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quinta-feira, 11 de junho de 2026

10  JUNHO  e  MAR

Disse Fernando Pessoa,

"Meu coração é um pórtico partido, dando excessivamente sobre o MAR"

Terá sido por erradamente interpretarem esta frase que, os sucessivos PR e sobretudo os sucessivos governantes e deputados do PS e do PSD sempre tanto (???) ligaram ao MAR durante décadas, e às nossas ZEE e à responsabilidade que decorre da jurisdição que sobre essa imensidão temos?

O tanto que há décadas essas criaturas ligaram/ ligam ao Mar / aos Oceanos pode ser avaliado olhando o estado da Marinha, da Força Aérea, da marinha mercante, da marinha de pesca, da marinha de recreio, dos portos, da fiscalização costeira e oceânica, da investigação no mar !

Não me estou a referir aos muitos e grandiloquentes discursos e promessas de décadas/ anos, mas sim às realidades, aos sucessivos OE, às coisas concretizadas.

Bom dia, tenham uma boa 5ª Feira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

domingo, 26 de abril de 2026

PORTOS.  COMÉRCIO  MUNDIAL.

A União Europeia cai no ridículo cada vez mais.

Já repararam quanto tempo (aparentemente) levou a descobrir que vários portos na Europa já são propriedade ou pelo menos são controlados por não Europeus, e nomeadamente chineses?

Tenham um bom Domingo.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. Boa sorte.

AC

sexta-feira, 28 de maio de 2021

ECONOMIA  do  MAR 

Hernâni Lopes, infelizmente em descanso eterno cedo demais, foi um dos portugueses que mais batalhou pelas questões relacionadas com o mar, com os oceanos, com a economia do mar.

Ouvi-o com gosto por diferentes vezes, no âmbito profissional e fora dele.

Quem me lê entende provavelmente que sou demasiado azedo não só mas particularmente quanto à apreciação genérica que faço dos meus concidadãos. E que aqui sinteticamente repito: existem as bolhas reivindicativas nas 3 ou 4 principais cidades, existem as bolhas reivindicativas dos blocos de esquerda e quejandos, e existem as bolhas reivindicativas das esquerdas em geral sempre que a esquerda não governa. Ah e as bolhas reivindicativas daqueles associados dos grupelhos afectos ao padreca e familiares.

Os tugas não querem saber de nada quanto a esses temas a menos que seja, praia, férias de Verão, Algarve ou costa Vicentina. Quanto aos  que tiveram a amabilidade de me vir ler e começam a franzir o sobrolho - lá estás tu - mas mal que pergunte, as coisas têm sido muito diferentes do que atrás seca e violentamente refiro? Quantas manifestações acerca dos portos excepção feitas às questões laborais de pessoal das gruas e etc.? Quantas manifestações acerca do não desenvolvimento da economia do mar, da economia azul?

Vem isto a propósito de notícia recente da criação de uma plataforma de aceleração (???) da economia do mar a partir de Portugal. Na parte portuguesa o que irá acontecer? Estou habituado a muitas promessas eleitorais e outras, e ao virar de páginas à moda do sr Costa, e depois vou observar os resultados e.....pois!

Aguardemos.

AC

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

ANO NOVO
Costuma-se dizer - ano novo vida nova.
Em Portugal, acontece raras vezes, no que à governação acontece, como quanto aos partidos, etc, etc.
Por exemplo, quanto aos estivadores - ano novo............novo pré-aviso de greve,  greve para uns diazitos................16 Janeiro a 1 de Julho.
Claro que nada disto tem a ver com o controlo que a CGTP quer ganhar sobre todos os trabalhadores estivadores........................ NÁÁÁÁÁÁ!!!
AC

segunda-feira, 9 de abril de 2018

A PROPÓSITO do PAÍS com MAR IMENSO
Portugal congeminou o tratado de Tordesilhas.
Mesmo hoje, ido o império, o País tem água que nunca mais acaba. 
Está em curso o processo do pedido de alargamento da plataforma continental.
Estou a referir-me apenas ao Oceano Atlântico onde sobre parte enorme Portugal como Estado tem determinadas jurisdições. 
Não me refiro, evidentemente, à agua imensa que cá dentro se mete, resultante das desgraças das sucessivas governações.
Vem isto a propósito do passar em revista muita coisa, recente e dos últimos anos, coisas que me interessam, relacionadas com o mar, com a economia azul, com o que são hoje as marinhas, mercante, de pesca, e de guerra, e os portos nacionais.
Passo em revista, e não me larga uma certa tristeza, quase angústia, pelo estado de tudo isto, num País que desde sempre se diz de marinheiros mas que, essencialmente, continua a dar mostras de ser um País de banhistas e manhosos as mais das vezes.
Nos últimos dias vi uma notícia mencionando um político americano com ascendência portuguesa e um potencial negócio de navios de guerra.
Desconheço fundamentos, veracidade, possibilidades.
Uma coisa tenho por certa, do que fui lendo ao longo de anos.
Um País com fortes interesses no mar e sobre o mar, deverá ter entre outras coisas, visões de médio e longo prazo e nada condizentes com a gestão de merceeiros que tem existido nas últimas décadas. E refiro-me há muitas décadas, não apenas 40 anos.
Entre as visões para um tal país, a definição de uma estratégia marítima e de uma estratégia naval. Nada de coisas aos repelões.
A marítima tendo a ver com o espaço marítimo, nas suas múltiplas vertentes.
A naval relacionada com unidades navais, com bases navais, com estaleiros de construção e de reparação navais, e outros apoios.
Esta coisas são complexas e requerem muito espaço para estruturadamente serem abordadas.
O meu ponto a propósito, por exemplo, dessa recente notícia supra indicada, é chamar à atenção para o estado de coisas, quanto à Marinha de Guerra, à marinha mercante, à marinha de pesca, aos portos, e estratégias (???) que obviamente continuam a não existir com princípio, meio e fim. Sempre tudo aos repelões.
Como dizia o "outro, pantanoso", é olharem bem para todos esses sectores e fazerem as contas.
Mas, como sempre, devo ser eu que estou completamente enganado. 
António Cabral (AC)

quarta-feira, 25 de maio de 2016

ÁGUA
"" Já no largo Oceano navegavam,
As inquietas ondas apartando;
Os ventos brandamente respiravam,
Das naus as velas côncavas inchando;
Da branca escuma os mares se mostravam
Cobertos, onde as provas vão cantando
As marítimas águas consagradas,
Que do gado de Proteu são cortadas. ""

O grande poeta, escreveu muito sobre o mar, as naus, a maritimidade, a epopeia dos descobrimentos.
Como se vê cada vez mais, ter mar é uma chatice. Embora para uns quantos, algumas das já "poucachinhas" estruturas ligadas à economia do mar continuem a servir de nichos do mercado da contestação.
Não saímos disto.
Por culpa de patronatos, de trabalhadores mas, acima de tudo para mim, dos políticos das negociatas e do empurrar os assuntos com a barriga. E alguns e algumas têm-na bem gorda, a barriga, naturalmente!!!!
AC

segunda-feira, 23 de maio de 2016

O MAR, a MINISTRA (??) do MAR, e a POUCA ou NENHUMA VERGONHA na CARA
No início deste ano a ex-deputada Ana Paulo Vitorino anunciou com alguma pompa e circunstância que as greves no porto de Lisboa tinham acabado. De acordo com o DN de 8 de Janeiro passado, entre as diferentes afirmações da sorridente senhora ficou para a posteridade por exemplo, mas não só - anunciou acordo de paz social entre empresários e trabalhadores do porto de Lisboa * * foi possível voltar a haver entendimento **  deu ainda "a garantia de que não serão feitos mais pré-avisos de greve.
Claro que a senhora nessa altura não se atreveu a dizer o que quer que fosse sobre os outros portos. A ousadia e a imprudência não chegaram a tanto.
Ora bem, está anunciada uma paralisação parece que geral para o período de 2 a 6 de Junho. Todos os portos. Inclusive SINES?
É a democracia a funcionar
Se fosse noutros tempos era o governo mais reacionário etc.
Como é com o governo do novo messias, a comunicação social que a esquerda diz estar dominada pela direita, nada de especial, perscrutador, agressivo, diz. 
Um encanto este País.
Sim, porque os problemas nos portos arrastam-se, e creio bem que existirão razões de queixa de todos os sectores, de há muitos anos. Para acrescentar a esta novela pior que mexicana, hoje foi anunciado por operadores o início do processo de despedimentos colectivos.
E o novo messias nada diz. Deve estar contente com os seus amigos do PCP via CGTP.
AC

terça-feira, 29 de março de 2016

Os portos, e este governo, e todos os anteriores.
País de marinheiros? NÃO. País de banhistas sim, manhosos, e em que muitos hoje em dia continuam a não saber nadar.
Os ex- PM e o actual, a recordar, Mário Soares, Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso, Santana Lopes, José Sócrates, Passos Coelho, o que têm em comum?
Muito frenesim mediatico, muitas inaugurações, muita ida a feiras e eventos vários, muita nomeação de “boys”, escassa ou nula coordenação dos respectivos governos. E uma enorme falta de sentido de Estado e dignidade e parcimónia na gestão da coisa pública. Coisa pública que sempre entenderam como coisa sua, ainda que me pareça que António Guterres e Passos Coelho tenham sido bastante menos arrogantes nesta matéria.
Além das diferenças quanto a conhecimento dos dossiers, variando do pouco ao nulo, têm ainda em comum o constante esquecimento da posição geográfica do País. 
Geo-política, geo-estratégia, estratégia, para eles é tudo um pântano de conhecimento e actuação.
Vem isto a propósito dos portos nacionais, das exportações, da ferrovia e, claro, daquilo que pelas decisões que se vão conhecendo, imaginar o que se irá passando por baixo da mesa e em certos gabinetes.
António Costa, ainda nas funções de edil-messias, terá assinado um protocolo com a CMBarreiro!!!!!?!?!?!. 
O anterior governo parece ter estado a toda a força a querer a agulha apontada para o Barreiro, contentores. Tudo isto me começa a parecer uma espécie de novo OTA/Alcochete, agora na zona molhada. Claro que, dos actuais aos pilantras todos e de todas as cores que nos desgovernaram, todos eles acautelam que os do costume venham a ganhar o dinheirinho.
No presente, aí está uma novidade, querem um só CAdministração para os portos de ,Lisboa, Setúbal e Sesimbra. Como de costume, um vozear de revoltas. De quem? Autarquias respectivas, autarcas, trabalhadores, o costume.
Esse CA tem virtualidades? De certeza que terá vantagens e desvantagens. Foram ponderadas? Não faço ideia. Mas aposto que disso resultará menos lugares para colocar pessoal amigo. Uma chatice, portanto, é a combater!!
AC

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

MAR. PORTOS. EXPORTAÇÕES.
Aparentemente, com este OE 2016, a história de construir/ instalar um terminal de contentores na zona do Barreio perto da ponta em frente à base aérea do Montijo, já teve melhores dias. No passado recente, com a anterior governação, parece que se preparavam para isso, para ali o sediar.
Como em tudo na vida, aquela eventual localização terá vantagens e inconvenientes, e eu sou um quase ignorante em questões portuárias e sobretudo no que se refere a estudos das acções do rio, sedimentações, necessidades de dragagens. Quanto a este último aspecto, a coisa seria certamente um sorvedouro de dinheiro.
A desgraçada sensação que me fica, década após década, é que este dito País de marinheiros mais não passa de um manhoso País de banhistas, e ainda por cima pouco sabendo de natação e sendo muito inconscientes com as coisas do mar.
Ah, de vez em quando, como aconteceu agora com a eventual cena de Cavaco Silva poder presidir a um conselho de ministros, há quem tenha a lata de escrever que esta criatura sempre tem manifestado grande interesse pelas coisas do mar.
O actual e os ex-PM, a recordar  Mário Soares, Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso, José Sócrates, Passos Coelho, o que têm em comum?
Muito frenesim mediático, muitas inaugurações ás vezes até de coisas já semi-inauguradas, uma enorme demonstração periódica de falta de sentido de Estado. A que se pode acrescentar, como mostraram os anos passados, muita nomeação de "boys e girls", escassa ou nula coordenação dos respectivos governos e uma ausência de dignidade e parcimónia na gestão da coisa pública.
Além disso, a par de uma variante entre desconhecimento absoluto ou parcial de dossiers, têm ainda em comum o constante esquecimento da posição geográfica do País e, como a sua acção foi demonstrando, geo-política e estratégia para eles tudo um pântano de conhecimento.
Conjugar portos e ferrovia é coisa que continua a estar no estado que se vê. Houve até uns anúncios de assinaturas de protocolos tempos atrás entre autarcas, etc.
No vernáculo popular, tudo continua a demonstrar que não passam de uns patetas. Só não esquecem os jogos por baixo da mesa e o acautelar da vidinha.
AC

domingo, 10 de janeiro de 2016

COISAS NO MEU PAÍS A QUE SEMPRE ACHO GRAÇA !
Não é só o PCP, outros partidos o fazem e dizem, incluindo os que são designados por "direitolas", embora estes com semântica diferente, palavreado diferenciado.
O PCP, como mais uma vez recentemente, a propósito do que eu chamo o índice de durabilidade do actual governo, pela voz do patriarca Jerónimo de Sousa, reafirma que o governo durará o que durar, dependendo do partido socialista, da sua acção governativa.
Se governar no interesse dos trabalhadores, do povo, e do País, tudo bem, não cai, senão,....presumo eu, será deitado abaixo.
Eu sei que esta terminologia tem raízes ideológicas, de luta de classes. Eu sei.
Mas acho sempre piada a esta separação das coisas, como se o povo não incluísse os trabalhadores por exemplo, ou como se pudesse governar a favor do povo sem ser em favor também do País, ou vice-versa.
Mas, eu sei, sou eu que sou chato.
Mas para mim, a "chateza" maior, é que, por esta ou aquela razão, ao longo de séculos, continuamos esta desgraça de País. Desde 1700.
Sim, sou eu que sou chato, de resto está tudo muito bem, equilibrado.
É como quanto ao mar e aos portos - decretou-se, acabaram as greves. Engraçado, engraçada esta senhora que o anunciou! Governou no interesse dos trabalhadores. Mas, terá sido de facto assim?
AC
ainda flutua, dirão os pouco atentos!