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quarta-feira, 29 de março de 2023

COMÉRCIO. 

PEQUENO COMÉRCIO. COMÉRCIO DE BAIRRO.

COMÉRCIO DE PROXIMIDADE E TRADICIONAL.

Dizem por aí alguns tidos como referência que, por exemplo em Lisboa e concretamente na Baixa Lisboeta e mais precisamente nas suas quatro principais ruas, 1/4 das lojas não abriu desde a pandemia.

Pessoalmente olho para as restantes ruas da Baixa Lisboeta (as várias transversais por exemplo, que não referem) e o panorama não difere muito. Como razões para isto, falam na especulação imobiliária, subida das rendas para níveis exorbitantes/ irrealistas e, obviamente, que o poder de compra da maioria dos cidadãos portugueses cada vez deixa mais a desejar.

Muitos a começar no intrujão-mor e seus apaniguados defendem que o turismo é a salvação da nossa economia. Mas quem anda pela Baixa Lisboeta que turismo e que turistas observa?

Uma esmagadora maioria é chinelada e indigentes de mochila às costas. Os que chegam nos cruzeiros pouco deixam cá, e a maioria dos que por aí se observam idem, pois chegam com programas pagos.

Atractividade da capital? 

Descaracterização da cidade?

E a identidade que existia do nosso comércio tradicional, onde pára?

Lembranças como se vê por toda a Europa, bugigangas horríveis etc.

É isto o grande desenvolvimento?

Se deixarmos a Baixa Lisboeta e rumarmos ao Martim Moniz, ou à rua da Madalena, ou avenida Almirante Reis, ou Arroios, etc., encontramos o quê?

Uma descaracterização monumental, um comércio discutível na mão de asiáticos os mais diversos.

E se rumarmos ao Porto? E a Braga? E a Setúbal? E a Castelo Branco? E à Maia? E à Amadora? E a Loures? E a Almada? E a Beja? E a Alcácer do Sal? E aos dormitórios que ladeiam  o IC-19?

Progresso, desenvolvimento, harmonia!

AC

quinta-feira, 23 de março de 2023

COVID - 19 

Diz-se por aí que a OMS estará para declarar que já não é pandemia.

Não será, mas o que é certo é que, mesmo com quatro doses, um dos meus melhores amigos militares, capitão-de-mar-e-guerra da nossa Marinha, apanhou o  bicho há poucos dias. No segundo dia teve muita febre, 39,9º C! Felizmente já está bom, desde ontem. Como diria o outro - SAFA!

AC

sexta-feira, 15 de abril de 2022

A  COVID
(da NET)
Perto de 11 mil portugueses entram de baixa por Covid-19 todos os dias. Casos suspeitos “explodem” no primeiro trimestre e põem 746 mil em casa.

A Covid já passou !...........!?!?!?!
AC

domingo, 25 de julho de 2021

Ah  COVID  MALVADO

Malvado, safado bicho.

Não te contentaste em dar cabo da saúde de muitas pessoas como, ainda por cima, resolveste colocar ainda em mais evidência a incompetência de uns quantos, a sua incoerência, a sua jactância, a sua estupidez intrínseca, a sua veia da negociata, o seu desprezo completo para com os cidadãos e para com normas superiores como é o caso da Constituição desta desgraçada e estilhaçada República.

Exemplos são inúmeros. Olhemos, um caso, para as sucessivas palhaçadas das conferências de imprensa esmagadoramente patéticas com aquelas duas senhoras que, um dia, lá alguém se deu conta da idiotia completa que aquilo representava e.......acabaram.

Outro caso, aquelas conferências/ reuniões no INFARMED, onde a dissonância ultrapassou aquilo que é normal no enquadramento de perspectivas e dúvidas de natureza científica. Vai haver outra agora dentro de dias, e tudo me parece indiciar a bolha que é uma mistura de, demagogia, com preparação de eleições autárquicas e com o evidenciar de egos de suas insolências.

Outro caso, a vergonhosa telenovela das vacinas e das doses onde, a par do inarrável homenzinho da OMS por cá várias criaturas se têm revelado uns péssimos actores. Situações caricatas, vergonhosas, escandalosas, e praticamente ninguém se revolta.

E, para não me alongar muito mais, o caso dos números diários. Desde que começou esta porcaria do bicho, a porcaria protagonizada pelas senhoras e senhores que bem sabemos quem são não pára de crescer. Um exemplo, a indicação do número de mortes por (teoricamente....) COVID; ontem disseram 20. Andamos nisto há meses. Qual o objectivo? Sim, qual é, quando diariamente e em média morrem por velhice e doenças várias um pouco acima de 400 pessoas? Qual é o objectivo? 

E agora a história da terceira dose? Que negócios quando, é quase certo, que o bicho estará a enfraquecer? Ai vem aí a 4ª.........vaga e, já agora, a 4ª oportunidade de negócio.

Ah, já me esquecia, e o negócio dos desinfectantes e o negócio dos testes que agora obrigaram a que fossem também vendidos nas grandes superfícies? E não é engraçado descobrir-se quem está ligado a estes negócios? Isto anda tudo ligado, mas a maltosa gosta disto assim.

AC


quarta-feira, 19 de maio de 2021

O  BICHO

Não me refiro a este bicho que, coitado, dá uns bons bifes. Quanto aos bravios, destinados às touradas, como as esquerdas não querem, o futuro deles é cada vez mais incerto.

Já me passou pela cabeça que as esquerdas se atiram às touradas também porque na nossa sociedade as "touradas" são tantas e quase diárias que não vale a pena continuar com as touradas nas praças de touros. Ainda esta tarde na AR, no plenário, tivemos umas faenas fraquíssimas, com tanta mansidão!

Mas eu quero-me referir ao bicho COVID, Covid para uns, SARS qualquer coisa para outros, a tal gripezinha de tontos, e etc.

Ah, é melhor não chamar tontos, pode alguém ofender-se. 

Voltando ao bicho que não se vê, tenho-me interrogado como estaremos daqui a dois meses depois da invasão de britânicos, que confraternizam com muita gente da Índia, no próprio UK, mas muito em viagens de negócios e não só, para e da Índia. Aguardemos.

AC

sexta-feira, 9 de abril de 2021

VACINA  COVID-19

Centro de saúde marcou-me para esta tarde. Já tenho a 1ª dose da Pfizer. A 2ª dose será a 7 de Maio próximo.

Organização que me pareceu perfeita, a marcação no centro de saúde e, de tarde, no centro de vacinação, onde se passa por vários "patamares" administrativos até desembocar no enorme pavilhão, onde todos são sentados e aguardam por um dos carrinhos com o material e enfermeira para apanhar a pica. Quando saí depois dos tais 30 minutos, o pavilhão estava praticamente cheio de gente sentada

AC

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

V Í R U S
Há um ano a China reconheceu oficialmente a existência de um vírus danado, semelhante a uma pneumonia, difícil de tratar, e com aparente origem no mercado de peixe de Wuhan. Caiu lá por acaso, digo eu.
Do que se sabe, a capital da província de Hubei foi fechada apenas no dia 23 de Janeiro. Resultados conhecidos. Por cá uma ave rara dizia pouco depois que o vírus da China nunca cá chegaria. Resultados conhecidos. A esta hora, por recomendação do colega deve andar a comer compotas. 

Há quem diga que a coisa até começou meses mais cedo.

Depois carimbaram o bicho - COVID - 19, aparentemente uma variante mais chata de outras SARS. Por cá, desde Março até agora temos a cantar periodicamente, Marcelo, Graça, Costa, Temido, etc.

O que nos trará 2021? Uma coisa é certa, as araras acima indicadas vão continuar a azucrinar-nos os ouvidos, e a querer danificar as nossas células cinzentas. Aguardemos.
A todos, um ano o melhor possível.
António Cabral (AC)

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

COVID -19

Estava a olhar para o calendário e a ponderar possibilidades para daqui a uns dias pois parece que Outubro vai dar mais uns dias bons, e voltei para trás no calendário e aos apontamentos de semanas anteriores.

Dei com umas anotações, de cariz diferente, mas dei também com o somatório de um certo aprisionamento.

Em concreto, a 18 de Março passado, de manhã, fiz uma belíssima caminhada no areal, o tempo estava bom, muitos quilómetros, um pouco mais de seis e meio. 

Dia 19 ficámos "presos".

A prisão "dura” estende-se até 4 de Maio, ou seja, 13 dias de Março, mais 30 de Abril e mais 4 de Maio mas, a verdadeira liberdade, só começou a 20 de Maio, curiosamente o dia em que Vasco da Gama chegou a Calecute.

Maldita pandemia. E malditos políticos inconsequentes e incompetentes.

AC

 

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

SUBIDAS  VERTIGINOSAS

Na vida das pessoas, melhor, de umas muito poucas pessoas, acontecem ás vezes subidas vertiginosas.

É o caso de Durão Barroso, que começou ao que se sabe como agente aguerrido do MRPP.

Como se sabe, cá dentro subiu subiu, cargos vários em governos, afastou-se (parece) das cenas do MRPP, saiu à desfilada para a Europa e para o mundo.

Foi com 2 mandatos na UE, aulas lá fora, palestras e conferências,  presidente não executivo da Goldman Sachs International e, agora, caiu-lhe no colo ser presidente da Gavi-The Vaccine Alliance (a conhecida organização dos ricos e altruístas Bill e Melinda Gates). Facilidades que acontecem a qualquer simples mortal, não é verdade?

Esta coisa da monitorização da distribuição das vacinas é, para mim, muito curiosa. Mauzinho como sou, a monitorização creio que é mais para a “banda” de ver como podem ser distribuídas de forma a obter-se o maior lucro possível para certos consórcios/ produtores das vacinas.
AC

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Jornalista MST, FA, Governo, Pandemia, Hospital Militar em Belém,... o costume.......
Há anos, cada ramo das Forças Armadas (FA) tinha um hospital próprio, o que se percebia, pois era fundamentalmente uma herança dos tempos da guerra em África. Herança que persistiu, tendo o Exército mais do que um hospital, em Lisboa dois, um deles o de Belém, há muito desactivado desde que existe a funcionar o das FA (HFAR).  
No presente existe portanto o HFAR, que essencialmente tanto quanto sei teve por base o anterior hospital da Força Aérea.
Dizem-me que, no início do HFAR, as coisas não correram nada bem, dizem-me que estão melhor, mas igualmente me acrescentaram que tem poucas valências, e que subsistem diferentes limitações. Adiante.
Sobre este hospital de Belém alguma coisa se tem escrito e dito, designadamente desde que, com a pandemia COVID-19, alguém teve a ideia de o reabilitar para se arranjarem mais camas para tratamento de doentes COVID-19. Mas persistem nebulosas.

No Expresso do passado 22 de Agosto, o jornalista Miguel Sousa Tavares (MST), uma vez mais, atirou-se às FA, manifestando o seu habitual e conhecido amor à instituição militar, tendo por base para a sua diatribe os custos, já conhecidos, e que de facto parecem exorbitantes, e são referentes à recuperação do dito hospital.

Respeitando sempre opinião alheia, e presente que não sei muito sobre estas coisas e concretamente acerca do hospital e do processo político de decisão para o tornar uma retaguarda para COVID-19, ainda assim parece-me que MST mostrou uma vez mais a sua periódica ligeireza e superficialidade de apreciação de certos assuntos. E neste concretamente. É pena, pois em outros temas aprofunda bem as coisas.

Não conheço os números que MST evoca, tenho de presumi-los correctos, vou presumir que ao menos foi verificar isso. Eu não fui.
E ele conclui, e neste aspecto concordo inteiramente com ele, o preço por que fica cada cama é pornográfico. Mas se fossem 30 ou 40 camas em vez das 20 que ele cita, ainda assim, parece-me, estamos perante algo se calhar a roçar uma escandaleira. Mas posso estar a ver mal as coisas.

Tal como no meu caso, a esmagadora maioria dos portugueses está a Leste deste assunto, a esmagadora maioria dos portugueses está a Leste e nem quer saber disto e de tudo o mais correlacionado. Mas não é o meu caso, não aprecio as trafulhices designadamente na máquina do Estado.

Mas, aposto, que a decisão de olhar para aquela velha unidade de saúde militar e mandar recuperá-la tendo em vista objectivos específicos, envolveu todo o governo socialista, concretamente o PM, o ministério da saúde, o ministério da defesa e provavelmente o ministério das finanças.
Aposto, também, que conhecidos departamentos dentro do ministério da defesa (MDN) liderado (???) pelo inenarrável Cravinho Jr estarão bem envolvidos no processo, e não só as FA.
Aposto, ainda, que o mesmo se passará quanto ao Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA).
É que tudo começa no MDN.
As 12 linhas de MST parecem-me superficiais e apenas escritas para tirar a sua conclusão, e sobretudo mostrar o seu habitual sentimento de "grande estima" pelas Forças Armadas nacionais.

E reservo-me até o direito de pensar se, com essas linhas breves e superficiais, MST não esteve afinal a fazer, também, um frete muito conveniente ao actual governo. 

Sobre isto, como cidadão que não suporta ser enganado, e do pouco que foi aparecendo nos OCS, continuo sem respostas para pelo menos as perguntas seguintes:
> Como nasceu a ideia de reactivar o hospital de Belém para tratamento COVID-19? De quem partiu a ideia? Do PM? Do Cravinho Jr? De alguém voluntarioso do Exército? Do almirante que chefia as FA? De quem?
> Partiu de alguém saudosista, militar ou civil, a pôr-se em bicos de pés?
> A decisão para empreender a recuperação do então abandonado hospital foi conjunta, MSaúde/ MDN ?
> Obviamente, terá tido a anuência prévia de António Costa, ou não? 
> Não foi só do MDN/ Cravinho Jr a dar prova de vida depois de em sede do governo se ter discutido a necessidade de preparar o maior número de camas possível para fazer face à COVID-19, pois não ?
> Em qualquer das hipóteses supra, o CEMGFA e o seu EMGFA não foram directamente envolvidos no processo ? Claro que foram, não será verdade? 
> E o Exército ?
> E quem orçamentou e adjudicou a execução das obras ? MDN ? EMGFA ? Exército ? Todos em conjunto ?
> E quem ficou com a responsabilidade de acompanhamento das obras, fiscalização e recepção ?
> Não terá sido tudo tratado, definido, controlado, adjudicado, pela  Direcção-Geral de Recursos da Defesa Nacional, que é um orgão do ministério onde formalmente superintende o sr Cravinho Jr?

Tendo ao longo da vida realizado obras em casa sei bem que, se não se pondera tudo muito bem “ a anteriori”, mais à frente na execução de obras surgem ou podem surgir surpresas. E aumento da despesa.

Não sei se o exagero de custos por aí evidenciados tem alguma justificação em eventuais percalços durante as obras, ou em não ter sido previsto isto ou aquilo. 
Não sei, também, se não terá havido alguém a dar prova de vida e a tentar inverter a situação programada de, a prazo, o dito hospital ir para o município do sr Medina e para a misericórdia de Lisboa.

Mas quer MST, quer outros jornalistas, quer certos políticos, como de costume, quererão culpar exclusivamente as FA pelo assunto escabroso. Frete ao governo, como se nada tivesse a ver com isto, mas  é o governo e particularmente o MDN que têm a ver com isto.


Inocentes neste processo todo não me parece que existam. A começar pelo intrujão-mor.
Já agora, desculparão os meus amigos e leitores/ visitantes, este hospital de Belém não poderia antes ficar agregado ao HFAR melhorando-o, e suprindo valências que actualmente não existirão?. 
Se calhar era mais avisado.......mas é melhor fazer joguinhos e fretes ao sr Medina e a outros comparsas, não é verdade?

Finalmente, creio que vou continuar sentado á espera de resposta às minhas perguntas. 
Sim, porque do PR/ rei que formalmente é o comandante supremo das FA, não há nem um pio sobre este assunto. E não haverá.
Do PM ........dos deputados..........dos partidos........., do CEMGFA.......das associações militares....................
Alguns militares tomaram posição pessoal sobre as palavras de MST, mas as instituições é que se deviam pronunciar-se, para apurar responsabilidades, para elucidar os portugueses, clarificando o assunto e destino do hospital, sobretudo no âmbito do MDN, eventualmente dentro do EMGFA.

Mas, á cautela, vou preparar bastante gelo e duas garrafas, pois temo que vou esperar muitooooooo tempo sentado!!! 
Enquanto estou sentado, verifico que mais importante parece ser anunciar os feitos dos F-16M lá fora. 
Não digo que não seja importante lembrar isto, é aliás meritório e relevante o comportamento e prestação verificados.
Mas acho sempre engraçada a prioridade de assuntos militares a dar a conhecer aos portugueses. 
Julgo perceber.
António Cabral

terça-feira, 1 de setembro de 2020

E EM LISBOA, NÃO TERÁ HAVIDO JÁ COISAS SEMELHANTES, SILENCIADAS?
(do Público online)
O surto de covid-19 que afectou um lar de luxo no Porto, a Residência Montepio, na Rua do Breiner, provocou a morte a 16 pessoas, num universo de 48 infectados (29 utentes e 19 profissionais). Ainda há três pessoas internadas. Os números foram disponibilizados ao PÚBLICO pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, após pedidos insistentes de informação e numa altura em que o PÚBLICO já informara esta autoridade que iria noticiar a morte de 14 das 24 pessoas que tiveram que ser internados.....
E em Lisboa? No passou nada, nada mesmo?.
AC

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

COISAS INTERESSANTES na ALDEIA
- Caminhadas e fotografias. Mas tem estado um calor desgraçado, hoje sexta feira baixou a temperatura 6 graus. Só se pode andar depois de jantar.
- Agora poucas conversas, até porque os aldeãos não estão muito pelos ajustes.
Ainda assim, no café da Rosa, ao ir jogar o Euromilhões, - já viu sr António, o aldrabão que o gajo é ? - sorri e abanei com a cabeça. Interiormente pensei, chamar-lhe isso é pouco. 
- Quanto à COVID-19, por aqui andam muito inquietos, pois sempre aparecem uns quantos espanhóis sabendo-se, por exemplo, que a vila de Alcântara aqui bem perto está quase com cordão sanitário.
- É sempre muito interessante ter de desentupir esgoto de lava-louças, de facto, as coisas não são eternas e, quando o cuidado com a louça é mais deficiente (falha de detritos fora e gorduras antes de máquina ou lava-loiça) ao fim de uns anos - desentope António!
AC

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

O  QUE  FAZ  LEMBRAR  ISTO ?
Esta fotografia, tirada ao passar por uma aldeia em Trás-os-Montes, faz-me lembrar António Costa e os seus ministros.
Ele, que é o responsável pelo governo, que devia coordenar as actividades dos ministros particularmente quando mais do que um ministério tem tutela sobre uma área ou instituição ou assunto, é o que pedala à frente, enquanto os tristes vão atrás sempre pequeninos e adorando o grande líder.
Mas ele coordena é as passeatas pelo país e vai ás reuniões de 5ª Feira.
E em conjunto fazem muita porcaria, como os jornais vão noticiando nos últimos dias, desde logo por inépcia e incompetência de alguns ministros, mas Costa sempre a nada coordenar e nunca abre o bico, cada ministro diz o que lhe apetece, por vezes entrevistas patéticas, sempre como se nada fosse com ele.
Reparem que olha em frente e para a roda.
Por baixo deles vai acumulando-se a trampa.
Pensem no caso dos lares.
AC

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

A FESTA do AVANTE
Como em tudo o mais, também quanto a esta festa anual as opiniões são variadas, diferentes, mas todas devem ser respeitadas.
Concorde-se, ou discorde-se.
No meu caso, discordo da esmagadora maioria.
Nunca votei no PCP e duvido que alguma vez o venha a fazer. Discordo liminarmente de muitas coisas e posições do PCP, e de tudo o mais à sua esquerda. 
Isto dito, parece que é um facto que as receitas anualmente obtidas na festa do Avante são uma das maiores fontes financeiras do partido. Por esta razão, compreende-se bem que o PCP tudo faça para levar avante a realização do evento mesmo em modo COVID.

Outro facto para mim evidente, certos meninos e meninas das juventudes direitistas e mesmo das franjas nazis (porque as há), se pudessem nunca haveria festas e comícios nem do PCP, nem BE nem PS etc.
Para não ser muito ordinário, uns tolinhos. Alguém que lhes explique o que é democracia, e lhes leia a CRP.
Outro facto bem identificado, e até em certos blogues, a irritação contra certas pessoas como Marques Mendes (discordo da maioria dos seus bitaites), por claramente dizerem que a decisão de se autorizar a dita festa é inacreditável.
É mais uma das muitas opiniões sobre o tema, que deve ser respeitada, mas a esquerdalhada só aceita divergências com matizes de esquerda.
Neste caso como em muitos outros, muito irritantes para esquerdalhada ou muito irritantes para direitalha, chovem as patéticas petições e só falta avançarem com impugnações junto de tribunais.

Enfim, do meu modesto ponto de vista, tudo um nojo.
Digo-o porque, para mim, são claros os seguintes aspectos:
> Marcelo e Costa têm sempre as pernitas a tremer sempre que alguma coisa possa ser considerada uma afronta ao PCP e, portanto, fazem tudo para agradar ao tio Jerónimo, até porque as eleições se aproximam.
> Parece-me que a ministra Temido está a ensaiar alguma limitação do nº de pessoas no recinto da festa. Compreensível.
> Nisto tudo à volta da festa há, obviamente, o aproveitar da coisa para frenesim e histeria política, as mais das vezes patético, incongruente, lastimável, e sempre com os contorcionistas do costume a dançarem mal, incluindo Marcelo e Costa.
> Para mim, quer o passado 1º de Maio (lembro as posteriores e patéticas declarações de aparente surpresa de Marcelo) quer agora a festa do Avante, não têm de ser apreciadas por razões políticas.
Tudo na época pandémica que vivemos deve ser apreciado pelo interesse público no plano da saúde.
> E é aqui que a porca torce o rabo, para mim, naturalmente. São lastimáveis as constantes e contraditórias orientações da DGS, e certas restrições e proibições.
A incompreensível discrepância de critérios é para mim o cerne da questão. 
Discrepância de critérios, para a festa do Avante, para o 1º de Maio, para as festinhas no Campo Pequeno com os amigos dos titulares de orgãos de soberania, para os espaços públicos, para os transportes, para as touradas, para os bares e discotecas, para salas de espectáculos, para todo o funcionamento da vida em sociedade.

A gritaria de certos meninos ditos de direita não passa de estúpida, e,  os esquerdalhos que a este propósito lembram os cortes na saúde (de há muito, mas também muito feitos pelas geringonças), não passam igualmente de gente com gritaria estúpida.

Todos andam a fingir ser civilizados e andam a desopilar.
Tome-se juízo, e determinem-se critérios coerentes e claros para todas as actividades em sociedade, tendo sempre presente o interesse público, no plano da saúde.

Porque não se pode realizar a festa do Avante?  
E as peregrinações no Norte? 
E as feiras tradicionais? 
REGRAS COERENTES, claras, para tudo, caramba!
Era importante tomarem definitivamente juízo, em Belém, e em SBento, e determinarem ao ministério da saúde que tome juízo.
E trabalhe como deve ser.
António Cabral (AC)

sábado, 1 de agosto de 2020

PEQUENOS DETALHES da DEMOCRACIA
Estive 10 dias fruindo o estupendo Sol, temperaturas um pouco altas mas gostosas particularmente nas caminhadas no areal com intermitências de mergulho refrescante, água oscilando entre 23 e 24 ºC, quase sempre nos 24.
Apesar de os ter levado comigo, telemóvel nunca funcionou fora do âmbito familiar, não atendi chamadas de outrem, caixa de correio eletrónico não consultada. Quanto a TV quase não houve. Jornais não comprei, até porque era deitar dinheiro fora.
Isto dito, ando agora a rever jornais e revistas pela NET, ontem abri a cx de correio, e tenho andado a usar a tecnologia para visualizar nas TV o que é ainda possível sete dias atrás, e pode valer a pena, mesmo sendo do âmbito da mais pura parvoíce, para dizer o mínimo.

Vem isto a propósito do actual ditadorzeco da Madeira.
No passado tivemos décadas do ditador Alberto João que, como todos nós, tem defeitos e qualidades. Transformou a Madeira para muito melhor, embora os custos disso e as dívidas inerentes nunca tenham sido clarificadas. E os processos.
Mas agora, o seu sucessor, a propósito da COVID, quer impor que todas as pessoas andem de máscara mesmo na rua.

Eu não sou constitucionalista mas, cheira-me, que pode haver nisto uma coisinha de alguma inconstitucionalidade.
É que sendo uma decisão política relacionada com a epidemia, uma questão de proteção, uma questão de saúde pública, ainda assim não existe aqui um contorno de direitos e liberdades dos cidadãos?
Não haverá aqui da parte do ditadorzeco Madeirense um afrontar de prerrogativas, por exemplo, da Assembleia da República?

Eu atrevo-me a pensar que é capaz de haver aqui um berbicacho, mas passível de ser considerado menor por parte de António Costa e de Marcelo Rebelo de Sousa, que pensam sobretudo nas sondagens e nas suas eleições.
Creio que há matéria para termos um festival de parvoíces e de politicamente correcto, e de descarada ausência de vergonha na cara.
Aguardemos.
AC

sexta-feira, 31 de julho de 2020

COVID-19, e as criaturas que nos LIXAM
Escreve quem sabe e de fonte segura, ...... (Bold e cores da minha responsabilidade)

Para mim, o Covid tornou-se um não-assunto, que me impacienta, do qual não consigo falar sem amargura, porque matou a minha fé na bondade de muita gente que eu prezava. Não consigo continuar focado em menos de 5 mortes por dia, num país em que morrem em média, por dia: 10 pessoas por complicações de diabetes, 12 por enfarte de miocárdio agudo e rapidamente fatal, 15 por pneumonias não-Covid, 20 por outras doenças respiratórias não-infecciosas, 20 por doença cardíaca isquémica, 30 por outras doenças cardiovasculares, mais outras 30 só por AVCs, e 80 por cancro (e vão subir bastante, todas elas, podem ficar tranquilos quanto a isso).

O modo como tanta gente desvaloriza esses números, e ao mesmo tempo valoriza o Covid, radica numa enorme susceptibilidade à manipulação de massas e numa falta de inteligência emocional, uma ausência de amor ao próximo que me entristece e repugna. O modo como vejo muitos médicos (não) actuar e (não) tratar os doentes é revoltante e é a negação dos princípios mais básicos que prometeram seguir. Mas sei que dizer tudo isto é inútil e desnecessário. Todas as palavras acerca do Covid são inúteis e desnecessárias, porque cada um constrói a sua própria verdade e desenha o seu próprio rumo, o seu próprio Norte, ou o seu próprio desnorte. 
Pedro Girão, médico Anestesista.
AC

Portanto, neste "campeonato" temos então, em média:

COVID - 5
OUTROS - 217 
CALAMIDADES.  COVID-19.
A este propósito e, por exemplo, quando se olha ao concelho de Sintra, ou se percorre o IC-19, e se ponderam as notícias sobre o conselho de Sintra e as localidades em redor até aos limites de Lisboa, Cascais, e outros, é sempre interessante observar o presente sob diferentes perspectivas, dificuldades, deficiências, atrasos, problemas, e ir visitar o passado não muito distante, e comparar.
Um exemplo, acerca de Sintra, finais anos 60 e anos 70 a 74 do século passado.
É só meditar, sobre as diferenças abissais........
AC 

terça-feira, 28 de julho de 2020

A  ALARVE  INCONSCIÊNCIA
A água aqui na praia continua nuns fantásticos 24 º C
Não sei se será isso que contribui para uma séria de parvalhões e parvalhonas estarem deitados no areal frente a frente, cabeça com cabeça, creio que entre as cabeças não caberia uma bola de futebol.
AC

domingo, 26 de julho de 2020

IMPRESSÕES do ALGARVE
Já se sabe, cada cabeça sua sentença.
E, repetindo-me, respeito sempre as opiniões diversas, divergentes.
Isto dito, ao sétimo dia de uma programada estadia mais prolongada que espero conseguir cumprir, partilho algumas impressões.
> A autoestrada Algarvia, no troço que vira para V.R. S. António depois de se sair da A2, continua com enormes quilómetros que são uma vergonha quanto ao estado do piso.
> As praias de Altura e Verde estão exactamente no mesmo sítio. A tal sinalização quanto à percentagem de ocupação do areal ou estou cegueta ou muito distraído, mas não vi.
> A minha impressão é de que há muita gente nas praias, mesmo nos passados dias da semana. Confesso que tenho a sensação de estarem por cá meia dúzia de espanhóis e pouco mais. É a sensação que tenho depois das minhas caminhadas pelos areais (sempre > 5 km) e observando as pessoas no hotel e em alguns dos restaurantes da zona.
> No hotel confessaram-me que a ocupação superou/ está a superar largamente as expectativas iniciais. Mas também me confessaram grande apreensão após Setembro.
> A pandemia alterou radicalmente a vida no hotel. 
> Num restaurante, aqui mesmo perto do hotel que escolhemos pelo sexto ano consecutivo, jantar de ontem, uma jovem família portuguesa, dois rapazes talvez entre os 9 e 12 anos, pais jovens, a mãe amarrecada, queixo quase junto à mesa, talher quase parado a boca a ir buscar a comida. O pai, mais ou menos direito, de vez em quando sorvendo ruidosamente a comida. Os rapazes comendo em conformidade com a linda postura e educação recebido dos progenitores, enquanto mastigavam ruidosamente ao mesmo tempo vendo jogos e filmes nos telemóveis.
Um quadro elucidativo do que com elevada probabilidade será a sociedade portuguesa daqui a 20/ 25 anos.
> O jantar de ontem no tal restaurante estava muito bom, mas a pandemia não atenuou o “preço” das entradas de amêijoas à Bulhão Pato, por sinal muito bem confeccionadas e bem apetitosas. Como éramos sete, doses várias de amêijoas aliás bem fornecidas aterraram na mesa pelo que, com tudo o resto do magnífico jantar incluindo um Valado Branco fantástico, a conta também veio muito bem fornecida. Mas há que aproveitar família e amigos e o COVID-19 que se dane!!
> A pandemia alterou completamente a logística do hotel. O muito bom “bufete” de antigamente.............
Vem tudo em doses, e as alternativas são mais limitadas.
> A logística visível por causa da pandemia deixa descanso. Até noite dentro dei com uma senhora combatendo o COVID-19 nos elevadores.
> Comparando com o ano passado, e refiro-me aqui à zona onde estou, este ano vejo muitos anúncios de arrendamento de vivendas, o que me sugere uma grande ausência de estrangeiros.
AC