 1 de julho de 2026

E  pela  EUROPA . . . . .

Seis pessoas morreram num tiroteio na cidade de Stade, no norte da Alemanha. Foram detidas três, incluindo o suspeito autor dos disparos, dizem a Reuters a Deutsche Welle e a ARD.
A motivação para o ataque a tiro foi um “problema de custódia” de uma bebé.
O suspeito tem 45 anos, natural de Hanôver, com ascendência turca, segundo as autoridades, citadas pela televisão pública alemã ARD. Acredita-se que o motivo do tiroteio seja uma disputa pela custódia da filha de três meses, pois o suspeito esteve presente numa audiência marcada no centro em relação à guarda da menor, onde algumas das vítimas mortais também estiveram
. . . . 

Bom dia.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

sábado, 20 de junho de 2026

MAI - POLÍCIAS

Como sempre acontece na vida e particularmente em Portugal, por quase tudo e para quase tudo aparece sempre quem se esganice num sentido e quem se esganice em sentido contrário. Moderação, procura do rigor aparece pouco.

Por exemplo, quanto à naturalmente discutível nomeação do então chefão da PJ para ministro MAI, pelo que já vi escrito em blogues há quem considere que Luís Neves vê em cada cidadão um criminoso em potência. Respeitando, SEMPRE, a opinião de outrem, não posso deixar de discordar disto. Creio que roça até o disparate.

Como disparate me parece o afirmar-se que Luís Neves deseje no seu íntimo encher as prisões o mais possível. 

Pessoalmente, como cidadão comum, não é do meu agrado o estilo discursivo a roçar o tempestuoso que até agora Luís Neves vem empregando.

Tem sido quanto a segurança, quanto a imigração, foi há poucos dias  quanto ao SIRESP e "actores" envolvidos. Incêndios.

Luís Neves também já alvitrou várias coisas a propósito dos automobilistas, da sinistralidade nas estradas e ruas.

Nisto, sinistralidade, creio que o MAI devia ter melhor ponderação.

Um dos muitos problemas que o MAI tem (que nós como sociedade temos) é a segurança dos cidadãos e das infra-estruturas críticas (aqui devem entrar também as FA), e é inerentemente o nível /qualidade dos efectivos das forças de segurança. Com problemas graves!

Os últimos desenvolvimentos não só preocupam imenso como evidenciam aquilo que os honestos e responsáveis sabem há décadas: desinvestimento em esquadras e equipamento (vergonhoso arrastar do processo das câmaras, metadados, etc), pouco cuidado com os recursos humanos (selecção criteriosa, cuidada), poupanças financeiras.
Tudo dá mau resultado a prazo.

Se juntarmos o deixar crescer guetos, se juntarmos o politicamente correcto, se não olharem seriamente para o que se passa há bem mais de uma década por exemplo no Reino Unido, teremos cada vez mais problemas graves na sociedade e o crescimento dos extremismos.

Aguardemos

AC

sábado, 23 de maio de 2026

LIDO  no  SAPO
(meus comentários no final)

O Chega levou ao Parlamento uma proposta para desclassificar dados sobre FP-25. Livre e BE alargaram a conversa à violência da extrema-direita, com o PCP, PAN e JPP a acompanharem as iniciativas.

PS e PSD, durante o plenário de quarta-feira, 20 de maio, concordaram na ideia de que não se pode desclassificar os documentos relativos às Forças Populares 25 de Abril (FP-25) e à rede bombista de extrema-direita. O tema foi levado ao Parlamento pelo Chega, com uma iniciativa que recomendava a desclassificação de “todos os registos, documentos, dossiers e arquivos dos serviços de informações relativos à organização terrorista de extrema-esquerda FP-25”. No entanto, o debate foi alargado – com um projeto de lei do BE e com um projeto de resolução do Livre – a movimentos de extrema-direita, como o Exército de Libertação de Portugal (ELP), Movimento Maria da Fonte e Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP).

Em desacordo com a desclassificação destes documentos, o deputado socialista Pedro Delgado Alves, depois de atribuir ao debate um intuito "provocatório" por parte do Chega, assinalou um dever que todas as bancadas devem ter "perante todas as vítimas da violência política, da extrema-esquerda, da extrema-direita, de onde quer que ela venha, dos seus familiares e de todos aqueles que investigaram os crimes cometidos em vários momentos, e que foram, todos eles, objeto de repúdio e de condenação", de não instrumentalizar este debate "para abrir guerras culturais e para dividir aquilo que a democracia portuguesa teve a sabedoria de ser capaz de construir".

"A pergunta que devemos fazer é: 50 anos é tempo suficiente para não recearmos abrir os documentos?", perguntou, de forma retórica, o deputado do PS, respondendo: "Não sei. E na dúvida, perante as intenções declaradas de querer abrir uma guerra cultural, perante o momento de radicalização e de extremismo e de vontade de voltar a cavalgar estes temas, eu acho que não devemos fazer este exercício de viajar no tempo para fazer mal agora, em 2026, o que fizemos bem em 76, nos anos 80, nos anos 90. E, portanto, a razão, a primeira, pelas quais não acompanhamos os projetos é esta mesma: eles não são úteis à democracia em 2026. Mas mais do que isto, elas também oferecem problemas jurídicos", concluiu.

Com a justificação de que esta "desclassificação é muito mais complexa, muito mais grave e exige muito maior atenção que a própria classificação", o deputado do PSD António Rodrigues lançou dúvidas sobre a pertinência de se fazer este debate agora sugerindo que "alguns querem fazer contas com a história porque não estão satisfeitos com aquilo que aconteceu".

"Nós não estamos satisfeitos, mas temos a noção daquilo que aconteceu. Mas aquilo que está em discussão é verdadeiramente uma questão de Estado. Estamos disponíveis para pôr em causa o Estado naquilo que é mais sagrado, naquilo que é o segredo de Estado, naquilo que nós nos importamos no Parlamento, naquilo que é feito por órgãos próprios que foram escolhidos para esta Assembleia, ou queremos tornar isto uma chicana política, uns contra os outros, a reviver a história que está à volta, que está à revista e que está a tratada?", interrogou o deputado social-democrata, vincando que "o que se quer com estas propostas, com estes projetos de resolução ou com este projeto de lei é voltar a criar a confusão e o caos político em Portugal".

A premissa do documento do Chega, apresentado por Diogo Pacheco de Amorim, assenta numa notícia com um ano, do Expresso, que dá conta de que o Serviço de Informações de Segurança (SIS) "está a considerar a desclassificação de centenas de documentos do seu espólio de entre 1985 e 1990, contanto que não seja colocada em causa a Segurança Nacional", explicou o deputado.

De acordo com Pacheco de Amorim, o Chega entende que "não é apenas o período final das FP-25" que "importa conhecer, mas, isso sim, todo o período decorrido entre abril de 1980, data da sua fundação, e 1 de março de 1996, data da aprovação parlamentar da amnistia dos condenados da FP-25".

"Pelo que o acesso a todos os documentos e a todos os factos compreendidos dentro desse espaço de tempo se torna essencial. Quanto à Segurança Nacional, não se vislumbra qualquer interesse superior nesse campo a salvaguardar", afirmou, observando que BE e Livre "estão certos" nas inicitivas que apresentam para "tornar extensivo este pedido a todos os movimentos acusados de utilização de violência desde o 25 de Abril de 1974 até à aprovação da amnistia parlamentar".

Por seu turno, o deputado único do BE, Fabian Figueiredo, alertou para um "silêncio que dura há meio século" em Portugal "sobre quem pôs a bomba que matou o padre Max e a jovem de 19 anos, na Cumieira, sobre quem armou as Forças Populares 25 de Abril. Sobre a contabilidade do terror que, dos anos 70 aos anos 80, fez mais de duas dezenas de mortos, da extrema-direita bombista à extrema-esquerda armada".

Argumentando que "os documentos existem", mas "estão guardados", sem que ninguém possa consultá-los – como aconteceu , observou, com o jornalista Miguel Carvalho, quando escreveu o livro Quando Portugal Ardeu –, Fabian Figueiredo considerou que "as melhores obras sobre estes anos foram escritas por quem teve de procurar a verdade fora dos canais oficiais e há famílias que enterraram os seus sem nunca saberem por ordem de quem".

Tendo em conta que o projeto de lei do BE propõe uma comissão multidisciplinar afeta ao Parlamento para desclassificar os documentos em causa, o deputado bloquista explicou que "este projeto faz uma coisa simples e uma coisa difícil. A simples: cria uma comissão independente que abre tudo, as FP25 e a rede bombista, sem exceção, sem escolher metades. A difícil: pede a esta câmara a coragem que meio século de democracia nos exige, com toda a disponibilidade de melhorar a proposta na especialidade".

Para o líder do Livre Rui Tavares, "ser contra a violência política e que todos os partidos sejam é importante".

Com uma mensagem para o Chega, por só contemplar no projeto de resolução a desclassificação dos documentos relativos às FP-25, Rui Tavares considerou que "querer apenas dirigir os esforços da transparência para um lado é apenas utilizar a condenação da violência política para caricaturar adversários ou para fazer, digamos, gincanas políticas convenientes".

A líder parlamentar do PCP, Paula Santos, confirmou que a bancada comunista está "de acordo com a desclassificação dos documentos, quer quanto ao terrorismo bombista das forças reacionárias contra o 25 de Abril, quer quanto às FP-25", argumentando que "haverá certamente muitas informações que ajudarão a compreender quem é quem e que poderão surpreender os mais incautos, mas também deixará cair a máscara a muitos que compactuaram, direta ou indiretamente, com as ações bombistas e terroristas".

Para a deputada comunista, o Chega, com esta iniciativa de desclassificar os documentos, apresenta-se com o único propósito de "ocultar a ação terrorista bombista entre 1975 e 1977, desencadeada contra o processo de institucionalização do regime democrático".

"Sobre isto, nem uma palavra do Chega, mas já agora, também, nem uma palavra do CDS. O terrorismo bombista das organizações de extrema direita, que não se conformavam com Abril e que ambicionavam o regresso à ditadura, o MDLP, o ELP, o Movimento Maria da Fonte, a FLA [Frente de Libertação dos Açores], a FLAMA [Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira], elegeram o PCP como alvo político principal a liquidar", sustentou Paula Santos numa nota dirigida ao líder parlamentar do CDS, Paulo Núncio, que criticara numa intervenção PS e PCP por terem votado favoravelmente a amnistia às FP-25, afirmando que foi algo que "contribuiu para o branqueamento político e moral do terrorismo de extrema-esquerda".

Sobre a rede bombista, Paula Santos lembrou que "estas organizações terroristas foram responsáveis por 566 ações, de entre as quais 310 atentados bombistas, 136 assaltos, 58 incêndios, 36 espancamentos, 16 atentados a tiro, mais de 10 pessoas foram assassinadas".

Comentários:

1º - Segundo se lê por aí PS e PSD estão contra a desclassificação dos documentos. E há certamente muitos documentos, relativos à criminalidade das FP 25 de Abril, relativos aos personagens que integraram esse tumor da democracia, relativos à criminalidade do ELP, MDLP, Maria da Fonte e outros, verdadeiros tumores da democracia.

2º - É legítimo eu ponderar: porquê esta recusa destes dois partidos?

3º - É legítimo concluir que não querem que se venha a saber certas coisas. Certas ligações a personagens do passado desses dois partidos. É por demais evidente que sabem que existem coisas muito incómodas e muito provavelmente desmentiriam muitas narrativas.

4º - Fica para mim claro que não querem que se venha a saber muito do que tragicamente aconteceu, muitos dos apoios que tiveram e que nunca assumiram.

Era bom por exemplo desmascarar as vergonhosas negociações por baixo da mesa que levaram à amnistia concedida aos dirigentes das  FP 25 de Abril.

Era muito importante desmascarar o que a extrema direita fez incluindo a bombista.

E as pouca vergonhas acontecidas nas ilhas?

Há muito para esclarecer, explicar, mas não querem que se saiba. O Chega gostaria que se soubesse apenas sobre  extrema esquerda.

- Não, há muito por explicar, esclarecer, de uma ponta a outra ponta. Existiram bombas, sedes partidárias destruídas, assassinatos, roubo de dinheiro, assaltos, e houve muita cumplicidade e a todos os níveis, institucional, político (todos os quadrantes) militar (aqui então ficava-se a perceber muita coisa) religioso e quase certo com o envolvimento de certas embaixadas em Lisboa.

Não querem trazer a podridão à luz do dia. Não me venham com a treta de que era a revolução. 
Já bem basta o que não está registado, escrito, gravado, como certas fugas para Norte, ou o que veio buscar um célebre "importante", etc.

António Cabral (AC)

segunda-feira, 27 de abril de 2026

REALIDADES ou IMAGINAÇÃO ?

De vez em quando noticia-se que a GNR e a PSP fizeram uma mega operação aqui ou acolá e apanharam muitas armas brancas e armas de fogo e munições e armas de caça e granadas e etc. muitos etc. 

De cada vez que isso acontece remete-me para várias coisas como, bandos, criminalidade, candonga, negócios debaixo da mesa e também resquícios do passado.

Desse passado podemos lembrar as FP 25 de Abril, ELP, MDLP, e outros à extrema esquerda e à extrema direita, podemos lembrar o PREC e aqueles que de um lado e de outro hoje fazem por esquecer o que fizeram, o arranjar armamento para arranjar "fundos", depois talvez pensar em assaltar o poder com recurso a violência. 

Pouco/ nenhum recurso a urnas de voto pois os resultados então já obtidos para um e outro lado estavam longe do desejado!

E por isso ainda hoje continuo a imaginar se os esconderijos de armamento enterrado pelos de um extremo e pelos do outro extremo  terão sido passados a quem de confiança ou se algum deles eventualmente ficou na cabeça de quem escondeu porque entretanto morreu sem passar testemunho.

Continuo a imaginar quanto locais em Portugal Continental, ou nos Açores e Madeira continuam a ter armas lá enterradas. Enterradas por seguidores e fanáticos de todos os tipos, de uma ponta a outra.

E quantos sacos com armas foram por exemplo deitados ao Tejo designadamente junto dos pilares da ponte 25 de Abril, para assim salvar um pouco a pele a certos personagens? 

Pois, é só imaginação, nada disto se passou. Imaginação!

Os assaltos, as mortes infligidas, os atentados a sedes de partidos nada disso ocorreu. Nem a ninguém passou pele cabeça o assalto ao poder, ou entreter-se a andar a dar tiros a portões e casas, e etc.

Imaginação fértil, NÉ ?

Bom dia.
Bom início de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte

AC

sábado, 21 de fevereiro de 2026

O  PÓS  LÚCIA  AMARAL

A vida ensina que há sempre melhor, que há sempre pior.
Isto dito, deve ser difícil ser pior ou melhor dito, vir a ter pior desempenho que a exonerada MAI.

Lê-se por aí que o ainda director nacional da PJ foi contactado pelo PM para o cargo de MAI, e aceitou.

Luís Neves está há muitos anos há frente da PJ, creio que conhece razoavelmente o mundo onde se vai mover.

A PJ desenvolve há anos e coordena certas acções para as quais necessita/ recebe a colaboração da Marinha, da Autoridade Marítima, da Polícia Marítima, da PSP e da GNR. Luís Neves conhece bem isto.

Dizem por aí que Luís Neves tem muitas ligações ao chamado universo do Partido Socialista. Esta escolha do PM terá apanhado muita gente de surpresa, em todos os partidos. Ainda bem.

Certos jornalistas acharão uma muito boa escolha, outros assim assim etc. Idem com políticos.
Alguns opinadores acharão que Luís Neves meterá na ordem quem disso estiver precisado.  

Esta nomeação, presumo, não merecerá qualquer dúvida a Carneiro mas talvez nem todos dentro do PS tenham a mesma opinião. O que dirá o execrável Ventura?

À pergunta - o país é um país globalmente seguro ? - encontramos as mais diversas opiniões.
Pessoalmente sei de experiência vivida que não posso ir a certas zonas.
Não me impressionam as estatísticas nem o debitado pelos chefes da PSP, GNR, Luís Neves ou Marcelo. Ponto final parágrafo. 

Não há criminalidade por aí além ??

Veremos se Luís Neves vai mandar que se acabem com guetos, e que a GNR e PSP passem a entrar rotineiramente em todo o lado. A começar por Lisboa e Porto e Setúbal.

A sua reconhecida capacidade para lidar com políticos e com a comunicação social devem ajudar a explicar as melhorias que legitimamente são de esperar.
Eu fico à espera.

Entretanto, mais um animal roubou um carro e na zona do Chiado embateu duas vezes contra o que não devia e provocou 5 feridos, creio.
Fugiu a correr, mas as câmaras de vigilância apanharam-no. Curiosamente, curiosamente repito, refugiou-se na zona do Martim Moniz, onde acabou por ser capturado.
Curiosamente.

António Cabral (AC)

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

LIDO  POR  AÍ, 

Que uma advogada foi detida pela segunda vez em ano e meio por suspeitas de introduzir droga em cadeia do Porto, concretamente para o Estabelecimento Prisional do Porto. Isto foi anunciado pela Polícia Judiciária (PJ).

Se percebi bem a PJ já conhecia a criatura, a qual foi detida em Julho de 2024. 
Parece que desta vez foi detetado que um recluso regressado de uma diligência processual, trazia consigo cocaína, heroína e haxixe. Diligência processual com a dita advogada.

Não é lindo?

O que considero também lindo é que a notícia relata basicamente o que cito e nada refere quanto a uma eventual tentativa de saber a posição da Ordem dos Advogados sobre o assunto.

Que diria a Ordem dos Advogados ? . . . . 

AC

domingo, 7 de dezembro de 2025

RECORDANDO  Jorge  Sampaio
(sublinhados da minha responsabilidade)

O Presidente da República, Jorge Sampaio, esclareceu hoje que a inversão do ónus da prova deveria ser aplicada a "medidas de natureza fiscal e de natureza penal que devem ser introduzidas no combate à corrupção".

O esclarecimento da Casa Civil da Presidência da República foi feito hoje, em comunicado, para dissipar as dúvidas suscitadas pelo seu discurso de ontem no âmbito das comemorações do 5 de Outubro, quando defendeu a introdução da "inversão do ónus da prova" para crimes económicos para que "a justiça e a moralidade sejam repostas" no país.

No entender do Presidente, "a moralidade mais elementar e o sentimento de justiça continuarão gravemente diminuídos" enquanto "for possível exibir altos padrões de vida, luxos, e até reprováveis desperdícios, e, ao mesmo tempo, apresentar declarações fiscais de indigência".

"Obviamente que tais medidas deveriam ser acolhidas com respeito pelo princípio da culpa estabelecido na Constituição. Assim sendo, o que está em causa, para o Presidente da República é a inversão do ónus da prova em matéria fiscal e redistribuição do ónus da prova em matéria penal", sublinha a Casa Civil.

O esclarecimento do Presidente surge depois de uma audiência concedida hoje ao bastonário da Ordem dos Advogados, Rogério Alves, que afirmou discordar da aplicação da inversão do ónus da prova aos crimes do Código Penal.

"Como regra, não se pode aplicar a inversão do ónus da prova em nenhum crime. Se a intenção for inverter o ónus da prova em qualquer crime do Código Penal, tendo o arguido a obrigação de demonstrar que não o cometeu, somos contra", afirmou Rogério Alves, após a reunião com o Presidente sobre a situação na justiça.

Na nota, o Presidente da República considerou que as suas palavras provocaram algumas dúvidas e esclareceu que o que está em causa "é a inversão do ónus da prova em matéria fiscal e redistribuição do ónus da prova em matéria penal".

Em relação às medidas de natureza fiscal, trata-se de "presumir rendimentos correspondentes aos bens adquiridos e fazer pagar o respectivo imposto".

No plano penal "tratar-se-ia da possibilidade de passar a ser considerado crime, que poderia denominar-se de enriquecimento ilícito, a aquisição de bens, acima de determinado valor, em manifesta desconformidade com os rendimentos fiscalmente declarados".

Por aqui, pela veemente recusa do advogado e da ordem, se pode perceber muita coisa

António Cabral (AC)

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Criminalidade  organizada

Em 2002, na página 42 da revista Visão de 14 de Agosto podia ler-se isto:

". . . . . 

A criminalidade organizada aumenta todos os dias".

Para lá dos discursos, das vacuidades de conhecidas personagens, dos bolsados gongóricos, do puxar a brasa à sua sardinha/ cor ideológica,  o que está muito diferente, hoje?

AC

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

MUNDO  CRIMINAL

Em 2002, na página 40 da revista Visão de 14 de Agosto podia ler-se isto:

". . . . . 

o conhecimento do mundo criminal por parte dos meios  judiciais é, se calhar, muito ingénuo".

. . . . . 

No presente, creio que há diferenças, para melhor, mas . . . . ?

AC

domingo, 9 de novembro de 2025

Ex-polícia procurado no Brasil por tráfico de droga detido pela PJ em Almada
Ex-policia foi investigado por participar numa organização criminosa que incluía elementos da polícia. Estes dedicavam-se ao tráfico de droga e outros crimes. Fugiu mas foi detido pela PJ em Almada.

Esta noticia, para alguns, é uma simples e inofensiva excepção, neste país, o melhor país do mundo, no dizer de uma patética criatura.

Pessoalmente, creio que é apenas mais uma confirmação do que por cá anda, há muito. Desde o PCC brasileiro a máfias várias do Leste Europeu.
Eles bem o ouviram a dizer - é o melhor país do mundo!
AC

domingo, 26 de outubro de 2025

NO  MELHOR  PAÍS  DO  MUNDO
(segundo certa criatura)

Libertadas em Espanha oito mulheres vítimas de rede de tráfico liderada desde o Algarve.

Lideradas do Algarve ou de outras partes do país, quantas mais redes de criminalidade (trafico humano, droga, prostituição, assaltos propriedade privada, etc.), continuarão por cá na maior?

AC

terça-feira, 16 de setembro de 2025

Grupo criminoso PCC tem estabelecimentos comerciais, imóveis e terá investimentos em futebol em Portugal
O Grupo Criminoso Brasileiro PCC (Primeiro Comando Capital) começou a espalhar a sua rede de crime para Portugal, tendo sido já desmantelado um esquema no Consulado-Geral Português no Rio de Janeiro
.

O palrador - mor não deve tardar a explicar-nos isto.
AC

terça-feira, 12 de agosto de 2025

Reino Unido propõe deportação imediata de criminosos estrangeiros condenados
O Governo britânico anunciou hoje que proporá uma alteração legislativa para permitir a deportação imediata, e proibição de regresso ao Reino Unido, de criminosos estrangeiros com pena de prisão por crimes em Inglaterra e no País de Gale
s.

Starmer, você saiu-me cá um racista, xenófobo, como uma completa ausência de humanismo e tolerância!

Bom dia, saúde e boa sorte. Cuidado com o calor.
AC

quarta-feira, 23 de julho de 2025

quarta-feira, 18 de junho de 2025

E CÁ ESTAMOS COMO DE  COSTUME
Falta de RIGOR, Alguma VERDADE, e o execrável POPULISMO

José Luís Carneiro diz que imigração "não é problema nacional de segurança pública". "Hoje, o país é mais seguro do que era quando tinha apenas cerca de mil inspetores do SEF", garante o socialista.

ADORO as GARANTIAS dos POLÍTICOS.
Garantem sempre qualquer coisa, todos, mas sobretudo os de esquerda.

Ventura, que tem de ser respeitado como qualquer outro concidadão, está a começar a construir mais um dos seus números: se percebi bem, pondera avançar com uma comissão parlamentar de inquérito sobre as suspeitas de “atribuição criminosa” da nacionalidade portuguesa.

Como digo, deve respeitar-se a sua opinião mas, no meu caso, são escassas as vezes em que com ele e sequazes concordo.
Por vezes aponta a problemas da sociedade portuguesa, concretos e bem reais. Mas . . . . 

Mas salvo melhor opinião qual comissão de inquérito. 
A AIMA e outras autoridades é que têm o dever de verificar eventuais anomalias no âmbito em causa. 
Provavelmente haverá muitas anomalias, do período da geringonça e depois, mas não é a Assembleia da República que tem de tratar disto. Comissão de inquérito uma ova!

Quanto a José Luís Carneiro, pode perceber-se que reclame que na sua gerência no MAI correu tudo lindamente. Mas não creio que tenha corrido tudo lindamente, até porque herdou do Cabrita!
Agora diz que Portugal é ainda mais seguro porque, além dos agentes que eram do SEF e transitaram para outras entidades, há a PSP e a GNR. 

JLCarneiro tem razão designadamente numa coisa: há inadmissíveis (opinião minha naturalmente) mensagens e posturas de ódio e de agressividade”.

José Luís Carneiro resolveu citar números e usou certas palavras. Por exemplo, disse que - entre 2003 e 2023, o país teve menos 45 mil crimes participados, entre 2013 e 2023 teve menos 5.000 crimes participados, o que significa que é um país seguro”.

O futuro chefe do PS não concederá que quando refere "participados" está obviamente a admitir uma realidade e que é - haver muita coisa que não é participada?
Por exemplo, quantos crimes de violência doméstica, quantas violências sobre idosos, mulheres e crianças ocorrem e não chegam às autoridades?

Acresce que não desconhecerá que é elevada a probabilidade de haver muitas não participações de certas ocorrências, face aos normalmente escandalosos resultados conhecidos das que são participadas. 

Um pouco mais de honestidade intelectual e rigor não lhe ficaria mal. Ser só uma pessoa muito educada e cortês é pouco para o assunto em causa.

A imigração não é um problema nacional de segurança pública, disse.
Continue com este tipo de discurso e verá o Chega ir engordando. Aliás o PS tem sido perito nisso.

Na minha modesta opinião, discutível mas a respeitar, a imigração acarreta obviamente problemas de integração, adaptação, sociais, culturais, habitação, educação, de mercado de trabalho.
Na minha modesta opinião há muitos anos que há imigração descontrolada. E há certamente muita ilegal e que entra por todo o lado.
Na minha modesta opinião é escandaloso os políticos todos assistirem ao que é continuamente denunciado nas TV quanto a alojamentos dormitórios, quanto a restaurantes (????) etc., e continuarem com as suas tiradas gongóricas.

Nem é preciso ver as TV, basta andar de carro, devagar como já fiz, e subir e descer a Almirante Reis, e olhar para os prédios e varandas e portas e janelas, e passar no Martim Moniz e na Praça da Figueira.

Basta percorrer, COM MUITA CAUTELA, todas as transversais às ruas do OURO, PRATA e AUGUSTA, e observar bem as lojas (????). Eu disse lojas? 

Assim não iremos longe. 
Quanto a segurança, sr Luís Carneiro, deixe-se de tretas, visite certos bairros em cidades várias, visite vilas nas Beiras e Alentejo e Algarve por exemplo, verifique o abandono de postos da GNR um pouco por todo o interior do Portugal Continental. 

Quanto a aumento de criminalidade, sr Ventura, deixe-se de tretas, pois há criminalidade praticada por imigrantes legais, por ilegais, por alguns agentes de segurança, por portugueses de origens e tez diversas.

Aguardemos pelos próximos capítulos, pelas próximas garantias de Carneiro e pelas do governo, e pelos continuados números de Ventura e sequazes.
Assim não iremos longe. Oxalá eu esteja redondamente enganado.
AC

segunda-feira, 7 de abril de 2025

A Polícia Judiciária (PJ) deteve um homem e uma mulher, em Lisboa, por suspeitas de crimes de associação de auxílio à imigração ilegal, falsificação de documentos e falsidade informática.

Mais uma confirmação da ausência de problemas de segurança no nosso país. Força Neves!

Bom início de semana. Saúde, muita paciência e boa sorte.

AC

quarta-feira, 2 de abril de 2025