ANO NOVO
Costuma-se dizer - ano novo vida nova.
Em Portugal, acontece raras vezes, no que à governação acontece, como quanto aos partidos, etc, etc.
Por exemplo, quanto aos estivadores - ano novo............novo pré-aviso de greve, greve para uns diazitos................16 Janeiro a 1 de Julho.
Claro que nada disto tem a ver com o controlo que a CGTP quer ganhar sobre todos os trabalhadores estivadores........................ NÁÁÁÁÁÁ!!!
AC
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
quinta-feira, 13 de dezembro de 2018
A PROPÓSITO da AUTOEUROPA
Há semanas e semanas que no porto de Setúbal se sucedem problemas com os estivadores.
Com reflexos brutais para o (não) escoamento dos automóveis ali produzidos. Com a Base aérea no Montijo atascada de automóveis.
Parece-me legítimo supor, dado que nunca vieram à luz do dia da parte do senhor que chefia o governo actual e que tanto gosta de dar pulinhos, eventuais preocupações quanto à coisa em concreto e quanto aos reflexos vários/ colaterais.
Reflexos severos para a economia, se isto se começar a desmoronar.
Vou aguardar pelo contentamento deste senhor por a democracia estar a funcionar tão bem, greves atrás de greves, em que até o César já acha mal. Pois é, deram-lhes gás...........
Não sou especialista na coisa, mas aposto que os estivadores têm alguma razão, ou mesmo mais que os patrões.
Aposto igualmente que os tais patrões que apareceram nas TV representados por uma estranha criatura terão igualmente alguma razão.
Mas mal que pergunte, este normal funcionamento da democracia e normal funcionamento das coisas deve ser deixado arrastar-se semanas e semanas, ao ponto de tudo se transformar num caos?
Então um governo, este ou outro, a partir de uma certa altura não deve partir a loiça e dar um murro na mesa?
Não há políticas fiscais e outras, expeditas, que possam obrigar certos patrões a ter mais ponderação?
E não é de fazer ver aos trabalhadores, com assertividade, o exagero que porventura possam estar a usar no legítimo e constitucional direito à greve? E se ficam sem trabalho?
Pelo que acabo de ver agora noticiado, e oxalá me engane, os estivadores, mais os fornecedores nacionais de material para a Autoeuropa, mais os trabalhadores da Autoeuropa, estão a pouca distância de ficarem a vangloriar--se da defesa dos seus legítimos direitos mas............sem trabalho.
O ditado popular da corda a esticar....................devia estar presente na cabeça de patrões e trabalhadores.
Mas sobretudo de governantes que fossem responsáveis.
Um amigo de um dos meus cunhados, muito conhecedor do assunto, tinha-lhe dito há poucos dias que a Autoeuropa estava prestes a rebentar ou seja, que os alemães estavam fartos da paródia portuguesa e estavam a tratar de arranjar outros locais de produção.
Parece que, infelizmente, isto está a confirmar-se.
Vamos ver se a fábrica encerra ou não, por semanas fixas, ou tempo indeterminado.
Vamos aguardar para ver se se confirma que o facto de há bastante tempo terem deixado de chegar motores é, ou não, sinal definitivo de mais uma reversão deste governo.
Vou aguardar para ver se o pantomineiro irá dar mais pulinhos de contentamento.
DEPOIS QUEIXEM-SE.
AC
domingo, 10 de janeiro de 2016
COISAS NO MEU PAÍS A QUE SEMPRE ACHO GRAÇA !
Não é só o PCP, outros partidos o fazem e dizem, incluindo os que são designados por "direitolas", embora estes com semântica diferente, palavreado diferenciado.
O PCP, como mais uma vez recentemente, a propósito do que eu chamo o índice de durabilidade do actual governo, pela voz do patriarca Jerónimo de Sousa, reafirma que o governo durará o que durar, dependendo do partido socialista, da sua acção governativa.
Se governar no interesse dos trabalhadores, do povo, e do País, tudo bem, não cai, senão,....presumo eu, será deitado abaixo.
Eu sei que esta terminologia tem raízes ideológicas, de luta de classes. Eu sei.
Mas acho sempre piada a esta separação das coisas, como se o povo não incluísse os trabalhadores por exemplo, ou como se pudesse governar a favor do povo sem ser em favor também do País, ou vice-versa.
Mas, eu sei, sou eu que sou chato.
Mas para mim, a "chateza" maior, é que, por esta ou aquela razão, ao longo de séculos, continuamos esta desgraça de País. Desde 1700.
Sim, sou eu que sou chato, de resto está tudo muito bem, equilibrado.
É como quanto ao mar e aos portos - decretou-se, acabaram as greves. Engraçado, engraçada esta senhora que o anunciou! Governou no interesse dos trabalhadores. Mas, terá sido de facto assim?
AC
ainda flutua, dirão os pouco atentos!
Não é só o PCP, outros partidos o fazem e dizem, incluindo os que são designados por "direitolas", embora estes com semântica diferente, palavreado diferenciado.
O PCP, como mais uma vez recentemente, a propósito do que eu chamo o índice de durabilidade do actual governo, pela voz do patriarca Jerónimo de Sousa, reafirma que o governo durará o que durar, dependendo do partido socialista, da sua acção governativa.
Se governar no interesse dos trabalhadores, do povo, e do País, tudo bem, não cai, senão,....presumo eu, será deitado abaixo.
Eu sei que esta terminologia tem raízes ideológicas, de luta de classes. Eu sei.
Mas acho sempre piada a esta separação das coisas, como se o povo não incluísse os trabalhadores por exemplo, ou como se pudesse governar a favor do povo sem ser em favor também do País, ou vice-versa.
Mas, eu sei, sou eu que sou chato.
Mas para mim, a "chateza" maior, é que, por esta ou aquela razão, ao longo de séculos, continuamos esta desgraça de País. Desde 1700.
Sim, sou eu que sou chato, de resto está tudo muito bem, equilibrado.
É como quanto ao mar e aos portos - decretou-se, acabaram as greves. Engraçado, engraçada esta senhora que o anunciou! Governou no interesse dos trabalhadores. Mas, terá sido de facto assim?
AC
ainda flutua, dirão os pouco atentos!
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