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segunda-feira, 27 de julho de 2026

A propósito de mais um ataque terrorista islamita (palavras do ministro alemão) praticado por cidadão alemão de origem /ascendência libanesa, lembrei-me por exemplo disto.

AC

terça-feira, 7 de julho de 2026

O INE e a IMIGRAÇÃO e
a azia que está a fazer nas hostes ROSA

A recente divulgação pelo INE (Instituto Nacional de Estatística) dos elementos relativos a quantos somos ou melhor quantos andam por cá, tem levantado irritações diversas em hostes ROSA.

Agora parece que o INE  apagou dados de imigração. Parece estranho e segundo dizem isso obrigaria a avisar o Eurostat.
O "desaparecimento" parece ter incidido no período entre 2021 e 2024. 

Trata-se de coisa ocasional, momentânea, inesperada, incomum, de propósito ? É para ser revista de acordo com as sugestões que publicamente Mário Centeno avançou?

Eu que não percebo nada destas coisas entendo tudo isto um bocadinho estranho.
Para usar terminologia do maior aldrabão político que superou o próprio professor - sei muito "poucachinho".

Bom dia, boa 3ª Feira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

domingo, 5 de julho de 2026

Ooops

Oh Sanchez, atão, estava distraído, saltou-lhe a boca para alguma realidade, ou quê ?

Olhe que lhe saltam em cima!

A C

sexta-feira, 3 de julho de 2026

LIDO no SAPO, esta "OPINIÃO" de Joana Petiz -A grande mentira de Costa.

Sublinhados da minha responsabilidade

AC

Os números do INE revelaram enfim a realidade ignorada ou deliberadamente escondida, mas afinal bem percebida: em três anos, os imigrantes duplicaram e todos empobrecemos. Imigrantes incluídos.

E agora, já se pode falar da grande mentira de António Costa? Não é fácil escolher uma só, claro. A herança é gorda, entre os repetidos anúncios de "médicos de família a chegar a todos os agregados", o milagre do hidrogénio verde e do canal ibérico que atravessaria os Pirenéus para levar energia limpa e nova a toda a Europa, a ferrovia que ligaria o país por dentro e para fora, a "habitação digna para todos" em meia dúzia de anos... é à escolha do freguês.

É reconhecida a capacidade desse ex-primeiro-ministro, promovido a presidente do Conselho Europeu depois de abandonar um governo entalado num vergonhoso caso de corrupção, de anunciar o que nunca fez por cumprir e escapar ileso à revolta dos carecas a quem o elixir cabeludo falhou, enquanto o seu séquito lhe alisa os incumprimentos pela medida da narrativa que melhor serve a ocasião.

Há porém um vencedor destacado nesse rol de engodos: a negação do efeito de chamada, mais vezes do que Pedro negou Jesus, e as consequências trágicas de uma lei que escancarou as portas do país, fazendo o total de imigrantes duplicar para os atuais 1,6 milhões e levando até a União Europeia a castigar Portugal por pôr em risco a segurança do Espaço Schengen.

Nos anos em que vigorou, a manifestação de interesse trouxe a Portugal mais de 1 milhão de estrangeiros, a maioria deles a chegar entre 2021 e 2024. Precisamente, enquanto se rebentava com um Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) que era caso de estudo internacional, com o único objetivo de salvar a pele a António Costa e a um ministro que, no seu governo, colecionou casos e casinhos, do familygate às golas antifumo —agradeçamos aos céus que já não nos governassem quando se descobriu o caso da esquadra do Rato, ou teriam decerto acabado com a Polícia no seu todo.

Em três aninhos apenas, entraram e ficaram por cá mais de 700 mil estrangeiros — o único critério, terem a passagem de avião (quantos a conseguiram à boleia de máfias ainda estamos para saber...). Muitos chegaram do Brasil, de Angola, de Cabo Verde,países que partilham connosco a língua, as raízes culturais e em muitos casos até são família. Mas nestes três anos houve uma mudança fundamental nos fluxos: os que vieram da Índia, meros 35 mil em 2022, são agora tantos quantos os angolanos com quem partilhamos séculos de história; os nepaleses tornaram-se no quinto povo mais representado. Se alargarmos ao Indostão (juntando a estes dois países os cidadãos que chegaram do Bangladesh e do Paquistão), esta tornou-se, em três anos, na segunda maior comunidade imigrante. Reino Unido, Itália ou França deixaram de figurar no top 5.

Como agora confirma o INE, nesse período chegaram a Portugal 334 mil brasileiros (mais que duplicando a presença, para os atuais 574 mil) e os nem 90 mil indostânicos registados triplicaram para os atuais quase 250 mil, sendo maioritariamente homens (cerca de 60%) e a viver sobretudo na Grande Lisboa.

Não é um desvio, não são perceções. É a prova cabal de que a legislação apadrinhada por António Costa foi um absoluto desastre, responsável por sobrecarregar infraestruturas sem apelo nem agravo, estilhaçar a coesão social, agravar sarilhos que já eram grandes com a habitação à cabeça. São estes imigrantes (quantas vezes a viver em condições sub-humanas) que competem com os jovens e a classe média por casas na cidade; porque quem as tem disponíveis demasiadas vezes cede à tentação pouco escrupulosa de quadruplicar a renda, cobrando não pelo apartamento mas por cama.

Os números da imigração que resultam do consulado de Costa & companhia — deliberadamente escondidos ou desconhecidos por absoluto desinteresse — põem finalmente a nu a total irresponsabilidade de quem nos governava e a absoluta indiferença quanto ao estado em que deixou o país e quanto aos imigrantes que aqui chegaram de rajada, à procura de uma vida melhor. Nunca houve a menor preocupação com a capacidade de receber e integrar estas mais de 700 mil pessoas; todos os avisos foram descartados como "alarmismo" e "xenofobia", todos os sinais atirados para o cesto das "perceções sem ligação à realidade".

Agora que a verdade se tornou inegável, os discípulos de Costa encetaram as manobras de circo habituais, entre o esgotado argumento de que sem estas pessoas não tínhamos quem trabalhasse e contribuísse para o Estado Social e o vergonhoso desprezo pela necessidade de ensinar-lhes língua, costumes, hábitos e regras. Uma integração impossível de fazer de sopetão, que compromete, desde logo, as possibilidades de melhores perspetivas de vida dos próprios imigrantes.

Nesta fuga para a frente de que o PS fez modalidade olímpica, tirando bom partido da falta de memória e da contaminação ideológica da bolha comentadeira, há um campeão destacado: Miguel Prata Roque, que conseguiu dizer e repetir, sem nunca se rir, que foi o governo de Passos Coelho que acabou com o SEF.

Mas voltemos à vaca fria (sem ofensa a animalistas e wokes) e aos argumentos com que ainda tentam vender-nos que é normal e até desejável esta transformação social. Dizem-nos que se não tivessemos recebido estas pessoas, não teríamos quem trabalhasse os nossos campos, fizesse as obras de que o país precisa e nos entregasse a comida em casa — mas quantas colheitas ficaram por fazer em 2021, quando tínhamos metade dos imigrantes? E quantas entregas ficaram por fazer. Há assim tanta gente que não pode levantar o rabo da cadeira e ir fazer as compras ou buscar o seu jantar... Mais, quem pode garantir que se não houvesse tantos imigrantes a agarrar estes serviços nao haveria tantos jovens estudantes a agarrá-los como forma de ganhar uns trocos? E por que razão, com este boost de trabalhadores, se fala em escassez de mão-de-obra na construção, a ponto de o custo desse fator subir a uma média de 8% ao ano desde 2022?

O país precisa de imigrantes, claro que sim. Mas não a qualquer custo. E certamente não para perpetuar o trabalho pouco qualificado e pior remunerado que só quem está desesperado aceita fazer.

Depois vem o inevitável grito das contribuições: se não fossem estes imigrantes. os nossos velhinhos não tinham reforma! É verdade que os estrangeiros que aqui chegaram ajudaram a Segurança Social a pagar as despesas sociais com os 4 mil milhões a mais que entregaram à Previdência no último ano (numa receita total de 46 mil milhões); mas também é bastante óbvio que não resolvem o mais que anunciado colapso das contas de um país em que já há menos de dois trabalhadores a sustentar cada pensionista e a curva demográfica continua vergada ao envelhecimento, com 30% dos poucos jovens que temos a desistir de viver em Portugal (e não, a culpa não é do Passos, a troika já foi há mais de uma década!). Nada resolverá senão a diversificação de formas de garantir rendimentos futuros em convivência com o depauperado sistema de pensões.

Quanto ao IRS, bem, por alguma razão nunca é trazido à baila neste tema. Com baixas qualificações ou impossibilitados de fazer valer as suas competências porque nada conhecem do país e da língua, nove em cada dez imigrantes não chegam a receber mil euros por mês, uma miséria que os isenta de imposto mas também contribui para manter a média salarial esmagada sob a necessidade de subir os salários mais baixos, em nome da dignidade mínima do cada vez maior número de pessoas que vive nesta fasquia de rendimentos. E se fizermos bem as contas, agora que temos números reais, em breve vamos perceber que o se somou à riqueza do país, depois de dividido por todos, se traduz num PIB per capita mais baixo do que tínhamos antes de duplicar a imigração. Estamos todos pior, imigrantes incluídos.

À boleia das políticas ditas socialistas de António Costa, vendidas como baluarte da bonomia e da evolução europeia, promoveu-se os baixos salários e os trabalhos de pouco valor acrescentado, comprometeu-se o desenvolvimento económico e a atração de investimento diferenciado, desprezou-se o talento e empurrou-se os jovens para paragens mais florescentes, deitou-se gasolina sobre a fogueira da radicalização (que Costa sempre alimentou por a saber garantia da sua sobrevivência), desprezou-se a fundamental integração e gerou-se na sociedade uma hostilidade que nunca tivemos para com os nossos imigrantes.

A grande mentira está a nu
. O preço que iremos pagar por ela, ainda mal começámos a descobri-lo.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

E  pela  EUROPA . . . . .

Seis pessoas morreram num tiroteio na cidade de Stade, no norte da Alemanha. Foram detidas três, incluindo o suspeito autor dos disparos, dizem a Reuters a Deutsche Welle e a ARD.
A motivação para o ataque a tiro foi um “problema de custódia” de uma bebé.
O suspeito tem 45 anos, natural de Hanôver, com ascendência turca, segundo as autoridades, citadas pela televisão pública alemã ARD. Acredita-se que o motivo do tiroteio seja uma disputa pela custódia da filha de três meses, pois o suspeito esteve presente numa audiência marcada no centro em relação à guarda da menor, onde algumas das vítimas mortais também estiveram
. . . . 

Bom dia.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

sábado, 27 de junho de 2026

Um amigo enviou-me este artigo de opinião
Publico como recebi.
Ilustra um dos grandes milagres de António Costa!
AC

Pior do que a Roménia 
26 de junho de 2026
CM, Armando Esteves Pereira

Os números das estatísticas são fracos, quando torturados chegam a dizer aquilo que queremos. 
Mas há limites para as narrativas e mais tarde ou mais cedo há outros dados que desmontam histórias fantásticas, como o alegado milagre económico português. 

Os dados da população revelados esta semana confirmaram o grande fluxo migratório, particularmente entre 2020 e 2024. 
O aumento dos imigrantes faz subir a população para mais de 11,4 milhões, dos quais 1,6 milhões são residentes com nacionalidade estrangeira.

Logo, os dados do PIB per capita baixam em proporção, porque já não divide o bolo do PIB por uma população ligeiramente superior a 10 milhões, mas sobre 11,4 milhões. 
E como os trabalhos da esmagadora maioria dos migrantes são de baixo valor acrescentado, gente que sobrevive num patamar salarial perto do salário mínimo, particularmente nos trabalhos agrícolas e no turismo, os 81,3% de PIB per capita da média europeia que Portugal registava deve baixar para cerca de 77%, os valores que tinha em 2019.

 E no conjunto da riqueza por cidadão na Europa, Portugal deve cair para o 22º lugar, ultrapassado por Estónia, Croácia e Roménia. Meu Deus! 
Até a Roménia que ainda há 35 anos era um exemplo de extrema pobreza. Isto é pior do que qualquer derrota da Seleção no mundial, mas se fosse futebol já haveria escândalo com estes resultados. 

quinta-feira, 18 de junho de 2026

10 JUNHO - LUXEMBURGO

Se percebi correctamente, o actual Presidente da República durante a sua visita ao Luxemburgo no âmbito do programa das comemorações do 10 de Junho, falou sobre a questão da imigração e creio que, se percebi bem, equiparou os portugueses que nos anos 50 e 60 do século passado sairam do país para França, Alemanha, Suíça, etc. á imigração que tem inundado Portugal. 

Eu creio perceber o espírito, mas também creio que o PR está a ver as coisas de forma simplista para não dizer bem pior.

Fazia-lhe bem e era bom para a República, deixar-me de patetices, vacuidades, platitudes, e olhar a fundo a realidade, e ouvir por exemplo algumas coisas que o seu antecessor Jorge Sampaio foi dizendo, pessoa que tinha defeitos e qualidades como todos nós, pessoa de quem discordei em várias áreas, mas um concidadão DECENTE. Atento.

Fazia-lhe bem sr PR! Como a muitos outros.

AC

terça-feira, 7 de abril de 2026

A    PROPÓSITO    de    IMIGRAÇÃO

Precisamos muito de imigrantes, mas mesmo muito, senão a economia pára. 

Os empresários precisam de muitos imigrantes!

Esta é a estafada frase que se houve a tantas "personalidades" (???), a tantos doutores, a tantos jornalistas, komentariado das bolhas, a tantos empresários (??), a tantos e tantos, incluindo o insuportável tagarela que se recolheu finalmente.

O habitual "mantra".

Julgo saber que no hospital de Vila Franca de Xira havia pelo menos uma médica cirurgiã oriunda de um país do Leste. 

No Hospital da Luz em Setúbal, trabalha uma médica Ucraniana. Já fui por ela atendido quando lá fui à urgência há quase dois anos.

Dois exemplos, e vários outros certamente existem por aí. De registar, a sua competência, o seu serviço, a sua integração.

Posso acrescentar outro, marido e filho da D. Alexandra (Moldava, ela há 15 anos em Portugal, eles há um pouco mais) que trabalham no âmbito da construção civil em áreas especializadas como "pladur", isolamentos diversos, pinturas e impermeabilizações. 

A D. Alexandra ajuda-nos cá em casa, como diria o "insuportável padreca", pois é feio dizer mulher a dias. 

Posso ainda acrescentar o cozinheiro Nepalês no restaurante de um amigo em Alcochete. E o cozinheiro nepalês no bar & bistro em Monsanto, à entrada na aldeia, no Baluarte onde estão os dois canhões e o parqueamento para autocarros e meia dúzias de carros..

Estes casos, e muitos outros semelhantes haverá, são exemplos eloquentes e bem-vindos, de ajuda à economia nacional, aos serviços, são gente com certas qualificações. Qualificações técnicas, umas quantas qualificações superiores.

Mas há muitas outras vertentes da questão. Ou estou enganado? 
Como sempre admito poder estar a ver mal as coisas.
Precisamos de gente qualificada? 

Obviamente, é também a minha opinião. Precisamos de visões distintas, e diferentes. Mas era preciso TAMBÉM que não se tivesse instilado em muitos portugueses - ah, isso não é para mim, é para pretos, asiáticos e outros. E os subsídios pouco diferentes de salários mínimos, e salários mínimos pouco diferentes de salários médios e um longo etc. respeitantes a empresários em que muitos nem empresários são da treta.

Mas por exemplo, se ao entrar num restaurante encontrar este aviso, que devo pensar?


Já aqui falei há bastante tempo do problema que se arrastou durante meses num conhecido restaurante em Alcochete que, durante esse tempo, não conseguiu arranjar um cozinheiro e mais um funcionário para a sala.

Apareceram vários portugueses, branquinhos de gema, alguns bem tatuados que, depois de se inteirarem do serviço e do que era oferecido como salário (sem contar de que tomariam ali as refeições todas) iam-se embora - não estou para trabalhar por 250,00 €.

Os 250 era o diferencial de então resultante da subtração entre o que ali receberiam e o que recebem de subsídios para estar sem nada fazer.

Felizmente para ele, apareceu-lhe depois um nepalês (que já acima referi) que cozinhava bem, e rapidamente se adaptou, e cozinha muito bem a comida tradicional portuguesa. Está no ponto!
Para a sala continua aflito.

Há poucos dias parece que o famoso "chefe" Rui Paula esteve na TV, entrevistado, e deixou bem claro como está o mercado de trabalho sobretudo tugas que não querem trabalhar. Lavar louça, arranjar a cozinha? Pudera!

Quando será que os deputados e governos olham seriamente e com honestidade intelectual para a imigração, para os salários, para os subsídios? E para as condições de integração das pessoas que pretendem vir viver para cá?

Quando será que se olha seriamente para o ensino, e se contraria o facilitismo, e se deixa de escarnecer sobre aqueles que têm a nobre missão de ensinar e formar os futuros adultos?

Ai que a economia pára!

Observo quem limpa nos hospitais privados e nas unidades de saúde do SNS. É esmagadora a predominância de negras e negros e  asiáticos.

Observo quem limpa e trabalha em restaurantes, pastelarias, cafés, salas de espectáculos. É esmagadora a predominância de negras e negros, asiáticos.

Observo quem serve em pastelarias, cafés, restaurantes, supermercados. É esmagadora a predominância de brasileiros e brasileiras.

Observo os condutores dos TVDE. É esmagadora a maioria de asiáticos e brasileiros.

Observo os funcionários nas diferentes lojas (???) da Baixa Lisboeta. É esmagadora a maioria de asiáticos. Não falam português nem querem.

Numa excelente pastelaria em Alcochete, meu habitual poiso matinal (abriu há 16 anos), os pasteleiros são a dona e . . . . um excelente profissional Ucraniano. Aqui está outro bom exemplo.


Deste quadro já com um certo tempo, destes milhões todos a inundar designadamente a Europa há décadas e décadas depois de 1945 e particularmente depois de 1950, quantos eram professores universitários, professores, consultores, enfermeiros, pasteleiros, farmacêuticos, engenheiros, etc.?

Estou a lembrar-me da minhas idas a Inglaterra (1969, 1981, 1989, 2001) e nomeadamente a Londres e observar quer eram os condutores de autocarros, os funcionários nos restaurantes, os dos serviços camarários, os do Metro, etc

Na zona onde resido há mais de cinco décadas, existem uns quantos imigrantes do Leste Europeu e alguns brasileiros que estão na área da construção civil, como pequenos empreendedores.

Ouvido de quem conhece o meio em causa, a qualidade dos serviços prestados (pintura, electricidade, remodelações) parece ser bem superior no pessoal do Leste Europeu que trabalha nesta área. Muito aldrabado em brasileiros.

Mas para terminar, a minha questão é esta, quer os direitolas e particularmente os execráveis extremistas como vários do Chega, quer esquerdalhada, acham muito bem que os trabalhos que não exigem qualificações especiais como muitos dos que acima referi sejam desempenhados por imigrantes, do Leste da antiga URSS, da Ásia, de África.
Portugueses branquinhos de gema a trabalhar nesses ofícios, isso é que não, a esses paguem-se-lhes subsídios todos e mais alguns para andarem na boa e vai ela.

É que o execrável Ventura está sempre a atirar com a história dos subsídios mas não refere a quantidade de branquinhos que vive disso, não é Leste, Ásia, África, Brasil.

Aos imigrantes sem ou quase sem competências é trabalhar a varrer o chão e outras tarefas. E pague-se pouquinho! 
E toca de os alojar (??) em contentores, ou em locais destinados a dois mas metam lá 30!
Isto não é racismo, OBVIAMENTE!
Isto não é atentado aos direitos humanos, pois não senhora Eurodeputada Mendes?

Mas as "estrelas" convidadas pelo "perdócio" avisam que para travar a imigração os Governos têm que travar a economia. NOTÁVEL!

Os direitolas e os esquerdalhos são pela multicultura, pela inclusão, pela integração, pelo combate ao racismo e xenofobia. Mas olhar às duras e muitas vezes inqualificáveis realidades a que submetem seres humanos isso é que não.

Eu, por lembrar que, com raras excepções nos trabalhos todos mais acima lembrados não se observam a lá trabalhar os de tez branquinha pura e que vários vivem muito provavelmente de subsídios, devo ser eu o racista e xenófobo ! De certeza!

Tenho de ir fazer uma coisa que não faço há mais de 40 anos: ir ter com um padre e confessar os meus pecados!

Quando em tempos Jorge Miranda defendeu que quem quiser imigrar para Portugal tem de saber falar português saltaram-lhe logo em cima Catarina Mendes e outra gentalha que, muito perturbada e indignada fica, e COMO SE SABE denuncia a cada semana que passa a magnífica vivência de imigrantes legais e ilegais amontoados em contentores ou num quarto, etc.

Não chamaram fasssissssstaaaaa a Miranda por puro acaso, ou por ser sogro da leitão. Mas toda a gente percebeu que o chamado pai da nossa Constituição afinal tem umas costelas fascistóides que nem o filho e a grande e soberba nora conseguem curar.

Tenham um bom dia. 
Aqui chove.
Saúde e boa sorte.

AC

sexta-feira, 3 de abril de 2026

PORTUGAL,    EUROPA,    UE
Apetece-me começar pelo Convento de Cristo, emblema maior (creio) da cidade de Tomar. 
É uma verdadeira unidade histórica e artística. 
Um projecto de ocupação de espaços, com estilos arquitectónicos experimentados em Portugal, e que vão do século XII ao XVIII. 
Gótico, Manuelino. 
Exuberância única.
Ordem dos Templários, depois, Ordem de Cristo.

A Charola, Claustro do Cemitério, Capela dos Portocarreiros, Claustro de Lavagem, Os Espaços Manuelinos, Claustro de Santa Bárbara, Claustro da Hospedaria, Claustro de D.João III, Corredor das Celas, Claustro da Micha, Claustro dos Corvos, Antiga Casa dos Capítulo, Claustro das Necessidades, Portaria e Sala dos Reis, Aqueduto dos Pegões, Refeitório. 
É isto, deslumbrante.

Nem é preciso recuar muito no tempo e na história para verificar na sociedade portuguesa uma muito vincada tradição religiosa. 
No século XVI Portugal foi um dos países Europeus que reforçou a sua identidade católica e romana.
Práticas, vivências, ritos, romarias, expressões do sagrado.

Pode ponderar-se a religiosidade popular, a religião administrada.
Crentes, indiferentes, não crentes.
Entre a imensa bibliografia existente sobre Portugal, a religião na sociedade portuguesa através dos séculos, a questão da religiosidade, uma me merece realce: 
O Dicionário de História Religiosa de Portugal.

Creio inquestionável, para lá de alterações diversas a partir do início do século XX e não desconhecendo o intolerável abuso prosseguido designadamente por Salazar (uma só moral, uma só religião), que na sociedade portuguesa sempre existiu um factor religioso determinante, e maioritariamente católico.

Mas sempre existiram dinâmicas outras, minoritárias embora. 
Um dos exemplos, entre outros, que se pode referir é o passado nas Beiras (que conheço relativamente bem) onde sempre existiram sinais de aproximação entre ritualidades judaicas e cristãs. 
Belmonte e áreas próximas constitui exemplo típico.
Num tema complexo há religiosidade popular e há a igreja católica romana.

Entre muitas coisas mais, e passada que estão três meses de mais uma época Natalícia, tivemos  de novo as chamadas boas festas, o Natal, tradicionalmente a consoada a 24 de Dezembro, a missa do galo, tradicionalmente reunião da família, SIM da FAMÍLIA, FAMÍLIA.

Naturalmente, (naturalmente para mim), algumas coisas se foram alterando, há uns anos apareceu o pai Natal e as prendas.
Quando a minha idosa mãe (100 em 8JUL passado) era pequenita não havia pai Natal.

Mudou também, creio, a percentagem dos assumidos católicos que assistem regularmente aos actos de culto.
Mas onde quero chegar é que, e no respeito pelo outro que seja diferente de nós e designadamente na fé, porque carga de água não se há-de celebrar essa época que remonta a muito lá para trás?

Porque não hei-de continuar a ter uma árvore de Natal em casa quando ainda por cima há mais de 35 anos que não é de pinheiro natural, e portanto, respeito pelo ambiente e pela natureza?

Porque carga de água se quer (alguns) remover tudo o que se refere às tradições e ritos cristãos, como presépio na rua junto da igreja, etc.?

Porque carga de água devo desprezar, deixar de ouvir por exemplo as cantatas de Natal de Fernando Lopes Graça, um vulto enorme da nossa cultura? 
Ou as excelentes peças de música erudita de compositores diversos apropriadas ao Natal ?

Porque carga de água se estão a passar certas coisas (para mim inacreditáveis) em Portugal como aconteceu recentemente em certos locais no nosso país como aconteceu também em vários países da chamada Europa Ocidental? 
Cancelar isto e aquilo que era tradicional, para não ofender, ou como cautela por causa de atentados?

PORQUÊ ?
Porque pode ofender outros com fé diferente?
Mas a nossa fé e a fé deles têm de ser igualmente respeitadas.

Mas então ao virem para outros países, as sociedades de acolhimento têm de se descaracterizar para não os incomodar?

A seguir à questão de fé, os países de acolhimento também devem ponderar começar a integrar na legislação nacional por exemplo normas da "Sharia" e etc?

Salvo melhor opinião,  MULTICULTURISMO a existência de pessoas de outras culturas a viver em fraternidade aqui em Portugal. 

Deve significar o respeito integral pelas nossas leis, pelas nossas tradições, pelas nossas romarias, pelo nosso modo de vida. 
Quem chega tem de respeitar a organização do país, a lei, e sujeitar-se como todos nós às normas e regras vigentes. 
Que não têm de ser alteradas. 
E quem chega e tem fé diferente não têm que passar a ir à missa! E as manifestações do seu culto devem ser RESPEITADAS.

As questões de fé têm de ser respeitadas. 
Mas parece-me inaceitável não respeitarem a minha. Desrespeitam-na ao forçarem mudar, cancelar.
A minha fé não é melhor ou superior a outras, é apenas diferente. 
Todas têm de ser respeitadas. 

Sociedades pluriculturais coexistiram em todas as épocas. 
E assim deve continuar.
Multiculturismo é, também, resistir à homogeneidade cultural. 
Não se tem de passar a ser budista, ortodoxo, muçulmano, xintoísta, ou cristão, etc.

Mas a celebração do Natal, por exemplo, incomoda?
Até aos anos 90 do século passado, em Portugal, incomodou os portugueses agnósticos e ateus, ou os estrangeiros que sempre cá viveram? Francamente!

Na Síria, Irão, Iraque, Líbano, Egipto, Arábia Saudita, Indonésia, etc. alteram alguma coisa porque possam existir umas centenas de cristãos a lá residir? 
NÃO, obviamente que não alteram, não cancelam nada.
Não deixam de praticar o que lhes é tradicional e está na fé deles há séculos.

Em cada país, as leis internas têm de ser respeitadas. 
Respeitadas por todos, os do país, e os estrangeiros visitantes, turistas, residentes, venham a ter ou não nacionalidade do país que escolheram para viver. 

E quem o escolhe para viver de futuro, deve aprender a língua do país. É a minha opinião.

É só isto, e não tem nada a ver com o execrável (opinião pessoal naturalmente) Ventura e seus centuriões.

António Cabral (AC)

terça-feira, 3 de março de 2026

INSTITUTO  DA  SEGURANÇA  SOCIAL

Para tratar de questões relativas à minha muito idosa (100 em 8JUL passado) mãe (de quem tenho procuração há muitos anos para poder tratar de tudo) ontem e hoje andei muito mas muito "entretido".

Tinha tentado ontem fazer uma marcação online (pelo SIGA) mas amavelmente a senhora ao telefone informou-me - tenho vaga para final de Abril.

Ontem de manhã só lá pude ir passava um pouco das dez da manhã. UM MAR DE GENTE!

Perguntei à senhora que controlava as admissões e as senhas e perguntei - quando chegar a minha a vez pode por favor dizer-me qual a senha que devo tirar?

- Qual é o assunto?  Depois de olhar para os meus papeis - ah para isso já não há senhas!

Inocentemente, eu - diga-me por favor, de tarde reabre às 1400 não é ?

SIM . . . e eu - muito obrigado.

Voltei de tarde.

Quando chegou a vez de tirar a senha, a mesmíssima senhora da manhã no controlo de admissões e senhas - ah isso é só nas manhãs!

Pensei mas nada lhe disse - podia ter-me explicado de manhã quando falámos. Enfim.

VOLTEI PORTANTO ESTA MANHÃ.

E escaldado pensei, se abre às 0900 vou bastante mais cedo. Cheguei lá 0750 horas . . . .  já lá estava uma senhora 😖😖

Bom, lá tratei rapidamente do que tinha de tratar e saí eram cerca das 0920 horas.

Uma última nota.

Das 0750 às 0900 juntou-se genteeeeeeee . . . . . 

Tive bastante tempo para observar os seres humanos que se foram ali juntando à espera da abertura da porta.

Fiquei entre o estarrecido e o esclarecido com o exemplo observável da tal massa humana que contribui imenso para a nossa economia e para os Euros da Segurança Social. 

Atentas as conversas em português diverso, em línguas do Leste Europeu, atentas as vestes, atento o tipo de calçado em que talvez cerca de 1/4 era chinela ora sem meia ora com meia, fiquei MUITO MAS MUITO ESCLARECIDO.

AC 

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Sobre imigração ilegal, estes eram alguns dados relativos a 2020.

Com estará a situação relativa a 30 de Junho de 2025?

Curiosamente este dados nada dizem quanto aos países escandinavos, Bélgica, Áustria, República Checa, Eslováquia, Grécia e países da antiga Jugoslávia.

Em Portugal, aparentemente, em 2017 entre legais e ilegais havia qualquer coisa como 400 000 e agora parece que rondará 1 500 000!

Bom dia, bom início de semana, saúde

AC

 

sábado, 15 de novembro de 2025

LI  ISTO  NO  "PERDÓCIO"

Sobrequalificação dos imigrantes em Portugal “é particularmente elevada”. OCDE diz que é preciso “simplificar a avaliação e o reconhecimento das qualificações obtidas no estrangeiro.

Hum. . . . Pois!

AC

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

A FACTURA do PASSADO nos SERVIÇOS PÚBLICOS 
(sublinhados e comentários ao longo do artigo a bold e cores, são da minha responsabilidade) (comentários adicionais no fim do artigo) 

O passado apanhou-nos no presente. A fatura da inação e erros de política dos governos de António Costa estão aí na degradação dos serviços públicos.
(4NOV2025, Helena Garrido)

O que vivemos hoje é em grande parte determinado pelo nosso passado. (e aqui fica claro, pois esta jornalista procura sempre ser decente, que o PSD também têm culpas nisto tudo, mas o período de mais de 8 anos que levámos com António Costa foi um desastre) 

Esta constatação óbvia permite percebermos a herança que nos deixou a governação do primeiro-ministro António Costa com a cumplicidade do Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa (cumplicidade descarada e vergonhosa apenas para ganhar 2º mandato em Belém). 
Os alertas que se fizeram na altura, sobre o caminho que estávamos a seguir de degradação dos serviços públicos, apenas pecaram por optimistas. Porque hoje vemos que foi muito pior do que poderíamos imaginar na imigração, na educação, na saúde, nos transportes públicos.

Luís Montenegro cometeu o erro de não perceber (não percebeu?) até que ponto se tinham degradado os serviços públicos, fazendo por isso promessas impossíveis de cumprir, como aconteceu no caso da Saúde. 

Vai ser preciso muita coragem política (não haverá) e sabedoria para inverter a tendência em que entrámos de degradação do Estado. 
Será provavelmente impossível sem um entendimento alargado entre os principais partidos (não haverá), o que não nos deixa muito optimistas em matéria de expectativas, se considerarmos a dinâmica de insultos que se vive hoje no Parlamento. (degradação inqualificável, só falta desatarem à porrada).

Na Educação, caso alguém tivesse olhado para além do curto prazo e do marketing político, ter-se-ia apercebido que, com as aposentações e a redução da procura dos cursos ligados ao ensino, iam faltar professores. 
Mas não se fez absolutamente nada, até a situação chegar ao que chegou hoje. 

Mas, claro, sempre com juras de absoluto amor e paixão pelo ensino público, enquanto se ia levando os filhos até à escola privada (por exemplo a Leitão, para abrir horizontes aos filhotes). 
Há aliás uma elevada correlação entre quem defende o ensino público (e o SNS) e usa exclusivamente os serviços privados, num paradoxo difícil de entender. (não, não é difícil de entender, é a esquerdalhada caviar incoerente e inconsequente, e o mesmo fazem muitos outros dos outros partidos)

Como se não bastasse isso, descobrimos que o Ministério da Educação nem conseguia ter dados sobre o número de alunos sem professores, coisa que obviamente não caberia na cabeça de ninguém e muito menos de um economista como Fernando Alexandre. 
O que o levou a atravessar-se por um número que, afinal, não correspondia à realidade. 
Com que dados se desenharam as políticas públicas de educação os seus antecessores? 
Poucos ou nenhuns, parece óbvio. 

Porque o entretenimento foi mais no fazer e refazer currículos, sempre na vanguarda da última moda. 
Mantendo a guerra com os professores bem acesa, com os óbvios efeitos na educação dos jovens, e que este governo teve de resolver. E, claro, sem levar em conta os efeitos da imigração.

Na Saúde a moda foi a reengenharia organizativa. Criou-se em 2022 a Direcção Executiva do SNS com o objetivo de melhorar os serviços de Saúde, sem primeiro reorganizar todos os serviços. 
As Administrações Regionais de Saúde (ARS) acabaram por ser apenas extintas já com o Governo de Luís Montenegro, em Setembro de 2024, com os mais de mil funcionários distribuídos pelas ULS e Direcção Executiva.

Em 2023 criaram-se ainda as Unidades Locais de Saúde (ULS), entidades empresariais que integram hospitais e centros de saúde para, supostamente, “reforçar os cuidados primários e a gestão integrada dos cuidados de saúde”. 
Estas mega-estruturas aumentaram a burocracia e, com ela, a ineficiência como aliás se pode ler no relatório REAVALIA ULS. 
Além disso, na mesma altura, é criado o regime de dedicação plena.

Estas duas últimas medidas, as ULS e a dedicação plena, são identificadas pelo ministro das Finanças como “duas decisões absolutamente desastrosas tomadas no final de 2023 pelo PS” e explicam, segundo afirma na entrevista ao Jornal de Negócios “parte substancial do crescimento da despesa em saúde em 2024 e 2025”.


Basicamente e ao que parece, o SNS viu os seus problemas de eficiência agravarem-se por conta de reengenharias organizativas, somando-se assim aos desafios que já vivia do envelhecimento, do aumento da população e da inovação. 
O erro de Luís Montenegro e da ministra da Saúde Ana Paula Martins foi considerarem que tinham um problema muito fácil de resolver entre mãos. 
E, diga-se, que a demissão da ministra não resolve absolutamente nada.

Neste caso é óbvia a necessidade de uma profunda reforma, tratando o problema na perspetiva do Sistema de Saúde, exatamente para salvar o serviço público de Saúde. 

Porque o SNS não está a ser destruído agora, começou a ser destruído quando se olhou para os seus problemas como sendo de organização e não de gestão eficiente do sistema. 

A cegueira ideológica tem aqui também a sua quota parte de responsabilidade. Em vez de se responder à pergunta “qual a melhor solução para dar aos portugueses os melhores serviços de saúde ao mais baixo custo?”, optámos por escolher apenas as soluções disponíveis no universo do SNS, como se nada mais existisse.

O resultado é que, segundo dados do INE, em 2023 foram gastos 26,5 mil milhões de euros em serviços de saúde, ou cerca de 2500 euros por habitante. 
E, daquele valor, cerca de 36% foi despesa corrente privada. 
Numa outra óptica, a do Orçamento do Estado, prevê-se que a despesa corrente do SNS chegue aos 16,8 mil milhões de euros, um crescimento de 1,7%, reflexo do corte, que o Governo não quer chamar corte, na aquisição de bens e serviços. 

O certo é que alguma coisa se vai ter de fazer para os serviços públicos oferecerem mais com o mesmo dinheiro. 
E fazer não é fazer mais diplomas reorganizativos, é melhorar substancialmente a gestão. Ou estaremos implicitamente a escolher acabar com o SNS, como na realidade aconteceu nos últimos anos.

Na Imigração vimos bem o que se passou, com a sua subida muito rápida a colocar em causa uma das vias do nosso crescimento, por rejeição das comunidades locais aos estrangeiros. 

Mais uma vez, aquilo que parecia ser uma política que conciliava o humanismo, de quem compreende que os outros podem procurar uma vida melhor, e os interesses dos empresários redundou num problema de desumanidade e exploração de algumas pessoas. 
Para não falar das consequências políticas, já que parte do discurso do Chega é alimentado por este erro de política do Governo de António Costa.

Nos transportes públicos é ver o estado em que está a ferrovia que serve os subúrbios de Lisboa e a espera pelas novas carruagens encomendadas quando já eram necessárias. É famosa a frase de Pedro Nuno Santos ao dizer que não podia ir comprar carruagens a um stand como quem compra carros. O problema é exactamente esse e também aqui: não se viu o longo prazo ou não se quis ver.

O que estamos a enfrentar neste momento, na degradação dos serviços públicos, é pura e simplesmente o nosso passado, que nos apanhou (centrão, mas sobretudo PS, Sócrates e Costa). 

Quisemos acreditar que tudo era possível, virar a página da austeridade nos segmentos eleitorais do Governo PS e de quem o suportava, fazer do PS um partido financeiramente responsável e, ao mesmo tempo, ter um futuro de serviços públicos de qualidade.  
Infelizmente o tempo mostrou que isso era impossível. 

O que temos de fazer agora é mais difícil e vai exigir de quem nos governa coragem e capacidade de execução, assim como apoio dos principais partidos. Não é tarefa fácil.

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Comentários adicionais.
Além dos comentários e sublinhados a bold e cores ao longo deste claro artigo de opinião, que só peca, 
- por não ser ainda mais duro com o centrão, 
- por não ser ainda mais duro com o PS, 
- por não ser mais duro com os Presidentes da República Cavaco Silva (há muitos anos não era Cavaco e Silva?) mas sobretudo com Marcelo, 
- por não ser ainda mais duro com todos os deputados e particularmente dos outros partidos que se contentam sempre com as cassetes, 
- por não ter referências duras aos sindicatos dos médicos e dos enfermeiros, 
- por não ter referências duras à FENPROF conduzida pelo dinossauro  dos sindicatos, acrescento mais o seguinte:

1º - Nem é tarefa fácil, nem vai acontecer, pois há coragem política, nem haverá acordos de regime, nem FINALMENTE pensarão no país e nos cidadãos comuns.

2º - Não vai acontecer borrifarem-se para os corporativismos dos médicos e dos enfermeiros e mais as ordens respectivas, mais os sindicatos e sobretudo a FNAM.

3º - Não vai acontecer borrifarem-se para as negociatas que sugam o SNS. 

4º - De uma vez por todas, tudo o que é hospitais públicos, centros de saúde unidades disto e daquilo na esfera do Estado continuarão muito tempo sem terem sistemas informáticos uniformizados, e a informação de um dado doente estar acessível em toda a rede.

5º - Não vai acontecer os gabinetes dos ministros passarem a ter menos assessores da cor e amigalhaços, em vez de gente competente e que trabalhe. É para isso que têm pópó, condutores de serviço, ajudas de custo, e euros para despesas de representação.

6º - Não vai haver colaboração concreta e franca entre os sindicatos e o ministério da educação, onde desde há muito tempo não estava um ministro que parece ser pessoa decente e intrinsecamente sério. E devia-se aproveitar a oportunidade.

7º - Não vai ser com o pedante ministro das infra-estruturas que os transportes em Portugal entrarão nos eixos.

Como previa Medina Carreira, que sem juízo iríamos empobrecer cada vez mais, é para onde caminhamos em passo acelerado, para o empobrecimento, para o atraso progressivo, para o afastamento do nível de vida e de desenvolvimentos dos países do centro e Norte da Europa.

E mais acrescento, estamos à beira do precipício, estamos à beira da implosão da sociedade portuguesa. 
Podem chamar-me pessimista.

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem. 
Mas, respeitosamente, sugiro que depois de me chamarem pessimista, se dirijam de imediato ao hospital pois carecem de consulta urgente na especialidade de oftalmologia.

António Cabral (AC)

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

PASSAPORTES,  VISTOS,  etc.  FRAUDES ?


Quantas "baiucas" destas haverá em várias partes da terra para arranjar documentos? Será que também os forjam?

AC

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Repetindo-me  Sobre  IMIGRAÇÃO 
Reproduzo parte final de um texto aqui publicado há dias.
. . . . . . . . . . . 
Pois sr Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, o seu - se maltratamos seremos mal tratados - soa a chocho, é o seu estilo habitual, parecendo coisa virtuosa mas que na prática, opinião pessoal naturalmente, não passa de uma lamentável vacuidade.

Escute este seu antecessor. Por uma vez, caia em si!

Ou não percebe o significado de: 
- capacidade de integração
- portas abertas mas com moderação
- regras legais
- aquisição de nacionalidade
- exigirmos demonstração real de vontade de integração
- contrapartida da nossa abertura é a rejeição de isolacionismos religiosos e culturais
- que recusam os nossos valores
- respeitar a nossa ordem jurídica.

Já viu professor Marcelo, o que este perigosíssimo racista, xenófobo, afirmou e defendeu em 2002? 
QUE HORROR, que HORRÍVEL este decente socialista defendeu!


Pois eu entendo que é um discurso excelente, brilhante, e para esfregar com violência nas trombas de muitos trastes que vegetam por aí, titulares ou não de órgãos de soberania.

Desgraçado Portugal com estes titulares de órgãos de soberania.

António Cabral (AC)

sábado, 19 de julho de 2025

A PROPÓSITO, IMIGRAÇÃO,  QUALIFICADOS

A lei da nacionalidade, a imigração, a legal, a ilegal, a descontrolada, e a luta política, que, em vez de ser luta, devia ser tudo discutido, argumentado, analisado, olhado à realidade no terreno, debatido com honestidade intelectual seriedade e sem ideologias, mas tem sido tudo uma gritaria, mentiras de parte a parte, cabeça na areia, e ai Presidente veta isto.

Porventura terá coisas inaceitáveis, não li, não sou jurista, mas preocupa-me tido isto, toda esta forma de tratar os assuntos, e de permanentemente esquecer a realidade concreta de Portugal.

O que foi feito nos últimos 30 anos quanto a habitação pública? pelos sucessivos governos? E que preocupações dos sucessivos titulares dos órgãos de soberania PR e AR?

E a propósito disto recordei-me da ex-MRPP (será mesmo ex?) que há tempos na SIC Notícias salvo erro, sugeria que se fossem buscar palestinianos à faixa de Gaza pois são muito qualificados.

Em que se baseou a criatura para vomitar isto?

Demonstrou?

É como estamos, como continuamos, com esta gentalha, da esquerda à direita, nas suas bolhazinhas. Desgraçados de nós cidadãos comuns.

AC

quarta-feira, 23 de abril de 2025


Recebi de um amigo. 
Não fui investigar mas, conhecendo o que publicamente se conhece, não me admira que sintetize eloquentemente o havido entre estas criaturas

AC