AS FRASES DEFINEM as REALIDADES?
OU os AUTORES e a SUA DESFAÇATEZ?
O BE factor de estabilidade?
O estado depauperado das redações?
AC
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sexta-feira, 30 de agosto de 2019
domingo, 28 de julho de 2019
ESTANDO de COSTAS nos BANCOS..........
Estando de costas nos bancos todos, assim não descobrem nada................
AC
Estando de costas nos bancos todos, assim não descobrem nada................
AC
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quarta-feira, 12 de junho de 2019
COMO OS VIGARISTAS ACTUAM
Claro que há sempre algum atrevido, como eu, que lixa o esquema.
Claro que mesmo a lápis é perigoso dar despacho, pois há sempre um Cabral que vai logo à fotocopiadora e o lápis passa a tinta.
Ou que tira mesmo cópias do documento, não vá o original ser desencaminhado por chefe subserviente e pressuroso a pensar na promoção futura.
E estamos nisto.
Uns patetas que, tendo servido como escravos embora tenham também engordado, chegam mais tarde a dizer coisas que, evidentemente, devem ter acontecido como explicam mas esquecem que mais valia estarem calados por falta de provas a apresentar.
São apelidados de canalhas maledicentes.
Não, não são, mas são sobretudo uns patetas que se esquecem agora quão instrumentais se calhar foram no passado.
Parecem esquecer as teias jurídicas que envolvem escritórios e a maltosa que há décadas, roda entre, cargos públicos e privados, entre banca e orgãos de soberania, entre fornecer pareceres jurídicos e construir legislação que levam a assinar pelos eleitos, e havendo sempre ao longo dos anos a cuidada nomeação da pessoa certa para as diversas estruturas, no sistema de justiça, nas forças armadas, nos serviços de informação, nos media, nos reguladores, para os orgãos de soberania.
Desgraçado País.
AC
A esmagadora maioria dos portugueses, aliás, a esmagadora maioria das pessoas no mundo, acreditam que os bebés chegam de Paris no bico da cegonha.
Nem sequer sabem o que se deve fazer ao bico da cegonha, mas eu explico, sacudir e meter para dentro do pijama!!
Nem sequer sabem o que se deve fazer ao bico da cegonha, mas eu explico, sacudir e meter para dentro do pijama!!
A maioria dos seres humanos deixa-se levar com muita pinta.
Por isso os vigaristas proliferam, prosperam. Por isso as sucessivas eleições dão o que dão.
A Tugolândia é, porventura, um dos locais onde existem mais "believers" , onde os trapaceiros e os velhacos sobrevivem mesmo depois de fazer as piores coisas, designadamente aos seus concidadãos, naturalmente sempre vestidos de uma capa de anjos e servidores denodados e entregues de alma coração e carteira à causa pública.
A maioria da maltosa desconhece como as coisas se fazem.
E é tão simples, sobretudo num desgraçado País onde se teceu uma malha jurídica que permite a maior impunidade aos vigaristas de alto coturno.
Já o disse e repito, em breve teremos de começar a indemnizar essa canalha que nos estropia há décadas.
Sabem como se faz?
Com testas de ferro. Usando as facilidades que o mundo contemporâneo construiu no plano tecnológico e financeiro.
Com conversas directas sem testemunhas, seja a tratar de certas negociações de Estado ou mesmo indo directo ao assunto, tipo - quanto me cabe a mim - que ganho com isso - ou mesmo - o meu primo contacta-o.
Com conversas directas sem testemunhas, seja a tratar de certas negociações de Estado ou mesmo indo directo ao assunto, tipo - quanto me cabe a mim - que ganho com isso - ou mesmo - o meu primo contacta-o.
E, depois, quando existe a necessidade de formalizar algumas coisas, sabe-se do assunto, mas autoriza-se verbalmente a alguém de confiança mas não se participa depois na reunião da decisão.
Se for preciso, dá-se despacho redondo, a lápis sobretudo, para mais tarde, se for necessário, retocar ou alterar.
Ou até, como recurso em desespero, mandar ir buscar um determinado documento comprometedor para o destruir.
Ou até, como recurso em desespero, mandar ir buscar um determinado documento comprometedor para o destruir.
Claro que há sempre algum atrevido, como eu, que lixa o esquema.
Claro que mesmo a lápis é perigoso dar despacho, pois há sempre um Cabral que vai logo à fotocopiadora e o lápis passa a tinta.
Ou que tira mesmo cópias do documento, não vá o original ser desencaminhado por chefe subserviente e pressuroso a pensar na promoção futura.
E estamos nisto.
Uns patetas que, tendo servido como escravos embora tenham também engordado, chegam mais tarde a dizer coisas que, evidentemente, devem ter acontecido como explicam mas esquecem que mais valia estarem calados por falta de provas a apresentar.
São apelidados de canalhas maledicentes.
Não, não são, mas são sobretudo uns patetas que se esquecem agora quão instrumentais se calhar foram no passado.
Parecem esquecer as teias jurídicas que envolvem escritórios e a maltosa que há décadas, roda entre, cargos públicos e privados, entre banca e orgãos de soberania, entre fornecer pareceres jurídicos e construir legislação que levam a assinar pelos eleitos, e havendo sempre ao longo dos anos a cuidada nomeação da pessoa certa para as diversas estruturas, no sistema de justiça, nas forças armadas, nos serviços de informação, nos media, nos reguladores, para os orgãos de soberania.
Desgraçado País.
AC
sexta-feira, 31 de maio de 2019
QUE AMIGÃO
O antigo ministro das Finanças Teixeira dos Santos assumiu, esta tarde, numa audição da fase de instrução da Operação Marquês, total responsabilidade pela escolha de Armando Vara para a administração da Caixa Geral de Depósitos.O ex-governante admitiu mesmo que foi alertado por José Sócrates para as eventuais "repercussões políticas da escolha".
O antigo ministro das Finanças Teixeira dos Santos assumiu, esta tarde, numa audição da fase de instrução da Operação Marquês, total responsabilidade pela escolha de Armando Vara para a administração da Caixa Geral de Depósitos.O ex-governante admitiu mesmo que foi alertado por José Sócrates para as eventuais "repercussões políticas da escolha".
Que grandes amigos tens Oh Sócrates.
Como bem sabes, nós os Portugueses comuns, aqueles que não bebem do "fino", somos uma cambada de otários, palermas, trouxas, imbecis, energúmenos.
Somos assim, há séculos, governados (quê?) por uma cáfila de filhos da mãe que não têm culpa nenhuma de ter vindo ao mundo: os trisavôs é que nunca deviam ter nascido.
Os Portugueses engolem tudo, NÉ, uma cambada de estúpidos.
Um destes dias o Marcelo já pode condecorar o Sócrates, pois ele é um coitadinho, o único PM sem a tal medalha da praxe.
Aquelas medalhas que, políticos e militares levam automaticamente depois de terem desempenhado certos cargos.
Não interessa nada o que fizeram, é só porque sim.
DESGRAÇADO PAÍS
AC
quarta-feira, 17 de abril de 2019
quarta-feira, 10 de abril de 2019
ESCUSADO PERDER TEMPO,
Com gentalha deste calibre.
Até porque quem sai aos seus, não "é de Genebra".....
AC
Com gentalha deste calibre.
Até porque quem sai aos seus, não "é de Genebra".....
AC
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sexta-feira, 5 de abril de 2019
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SE CALHAR..................
Precisam destes......
para verem o que lá se passa.........pois só relatórios não chegam
AC
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sexta-feira, 29 de março de 2019
DESONESTIDADE POLÍTICA e INTELECTUAL ?
Que outra coisa se pode dizer de alguém que, com a maior desfaçatez, constantemente reclama banhos de ética e de elevada educação e que não faz ou diz isto e aquilo em relação a antecessores, e com jogos de palavras que só enganam incautos, persistentemente concretiza o contrário enquanto destila veneno?
Aqui na aldeia, a minha cada vez mais velhota vizinha chama a esta gentalha o seguinte: canalha, porcalhão, filho da ****.
Como toda a gente sabe, não são só os tripeiros a desancar o pessoal com vernáculo forte.
Aqui a minha vizinha não perdoa.
AC
domingo, 11 de novembro de 2018
O estado da COISA, o estado do ESTADO
Uma deputada de nome Emília Cerqueira, do PSD, admitiu que usou a "password" do seu colega deputado José Silvano. Tudo inadvertidamente. Acrescentou, ser prática comum os colegas partilharem a "password" para acederem a documentos de trabalho. E não se ficou por aqui: “Agora são todos umas virgens ofendidas numa terra onde não há virgens”.
Assim vai a chamada casa da democracia.
O silêncio dos outros partidos é um eloquente silêncio ensurdecedor. Em todos os restantes partidos deve ser tudo de uma pureza imaculada.
A descarada ausência de vergonha na cara é comum à maioria deles.
Viagens fantasmas, recebimentos vários de mais que duvidosa legalidade, estamos nisto há décadas.
Impunidade e desrespeito por quem lhes paga.
Sempre a servirem-se e pouco a servir.
Mas, claro, muito respeitinho pelas instituições.
AC
Uma deputada de nome Emília Cerqueira, do PSD, admitiu que usou a "password" do seu colega deputado José Silvano. Tudo inadvertidamente. Acrescentou, ser prática comum os colegas partilharem a "password" para acederem a documentos de trabalho. E não se ficou por aqui: “Agora são todos umas virgens ofendidas numa terra onde não há virgens”.
Assim vai a chamada casa da democracia.
O silêncio dos outros partidos é um eloquente silêncio ensurdecedor. Em todos os restantes partidos deve ser tudo de uma pureza imaculada.
A descarada ausência de vergonha na cara é comum à maioria deles.
Viagens fantasmas, recebimentos vários de mais que duvidosa legalidade, estamos nisto há décadas.
Impunidade e desrespeito por quem lhes paga.
Sempre a servirem-se e pouco a servir.
Mas, claro, muito respeitinho pelas instituições.
AC
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domingo, 28 de outubro de 2018
"ESTÓRIA" (mal contada.........)
Era uma vez um principado, pequenino, lindo de morrer, mas que já fora mais lindo, por exemplo o clima que é ameno mas já foi melhor, com um interior lindo de montanhas e vales embora agora muito chamuscados, e com costas banhadas pelo Atlântico e com areais muito convidativos.
Quando o principado se formou despertou invejas imensas e tamanhas foram que bordoada houve durante uns tempos. Alguém chamou à atenção não apenas para a natureza, mas para as gentes do principado, para a maneira de ser das gentes, para a maneira das gentes encararem a vida, muitas vezes uma modorra, uns períodos de grande exaltação e voluntarismo.
Todos viviam em razoável harmonia. Mesmo quando alguns dissabores surgiam, nunca era culpa de ninguém do principado, e decididamente nunca culpa dos príncipes e aios e conselheiros.
Culpa, a haver, sempre ou dos invejosos vizinhos ou dos pilantras dos súbditos.
Vizinhos, não só invejosos como arrogantes e gananciosos, chegando ao cumulo de não emprestarem "pro bono" o dinheirinho para o sustento do principado. Escusado será dizer, obviamente no principado muitos consideravam ser uma obrigação dos vizinhos, indeclinável, indiscutível.
O Principe qual autêntico Rei senão mesmo imperador, sempre muito muito falador e comunicativo, falando de tudo e de todos e de toda a vida do principado, mas nunca da vida dos vizinhos (ás vezes esquece-se) como por exemplo, acerca dos petiscos do almoço e do jantar, a temperatura da água na praia fluvial, a cor das batinas dos estudantes (que é sempre a mesma), a magia dos atletas e dos circenses, a chuva que há-de chegar, o aprumo dos bombeiros, ele é mais que Deus até porque Deus está em todo o lado e ele, já lá esteve.
O príncipe tem vários aios e conselheiros, de quem ele nunca desconfia. Ás vezes fica com umas impressões, mas muito imprecisas, vagas, nebulosas!
O seu aio principal, é uma verdadeira tragédia em cima de duas pernas, no seu ar pesadão ao andar, uma voz esquisita de quem tem algo na boca enquanto fala tipo favas mal cozinhadas, e é um perdido pelo rei da selva, e não guarda segredos, diz mesmo um palavrão acerca dessas coisas.
O Aio principal, mole, confia do labor muito comedido dos seus fiéis conselheiros.
O aio nº 2 na hierarquia do principado, e que se considera ele sim um príncipe, é tido por espertalhaço, mas é mais de meia tigela, mas ainda assim consegue com a sua lábia momentaneamente sossegar o príncipe e os outros aios e aias e outros e outras importantes figuras do principado. Até porque os escribas do principado estão sempre do seu lado, vá lá perceber-se porquê, ainda que se suspeite muito do porquê.
E vai ainda conseguindo que os súbditos, o chamado povão, não se revolte por o pão estar cada vez mais caro e ao mesmo tempo estar com menos gramas de peso.
O aio nº2, o tal muito engenhoso, confia na família e nos primos e primas e nos familiares destes, para assegurarem que só boas notícias chegam aos súbditos.
O príncipe tem, para controlar o castelo, uma guarda fandanga, guarda que, é certo e sabido, altas horas da noite adormece. E ás vezes acontecem coisas caricatas.
Além disso e muito importante, o regedor, o que conta as moedas e indica ao aio nº 2 como vai a "fazenda", sabe contar pelos dedos e faz sempre excelentes relatórios o que, por um lado, muita inveja causa aos vizinhos e, por outro, recebe grandes e constantes encómios quer do príncipe quer dos aios principais, garantindo assim que mantém o seu estatuto.
O principado é invejado internacionalmente, de tal forma que, dezenas de milhares obtêm com facilidade a nacionalidade do principado sem se olhar a nada, e centenas de vizinhos muito distantes chegam periodicamente ainda que alguns desapareçam em poucos dias.
São as alegrias variadas deste encantador principado.
Que maiores ainda seriam não fossem as tragédias, no futebol, e na venda e compra de robalos.
Autentico património imaterial deste principado, talvez mesmo um dos melhores do mundo, é que príncipes, princesas, aios e aias, e conselheiros vários e regedor, bem como todos os seus familiares, andam sempre contentes e de consciência sempre tranquila.
AC
Era uma vez um principado, pequenino, lindo de morrer, mas que já fora mais lindo, por exemplo o clima que é ameno mas já foi melhor, com um interior lindo de montanhas e vales embora agora muito chamuscados, e com costas banhadas pelo Atlântico e com areais muito convidativos.
Quando o principado se formou despertou invejas imensas e tamanhas foram que bordoada houve durante uns tempos. Alguém chamou à atenção não apenas para a natureza, mas para as gentes do principado, para a maneira de ser das gentes, para a maneira das gentes encararem a vida, muitas vezes uma modorra, uns períodos de grande exaltação e voluntarismo.
Todos viviam em razoável harmonia. Mesmo quando alguns dissabores surgiam, nunca era culpa de ninguém do principado, e decididamente nunca culpa dos príncipes e aios e conselheiros.
Culpa, a haver, sempre ou dos invejosos vizinhos ou dos pilantras dos súbditos.
Vizinhos, não só invejosos como arrogantes e gananciosos, chegando ao cumulo de não emprestarem "pro bono" o dinheirinho para o sustento do principado. Escusado será dizer, obviamente no principado muitos consideravam ser uma obrigação dos vizinhos, indeclinável, indiscutível.
O Principe qual autêntico Rei senão mesmo imperador, sempre muito muito falador e comunicativo, falando de tudo e de todos e de toda a vida do principado, mas nunca da vida dos vizinhos (ás vezes esquece-se) como por exemplo, acerca dos petiscos do almoço e do jantar, a temperatura da água na praia fluvial, a cor das batinas dos estudantes (que é sempre a mesma), a magia dos atletas e dos circenses, a chuva que há-de chegar, o aprumo dos bombeiros, ele é mais que Deus até porque Deus está em todo o lado e ele, já lá esteve.
O príncipe tem vários aios e conselheiros, de quem ele nunca desconfia. Ás vezes fica com umas impressões, mas muito imprecisas, vagas, nebulosas!
O seu aio principal, é uma verdadeira tragédia em cima de duas pernas, no seu ar pesadão ao andar, uma voz esquisita de quem tem algo na boca enquanto fala tipo favas mal cozinhadas, e é um perdido pelo rei da selva, e não guarda segredos, diz mesmo um palavrão acerca dessas coisas.
O Aio principal, mole, confia do labor muito comedido dos seus fiéis conselheiros.
O aio nº 2 na hierarquia do principado, e que se considera ele sim um príncipe, é tido por espertalhaço, mas é mais de meia tigela, mas ainda assim consegue com a sua lábia momentaneamente sossegar o príncipe e os outros aios e aias e outros e outras importantes figuras do principado. Até porque os escribas do principado estão sempre do seu lado, vá lá perceber-se porquê, ainda que se suspeite muito do porquê.
E vai ainda conseguindo que os súbditos, o chamado povão, não se revolte por o pão estar cada vez mais caro e ao mesmo tempo estar com menos gramas de peso.
O aio nº2, o tal muito engenhoso, confia na família e nos primos e primas e nos familiares destes, para assegurarem que só boas notícias chegam aos súbditos.
O príncipe tem, para controlar o castelo, uma guarda fandanga, guarda que, é certo e sabido, altas horas da noite adormece. E ás vezes acontecem coisas caricatas.
Além disso e muito importante, o regedor, o que conta as moedas e indica ao aio nº 2 como vai a "fazenda", sabe contar pelos dedos e faz sempre excelentes relatórios o que, por um lado, muita inveja causa aos vizinhos e, por outro, recebe grandes e constantes encómios quer do príncipe quer dos aios principais, garantindo assim que mantém o seu estatuto.
O principado é invejado internacionalmente, de tal forma que, dezenas de milhares obtêm com facilidade a nacionalidade do principado sem se olhar a nada, e centenas de vizinhos muito distantes chegam periodicamente ainda que alguns desapareçam em poucos dias.
São as alegrias variadas deste encantador principado.
Que maiores ainda seriam não fossem as tragédias, no futebol, e na venda e compra de robalos.
Autentico património imaterial deste principado, talvez mesmo um dos melhores do mundo, é que príncipes, princesas, aios e aias, e conselheiros vários e regedor, bem como todos os seus familiares, andam sempre contentes e de consciência sempre tranquila.
AC
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terça-feira, 23 de outubro de 2018
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
FRAUDES
É coisa que existe em todos os Países menos em Portugal.
Seja qual for o sector da sociedade que se quiser observar.
Na banca...........nunca houve.
Nas escolas.........nunca houve.
Na administração pública...........nunca houve.
Nos concursos públicos ..............nunca houve.
Nas autarquias ..............nunca houve.
Na construção civil................nunca houve.
Na construção das auto-estradas sempre cumpriram com as camadas todas incluindo a espessura final de alcatrão......portanto nunca houve.
Na adjudicação de grandes empreitadas...........nunca houve.
No mundo do futebol............nunca houve.
Nas assembleias gerais que bem se conhecem.....nunca houve.
Já estou cansado, digo apenas, nunca houve em lado nenhum, foi sempre tudo feito, mas tudo feito e bem feito.
PRONTOS.
Ah,....e obviamente que o inefável bastonário da ordem dos médicos está cheio de razão.
O bastonário da Ordem dos Médicos recusa a existência de baixas falsas no setor da Educação.
É coisa que existe em todos os Países menos em Portugal.
Seja qual for o sector da sociedade que se quiser observar.
Na banca...........nunca houve.
Nas escolas.........nunca houve.
Na administração pública...........nunca houve.
Nos concursos públicos ..............nunca houve.
Nas autarquias ..............nunca houve.
Na construção civil................nunca houve.
Na construção das auto-estradas sempre cumpriram com as camadas todas incluindo a espessura final de alcatrão......portanto nunca houve.
Na adjudicação de grandes empreitadas...........nunca houve.
No mundo do futebol............nunca houve.
Nas assembleias gerais que bem se conhecem.....nunca houve.
Já estou cansado, digo apenas, nunca houve em lado nenhum, foi sempre tudo feito, mas tudo feito e bem feito.
PRONTOS.
Ah,....e obviamente que o inefável bastonário da ordem dos médicos está cheio de razão.
O bastonário da Ordem dos Médicos recusa a existência de baixas falsas no setor da Educação.
Na senda do intrujão-mor que considerou sagradas as palavras do anterior CEMGFA, esta é mais uma frase que vindo que quem vem é portanto sagrada!
Claro que um maldoso como eu dirá - talvez então seja possível que isso aconteça em outras áreas?
E assim vamos, cantando e rindo!
AC
terça-feira, 26 de junho de 2018
MISERICÓRDIAS, TOURADAS, BARBÁRIE, mas também,
Não aprecio touradas. Não gasto dinheiro em touradas.
É, de facto, uma barbárie para os toiros, ainda que muito menos do que em Espanha.
FINGIR que NÃO SABIA, POLITICAMENTE CORRECTO
Oh, não sabia destes negócios, não sabia destes investimentos e realidades das Misericórdias, Oh.............
Oh, não sabia destes negócios, não sabia destes investimentos e realidades das Misericórdias, Oh.............
Misericórdia, perdoai-lhes senhor que são uns inocentes, uns crédulos, uns arrependidos tão tardios!
E cada vez mais politicamente correctos!
É assim, desde sempre.
Nada sabiam sobre as pouca vergonhas na Banca.
Também não devem conhecer o causídico que garante pensões pornográficas, aliás isso nem os deve incomodar nada. Enfim.
Resido na mesma zona vai para quase 45 anos.
Onde existe uma praça de toiros, propriedade da Misericórdia local.
Como acontece em outros locais do País, mas uns quantos pantomineiros descobrem a novidade ..........agora! Pois!
Como acontece em outros locais do País, mas uns quantos pantomineiros descobrem a novidade ..........agora! Pois!
Praça patrocinada também por outras entidades e empresas da região. Desconheço se a autarquia lá tem metido dinheiro ou não.
Não aprecio touradas. Não gasto dinheiro em touradas.
É, de facto, uma barbárie para os toiros, ainda que muito menos do que em Espanha.
Como gastam as Misericórdias os dinheiros que estão ao seu dispor? É uma excelente questão, e não deve pensar-se nisso apenas por causa das touradas, mas por tudo. Veja-se o que se estará a passar em Lisboa.
A questão da benemerência tem muito que se lhe diga. E temo que muitos ganhem com isso, directa e indirectamente.
Voltando ás touradas, repito, não gosto, e não dou nem nunca até agora dei dinheiro para isso.
Um dos meus melhores amigos, médico, tem periodicamente ofertas de 2 ou 3 bilhetes para touradas. De vez em quando convida-me pois sobra-lhe um bilhete. Já declinei várias vezes mas também já fui. Posso estar enganado, mas creio que nestes quase 45 anos fui à tourada 5 vezes. Não pelo espectáculo taurino. Vou porque conversamos, encontro pessoas que vejo poucas vezes e............disparo muito a NIKON!!!
E posso assim mostrar que há de facto uma certa barbárie.
Mas é curioso certos críticos virem agora dizer que desconheciam o envolvimento de Misericórdias.
Portugal e certas elites sempre como de costume.
Doutorados, de mérito muitos deles, mas também com valentes pós graduações tipo - "Ver se engana o pagode"
Entretanto ERC parece que não discorda da continuação das transmissões de touradas pelas TV
AC
A questão da benemerência tem muito que se lhe diga. E temo que muitos ganhem com isso, directa e indirectamente.
Voltando ás touradas, repito, não gosto, e não dou nem nunca até agora dei dinheiro para isso.
Um dos meus melhores amigos, médico, tem periodicamente ofertas de 2 ou 3 bilhetes para touradas. De vez em quando convida-me pois sobra-lhe um bilhete. Já declinei várias vezes mas também já fui. Posso estar enganado, mas creio que nestes quase 45 anos fui à tourada 5 vezes. Não pelo espectáculo taurino. Vou porque conversamos, encontro pessoas que vejo poucas vezes e............disparo muito a NIKON!!!
E posso assim mostrar que há de facto uma certa barbárie.
Mas é curioso certos críticos virem agora dizer que desconheciam o envolvimento de Misericórdias.
Portugal e certas elites sempre como de costume.
Doutorados, de mérito muitos deles, mas também com valentes pós graduações tipo - "Ver se engana o pagode"
Entretanto ERC parece que não discorda da continuação das transmissões de touradas pelas TV
AC
quarta-feira, 13 de junho de 2018
VISTO POR AÍ
..........."Dúvida: será o homem burro, andará a inalar algo, está a treinar para palhaço ou está/ é mesmo doido? Nenhuma das opções exclui as restantes."...........
Penso exactamente o mesmo que o autor desta frase.
Embora caso extremado dos últimos meses, que nos vem mostrando até onde pode chegar a insanidade total, existem por aí muitas outras versões na vida pública que não lhe ficam muito atrás. Nos planos desportivos, sociais, políticos, culturais, associativos, etc.
AC
segunda-feira, 11 de junho de 2018
ATRIZ CATARINA
Como atriz..........nada de perder tempo.
Como política, também não vale a pena gastar muitas palavras; comodamente sentada à mesa do OE, (que saberá fazer por si própria?), satisfeita porque não há impostos e taxas para tanta desfaçatez saída da boca, se percebo bem Catarina atira-se ao 10 de Junho, ás celebrações, a Camões.
A criatura incita-nos a reler a nossa história para confirmarmos que não há paralelo no mundo em tantos séculos, para os horrores praticados pelos Portugueses.
De facto, logo lendo o início d'Os Lusíadas,
E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando,
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Morte libertando,
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.
Devastámos, de facto. E, claro, apenas nós.
O eixo do poema de Camões creio que é a viagem de Vasco da Gama, mas o poema tem muito mais que isso, fala em reis, heróis, olha à história de Portugal à data. História à data.
Que quer esta criatura e os seus Rosas?
Corrigir tudo com os valores do presente, corrigir e reverter os séculos XIV a XX, escrever tudo de novo?
É preciso ser muito tola, mas pior os tolos que não param para pensar. Leiam a história do País, mas também a de Espanha, a Holandesa, a Inglesa, a Francesa, a Russa, a Japonesa.
AC
Como atriz..........nada de perder tempo.
Como política, também não vale a pena gastar muitas palavras; comodamente sentada à mesa do OE, (que saberá fazer por si própria?), satisfeita porque não há impostos e taxas para tanta desfaçatez saída da boca, se percebo bem Catarina atira-se ao 10 de Junho, ás celebrações, a Camões.
A criatura incita-nos a reler a nossa história para confirmarmos que não há paralelo no mundo em tantos séculos, para os horrores praticados pelos Portugueses.
De facto, logo lendo o início d'Os Lusíadas,
E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando,
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Morte libertando,
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.
Devastámos, de facto. E, claro, apenas nós.
O eixo do poema de Camões creio que é a viagem de Vasco da Gama, mas o poema tem muito mais que isso, fala em reis, heróis, olha à história de Portugal à data. História à data.
Que quer esta criatura e os seus Rosas?
Corrigir tudo com os valores do presente, corrigir e reverter os séculos XIV a XX, escrever tudo de novo?
É preciso ser muito tola, mas pior os tolos que não param para pensar. Leiam a história do País, mas também a de Espanha, a Holandesa, a Inglesa, a Francesa, a Russa, a Japonesa.
AC
quarta-feira, 23 de maio de 2018
LAPSOS
Lapsos toda a gente tem!. É verdade que pode acontecer a qualquer cidadão.
Mas é estranho acontecerem sempre a certos cromos que estão sempre nas negociatas, com o ar mais querido deste mundo. Então sendo advogados de alto coturno, perdão de alto calibre, ainda é mais estranho que se arvorem desconhecendo as leis.
Enfim, é o mundo rosa, como antes têm sido outros mundos de outras cores, sempre uns desgraçados a viver com grandes dificuldades.
Eles, as mulheres, as filhas, os filhos, os cunhados, as cunhadas, !?!
AC
Lapsos toda a gente tem!. É verdade que pode acontecer a qualquer cidadão.
Mas é estranho acontecerem sempre a certos cromos que estão sempre nas negociatas, com o ar mais querido deste mundo. Então sendo advogados de alto coturno, perdão de alto calibre, ainda é mais estranho que se arvorem desconhecendo as leis.
Enfim, é o mundo rosa, como antes têm sido outros mundos de outras cores, sempre uns desgraçados a viver com grandes dificuldades.
Eles, as mulheres, as filhas, os filhos, os cunhados, as cunhadas, !?!
AC
sábado, 19 de maio de 2018
NUNCA GOSTEI de CAVACO SILVA, mas...........
Quem me conhece e lê desde 2011, deve lembrar-se das inúmeras críticas que ao longo do tempo fui fazendo, quer quanto à sua vertente de 1ª figura do Estado, quer na sua cumulativa vertente de Comandante Supremo das Forças Armadas.
A esfíngica criatura, em algumas coisas, foi bem mais prudente que os actuais titulares dos órgãos de soberania.
A começar por nunca ter medalhado o engenheiro José Sócrates, uma das suas boas decisões.
Sempre estou para ver o que Marcelo vai fazer no Domingo. Pessoalmente aposto que vai ao Jamor e acabará por cumprimentar o Bruninho. Se eu acertar, lá se vai a faceta de vexado. Se me enganar, sobe uns pontos na minha consideração.
Sempre estou para ver o que Marcelo vai fazer no Domingo. Pessoalmente aposto que vai ao Jamor e acabará por cumprimentar o Bruninho. Se eu acertar, lá se vai a faceta de vexado. Se me enganar, sobe uns pontos na minha consideração.
AC
domingo, 13 de maio de 2018
A CRP e os ÓCULOS PROGRESSIVOS
Como a maioria dos adultos saberá, existem os óculos para nos ajudarem a ver melhor quando, por variadas razões designadamente por avanço de idade, os nossos olhos passam a precisar de ajuda.
No meu caso, aos 51 anos de idade passei a usar aqueles na ponta do nariz para ler. Quase aos 55 passei para os progressivos.
É nestes que me quero concentrar, a propósito da nossa Constituição da República Portuguesa.
Quem não usa ou ainda não usou este tipo de óculos não sabe que é requerido um certo período de adaptação, por exemplo ao descer escadas. No meu caso, ao 2º dia já estava perfeitamente confortável. Para quem não sabe, ao ler com estes óculos deve-se acompanhar as linhas isto é, andar ligeiramente com a cabeça para um lado e para outro.
Como acima já disse vem isto a propósito da CRP.
Vejamos:
> Artº 183º, nº 1 - Governo é constituído pelo Primeiro-Ministro, pelos Ministros e pelos secretários e subsecretários de Estado (vulgo ajudantes...).
> Artº 184, nº 1 - O Conselho de Ministros é constituído pelo Primeiro-Ministro, pelos Vice-Primeiros-Ministros, se os houver, e pelos Ministros.
> Artº 189º - Os membros do Governo estão vinculados ao programa do Governo e às deliberações tomadas em Conselho de Ministro.
Nem para a minha idosa vizinha na aldeia seria difícil concluir que neste articulado está bem evidente que quem, durante anos "frequenta" os conselhos de ministros, não pode deixar de se aperceber do que se vai passando, ser co-responsável.
Uma conclusão possível para o que se passou nos consulados de José Sócrates e em muitos outros governos da mesma ou de outra coloração, é que os respectivos PM distribuíram aos seus apaniguados perdão, aos seus ministros, óculos progressivos, sabendo de antemão que eles nunca se adaptariam ou seja, nunca conseguiriam, ver, ler. Daí, nunca se aperceberiam. DE NADA!
ANTÓNIO CABRAL (AC)
Como a maioria dos adultos saberá, existem os óculos para nos ajudarem a ver melhor quando, por variadas razões designadamente por avanço de idade, os nossos olhos passam a precisar de ajuda.
No meu caso, aos 51 anos de idade passei a usar aqueles na ponta do nariz para ler. Quase aos 55 passei para os progressivos.
É nestes que me quero concentrar, a propósito da nossa Constituição da República Portuguesa.
Quem não usa ou ainda não usou este tipo de óculos não sabe que é requerido um certo período de adaptação, por exemplo ao descer escadas. No meu caso, ao 2º dia já estava perfeitamente confortável. Para quem não sabe, ao ler com estes óculos deve-se acompanhar as linhas isto é, andar ligeiramente com a cabeça para um lado e para outro.
Como acima já disse vem isto a propósito da CRP.
Vejamos:
> Artº 183º, nº 1 - Governo é constituído pelo Primeiro-Ministro, pelos Ministros e pelos secretários e subsecretários de Estado (vulgo ajudantes...).
> Artº 184, nº 1 - O Conselho de Ministros é constituído pelo Primeiro-Ministro, pelos Vice-Primeiros-Ministros, se os houver, e pelos Ministros.
> Artº 189º - Os membros do Governo estão vinculados ao programa do Governo e às deliberações tomadas em Conselho de Ministro.
Nem para a minha idosa vizinha na aldeia seria difícil concluir que neste articulado está bem evidente que quem, durante anos "frequenta" os conselhos de ministros, não pode deixar de se aperceber do que se vai passando, ser co-responsável.
Uma conclusão possível para o que se passou nos consulados de José Sócrates e em muitos outros governos da mesma ou de outra coloração, é que os respectivos PM distribuíram aos seus apaniguados perdão, aos seus ministros, óculos progressivos, sabendo de antemão que eles nunca se adaptariam ou seja, nunca conseguiriam, ver, ler. Daí, nunca se aperceberiam. DE NADA!
ANTÓNIO CABRAL (AC)
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