Alguns funcionam muito mal, mas muitos funcionam relativamente bem ou mesmo bem.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quarta-feira, 3 de abril de 2024
domingo, 16 de outubro de 2022
quinta-feira, 10 de março de 2022
Os MAIS FRÁGEIS da SOCIEDADE
Há umas semanas li este artigo. Volto a ele por razões diversas e particularmente por nova situação concreta que conheço muito bem. Li-o agora ainda com mais atenção e mais fico com a sensação da superficialidade com que abordam este complexo tema da sociedade.
Como disse não é possível aqui abordar com profundidade este complexo assunto. Mas aqui vai alguma coisa.
Foi com a Constituição que surgiu o termo IPSS (Instituição Particular de Solidariedade Social).
As IPSS são instituições ou organizações constituídas por iniciativa exclusivamente privada, sem fins lucrativos, para promover a igualdade e a justiça social, nos planos da segurança social, educação e saúde. A sua atuação enquadra-se no âmbito da economia social, e têm como principal objetivo a solidariedade social, em domínios como a segurança social, educação e saúde.
Fala-se em cooperação com o Estado, mas a realidade é que a Segurança Social contribui decisivamente para as IPSS.
Portanto, falamos de apoios a idosos e por essa via a famílias, a proteção na invalidez, a proteção em situação de carências graves, etc.
Neste âmbito e no presente, quando falamos em "economia social", temos por exemplo as Santas Casas sob o chapéu da União das Misericórdias Portuguesas.
Fornece alimentação, havendo quem a confecione dentro da casa, e quem a receba de "catering". Deve ter serviço de limpeza. E um que conheço bem tem limpeza diária duas vezes por dia (quartos, corredores, etc. Outro............adiante.
Há associações integrando lares que dão apoio na comunidade onde se inserem.
Como resolvem os problemas logísticos e de manutenção de equipamentos?
quarta-feira, 8 de dezembro de 2021
"Associação de lares considera contraditória obrigatoriedade de teste negativo para visitas. Presidente da associação diz que a apresentação de um teste negativo à Covid-19 é uma contradição notória face a todas as medidas restritivas durante a realização das visitas".
quinta-feira, 27 de maio de 2021
S E N I O R E S
Não, não me refiro a atletas de maior idade. Refiro-m aos idosos, os que, em fim de vida e em diferentes situações de saúde, requerem ser dignamente tratados pela sociedade. O que não acontece muito bem em Portugal. É a minha experiência, até agora, face aos vários seniores/ idosos na família alargada.
Vem isto a propósito de notícias recentes, por um lado, o periódico anúncio de encerramentos de lares ilegais e etc. e, por outro lado, a espreita de investidores nacionais e estrangeiros sobre potenciais negociatas quanto ás chamadas residências para seniores. Devem estar a pensar naquela faixa da população portuguesa que, segundo parece, ascende a 60% e que é aquela faixa feliz que aufere mensalmente menos de 900,00 €!
O acompanhamento dos cidadãos mais velhos é uma questão complexa, creio que genericamente em todas as sociedades, mas particularmente em países como Portugal, onde se finge ser um país rico, se vive como se vê cada vez mais, e em que as elites são fraquíssimas mas têm vida e comportamentos de rico.
AC
domingo, 9 de maio de 2021
O POPULISMO BACOCO e a REALIDADE
Alguns entendem, e no plano dos princípios isso é o correcto, que se não deve ser demasiado crispado publicamente em relação aos titulares de órgãos de soberania. Mas está a chegar-se ao ponto de se querer o respeitinho porque sim, como antigamente, independentemente de tudo o que acontece na sociedade, independentemente de se servirem em vez de exercerem o serviço à sociedade.
Eu concordo com este entendimento de princípio, e em determinada ocasião dei até a mão à palmatória por me ter excedido um pouco na linguagem. Embora eu tivesse razão. A ira não deverá ser, em princípio, justificação para linguagem mais crispada e violenta na adjectivação.
Mas o tempo vai passando e como já bem retratado - "ele sempre foi assim, muito simpático, inteligente, capaz de actuar bem em cada momento. Talvez já não capaz de actuar de uma forma persistente e continuada. Prosseguindo um objectivo, levando-o até ao fim".
E isto, a retórica constante e populista, muitas vezes quase oca, falando para os portugueses como se fossemos todos brutinhos ou tontinhos, não começa a cansar, senão mesmo a desesperar?
Pessoalmente estou já farto, cansado, desesperado por me falarem como persistem estes titulares de órgãos de soberania, Presidente, deputados, governantes, juizes, como se as realidades condissessem com o que diariamente nos bombardeiam através da retórica populista, mentirosa, desligada da realidade e dos problemas concretos das famílias.
E sempre à procura das acções de outros no passado para justificar a podridão que grassa genericamente, podridão em que vivem e alimentam, como se não governassem desde 2015 ou não presidisse desde 2016.
Clamam sempre pela transparência, pelo serviço e apoio ao cidadão mas, quando o cidadão quer perceber certas coisas, quando o cidadão se dirige aos serviços e instituições publicas, aí a realidade é bem o oposto do apregoado por suas Excelências.
Do passado, concretamente desde 1971, tenho um historial relevante de embates contra o Estado e instituições diversas, concretamente, o fisco (IMI, IRS, Sisa), banca nacional, seguradoras, GNR, PSP, EMEL, câmaras municipais, juntas de freguesia, farmácias, hospitais. No presente, devido à situação da minha (jovem de quase 96) mãe, mais que lúcida e a viver num lar há dois anos por sua decisão, ando há semanas a falar com o lar e em contactos com a Direcção Geral de Saúde (DGS), a Administração Regional de Lisboa e Vale do Tejo e a delegada de saúde da cidade onde vivo. Melhor, e mais bem dito, ando a formalmente solicitar a estas instituições esclarecimentos e recebo o silêncio tumular. O desprezo absoluto para com o cidadão comum.A verborreia populista imprudente e desprovida de conhecimento das coisas na realidade concreta, criou nas cabeças dos idosos com boa saúde mental uma ideia que em nada corresponde à realidade, sei-o bem pelo meu caso concreto, a minha mãe que, naturalmente, ficou e está furiosa porque no Lar nada se alterou. Continua a não haver saídas nem visitas como antes da pandemia. Isto passa-se numa esmagadora maioria de lares, como há poucos dias foi reconhecido e publicitado no "Público" pelas vozes dos dirigentes das IPSS. A realidade é que a orientação da DGS é formalmente do conhecimento do LAR mas a instituição entendeu pedir um parecer à delegação de saúde da zona. Um parecer! Na prática, a orientação da DGS não é cumprida através de artimanhas. Isto faz sentido?
Indo à legislação diversa no âmbito do Ministério da Saúde, o cidadão comum fica com uma ideia de hierarquias entre os diferentes departamentos e organismos. Mas a realidade é outra, parece que há muita autonomia, até porque quem está nas Administrações Regionais de Saúde (ARS) tem cartão político. Na realidade da vida concreta, ninguém responde ao cidadão, ninguém esclarece e já lá vão semanas, e a noção que tenho, agora até por contactos pessoais privilegiados, parece que na prática ARSLVT e delegações de saúde fazem o que querem ou pelo menos assim parece. Até ao presente tenho o ensurdecedor ruído do silêncio. Os poderzinhos funcionais no seu melhor. A orientação da DGS sobre a saída dos idosos por menos de 24 horas deve ter ido suprir a eventual falta de papel higiénico. Este é o Portugal real.
O Portugal apregoado por Marcelo na sua habitual retórica populista - os idosos já podem sair dos lares - é outro que não aquele contra o qual esbarramos.
E voltando à legislação diversa, e voltando a olhar para todos os organismos e departamentos e instituições, podem os meus caros concidadãos ficar cientes de que, ao procurar respostas em todos eles recebe-se um silêncio tumular. E se se atreverem a colocar as mesmas questões a outra instituição ligada à saúde, mas não integrando o Ministério de Marta Temido, a resposta obtida é igualmente a do silêncio absoluto. Tumular!
Alguns dirão, muda de lar, ou tira a tua mãe de lá. Não, ela quer viver num lar, e este tem inclusive muito boas condições. A questão é que os cidadãos nada podem contra o poder funcional de certa gente. Esta é a realidade das coisas deste pantanoso Portugal, onde o cidadão comum na maioria das vezes não é respeitado.
Um lar recebe uma orientação da DGS e pede um parecer a uma delegação de saúde sobre essa orientação? A delegação de saúde tem competência para discordar da orientação da DGS? E a ARSLVT? Se lhes pedem parecer, não o deviam dar com celeridade?
Isto faz algum sentido? Será que sou eu que estou doido?
No limite, cada delegação de saúde dentro da área geográfica duma dada Administração Regional de Saúde (ARS) pode emitir parecer diferente acerca da orientação da DGS? Isto faz sentido, poder haver entendimentos díspares dentro de uma mesma ARS?
Como alguém já me referiu, estaremos a um milímetro da história da velhinha que se foi queixar por ter sido mordida por um cão e acabou na prisão por incomodar as autoridades.
quarta-feira, 10 de março de 2021
PARA QUÊ DIETA?
Para quê dieta, se a baleia bebe só água, come peixe, krill, lulas,.... nada o dia todo,.........e está sempre gorda?...ih.....ih
Bem, alimentação equilibrada sim, sempre ou o mais possível exercício, sobretudo boas caminhadas (ontem foram 9,2 Km, hoje 6,6 Km), apanhar Sol sempre que possível mas chapéu na cabeça que os 20 anos estão lá muito para trás. Nikon na mão e a melhor disposição possível. Abstrair-me das amarguras dos meus amigos e dos familiares mais afastados com problemas complicadíssimos, etc. Tentar disfarçar da clausura da minha mãe praticamente há um ano sem sair de lá, valendo a varanda do quarto no lar. Enfim.
Dieta para quê? Um pouco de veneno de vez em quando não mata, dizia o velhinho médico avô materno da minha mulher. E não, o meu problema não é a mentira.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
IDOSOS, PASSADO, PRESENTE, FUTURO ?
E o FUTURO ? (sublinhados meus)
A questão "idosos" é um dos problemas mais sérios em qualquer sociedade. Como em muitos outros aspectos da vida em sociedade, a evolução dos tempos / da vida contemporânea alterou muito e em diversas áreas direi mesmo RADICALMENTE, o que acontece hoje comparado com, por exemplo, o que acontecia até 1980. Começo o que quero abordar com um extracto de um artigo de jornal.
(...) "Quando o pó pandémico assentar, temos de rever a nossa relação com os velhos. Por exemplo, as casas do futuro não podem ser apenas “verdes” e preocupadas com os ursos da tundra, têm de ser casas preocupadas com os nossos pais. As casas da cidade não podem ser pensadas apenas para a família nuclear, têm de ser pensadas para uma família mais alargada. A par desta mudança arquitectónica, precisamos de uma revolução moral: não podemos continuar a viver no pressuposto de que a velhice dos nossos pais não pode ocupar o nosso espaço, o nosso tempo e o nosso dinheiro. (tempos atrás, H. Raposo, Expresso).
Não existe um Portugal, existem infelizmente muitos Portugais. Açores (e dentro dos Açores vários, basta olhar por exemplo à costa Norte de S. Miguel), Madeira, Trás-os-Montes, Alentejo, Beiras, serra Algarvia, arredores de Lisboa e Porto e Setúbal, etc. Lembremo-nos por exemplo do que se vivia e como se vivia entre 1900 e 1980 do século passado. Para não recuar mais no tempo, épocas que não podem ser esquecidas.
Aquele texto de há várias semanas de H. Raposo sintetiza quanto a mim uma boa parte das questões sobre o tema, e todos nós devíamos ponderar sobre esta realidade, realidade de todas as sociedades, os idosos, o envelhecimento, o fim de vida, e o necessário, merecido e condigno apoio que a todos sem excepção é devido. Merecido e condigno apoio que milhares (ou mesmo milhões?) nunca tiveram e continuam a não ter. A sociedade portuguesa, o mais depressa que fosse possível, precisa de alterar muita coisa, desde as posturas, à cultura, ao parque habitacional, etc. Morre-se de frio, sim, morre-se de frio em Portugal. Melhor, passadas estas décadas do 25ABRIL continua a morrer-se de frio em Portugal. Só quem pode pagar contas brutais de eletricidade entre meados de Novembro e fins de Fevereiro e pensa além disso nos problemas dos outros, percebe bem o que acontece com milhares de famílias, e sobretudo com os afastados em aldeias e lugarejos quase desertos.
Sim, quantos vivem em casas húmidas e com infiltrações? Diz-se por aí que, provavelmente, pelo menos dois milhões de portugueses não conseguem manter a sua casa quente. Vários desses usam mantas, parecem uns chouriços com tanta roupa vestida. Quantos portugueses integram o "clube pobreza" ?
Não chega celebrar o dia internacional do idoso ou outra data relevante relacionada, e muito menos ainda como o fez o aldrabão político chamado António Costa, sempre a fazer propaganda como há poucotempo ao juntar-se a um dos dinossauros das instituições de solidariedade social.
IDOSOS, FAMÍLIAS, LARES
Qual é a real dimensão deste problema da nossa sociedade? Grave, de certeza. E nada se tem como certo, em números, em situações. Há lares e lares, uns legais e muitos ilegais, de duas espécies, a que voltarei.sexta-feira, 16 de outubro de 2020
MÁS e BOAS NOTÍCIAS
O Lar tem quase uma centena de utentes. É um edifício que deverá andar por quase 30 anos, recente portanto.
Acoplada, digamos assim, tem uma pequena unidade de cuidados continuados ou seja, para onde se enviam idosos que tenham tido qu estar hospitalizados.
Más notícias, creio que 5 funcionárias, assimptomáticas, dos cuidados continuados acusaram COVID.
No Lar, nem funcionárias nem utentes. Há que ter paciência, um dia de cada vez, e ter confiança porque, de facto, o rigor na limpeza, desinfecção, controlo geral, são enormes, a roçar o quase inexcedível.
AC
quinta-feira, 17 de setembro de 2020
quinta-feira, 10 de setembro de 2020

MITRA....e......VELHOS......e.....miséria........
Como a esmagadora maioria das pessoas, sendo excepções Cavaco Silva, António Costa, João Galamba, José Sócrates, Durão Barroso e várias dezenas de outros do género (mortos e vivos), não sou detentor da verdade absoluta, engano-me por vezes, reconheço erros, procuro ser rigoroso, e tento ser intelectualmente honesto acreditando que o demonstro amiúde.
Não me estou aqui a referir ao chapéu de desenho peculiar usado pelos mais altos dignitários da igreja católica em cerimónias religiosas.
Estou a referir-me à instituição que existiu, de combate (??) à mendicidade, e para onde recolhiam vários sem abrigo, pobres, doentes mentais, vadios, tudo gente desgraçada que em grande número deambulava por Lisboa. Não convinha, havia que disfarçar.
Instituição que até há poucos anos era gerida creio que pela segurança social e não há muito passou para a alçada da Misericórdia de Lisboa e que, creio, foi modificada para "apoio social aberto à comunidade", seja lá o que isto for. Recentemente, Santana Lopes escreveu umas linhas onde abordou superficialmente a MITRA e escreveu que quando viu aquilo mandou limpar, comprar coisas novas etc. Imaginem portanto como seria coisa!
Bom, eu sei o que é a MITRA, correção, o que era, mas com rigor, não sei, mas ouvi muito falar de coisas concretas. Um horror, que se manteve décadas.
Eu teria 5 a 6 anos creio, e ouvia nessa altura falar várias vezes sobre isto, em casa dos meus avós maternos. A minha bisavó materna, que ainda conheci e faleceu creio que tinha eu quase 10 anos, morou sempre no Poço do Bispo e, por razões que não interessam agora, sabia bem o que era a MITRA. E falava disso. E contava. Fico por aqui.
VELHO - que tem muita idade, antiquado, antigo, muito usado.
Que políticas sociais, a questão dos lares, as instituições de saúde, a segurança social, os cuidados médicos e outros em fim de vida.
Pode escrever-se que existem dois tipos de cemitérios, os dos vivos e os dos mortos. Pode escrever-se o que quiserem. E todos arrotam com as dificuldades do Estado, com o fechar de olhos por parte do Estado.
Como já vi escrito e concordo, o ministério da saúde ignora os lares por configurarem uma situação social específica. O da chamada solidariedade e segurança social ignora os lares por representarem uma condição específica da saúde pública.
Um lar terá uma direcção. Um lar pode ter uma directora tonta ou uma eficaz que não delega na enfermeira chefe as suas responsabilidades directas.
terça-feira, 1 de setembro de 2020
(do Público online)
O surto de covid-19 que afectou um lar de luxo no Porto, a Residência Montepio, na Rua do Breiner, provocou a morte a 16 pessoas, num universo de 48 infectados (29 utentes e 19 profissionais). Ainda há três pessoas internadas. Os números foram disponibilizados ao PÚBLICO pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, após pedidos insistentes de informação e numa altura em que o PÚBLICO já informara esta autoridade que iria noticiar a morte de 14 das 24 pessoas que tiveram que ser internados.....
sábado, 29 de agosto de 2020
De formas diversas, mas também pela toponímia, por todo o País se registam nomes de homens e mulheres ilustres, querendo eu com isto dizer os que a história mais recorrentemente aponta.
Mas designadamente ao nível das autarquias, pela toponímia, estatuária e outros meios, se relevam homens e mulheres e profissões do quotidiano ao longo de séculos.
Mas Portugal não foi feito com um punhado de homens ilustres, apenas, ao longo dos séculos milhares/ milhões de portugueses erigiram o que hoje chamamos Portugal. Sem eles não haveria Portugal, creio.
Houve e sempre haverá, os que mais se distinguem nas artes, na política, na vida guerreira, na economia, na filosofia, etc. etc.
A sociedade evoluirá se tiver, creio eu, um bom grupo dirigente, a todos os níveis, e uma população crescentemente educada e atenta.
O País crescerá e desenvolver-se-á se a maioria for cada vez mais maioria, na perspectiva do combate ás desigualdades, no combate pela liberdade em todas as suas formas, no pugnar pelo desenvolvimento equilibrado, no pugnar pelo igual acesso de oportunidades, no pugnar pelo escrutínio democrático da vida em sociedade e particularmente no que se refere aos poderes públicos e máquina do Estado.
Neste post de hoje partilho gente a mais diversa.
Periodicamente partilho o que por aí vou vendo, e cada vez me interrogo mais sobre o meu País e o estado em que estamos. E tenho sempre presente que quantos mais se calarem pior será para a sociedade.
O que se tem passado nomeadamente nas últimas três semanas, com um banditismo político do mais atroz protagonizado por habilidosos como alguns dos vários tontos da comunicação social lhes chama, é das coisas mais abjectas da história política do nosso País. O inquilino em Belém bem pode pregar, esquecendo-se do que tem contribuído. Agora até está quase a alcançar nu mandato o nº de vetos do seu antecessor no total dos dois mandatos.!!!!
A esperança em mim não morre, ainda que, confesso, ando muito irritado com coisas concretas na nossa sociedade e nomeadamente com algumas com impacto directo na vida familiar. E tanto mais irritado quando assisto à vergonhosa propaganda, demagogia e mentira dos actuais responsáveis (???) acerca daquilo com que lido na realidade.
Uma descarada e despudorada ausência de vergonha na cara da parte do actual PM e alguns companheiros e companheiras.
Refiro-me à classe médica e à classes dos enfermeiros e à questão dos LARES.
António Cabral


