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quarta-feira, 8 de julho de 2026

AINDA  a  RECENTE  GREVE  GERAL

A recente greve foi formalmente decretada pela CGTP e denominada geral embora, formalmente, não tenha sido geral pois a associação sindical UGT não acompanhou os seus companheiros de luta.

Portanto, formalmente, uma greve que só foi geral no paleio, não apenas mas basicamente vermelhusca.
E quanto à adesão real, certamente houve adesão fora do quadro CGTP mas creio que não tanta como a CGTP declarou. 
Mas mais do que o governo pateticamente desvalorizou

Além da greve dita geral, quer a CGTP quer os seus associados trataram de organizar mais umas greves e mais uns plenários. 
Os plenários não são greves mas, na prática, e por exemplo os professores, nesses dias não dão aulas.
Se forem os funcionários das escolas (os chamados não docentes) mas os professores estejam prontos para dar aulas não há aulas na mesma, pois os funcionários não abrem as escolas. Não é lindo?

Já aqui falei nas diferentes e diversas interrupções de aulas que tem atingido o meu neto que terminou há 8 dias o 2º ano de escolaridade.
Os professores voltaram a não dar aulas (Setúbal) várias vezes.
E o neto passou o tempo connosco nesses dias.

Relativamente a isto houve uma curiosidade, uma coisa que fiquei a saber.

A nossa mulher a dias (*), na realidade uma ou periodicamente duas vezes por semana (habitualmente ela vem só às 4ª F), uma senhora Moldava (está cá há 15 anos com o marido, um dos filhos e nora e os dois netos) de 60 anos, e que tem um jeito enorme para crianças, adora crianças, ficou espantada ao ver o nosso neto em casa sobretudo depois de perceber que se devia a greve/ não haver aulas.

"No meu país quase não há greves e as aulas não são interrompidas, há sempre outros professores para preencher faltas"

Vendo isto como "comprei"!

Apeteceu-me dizer-lhe - pois mas isto aqui é a Tugolândia, em que a greve e BEM tem proteção Constitucional mas, a par disto, por cá é tudo uma rebaldaria e uma palhaçada pegada, sem rei nem roque, fazem o que lhes aprouver, estão-se borrifando para as consequências a prazo para a sociedade.

Mas fiquei calado. 

AC

(*) o padreca diz que é a senhora que ajuda lá em casa)

terça-feira, 16 de junho de 2026

Resposta a Anselmo Crespo
Enquanto ao atravessar o Tejo de barco neste passado Sábado 13 de Junho passava os olhos pelas gordas no telemóvel, dei com um artigo da médica e sindicalista Joana Bordalo e Sá com o título supra.
Segue-se o artigo onde os sublinhados a vermelho são da minha responsabilidade.

A diferença entre duas horas por semana e duas horas por dia não é um detalhe. É precisamente a diferença entre comentar um tema e conhecê-lo.

Li com interesse a crónica de Anselmo Crespo sobre a greve geral (Uma greve geral que sabe a férias) de 3 de junho. 
Interessa-me particularmente porque fui uma das pessoas mencionadas no texto e porque, sendo oncologista médica, presidente do Sindicato dos Médicos do Norte e vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos, conheço razoavelmente bem a realidade laboral que motivou a mobilização de milhares de trabalhadores.

Permita-me, por isso, um convite à reflexão.

Quando se discutem horários, descanso, trabalho suplementar ou direitos laborais dos médicos, não estamos apenas a discutir condições de trabalho. Estamos também a discutir a segurança dos doentes. Um médico exausto toma decisões complexas em condições cada vez mais adversas, com consequências que podem atingir qualquer cidadão. É por isso que esta discussão diz respeito a todos.

O argumento central da crónica assenta numa perplexidade repetida ao longo de vários parágrafos: se a maioria das alterações ao Código do Trabalho não se aplica aos funcionários públicos, quais são as razões para tantos trabalhadores do Estado aderirem à greve geral?

A resposta é simples: porque a premissa está errada.

A chamada Reforma Laboral corresponde a um conjunto vasto de alterações ao Código do Trabalho que o governo pretende introduzir e cujos efeitos extravasam largamente o setor privado. Desde logo porque milhares de médicos trabalham com Contrato Individual de Trabalho no Serviço Nacional de Saúde. 
Mas também porque a própria Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas remete, em diversas matérias, para normas do Código do Trabalho, fazendo com que parte destas alterações tenha igualmente impacto sobre trabalhadores com Contrato de Trabalho em Funções Públicas.

Talvez por isso a questão relevante não seja perceber porque fizeram greve os médicos, mas antes perguntar se alguém considera aceitáveis algumas das mudanças propostas.

Considera razoável que um empregador possa opor-se à reintegração de um trabalhador ilicitamente despedido, substituindo esse direito por uma indemnização? 
Será aceitável que um despedimento considerado ilegal possa terminar, na prática, com a possibilidade de o empregador ‘comprar’ a saída do profissional?

Considera adequado alargar a subcontratação, permitindo substituir postos de trabalho permanentes por empresas externas, frequentemente associadas a vínculos mais frágeis, salários inferiores e menor proteção laboral?

Considera aceitável eliminar o luto gestacional, apagando da lei o reconhecimento de uma perda profundamente dolorosa para as famílias? Saberá o autor da crónica o que significa perder um filho antes mesmo de o poder conhecer?

Considera normal restringir o acesso ao horário flexível e permitir que profissionais com filhos menores de 12 anos possam ser obrigados a trabalhar à noite, aos fins de semana e em feriados? Conhecerá a realidade de uma médica que, depois de uma noite inteira de urgência, regressa a casa para cuidar e amamentar um bebé?

E, no caso concreto dos médicos, considera compatível com a segurança dos doentes a desregulação dos horários de trabalho?

Na sua crónica, Anselmo Crespo refere que o banco de horas obrigaria os médicos a trabalhar mais duas horas por semana. 
Permita-me uma correção factual. 
A proposta prevê a reintrodução do banco de horas individual, regressando a um modelo já conhecido do período da troika, permitindo aumentar unilateralmente o período normal de trabalho em até duas horas por dia, podendo atingir as 50 horas semanais.

A diferença entre duas horas por semana e duas horas por dia não é um detalhe. 
É precisamente a diferença entre comentar um tema e conhecê-lo.

Quando um médico termina uma noite de urgência, toma decisões clínicas complexas após muitas horas de trabalho consecutivo. Quando o mesmo médico regressa ao serviço no dia seguinte, acumulando fadiga física e desgaste emocional, a discussão sobre horários deixa de ser uma abstração ideológica para passar a ser uma questão de segurança clínica.

É por isso que os médicos aderiram à greve geral. 
Não para defender privilégios. Não por oportunismo. 
Não por estarem à procura de um fim de semana prolongado.

Fizeram greve porque sabem que a qualidade dos cuidados de saúde depende também das condições de trabalho de quem os presta. 
Porque um médico exausto é um risco para si próprio, para os seus colegas e, sobretudo, para os doentes que lhe confiam a sua saúde.

Anselmo Crespo termina a sua crónica lamentando a falta de capacidade reformista do país. 
Concordo que Portugal precisa de reformas. 
Mas reformas não são necessariamente boas apenas porque se apresentam como reformas
O verdadeiro reformismo exige conhecimento, debate informado e avaliação rigorosa das consequências concretas das medidas propostas.

Talvez seja precisamente isso que esta discussão mereça: menos perplexidade e mais análise. 
Porque quando se fala das condições de trabalho dos médicos, não se está apenas a falar dos médicos. 
Está-se a falar da qualidade e da segurança dos cuidados de saúde de todos nós.

Joana Bordalo e Sá
Oncologista médica, presidente da Comissão Executiva do SMN
SOL/ 12 Junho 2026
*********************************
Não sou médico. Sou de família de médicos e enfermeiros (2 senhoras, 1 homem, ainda no activo); antes de casar tinha 2 médicos na família, primos direitos da minha mãe.
Quando casei ficaram a ser salvo erro 18 (sogro, pai da sogra, vários tios, primos vários 1º e 2º grau).
Praticamente todos desaparecidos.

Médicos actualmente são apenas cinco, 2 primos, 2 sobrinhas, 1 cunhado.
Os enfermeiros estão no topo da carreira hospitalar.
E por aqui se pode avaliar que conhecemos muitos médicos, dentro e fora do SNS. Alguns são mais que médicos, são amigos.

Conheço alguma coisa do SNS e da saúde na privada. 
Sei poucachinho (Costa dixit) mas como a médica bem afirma isto respeita a todos, e por isso umas palavras.

Ah, tenho uma noção "poucochinha" (ai Costa) dos hospitais de Sintra, Santa Maria, Santa Marta, Castelo Branco, Cascais, Barreiro, Setúbal, Luz (Setúbal e Lx), Lusíadas, CUF Tejo, CUF Descobertas, e é não é só devido a consultas próprias e de familiares e de amigos.

Como afirma a sindicalista médica, isto respeita a todos nós.
Já aqui falei da reforma (??) laboral, não vou perder muito mais tempo com isso nem com algumas verdadeiras bacoradas por exemplo em relação aos filhos.

Mas a senhora sindicalista médica que se afirma pelo rigor poderia ter dito mais qualquer coisa sobre o tal banco de horas.
Posso ter lido mal e portanto aqui fica a reserva, mas creio que pelo  que está escrito, o banco de horas só pode entrar em vigor se o trabalhador anuir. Repito, creio ter lido bem.

Naturalmente que a sindicalista médica nunca explicita a sua ideologia/ filiação partidária (LEGÍTIMA) mas podia referir isso, em vez de se ficar pela referência formal da especialidade e cargos sindicais

Eu sempre fui centrista, votei sempre em todas as eleições desde o 25 de Abril, PS e PSD, na Constituinte, nas legislativas, nas autárquicas; quanto a PR, Eanes das duas vezes, branco nas eleições seguintes, Sampaio e branco, Cavaco e branco, Marcelo e branco, e branco na última presidencial.

Em meu entender a sindicalista médica tem absoluta razão quando refere que há que ter bem presente que isto de saúde respeita a todos, e que as decisões médicas têm consequências para os cidadãos. 
A tal segurança dos doentes.

Não li nem fui procurar o que o tal jornalista terá escrito ou dito. 
É criatura que nos escassos períodos em que faço curtos zaping pelos canais TV mudo logo de canal se me aparece pela frente o seu rosto.

Mas há pelo menos uma coisa em que ele ao falara de férias tem alguma razão, na minha opinião naturalmente.

Quanto a sindicalista médica e outros marcarem greves gerais ou parciais a meio de uma semana sem ficarem coladas a feriados ou fins de semana, nessa altura terão o meu respeito por, com legitimidade absoluta, recorrerem a um direito que tem respaldo constitucional. 
E que muitos esquecem ou fingem não saber que a greve tem proteção da constitucional.

E terão ainda mais respeito da minha parte quando fizerem greves sem ter em conta a cor do governo do momento.

A sindicalista médica e outros devem ter feito violentos protestos e muitas greves durante os extraordinários 8 anos e algumas semanas por as suas carreiras não terem sido revistas/ reformuladas, tal como as carreiras hospitalares e as carreiras dos enfermeiros e outro pessoal do SNS.

Violentos protestos e muitas greves devem ter feito por as maravilhosas cativações Costa Centeno não terem permitido a  substituição de equipamentos hospitalares nem a reformulação das urgências.
Fizeram isso e muito mais certamente, não reparei porque sou muito distraído.

AC

quinta-feira, 21 de maio de 2026

SOU  MESMO  DISTRAÍDO

É frequente chamarem-me à atenção para esta minha característica.

Sou distraído.

Estou a falar disto agora a propósito da programada greve geral para 3 de Junho próximo.

Olhei para a minha mulher - oh querida, a CGTP desta vez marcou greve para meio da semana, não está colada ao fim de semana como é habitual.

Reparei logo que estava a ser olhado com ar condescendente e com o habitual e bonito sorriso.

"Ai António, és mesmo distraído, não reparaste que 4 de Junho é feriado, Corpo de Deus, e é 5ª Feira. Isso dá para faltarem na 6ª Feira e assim ficam com um excelente fim de semana.

Não disse mais nada.

AC

terça-feira, 19 de maio de 2026

SERÁ ?
. . . . . . 
Quanto mais força tiver a CGTP, maiores serão as hipóteses de desenvolvimento económico nacional. . . . . 
. . . . . . 

Naturalmente que posso estar a ver mal as coisas mas tenho a maior das dúvidas que seja assim.

A representatividade da UGT deve andar por metade da CGTP.

A representatividade da CGTP anda por que ordem de grandeza?
4% ? 5 % ? 
E quanto em eleições tem valido o PCP ? que ainda deve andar a pensar porque teve a votação que teve na eleição para a Assembleia Constituinte em 1975?

Isto quanto ao partido, o PCP, pois nem vale a pena falar nas agremiações estridentes incoerentes e inconsequentes.

Comprem dicionário, vão por exemplo às letras A, C, D, L, R, T e vejam o significado de, alteração, coerência, correia de transmissão, crítica, definhamento, decência, liberdade, realidade, transformação.

AC 

quarta-feira, 29 de abril de 2026

GREVE

Para variar, um dos meus netos (8 anos, 2º ano) amanhã não tem aulas.

Excepcionalmente não é colada a uma 6ª Feira ou a uma 2ª Feira, para terem um fim de semana mais catita . . . . . . 

Espera . . . . sim de facto amanhã é 5ª Feira mas . . . . . 

Ah, já percebi, não me estava a lembrar que 6ª Feira é feriado.

OK.

Continuem assim . . . . . Portugal do futuro agradece!

Deplorável, lamentável, que gentalha. 

Sim, as questões laborais têm muito que se lhe diga, não tenho dúvida que por exemplo o caso do projecto de nova lei laboral tem muito provavelmente vários contornos lastimáveis, inaceitáveis etc.

Do que li até hoje e certamente por deficiência da minha parte, ainda não consegui perceber com clareza (do governo e das centrais sindicais) quais são os aspectos concretos na legislação ainda em vigor que provocam por exemplo, o mau desempenho da nossa economia, a sempre evidenciada falta de produtividade, etc.

Mas façam o protesto sem o colar a um fim de semana. 

Pensem nos miúdos, pensem no que estão a fazer às crianças que são  os futuros adultos. 

O meu neto fica aborrecidíssimo sem as aulas, já não é a primeira vez que me diz - "oh avô, é outra vez sem aulas." Provavelmente não se vai esquecer disso. Aguardemos.

Mas, independentemente de CGTP e UGT terem quase certamente razão em algumas matérias, fica-me sempre muito a sensação de que gostam sobretudo é de falar e berrar para os da sua cor! Poderei estar a ser injusto, mas muitas vezes esta é uma sensação legítima.

AC

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Lido por aí

CGTP: “O Presidente da República tem de ouvir a maioria dos trabalhadores

Li e não consigo deixar de sorrir.

Mas antes de mais recordar o que já aqui escrevi antes, que não percebendo nada do assunto estou em crer que o projecto de lei laboral do governo é bem capaz de continuar a ter algumas normas discutíveis.

Exactamente, isto é tudo sobre o projecto de lei laboral.
Projecto que até Mário Centeno veio agora a público dizer que nem era assim nada de muito especial.

Mário Centeno deve estar já excomungado pela CGTP e partido suporte, por António Costa, pela esquerdalhada no PS liderada pelo regressado, etc.

Agora vamos ao que noticiam e que vou presumir terá sido mesmo formulado pela CGTP.

A maioria dos trabalhadores.

1º - estou convencido que uma grande maioria não está sindicalizada

2º - os que a CGTP representa são apenas uma pequenina parte dos milhões de portugueses que trabalham

3º - os que a UGT representa são também apenas uma pequena parte dos portugueses que trabalham

4º - os representados pela UGT mais CGTP aposto que nem se aproxima de metade dos portugueses que trabalham

5º - Imaginemos que na última manifestação da CGTP em LISBOA, repito, em LISBOA,  estiveram 200 000,00 portugueses; obviamente que não são a maioria dos portugueses que trabalham.

Portanto, de que maioria estamos a falar?

Como sempre admito estar a ver mal as coisas!

Bom dia, tenham uma boa 5ª Feira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. Boa sorte.

AC

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Pois é Sr PRESIDENTE da REPÚBLICA
Está a começar a sentir-se entalado?

Dá-me a sensação que sim.
Dá-me a sensação que já anda pelos corredores do Palácio a dizer baixinho - caraças . . . . como é que vou sair disto?

Pois, já reparou que o Pedrinho regressou ao Parlamento?
Se calhar o pai não o quer lá na gestão das fábricas!
Ou se calhar ele regressa para não perder o mandato e poder comandar a orla esquerdista do PS. Ou as duas coisas!

Já reparou não já, que muito do que disse na campanha eleitoral mas sobretudo no discurso de vitória o amarra agora completamente, não é?

Vai descobrir que não vai poder agradar a toda a gente. Ah, e não se esqueça, muitos dos que votaram em si não foi por amores a si. 
Se calhar a maioria!

Claro que o senhor declarou-se independente, designadamente do seu partido, mas no seu partido, como aliás no PSD, quando têm em Belém alguém estruturalmente da cor entendem que o PR tem de proteger o partido. É uma das tristes e deploráveis realidades da política nacional.

O senhor disse que vetava a lei laboral.
Agora está à rasca, e vai tentar convencer os parceiros sociais designadamente a CGTP, a UGT e os patronatos de que devem fazer as pazes para o poupar ( a si ) a ter de vetar a lei para não começar tão cedo a contradizer-se.

Mas olhe, sr Presidente, não se vai safar.

Primeiro porque no patronato há decentes e há uns quantos que quanto mais esmifrarem os trabalhadores mais contentinhos ficam.Uns cretinos (opinião pessoal naturalmente) que continuam a não perceber o mundo actual.

Depois, a lei laboral (não sou entendido na matéria mas arrisco dizer) é capaz de conter normas muito provavelmente parvas e nada ajudando à tão necessária produtividade laboral.

Depois ainda, mesmo que a lei fosse bem razoável tendo presente o momento nacional e do mundo, a CGTP nunca aceitará porque simplesmente vem do governo, porque o governo não tem ministros do PCP
E lembre-se senhor Presidente, o chefão da CGTP é membro do comité central do PCP. Um detalhe.

Acresce que a UGT, muito dominada pelo PS, está sobretudo dominada pela esquerdalhada do PS e o actual líder até outro dia levou a discussão interna uma proposta governamental que não tinha as últimas alterações aprovadas/ acordadas. Diz bem do que é a criatura.

Portanto senhor Presidente, vai ter que não vetar e aí cai-lhe em cima a esquerdalhada incluindo os esquerdos caviar que conhecem os bons restaurantes e whiskies e hotéis e se gabam de não ter cartão de militante PS, ou veta e eles aplaudem desvairadamente e o governo fica lixado consigo.

Num caso ou noutro, como de costume, quem se lixa é o português comum, Portugal, porque Vexa e as elites de todos os partidos continuam bem na vida.

O costume, portanto. Portugal está como está por razões concretas!

AC

sábado, 11 de abril de 2026

LÊ-SE POR AÍ que o Governo quer
reduzir penas criminais a quem ocultar contratos à S. Social

Leio que - a criminalização atualmente em vigor existe desde 1 de Maio de 2023, desde que entregou em vigor a Agenda do Trabalho Digno, lançada pelo último Governo de António Costa.

Leio que o Governo actual - quer reduzir as penas a aplicar aos empregadores que omitam a contratação de trabalhadores à Segurança Social, acabando com a condenação de prisão e propondo que a multa máxima baixe de 180 mil euros para 40 mil.

Leio que a intenção do governo - faz parte de uma nova versão da proposta de alteração à legislação laboral entregue em Março à UGT e às quatro confederações empresariais antes da última ronda de reuniões realizada na última segunda-feira, 6 de Abril.

Admito estar a ver mal tudo isto mas mal que pergunte: este enorme planeado desagravamento de penas não é um grande incentivo a uma ainda maior pouca vergonha por parte de empregadores? 

Enfim, venha a CGTP, venha a UGT, venha este governo, venham as oposições, Portugal continua a ser desgraçado.

AC

sábado, 6 de dezembro de 2025

A  ANUNCIADA  GREVE  GERAL

GREVE.  DIREITO À GREVE.
O que estabelece a nossa Lei Primeira?
Estabelece isto:
E ainda bem que está aqui muito claro que por lei outra se não pode limitar o âmbito dos interesses a defender.

Mais isto é uma coisa.

Outra coisa, para mim naturalmente, é a extraordinária desfaçatez e impunidade com que uns quantos dirigentes sindicais se decidem a tentar paralisar o país todo em 11 de Dezembro isto para não falar na quantidade de gente que faltará a 12 de Dezembro, já agora!
Na escola pública de um dos meus netos (7 anos), é frequente a professora faltar!
Sempre dá um fim de semana catita.

Falo em desfaçatez não porque não haja legitimidade para defender greve. Falo em desfaçatez sobretudo por se insurgirem para que sejam assegurados serviços mínimos.

Tenho um cunhado médico, já reformado mas que ainda faz trabalhos num hospital e tem clínica particular com outro, a mulher é enfermeira e têm duas filhas médicas e, CLARO, há sempre um bom fim de semana a partir de final de 5ª Feira antes de greves à 6ª Feira. As greves das 6ª Feiras são sempre bem vindas! Olha agora a começar à 5ª Feira.
Claro que assim, mais genuína e convictamente se protesta contra  planos governamentais. Ou se protesta porque sim.

Se foram as centrais a fazer o que bem entendem é a democracia a funcionar. De resto . . . . . 

Com as greves e particularmente o que está anunciado, quem sofre mais?
Sofrem as lojinhas de bairro, sofrem alunos, sofrem os mais humildes, sofrem os pequenos negócios.

Na minha opinião, as centrais sindicais (e compreende-se) e sindicatos aproveitaram algumas bacoradas protagonizadas pelo governo e concretamente pela ministra da tutela.
REPITO: algumas bacoradas. 

Nem perco tempo a ir ver em detalhe as propostas de alterações á lei laboral.
Basta-me atentar em 10 cêntimos de aumento seja no que for para me dar a medida da IMBECILIDADE, ARROGÂNCIA do governo e da ministra.

Creio que a greve terá pouco a ver (terá também) com “condições de trabalho”, mas tem sobretudo com o poder excessivo das cúpulas sindicais e com a CRETINICE do governo a que se junta a IMBECILIDADE, ARROGÂNCIA de muitas associações patronais que continuam a não querer meter na cabeça que não é com milhares de zangados que vamos a qualquer lado. Mesmo eles e as empresas.

Os sindicatos e as centrais sindicais representam quem e o quê actualmente? Quantos sindicalizados?

E questiono-me também sobre a representatividade das associações patronais quando é certo que a estrutura empresarial nacional tem escassas grandes empresas mas tem sim umas quantas médias e milhares de pequenas.

Uns e outros representam de facto quem?

Creio legítimo afirmar que persiste muita máquina corporativa e muito  envelhecida.
Há muito ruído e muita gritaria que me atrevo a supor que não tem completo respaldo no mundo laboral.
Mas um fim de semana grande . . . . . é sempre fixe.

A UGT parece ter na direcção uma militante importante do PSD. Logo andam pot aí dedos apontados - vêem, até ele discorda do governo.
Não é preciso ser do PSD ou do PS ou do PCP.
Basta ser pessoa decente para torcer o nariz a certas coisas.

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem. 
Depois concordo ou discordo, argumento se me apetecer.
Respeito sempre mas não me venham com cá chamar grande social-democrata a certas criaturas. Há sempre certas criaturas que anos mais tarde se esquecem de certos passados e passam a estar sempre do lado CERTO. Pois.

A Constituição da República e bem, como acima recordei, tem bem explícito o que respeita ao direito á greve.
Mas era bom que de uma vez por todas os governantes (PS, PSD, outros) se deixassem de bacoradas ainda que quando é o PS não faz grande mal, viram páginas!
E era bom que no mundo do trabalho também se deixassem de cassetes.

As presentes alterações laborais têm provavelmente normas muito discutíveis.
Tenho as maiores dúvidas que o que no presente se quer fazer seja melhor caminho.
O governo devia atentar seriamente no ruído que por aí vai.
Creio que parte da indignação é justa.
O governo devia, creio, suavizar certas normas que, muito provavelmente só tem respaldo em ideologia conservadora que devia ser afastada.
Enfim, não saímos disto.
Oxalá esteja enganado, mas continuamos alegremente a caminhar para o precipício.

Ah, só mais uma coisa: a greve vai ter uma grande adesão.
Sabem porque?
Não vai haver transportes, pois é um dos sectores mais dominados por PCP e alguma esquerdalhada extrema.
reclamarão grane sucesso!

E a todos os que faltarem no dia 12?
Acontece-lhes alguma coisa? 
Querem lá saber menos um dia de ordenado, ficam com fim de semana alargado!

Outra coisa: serviços essenciais parados, famílias presas, doentes prejudicados, empresas sufocadas, miúdos sem aulas, sabem o que é?
É a democracia a funcionar.
Depois, a seguir, berram porque o execrável (opinião pessoal naturalmente) Ventura cada vez tem mais apoiantes.

Não passamos disto: uns a fingir que defendem a economia e o país, e outros a fingir que defendem a liberdade.

Mas uma coisa me parece continuar a ser evidente: estamos quase na cauda Europeia, somos pouco eficientes, patrões e empresários temos poucos mas sim gabirus, salários miseráveis, e muitos contentes com a imigração ilegal porque a economia precisa. Trabalhadores (ou escravos) a dormir (ou empilhados) em contentores, e tudo sempre muito bem avaliado, e assim se demonstra a inclusão nacional.

Ah, somos os melhores dos melhores, diz o palrador patético!

Ai se eu pudesse fugir daqui!

Tenham um bom Sábado
Saúde e boa sorte.
António Cabral (AC)

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

A PROPÓSITO DE REIVINDICAÇÕES 

Se não estou equivocado, uma das reivindicações das centrais sindicais, das duas, CGTP e a UGT socialista tipo Pedro Nuno e Leitão, é a reposição dos dias de férias que o PASSOS comeu!

A reivindicação é, para mim, compreensível.

O que é para mim muito difícil de compreender é o seguinte: porque é que a CGTP e a UGT não resolveram isto durante os fantásticos 8 anos e semanas da governação António Costa?

Porquê? 

Não é estranho, tanta página virada e não viraram esta?

Mas é claro, o baixíssimo nível cultural e de formação a que se une a bovinidade confrangedora da maioria dos que acham bem o protesto, não dá para se recordarem onde tudo começou (a bancarrota Socretina socialista não existiu, não é verdade), não dá para raciocinarem com isenção. 

Não dá para serem intelectualmente honestos e olharem aos problemas, às desigualdades crescentes, às injustiças mas com rigor, com isenção.

Estamos nisto, não passamos disto, a caminho da implosão.

AC

segunda-feira, 12 de maio de 2025

Trabalhadores da CP cumprem terceiro dia de greve sem serviços mínimos, não há comboios a circular
O Tribunal Arbitral refere que não decretou serviços mínimos nas greves na CP, porque a empresa alertou que uma circulação de 15% não garantia a segurança física dos passageiros
.

Li há poucos dias esta notícia.
Ao que parece, três "pimpões" decidiram que a concretização da greve na CP estava lindamente dentro da legalidade. Nenhum reparo, parece, surgiu das "excelências".

O árbitro presidente, sobre quem algumas pessoas me dizem coisas simpáticas pois até conheceram o pai dele, aqui na velha Aldegalega, é um jurista que tem certamente méritos que não se contestam.

Milhares de pessoas estão certamente agradecidas aos três "árbitros" pela gentileza que lhes concederam, e que é a generosa possibilidade de, em vez de andarem nos comboios como muitas vezes na sua labuta fazem (ia dizendo habitualmente) terem a satisfação de respirar o ar puro durante horas nas longas filas de espera em que puderam ver as cores dos autocarros e imaginaram o seu interior, pois lá dentro dificilmente conseguiam entrar.

Chegar a horas ao trabalho?
Levar filhos às escolas?
Ir á consulta médica?

Irrelevências, para os ditos juízes arbitrais.
Excelências que terão usado os seus pópós como habitualmente, quiçá algum até pago pelo chamado Estado.

Mas mais, quer as milhares de pessoas que se viram e continuam a ver privadas dos excelentes comboios da CP, deviam estar ainda mais agradecidas aos doutores juízes arbitrais.

Porquê? 
Porque, tal como foi noticiado, não foram decretados serviços mínimos pois a sê-lo, os poucos comboios que assim fossem mandatos circular não estariam em condições de segurança.
Como se vê, privilegiaram a segurança das pessoas.
E ainda há quem se insurja contra a CGTP, os sindicalistas e a própria CP. Uns ingratos.

Ingratos não, pior que isso, uns autênticos fascistas, que não percebem que estas greves nada têm de política porque sim.

Política apenas porque é a direita que está formalmente no poder?
Qual quê, nada disso.
Houve tão só a manutenção da garantia do direito à greve, não foi nada de político, nem por se estar a poucos dias do 18 de Maio do corrente.

Juridicamente está tudo certamente limpinho limpinho.
Além de que o interesse da CGTP era, apenas, questões laborais e segurança dos milhares de utentes.

Em suma, do meu ponto de vista naturalmente, CGTP, sindicatos filiados e até a própria CP tudo fizeram para a salvaguarda dos milhares de utentes. Tão só.

E assim se prossegue com crescentes lucros na CP, lucros iniciados por Pedro Nuno Santos.
Quê? Quem disse?
Disse ele, ora essa e, portanto, é certamente verdade.

A lei da greve é má? Não sei.
As condições de trabalho na CP são horríveis? 
Não sei mas, arriscaria, se calhar não são assim tão más, devem ganhar menos mal para conseguirem sempre aguentar greves atrás de greves.

Ou é a CGTP que tem muito dinheiro e lhes paga? 
Não sei, mas gostava de saber. 
De saber isso e conhecer as tabelas salariais de todos os trabalhadores na CP, mas não só o salário base, tudo o resto que entra para o recibo mensal. Incluindo os dias em que ao longo de cada mês n-ao têm de ir ao trabalho.

A terminar, parece-me evidente que certas áreas, certos grupos, certos partidos, estão cada vez mais a querer ganhar na rua o que não ganham nas urnas para as suas cores.

Que votantes burros, devem achar!
AC

sábado, 10 de maio de 2025

Sindicato considera "muito estranho" serviços mínimos na greve da CP e critica Governo: "É vergonhoso"
À TSF, Luís Bravo diz que "a pressão mediática" criada pelo Governo levou ao decreto de serviços mínimos e diz que "é a primeira vez" que existem numa greve parcial
.

Para esta gentalha, os milhares de portugueses, trabalhadores, idosos, humildes, crianças, doentes, valem zero, ZERO.

Cada vez mais me parece que na CGTP seguem o conselho de Maria Antonieta (Comam brioches) naturalmente adaptado aos tempos de hoje ou seja - Serviços Mínimos? Era o que faltava, vão a pé!

AC

segunda-feira, 8 de julho de 2024

AI SIM ?

Carvalho da Silva: "A esquerda tem tido dificuldades em responder aos problemas das pessoas"
O antigo líder da CGTP diz nesta entrevista à TSF e ao Jornal de Notícias, que a melhor maneira de lidar com os movimentos inorgânicos, é torná-los orgânicos. Sobre o controlo do PCP na organização da CGTP, o antigo militante comunista diz que foi muitas vezes "ator nesse processo".

O que nós aprendemos apenas ao fim destas décadas!
AC

domingo, 23 de junho de 2024

QUE  TOLOS

Antigos dirigentes da CGTP contestam “domínio e controlo” do PCP
Cerca de 40 antigos membros da comissão executiva e do conselho nacional da CGTP – Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses contestam o “domínio e controlo” do PCP na central sindical e consideram “urgente” que a CGTP recupere a sua autonomia, incentive uma maior participação das tendências minoritárias e promova um debate “amplo e participado” sobre os novos desafios do mundo do trabalho
.

Que tolos.
Recuperar a autonomia?
A CGTP sempre se pautou pela independência face aos partidos políticos. Sempre foi autónoma!
Tal como a UGT!

Certo?
AC

domingo, 16 de junho de 2024

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) classificou como "pouco ambicioso" o programa apresentado esta sexta-feira pelo Governo, alegando que a meta de reter e atrair 3400 docentes para as escolas representa apenas 10% das necessidades.

"Como indicam estudos realizados, até final da década serão necessários mais 34.000 docentes no sistema. O programa que o Governo apresenta não vai além de 10% daquela necessidade", alertou a federação num comunicado em que faz uma "primeira apreciação" às medidas aprovadas em Conselho de Ministros
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Obrigado Mário Nogueira!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
AC

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

PASSADO, PRESENTE, FUTURO

A CGTP elegeu um novo chefe, Tiago Oliveira. 
Do que consegui ler, fez no discurso final uma visita a certo passado, falou do presente e perspectivou o futuro. 

Recordou, os baixos salários, salário mínimo, perda de poder de compra, dificuldades laborais, a questão dos despedimentos, os problemas dos horários de trabalho apontando à desregulação do trabalho aos fins de semana, ao trabalho por turnos e noturno.

Falou de realidades que a todos causam problemas mas sobretudo aos mais desfavorecidos como seja, o aumento do custo de vida, os custos com a habitação.

Relativamente ao futuro, sem novidade, atacou interesses dos accionistas de empresas como a Galp (que, de facto, têm lucros pornográficos), elegeu a luta que se deve travar entre o trabalho e o capital.

Do que li, numa coisa pelo menos Tiago Oliveira está, na minha opinião naturalmente, cheio de razão. 
Portugal está cada vez mais intoxicado com discursos bafientos.

Mas, respeitosamente, partes do discurso final de Tiago Oliveira pareceram-me não escapar a discursos velhos de décadas, também já com um bocado de bafio.
AC

domingo, 25 de fevereiro de 2024

AS COISAS QUE EU NÃO SABIA . . . 
Tiago Oliveira: de mecânico de pesados a líder da CGTP
É um homem do terreno, que sabe estabelecer pontes, mas determinado e firme. O novo secretário-geral da CGTP mantém uma relação de proximidade com o PCP
".

AC

sexta-feira, 27 de maio de 2022

GREVES  e  mais  GREVES
Obviamente que não 
é por mero acaso que se sucedem as greves.
Na minha opinião, desde logo porque a vida está bastante difícil e pior vai ficando. E além das classes mais desfavorecidas, a chamada classe média está cada vez mais apertada.
E não é por causa da guerra nem da pandemia. Isso são histórias da carochinha tão ao gosto do intrujão-mor.

A vida da esmagadora maioria da população vai gradualmente piorando. 

E como o PCP já não é geringonça agora não se cala, ainda que os problemas existentes quando o era (geringonça) sejam basicamente os mesmos do presente. E vá de mandar a malta para a rua.

E "interessante" (!?!?) observar o papel da comunicação social portuguesa em geral nos relatos e posições sobre as greves nos diferentes períodos. Eu escrevi interessante?……...
AC

sábado, 30 de abril de 2022

UMA DAS ANEDOTAS DA SEMANA

A senhora Camarinha diz - "a CGTP  não é uma estrutra ligada ao PCP".

AC

sexta-feira, 8 de maio de 2020

AINDA a FESTA do AVANTE
Escreve Vital Moreira:

Pandemia (23): Mais uma derrogação de favor?

No programa de desconfinamento gradual do País o Governo determinou a interdição de festivais de música até ao fim de setembro. Mas o PCP veio apressar-se a dizer que a Festa do Avante, que se realiza usualmente no primeiro fim de semana de setembro, não é somente um festival, mas sim uma mais ampla "manifestação político-cultural".
Não brinquemos com os conceitos. Sendo mais do que isso (comício, exposições, debates, tec.), a Festa do Avante é acima de tudo um festival de música, que junta milhares de espectadores, que é aquilo que a interdição governamental visa justamente impedir. Será que o PCP vai prescindir dessa vertente central da sua Festa, ou vai conseguir obter mais uma derrogação de favor, como sucedeu no 1º de Maio, de novo com o beneplácito de Belém?

O antigo seguidor (admirador ?) de Álvaro Cunhal aponta outra vez e bem ao que me parece mais um escândalo a germinar, escândalo apenas com base nas restrições anunciadas.
De outra forma não é, para mim, escândalo algum, é um evento mais que legítimo.
É, também, um evento onde se imagina que pode acontecer muita coisa criticável em termos sociais (droga etc), muita lavagem de cérebro, etc.
Mas há um aspecto em que creio VM está completamente errado, não haverá beneplácito algum por parte de Marcelo. Marcelo só terá voz nestas coisas se estiver em vigor estado de emergência ou de sítio.
AC