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domingo, 11 de outubro de 2020

 O CADA VEZ MAIS LASTIMÁVEL JORNALISMO TUGA

O inquilino em Belém arenga todos os dias.

Todos os dias, sobre tudo..........bem, sobre tudo.........não é bem assim, cala-se sobre muita coisa que o pode prejudicar olhando Janeiro.

Agora no Gerês afirmou a confiança no SNS e mais que isso, no SISTEMA nacional de saúde, para lá do Serviço Nacional de Saúde.

E resolveu dizer que está a ser utilizado o hospital das Forças Armadas em Lisboa (HFAR). Pelo que li nos jornais o hospital de Loures enviou 2 doentes COVID para o hospital militar.

Não há uma alminha que pergunte a Marcelo - Sr Presidente, sabe qual é a capacidade do HFAR para doentes COVID?

E para cuidados intensivos?

Não há um jornalista que aperte estes “tipos” com perguntas concretas, assertivas. Claro, não convém incomodá-los.

AC

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Jornalista MST, FA, Governo, Pandemia, Hospital Militar em Belém,... o costume.......
Há anos, cada ramo das Forças Armadas (FA) tinha um hospital próprio, o que se percebia, pois era fundamentalmente uma herança dos tempos da guerra em África. Herança que persistiu, tendo o Exército mais do que um hospital, em Lisboa dois, um deles o de Belém, há muito desactivado desde que existe a funcionar o das FA (HFAR).  
No presente existe portanto o HFAR, que essencialmente tanto quanto sei teve por base o anterior hospital da Força Aérea.
Dizem-me que, no início do HFAR, as coisas não correram nada bem, dizem-me que estão melhor, mas igualmente me acrescentaram que tem poucas valências, e que subsistem diferentes limitações. Adiante.
Sobre este hospital de Belém alguma coisa se tem escrito e dito, designadamente desde que, com a pandemia COVID-19, alguém teve a ideia de o reabilitar para se arranjarem mais camas para tratamento de doentes COVID-19. Mas persistem nebulosas.

No Expresso do passado 22 de Agosto, o jornalista Miguel Sousa Tavares (MST), uma vez mais, atirou-se às FA, manifestando o seu habitual e conhecido amor à instituição militar, tendo por base para a sua diatribe os custos, já conhecidos, e que de facto parecem exorbitantes, e são referentes à recuperação do dito hospital.

Respeitando sempre opinião alheia, e presente que não sei muito sobre estas coisas e concretamente acerca do hospital e do processo político de decisão para o tornar uma retaguarda para COVID-19, ainda assim parece-me que MST mostrou uma vez mais a sua periódica ligeireza e superficialidade de apreciação de certos assuntos. E neste concretamente. É pena, pois em outros temas aprofunda bem as coisas.

Não conheço os números que MST evoca, tenho de presumi-los correctos, vou presumir que ao menos foi verificar isso. Eu não fui.
E ele conclui, e neste aspecto concordo inteiramente com ele, o preço por que fica cada cama é pornográfico. Mas se fossem 30 ou 40 camas em vez das 20 que ele cita, ainda assim, parece-me, estamos perante algo se calhar a roçar uma escandaleira. Mas posso estar a ver mal as coisas.

Tal como no meu caso, a esmagadora maioria dos portugueses está a Leste deste assunto, a esmagadora maioria dos portugueses está a Leste e nem quer saber disto e de tudo o mais correlacionado. Mas não é o meu caso, não aprecio as trafulhices designadamente na máquina do Estado.

Mas, aposto, que a decisão de olhar para aquela velha unidade de saúde militar e mandar recuperá-la tendo em vista objectivos específicos, envolveu todo o governo socialista, concretamente o PM, o ministério da saúde, o ministério da defesa e provavelmente o ministério das finanças.
Aposto, também, que conhecidos departamentos dentro do ministério da defesa (MDN) liderado (???) pelo inenarrável Cravinho Jr estarão bem envolvidos no processo, e não só as FA.
Aposto, ainda, que o mesmo se passará quanto ao Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA).
É que tudo começa no MDN.
As 12 linhas de MST parecem-me superficiais e apenas escritas para tirar a sua conclusão, e sobretudo mostrar o seu habitual sentimento de "grande estima" pelas Forças Armadas nacionais.

E reservo-me até o direito de pensar se, com essas linhas breves e superficiais, MST não esteve afinal a fazer, também, um frete muito conveniente ao actual governo. 

Sobre isto, como cidadão que não suporta ser enganado, e do pouco que foi aparecendo nos OCS, continuo sem respostas para pelo menos as perguntas seguintes:
> Como nasceu a ideia de reactivar o hospital de Belém para tratamento COVID-19? De quem partiu a ideia? Do PM? Do Cravinho Jr? De alguém voluntarioso do Exército? Do almirante que chefia as FA? De quem?
> Partiu de alguém saudosista, militar ou civil, a pôr-se em bicos de pés?
> A decisão para empreender a recuperação do então abandonado hospital foi conjunta, MSaúde/ MDN ?
> Obviamente, terá tido a anuência prévia de António Costa, ou não? 
> Não foi só do MDN/ Cravinho Jr a dar prova de vida depois de em sede do governo se ter discutido a necessidade de preparar o maior número de camas possível para fazer face à COVID-19, pois não ?
> Em qualquer das hipóteses supra, o CEMGFA e o seu EMGFA não foram directamente envolvidos no processo ? Claro que foram, não será verdade? 
> E o Exército ?
> E quem orçamentou e adjudicou a execução das obras ? MDN ? EMGFA ? Exército ? Todos em conjunto ?
> E quem ficou com a responsabilidade de acompanhamento das obras, fiscalização e recepção ?
> Não terá sido tudo tratado, definido, controlado, adjudicado, pela  Direcção-Geral de Recursos da Defesa Nacional, que é um orgão do ministério onde formalmente superintende o sr Cravinho Jr?

Tendo ao longo da vida realizado obras em casa sei bem que, se não se pondera tudo muito bem “ a anteriori”, mais à frente na execução de obras surgem ou podem surgir surpresas. E aumento da despesa.

Não sei se o exagero de custos por aí evidenciados tem alguma justificação em eventuais percalços durante as obras, ou em não ter sido previsto isto ou aquilo. 
Não sei, também, se não terá havido alguém a dar prova de vida e a tentar inverter a situação programada de, a prazo, o dito hospital ir para o município do sr Medina e para a misericórdia de Lisboa.

Mas quer MST, quer outros jornalistas, quer certos políticos, como de costume, quererão culpar exclusivamente as FA pelo assunto escabroso. Frete ao governo, como se nada tivesse a ver com isto, mas  é o governo e particularmente o MDN que têm a ver com isto.


Inocentes neste processo todo não me parece que existam. A começar pelo intrujão-mor.
Já agora, desculparão os meus amigos e leitores/ visitantes, este hospital de Belém não poderia antes ficar agregado ao HFAR melhorando-o, e suprindo valências que actualmente não existirão?. 
Se calhar era mais avisado.......mas é melhor fazer joguinhos e fretes ao sr Medina e a outros comparsas, não é verdade?

Finalmente, creio que vou continuar sentado á espera de resposta às minhas perguntas. 
Sim, porque do PR/ rei que formalmente é o comandante supremo das FA, não há nem um pio sobre este assunto. E não haverá.
Do PM ........dos deputados..........dos partidos........., do CEMGFA.......das associações militares....................
Alguns militares tomaram posição pessoal sobre as palavras de MST, mas as instituições é que se deviam pronunciar-se, para apurar responsabilidades, para elucidar os portugueses, clarificando o assunto e destino do hospital, sobretudo no âmbito do MDN, eventualmente dentro do EMGFA.

Mas, á cautela, vou preparar bastante gelo e duas garrafas, pois temo que vou esperar muitooooooo tempo sentado!!! 
Enquanto estou sentado, verifico que mais importante parece ser anunciar os feitos dos F-16M lá fora. 
Não digo que não seja importante lembrar isto, é aliás meritório e relevante o comportamento e prestação verificados.
Mas acho sempre engraçada a prioridade de assuntos militares a dar a conhecer aos portugueses. 
Julgo perceber.
António Cabral

sexta-feira, 27 de março de 2020

AI  COVID - 19,  a  MUDARES GENERAIS
O useiro e vezeiro em constantemente aldrabar, teve há tempos  uma saída mais ou menos assim - em tempo de guerra não se mudam generais.
Pouco tinha passado deste regurgitar, foi mudado um "general civil" na área da saúde, houve depois umas lamúrias é certo mas, como sempre acontece nestas coisas, nada ficou claro aos olhos do cidadão comum - porque raio saiu o homem.
Seguiu-se outra mudança, foi exonerado há poucos dias o director do hospital das Forças Armadas e, até agora, na senda habitual nestas coisas e sobretudo quando certas criaturas de ego enorme estão envolvidas, também nada se percebeu do porquê de uma exoneração 4 ou 5 meses depois do homem ter assumido o cargo.
Conjecturar é, portanto, naturalmente legítimo. 
Ainda que, de acordo com certos jornalistas tidos por si próprios como algo acima de todos, no presente não se devam dizer as coisas publicamente, antes no recato, ao ouvido, tal como suponho aconteceu em muitos edifícios e gabinetes diferentes no âmbito da telenovela Tancos. E depois, claro, ninguém soube ou foi informado de nada.
Voltando ás exonerações, estes casos são apenas mais dois dos muitos que ao longo dos anos elucidam crescentemente a transparência da nossa vida democrática.
Será de compreender que para alguns as exonerações tenham contornos estranhos ou pelo menos peculiares, é aliás o meu caso, podendo porventura  dizer-se que, se não foram lamentáveis, talvez ao menos pudessem ter sido adiadas dada a presente conjuntura, tal como aliás definido pelo grande líder.
Quer no caso na saúde quer no do hospital militar, parece corresponder à realidade que os recursos atribuídos e a atribuir ás organizações em causa seriam considerados muito escassos. Se isso foi repetidamente reiterado pelos exonerados ah, então pode perceber-se as exonerações sobretudo conhecendo-se certas melífluas criaturas.
Outra hipótese, é a de que os exonerados eram mesmo umas grandes encomendas. 
A ser assim, no caso do civil levaram muito tempo a verificar isso, 
no caso do militar foi muito mais rápido.
O que se passou de facto? Nada se sabe e, assim, as suspeições são mais que legítimas.
Ah sr Cabral, deixe essas dores de cabeça para os políticos civis e militares, eles é que se preocupam com estas coisas coitados, estas coisas não devem preocupar os espíritos dos cidadãos comuns, não se apoquente sr Cabral, é a democracia a funcionar!!!!!!! É o normal e regular funcionamento das instituições pois, caso contrário, o Presidente e o comandante supremo das forças armadas estariam atentos.
AC

Melífluo - diz-se da voz, do gesto, da atitude repassada de doçura de quem pretende insinuar-se

terça-feira, 22 de novembro de 2016

AINDA a PROPÓSITO de, COMANDOS, EXÉRCITO, FORÇAS ARMADAS,  DEFESA NACIONAL e
a talhe de foice, a propósito do Ministério Público (MP) e dos jornalistas, muito dos quais apenas verdadeiros pés de microfone.
Em Setembro passado, durante um curso de formação para "comandos", faleceram dois instruendos.  Já vi escrito que foi um incidente/ acidente. Infeliz forma de designar uma tragédia humana. Desde aí muita coisa se tem dito e escrito. 

O porta-voz do gabinete do General CEME (na minha opinião poucas vezes bem), o formalmente designado Ministro da Defesa Nacional, o General Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), o Comandante Supremo das Forças Armadas, a AOFA, vários oficiais designadamente do Exército na reserva e na reforma, e jornalistas, onde se destaca pelos piores motivos a jornalista da RTP1 Sandra Felgueiras (quem sai aos seus não é de "Genebra"). 


Há dias, qual cereja bolorenta em cima de bolo podre, a magistrada do MP encarregue do caso veio a terreiro, com um despacho que se me afigura inqualificável nos termos. 

A meu ver, também a PJ Militar poderá não ter andado muito bem. Porque me parece que para ouvir militares, ouvir as versões deles, não é preciso prender, e estou-me borrifando para se foi essa a indicação da tal magistrada. 
Na minha vida activa, nunca me mandaram atirar-me de uma janela ou matar o chefe máximo da organização mas, se tal me tivesse algum dia sido ordenado, não o faria, independentemente das consequências.  Tal como na guerra na Guiné, 1971/1973, nunca cometi atrocidades, nem incitei outros a que o fizessem.

Voltando ao assunto, apesar de Portugal estar com cada vez mais sinais de insanidade, estou em crer que um militar se apresentará sempre com guia de marcha na mão, onde quer que lhe seja determinado. NÃO FOGE!!!  NÃO ME PARECE QUE TENHA DE SER PRESO PARA SER LEVADO A UM JUIZ.

Mas a isto a chefia do Exército, que se saiba, disse nada, nada se indignou. Da parte do MDN também nada, que se saiba, talvez por ser o tal factor humano que a criatura tanto evoca.
Parece até haver quem possa entender normal que seja dada ordem de prisão por alta hierarquia militar, "tudo nos conformes", em vez dessa alta hierarquia passar guia de marcha para os militares em causa irem onde era devido com ou sem a companhia da PJMilitar, mas sem irem na situação degradante de detidos/ presos. Antes de serem interrogados, por quem por lei o pode e deve fazer. Mas sou eu que estou a ver mal a coisa, de certeza.

A selecção, treino, formação, das forças especiais é certamente, cá como em muitos países, coisa nada fácil. 

Com exigências no plano físico, psíquico, mental, muito acima da média do estipulado para outros cursos e formação militares.
É sempre complicado falar-se sobre o que pouco se conhece.
Mas a fazer fé nos OCS (e eu faço sempre muito pouco) a magistrada do MP terá feito um despacho com terminologia e considerações que eu quase apostava pouco ou nada têm a ver com os factos já eventualmente apurados.  
Para certas atitudes há sempre explicações possíveis no quadro das patologias!!  

A justiça portuguesa está, cada vez mais, uma vergonha, que apenas os donos das escolas de Coimbra e Lisboa clamam como das melhores do mundo, acolitados que são sempre por desavergonhados senhores/ colaboradores de certos escritórios e lojas.

A banditagem toda anda aí à solta, há anos, refastelada nas suas quintas dos arredores das grandes cidades, ou divulgando livros, ou conseguindo mais rendas do Estado por seis anos, ou mais, mas depois temos estes tristes espectáculos a anestesiar a populaça.
"Vêem como a justiça é célere e actua"?
O ridículo disto tudo é que o juiz se esteve aparentemente borrifando para o palavreado da magistrada do MP. E ainda bem.
Claro que se dirá "é o sistema de justiça a funcionar". POIS!

Mas voltando agora à parte militar, continuo com muitas dúvidas, e imagino que possam ser similares às de outros concidadãos:

- resultados dos processos de averiguações internas, no Exército? Não se pode saber, é segredo? Continuem assim que no futuro cada vez mais haverá achincalhamento na praça pública.
- no Exército não há inspeções, chefiadas por oficial general? A culpa parou em Tenente-Coronel? Estranho, ou não será?
- no passado já houve tragédias humanas similares, creio. Consequências? Porque não são divulgadas estas coisas?
Ou a democratização e a transparência são apenas retórica?

Tal como num qualquer acidente/ desastre, o resultado é sempre consequência de uma acumulação de vários factores.

1º factor - Quem conheça alguma coisa de Forças Armadas e cultura castrense, mesmo hoje em dia pode ficar com dúvidas se, na tragédia em causa, não houve de facto excessos inadmissíveis. 
2º factor - Que sistema logístico-sanitário? Existia ou não existia, testado, para acudir a quem viesse a precisar?
3º factor - O socorro suplementar, querendo com isto dizer que, para um local tão perto da Base Aérea do Montijo, tão perto da Ponte Vasco da Gama, tão perto de várias corporações de bombeiros e ambulâncias INEM, talvez se deva vir a saber se estava ou não estava previsto e treinado, um socorro adicional imediato em caso de emergência.

O trágico é que morreram dois seres humanos.
Inaceitável o achincalhamento  mediático que mansamente se vem pondo em cima das Forças Armadas e, dado o seu silêncio, parece que com uma certa passividade do governo e do Comandante Supremo das Forças Armadas.
Não houve já em tudo isto desproporção de atitudes e medidas decididas antes de se ouvir os militares? Pela decisão do juiz, parece-me que houve. Que pensar do silêncio ensurdecedor do ministro da Defesa Nacional e do Comandante Supremo das Forças Armadas?  Mas estou errado, certamente.
Quanto ás chefias militares, CEMGFA e CEME, o costume.
Ah, dirão vários, estas coisas da justiça têm o seu tempo, os seus processos e, por outro lado, os militares são sempre muito sigilosos, reservados. Será, mas se assim continuarem, se assim quiserem continuar a fazer e a calar, não se admirem.
Não se admirem, com continuados insultos, com achincalhamentos, com cada vez menos voluntários para as Forças Armadas.

Finalmente, a propósito desta tragédia, tem havido quem tenha trazido à colação o Hospital das Forças Armadas (HFAR).
Não o conheço, nunca lá fui.
Conheço descrições várias sobre o que por lá se passará, sobre as demoras, as dificuldades, e tenho alguma noção da lamentável génese da coisa decorrente da destruição dos hospitais militares antes existentes.
Isto dito, tenho-me apercebido que existem pessoas que clamam que o HFAR nada tem a ver com a tragédia, enquanto outras afirmam o oposto. Parece que o director do HFAR nunca foi entrevistado, terá sido alguém abaixo dele.
Não sei a que ponto o HFAR deva ou não ser chamado à colação. Mas uma coisa parece clara, parece iniludível: o HFAR tudo aponta nesse sentido, é uma coisa doente, e o nível de tratamento a doentes militares e seus familiares não parece estar nada bem. Não creio que isto deva ser escamoteado, escondido.

O trágico disto é que me sugere haver, em todos os silêncios de todo o lado - nas tiradas grandiloquentes do Comandante Supremo das Forças Armadas e para baixo na cadeia hierárquica, nos insultos, nas persporrências, nos corporativismos - um esquecimento, um pequenino detalhe: MORRERAM DUAS PESSOAS.
Tudo devia estar a acontecer e a processar-se com rigor e correção, com cuidada contenção, sem espectáculo, tendo isso bem presente, e no sentido de se apurar a verdade o mais rápido possível, de se tirarem consequências, de se punir quem se provar que o merece mas não apenas os "pequeninos" pois há certamente responsáveis pela hierarquia acima. E procurar evitar novas tragédias.
Mas não, indignidade atrás de indignidade. 
Completo desrespeito por quem foi Vitimado.
É o que temos. Eles não mereciam.
Muitos de nós não merecemos esta podridão que alastra, com o silêncio conivente da maioria dos concidadãos, anestesiados com folclores mediáticos, com telenovelas, com autocarros de gente do futebol a sair ou chegar aos estádios ou hotéis em directos pelas TV, com galos no Terreiro do Paço, com Summits, com palhaçadas constantes.
É o que temos, mas nem todos o merecemos.
AC