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segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

sábado, 15 de novembro de 2025

ELEIÇÕES  PRESIDENCIAIS  2026

A chamada campanha eleitoral ainda está um pouco distante.
Mas os candidatos a presidente andam por aí eufóricos, principalmente António José Seguro, Marques Mendes, Cotrim Figueiredo e Gouveia e Melo.

Dos outros, os apelos para desistirem a favor de Seguro crescem.
Estou convencido que dois não desistirão: Filipe e a bela Joana, o primeiro para dar uma medida do que poderá valer o PCP nesta fase da vida nacional e a segunda para justificar honorários.

A minha sensação é de que todos fazem para parecer o que não são.

Autenticidade? Rigor? O verdadeiro interesse do povo?

Olho sobretudo para Marques Mendes e vejo autenticidade  equivalente à sua estatura física. 

Agora esforça-se quase diariamente por lembrar que está sempre a atacar o governo do seu partido.

Adicionalmente, uma das suas últimas pérolas é a de que ele é 25 de Abril enquanto Gouveia e Melo é 25 de Novembro.
PATÉTICO.

Só lhe falta começar também a roubar batatas fritas em feiras e tirar a máquina a um calceteiro e treinar.

PATÉTICO e LASTIMÁVEL é o que me ocorre.

AC

domingo, 31 de agosto de 2025

O  CANDIDATO  COMENTADOR

O candidato comentador que diz que o não é, e assim disfarça o incómodo de algumas perguntas que lhe colocam, está cada vez mais . . . .  o mesmo.

Sempre com a perspectiva de que somos todos burros, 
Mendes criticou o Governo nos incêndios mas piscou o olho a vários destinatários.


Luís Marques Mendes é pequenino de estatua física, mas tem décadas de experiência à mesa do OE, é matreiro, sabe muito.
Dá umas beliscaduras em Montenegro, trata de mansamente dar a entender que não é outro Marcelo, e assobia para quase toda a gente.

Claro, como é de bom tom, umas bicadas no governo à conta dos incêndios e não só (que por sinal bem precisa de valentes caneladas, opinião pessoal, naturalmente).

Em suma, este Luizinho espalha atenções para vários sectores e deseja tudo tratado com empatia e com sensibilidade, e aplaude por exemplo mais uma comissão de avaliação, embora pareça acreditar pouco nos peritos nacionais.

Em síntese, mas um com conversa do costume, mole e da treta.
Quase nenhuma mosca muda, mas o cheiro persiste.
Não saímos disto.
AC

terça-feira, 26 de agosto de 2025

Menos jovens no ensino superior é má notícia." Marques Mendes pede ao Governo "estudo rigoroso"

Dará certamente um ganda presidente! Oh sim !
AC

quinta-feira, 17 de julho de 2025

A REFORMA da JUSTIÇA e MARQUES MENDES
QUINTA-FEIRA, 3 DE JULHO DE 2025

Eleições presidenciais 2026 (17): O candidato Marcelo II?
Publicado por Vital Moreira

1. Em declarações a propósito da anunciada queixa de José Sócrates ao TEDH, divulgadas pelo jornal Público, o candidato presidencial Luís Marques Mendes, considerando que a reforma da Justiça é «cada vez mais necessária e urgente», anunciou que ele «enquanto Presidente da República, colocarei esta prioridade na agenda pública, política e mediática» e que ela «será uma das minhas causas enquanto Presidente da República, o que obriga a fazer pontes entre quem está no Governo e partidos da oposição», avançando também com propostas concretas, incluindo o fim dos "megaprocessos" e a concessão de mais poderes aos juízes na condução dos processos.

Sem dúvida, o caso Sócrates pode ser mais uma boa razão a favor da necessidade de uma reforma da justiça (e não apenas quanto à morosidade desta...). Mas, no nosso sistema de governo, a quem compete dar prioridade à reforma da justiça (que se tornou praticamente consensual) e definir o seu conteúdo (que é menos consensual) é ao Governo e à AR, e não ao Presidente da República, que constitucionalmente não é um presidente-governante, mas sim um garante das regras do jogo político, pelo que não pode ser ele próprio um agente político, sob pena de ser ele mesmo a subverter as regras.

Não há nada mais perturbador para a compreensão do sistema político pelo cidadão comum do que ver o PR a competir com o PM na marcação da agenda política, que constitucionalmente é matéria exclcusiva do segundo.

2. De resto, não vejo nenhuma necessidade destas tiradas de protagonismo "macho" dos candidatos presidenciais, que têm o "pequeno" defeito de não terem nenhum cabimento nas funções e nos poderes constitucionais do Presidente e que, portanto, acabam como proclamações vazias para impressionar eleitores incautos ou como fatores de envenenamento das relações políticas entre os três órgaos políticos da República.

Na verdade, o PR pode intervir na decisão sobre reformas políticas de três modos não despiciendos, embora menos espetaculares e menos intrusivos: (i) a título de aconselhamento discreto do Governo e dos partidos de oposição, em Belém; (ii) a título de "facilitador" entre Governo e oposição, a pedido destes, na negociação dessas reformas; (iii) a título de apoio público ao lançamento de tais reformas.

Tudo seria diferente, se o candidato tivesse dito o seguinte: «Considerando o largo consenso existente quanto à necessidade de reforma da justiça, cumpre-me anunciar que, se for eleito, o Governo e a AR podem contar com o apoio do Presidente para a realizar, naquilo que de mim depender».

Ou seja: o PR não está impedido de ter ideias sobre reformas, desde logo para efeito do seu poder de aconselhamento ao Governo. O que não pode, como neste caso, é definir à partida a prioridade e o conteúdo de tais reformas, usurpando a competência constitucional da AR e do Governo, e depois "forçar" o Governo e a oposição a um entendimento para as realizar. O PR não tem nenhum poder de tutela política, muito menos de "superintendência", sobre o Governo.

No nosso sistema político-constitucional, em que a condução da política geral do país cabe ao Governo, as reformas políticas não podem ser encomendadas nem comandadas a partir de Belém, nem a AR e o Governo estão submetidos às suas orientações políticas. E, por isso, os candidatos presidenciais não podem apresentar-se, como neste caso, como se fossem candidatos a primeiro-ministro ou a superintendentes de primeiro-ministro.

3. Não deixa de surpreender que Luís Marques Mendes, que começou por marcar algumas claras diferenças em relação ao omnímodo estilo presidencial de Marcelo de Rebelo de Sousa, tenha vindo a adotar crescentemente um entendimento cada vez mais intervencionista do cargo presidencial, que começou pela ideia das suas "causas presidenciais" - como se o Presidente pudesse ter, no exercício do seu mandato, outras causas que não as causas constitucionais -, para terminar neste propósito extremo de dar «prioridade pública, política e mediática» a uma certa reforma política, que desafia a prática expansionista do atual inquilino de Belém.

Numa expressão do seu entendimento assaz amplo dos poderes presidenciais, Jorge Sampaio substituiu a contida fórmula de Mário Soares, "magistratura de influência", pela de "magistratura de influência e de iniciativa", que dava cobertura à sua ideia de Belém colocar temas e propostas na agenda política. Ora, parece claro que, desta vez, Marques Mendes se propõe ir mais longe, não se limitando a colocar reformas na agenda pública, mas também conferir-lhe prioridade política e definir o seu conteúdo, desafiando a autonomia política do Governo e o seu poder exclusivo na condução da política do país.

Decididamente, a "tentação presidencialista" pode dar a volta à cabeça dos candidatos, mesmo dos aparentemente mais sensatos.

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Este longo texto (com sublinhados meus) do ex-ortodoxo PCP, ex-deputado Europeu nomeado por Sócrates como cabeça de lista Socialista, creio portanto que admirador de Sócrates, aborda de forma interessante (opinião pessoal naturalmente) alguns aspectos como a reforma do sistema de justiça, algumas das competências Constitucionais do Presidente da República, e as atoardas (opinião pessoal naturalmente) mais recentes de Marques Mendes.

Ao mesmo tempo que logo nas suas proclamações iniciais enfatizou e reconheceu que o Presidente não governa, a pouco e pouco Luizinho resvala para a parvoíce de marcar a agenda, como aqui muito bem aponta VM. Creio que a crítica de VM faz todo o sentido.

A que propósito é que, no âmbito das suas competências, um Presidente da República marca agenda política?

Tenhamos paciência democrática para aturar estes cromos que a democracia como é próprio do sistema / regime, deixa e bem demonstrarem a sua pequenez intelectual.

Aguardemos pelos próximos capítulos.

António Cabral (AC)

quarta-feira, 19 de março de 2025

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

GOSTAVA de SABER . . . 
Gostava de saber qual é a opinião de Marques Mendes sobre estes possíveis candidatos, quer às eleições autárquicas no final deste ano, quer às presidenciais no próximo ano. 

Só por curiosidade, até porque ele não tem parado de comentar sobre este assunto, no qual, como é público e notório, ele não está nada  interessado.

Tenham uma boa 6ª Feira. Saúde e boa sorte.
AC

segunda-feira, 28 de agosto de 2023

DESGRAÇADO PORTUGAL, Desgraçados de Nós
Marques Mendes admite candidatar-se à Presidência da República
“Se eu vir que tem alguma utilidade uma candidatura minha, e que tenho o mínimo de condições para o concretizar, sou franco: tomarei essa decisão”, disse o antigo líder do PSD na SIC.

?? Utilidade??

Luizinho começou aos 18 anos num gabinete de um certo político lá no Norte. E, ao mesmo tempo, foi estudando, numa época de convulsão social em que, muitas vezes, a passagem de ano foi sendo muito facilitada, para dizer o mínimo!

Agora quer ir viver para Belém. 
Como sempre, respeito todas as opiniões, e da parte dele é um desejo legítimo. 
Mas a minha opinião é desfavorável a tal possibilidade democrática, é de espanto, incredulidade. 
Na minha opinião, a concretizar-se Mendes como PR, Portugal continuaria mal.
E tenho que dizer, valham-me todos os santinhos!
AC

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

SÓ  HOJE ?
Luís Marques Mendes: "Os partidos hoje metem nas listas para a Assembleia da República muitos completos incompetentes"
AC