Mostrar mensagens com a etiqueta desenvolvimento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta desenvolvimento. Mostrar todas as mensagens

sábado, 17 de janeiro de 2026

RECORDANDO

UMA ECONOMIA BASEADA NO TURISMO ?
Luís Todo Bom, 6 de abril de 2020

A actividade turística é muito sensível a fenómenos de moda, de preço, de perturbações sociais, de acções de terrorismo, de alterações ambientais e de receios de saúde pública, como a que ocorre neste momento.

Temos assistido, com um misto de perplexidade e de preocupação, a declarações de responsáveis políticos dos partidos de esquerda, que nos governam, defendendo a construção dum modelo económico, de extrema dependência do turismo, para Portugal.

E, temos assistido, com a mesma perplexidade e preocupação, à novela sobre o novo aeroporto, com os responsáveis políticos a insistirem numa localização, o Montijo, que não foi objecto de uma análise comparada, séria e tecnicamente credível, com outras localizações, que não é defendida por nenhum engenheiro, independente, especialista em engenharia civil ou do ambiente, e com conhecimentos comprovados, nesta matéria, nem pelos autarcas envolvidos.

Neste campo, assistimos, ainda, com estupefacção, a declarações dum responsável governamental, equivalente a outras, emitidas em países da América Latina, sobre a inteligência dos pássaros do Montijo.

Assistimos a tudo isto e não acreditamos que se está a passar num país europeu, membro da União Europeia, mesmo sendo o mais pobre e menos qualificado.

Uma economia excessivamente dependente do turismo tem um risco inaceitável, que qualquer dirigente político devia conhecer.

A actividade turística é muito sensível a fenómenos de moda, de preço, de perturbações sociais, de acções de terrorismo, de alterações ambientais e de receios de saúde pública, como a que ocorre neste momento.

Os fenómenos de pobreza generalizada que ocorreram nos países do Norte de África, na sequência da Primavera Árabe, e no Egipto, após um ataque terrorista a um hotel de referência, não podem ser ignorados.

Os países onde a actividade turística é subsidiária duma economia industrial e de serviços pujante, com uma predominância de turismo de negócios, como Inglaterra, ou Suíça, são os que têm uma aproximação correcta.

O turismo em Portugal já representa entre 12 e 15% do PIB, e entre 8 e 10% das exportações, em actividades de baixo valor acrescentado, com um turismo de lazer, ligado preferencialmente ao clima e gastronomia. A continuação do seu crescimento, baseado no mesmo modelo de baixo valor acrescentado, típico dos países subdesenvolvidos, representa um risco acrescido.

Uma economia excessivamente dependente do turismo tem um risco inaceitável.
O país, em geral, e Lisboa, em particular, precisam de atrair mais empresas, que decidam localizar aqui as suas sedes, em sectores produtivos, industriais e de serviços, de bens transaccionáveis, que fomentem um turismo de negócios, de alto valor acrescentado.

Tornando a economia portuguesa mais resiliente, mais diversificada e mais capaz de resistir a choques externos.

O modelo de política económica adoptado, pelos partidos de esquerda, baseando o crescimento no turismo e no consumo interno, foi, como todos os economistas sérios alertaram, um erro enorme.

Cujas consequências serão evidentes, já este ano, com o PIB a decrescer entre -8% e -10% e o desemprego a aumentar para níveis de 12 a 14%.

Vamos, todos, pagar, caríssimo, estas opções de política económica.

Com um país cada vez mais pobre e com menos futuro para os nossos jovens.

segunda-feira, 20 de maio de 2024

PAÍS RICO ? Não, RIQUÍSSIMO!
Nos próximos 20 anos Portugal terá, no mínimo:
- mais 1 ponte a atravessar o Tejo, 
- mais 1 ponte a atravessar o Douro,
- talvez 1 a atravessar o Mondego, o Minho e o Tâmega,
- 1 aeroporto internacional em Alcochete, outro em Santarém, ampliados o do Montijo, Beja, Tires, e Ponte de Sor,
- ampliados os cais portuários no Barreiro,
- ligações de alta velocidade Lisboa-Madrid, Lisboa-Porto, Lisboa-Faro, Porto-Vigo, Coimbra-Salamanca, Covilhã-Cáceres,
- duas marinas em todos os portos no Continente, uma em todos os portos das ilhas nas Regiões autónomas, 
- PSP e GNR dotadas de esquadras de Drones, e todas as viaturas eléctricas, 
- as forças armadas, com pelo menos,
    - 20 aviões de combate de 5ª geração mais 20 de 6º geração, 
    - 20 aviões de transporte, e 30 helicópteros,
    - 4 aviões de reabastecimento em voo, 
    - uma super base de drones em Tires (FAP), 
    - outra em Troia (Marinha), outra em Sta Margarida (EXE),
    - 6 fragatas, 4 submarinos, 2 petroleiros/ reabastecedores,  
    - 2 navios porta drones, 2 navios de transporte de pessoal, 
    - 30 patrulhões,     
    - 50 carros de combate, 200 viaturas de tipo diverso, 
- todas as cidades e todas as vilas com câmaras nas ruas,
- todas as cidades e todas as vilas com casas modulares da empresa do Elon Musk para acolher carenciados e migrantes, 
- mais 10 grandes hospitais,
- Lisboa, Porto, Coimbra, Braga e Faro terão bairros novos só de hotéis e hostels para acolher turistas, 
- todas as viaturas TVDE e Tuk-Tuk equipadas com inteligência artificial para poder falar português com os clientes nacionais, 
- todas as lojas do cidadão (existirão em todas as cidades e todas as vilas e aldeias com mais de 50 habitantes permanentes) estarão  equipadas com inteligência artificial para poder tratar dos assuntos dos cidadãos em todas as línguas.
O país vai crescer a pelo menos 6%, todos os próximos 20 anos.
AC

domingo, 7 de abril de 2024

O autor do antigo logótipo da República Portuguesa, que o novo Governo de Luís Montenegro, logo no primeiro Conselho de Ministros, decidiu mudar, considera a medida “populista” e um “retrocesso” para o país. Eduardo Aires não ficou surpreendido com a decisão que "tem tanto de ideologia como de estratégia eleitoral".

Portugal
- continua um país atrasado?
- é um país moderno?
- é um país desenvolvido?
- é um país pobre?
- é um país subjugado à ideologia?
- é um país onde todos têm as mesmas oportunidades?
- é um país territorialmente ordenado?
- é um país onde a lei é dura para os mais fracos, e fecha os olhos aos poderosos?
- é um país onde grassa muita corrupção?
- é um país onde há uma despudorada e constante passagem pelas portas giratórias (banca/ negócios/ política/ governos/ escritórios/ fundações)?
- é um país onde o sistema de justiça se borrifa para as decisões do TEDH que frequentemente desmonta decisões dos tribunais portugueses?
- é um país com cada vez mais descontrolo quanto à imigração?
- é um país onde vergonhosamente não se cuida de investigar a pouca vergonha que é a existência de trabalhadores em condições de trabalho miseráveis por exemplo em certos sectores da agricultura?
- é um país onde de honram e comemoram solenemente os grandes da nossa história como, Luís de Camões, Gago Coutinho, Fernando Pessoa, Pedro Nunes, Jorge de Sena, Camilo Castelo Branco, Antero de Quental, Eça de Queirós, Agostinho da Silva, Miguel Torga, Alves Redol, Agustina Bessa-Luís, Sophia de Mello Breyner Andresen, etc.?

Veio-me tudo isto e muito mais à cabeça depois de, na primeira conferência de imprensa após a primeira reunião do conselho de ministros na 5ª Feira passada e no texto supra, a telenovela do "LOGÓTIPO ter vindo de novo à baila.

É uma medida populista?
A meu ver tem uma dose de populismo como de populismo teve a mudança para o que agora foi revertido.

Tem muito de ideologia?
A meu ver tem, mas talvez ligeiramente menos de ideologia do que anteriormente para executarem o que agora foi revertido.

Estratégia Eleitoral?
Provavelmente tem um pouco, mas também foi o cumprimento do que disseram na campanha. Goste-se ou não, errado ou não.

É um retrocesso para o país?
Retrocesso? 
É capaz de ser um bocado exagerada esta afirmação. Ou não?

Além do mais, não terá sido mais um caso de dar a ganhar a amigos?

A coisa mais urgente
Seria a coisa mais urgente no país?
Seria tão importante que os socialistas o fizeram às portas de acabarem mais de oito anos de governação (??)?
De tudo aquilo que supra listei como interrogações/ preocupações na nossa sociedade, o mais urgente era alterar os anteriores símbolos para os "pirilaus" e, depois, agora, o novo governo como primeira medida reverte para os anteriores símbolos?

Isto não tem conserto, nem com o novo governo, como não teve com o anterior, nem com outro qualquer. Isto não tem conserto!

Claro que o autor dos "pirilaus" ficou desgostoso!

Eu continuo triste mas por outras razões, triste mas é por ter à frente dos destinos do país, há muitas décadas, gente que vira páginas, ou elogia as auto-estradas, ou reverte os pirilaus, ou isenta de impostos a EDP e as suas barragens, ou quer construir 5 ou 6 tipos de casa de banho nas escolas e um enorme ETC., enquanto milhares de famílias não têm emprego, universitários não têm alojamento, universitários em que uns quantos querem isenção completa de propinas ou seja, mesmo quem pode pagar não pagaria. 
ETC. ETC. ETC. ETC.

Equidade absoluta. 

AC

terça-feira, 25 de abril de 2023

Os três Dês de Abril. E os outros três também.

Paulo Sousa, 25.04.23

Cravo_murcho.jpg

Os três Dês do 25 de Abril foram alcançados.

Descolonização, Democratização e Desenvolvimento.

Com estes no papo, por escolha própria, outros três ganharam raízes. A Dívida, a Dependência e a Demagogia.

Sem ambição, não sairemos deste charco de águas paradas.


Concordo com quase tudo aqui expresso.

Mas, quanto ao desenvolvimento, INFELIZMENTE, escasseia, apesar do conseguido. Por isso, muitos nos ultrapassam.

E sim, a dívida cresce embora argumentem em relação ao PIB, a dependência cresce, e a demagogia é já estratosférica.

AC

segunda-feira, 10 de abril de 2023

MODERNIZAÇÃO  do  PAÍS ?

A desigualdade perante a lei, mais os privilégios de uns quantos com comportamentos arrogantes e que se consideram acima da lei e acima dos outros e até com uma noção interiorizada de que o regime é seu, isso elimina o sentido de comunidade, elimina o sentido e noção de bem comum, gera crescente sentimento de injustiça, a injustiça que se torna o condimento para tudo o que é mau.

Reformar, modernizar, desenvolver assim o país? Hum. . . . 

António Cabral

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

AI…AI…que foi?….São os Juros da Dívida…..

Ai os juros da dívida………..Ai que para as emissões com maturidade a 10 anos já estão a ultrapassar 1%…..ai….que dor tão fininha!

Aguardemos para ver o que isto vai dar, mas vem aí quase de certeza um montão de desculpas para não se cumprir isto e aquilo. Como aconteceria com qualquer outro governo de outra coloração. Os novos horizontes de Rui Rio seriam negros igualmente. O problema é que as pessoas comuns é que se tramam, não os figurões. 

Persistem os imbecis que, ou querem colocar as perninhas de alguém a tremer ou, que a realidade é que é a culpada por maus resultados eleitorais.

E como quase de certeza as coisas estarão mais complicadas lá pelo fim do verão, ai que já não vai haver dinheiro para comprar impressoras 3D para as Forças Armadas, tão ansiadas são por alguns.

AC

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

290.  DEVO ANDAR MUITO DISTRAÍDO
"Por essa razão, como diz Teixeira dos Santos, para atingirmos os níveis de produtividade da Europa, levaremos mais de 290 anos"!

290 anos! Não sei se será exactamente assim. 

Com a reserva de que quase não vejo TV e faço "zapings" matinais pelas gordas dos jornais, creio que é plausível eu andar muito distraído pois não vi NINGUÉM, António Costa, Rui Rio, outros dirigentes partidários, artigos de fundo dos tais jornalistas especialistas nos domínios da economia e quejandos, a debaterem ou rebaterem o escrito livresco de Teixeira dos Santos, o tal ministro Socrático que depois se encaixou na banca e etc. Estou mesmo distraído ou ninguém comentou a sério o que afirma Teixeira dos Santos?

Se corresponder á realidade que nem PCP, nem BE, nenhum partido, olhou para a coisa então serão de considerar algumas hipóteses:
> o livro é um chorrilho de asneiras e ninguém está para perder tempo com a coisa,
> o livro contém coisas graves e indicadoras do que nos espera de muito mau e, então, todos preferem disfarçar e não olhar as questões de frente.

Qual delas será?
AC

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

RICOS  e  POBRES

Numa visão necessariamente superficial, creio que, de uma maneira geral e ainda que lhes subsistam problemas sociais, na Escandinávia desde há décadas que tentam diminuir as desigualdades sociais ou, dito de outra maneira, tentam acabar com os pobres, com a pobreza.

Nós por cá, continua a parecer-me mas admito estar enganado, que não estamos exactamente no mesmo rumo. Teimam alguns em não perceber que é necessário reprimir desmandos a nível do patronato mas não prosseguir um caminho excessivo - "acabar com os ricos". Teimam alguns em não querer perceber que não se pode distribuir o que não existe. Teimam alguns em esconder para que lado do muro de Berlim as pessoas correram assim que se abriram as primeiras brechas. Teimam alguns em idolatrar certos personagens. Não me parece ser um bom caminho.

AC

terça-feira, 27 de abril de 2021

25  ABRIL  2021

O que é recordado vive.

Mas mais importante, diariamente, um pouco de "exposição" ao Sol, "arejamento", e "rega adequada".

Só na lapela de alguns……….vai murchando.

António Cabral

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

A PROPÓSITO DA SRA MERKEL

Foi eleito sucessor para esta grande chanceler.

A Alemanha, que em área geográfica é menor que a França ou a Espanha, que tem fronteira com 9 países, e que a seguir à federação Russa é o país Europeu mais populoso, continua forte, e também por causa da sua liderança. Mas a Alemanha de hoje não aparece por acaso. Vejamos por exemplo:

> a partir de 1871, o país duplicou a produção agrícola,

> a partir de 1900, ultrapassou a Inglaterra em termos industriais,

> o desenvolvimento industrial Alemão ficou a dever-se, 

>>> a uma estreita ligação entre os poderes políticos e industriais dinâmicos, 

>>> a uma certa osmose entre o sistema bancário e as indústrias, 

>>> a uma aplicação sistemática da ciência à indústria, 

>>> à existência de laboratórios financiados pelas grandes unidades industriais.

A Alemanha é uma República Federal, com 3 cidades-estados (Berlim, Bremen e Hamburgo) e 13 estados. 

Não há milagres, Srs. Costa, Rio, Louçã, Marcelo, Ventura, Catarina, Jerónimo. O que houve e há? 

Visão de futuro e determinação de rumo a seguir, trabalho, pouca burocracia, nada de perder tempo, nada de demagogia da treta, nada de irresponsabilidade, servir o país, e não o contrário servindo-se dos cargos públicos para os seus interesses pessoais e de grupo.

AC 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

AUTO-ESTRADAS

Nos anos mais recentes ouviram-se muitas críticas sobre alguns traçados de auto-estradas, algumas muito pertinentes. Por exemplo, basta olhar para o mapa para se observar que perto da orla costeira, acima de Coimbra, alguns traçados e concretização das respectivas construções dão muito que pensar!!!!!! Porquê aquelas construções?

Por outro lado, é sempre interessante ir procurar que casas de certos políticos, de certas elites, existem perto de certas saídas de auto-estradas. Deixo dois exemplos:

> A23 - uma saída que vai dar para a localidade "Donas"; adivinhem que "importantão" tem lá as origens.

> A28 - em duas saídas, já lá muito em cima, quase no fim, que "importantões" terão lá casa? 

Por outro lado, em outra vertente, lembrar que algures em 1991 Cavaco Silva inaugurou o ultimo troço da A1 ligando, finalmente, Lisboa ao Porto. 14 anos depois da revolução, as duas principais cidades finalmente ligadas por uma via larga. Que desenvolvimento!
AC

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

PORTUGAL, IMPORTADOR DE LIXO
Não é de agora, é de há muito.
Ninguém sabia, só agora começa um pequeno sururu?
Tenham vergonha.
O lixo entra quase todo por Leixões.
Ninguém sabe disto, há tanto tempo?
Quantas pessoas e entidades ligadas ao porto de Leixões?
Em Valongo, por exemplo, só agora as autoridades locais aparecem na TV, ou estou enganado?
E o barbudo do ambiente, vai certamente ficar muito espantado.
Portugal importa lixo, PARA QUÊ?
Não chega o que cá fazemos?
Alguns falam na dignidade que fica, a propósito das posturas do senhor MNE, e bem, e neste caso também não fica NADA, e há muito tempo.
A dignidade está a desaparecer em quase todas as áreas neste meu desgraçado Portugal.
AC

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

A VIDA
A nossa vida depende evidentemente de muitos factores.
Mas depende muito de nós.
Em Portugal continua-se a não perceber isto.
AC

domingo, 1 de setembro de 2019

A PROPÓSITO da
Palhaçada já em marcha, perdão, da famosa e habitual pré campanha política em que, todos os partidos do sistema e dos que nele se querem instalar, apregoam loas e promessas sem fim e tudo de borla e manifestam um amor extremo pelo País e pelos cidadãos,  gostava de perceber como é que esses arautos entendem tratar de uma questão que é a dos recursos do território, recursos que são activos para o desenvolvimento e, por isso, usá-los, preservá-los e valorizá-los é um assunto determinante.
Que entendem disto os arautos das promessas de completa felicidade à borla para 6 de Outubro próximo?
AC

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

THE ECONOMIST
Revista que veio à luz do dia em 1843. Está a comemorar o seu 175º aniversário.
Como tudo na vida, coisas muito interessantes, outras menos.
Este nº, que me custou 7,50 €, relembra a folhas 5 - "Published since September 1843 to take part in a severe contest between intelligence, which presses forward, and unworthy timid ignorance obstructing our progress".
Concretamente em Portugal a luta cada vez é mais terrível.
Veja-se que sector se quiser da nossa sociedade. O exemplo recente dos táxis é elucidativo, com muitos a dizer que não bloquearam nada e inclusive um comentador de blogue muito conhecido a confirmar que eles coitadinhos não fizeram nada de ilegal.
Como se vê nesta fotografia, digo eu!
AC

terça-feira, 12 de setembro de 2017

O ESTADO ........TRÁGICO.........A AFUNDAR-SE
E COM ELE, A MAIORIA DE NÓS.
PORQUE OS DO COSTUME, SAFAR-SE-ÃO.
Tudo isto que se vem passando, poderia sugerir um sorriso.......mas a realidade é trágica.
E é trágico o que se está a passar na nossa sociedade, agravando-se os problemas há anos e anos, enquanto uns de uma forma e outros de outra maneira, anunciam aos incautos o  virar de página, o "CREXIMENTO", e o País moderno e muito evoluído que nós somos...............................cada vez menos
É já inqualificável o estado da gritaria, as oposições que nem podem ser classificadas de confrangedoras, as greves, o desconsolo, tudo em crescendo neste maravilhoso ambiente de paz social em que Costa está a ter que ir a todas, porque os ministros rezam e têm responsabilidade política porque são ministros mas nunca nada sabem mas, no entanto, está tudo muito bem.
No caso dos enfermeiros, de que tenho uma pequena noção (na família, vários médicos (e vários faleceram nos últimos 20 anos) sendo que a mais nova é recém formada, e duas senhoras enfermeiras que passaram os 50 anos de idade), algumas das queixas remontam a cerca de 11 anos atrás. 
Ou seja, andando para trás em anos, basicamente temos 2 de geringonça/ PS, 4 e umas semanas de Pafianos e cerca de 5 de gerência Socrática.
Por outras palavras, todos eles, no poder e na oposição em que se têm alternado, sempre a empurrar os assuntos com a barriga, pois só têm em vista o ciclo eleitoral. 
Todos, mas todooooos os assuntos (que raios, até quase pareço o Marcelo a falar.......)
Todos o foram fazendo mas agora Costa está a bater todas as marcas: quer no IRS, quer enfermeiros, quer pensões (ainda que muitas com ridículos aumentos), etc,  só governa para o funcionalismo, para a clientela, para tentar garantir votos.
Empurram sempre com a barriga: É no caso dos enfermeiros, no dos magistrados, no dos professores, no dos militares, no das forças de segurança, nos bombeiros, na comunicação social que devia ser independente e crítica, na reforma administrativa, nos processos de nomeação para certos cargos, no aeroporto principal do País, na ferrovia, no sistema político, na dimensão e peso do Estado, na natalidade, na banca, na energia, nos caudais dos rios que nascem em Espanha, no despovoamento, na segurança interna, na industrialização (???) do País, no sistema de justiça, nas entidades reguladoras, nas questões de seca extrema, no ordenamento do território, .....estou cansado desta gente. 
Não quero ofender os crápulas, as máfias,  os salteadores, os violadores, por isso ..............
Desgraçado País, desgraçados de nós, nas mãos de tanto sacripanta.
António Cabral

domingo, 19 de março de 2017

BB+
Estão equivocados. Não estou a fazer referência alguma a Brigitte Bardot, a célebre actriz Francesa.
É o símbolo da notação atribuída ao nosso desgraçado Portugal por uma das agências de "rating".
Por outras palavras, quer significar que continuam lá fora a dizer-nos que não temos interesse nenhum, no plano do investimento, e ser muito arriscado comprar "papelinhos" da nossa dívida. 
Claro que os profissionais destas matérias (eu não sou), como o Presidente da República, o Primeiro-Ministro e o ministro das Finanças, dizem que estamos no bom caminho. O juro de 4,2% para a dívida a 10 anos foi certamente uma distração, dos tais pacóvios que se atrevem, como diz o tio Jerónimo, a definir o estado da nossa economia. Não têm nada que o fazer!!!.
Aqui dou-lhe uma certa razão, não deviam ser os outros a dizer que estamos bem ou na me***! Devíamos ser nós a tratar de melhorar o estado de coisas da nossa sociedade, e não a fazer discursos choramingas.
Tanta retórica, tanta aparição diária nos "media", tanta "selfie", tanta entrevista para OCS na estranja, tanta postura hirta de estadista por parte do PM em Bruxelas, e afinal ..........aqueles ingratos! Que desfeita. (será que esses ingratos visionaram as últimas figuras de merceeiro reles que praticaram há poucos dias na AR?)
Bem, eu não sou economista, nem financeiro, nem professor na escola do conselheiro de Estado Louçã, limito-me a andar por aí, em certas zonas do País.
Olho para as lojas que fecham, algumas que abrem: Observo os sacos dos que saem das lojas e os mirones aos magotes que nada compram: Venho observando o que se passa em algumas aldeias e vilas (por exemplo, a aldeia de Juncal, acesso pela A23, tinha há cinco anos 3 pessoas residentes), já referi outro dia ter andado por algumas zonas dos texteis onde estão algumas fábricas a laborar muito bem (i.e. uma com 1100). 
Ouço/ leio com muita frequência o que dizem  presidentes de câmara municipal das grandes Lisboa, Porto, Setúbal, do distrito de Castelo Branco e Guarda, olho para certas zonas do Minho e das raias para Norte de Marvão, ou os "Algarves" ao longo das N122, N268 e N2. Venho andando por esses locais. 
Ah, e ouço com atenção as notícias que alguns amigos e amigas me contam de Ponta Delgada e Funchal.
É nisso que me fio. 
Estou completamente farto da pouca vergonha das vozes que por aí cantam, mais histéricas ou com mais falso sentido de Estado, com mais ou menos bagagem em macroeconomia, com mais ou menos afecto, com mais ou menos gritos na AR.
Bem pode Marcelo gritar o que quiser, por exemplo - ....."aquilo que vai fazer crescer Portugal é, sobretudo, o investimento privado, interno e externo, mas, fundamentalmente, um quadro de estabilidade em diversos setores".....
Não há greves como no passado, executadas com justificação ou sem ela, porque Catarina mas sobretudo Jerónimo e seus capatazes na CGTP o impedem para estarem no poleiro, estabilidade fictícia portanto; quanto a investimento interno só se lhes emprestarem sem garantias ou quase, nunca com os euros próprios e, depois, ninguém vai verificar o resultado do emprego dos €€, que ao longo dos anos sempre tem fugido para casas, carros e contas lá fora, na maioria dos casos; e com Estado e mordomias associadas para os do costume como vai continuar, bem podem esperar pelo investimento externo. Acrescentem a justiça com a legislação asfixiante e "ligeira" e têm as rosáceas perspectivas que Marcelo tanto diz adorar. Juntem Cristas e outros do género e fica uma bela salada russa, com o vinagrete bem azedo. Coma quem quiser e for capaz. 
Mentalidade, corrupção, nepotismo, amiguismo, Estado em quase tudo, justiça inoperante, desonestidade intelectual, futebol e concursos na TV, escritórios e lojas, metam no "shaker" agitem bem e talvez percebam os 4,2%.
AC
(actualizado,Domingo de manhã)




sábado, 18 de março de 2017

NUNCA COMPREENDERÃO ou
INVESTIMENTO, CRESCIMENTO, e os RADICAIS
Recentemente, esteve em Lisboa integrando um grupo vasto de conferencistas, um português que é conceituado professor lá fora. Nome, Ricardo Reis.
Pelo que observei, duas das mais curiosas intervenções, ou interessantes, ou estimulantes, ou preocupantes, foram debitadas por ele e por Daniel Bessa.
O que disse Ricardo Reis? Que havia alguns estrangeiros a ponderar se haviam de investir em Portugal ou não, e nessa sequência este conferencista português mostrou-se preocupado, e disse à plateia que o que se vem passando em Portugal continua sem alteração. As palavras são minhas. 
Ricardo Reis pensa que, como continua a não se cortar a sério na despesa, foi com os antes de Centeno, com Centeno, e assim irá continuar no pós Centeno e, portanto, quem vier investir vai ter pela frente sempre manhosas formas de o taxarem o mais possível, de lhe aumentar o mais possível os impostos e, depois, no seio dos políticos habituais, os autores dessas proezas serem carimbados com o título de génios.
Ricardo Reis dizia então que os que arriscam nestas condições TUGAS (palavras minhas) são investidores burros.
Os paupérrimos actores que por cá temos, como por exemplo, Tiago, Catarina, Galamba, Costa, Jerónimo, Mortágua, Centeno, Trigo Pereira, dirão cobras e lagartos de gente como Ricardo Reis, talvez até que é inacreditável como em Londres ainda lhe pagam o salário.
É o que temos, mas nem todos merecemos.
AC