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quinta-feira, 21 de abril de 2022

PORTUGAL

Um dos problemas persistentes, ainda em muitas regiões, e sinal de "grande e harmonioso desenvolvimento do país". 

Lembrei-me disto pois vem aí outra vez uma série de dias com chuva. 

Oxalá seja da boa, sem ser violenta, boa para a agricultura e reservas de água, e que não cause desgraças como a da figura.

AC

sábado, 16 de abril de 2022

HÁ QUEM O PREVEJA

Já estivemos mais longe e, depois de recentemente ultrapassados por mais dois países, a cauda da Europa está muito mais perto. Mas a propaganda prossegue, descarada e ordinária.

AC

domingo, 8 de agosto de 2021

DIGA   CÁ   SENHOR   MINISTRO
QUANTO   CUSTA   PORTUGAL
……………………………...
...............................................
Diga meu senhor
Quanto custa Port
ugal ?

Digam lá senhoras e senhores: Barroso, Serrano, Arménio, Estrela, Santana, Ferro, Sócrates, Vara, Coelho, Cravinho, Brito, Tomás, Melícias, Jerónimo, Catarina, Sampaio, Mariana, Rui, Francisco, Vera, Paulo, Pereira, Costa, Alberto, Marcelo, Ferreira, Eduardo, Carmo, Vasconcelos, Rebelo, Álvaro, Antunes, Guterres, Seixas, Alberto, Carlos, Boaventura, Eurico, Nelson, Magalhães, Ricardo, Bava, Berardo, Vieira, Pinto, Moreira, Centeno, Fonseca, Mendes, Godinho, Medeiros, Cordeiro, Fernandes, Oliveira, Vital, Vasco, Marcelo, Vitorino, Lacão, Nuno, Crato, Carneiro, Nogueira, Rodrigues, Monteiro, Eduardo, Dunem, Leitão, Granadeiro, Álvaro, Fernandes, Carlos, Fernando, Não, Ventura, Basílio, Ivo, Marta, Graça, Matos, Gomes, Leão, Correia, Centeno, Ramalho, Alexandre, Pinto, Morais, Aníbal, Sousa, Álvaro, Tiago, Pedro, Castro, Mexia, Mendes, Mourinho, Bráz, Miguel, Isabel, Pacheco, Duarte, Clara, Ramos, Galamba, Silva, Oneto, Augusto, Antunes, Henrique, Bessa, Siza……...etc………..
digam lá, quanto custa Portugal ? 

Quanto ?
António Cabral

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Fiquei a saber há pouco
Chegado a casa de uma caminhada pós jantar, fiquei a saber que pelo menos na SIC Notícias têm estado entretidos com futebol e sobretudo com certas criaturas de Alvalade que, ao que me dizem mas dizem pouco porque não quero perder muito tempo, estão todos bem uns para os outros. Por isso estas palavras, que tenho por importantes!!!
Decididamente, e até porque os titulares dos orgãos de soberania gostam de se enroscar aos abraços com a malta do futebol desde jogadores a dirigentes (???), talvez seja de alterar o programa do 10 de Junho próximo, e promover debates sobre bola, ponderar a cor das bolas de futebol, as botas dos jogadores, os penteados e tatuagens dos jogadores enfim, em vez da Bandeira Nacional, içar num mastro um saco de rede cheio de bolas de futebol.
E lançar pombos brancos da paz e do amor, tendo agarrados ás patas balões pintados de bolas de futebol. Muitos pombos brancos, muitos balões, muitas bolas de futebol.
VIVA o futebol, essência da vida, questão nº1 da sociedade Portuguesa, promotor do desenvolvimento económico, industrial, turístico.
Vou propor uma alteração à nossa caduca CRP, que não fala no futebol, o qual lamentavelmente não tem lugar consagrado na nossa lei primeira.
Gostaria, aliás acho imprescindível, que o Artº 1º passasse a ter a redação seguinte (a alteração está a bold vermelho):
- ARTIGO 1º - (República Portuguesa)
Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária, e vocacionada para o futebol.
AC

sábado, 24 de março de 2018

COISAS do MEU PAÍS
No meu País, deste e de governos vários que o antecederam, nunca se recebem explicações claras e fundamentadas sobre a realidade efectiva, que afecta as pessoas, as famílias, as empresas, hoje e no futuro.
Têm sempre a boca cheia da palavra estratégia, que vomitam a torto e direito. Mas não explicam as coisas ás pessoas. Direitinho.

Não lideram, não coordenam, só têm tempo para os "media" e inaugurações, e propaganda muita propaganda como hoje mais uma vez acontecerá a propósito da campanha da limpeza nas aldeias e florestas. Só têm tempo para deslocações faustosas ao estrangeiro.
Estratégia? Talvez mais além da propaganda muita arrogância, autismo, prosápia e incompetência.

Para começar não sabem ou esquecem que em estratégia não há certezas absolutas. Desconhecem até as origens do conceito Estratégia. 
Desconhecem na prática o que é coordenar e dirigir todos os limitados recursos da Nação. Como cada vez está mais à vista.
Ah, desculpem, há um que sabe tudo, o José Sócrates!!!
Não têm arte nem competência para desenvolver e usar o poder político, económico, e psicológico, que não seja para, quase sempre, fins obscuros.
Sabem lá o que são factores do poder nacional, sabem lá o que é o interesse nacional, os interesses nacionais, os objectivos nacionais, sabem lá quais os ingredientes da estratégia e os seus elementos, o objecto da estratégia, a sua finalidade, o que é estratégia global e estratégias gerais, estratégias sectoriais, não sabem nem estudam o que é da sua responsabilidade. 


Não sabem ou já esqueceram que a estratégia pode ser entendida como arte, ou como ciência, uma actividade, mas sobretudo um método articulado de pensamento e de planeamento de longo prazo.
Entendem-na sempre como a actividade para o frenesim mediático.  Só sabem do frenesim e da propaganda. Não sabem mais nada
Por isso não podem, e não conseguem explicar onde estamos realmente como País, porque chegámos aqui, a este estado em que estamos com todos os podres e dificuldades a vir à tona de água, se e como podemos sair do atoleiro. 
É só "clubite", não sabem explicar as coisas ás pessoas, em termos simples de riscos, de ameaças, de vontade nacional, de coacção, de consequências para cada possível cenário ou situação concreta, explicar direitinho a canalização dos empréstimos externos e o que isso nos esmaga como sociedade. Um desastre, enfim.
Até quando isto vai durar? Até quando esta assustadora bovinidade portuguesa vai durar?


Diz-se que estes governantes são mais habilidosos que os anteriores, que António Costa é um animal político. É sobretudo um enorme intrujão, coordena muito bem tudo o que está escondido  sobre a saúde, a educação, a economia. Coordena as aldrabices quanto à justiça, aos magistrados, ás forças de segurança, aos militares, aos reformados. Os seus amigos de Peniche que são o PCP, o BE e quase todos os jornalistas, aumentam as denúncias mas engolem cada vez mais sapos, como se verá quando o OE for à AR em Outubro. Designadamente o Tio Jerónimo bem grita contra a propaganda.
São eficazes, estes ainda mais que todos os anteriores de todas as cores, a destruir, a fingir, a enganar. Os reis do facilitismo.
Os reis que, quando as coisas se complicarem, começarem a ruir, lá fugirão para comer à mesa do OE e lá morarão nas casinhas e nos duplex e nos loft dos amiguinhos. Tendo os familiares e os amiguinhos bem encaixados, ou na EDP, ou na RTP, ou na TAP, e por aí fora.
Falando sempre do alto das suas cátedras, exibindo a sua descarada ausência de vergonha na cara, sempre polícias do politicamente correcto, exibindo as certezas aprendidas nas Jotas e na FAUL, sempre pregando dos seus púlpitos mas indo de férias bem pagas por outros.

A paciência treina-se, e por isso ganha logo outra resistência. 
É o que vou continuando a fazer, sempre com olhos e ouvidos bem abertos. Procurando entender, sem certezas absolutas, sempre pronto a olhar perspectivas outras, moldar opiniões, escutar e aprender, sempre, olhando ás convicções, e sem perder de vista valores base.
Continuo seguro de que - 
quem faz injúria vil e sem-razão, com forças e poder em que está posto, não vence; que a vitória verdadeira é saber ter justiça, nua e inteira ” (Luís de Camões, Canto X, LVIII, Lusíadas)

António Cabral (AC)

terça-feira, 24 de outubro de 2017

ÁS VEZES,  QUE FAZ PIOR, GUERRA, CATÁSTROFE ou POLÍTICA?
Tema certamente discutível. 
Mas exemplos há que nos fazem pensar. E muito.
Em Portugal, e não só por causa das vagas de incêndios, existem inúmeros casos em que, face ao abandono que se constata se chega à conclusão que a perniciosa acção de certos políticos foi mais nefasta que se lá tivesse eclodido a guerra ou uma catástrofe natural inesperada.
Não vou mostrar nada nacional, fico com os milhares de minhas fotografias que ilustram, quer o que de bom existe em certas partes do meu País quer, também, muita desgraça, abandono, miséria.
Uma gritante e vergonhosa desigualdade.
Vou ilustrar em palavras a frase/ interrogação que dá título ao post, com uma comparação que mão amiga me fez chegar.
Por qualquer anomalia que ainda não descobri não estou a conseguir aqui colocar as fotografias. Mas procurem na NET.
Vou mostrar dois casos lá de fora.
Um é japonês e outro é americano. 
As fotografias, se consultarem a NET, são bem ilustrativas de, num caso, resultado de uma ponderada definição de objectivos e de boas políticas e depois a sua concretização ao longo de anos.
Em contraste, procurem as imagens actuais  de uma cidade nos EUA outrora uma coisa florescente, e que hoje é o trágico resultado de políticas desastrosas as quais, foram prosseguidas por incompetentes políticos executando políticas erradas.
Estou a referir-me ao ponto de partida, que é HIROSHIMA.
Conhecido o que lá aconteceu.
Procurem o que ainda era Hiroshima em 1952; estava como em 6 de Agosto de 1945.
Procurem o que era Detroit nesse ano.
Agora procurem, passados 65 anos, como está Hiroshima e como está Detroit.
Políticos incompetentes, cá como lá fora, podem ao fim de décadas causar mais estragos que uma bomba?
E por cá, neste desgraçado país?
Dá que pensar?
António Cabral

Ps: 65-ans-apres 1-21.pps  Foi o que me fizeram chegar; impressionante.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

O ESTADO ........TRÁGICO.........A AFUNDAR-SE
E COM ELE, A MAIORIA DE NÓS.
PORQUE OS DO COSTUME, SAFAR-SE-ÃO.
Tudo isto que se vem passando, poderia sugerir um sorriso.......mas a realidade é trágica.
E é trágico o que se está a passar na nossa sociedade, agravando-se os problemas há anos e anos, enquanto uns de uma forma e outros de outra maneira, anunciam aos incautos o  virar de página, o "CREXIMENTO", e o País moderno e muito evoluído que nós somos...............................cada vez menos
É já inqualificável o estado da gritaria, as oposições que nem podem ser classificadas de confrangedoras, as greves, o desconsolo, tudo em crescendo neste maravilhoso ambiente de paz social em que Costa está a ter que ir a todas, porque os ministros rezam e têm responsabilidade política porque são ministros mas nunca nada sabem mas, no entanto, está tudo muito bem.
No caso dos enfermeiros, de que tenho uma pequena noção (na família, vários médicos (e vários faleceram nos últimos 20 anos) sendo que a mais nova é recém formada, e duas senhoras enfermeiras que passaram os 50 anos de idade), algumas das queixas remontam a cerca de 11 anos atrás. 
Ou seja, andando para trás em anos, basicamente temos 2 de geringonça/ PS, 4 e umas semanas de Pafianos e cerca de 5 de gerência Socrática.
Por outras palavras, todos eles, no poder e na oposição em que se têm alternado, sempre a empurrar os assuntos com a barriga, pois só têm em vista o ciclo eleitoral. 
Todos, mas todooooos os assuntos (que raios, até quase pareço o Marcelo a falar.......)
Todos o foram fazendo mas agora Costa está a bater todas as marcas: quer no IRS, quer enfermeiros, quer pensões (ainda que muitas com ridículos aumentos), etc,  só governa para o funcionalismo, para a clientela, para tentar garantir votos.
Empurram sempre com a barriga: É no caso dos enfermeiros, no dos magistrados, no dos professores, no dos militares, no das forças de segurança, nos bombeiros, na comunicação social que devia ser independente e crítica, na reforma administrativa, nos processos de nomeação para certos cargos, no aeroporto principal do País, na ferrovia, no sistema político, na dimensão e peso do Estado, na natalidade, na banca, na energia, nos caudais dos rios que nascem em Espanha, no despovoamento, na segurança interna, na industrialização (???) do País, no sistema de justiça, nas entidades reguladoras, nas questões de seca extrema, no ordenamento do território, .....estou cansado desta gente. 
Não quero ofender os crápulas, as máfias,  os salteadores, os violadores, por isso ..............
Desgraçado País, desgraçados de nós, nas mãos de tanto sacripanta.
António Cabral

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

QUE CRITÉRIOS DEFINEM UM PAÍS DESENVOLVIDO?
Vários, conhecidos, tipificados.
Mas para lá de muitos indicadores, mundialmente fixados, convém mostrar outras paragens e "oásis" do propagandeado.
Tal como fez Mário Soares, que muito irritou Cavaco Silva embora, continuo a acreditar hoje, ele o tenha feito sobretudo para derrubar Cavaco Silva e não para começar a desenhar um rumo para o País que gradualmente viesse a acabar com as desigualdades e os subdesenvolvimentos. Como se vê que não aconteceu.
O meu ponto hoje tem a ver com a Serra da Estrela e, no meu entendimento naturalmente e como quase sempre errado, o que ano após ano se passa na Serra da Estrela assim que cai alguma neve é bem um indicador do que Portugal continua a ser.
Lá fora, Suíça e outros pontos na Europa Ocidental, as estradas só ficam cortadas quando caem nevões brutais, contínuos, e só até que o sistema de limpeza "arrume" a neve.
Basta ir a qualquer das paragens turísticas de Inverno para sky nas altas de Espanha, Andorra ou França para verificar que é exactamente assim. Cai durante a noite algo mais brutal, de manhã polícia aos montes a ordenar/ orientar as coisas, limpa neves em árdua tarefa, a meio da manhã ou mais perto do almoço e tudo aberto ao trânsito. Se existe algum perigo de deslizamentos, polícia aos magotes ao longo das estradas, controlando a passagem de pequenos grupos de carros, e tudo passa.
Por cá as cenas patéticas do costume, onde nem sequer há problemas de ameaça de deslizamentos. Bom indicador do nosso modo de entender fazer e resolver as coisas. 
Naturalmente, existem coisas e aspectos bem mais prementes e importantes. Mas é um indício muito esclarecedor.
AC

domingo, 10 de janeiro de 2016

DA ESPUMA DOS DIAS. OS EXAMES, E OS TRAUMAS INFLIGIDOS ÀS CRIANÇAS.
A educação, a formação dos futuros cidadãos, o futuro do País portanto, continua alegremente a ser tratado com os pés.
No meu tempo, há seis décadas, quando já na então 2ª classe da primária, as coisas não estavam bem, estou certo disso. E não é para ser politicamente correcto, como todos os defensores das causas (basta lembrar a discutível cena de decorar as linhas férreas todas). Não estavam mesmo, mas nem tudo estava mal. Como hoje, não está tudo mal ou tudo bem.
Mas com tantos "cientistas do saber", de todas as cores ideológicas, acho sobretudo graça a um dos argumentos avançados tempos atrás, o trauma às criancinhas.
Agora, regras novas a meio do ano, já não causam traumas. Ah, já me estava a esquecer, são regras novas, mas oriundas das esquerdas. A favor, portanto, das crianças.
E assim, Portugal continua a avançar, como se nota há pelo menos sete décadas!
Ontem fui jantar a casa da minha filha.
Perguntados sobre os exames, os meus netos encolheram os ombros, enquanto continuaram a brincar e a falar um com o outro. Fiquei ciente que se estavam a borrifar para haver ou não exames.
O que me perturba, hoje de manhã, é que me esqueci de recomendar à minha filha e ao genro que levassem com urgência os putos ao médico, para averiguar como estava o respectivo índice traumático!!!
AC