Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
domingo, 26 de abril de 2026
quinta-feira, 4 de dezembro de 2025
Entre as várias coisas espantosas e se vi bem, o PSD que promoveu a "reforma" por sobretudo imposição da Troika, na recente contra-alteração esteve na linha da frente. Brilhante.
Nada como uma boa coerência!
Portugal continua prenhe de certas personagens, de muitos fregueses, de imensos sacripantas, todos com uma descarada ausência de vergonha na cara e ausência de quase tudo.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
quinta-feira, 16 de outubro de 2025
Como me apeteceu recordar a competência e profissionalismo deste ministro da defesa. Deste e de muitos outros! Inchados de ocupar gabinetes luxuosos, vaidosos das mordomias, e da possibilidade de escolherem os condutores dos vários carros.
Mas incompetentes nas mais simples coisas.
AC
terça-feira, 8 de abril de 2025
A EUROPA da Ursula
A China prossegue, pondera, age, avança.
Os EUA, até agora, mau grado o louco oxigenado, age, bem ou mal.
Dona Ursula . . . . faz reuniões, esquece os tratados, define intenções, continua a regular embora me pareça não regularem muito bem da cabeça quer ela quer os vários comissários.
Agora, para o louco oxigenado, disparou que negoceia, e apresentou tarifa zero para várias coisas, nomeadamente industriais.
Fica-me a sensação que é tudo estados de alma, pouco ou nenhum rumo.
Aguardemos
AC
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025
General Valença Pinto: “A conjuntura sugere que se dê uma muito maior prioridade à Defesa”
O presidente da EuroDefense-Portugal revela que a associação está a preparar, com as 16 congéneres europeias, um conjunto de recomendações para a estratégia industrial de defesa. Para o General Valença Pinto, ex-Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, neste setor deve haver na UE “soberania partilhada”.
No atual contexto de instabilidade geopolítica da Europa, está em cima da mesa uma estratégia industrial para a defesa da União Europeia? Em que fase é que Portugal está neste momento?
Portugal está, com certeza, muito atento e é preciso que esteja. Estão muitas coisas em cima da mesa, muitas coisas a mexer, nesta nova estratégia industrial de Defesa para a Europa. Há depois o lado financeiro, com o Fundo Europeu de Defesa, que está significativamente dotado e que vai ser ainda mais dotado e de uma forma bastante sensível no futuro próximo. A Comissão Europeia tem agora um comissário para as Indústrias de Defesa e até meados de março deverá ser apresentado um livro branco. A EuroDefense, com as suas 16 associações em toda a Europa, está desde novembro a trabalhar intensamente para preparar um conjunto de recomendações.
A opinião pública está preparada para este debate?
Nem a opinião pública nem para além da opinião pública. O que se passa é um grande desconhecimento. E é um viver muito de costas voltadas uns para os outros. Daqueles que deviam ser os parceiros deste processo. O progresso europeu nesta matéria não será efetivo se não conseguirmos a convergência de três tipos de entidades. Por um lado, o Estado, a Administração Pública, incluindo as Forças Armadas. Por outro lado, a Academia lato sensu e também nela incluindo o sistema científico e tecnológico nacional. Em terceiro lugar, o mundo empresarial e, em particular, o mundo industrial. Há quem chame isso o “Triple Helix”. É o que queremos. Precisamos da propulsão articulada conjugada destes três componentes para que a coisa toda avance. Em Portugal estamos a tentar fazer isto mexer...
Quem devia de fazer isso?
Penso que até de um ponto de vista de responsabilidade política, era o Estado, mas tem tido dificuldades. Em boa verdade, quem tem feito mais este tipo de tentativa de articulação entre todas estas partes tem sido o EuroDefense. Não o digo para me vangloriar disso, porque tenho pena que seja preciso uma entidade da sociedade civil a fazê-lo. Acho que o Estado vai assumir um papel maior, forçosamente, seja no quadro de uma Direção de Recursos que tenha uma componente de armamento e equipamento, seja no quadro da criação de uma Direção-Geral de Armamento. Não pode deixar de ser o Estado a mexer.
Naturalmente, também em articulação com o Ministério da Economia. Também vemos com grande satisfação que depois de tempos em que o Ministério da Economia não mostrou estar disponível para se envolver muito nesta matéria, hoje sinto uma atitude completamente diferente. Mais atenção, mais empenho de uma leitura mais correta das perspetivas que há, porque vai estar disponível muito dinheiro para se fazerem coisas e em Portugal há capacidade para fazer muitas coisas.
Em Portugal ainda temos como meta, em 2029, ter 2% do PIB em despesas de Defesa, cerca de seis mil milhões de euros, mas é possível chegar aos 3 ou 4%, com já admitiu Donald Trump, por exemplo. Como se consciencializa as pessoas para isso? Estamos a falar de cerca de oito mil milhões de euros, como referiu o embaixador Martins da Cruz, seria praticamente a 3.ª ou 4.ª maior despesa pública, a seguir à Educação e à Saúde…
As pessoas têm de perceber que não pode haver políticas de Saúde, de Educação, de Segurança Social, não há bem-estar e não há desenvolvimento se não houver Defesa.
Qual acha que vai ser a marca de 20 de janeiro, data em que Donald Trump toma posse como presidente dos EUA?
Como historicamente sabemos, Trump nunca deu grande importância à Europa. Depois aprovou uma estratégia nacional em que dedicava meia linha, literalmente, à Europa, dizendo que a UE era um rival comercial. E disse aquela coisa extraordinária de que a NATO era um ser obsoleto e sem qualquer interesse. Houve mais coisas pelo meio, mas depois veio a guerra na Ucrânia e tudo se alterou. Como é que as coisas se vão passar? Ninguém sabe. E eu não tenho nenhuma bola de cristal para saber. Mas sei bem que o senhor Trump vai expressar uma atitude muito transacional. Não é bem o nacionalismo ou isolacionismo americano. Vai ser mais uma atitude transacional. Eu dou se tu me deres…
É sempre um homem de negócios…
Mas isto, obviamente, terá como consequência que temos de investir mais. Outra potencial dificuldade, se for adotada esta postura transacional, é os Estados Unidos, se entenderem manter-se na NATO, decidirem fazer uma leitura caso a caso do artigo 5.º. Seria o colapso da NATO. Houve sempre uma preocupação na NATO de nunca tipificar muito o artigo 5.º, que era exatamente criar flexibilidade por um lado, e, por outro lado, introduzir o potencial adversário, fosse qual fosse, o elemento de alguma ambiguidade. Se houver uma tentação norte-americana, de entre aspas, regulamentar o artigo 5.º, será politicamente muito mau.
O ex-chefe do Estado-Maior da Armada Gouveia Melo falou recentemente sobre a necessidade do reforço orçamental na Defesa, afirmando: “O que interessa termos despesas sociais se não tivermos país?” Acha que estamos já a esse nível?
É uma expressão que o senhor de La Palice não diria melhor. Mas sim, é verdade. Precisamos realmente das duas coisas ao mesmo tempo. Por exemplo, no período de intervenção da troika aqui em Portugal, não tenho nenhuma dúvida que se tinha de dar prioridade às questões da Economia, mesmo em detrimento de outras coisas, como a Defesa. Agora não tenho nenhuma dúvida que tem de se dar uma grande prioridade à Defesa. Podemos ter a convicção e a tranquilidade de saber que não estaremos isolados.
Teremos connosco a UE e na UE vemos por todo o lado uma reforçada atenção e uma clara convocação de importantes recursos para ajudar todos os países nisso.
Estamos a falar de maior investimento em equipamento para guerra convencional ou também de duplo uso, compatível com os objetivos de coesão social, económica e territorial, citando aqui o parecer do deputado José Luís Carneiro sobre o Programa da Indústria de Defesa Europeia?
Na Europa, houve um tempo histórico, não muito recuado, em que a tese predominante era que tinha de ter campeões europeus, tipo Airbus. Hoje, a perspetiva é outra, porque dessa forma muitos países de pequena e média dimensão ficam fora do jogo. Hoje, a preocupação é criar condições para que todo o progresso que se faça sem por em causa a harmonia e a coesão entre todos os países da UE e que haja um lugar inequívoco para as pequenas e médias empresas.
Quais podem ser os nossos setores-chave?
O nosso setor-chave está na imaginação, em primeiríssimo lugar. Depois a vontade. Mas temos coisas que funcionam muito bem. Por exemplo, a nossa indústria de drones é extraordinária, a indústria aeronáutica, a de sistemas de comunicações e de informações. Temos, certamente, de nos centrar em nichos. Claro, também podemos fazer coisas mais pesadas, como as munições, cuja carência é enorme na Europa.
Ainda não se definiu quais vão ser esses setores em que Portugal deve apostar?
Não há clareza quanto a isso. Devia haver. A EuroDefense está a fazer uma coisa que eu acho absolutamente fantástica: prospetiva. Infelizmente não se faz muito em Portugal. Convidámos 16 entidades, 14 das quais aceitaram, para fazer um estudo para ver como é que neste progresso de hoje até 2035, que capacidades militares e indústrias de Defesa portuguesas se podem casar virtuosamente. Estamos a fazer outra coisa que tem aberto muito espíritos aqui em Portugal.
Fizemos, pela primeira vez, no ano passado, em 2024, dois cursos avançados em estudos de Economia e de Defesa, um deles com a Faculdade de Economia de Coimbra, outro com ISEG, aqui em Lisboa, em que mais uma vez procurámos ter junto a Academia e gente das Forças Armadas, portanto, do Estado, e das indústrias de grande sucesso. Isto nunca foi feito na Europa e causa aos nossos parceiros e o maior interesse e a maior curiosidade.
A nossa lei de contratação é exigente suficiente, uma vez que a área da Defesa está identificada como uma de maior risco de corrupção?
Temos em Portugal uma lei da contratação pública em matéria de armamento e equipamento, que é mais papista do que o Papa, mais exigente do que o normativo comunitário. Isso, obviamente, tem de ser revisto. Em Espanha, há muito tempo que isso não é assim, tem alguma tranquilidade em não observar o mecanismo comunitário, porque às vezes é mais fácil pagar a multa. E Espanha tem uma dimensão que nós não temos, por causa do mercado latino-americano.
Temos cerca de 400 empresas que contribuem para o setor da Defesa. Há bocado não tive oportunidade de falar do duplo uso. Temos de explorar o duplo uso nas tecnologias, porque isso leva essa preocupação mais abaixo e, portanto, alarga a possibilidade de intervenção às nossas empresas. O núcleo das tais 400 empresas têm uma taxa de internacionalização que ninguém tem na Economia portuguesa. São capazes porque são muito boas tecnologicamente também e têm mercado, tem esse. Têm taxas remuneratórias para os seus funcionários que ninguém mais tem em Portugal.
Que alterações propõe à lei de contratação?
Devia, no mínimo, não ir mais longe do que a imposição europeia desde o Tratado de Roma, em 1950, o qual previa exceções nos mecanismos da livre concorrência europeia. Não estou a sugerir que Portugal assuma uma atitude, como ainda há pouco referi, que alguns países adotam, de desrespeitar a lei e depois pagar as multas. Entendo que é absolutamente indispensável não ir mais longe do que a exigência europeia. Tem sido um colete de forças para a indústria da Defesa em Portugal.
O primeiro-ministro admite rever de novo a antecipação do prazo para alcançar os 2% do PIB, que já antecipou para 2029. O que acha que seria razoável tendo em conta todos os constrangimentos do país?
Seria desejável que se atingisse tão cedo quanto possível. A nossa convergência não pode ser em termos de indicadores macro financeiros, tem de ser em termos de capacidades militares. Precisamos que as nossas forças sejam, do ponto de vista qualitativo, completamente análogas em termos de capacidades e possibilidades às europeias. Isso é que é importante. Que o batalhão português seja igual ao holandês, que a fragata portuguesa seja equivalente à dos italianos. Que o caça português seja equivalente ou igual ao que usam os dinamarqueses ou os belgas. Isso é que é o nosso objetivo.
E isso custa dinheiro. Não é os 2%, Não é uma coisa mágica. Agora eu percebo que é uma coisa que se usa para dar sensibilidade, para sensibilizar a opinião pública. Mas o que é importante é que haja essa convergência em termos de capacidades. No passado, quando nós éramos menos capazes, militarmente falando, por causa das limitações de equipamento, ficámos um bocadinho atrás. Quando isso acontecia, não éramos interoperáveis com os nossos aliados e parceiros. Isso era mau.
Não conseguimos funcionar bem em conjunto. Agora o tempo já é outro. Estamos num tempo em que também na Defesa está a chegar, em particular para a Europa, o modelo da soberania partilhada. Portanto, se ficarmos de fora em termos de soberania partilhada, ficaremos claramente um país muito, muito, muito baixo na escala. No contexto da UE isso não pode acontecer
Como é que essa “soberania partilhada” se vai conciliar com o crescimento dos nacionalismos europeus que se verifica?
Pois, é um enorme desafio e um enorme problema para lhe dar uma espécie de medida da inquietação que isso provoca. O que se está a formar na Europa Central é extraordinariamente preocupante. Quando vamos a uma reunião internacional europeia, percebemos, sem nenhuma sombra – não vou dizer se está certo ou se está errado –, que os países escandinavos, os países do Báltico, a Polónia, estão em pé de guerra. Só não estão a combater, mas estão em pé de guerra. Nós estamos aqui com estas discussões e estamos a ver no centro da Europa a conjugar se uma espécie de um núcleo, se não é pró-Putin, pelo menos não é contra, com todas as suas agressões ao direito internacional, ao direito humanitário e à boa convivência das nações.
Gastar mais dinheiro, sem equacionar seriamente as questões nacionais.
As questões sociais, desemprego, desarticulação do tecido social, desordenamento territorial, desindustrialização de há anos, e de que agora as consequências desabam no presente.
Parece-me óbvio que, para Trump, uma das vertentes do MAGA passará por melhorar a balança comercial nomeadamente com impulso no complexo militar industrial através de fortes compras Europeias e de outros países aos (seus) sectores da defesa e do armamento americanos.
domingo, 2 de fevereiro de 2025
No passado recente, uns tolos e umas tolas andaram a dizer a jovens para passar umas noites em quartéis.
Outros sempre rebuscando na retórica tonta e demagógica.
Entretanto, nas FA as coisas são o que são, as realidades não se podem esconder.
Quanto faltará para, por exemplo, os marujos terem de comprar a "roupita"?
Será também por isso que agora,
- desde os doutos do "Eurodefense" fingindo que não tiveram nada a ver com o estado actual,
- mais o agora ainda mais inchado na Europa mas que enquanto por cá nunca quis saber do assunto,
- mais os que no activo conciliaram e palmadinhas nas costas e agora andam desgostosos e muito activos,
António Cabral
terça-feira, 14 de janeiro de 2025
de metapneumovírus (ou HMPV) aumentam na China. Devemos preocupar-nos?
A subida do número de casos de HMPV nas províncias do Norte da China fez soar o alarme e os receios acerca de uma nova pandemia. Para já, no entanto, esse risco continua a ser baixo.
sexta-feira, 4 de outubro de 2024
PORTUGAL. INCÊNDIOS. AUTARQUIAS.
Voltando a isto.Património destruído, hectares ardidos, mortes, feridos, figurões nos funerais. O costume.
A vida para as sumidades (???) gira à volta das sondagens, do clientelismo, da eleição seguinte, das eleições autárquicas e das legislativas. Corruptela nacional!
Por exemplo, e agora que há dias fiz mais uma ida à Beira-Baixa, é de ficar vaidoso e contente ao ver como estão por exemplo, as orlas de várias estradas nacionais e municipais.
quarta-feira, 17 de julho de 2024
sábado, 13 de julho de 2024
quarta-feira, 19 de junho de 2024
Sucedem-se eleições.
Porque está praticamente tudo em polvorosa ou em dormente situação socialmente pre-explosiva?
segunda-feira, 17 de junho de 2024
(Sol)
Schengen: Ou cumprem ou saem
As regras de Schengen obrigam os países a terem as suas fronteiras modernizadas com equipamentos que permitem a identificação facial. Portugal andou a dormir durante três anos e agora tem oito meses para ter tudo pronto
O assunto já levantou críticas na reunião do grupo Schengen em Bruxelas: Portugal está atrasado na implementação de procedimentos que a partir do final do ano são obrigatórios para todos os países que fazem parte do grupo Shengen.
A necessidade de adotar novos procedimentos no controlo das fronteiras externas do espaço Schengen (fronteiras aéreas e marítimas), surgiu depois da experiência adquirida durante a pandemia Covid 19 e na sequência do fluxo migratório para a Europa que tem levantado novos desafios à segurança de fronteiras. As novas medidas pretendem evitar riscos de segurança e redes de tráfico de imigrantes.
De acordo com as disposições aprovadas pela Comissão Europeia, os novos dispositivos de controlo de fronteiras externas têm de estar a funcionar até ao final deste ano. É um processo complexo que implica a aquisição de equipamentos específicos, e negociações com diversas entidades, como a ANA, a Vinci, a TAP e outras entidades que atuam nas fronteiras terrestres e marítimas. A coordenação de todo o processo está nas mãos do diretor dos Serviços de Segurança Interna, Paulo Vizeu Pinheiro, que superintende a unidade de coordenação de fronteiras.
Nas últimas semanas o atraso no processo português levantou críticas na reunião do grupo Shengen e o facto obrigou o Governo em gestão a acelerar um processo que, de acordo com fontes dos Nascer do SOL, está com um atraso de três anos.
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024
Há coisas que continuo a não entender porque acontecem no nosso país, porque persistem em acontecer.
segunda-feira, 22 de janeiro de 2024
sexta-feira, 15 de setembro de 2023
Se percebi bem, a inarrável criatura pediu um parecer sobre a questão dos telemóveis.
quarta-feira, 31 de maio de 2023
OLHAI OS LÍRIOS DO CAMPO . . . .
NÃO.
Olhai antes para a composição do governo PS, olhai antes para os comportamentos e acções dos governantes, desde PM a ministros, a secretários de Estado, a chefes de gabinetes.
Olhai para a cada vez mais capturada máquina do Estado.
Olhai para a tranquilidade, serenidade, que exala de Belém.
Olhai para tudo isto e . . . . estais preocupados?
Calma, não vos preocupeis e, apesar do que se lê quanto aos ministros e outros envolvidos em supostas malfeitorias, nem todos os governantes estão envolvidos em broncas.
Por exemplo, não vejo por aí nenhuma suspeita ou acusação especial à ministra da Agricultura.
Dizem apenas que é incompetente!
Portanto, não desesperem!
Ah, quanto à alternativa no seio do PSD . . .vê-se . . . uma verdadeira e tranquilizadora categoria (😡😎)!
Ah, quanto a Belém . . . . sim . . . . OK 😎!
Ah, quanto ao Augusto . . . sim . . . OK😎!
Ah, quanto ao sistema de justiça . . . . sim . . . . OK😎!
Ah, quanto a Mortágua, Raimundo, Ventura, Rocha, . . . OK😎!
AC
quinta-feira, 4 de maio de 2023
Ora leiam um exemplo dos muitos que os nossos olhos encontram por aí.
Dizendo que estas operações de combate à criminalidade, nomeadamente ao tráfico de droga, têm de ocorrer e continuarão a ocorrer "sem tréguas", o governante referiu que além desta vertente policial é, depois, necessário um trabalho mais estruturado de inclusão e de realização de projetos de vida para estas pessoas e suas famílias.
A dimensão policial é apenas uma das dimensões, havendo depois as dimensões da saúde pública, da inclusão e do acompanhamento social para se enfrentar o problema da toxicodependência, disse.
Já esta tarde, o presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, garantiu que a autarquia vai ser intolerante com os que vierem a ser condenados pelo crime de tráfico de droga, não permitindo que vivam em habitações municipais.
"Esperamos que os tribunais atuem de forma célere e há uma coisa que queria deixar aqui clara: todos aqueles que forem condenados por tráfico não podem viver em casas da Câmara Municipal do Porto", assegurou Rui Moreira, em reação a esta operação da PSP do Porto.
sábado, 1 de abril de 2023
Agora, o intrujão - mor, depois de meses parado, resolveu avançar com o IVA 0% em pouco mais de quatro dezenas de produtos básicos de alimentação.
quinta-feira, 30 de março de 2023
PROVÉRBIOS e DITOS POPULARES
"Remenda o teu pano que te chega ao ano, torna a remendar que tornará a durar"
Será que isto tem servido de guia aos sucessivos governos, ás sucessivas legislaturas, quer para, o SNS, sistema de justiça, ensino, cultura, segurança social, habitação, forças armadas, indústria, ferrovia, etc.?
AC

