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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

T V D E
Motoristas de TVDE protestam na próxima semana. Previstas perturbações nas viagens de Uber e Bolt
Em todo o país, condutores das plataformas Uber e Bolt vão alternar-se para desligar as aplicações entre 19 e 24 de janeiro. Os trabalhadores autónomos pedem que a legislação do setor seja revista
.

Vão parar por fases, anunciaram.
Pois se eu mandasse parava-os a todos por largo tempo.
E sobretudo investigava, muito a sério, as várias lojinhas (escolas de condução . . . ah . . . . ah . . . que lhes têm dado a carta), a legalidade de condutores, e como arranjam dinheiro para certos carros andarem a circular TVDE; é que vejo alguns que eu não consigo comprar nem a prestações. O que está por trás disto.

Pelo menos por uns tempos eu e certamente uns milhares de condutores deixávamos de ter constantes sustos na estrada e particularmente nas rotundas.

AC

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

A FACTURA do PASSADO nos SERVIÇOS PÚBLICOS 
(sublinhados e comentários ao longo do artigo a bold e cores, são da minha responsabilidade) (comentários adicionais no fim do artigo) 

O passado apanhou-nos no presente. A fatura da inação e erros de política dos governos de António Costa estão aí na degradação dos serviços públicos.
(4NOV2025, Helena Garrido)

O que vivemos hoje é em grande parte determinado pelo nosso passado. (e aqui fica claro, pois esta jornalista procura sempre ser decente, que o PSD também têm culpas nisto tudo, mas o período de mais de 8 anos que levámos com António Costa foi um desastre

Esta constatação óbvia permite percebermos a herança que nos deixou a governação do primeiro-ministro António Costa com a cumplicidade do Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa (cumplicidade descarada e vergonhosa apenas para ganhar 2º mandato em Belém)
Os alertas que se fizeram na altura, sobre o caminho que estávamos a seguir de degradação dos serviços públicos, apenas pecaram por optimistas. Porque hoje vemos que foi muito pior do que poderíamos imaginar na imigração, na educação, na saúde, nos transportes públicos.

Luís Montenegro cometeu o erro de não perceber (não percebeu?) até que ponto se tinham degradado os serviços públicos, fazendo por isso promessas impossíveis de cumprir, como aconteceu no caso da Saúde

Vai ser preciso muita coragem política (não haverá) e sabedoria para inverter a tendência em que entrámos de degradação do Estado. 
Será provavelmente impossível sem um entendimento alargado entre os principais partidos (não haverá), o que não nos deixa muito optimistas em matéria de expectativas, se considerarmos a dinâmica de insultos que se vive hoje no Parlamento. (degradação inqualificável, só falta desatarem à porrada).

Na Educação, caso alguém tivesse olhado para além do curto prazo e do marketing político, ter-se-ia apercebido que, com as aposentações e a redução da procura dos cursos ligados ao ensino, iam faltar professores
Mas não se fez absolutamente nada, até a situação chegar ao que chegou hoje. 

Mas, claro, sempre com juras de absoluto amor e paixão pelo ensino público, enquanto se ia levando os filhos até à escola privada (por exemplo a Leitão, para abrir horizontes aos filhotes)
Há aliás uma elevada correlação entre quem defende o ensino público (e o SNS) e usa exclusivamente os serviços privados, num paradoxo difícil de entender. (não, não é difícil de entender, é a esquerdalhada caviar incoerente e inconsequente, e o mesmo fazem muitos outros dos outros partidos)

Como se não bastasse isso, descobrimos que o Ministério da Educação nem conseguia ter dados sobre o número de alunos sem professores, coisa que obviamente não caberia na cabeça de ninguém e muito menos de um economista como Fernando Alexandre. 
O que o levou a atravessar-se por um número que, afinal, não correspondia à realidade. 
Com que dados se desenharam as políticas públicas de educação os seus antecessores? 
Poucos ou nenhuns, parece óbvio

Porque o entretenimento foi mais no fazer e refazer currículos, sempre na vanguarda da última moda. 
Mantendo a guerra com os professores bem acesa, com os óbvios efeitos na educação dos jovens, e que este governo teve de resolver. E, claro, sem levar em conta os efeitos da imigração.

Na Saúde a moda foi a reengenharia organizativa. Criou-se em 2022 a Direcção Executiva do SNS com o objetivo de melhorar os serviços de Saúde, sem primeiro reorganizar todos os serviços
As Administrações Regionais de Saúde (ARS) acabaram por ser apenas extintas já com o Governo de Luís Montenegro, em Setembro de 2024, com os mais de mil funcionários distribuídos pelas ULS e Direcção Executiva.

Em 2023 criaram-se ainda as Unidades Locais de Saúde (ULS), entidades empresariais que integram hospitais e centros de saúde para, supostamente, “reforçar os cuidados primários e a gestão integrada dos cuidados de saúde”. 
Estas mega-estruturas aumentaram a burocracia e, com ela, a ineficiência como aliás se pode ler no relatório REAVALIA ULS. 
Além disso, na mesma altura, é criado o regime de dedicação plena.

Estas duas últimas medidas, as ULS e a dedicação plena, são identificadas pelo ministro das Finanças como “duas decisões absolutamente desastrosas tomadas no final de 2023 pelo PS” e explicam, segundo afirma na entrevista ao Jornal de Negócios “parte substancial do crescimento da despesa em saúde em 2024 e 2025”.


Basicamente e ao que parece, o SNS viu os seus problemas de eficiência agravarem-se por conta de reengenharias organizativas, somando-se assim aos desafios que já vivia do envelhecimento, do aumento da população e da inovação
O erro de Luís Montenegro e da ministra da Saúde Ana Paula Martins foi considerarem que tinham um problema muito fácil de resolver entre mãos. 
E, diga-se, que a demissão da ministra não resolve absolutamente nada.

Neste caso é óbvia a necessidade de uma profunda reforma, tratando o problema na perspetiva do Sistema de Saúde, exatamente para salvar o serviço público de Saúde. 

Porque o SNS não está a ser destruído agora, começou a ser destruído quando se olhou para os seus problemas como sendo de organização e não de gestão eficiente do sistema

A cegueira ideológica tem aqui também a sua quota parte de responsabilidade. Em vez de se responder à pergunta “qual a melhor solução para dar aos portugueses os melhores serviços de saúde ao mais baixo custo?”, optámos por escolher apenas as soluções disponíveis no universo do SNS, como se nada mais existisse.

O resultado é que, segundo dados do INE, em 2023 foram gastos 26,5 mil milhões de euros em serviços de saúde, ou cerca de 2500 euros por habitante. 
E, daquele valor, cerca de 36% foi despesa corrente privada. 
Numa outra óptica, a do Orçamento do Estado, prevê-se que a despesa corrente do SNS chegue aos 16,8 mil milhões de euros, um crescimento de 1,7%, reflexo do corte, que o Governo não quer chamar corte, na aquisição de bens e serviços

O certo é que alguma coisa se vai ter de fazer para os serviços públicos oferecerem mais com o mesmo dinheiro. 
E fazer não é fazer mais diplomas reorganizativos, é melhorar substancialmente a gestão. Ou estaremos implicitamente a escolher acabar com o SNS, como na realidade aconteceu nos últimos anos.

Na Imigração vimos bem o que se passou, com a sua subida muito rápida a colocar em causa uma das vias do nosso crescimento, por rejeição das comunidades locais aos estrangeiros. 

Mais uma vez, aquilo que parecia ser uma política que conciliava o humanismo, de quem compreende que os outros podem procurar uma vida melhor, e os interesses dos empresários redundou num problema de desumanidade e exploração de algumas pessoas
Para não falar das consequências políticas, já que parte do discurso do Chega é alimentado por este erro de política do Governo de António Costa.

Nos transportes públicos é ver o estado em que está a ferrovia que serve os subúrbios de Lisboa e a espera pelas novas carruagens encomendadas quando já eram necessárias. É famosa a frase de Pedro Nuno Santos ao dizer que não podia ir comprar carruagens a um stand como quem compra carros. O problema é exactamente esse e também aqui: não se viu o longo prazo ou não se quis ver.

O que estamos a enfrentar neste momento, na degradação dos serviços públicos, é pura e simplesmente o nosso passado, que nos apanhou (centrão, mas sobretudo PS, Sócrates e Costa)

Quisemos acreditar que tudo era possível, virar a página da austeridade nos segmentos eleitorais do Governo PS e de quem o suportava, fazer do PS um partido financeiramente responsável e, ao mesmo tempo, ter um futuro de serviços públicos de qualidade.  
Infelizmente o tempo mostrou que isso era impossível. 

O que temos de fazer agora é mais difícil e vai exigir de quem nos governa coragem e capacidade de execução, assim como apoio dos principais partidos. Não é tarefa fácil.

************************************
Comentários adicionais.
Além dos comentários e sublinhados a bold e cores ao longo deste claro artigo de opinião, que só peca, 
- por não ser ainda mais duro com o centrão, 
- por não ser ainda mais duro com o PS
- por não ser mais duro com os Presidentes da República Cavaco Silva (há muitos anos não era Cavaco e Silva?) mas sobretudo com Marcelo
- por não ser ainda mais duro com todos os deputados e particularmente dos outros partidos que se contentam sempre com as cassetes
- por não ter referências duras aos sindicatos dos médicos e dos enfermeiros, 
- por não ter referências duras à FENPROF conduzida pelo dinossauro  dos sindicatos, acrescento mais o seguinte:

1º - Nem é tarefa fácil, nem vai acontecer, pois há coragem política, nem haverá acordos de regime, nem FINALMENTE pensarão no país e nos cidadãos comuns.

2º - Não vai acontecer borrifarem-se para os corporativismos dos médicos e dos enfermeiros e mais as ordens respectivas, mais os sindicatos e sobretudo a FNAM.

3º - Não vai acontecer borrifarem-se para as negociatas que sugam o SNS. 

4º - De uma vez por todas, tudo o que é hospitais públicos, centros de saúde unidades disto e daquilo na esfera do Estado continuarão muito tempo sem terem sistemas informáticos uniformizados, e a informação de um dado doente estar acessível em toda a rede.

5º - Não vai acontecer os gabinetes dos ministros passarem a ter menos assessores da cor e amigalhaços, em vez de gente competente e que trabalhe. É para isso que têm pópó, condutores de serviço, ajudas de custo, e euros para despesas de representação.

6º - Não vai haver colaboração concreta e franca entre os sindicatos e o ministério da educação, onde desde há muito tempo não estava um ministro que parece ser pessoa decente e intrinsecamente sério. E devia-se aproveitar a oportunidade.

7º - Não vai ser com o pedante ministro das infra-estruturas que os transportes em Portugal entrarão nos eixos.

Como previa Medina Carreira, que sem juízo iríamos empobrecer cada vez mais, é para onde caminhamos em passo acelerado, para o empobrecimento, para o atraso progressivo, para o afastamento do nível de vida e de desenvolvimentos dos países do centro e Norte da Europa.

E mais acrescento, estamos à beira do precipício, estamos à beira da implosão da sociedade portuguesa. 
Podem chamar-me pessimista.

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem. 
Mas, respeitosamente, sugiro que depois de me chamarem pessimista, se dirijam de imediato ao hospital pois carecem de consulta urgente na especialidade de oftalmologia.

António Cabral (AC)

terça-feira, 27 de agosto de 2024

METRO 
O metro tem 100 centímetros!
Mas não é deste metro que quero falar.

Quero falar do Metro em Lisboa.
O Metro anda lá por baixo de Lisboa, há estações, várias, os comboios aparecem dos túneis, as pessoas embarcam.

O Metro tem umas estações mais fundas, outras menos.
De maneira que as pessoas têm escadas, têm escadas rolantes, têm elevadores de que se servem para aparecer à superfície, para ver a luz do dia ou as da noite!

As pessoas têm escadas, escadas rolantes e elevadores para . . . . 
Espera, parece que às vezes não as têm.

Pergunta para um milhão de Euros:
Hoje, em Lisboa, quantas escadas rolantes e elevadores continuam avariados?
É que algumas avarias têm durado, e duram e duram e duram e duram!
Claro que a culpa é do Moedas!
AC

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

TRANSPORTES, recordações Particulares da CP

A idade fez-me conhecer muito bem a chamada linha do Estoril/ Cascais, o comboio para o Algarve que apanhávamos no Barreiro depois de atravessar o Tejo de barco, o comboio para a Beira-Baixa/ Castelo Branco, o comboio do Porto para a Régua.

Na linha do Estoril comecei em 1958. Os comboios tinham I, II e III classes. As portas abriam manualmente, arrancando o comboio apenas depois de um apito estridente do revisor coordenador, verificado que ninguém estava ainda a entrar ou sair. Bancos de madeira (inacreditáveis na III classe) , cujos encostos eram puxados para o lado contrário no final de cada viagem. Mais tarde apareceram os passes, um pequeno cartão grosso imprimido, que se guardava numa ranhura de um trambolho de alumínio. Em 1965 já havia algumas melhorias. Mas os comboios para o Algarve, para o Alentejo, para Castelo Branco..........

E hoje?

Existem diferenças quase abissais. Não ando nos nossos comboios desde 2016, quando fui do Pinhal Novo para Lisboa via ponte 25 de Abril.

Como serão os fabulosos comboios novos comprados pelo fabuloso Pedro Nuno Santos?

AC

domingo, 9 de junho de 2019

MAIS PALAVRAS para QUÊ ?
Eu sigo o melhor que posso certas sessões e notícias sobre a AR, sobre as declarações dos mentirosos, amnésicos, vigaristas, bandidos, corruptos, aldrabões.
Ultimamente tem sido frequente verificar a desconformidade entre o que dizem na AR e o que mais tarde certos documentos evidenciam ou, pior, desdizem o que antes disseram que sabiam ou não sabia, que se lembravam ou não.
E nenhum vai preso.
Desgraçado País com esta cambada de filhos da P***!
É como esta de que o António Costa, o Pedrinho, o Lacerda, nenhum/ ninguém sabia de nada o que estava a ser gizado na TAP.
Tal como em relação aos transportes, por exemplo fluviais entre margens do Tejo, quando o intrujão - mor tem a lata de dizer que preparavam quase desde o início da legislatura a alteração dos passes (boa medida) agora quer eximir-se à responsabilidade de que não acautelou desde o início da legislatura a questão dos meios de transporte em todo o País Continental, fluviais, autocarros e metro.
Eles não têm culpa, coitadinhos, os bisavós deles é que nunca deviam ter nascido.
Honestidade intelectual, para não falar da outra, é coisa arredia destas cabecinhas.
E a desgraça dos Portugueses, dos cidadãos comuns é que o problema é tão grande por causa das cabecinhas rosáceas, mas a desgraça continua quando observamos as cabecinhas vermelhas, alaranjadas, azuis, verdes, ou animalescas.
Desgraçado país.
AC

quinta-feira, 6 de junho de 2019

ANDO PREOCUPADO COM MARCELO
Verifico que o actual inquilino de Belém persiste em comentar muita coisa mas também fica convenientemente calado quanto a outros assuntos. Curioso.
- Tancos, nunca mais disse nada.
- Ao brilharete de Ronaldo, nada disse.
- A americana que vem acusando Ronaldo, passou a coisa para tribunal federal; gostava saber o que pensa o PR.
- Os selvagens dos muitos britânicos que para aí andam fazem desacatos no Norte, e o PR não telefona à rainha, nem critica esses desacatos?
- Manuela Ferreira Leite fez uma declaração acerca do défice e Marcelo "népia".
- O MDN fez uma declarações sobre defesa nacional e Marcelo nada.
- Os transportes designadamente na grande Lisboa está um caos e Marcelo caladinho.
- Os voos de e para a Madeira têm atrasos constante de 2 a 3 horas e vários são cancelados, e Marcelo bico calado.
- Por exemplo na linha de Sintra passam-se coisas inacreditáveis incluindo tiroteios, e Marcelo nada.
- Na TAP, com prejuízos brutais e amigalhaços de António Costa no grupo dirigente da TAP, dividendos chorudos para uns poucos e Marcelo népia.

Ah, e a culpa de tudo isto é de Salazar, ou pelo menos culpa de Passos Coelho e do Trump ( que é de facto um paspalhão)

É como estamos, mas é o que os portugueses gostam. E de selfies.
Mas depois não se queixem.
AC

terça-feira, 18 de setembro de 2018

COSTA, MEDINA, PASSES SOCIAIS.....
ENGOLE apenas quem quer, ou não se dá ao trabalho de raciocinar. Infelizmente, marca nacional.

Começou, aparentemente, como ideia de Medina, para a grande Lisboa. Repito, aparentemente!!!!!
Ao que parece sem qualquer conversa prévia com outros colegas autarcas presidentes da grande Lisboa.
Logo a seguir, berros do Porto. Depois alastrou a outros autarcas.
O pequenino Marques Mendes, não sei se discutiu a coisa com Marcelo e Sampaio, acha a medida de Medina uma excelente ideia. !!????!!!

Nesta coisa como em tudo o mais, haveria que ponderar as coisas com seriedade, com visão estratégica, discutir objectivos e para todo o País e, depois então, analisar medidas, políticas, para atingir esses objectivos fixados.
E isto não tem nada de "achismo", como gosta de referir o turbo administrador não executivo de tez rosácea, mas que diariamente acha qualquer coisa de tudo.
Mas antes de mais, sabem o que penso?
Penso assim, mesmo que exista alguma "taxa" sobre pensamento discordante.
"Oh Medina, lança lá a ideia, não posso ser eu senão vão berrar - eleitoralismo - que de facto é aquilo de que temos de cuidar, temos que tentar garantir votos.
Provavelmente o gajo do Norte e outros vão gritar - lá está o costume - e aí eu mando avançar o barbudo a dizer que vamos pensar em termos gerais de País. E depois hei-de aparecer a dizer mais umas coisas, mas aí já ressaltando a minha qualidade de grande estadista, a olhar a questão transportes em termos globais".
Injusto?  Pois pois.

Para começar, em quantas regiões, em quantos concelhos, para Leste da linha imaginária Norte-Sul traçada 40 Km a partir da costa, existem transportes colectivos decentes?
Mesmo em Lisboa e Porto existem dificuldades, limitações. 
Basta tentar usar transportes públicos na área da grande Lisboa, de extremo a extremo, para ter uma ideia de trajectos, de ofertas de transportes.
Dizem que será da ordem de 65 milhões o impacto financeiro da redução de passes/ custo estimado. 
Para lá de ser estimado, e sabemos bem no que resultam a maioria das estimativas dos governos, se fizerem os cálculos mais rigorosamente chegar-se-ia certamente a valores bem mais colossais.

Por outro lado, porque não gastar esses milhões em aumentar as ofertas de transportes em vez de baixar passes? Sabendo-se ainda por cima que no seu interior/ âmago querem é arranjar mais votos nas grandes áreas metropolitanas.
O que me parece mais uma vez, é estarmos perante jogadas do habilidoso, a mandar os vassalos testar as coisas quando, o que devia fazer-se, era avaliar o problema dos transportes, tentar definir objectivos globais, ainda por cima agora que tanto arrotam ao fim das desigualdades e à revalorização do interior.
Mas aí há poucos votos para caçar, certo?

Quanto à capacidade ou incapacidade de um qualquer presidente autarca anunciar medidas para a sua autarquia, lá porque as cidades são mais do que os que lá residem, isso tem muito que se lhe diga, desde logo porque o dinheiro sai todo do mesmo saco. 
E os presidentes das autarquias maiores têm a mania de pensar grande a contar com o dinheiro do País. Pois, medidas ousadas, não custa muito ser ousado com os amigalhaços do governo a ficar com dívidas e deles receber transportes e outras coisas "pro bono". 
É que assim não custa mesmo nada. 
Então se tiver amigos a fazer "riscos" e a dar a ganhar dinheiro a certos do costume, é um "forró".
Relevâncias institucionais, avançam alguns, aplaudindo a "ideia de Medina", mas esquecem a relevância maior que é o dever de se pensar o País todo. Falam muito nisso, mas praticam o nepotismo político.
AC

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

A PROPÓSITO da CP
Não ando de comboio desde que fui a Tomar para as penúltimas festas dos Tabuleiros.
Não pude visitar, porventura apreciar, uma exposição (7 Julho - 12 Agosto) organizada pela empresa Comboios de Portugal (CP) em parceria com Infraestrutras de Portugal (IP).
Esteve no Cine-Teatro avenida, em Castelo Branco, exposição evocativa dos 160 anos do caminho de ferro no nosso País.
É sempre interessante assistir a estas evocações, principalmente em épocas de desnorte quase completo.
O aparecimento do caminho de ferro em Portugal (tardio, se comparado com outros países Europeus) tornou possível desenhar a pouco e pouco uma rede de transportes, encurtando distâncias entre locais e comunidades.
Dizem-me que essa exposição abordou diferentes áreas incluindo projectos futuros. Como não pude ver não vou poder comentar.
Mas uma coisa é certa, não sendo utente da CP, conheço várias estações de comboios, nos distritos de Faro, Lisboa, Setúbal e Castelo Branco, e isso já me dá uma ideia sobre certas coisas.
Mas, por agora, até porque como diz Marcelo, certamente que o governo está a ponderar os assuntos e problemas e há que lhe dar tempo (!!!!??????), lembraria que:
> como em muita coisa, Portugal arrancou tarde para a ferrovia,
> no presente, continuamos com a vergonhosa bitola que nos mantém como ilha.

Quando me falam em - constante adequação da actividade ferroviária às vicissitudes e exigências do mercado de transportes - ou, o que é ainda mais giro - tendo como referência a sustentabilidade ambiental em resposta às necessidades de mobilidade considerados os mais elevados padrões de mobilidade, considerados os mais elevados padrões de qualidade conforto e segurança - não me dá vontade de chorar nem de rir.
Eles não têm culpa, coitados, a avó deles é que não devia ter nascido!
AC

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

TODOS VÊEM, ....eles idem.......mas
...nada acontece.........
É assim.........adornadito para a direita,.........palpita-me que tem carga a mais,......altura a mais..........e quanto a estar bem estivado........................!!!!!
AC