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quinta-feira, 4 de abril de 2024

Ai . . . . que já não ligam ao RESPEITINHO!

Li no JN que o ex-secretário de Estado da Saúde Lacerda Sales criticou o facto da Inspecção Geral da Saúde no caso das gémeas luso-brasileiras ter dado maior valor às palavras da sua secretária pessoal do que às suas declarações.

Este senhor, como muitos outros e, curiosamente, imensos socialistas, têm periodicamente grandes irritações porque se coloca em dúvida ou mesmo em causa a sua palavra.

Esta gente sempre arrepiada com o "fassssismo" adora que se mantenham certos comportamentos serôdios dessa lamentável época.
Apreciam muito o respeitinho serôdio, eles garantem e pronto nada de se duvidar da palavra de suas "insulências"! 

Até a minha muito idosa vizinha na aldeia me dizia quando há meses se falou do caso das gémeas - oh sr António, então não se está mesmo a ver que deve ter havido ali grande trafulhice, desde o Marcelo aos da saúde, então não se está mesmo a ver que nunca nenhuma secretária ou assessora contactaria o hospital de Santa Maria por sua exclusiva responsabilidade?

E não é que eu concordo com a minha vizinha?
AC
GÉMEAS e . . . . . CHEGA
Aqui sentado, perto da lareira, acabo de me aperceber que o caso das gémeas, que já estava a mexer de novo depois do relatório da inspecção da saúde, vai mexer mais.
Aí está Ventura no seu melhor 😡

Posso estar completamente  enganado mas creio que André Ventura está mais do que decidido a tentar entalar Marcelo (muito mal no estranho processo), como a entalar o PSD.

Posso estar enganado, mas duvido que o PSD venha aprovar uma comissão de inquérito tal como o PS por razões óbvias.
Claro que Ventura virá publicamente gritar - portugueses, estão a ver, vocês com listas de espera e sem médicos de família e depois passa-se isto que envolveu desde a Presidência até ao governo anterior e não nos querem deixar apurar a verdade!

O que não é mentira!
Mais uma telenovela à vista!
AC

domingo, 9 de maio de 2021

O  POPULISMO  BACOCO e  a  REALIDADE

Alguns entendem, e no plano dos princípios isso é o correcto, que se não deve ser demasiado crispado publicamente em relação aos titulares de órgãos de soberania. Mas está a chegar-se ao ponto de se querer o respeitinho porque sim, como antigamente, independentemente de tudo o que acontece na sociedade, independentemente de se servirem em vez de exercerem o serviço à sociedade.

Eu concordo com este entendimento de princípio, e em determinada ocasião dei até a mão à palmatória por me ter excedido um pouco na linguagem. Embora eu tivesse razão. A ira não deverá ser, em princípio, justificação para linguagem mais crispada e violenta na adjectivação.

Mas o tempo vai passando e como já bem retratado - "ele sempre foi assim, muito simpático, inteligente, capaz de actuar bem em cada momento. Talvez já não capaz de actuar  de uma forma persistente e continuada. Prosseguindo um objectivo, levando-o até ao fim".

E isto, a retórica constante e populista, muitas vezes quase oca, falando para os portugueses como se fossemos todos brutinhos ou tontinhos, não começa a cansar, senão mesmo a desesperar?

Pessoalmente estou já farto, cansado, desesperado por me falarem como persistem estes titulares de órgãos de soberania, Presidente, deputados, governantes, juizes, como se as realidades condissessem com o que diariamente nos bombardeiam através da retórica populista, mentirosa, desligada da realidade e dos problemas concretos das famílias.

E sempre à procura das acções de outros no passado para justificar a podridão que grassa genericamente, podridão em que vivem e alimentam, como se não governassem desde 2015 ou não presidisse desde 2016.

Clamam sempre pela transparência, pelo serviço e apoio ao cidadão mas, quando o cidadão quer perceber certas coisas, quando o cidadão se dirige aos serviços e instituições publicas, aí a realidade é bem o oposto do apregoado por suas Excelências.

Do passado, concretamente desde 1971, tenho um historial relevante de embates contra o Estado e instituições diversas, concretamente, o fisco (IMI, IRS, Sisa), banca nacional, seguradoras, GNR, PSP, EMEL, câmaras municipais, juntas de freguesia, farmácias, hospitais. No presente, devido à situação da minha (jovem de quase 96) mãe, mais que lúcida e a viver num lar há dois anos por sua decisão, ando há semanas a falar com o lar e em contactos com a Direcção Geral de Saúde (DGS), a Administração Regional de Lisboa e Vale do Tejo e a delegada de saúde da cidade onde vivo. Melhor, e mais bem dito, ando a formalmente solicitar a estas instituições esclarecimentos e recebo o silêncio tumular. O desprezo absoluto para com o cidadão comum. 

E os esclarecimentos que solicito é para perceber e tentar desbloquear a situação presente, em que um Presidente da República na senda populista imprudente do costume diz publicamente que os idosos já podem sair dos lares, em que a DGS elaborou uma orientação sobre este assunto e que actualizou em 17 de Abril passado, e em que explicita que, na fase actual da pandemia um idoso poderá sair do Lar cumpridas que sejam todas as normas actuais  sanitárias em vigor e, uma vez que estão todos os utentes vacinados tal como todos os funcionários do Lar, a saída do idoso e posterior regresso ao Lar em menos de 24 horas não o obriga já a isolamento nem a testagem.

A verborreia populista imprudente e desprovida de conhecimento das coisas na realidade concreta, criou nas cabeças dos idosos com boa saúde mental uma ideia que em nada corresponde à realidade, sei-o bem pelo meu caso concreto, a minha mãe que, naturalmente, ficou e está furiosa porque no Lar nada se alterou. Continua a não haver saídas nem visitas como antes da pandemia. Isto passa-se numa esmagadora maioria de lares, como há poucos dias foi reconhecido e publicitado no "Público" pelas vozes dos dirigentes das IPSS. A realidade é que a orientação da DGS é formalmente do conhecimento do LAR mas a instituição entendeu pedir um parecer à delegação de saúde da zona. Um parecer! Na prática, a orientação da DGS não é cumprida através de artimanhas. Isto faz sentido?

Indo à legislação diversa no âmbito do Ministério da Saúde, o cidadão comum fica com uma ideia de hierarquias entre os diferentes departamentos e organismos. Mas a realidade é outra, parece que há muita autonomia, até porque quem está nas Administrações Regionais de Saúde (ARS) tem cartão político. Na realidade da vida concreta, ninguém responde ao cidadão, ninguém esclarece e já lá vão semanas, e a noção que tenho, agora até por contactos pessoais privilegiados, parece que na prática ARSLVT e delegações de saúde fazem o que querem ou pelo menos assim parece. Até ao presente tenho o ensurdecedor ruído do silêncio. Os poderzinhos funcionais no seu melhor. A orientação da DGS sobre a saída dos idosos por menos de 24 horas deve ter ido suprir a eventual falta de papel higiénico. Este é o Portugal real.

O Portugal apregoado por Marcelo na sua habitual retórica populista - os idosos já podem sair dos lares - é outro que não aquele contra o qual esbarramos.
E voltando à legislação diversa, e voltando a olhar para todos os organismos e departamentos e instituições, podem os meus caros concidadãos ficar cientes de que, ao procurar respostas em todos eles recebe-se um silêncio tumular. E se se atreverem a colocar as mesmas questões a outra instituição ligada à saúde, mas não integrando o Ministério de Marta Temido, a resposta obtida é igualmente a do silêncio absoluto. Tumular!

Alguns dirão, muda de lar, ou tira a tua mãe de lá. Não, ela quer viver num lar, e este tem inclusive muito boas condições. A questão é que os cidadãos nada podem contra o poder funcional de certa gente. Esta é a realidade das coisas deste pantanoso Portugal, onde o cidadão comum na maioria das vezes não é respeitado.

Um lar recebe uma orientação da DGS e pede um parecer a uma delegação de saúde sobre essa orientação? A delegação de saúde tem competência para discordar da orientação da DGS? E a ARSLVT? Se lhes pedem parecer, não o deviam dar com celeridade?
Isto faz algum sentido? Será que sou eu que estou doido?
No limite, cada delegação de saúde dentro da área geográfica duma dada Administração Regional de Saúde (ARS) pode emitir parecer diferente acerca da orientação da DGS? Isto faz sentido, poder haver entendimentos díspares dentro de uma mesma ARS?

Como alguém já me referiu, estaremos a um milímetro da história da velhinha que se foi queixar por ter sido mordida por um cão e acabou na prisão por incomodar as autoridades.
Ah , em relação aos jornalistas que também já escrevem a dizer que os lares estão a abrir, experimentem trocar "conversa" e verão o resultado.

António Cabral (AC)

domingo, 6 de dezembro de 2020

 E  AQUI  CONTINUAM

Aqui, e em vários locais no meio do Tejo dos dois lados da ponte Vasco da Gama, tendo por base logística nomeadamente, Alcochete, Barreiro, Moita, Montijo, Rosário. 

Autoridade Marítima, GNR, Ministério do Ambiente, Ministério da Saúde, PM, tudo fecha os olhos a esta pouca vergonha há anos desempenhada por dezenas e dezenas de pessoas asiáticas, do Leste Europeu, Brasileiros, etc., em que a maioria  cá anda ilegalmente, amontoando-se em quartos nos cascos velhos das localidades acima referidas. À vista de todos. Amêijoas que, diz-se por aí, vão na maioria para Espanha. Sim, já houve uma operação mas............Até no Expresso anos atrás fizerem um extenso artigo sobre isto, mas.....

Dizem alguns, deixe-os, senão a criminalidade na zona aumenta! 

Portugal no seu melhor. 

O Portugal do hidrogénio verde, do apuramento (!?!?!) de Camarate, de Tancos, do BES, do BPP, da CGD, do BPN, da justiça a tempo e horas, do controlo do tribunal de Contas, dos jornalista venerandos e agradecidos, o Portugal em que todos são iguais perante a Lei (!?!?, importa-se de repetir ????). 

Ah, e da defesa dos direitos, liberdades e garantias pessoais, em que a lei assegura aos cidadãos procedimentos judiciais caracterizados pela celeridade e prioridade, de modo a obter tutela efectiva e em tempo útil contra ameaça ou violações desses direitos. (Art. 20º, nº 5, CRP) 

AC

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

 ARMAZENAMENTO das VACINAS

Parece que a Marta que a saúde teme afastou a possibilidade de guardar as vacinas em Tancos.

É que desconfia que abririam facilmente a rede de frio que lá instalassem!!!!

AC

terça-feira, 10 de novembro de 2020

TANTAS  RESTRIÇÕES  e,  EXPLICAÇÕES.....

Tantas restrições. Tanta DGS, tanta explicação, tanta confusão, tanto desnorte me parece continuar.

Pois lembrei-me disto, será que explicará certa realidade?

AC

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

A FESTA do AVANTE
Como em tudo o mais, também quanto a esta festa anual as opiniões são variadas, diferentes, mas todas devem ser respeitadas.
Concorde-se, ou discorde-se.
No meu caso, discordo da esmagadora maioria.
Nunca votei no PCP e duvido que alguma vez o venha a fazer. Discordo liminarmente de muitas coisas e posições do PCP, e de tudo o mais à sua esquerda. 
Isto dito, parece que é um facto que as receitas anualmente obtidas na festa do Avante são uma das maiores fontes financeiras do partido. Por esta razão, compreende-se bem que o PCP tudo faça para levar avante a realização do evento mesmo em modo COVID.

Outro facto para mim evidente, certos meninos e meninas das juventudes direitistas e mesmo das franjas nazis (porque as há), se pudessem nunca haveria festas e comícios nem do PCP, nem BE nem PS etc.
Para não ser muito ordinário, uns tolinhos. Alguém que lhes explique o que é democracia, e lhes leia a CRP.
Outro facto bem identificado, e até em certos blogues, a irritação contra certas pessoas como Marques Mendes (discordo da maioria dos seus bitaites), por claramente dizerem que a decisão de se autorizar a dita festa é inacreditável.
É mais uma das muitas opiniões sobre o tema, que deve ser respeitada, mas a esquerdalhada só aceita divergências com matizes de esquerda.
Neste caso como em muitos outros, muito irritantes para esquerdalhada ou muito irritantes para direitalha, chovem as patéticas petições e só falta avançarem com impugnações junto de tribunais.

Enfim, do meu modesto ponto de vista, tudo um nojo.
Digo-o porque, para mim, são claros os seguintes aspectos:
> Marcelo e Costa têm sempre as pernitas a tremer sempre que alguma coisa possa ser considerada uma afronta ao PCP e, portanto, fazem tudo para agradar ao tio Jerónimo, até porque as eleições se aproximam.
> Parece-me que a ministra Temido está a ensaiar alguma limitação do nº de pessoas no recinto da festa. Compreensível.
> Nisto tudo à volta da festa há, obviamente, o aproveitar da coisa para frenesim e histeria política, as mais das vezes patético, incongruente, lastimável, e sempre com os contorcionistas do costume a dançarem mal, incluindo Marcelo e Costa.
> Para mim, quer o passado 1º de Maio (lembro as posteriores e patéticas declarações de aparente surpresa de Marcelo) quer agora a festa do Avante, não têm de ser apreciadas por razões políticas.
Tudo na época pandémica que vivemos deve ser apreciado pelo interesse público no plano da saúde.
> E é aqui que a porca torce o rabo, para mim, naturalmente. São lastimáveis as constantes e contraditórias orientações da DGS, e certas restrições e proibições.
A incompreensível discrepância de critérios é para mim o cerne da questão. 
Discrepância de critérios, para a festa do Avante, para o 1º de Maio, para as festinhas no Campo Pequeno com os amigos dos titulares de orgãos de soberania, para os espaços públicos, para os transportes, para as touradas, para os bares e discotecas, para salas de espectáculos, para todo o funcionamento da vida em sociedade.

A gritaria de certos meninos ditos de direita não passa de estúpida, e,  os esquerdalhos que a este propósito lembram os cortes na saúde (de há muito, mas também muito feitos pelas geringonças), não passam igualmente de gente com gritaria estúpida.

Todos andam a fingir ser civilizados e andam a desopilar.
Tome-se juízo, e determinem-se critérios coerentes e claros para todas as actividades em sociedade, tendo sempre presente o interesse público, no plano da saúde.

Porque não se pode realizar a festa do Avante?  
E as peregrinações no Norte? 
E as feiras tradicionais? 
REGRAS COERENTES, claras, para tudo, caramba!
Era importante tomarem definitivamente juízo, em Belém, e em SBento, e determinarem ao ministério da saúde que tome juízo.
E trabalhe como deve ser.
António Cabral (AC)

terça-feira, 30 de junho de 2020

SERÁ INFLUÊNCIA de TANCOS ?
Ou é outra coisa?
Medina falou em guerra, generais, chefias etc.
O homem está danado.
Ou será encomenda de Costa para apalpação de terreno tendo em vista substituições na DGS e no MSaúde?
Ele há amigos do peito para tudo.
AC

quarta-feira, 1 de abril de 2020

COMO  SE  FICA
É neste estado que se fica depois de se ter tido a triste ideia de ir escutar as senhoras Marta e Graça.
Apenas o secretário de estado da saúde parece um homem sereno, sóbrio, prudente, sintético, e que não se põe com conjecturas só para se ouvir a si próprio.
Mas posso estar enganado a respeito dele, pois há vários dias que deixei de ouvir aquela gente. Faziam melhor se estivessem calados.
AC

sexta-feira, 27 de março de 2020

AI  COVID - 19,  a  MUDARES GENERAIS
O useiro e vezeiro em constantemente aldrabar, teve há tempos  uma saída mais ou menos assim - em tempo de guerra não se mudam generais.
Pouco tinha passado deste regurgitar, foi mudado um "general civil" na área da saúde, houve depois umas lamúrias é certo mas, como sempre acontece nestas coisas, nada ficou claro aos olhos do cidadão comum - porque raio saiu o homem.
Seguiu-se outra mudança, foi exonerado há poucos dias o director do hospital das Forças Armadas e, até agora, na senda habitual nestas coisas e sobretudo quando certas criaturas de ego enorme estão envolvidas, também nada se percebeu do porquê de uma exoneração 4 ou 5 meses depois do homem ter assumido o cargo.
Conjecturar é, portanto, naturalmente legítimo. 
Ainda que, de acordo com certos jornalistas tidos por si próprios como algo acima de todos, no presente não se devam dizer as coisas publicamente, antes no recato, ao ouvido, tal como suponho aconteceu em muitos edifícios e gabinetes diferentes no âmbito da telenovela Tancos. E depois, claro, ninguém soube ou foi informado de nada.
Voltando ás exonerações, estes casos são apenas mais dois dos muitos que ao longo dos anos elucidam crescentemente a transparência da nossa vida democrática.
Será de compreender que para alguns as exonerações tenham contornos estranhos ou pelo menos peculiares, é aliás o meu caso, podendo porventura  dizer-se que, se não foram lamentáveis, talvez ao menos pudessem ter sido adiadas dada a presente conjuntura, tal como aliás definido pelo grande líder.
Quer no caso na saúde quer no do hospital militar, parece corresponder à realidade que os recursos atribuídos e a atribuir ás organizações em causa seriam considerados muito escassos. Se isso foi repetidamente reiterado pelos exonerados ah, então pode perceber-se as exonerações sobretudo conhecendo-se certas melífluas criaturas.
Outra hipótese, é a de que os exonerados eram mesmo umas grandes encomendas. 
A ser assim, no caso do civil levaram muito tempo a verificar isso, 
no caso do militar foi muito mais rápido.
O que se passou de facto? Nada se sabe e, assim, as suspeições são mais que legítimas.
Ah sr Cabral, deixe essas dores de cabeça para os políticos civis e militares, eles é que se preocupam com estas coisas coitados, estas coisas não devem preocupar os espíritos dos cidadãos comuns, não se apoquente sr Cabral, é a democracia a funcionar!!!!!!! É o normal e regular funcionamento das instituições pois, caso contrário, o Presidente e o comandante supremo das forças armadas estariam atentos.
AC

Melífluo - diz-se da voz, do gesto, da atitude repassada de doçura de quem pretende insinuar-se

segunda-feira, 23 de março de 2020

ORDEM dos MÉDICOS
A ordem dos médicos pede publicamente dados certos.
Quanto faltará para do lado dos socialistas e amigalhaços virem dizer-lhe que não está em sintonia e união com os esforços do governo PS?
As velhotas vizinhas lá na aldeia nem devem reparar neste apelo da OM.
A esmagadora maioria dos cidadãos ou não se apercebe ou não percebe.
Eu dou uma tradução muito perto da realidade, apesar das conferência diárias da dupla MS / DGS:
- estão a fazer poucos testes para que não se esgote o material que ainda está disponível e não se desmascare a inércia e incompetência de Franciscos e quejandos.
É só isto.
Infectados?
Devem estar muitos milhares mais do que os menos de 2000 anunciados.
Entretanto, uns untuosos do sistema aplaudem dirigentes lembrando-lhes que não liguem ás críticas que a caravana passa e, também, não há um único jornalista seja homem ou mulher que nas conferências de imprensa pergunte - desculpe, mas deram-me a informação de que esses números que está a apresentar são inferiores à triste realidade. Qual o seu comentário, são reais esses números de infectados? 
AC

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

ISTO É QUE É DESENVOLVIMENTO
(Lido por aí)
A ministra da Saúde deseja que todos os portugueses tenham, à semelhança do médico de família, um enfermeiro atribuído.
Na abertura do 2.ª Congresso Internacional de Enfermagem de Saúde Familiar, em Lisboa, a ministra da Saúde anunciou que o Governo pretende atribuir uma equipa de saúde familiar a todos os portugueses.

Assim dá gosto viver aqui, num País sem desigualdades, com assistência e bem estar para todos, industrializado, com todas as clínicas e hospitais inspecionados há menos de 2 anos (ups...), para todos as mesmas oportunidades, muitas crianças a nascer e a ordem dos médicos atenta a tudo, justiça a tempo e horas e sem medo dos poderosos.
Assim dá gosto, e faz inveja por exemplo aos Nórdicos.
AC

sexta-feira, 12 de julho de 2019

MÉDICOS para o ALGARVE?
Verdade?
Ora vejam a notícia da TVI do jornal das 1500 horas. Ilustrativo da cambada de bandidos mentirosos que por aí andam.
AC

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Uiiiii.........ELE ESTÁ ZANGADO
Carlos Silva: “Nas negociações com os enfermeiros, à ministra da Saúde resvalou-lhe o pé para o chinelo”
AC

sexta-feira, 30 de março de 2018

SE ISTO NÃO É PARA RIR,  O QUE SERÁ ?
"........O ministro da Saúde assumiu que "existe má gestão na saúde" e mostrou-se menos otimista do que o seu colega das Finanças sobre a resolução definitiva da sustentabilidade do sistema. Adalberto Campos Fernandes falava ao lado do ministro das Finanças, e sublinhou a enorme "coesão interna" do Governo............

Rematada ausência de vergonha na cara, deste pequenino ministro, do seu colega das finanças, e sobretudo do intrujão-mor que se esconde atrás de todos e fica sempre caladinho o mais possível.
Mas a máquina de propaganda é tão poderosa e tão bem oleada que ninguém acha nada estranho.
Vamos de vento em popa.
Sustentabilidade do SNS?
As pessoas quando vão tirar uma Rx, não se dão ao trabalho de raciocinar sobre o ridículo preço da mesma?
Quando vão à unidade de saúde familiar porque não pensam no vencimento dos funcionários administrativos, dos enfermeiros, no preço das seringas, das compressas, nos esterilizadores, do custo da electricidade, nos aparelhos de ar condicionado alguns limpos outros sem manutenção nos filtros, e por aí fora?
É tudo de borla? Fora o papel higiénico levado para casa, mais umas compressas, mais umas seringas, mais umas luvas, mais umas fotocópias, etc.
Em cima disto tudo, a gestão diletante de alguns, a gestão excelente em muitos hospitais que ainda vai salvando a coisa, a não entrega de material a tempo e horas em muitas zonas do interior, enfim.
AC

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

SNS, HOSPITAIS, FARMACÉUTICAS, O COSTUME
Cada dia que passa mais se confirma a aldrabice do virar de página.
Antes tivemos os obreiros (!??!) que tinham gosto em fazer mais do que o recomendado lá de fora.
Agora temos outro tipo de pantomineiros, os super aldrabões.
O aldrabão francês Moscovici faz enormes elogios ao desempenho de Centeno e companhia.
Estará atento, por exemplo a desorçamentações, cativações e não pagamentos?
Quase todos os dias aparecem casos.
As farmacêuticas, os laboratórios, as empresas fornecedoras de material médico, estarão a arder com uma pequena "maquia".
Segundo a Apifarma, registou-se um agravamento de 111,7 milhões de euros da dívida total (mais 14%), face a dezembro de 2016 (794,4 milhões de euros). 
Em Dezembro 2016, convém lembrar, já a geringonça tinha um ano, agora já passou os dois anos. Mas ainda deve ser culpa do inefável Passos Coelho.
Aparentemente a dívida dos hospitais aos laboratórios e às empresas de dispositivos médicos ascendia a 1.212 milhões de euros no final de 2017, já depois de um pagamento de 400 milhões de euros proveniente do aumento de capital destes hospitais.
Claro que o ministro, um dos que se tem mostrado mais habilidoso na retórica e no falar doce, já tinha anunciado que iria despejar 1,4 mil milhões para a regularização das dívidas aos fornecedores do setor. 
Aparentemente, em Dezembro de 2017, a dívida global dos hospitais públicos à indústria farmacêutica totalizava 906,1 milhões de euros. Deste valor, 664,6 milhões de euros corresponde a dívida vencida (superior a 90 dias), o que representa uma subida de 26,4% em relação a 2016. 
Parece que existe uma legislação europeia que determina que o Estado pague em 30 dias, quando muito em 60 dias. Como se continua a ver. Como dizia o Sócrates - isso não interessa para nada!
Haverá pois um agravamento de 111,7 milhões de euros da dívida total (mais 14%), face a dezembro de 2016.
Página virada, claro. Esqueceram-se foi de dizer o livro a que pertencia a página.
António Cabral

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Entre o ANEDÓTICO o HILARIANTE e o TRÁGICO
> O OE2018 não cobre integralmente a verba para refeições de reclusos, mas ninguém vai passar fome
> Bruxelas diz que melhoria de défice não resulta de medidas do governo
> Não se fala de Tancos na NATO....(que contentamento)
> Tiago Brandão Rodrigues irá lutar radicalmente para defender os professores
> Rendas de casas não param de aumentar em LX e Porto
> Pelo menos cães e microfones incomodam o novo MAI
> Ministro do ambiente esperava melhores resultados do trabalho feito para tratar a poluição no rio Tejo
> Alguma coisa correu mal (Ministro da Saúde)
> Marcelo considera que Maria Cavaco Silva foi madrinha de todos os portugueses durante pelo menos 20 anos (endoideceu??)
> larguíssimas centenas de milhões para combate aéreo aos fogos
> Aluna que publicou video da lagarta na comida alvo de processo disciplinar
> as instituições só sobrevivem e afirmam a sua pujança, se souberem respeitar-se e dar-se ao respeito, todos os dias, ........pela credibilidade das suas lideranças (PR, Marcelo rebelo de Sousa)
AC