Bom dia tenham uma boa 5ª Feira.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quinta-feira, 30 de outubro de 2025
quinta-feira, 26 de junho de 2025
Seguro obrigatório para trotinetes a partir de sexta-feira
A PSP tem a responsabilidade de fiscalizar os seguros de responsabilidade civil relacionados com estes veículos e de aplicar as respetivas contra-ordenações.
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024
Há coisas que continuo a não entender porque acontecem no nosso país, porque persistem em acontecer.
terça-feira, 18 de maio de 2021
TEMPESTADE PERFEITA ?
Como é sabido, uma tempestade perfeita é um evento meteorológico nada favorável e que é drasticamente agravado por combinação rara de circunstâncias daí resultando um desastre de grande magnitude. Falo disto a propósito dos actuais Presidente da República, AR e governo, e deste realço António Costa e João Cravinho jr. E começo por recordar uma coisa do passado.
O QUE ESTÁ DIFERENTE, HOJE ?
Olhe-se a este texto que recupero dos meus arquivos, e onde sublinho várias partes. Lembrei-me disto depois continuar a ouvir inanidades da parte de certos elementos do centrão, mas infelizmente não só. O que está diferente, hoje?
O presidente social-democrata, Durão Barroso, e o deputado Carlos Encarnação, ministro-sombra do PSD para a Defesa, receberam ontem no Hotel Tivoli, em Lisboa, o general Loureiro dos Santos, assim como Joaquim Aguiar, antigo assessor presidencial, e ainda o ex-ministro da Defesa Figueiredo Lopes, para falar sobre "Política de Defesa Nacional". A assistir estava uma constelação de "estrelas" das Forças Armadas (FA) a quem muitas das coisas que ali foram ditas não deve ter agradado.
O que marcou o debate foi uma intervenção de Joaquim Aguiar, colunista do "Expresso" e ex-assessor dos Presidentes Ramalho Eanes e Mário Soares. Perante uma plateia de altas patentes, como os generais Espírito Santo, Loureiro dos Santos, Almeida Bruno ou Tomé Pinto, Aguiar fez questão de dizer claramente que havia prioridades mais importantes do que as FA em Portugal: "Estou completamente à vontade para vos dizer coisas extremamente graves.". E explicou o seu à vontade: "Não sou militar, não sou político."
Durante uma hora, Aguiar deu uma lição de economia aos nervosamente irrequietos militares presentes (e aos poucos deputados que assistiam), explicando que, para haver modernização, era necessário que Portugal fosse capaz de "dominar ciclos de evolução económica como condição para produzir capacidades efectivas militares". Como isso não acontecia, e ainda por cima os aparelhos estatais caminhavam para a falência, era uma precipitação falar-se em reestruturação militar.
Só depois Aguiar apontou baterias contra os políticos. Segundo o comentador, os partidos sabem muito bem que o "wellfare state" (expressão inglesa para Estado-Providência) tinha os dias contados. Mas, mesmo assim nada faziam para alterar o actual situação: "Todos os partidos prometem mais do mesmo, mas o mais do mesmo já não existe." O ambiente ficou pesado quando afirmou: "O dr. Durão Barroso sabe disto mas não faz nada."
Era por isso mesmo que as coisas não funcionavam em Portugal. "Não eram feitas para funcionar" porque os políticos queriam que tudo ficasse na mesma. Daí que o comentador acabasse por concordar com o general Loureiro dos Santos, ao caracterizar o "Conceito Estratégico de Defesa Nacional" como "mudo" e "inútil". Porque, concluiu, "só serve para disfarçar"
terça-feira, 11 de agosto de 2020
Mas todos os cidadãos devem ser iguais perante a lei, sem excepções, o que no nosso país cada vez mais se comprova que assim não acontece.
Uma convicção de há muito.
António Cabral (AC)
domingo, 1 de outubro de 2017
JURO!!!!
Como manda a lei, todo o santo dia tenho estado em reflexão. Fechado em casa.
Reflexo disso mesmo, é o meu estado muito reflectivo isto é, estado prudente, pausado, mesmo circunspecto.
O ambiente, a envolvente aqui em casa é verdadeiramente reflectidor, porque evidencia claramente aquilo que reflecte, eu, em puro e casto estado de reflexão.
Reflectidor ou reflector, é a mesma coisa, como espelho que reflecte a luz.
Reflectir (hoje) que, entre outras coisas, é fazer retroceder desviando da primitiva direcção quando a incidência não é perpendicular à superfície reflectora, tem-me causado franca agonia, pois olho para trás e o que vejo não me agrada. Olho para a frente e estou cheio de dúvidas.
Há portanto aqui um estranho ângulo de reflexão e, confesso, estou farto de fazer reflexões que é o mesmo que reflexionar.
E, num inconsciente, num intuitivo isto é, num reflexo, estou a chegar à conclusão que há por aí muito reflexivo, muito ângulo de reflexão, muita reflexibilidade, o que é evidente quando se avaliam certas autarquias, certos casos, e se ponderam alternativas.
Irrefletidamente ponderado?
Refletirei, amanhã de manhã, ao chegar ao local da votação bem cedo como sempre tenho feito, se mantenho a minha intenção de voto, tão penosamente construída e reflectida ao longo de todo o dia.
António Cabral
quinta-feira, 13 de abril de 2017
O maior inimigo da democracia não é o confronto, nem de ideias, nem de opiniões, nem de conceitos para a resolução dos problemas da sociedade.
É o conformismo, o imobilismo, o politicamente correcto.
Não é certamente a inquietação, antes a resignação.
Agora, na vida real, como se combate o conformismo, o imobilismo, a resignação?
Como se inverte esta terrível bovinidade que alastra em Portugal e em muitos Países na Europa?
Como se combate democraticamente este estado de coisas, que ajuda a surgirem os demagogos?
Não me parece que seja, não propiciando alguma abertura para cidadãos desligados dos partidos concorrerem nas eleições, nas listas para autárquicas e legislativas.
Não me parece que seja continuando, em Portugal, com este sistema de justiça que, entre outras coisas, propicia o apoderar do sistema político pelo económico e financeiro.
Não me parece que seja alterando a legislação para piorar o estado de coisas referentes aos desmandos que foram e serão praticados em certas autarquias.
Não me parece que seja boicotando as nomeações para órgãos que formalmente são independentes.
Não me parece que seja mentindo aos cidadãos, constantemente, negando-lhes as explicações detalhadas sobre as decisões dos governos.
AC
sexta-feira, 11 de março de 2016
Todas as opiniões devem ser respeitadas.
Até por isso, desde longa data, que existem as mais díspares opiniões sobre qual é o principal problema do País, deste cada vez mais desgraçado Portugal.
Neste momento muitos dizem que é a austeridade. E que ela pode, deve, e será alterada, diminuída.
Aliás, os esganiçados e outros já "confirmaram" que a austeridade passou!!!
Oxalá, digo eu, mas como faço contas e julgo perceber em que é que assenta esta tristíssima economia........Qual página virada, o tanas!!
Outros dizem que é o ataque ao estado social. Outros circunscrevem a coisa. Dizem, é a educação, a formação. Outros, é o desemprego. É o crescer das desigualdades. É a legislação laboral. É o ataque ao SNS.
Será tudo o que quiserem.
Quanto à austeridade, ou quanto à semântica usada patetamente por alguns senadores para não dizer austeridade (!!), como lhe quiserem chamar, a questão não se resolve com SE's ou Quandos's, porque fazendo continhas e como pedimos $$$$$ para cobrir as despesas, temos é que reduzir despesas. O resto é conversa.
E se é verdade que temos gravíssimos problemas no estado social, na educação e saúde, na legislação laboral, desemprego muito elevado, desigualdades terríveis, para mim a questão primeira deste País, deste martirizado País, é a justiça.
Justiça que fosse JUSTIÇA, rápida, célere, directa, com equidade.
É por não haver justiça que se prende o que tirou uma cebolas da banca e desapareceu a correr, enquanto outros compram casas de milhões tendo apenas rendimentos de servidor do Estado, e por aí fora como toda a gente sabe.
É por não haver justiça, verdadeira, que uns estão ás voltas com processos (e bem, creio), e alguns dos seus inspiradores ficaram com pecúlio enorme muito superior, e não conhecido à data do 25 de Abril de 1974.
Foi milagre de certeza.
É da sua inexistência que grassam as desigualdades, que os monopólios existentes no País grassam, por exemplo.
E já chega, porque a podridão é tanta que neste início fim de semana e com Sol não quero ficar mal disposto só por me lembrar da porcaria toda que por aí anda.
AC
quarta-feira, 9 de março de 2016
Já escrevi sobre ele, aguardo para ver.
Mas ainda o senhor não aqueceu a cadeira já estão com trampas.
A propósito do acordo ortográfico.
Pessoalmente escrevo como me apetece, uma vez que reformado não estou já obrigado ao que a profissão me imporia.
O PR não deve, obviamente, esquecer que por lei tem que respeitar a porcaria (para mim) do actual "estilo". E usar os caracteres em consequência. Com muitos ou poucos afectos, tem que mandar às urtigas o "C". E outros.
Quando escrever, daqui para a frente tem de ter esse cuidado. A Casa Civil deve estar com atenção.
Mas os tontos que por aí andam, e refiro-me sobretudo a muitos jornalistas, já estão a montar cena.
Se foram ou não instruídos nesse sentido pelos antagonistas da porcaria legalmente em cima de nós, fazem mal.
Até porque o problema mais premente da sociedade portuguesas não é esse.
PRIORIDADES, por favor.
Já agora recordo a hierarquia de leis: Constituição da República Portuguesa, Direito Internacional (por exemplo, convenções internacionais entram para a ordem interna, são superiores a leis internas), Leis e Decretos-Lei, Decretos Legislativos Regionais, Decretos Regulamentares, Decretos Regulamentares Regionais, Resoluções do Conselho de Ministros, Portarias, Despachos, Instruções e Circulares, decretos e Posturas Municipais.
Espero não me ter esquecido do essencial e não ter trocado as voltas.
Quanto ao actual AO,..........não posso dizer!!
AC
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Desde o 25 de Abril que nos enchem os ouvidos com as reformas. Desde então, todos têm tido a boca cheia de reformas. Mas................
O novo messias goza de uma aura de grande e duro negociador. Pela minha parte, e olhando a certos aspectos da cidade de Lisboa, lembra-me mais a "boa imprensa" que outra coisa.
Mas..............
De entre o que está anunciado, uma coisa me salta à vista e que aplaudo vibrantemente.
Se ele o concretizar, salvo melhor opinião, é um grande passo no sentido que me parece correcto.
Refiro a medida de não aprovar nenhuma legislação sem que esteja bem fundamentada e sobretudo que não venha já acompanhada pela respectiva regulamentação.
Um dos muitos problemas deste desgraçado País tem sido exactamente a pouca vergonha nessa área.
Legislar a torto e direito sem, designadamente, ter sido extensivamente avaliado o resultado de legislação anterior ou a falta dela. Aguardemos.
Claro que mesmo neste bom método, temos sempre aquele pequeno "problemazinho" , que é a matreirice dos escritórios de advogados. Matreirice, coscuvelhice, compadrio, etc. Aguardemos pois.
AC
