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domingo, 31 de agosto de 2025

O  CANDIDATO  COMENTADOR

O candidato comentador que diz que o não é, e assim disfarça o incómodo de algumas perguntas que lhe colocam, está cada vez mais . . . .  o mesmo.

Sempre com a perspectiva de que somos todos burros, 
Mendes criticou o Governo nos incêndios mas piscou o olho a vários destinatários.


Luís Marques Mendes é pequenino de estatua física, mas tem décadas de experiência à mesa do OE, é matreiro, sabe muito.
Dá umas beliscaduras em Montenegro, trata de mansamente dar a entender que não é outro Marcelo, e assobia para quase toda a gente.

Claro, como é de bom tom, umas bicadas no governo à conta dos incêndios e não só (que por sinal bem precisa de valentes caneladas, opinião pessoal, naturalmente).

Em suma, este Luizinho espalha atenções para vários sectores e deseja tudo tratado com empatia e com sensibilidade, e aplaude por exemplo mais uma comissão de avaliação, embora pareça acreditar pouco nos peritos nacionais.

Em síntese, mas um com conversa do costume, mole e da treta.
Quase nenhuma mosca muda, mas o cheiro persiste.
Não saímos disto.
AC

domingo, 31 de maio de 2020

MAIS  do  MESMO  ??
Segundo declarações do próprio, confirmado que vai "trabalhar pro bono", "durante meses", em acumulação com o cargo na PARTEX (há muito vendida, parece), e irá preparar com os ministros da actual disfarçada geringonça, um programa de recuperação para a economia do país.
Quase que me cheira a planos quinquenais. Onde ouvi já isto?
Lembra-me também uma série de outros "importantes" "augustos" da nossa praça que ao longo das décadas pós 25 Abril se entretiveram em certas épocas a tratar de orientar a nossa TUGOLÂNDIA. Além dos que foram chamados lá de fora para nos dizerem em que nos devíamos especializar. 
Os resultados são bem conhecidos, como por exemplo na ferrovia.
Numa coisa somos grandes especialistas, na criação e manutenção de malandragem, sempre enriquecida com favores e enchendo-se de chorudas mais valias sempre a dar para comprar muitas acções de grandes empresas nacionais.
Dever cívico e independente, dever que, pode considerar-se ?, coloca em evidência as incapacidades óbvias deste PM e deste governo e destes governantes, ao ponto de ter de ser alguém de fora a vir escrever o que fazer?
Desenhos de programas houve vários ao longo das últimas décadas, tal como houve paixões várias de socialistas exemplares a tratar da respectiva vidinha.
Parecem ser "sete ou oito objetivos estratégicos": transportes ferroviários; infraestruturas portuárias; gestão de recursos de água; competências digitais das pequenas e médias empresas; reforço do investimento no sistema nacional de saúde (tanto em equipamentos como em recursos humanos); reconversão industrial; recursos endógenos; coesão territorial ou transição energética. “O que se pretende é uma visão integrada de tudo isto

Será que estas vacas vão voar?

Fica sempre bem lembrar "a proteção social das pessoas e das empresas", até porque no fim vamos ficar todos bem, não é?
Aguardemos.

AC

segunda-feira, 21 de maio de 2018

"PORTUGAL XXI: País de futuro"
Na minha visita periódica à página oficial da Presidência da República,  vejo com satisfação que se multiplicam eventos a ponderar o futuro de Portugal. No caso em concreto, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa presidiu, em Cascais, à Sessão de abertura da Conferência que dá título a este "post".
Vejo com satisfação que várias ilustres figuras participaram na conferência a pensar no futuro de Portugal. Deixo uma das fotografias copiadas da página da Presidência.
AC