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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

sábado, 11 de novembro de 2017

A REALIDADE: 
A que temos,
.........."um país que está velho, pobre e em muitas circunstâncias entregue a si próprio
A fingida, a desigual,
AC

terça-feira, 24 de outubro de 2017

ÁS VEZES,  QUE FAZ PIOR, GUERRA, CATÁSTROFE ou POLÍTICA?
Tema certamente discutível. 
Mas exemplos há que nos fazem pensar. E muito.
Em Portugal, e não só por causa das vagas de incêndios, existem inúmeros casos em que, face ao abandono que se constata se chega à conclusão que a perniciosa acção de certos políticos foi mais nefasta que se lá tivesse eclodido a guerra ou uma catástrofe natural inesperada.
Não vou mostrar nada nacional, fico com os milhares de minhas fotografias que ilustram, quer o que de bom existe em certas partes do meu País quer, também, muita desgraça, abandono, miséria.
Uma gritante e vergonhosa desigualdade.
Vou ilustrar em palavras a frase/ interrogação que dá título ao post, com uma comparação que mão amiga me fez chegar.
Por qualquer anomalia que ainda não descobri não estou a conseguir aqui colocar as fotografias. Mas procurem na NET.
Vou mostrar dois casos lá de fora.
Um é japonês e outro é americano. 
As fotografias, se consultarem a NET, são bem ilustrativas de, num caso, resultado de uma ponderada definição de objectivos e de boas políticas e depois a sua concretização ao longo de anos.
Em contraste, procurem as imagens actuais  de uma cidade nos EUA outrora uma coisa florescente, e que hoje é o trágico resultado de políticas desastrosas as quais, foram prosseguidas por incompetentes políticos executando políticas erradas.
Estou a referir-me ao ponto de partida, que é HIROSHIMA.
Conhecido o que lá aconteceu.
Procurem o que ainda era Hiroshima em 1952; estava como em 6 de Agosto de 1945.
Procurem o que era Detroit nesse ano.
Agora procurem, passados 65 anos, como está Hiroshima e como está Detroit.
Políticos incompetentes, cá como lá fora, podem ao fim de décadas causar mais estragos que uma bomba?
E por cá, neste desgraçado país?
Dá que pensar?
António Cabral

Ps: 65-ans-apres 1-21.pps  Foi o que me fizeram chegar; impressionante.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Qual é o principal problema de Portugal?
Todas as opiniões devem ser respeitadas.
Até por isso, desde longa data, que existem as mais díspares opiniões sobre qual é o principal problema do País, deste cada vez mais desgraçado Portugal.
Neste momento muitos dizem que é a austeridade. E que ela pode, deve, e será alterada, diminuída.
Aliás, os esganiçados e outros já "confirmaram" que a austeridade passou!!!
Oxalá, digo eu, mas como faço contas e julgo perceber em que é que assenta esta tristíssima economia........Qual página virada, o tanas!!
Outros dizem que é o ataque ao estado social. Outros circunscrevem a coisa. Dizem, é a educação, a formação. Outros, é o desemprego. É o crescer das desigualdades. É a legislação laboral. É o ataque ao SNS.
Será tudo o que quiserem.
Quanto à austeridade, ou quanto à semântica usada patetamente por alguns senadores para não dizer austeridade (!!), como lhe quiserem chamar, a questão não se resolve com SE's ou Quandos's, porque fazendo continhas e como pedimos $$$$$ para cobrir as despesas, temos é que reduzir despesas. O resto é conversa.
E se é verdade que temos gravíssimos problemas no estado social, na educação e saúde, na legislação laboral, desemprego muito elevado, desigualdades terríveis, para mim a questão primeira deste País, deste martirizado País, é a justiça.
Justiça que fosse JUSTIÇA, rápida, célere, directa, com equidade.
É por não haver justiça que se prende o que tirou uma cebolas da banca e desapareceu a correr, enquanto outros compram casas de milhões tendo apenas rendimentos de servidor do Estado, e por aí fora como toda a gente sabe. 
É por não haver justiça, verdadeira, que uns estão ás voltas com processos (e bem, creio), e alguns dos seus inspiradores ficaram com pecúlio enorme muito superior, e não conhecido à data do 25 de Abril de 1974. 
Foi milagre de certeza.
É da sua inexistência que grassam as desigualdades, que os monopólios existentes no País grassam, por exemplo. 
E já chega, porque a podridão é tanta que neste início fim de semana e com Sol não quero ficar mal disposto só por me lembrar da porcaria toda que por aí anda.
AC

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Tristes fragmentos do quotidiano
Com mágoa, com muita tristeza, se observam continuamente, por todo a parte, apesar das loas de todo o lado.



AC