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quarta-feira, 19 de novembro de 2025

AS  DÍVIDAS 


DÍVIDA - coisa que se deve; obrigação;

- a brutal dívida de propinas no ensino superior

- as brutais dívidas no SNS

- a balança comercial

- a balança de transações

- as dívidas de várias autarquias

Em tese, ter dívidas não é errado.

O que é certamente pelo menos arriscado ou mesmo muito complicado a prazo é não ter, economia saudável, organização, e controlo sobre as contas do Estado, das instituições, das autarquias, das regiões autónomas, e em vez de tudo acontecer como acontece há muitos anos.

É muito diferente ter uma dívida consolidada ou ter aquilo que continuamos a ter apesar de se ter reduzido alguma coisa. 

As reduções como as efectuadas durante os fantásticos 8 anos e semanas da governação (???) António Costa é que são lamentáveis pois foi propaganda e mais propaganda e cativações brutais na educação, na saúde, na justiça, nas forças armadas, nas forças de segurança etc.  Resultados à vista.

NÃO SAÍMOS DISTO

É isto um Estado, moderno, desenvolvido, organizado ?
É esta a sociedade equilibrada, justa, fraterna, com contínuo e feroz combate à corrupção, com contínuo e feroz combate às inaceitáveis desigualdades sociais?

Bom dia, tenham uma boa 4ª Feira.
Saúde e boa sorte.

António Cabral (AC)

terça-feira, 11 de junho de 2024

NÃO HÁ DINHEIRO!
QUAL É A PARTE DA FRASE QUE NÃO PERCEBEM?

O Banco de Portugal/ 
governador do Banco de Portugal/ Mário Centeno ex ministro das finanças do PS, actualizou as projecções das finanças públicas e considerou que as novas medidas do Governo colocam em risco as contas públicas. 
Pessoalmente gostava de ver explicado se as medidas PS + Chega têm ou não algum impacto na despesa.

Creio que corresponderá em grande parte á realidade o que Centeno aponta.
É fácil da parte do governo actual dizer que Centeno está a fazer o jogo do PS. Em boa medida, creio que corresponde à realidade.

Adicionalmente, PNS /PS virão cada vez mais apontar o dedo ao governo e dizer que não têm contas certas. 
Certas foram as do anterior governo / governos Costa que, em mais de 8 anos, cativaram e cativaram e cativaram, com o resultado que ficou à vista. 
Serviços públicos crescentemente degradados.
Nada resolveram dos médicos, militares, polícias, oficiais de justiça, enfermeiros, etc. Mas viraram muitas páginas, nada foi "poucochinho"

Antes de Montenegro ser PM, tomar posse, Medina martelou as contas, obrigou várias instituições a comprar dívida e inchado de soberba veio anunciar que o défice estava finalmente abaixo dos 100% do PIB.
Vigarice pura, engenharia financeira tosca. 
Défice apenas escondido, um político piroso e manhoso nunca confrontado como devia ser.

Claro que aumentar salários e outras coisas vai ter impacto na despesa. Como a economia não é nem vai ser o que certos pantomineiros afirmam, os prejuízos financeiros e políticos aumentarão. 
E, provavelmente, com riscos graves face às regras apertadas da UE.

Mais uma vez, não me parece que estejamos no bom caminho.
Por várias razões, mas sobretudo pelo que recordei como título para este postal.
Qual é a parte que não percebem?
É que não cai do céu.

Tenham uma bom dia e uma boa semana de trabalho, Saúde, o verdadeiro  Euromilhões da vida.
AC

quarta-feira, 15 de junho de 2022

ENGRAÇADA (??) ESQUERDALHADA
"Orçamento do Estado não deve ser tratado como se fosse o orçamento de uma família".

"Orabamoslaver":
> numa família, ou o dinheiro chega até ao fim do mês ou não chega,

> haverá famílias, pouquíssimas, em que sobra dinheiro, mesmo depois das festas, viagens, prendas, IMI das várias casas, IUC dos vários carros, mensalidades dos colégios, seguros de saúde, férias no estrangeiro, etc.,

> haverá famílias, as ditas da classe média/ média e classe média /alta em que a vida vai correndo,

> haverá famílias, a maioria, em que o "pilim" não chega e, nuns casos, pedem uns empréstimos na banca, em outros casos comem pior, em outros casos adiam a ida ao dentista mais uma vez, em outros casos não andam com o carrito, em outros casos não compram roupa, em outros casos mais um ano em que não vão á praia, etc., 

> haverá casos aflitivos, milhares, de natureza diversa mas, uma coisa é certa, sem dinheiro ou há quem aceite emprestar e aguentar com as dívidas, ou passa-se fome, não se pagam dívidas, etc.

No Orçamento do Estado, como nas famílias, definem-se prioridades e atribuem-se verbas. Como acontece sempre em Portugal, o dinheiro que se consegue através dos impostos nunca cobre as despesas previstas, quanto mais as não previstas. Como acontece há décadas, temos défice todos os anos. Como acontece sucessivamente desde a criatura Sócrates a dívida de Portugal cresce sempre. 

Hoje, os juros de dinheiro pedido emprestado hoje vai ter de ser pago a 3%!
Portanto, o dinheiro vem de alguém. 
Sim o OE não é uma família, mas é para todas as famílias. 
E como o dinheiro não cai do céu para não termos de o pagar………..devo ser eu que sou totó.

Sim porque para a esquerdalhada a questão está no exterior que não deixa o governo financiar a sua actividade. 
Para esta gentalha, a questão nunca está no que conseguimos ou não produzir de riqueza, estando na UE ou se estivéssemos fora, a produzir a nossa moeda, a controlar os nossos câmbios. 
Produção, valor acrescentado em produtos de alta qualidade que  esmagassem produtos da concorrência internacional, isso não interessa para nada, não é?
A esquerdalhada continua a prosseguir na teoria de que - fazer filhos na barriga das outras não custa nada!
AC

sexta-feira, 8 de abril de 2022

Ah........OLHA  QUE  SURPRESA
De acordo com o nosso Instituto Nacional de Estatística (INE) no passado mês de Fevereiro tivemos mais um excelente exemplo do bom caminho que andamos a percorrer.
De acordo com o INE, as exportações de bens cresceram 20,3%, metade do valor de crescimento das importações: 42,3%. 
Entre vários aspectos salientados pelo INE deixo apenas estes: 
> aumentos observados nas exportações e importações de fornecimentos industriais (+30,8% e +44,2%) 
> e aumentos nas importações de combustíveis e lubrificantes (+133,5%; +97,8% face a 2020).
Naturalmente brilhante, um sucessivo virar de página.
AC

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

AI…AI…que foi?….São os Juros da Dívida…..

Ai os juros da dívida………..Ai que para as emissões com maturidade a 10 anos já estão a ultrapassar 1%…..ai….que dor tão fininha!

Aguardemos para ver o que isto vai dar, mas vem aí quase de certeza um montão de desculpas para não se cumprir isto e aquilo. Como aconteceria com qualquer outro governo de outra coloração. Os novos horizontes de Rui Rio seriam negros igualmente. O problema é que as pessoas comuns é que se tramam, não os figurões. 

Persistem os imbecis que, ou querem colocar as perninhas de alguém a tremer ou, que a realidade é que é a culpada por maus resultados eleitorais.

E como quase de certeza as coisas estarão mais complicadas lá pelo fim do verão, ai que já não vai haver dinheiro para comprar impressoras 3D para as Forças Armadas, tão ansiadas são por alguns.

AC

domingo, 9 de janeiro de 2022

PORTUGAL, COMPETIVIDADE, FISCALIDADE
Não sou economista, fiscalista, mago da macro ou da micro.
Mas leio coisas diversas, por cá e lá por fora, tento não me deixar enganar.
Rui Rio veio apresentar o seu programa, manifestou as suas preocupações, salientou e muito bem a meu ver, as várias incertezas que temos no horizonte próximo. Falou relativamente claro, mostrou alguma prudência. Mas…... não estou ainda convencido. Uma coisa me parece evidente, não é tão aldrabão como o oponente.

Do que tenho lido parece não existir dúvida de que Portugal está pessimamente cotado (âmbito OCDE e UE) no que respeita aos impostos sobre, as empresas (IRC), as pessoas (IRS), o consumo (IVA), e nada brilhante também quanto aos impostos sobre a propriedade (IMI). Parece já indiscutível que a esmagadora maioria dos países que pertenceram á cortina de ferro e entraram na UE (2004) muito depois de nós já estão à nossa frente. E isto depois de tanta página virada. Em suma, estamos com uma competitividade e economia excelentes!

Pela minha parte, além de ler e ouvir e pensar pela cabeça verifico coisas práticas da vida e do dia a dia. E por aqui avalio as páginas viradas, e a ordinarice de certa gentalha (Vitorino dixit).
Por exemplo:
> as embalagens de produtos para limpezas, para máquina de lavar a roupa, para máquina de lavar a loiça, cada vez estão com menos produto dentro,
> embalagens de cereais idem, 
> latas de grão e feijão idem, 
> há quase um ano enchia o depósito do carro (gasóleo BP Ultimate) com cerca de 69,00 €, agora passa ligeiramente dos 80€,
> em Abril passado, duas botijas de gás daquela enormes (creio 45Kg) aqui para a casa na aldeia custaram-me salvo erro 196,00€; na passada 2ª Feira duas chuparam-me 226,80€, 
> etc. etc. etc. etc. etc. etc.

Ouço António Costa, a actriz Catarina, o tio Jerónimo, o inarrável e insuportável Ventura, o Rui à procura de emprego depois de ter saído da Europa, o rapaz do Colégio Militar, a senhora das estufas que não são estufas e mais o senhor que não foi do BPP, e interrogo-me: o que vai ser minha vida depois de 30 de Janeiro próximo?

Bom, por agora, vou descarregar umas fotografias da D 90.
Tenham um bom Domingo.
António Cabral (AC)

sábado, 23 de maio de 2020

DÍVIDA  PÚBLICA  e  DÍVIDA  EXTERNA
Até Janeiro passado, Costa e o seu ministro maravilha das contas gabaram-se da pujança da nossa economia.
Sabido que à medida que a economia recuperasse desde 2013/ 2014   as contas externas iriam degradar-se. Mais crescimento económico significa mais consumo e mais investimento. 
Somando a dependência energética e tecnológica do país, isto acarreta um aumento das importações. 
Deve contar-se ainda com o repatriamento de lucros e juros para estrangeiros que têm comprado empresas e activos portugueses, coisa com que o tuga nem sonha. Mas que é real, concretiza-se.
A nossa dívida externa é das maiores do mundo e é porventura a nossa maior fragilidade. 
Quem nos empreste dinheiro seja aos privados seja ao Estado não aprecia nada ver a nossa dívida externa aumentar em proporção do PIB. Já há pelo menos uma agência de ratinho a protelar avaliação a nós lá para Novembro/ Dezembro, ou seja, para ver como está a dívida nessa altura.
Agora com o safado do Vírus e a crise que provocou e continuará a provocar, os nossos problemas vão portanto, infelizmente, aumentar.
Houve quem alertasse o pantomineiro para ter cuidado em não virar a página, em não distribuir benesses à toa, e acautelar uma maior diminuição da nossa dívida.
Claro que não se previa o Covid-19. Claro!
Mas era claro também que ao menor soluço fosse de que natureza fosse, Portugal iria mergulhar outra vez em crise grave, e com consequências que neste momento não se imaginam nos seus contornos finais.
Mas os pândegos continuam dizer-nos que a Europa vai ajudar.
Como de costume, querem solidariedade, mas trabalhar a sério para reformar o País e reformar mentalidades.......ah isso fica para depois.
Agora anuncia pequenos trabalhos, alguns dos muitos que prometeram e em cinco anos não fizeram, como tirar amianto das escolasEstamos como de costume. MAL!
AC

sexta-feira, 17 de abril de 2020

GOVERNAR, PRESIDIR, LIDERAR
Não deve estar fácil, não invejo o que deve andar a passar este governo, como não invejo o que passou Passos Coelho.
Governar é de facto escolher.

Passos Coelho fez escolhas.
Antes dele, Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso, José Sócrates fizeram também, agora faz António Costa.
Escolhas feitas, resultados obtidos, é fazer as contas, sem clubites.
Não é difícil perceber a bancarrota criada por Sócrates, por exemplo.
Não esqueço o desperdício e oportunidades perdidas dos tempos de Guterres, e poucas vergonhas, como as pouca vergonhas no tempo de Cavaco, a pantominice e pouca vergonha de Barroso e Santana, o que tinha de ser feito a seguir à vergonhosa actuação de Sócrates, mais que lamentável em muitos aspectos. 
Não esqueço agora as coisas de Costa. 
Todos fizeram asneiras, e todos fizeram coisas acertadas. 
Nas proporções estará a questão, e no desaproveitar das melhores alturas e oportunidades. E nenhum combateu seriamente a corrupção.
O momento presente não parece ter igual, um antecedente.
O futuro apresenta-se mais que sombrio, frio, trágico, com uma  incerteza maior que o Evereste.
O que já aí está, o que se perfila para nos acontecer, é medonho, quanto a desemprego, dramas sociais/ familiares em crescendo, situação na sociedade complexa a todos os níveis.
Agora que as emoções estão a crescer, agora com a racionalidade a esmorecer, olhem-se as agremiações políticas a começaram o seu estilo patético como se nada de muito grave estivesse já aí quando, de facto, governar em tempos em que as vacas não comem e gradualmente ficam esqueléticas, é coisa muito complexa.
E está tudo aí já à luz do dia.
E está aí, também, a dúvida crescente sobre reais intenções, governavas, partidárias, pessoais.
Governar não deve estar nada fácil, não se pode sequer agradar aos amigos geringonços e outros, mas fugir agora ou daqui a 4 ou 5 meses também não se afigura aconselhável para quem aspira depois a outro poleiro mais calmo.
Governar é fazer escolhas, os resultados mostrarão se foram adequadas. 
Mas governar não é agradar aos fãs, como gostariam e não podem mais.
É preciso ter azar, logo agora quando isto estava a correr tão bem!!!! Maldito bicho.
AC

quinta-feira, 16 de abril de 2020

NÃO HÁ DINHEIRO, 
NÃO VAI HAVER DINHEIRO
Qual é a palavra que os imbecis não percebem?
Onde estão as "almofadas" depois de gastarem com o "revirar" e as "promessas", mas sempre sem austeridade ?
Ah,...... querem então sair da Europa?
Se acham ser a solução, expliquem por favor mas com toda a minúcia em relação a todos os sectores e aspectos da sociedade, o que nos aconteceria ao sair da Europa e do Euro:
> pois o BCE deixaria de comprar dívida,
> empréstimos a juros mais baixos........ "byte-bye",
> a desvalorização brutal do escudo,...ih...ih,
> o que passaria a valer tudo por cá....muito mais....ou o contrário?,
> e como seria o financiamento por parte do FMI, BEI, etc......?,
> e o acesso ao mercado...........
Bem........OK........até já.
AC


sábado, 20 de julho de 2019

OLHAI com ATENÇÃO, com MINÚCIA
Olhai bem, com muita atenção, com muito detalhe, os da frente e os mais encobertos, os que fingem não estar na cerimónia, observai bem os sorrisos, os esgares que escondem muito, o brilho nos olhos. 
E reparem no Costa de sorriso matreiro, e no ar de Azeredo.
E que pena a fotografia não mostrar o ar de Marcelo a observar todo aquele ritual, toda aquela falsidade.
Depois?
Depois talvez percebam ou ao menos esforcem-se por tentar perceber, porque Portugal está assim, na cauda dos endividados, pessimamente colocado no índice de corrupção, com os problemas na saúde, com os problemas e broncas que nunca se resolvem, com a economia ainda tão dependente de conjunturas, sem reformas sérias na máquina do Estado, com os militares perto de estarem de rastos, com desigualdades salariais entre funcionários/ pessoas de idênticas funções no Estado/ no País, etc.
Ah, mas continuando os melhores dos melhores.
Ou não querem perceber?
Depois queixam-se.
António Cabral (AC)

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

A SÉRIO?......Começam a ter dúvidas?
É impressão minha ou começo a ver alguns jornalistas que normalmente andam há anos com loas aos rosáceos a começarem com dúvidas e, pior, a colocá-las na praça pública mais cedo do que quase não fizeram com o querido Sócrates?

O governo vai dizendo aos partidos e correligionários  que o crescimento económico vai desacelerar. Boa.
As pessoas têm mais que direito a ter uma vida mais desafogada.
Indiscutível.
Mas, havendo pouco dinheiro/ recursos e muito do pouco é gasto em máquina do Estado e mordomias e banqueiros e amigalhaços, reverter e virar páginas pedindo cada vez mais vai dar porcaria mais cedo do que esperam.
Há condições para continuar com este faz de conta maravilhoso, rosáceo? Não me parece.
Alguns dos jornalistas avençados começam a dizer que os sarilhos vão chegar. Engraçado!
Até se diz, veja-se bem - não se pode distribuir mais do que aquilo que existe.
Ai que blasfémia!!!!!!
Aguardemos. Amanhã é entregue a proposta de OE, vou estar atento aos Nicolau Santos e outros da nossa praça.
AC

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

INTRUJÃO-MOR diz, VIRÁMOS A PÁGINA......
Como se vê a cada exemplo.

.........."Portugal tem a quarta dívida mais elevada entre as economias desenvolvidas do mundo, mas paga a taxa de juro a 10 anos mais elevada desse grupo (à exceção da Grécia), segundo dados do FMI".........

Mas a bovinidade aprecia o estilo e vai continuar a acreditar.
AC

quinta-feira, 4 de maio de 2017

NÃO APRENDEM NADA,...........
AC
GERINGONÇOS IRRITADOS COM AS AGÊNCIAS
Vão por aí discursos entre o polido e diplomático com matizes de irritação por parte do Mourinho não treinador de futebol.
Pessoalmente, tenho as agências em má conta e, lá por fora, se pudessem, punham-nos a pão e água, é a minha convicção.
Mas, por outro lado, quando olho para os pantomineiros cá dentro só me apetece desatar à chapada em certas bochechas (Onde é que eu já ouvi isto?, ah, .....já sei, falo disso mais à frente).
Com estas coisas lembro-me sempre do Conde Burnay, salvo erro à volta de 1890, e em que a última prestação de um célebre empréstimo só foi liquidada em pleno século XX.
Há juízo? Não.
NÃO, continua a não haver, como mostram por exemplo, as pantominices sobre estudos disto e daquilo, as preparações da tentativa de assalto aos cofres do Banco de Portugal.
Mas a bovinidade geral alastra, com grande contentamento e aplauso.
Em simultâneo, também o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa anda triste, porque as Agências de Rating não elevam a República Portuguesa muito acima de “junk status” (“lixo”).
Bom, não será de entregar o assunto à criatura que há anos dava pulinhos e beijinhos ao chefinho de então e agora se prepara para esbofetear quem disso vier a precisar? 
Certamente que os homens dessas agências vão ficar com as perninhas a tremer.
Antes das bofetadas, parece que lhes vai endereçar aquela famosa - "quem se mete com o PS leva". 
Está na altura de colocar as agências de rating de cócoras, a tremer. Rosáceos, vamos a eles!
AC

domingo, 30 de abril de 2017

INTERESSANTE ?...........
(tirado dos OCS)
(fazem-me lembrar as hienas, digo eu)
.............contribuiu para que o Presidente da República classificasse o documento como «interessante», admitindo que tem soluções – as que dependem apenas do Governo português – que podem mesmo vir a ser postas em prática.
«É um bom instrumento de reflexão, numa parte com possível reflexão imediata, noutras partes para se ir refletindo ao longo do tempo», observou Marcelo Rebelo de Sousa, ......................
AC

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Os aldrabões
O meu desgraçado País está cada vez com coisas mais curiosas. Ele há reformas anunciadas desde há décadas, por Mário Soares, por Cavaco Silva e por todos os meninos primeiro-ministros que se lhe seguiram.
As juras do interesse nacional, as juras por colocar sempre em primeiro lugar e como objectivo primordial as reais necessidades das pessoas, os seus verdadeiros interesses.
Bom,.....................mas na prática, a pouca vergonha nunca parou de aumentar, desde os que insistem em dizer que pagam cá dentro o IRC, aos que não têm senão orgulho na criação e aumento da dívida. E estão bem acompanhados pelos dos megafones a gritar greve para não cancelarem os subsídios de assiduidade ao trabalho, e pelas sucessivas administrações que há décadas colaboram nas bandalheiras e esbulho nacional (conotadas com todos os partidos mas sobretudo PS, PSD, CDS e muito pelo partido de todos os aldrabões - deixa meter no meu bolso).

Depois não é de admirar que, com os estudiosos doutorados mais os prestimosos conselheiros dos escritórios e das lojas a preparar e alterar ao longo de décadas os códigos, os esbulhos, as contas ocultas e todas as patifarias passem sempre incólumes, porque sempre se conclui não ser possível reunir todos os requisitos da tipologia para acusar arguidos de crimes de prevaricação, falsificação de documentos, e administração danosa.

Cá em casa, se gastar mais do que entra, se não pedisse ao longo dos anos apenas e só o pouco que podia pagar com o meu vencimento, entrava em bancarrota, desmultiplicação de cartões, não pagamento disto e daquilo.

Ah, oh meu caro cidadão, o senhor está muito equivocado. Na gestão da família é uma coisa, na política nacional trata-se de coisa mais nobre, que se rege pelos mais elevados padrões internacionais, em que poucas coisas contam para o défice nacional,.....blá,....blá,,,,,!!!!!!!!!!!!!

CERTO!
Tive um amigo (infelizmente já falecido), na Guiné-Bissau, durante a guerra, 1972, que desesperado pelas patifarias que lhe fizeram na sequência da horrível e caótica situação no Sul, zona do rio Cacine, berrava para quem o queria ouvir - se fossem todos levar no sítio onde as galinhas põem os ovos - ..........Aplica-se, creio bem.

...........creio que é mais ou menos isto e nada mais,...pintassilgos não são pardais

AC

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Os que nos fizeram a cama, e os seus zelosos seguidores 
Desgraçado País, particularmente desgraçados portugueses que, há décadas, há pelo menos dois séculos, estão sempre a deitar-se nas "caminhas" que as classicamente chamadas elites (????) nos arranjam. 
Comparando com a Europa, o continuado atraso aí está, bem à vista. 
Mas nem mesmo deitando-se em camas como a da figura, camas que, recorde-se, periodicamente escolhidas em cada eleição, os meus concidadãos deixam de acreditar nas patranhas que lhes vendem. Ah, ......dizem que fulano é que é bom!!!!
Arre bolas!!!!!
Não os impressionam os messias, os ciclistas, os pantomineiros no poleiro. Não se incomodam em saber de onde escorre o dinheiro, nem tentam perceber por onde/ para onde algum se evaporou.
Não se horrorizam com as dívidas crescentes da maioria das autarquias a começar pela capital.
Adoram as multidões de cultos. Já esqueceram os desenhos/ caricaturas/ cartoons da 1ª República,  tão actuais, TÃO ACTUAIS. A porca a ser chupadinha. Mas já magricelas!!!!!!
AC